Passos, Eduardo. Quando o grupo é afirmação de um paradoxo

Texto

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Quando o grupo é

Quando o grupo é afirmação de um paradoxoafirmação de um paradoxo

FFininalalmementntee ttememosos pupublblicicaadodo esestete tetextxtoo ququee,, nono eentntanantoto,, jájá fofoii mui

muitastas vezvezeses citcitadoado,, desdesdede suasua priprimeimeirara aprapreseesentantaçãoção nana defdefesaesa dede te

tesese dede dodoututororaadodo nono NNúcúcleleoo dede SuSubjbjeetitivividadadede dada PUPUC/C/SSP,P, emem 19

199494.. TTenendodo peperrmamanenecicidodo poporr ttanantoto tetempmpoo eemm umumaa ccirircuculalaçãçãoo re

reststriritata,, mamass nãnãoo memenonoss efeficicieientnte,e, oo tetextxtoo gaganhnhoo aa foformrmaa dede lilivrvro,o,  podendo,

 podendo, agora,agora, atingiratingir esseesse leitorleitor desconhecido,desconhecido, cumprindo,cumprindo, assim

assim (então), sua(então), sua mais completa vocação.mais completa vocação. E

Euu jjáá oo hhaavviiaa lliiddoo ddeessddee eennttããoo,, qquuaannddoo,, mmee lleemmbbrroo,, mmee su

surprprereenendedeu,u, sosobrbretetudoudo poporr suasua mamaneneiriraa dede fafazezerr apapararececerer umum obobjejetoto de

de esestutudodo neneststaa zozonana lilimimitete enentrtree aa clclínínicicaa ee aa popolílítiticaca.. NaNa veverdrdadade,e, ma

maisis dodo ququee umum obobjejetoto dede esestutudodo,, ereraa aa afafirirmamaççãoão dede umumaa aapopoststaa ee de

de um investimentoum investimento que não seque não se poderia realizar só. poderia realizar só.

FFooii aa pprriimmeeiirraa tteessee ddee ddoouuttoorraaddoo ddeeffeenndididada nnoo NNúúcclleeoo ssoobb aa or

orieientntaçaçãoão dede SuSueelyly RoRolnlnikik.. AsAs duduaas,s, ororieientntadadororaa ee ororieientntanandada,,

ex

exprpresessasavavamm aalili umumaa aaliliaançnçaa ee umumaa aamimizzadadee -- mamarcrcaa dedessssee grgrupupoo ddaass qquuaarrttaass--ffeeiirraass ddee qquuee oouuvvííaammooss ffaallaarr eemm sseeuuss eennccoonnttrrooss aanniimmaaddooss.. SSiimm,, hhaavviiaa uumm ggrruuppoo,, oo qquuee ccoonnffeerriiaa aaoo ttrraabbaallhhoo ddee  pesquisa

 pesquisa umauma consistênciaconsistência especial,especial, umauma carnecarne viva,viva, queque tantotanto maismais  pulsava

 pulsava quantoquanto maismais dinâmicodinâmico sese faziafazia oo coletivo.coletivo. UmaUma consistênciaconsistência qu

quee sese trtraansnsfeferriaia paparara oo ttexextoto ququee totomomouu aa exexpeperriêiêncnciaia dodo ccololetetivivoo em

em análise.análise. Co

Contntududo,o, nãnãoo fofoii sósó nono trtrâânsnsititoo dodo RiRioo ((onondede ReRegiginana sesempmprree mo

mororou)u) paparara SãSãoo PaPaululoo ququee oo tetextxtoo gaganhnhouou foforçrça.a. TaTalvlvezez sesejaja memelhlhor or  di

dizzerer ququee aa eescscololhaha dodo ttememaa dodo grgrupupoo fofoii aa mamaneneiriraa dede rresespopondnderer àà [pág.11]

[pág.11] exexpepeririênênciciaa dede seserr foforçrçadadaa aa esestatarr nono lilimimitete dodoss dodomímíniniosos dada cl

clínínicicaa ee dada popolílítiticaca,, reresisiststinindodo aoao cecentntriripepetitismsmoo ququee ininsisiststee emem nonoss co

convnvococarar aa umumaa ididenentitidadadede esespepecicialalisistata.. DaDaí,í, enentãtão,o, umumaa esescocolhlhaa cr

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eessppeecciiaalliissmmooss uummaa mmaanneeiirraa ddee ppeennssaarr qquuee,, ppoorr ddeeffiinniiççããoo,, éé imediatamente

imediatamente uma formauma forma de intervir de intervir sobre a realidade.sobre a realidade. Ei

Eis,s, poportrtanantoto,, ququee aa ininspspiriraçaçãoão ininststititucucioionanaliliststaa sese fefezz prpresesenentete:: nnããoo ccoonnhheecceemmooss ppaarraa ttrraannssffoorrmmaarr,, mmaass ttrraannssffoorrmmaammooss ppaarraa co

conhnhececerer aa rerealalididadade.e. EE oo grgrupupoo sese ofofererecece,e, aoao memesmsmoo tetempmpo,o, cocomomo di

dispspososititivivoo dede inintetervrvenençãçãoo (p(proroduduçãçãoo dede trtranansfsforormamaçãçãoo ee prprododuçuçãoão de

de coconhnhececimimenentoto)) ee cocomomo dedesisigngnaçaçãoão dodo prprópópririoo plplananoo ququee sese ququer er  ace

acessassarr (na(nass intintervervençençõesões)) ee conconhechecer:er: plaplanono dodo incinconsconscieniente,te, socsocialial ee subjetivo,subjetivo, plano coletivo. plano coletivo.

De

Desdsdee aa PsPsicicototererapapiaia InInststititucucioionanal,l, nana FrFranançaça dosdos ananosos 60,60, cocomm su

suaa dedeffininiçiçããoo dada didirreçeçãoão dodo trtrababalalhoho aananalílítiticoco,, oo grgrupupoo eeststáá popoststoo co

comomo oo didispspososititivivoo poporr exexcecelêlêncnciaia dede inintetervrvenençãção.o. ÉÉ dadaíí ququee oo lilivrvroo  parte,

 parte, acompanhandoacompanhando umum percursopercurso queque nãonão culminaculmina nana socioanálise,socioanálise,  pois

 pois vaivai sese abrindoabrindo parapara experimentaçõesexperimentações queque oo própriopróprio textotexto dede Regina

Regina faz avançar.faz avançar.

Co

Comomo ququisis GuGuatattatariri,, dodo grgrupupo-o-asassusujejeititadadoo aoao grgrupupoo susujejeititoo aa  passagem

 passagem nãonão sese fazfaz porpor entreentre doisdois conjuntosconjuntos dede elementos,elementos, doisdois ag

agrrupupamameentntosos dede inindidivívíduduosos,, mamass poporr enentrtree duduaass poposisiççõeões,s, duduasas at

atititududeses.. PoPorr umum lalado,do, oo etethohoss dede susubmbmisissãsão,o, ququee cacararactctererizizaa oo grgrupupoo qu

quanandodo seseuu ffununciciononaamementntoo éé heheteterrônônomomo,o, esestatandndoo susubmbmeetitidodo aa rreeggrraass eexxtteerrnnaass,, oo qquuee ffaazz ddaa ppoossiiççããoo ssuubbjjeettiivvaa uummaa ffoorrmmaa ddee as

assusujejeititamamenentoto.. PoPorr ououtrtroo laladodo,, háhá aa asassusunçnçãoão dodo grgrupupoo àà poposisiçãçãoo dada fa

falala irirruruptptiviva,a, emem umumaa açaçãoão trtranansgsgreressssororaa dodoss sisigngnifificicanantetess sosociciaiaiss dom

dominainantentess ee dasdas regregrasras dede assassujeujeitaitamenmento.to. OO grugrupo-po-sujsujeiteitoo opeoperara dede man

maneireiraa autautônomônoma,a, cricriandandoo suasuass próprópripriasas regregrasras.. GuaGuattattariri éé parparceiceiroro ne

nessssee pepercrcurursoso ee nenessssaa didirereçãção,o, prpropoopondndoo umumaa "p"pololítíticicaa dede inintrtrususãoão"" ee umumaa mimililitâtâncnciaia dodo "c"corortete susubjbjetetivivo"o" ququee atatuaua nono prpresesenentete ee ququee sese  propaga

 propaga comocomo gérmengérmen potencial,potencial, comocomo forçaforça dede reverberaçãoreverberação emem umum novo

novo legadolegado dodo[pag. 12][pag. 12] plano do plano do inconinconscienscientete ..11

11Cf.Cf. IntrIntroduoduçãoção àà PsicoPsicoterapterapiaia InstInstituciitucionalonal emem PsicaPsicanálisnálisee ee trantransverssversalidaalidade:de: ensaios de análise institucional. Aparecida: Ideias e

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O

O qquuee ssee aaffiirrmmaa ququaannddoo aa aappoossttaa éé nnoo ccoolleettiivvoo?? TTrraattaa--ssee ddaa co

consnstrtruçuçãoão dede umauma clclínínicicaa atatraravevessssadadaa pepelala popolílítiticaca ouou,, mamaisis dodo ququee is

issoso,, umumaa clclínínicicaa dede tatall momododo inindidissssocociáiávevell dada popolílítiticaca ququee nãnãoo seseririaa mai

maiss pospossívsívelel penpensá-sá-laslas comcomoo camcampospos disdiscipciplinlinarearess sepseparaaradosdos,, oo queque ap

apararececee cocomomo aa didirereçãçãoo dada trtranansdsdisisciciplplininararididadadee nono tetextxto.o. NeNessssee sseennttiiddoo,, oo ttrraabbaallhhoo aannaallííttiiccoo nnããoo ssee rreessttrriinnggee nneemm àà aaççããoo ddooss eessppeecciiaalliissttaass ppssii nneemm,, sseeqquueerr,, aaooss ffaattoorreess ppssii ((ooss ffaannttaassmmaass ind

indiviividuaduais,is, osos comcompleplexosxos famfamiliiliareares,s, osos sinsintomtomasas psipsicopcopatoatológlógicoicos).s). To

Todada ananálálisisee éé ananálálisisee ininststititucucioionanall ee totodada clclínínicicaa éé açaçãoão popolílítiticaca,,  porque

 porque argüiargüi osos pontospontos dede insurreiçãoinsurreição nana história,história, osos pontospontos dede iinnfflleexxããoo ddooss didissccuurrssooss nnaa ccoommppoossiiççããoo ddee cceerrttaass pprrááttiiccaass.. TTooddaa aanánálilisese,, totodada cclílíninicca,a, éé popolílítiticaca,, poporqrqueue prproboblelemamatitizzaa osos lulugagarreess ins

instittituíduídos,os, asas dicdicotootomiamiass natnaturauralizlizadoadorasras,, porporqueque perperguntguntaa sobsobrere osos modos

modos dede constituiçãoconstituição das instituições.das instituições.

E

Ennttrreettaannttoo,, ppaarraa iirrmmooss aaddiiaannttee,, ssee qquuiisseerrmmooss,, ddee ffaattoo,, ddaar r  vi

visisibibililidadadede aa esestata imimananênênciciaa enentrtree clclínínicicaa ee popolílítiticaca,, éé nenececessssárárioio qquuee ppeerrgguunntteemmooss qquuaaiiss pprrááttiiccaass aa ccllíínniiccaa tteemm ppoossttoo eemm fu

funcncioionanamementnto,o, ququaiaiss efefeieitotoss popolílítiticocoss aa clclínínicicaa tetemm prprododuzuzididoo e,e,  principalmente,

 principalmente, qualqual vidavida elaela temtem implementado.implementado. ÉÉ nono bojobojo dodo m

moovviimmeennttoo iinnssttiittuucciioonnaalliissttaa qquuee oo ggrruuppoo ssee aannuunncciiaa ccoommoo di

dispspososititivivoo fufundandamementntalal paparara queque sese ininclcluaua aa didimemensnsãoão ananalalítíticicaa nana lluuttaa ppololííttiiccaa,, aassssiimm ccoommoo aa ppoollííttiiccaa nana aannáálliissee.. OO ggrrupupoo ooppeerraa,,  portanto, na

 portanto, na fronteira entre afronteira entre a clínica e aclínica e a política. política. Sa

Sabebemomoss ququee ffrorontnteeiriraa éé umumaa ququeeststããoo dede popolílítiticca,a, dede jjogogoo dede fo

forçrçasas,, dede crcrivivoo seseleletotor,r, dede reregrgraa dede papassssagagemem dodo ququee popodede ee dodo ququee nã

nãoo popodede enentrtrarar nono jojogogo.. NoNo lilimimitete enentrtree aa clclínínicicaa ee aa popolílítiticaca,, sosomomoss ffoorrççaaddooss aa ssaaiirr dodo ccaassoo ddaa ccllíínniiccaa ppaarraa ppeennssaarr aa ccllíínniiccaa ccoommoo uumm ccaassoo oouu,, oo qquuee vevemm aa ddaarr nnoo mmeessmmoo,, ppeennssaarrmmooss qquuaall ppoollííttiiccaa ttaall cl

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 pessoa

 pessoa ee dosdos gruposgrupos instituídos,instituídos, háhá tambémtambém umauma micropolíticamicropolítica[pág.[pág. 13]

13] ququee enencocontntraramomoss aoao esesgagarçrçarar ouou dedebrbreaearr asas prpropopririededadadeses dede sisi ee do

do mumundndo,o, rerevevelalandndoo seseuu tetecicidodo coconjnjununtitivovo ouou,, memelhlhoror aiaindnda,a, seseuu te

tececer.r. AA açaçãoão clclínínicico-o-popolílítiticaca éé dedefifininidada aqaquiui cocomomo esessasa arargüigüiçãçãoo dadass  propriedades

 propriedades ouou comocomo essaessa açãoação nana micropolítica:micropolítica: açãoação dede umauma  política

 política micro,micro, nãonão porqueporque pequena,pequena, masmas políticapolítica menor;menor; menor,menor, nãonão  porque

 porque menosmenos importante,importante, masmas relativarelativa aosaos movimentosmovimentos políticospolíticos mi

minonoriritátáririosos ququee esescacapapamm dadass mámáququininasas sosobrbrececododifificicadadororasas ee dadass me

medididadas-s-papadrdrãoão.. MMicicroropopolílítticicaa dodos/s/nonoss grgrupuposos poporrququee ereraa umumaa  política

 política relativarelativa aosaos processosprocessos dede criaçãocriação dede sisi ee dodo mundo;mundo; aa umum sósó tempo

tempo política de política de subjetivação e política desubjetivação e política de organização doorganização do socius socius..  Na

 Na perspectivaperspectiva destedeste livro,livro, háhá queque sese fomentarfomentar gruposgrupos queque sese of

oferereçeçamam cocomomo susuporportete dede exexprpresessãsãoo dede vivirtrtuaualilidadadedess exexisistetencnciaiaisis --ssuuppoorrttee nnããoo ttaannttoo ppaarraa oo qquuee eexxiissttee,, mmaass ppaarraa oo qquuee éé ggéérrmmeenn  potencial

 potencial parapara outrasoutras existências.existências. AA clínicaclínica sese constrói,constrói, aí,aí, comocomo

co

combmbatatee àsàs didicocototomimiasas enentrtree oo ininfrfraa ee oo susupeperereststrurututuraral,l, popoststoo ququee oo des

desejoejo éé parpartete dada infinfra-ra-estestrutruturaura (in(infrafraestestrutruturaura),), tamtambémbém proproduzduzindindoo re

realalididadade.e. AA rerevovoluluçãçãoo sosocicialal éé aa rerevovoluluçãçãoo dodo dedesesejojo.. TrTratata-a-sese dede faz

fazerer atratraveavessassarr (tr(transansverversalsalizaizar)r) osos nívníveiseis molmolarar ee molmolecuecularlar,, micmicroro ee mmaaccrrooppoollííttiiccoo.. RReeaalliiddaaddee ssoocciiaall ee rreeaallddiiaaddee ddeesseejjaannttee ssee di

diststininguguemem,, mamass nãnãoo sese sesepapararamm dede tatall mamaneneiriraa ququee nãnãoo popossssamamosos  pensar

 pensar aa mudançamudança dasdas formasformas dede organizaçãoorganização dodo  socius socius semsem  pensarmos

 pensarmos nana alteraçãoalteração dosdos modosmodos dede subjetivação.subjetivação. OO problemaproblema dada ccllíínniiccaa ssee ssiittuaua nneessssee lliimmiittee iinnssttáávevell eentntrree aa pprrooduduççããoo ssoocciiaall ee aa  produção

 produção desejante,desejante, oo queque nosnos obrigaobriga aa colocarcolocar emem questãoquestão aa di

dicocototomimiaa enentrtree oo inindidivividudualal ee oo cocoleletitivovo.. DaDaíí aa imimpoportrtânânciciaa dedessssaa ddeeffiinniiççããoo ddoo ggrruuppoo ccoommoo rreeaalliiddaaddee iinntteerrmmeeddiiáárriiaa:: "grupo-intermediário".

"grupo-intermediário".  Nesse

 Nesse lugarlugar dodo limitelimite -- estranhoestranho lugarlugar emem queque sese estáestá nemnem bembem aq

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PPoorrttoo AAlleeggrree,, eemm 22000011)) -- oo ggrruuppoo ppeerrmmiittee aa ccoommuunniiccaaççããoo ddooss dí

díspspaareres,s, dodo ququee éé fforormama ee dodo ququee éé foforrçaça,, dodo ququee éé prprododututoo ((sosocicialal ou

ou susubjbjeetitivovo)) ee dodo ququee éé prprococeessssoo dede prprododuçuçããoo (p(prrododuçuçããoo dede sisi ee dodo [ p

[págág.. 1414]] mmuunnddoo)),, ddoo qquuee éé eessttaaddoo ddee ccooiissaa ((ffoorrmmaa iinnssttiittuuiiddaa oouu eessttrruuttuurraa ssuubbjjeettiivvaa)) ee ddoo qquuee éé mmoovviimmeennttoo ((mmoovviimmeennttoo ddee in

inststititucucioionanalilizazaçãçãoo ouou momovivimementntoo dedesesejajantnte)e).. HaHabibitatandondo esessasa zozonana do

do ininesespepecícífificoco,, oo grgrupupoo esestátá emem umum nãnão-o-lulugagarr ((u-tpousu-tpous)) permipermitindotindo qu

que,e, cocomm elele,e, afafirirmememomoss nonossssasas ututopopiaiass atativivasas.. EiEiss aa afafirirmamaçãçãoo dede um

um simulacro.simulacro.  Não

 Não maismais caberia,caberia, então,então, falarfalar dede "o"o grupo",grupo", aa nãonão serser quandoquando qquuiisséésssseemmooss nnooss rreemmeetteerr aaoo ggrruuppoo--rreepprreesseennttaaççããoo oouu aaoo gr

grupupo-o-idideentntididadadee,, plplananoo momolalarr ququee obobededeecece àà lólógigiccaa dodo tetercrceieirroo ex

exclcluíuídodo (o(ouu oo inindidivívíduduoo ouou aa sosociciededadade,e, ouou oo inindidivívíduduoo ouou oo grgrupupoo eettcc)).. SSee ttoommaarrmmooss oo ggrruuppoo ccoommoo rreeaalliiddaaddee mmoolleeccuullaarr oouu mi

micrcropopololítíticica,a, cocomomo plplananoo dede foforçrçasas sesempmprere lolongngee dodo eqequiuilílíbrbrioio,, aa

lógigicaca éé ououtrtra.a. EmEm memeioio aoao plplananoo dadass foforçrçasas nãnãoo mamaisis enencocontntraramomoss uunniiddaaddeess,, mmaass ddeevviirreess;; nnããoo hháá ccororrreessppoonnddêênncciiaass ddee rreellaaççõõeess,, iimmiittaaççõeõess oouu bubussccaa ddee nonovvaass ((oouu vveellhahass)) iiddeennttiiddaaddeess.. OO ggrruuppoo en

entetendndididoo cocomomo dedevivirr sese ofofererececee cocomomo opoporortutuninidadadede paparara aa exextrtraçaçãoão ddee ppaarrttííccuullaass ddaass ffoorrmmaass jjáá ccoonnssttiittuuííddaass,, aappoonnttaannddoo ppaarraa aa emergência de

emergência de outras formas.outras formas. Ler

Leremoemoss nesnestete livlivroro aa afiafirmarmaçãoção dede umum "de"devirvir-gr-grupo"upo" ententendendidoido co

comomo "e"expxpereriêiêncnciaia dede cocompmpososiçiçãoão cocomm ououtrtrosos momododoss dede afafececçãção,o, ou

outrtrosos momododoss dede exexisistetencnciaialilizazaçãção"o".. OO cocoleletitivovo totornrna-a-sese,, asassisim,m, umum mo

mododo dede fufuncncioionanamementntoo nono quaquall sese podpodee apaprereenendederr aa acacelelereraçaçãoão dadass  partículas

 partículas queque compõemcompõem dadadada realidade,realidade, "de"de taltal formaforma queque dodo co

conjnjununtoto asassisimm cocompmposostoto sasaiaiamm papartrtícícululasas ququee enentrtremem emem rerelalaçãçãoo ((...).) ccomom zzononasas aainindada nãnãoo ccononhehecicidadas"s".. EEststarar emem grgrupupoo éé cocomomo sese la

lançnçarar (l(lanançaçar-r-sese)) emem umumaa lilinhnha-a-dede-f-fugugaa paparara alalémém dodoss dudualalisismomos,s,  para

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eexpxpereriêiêncnciaia dede dedevivirr,, oo grgrupupoo dedeixixaa dede seserr apapeenanass umum ccononjjununttoo dede  pessoas

 pessoas reunidasreunidas aa partirpartir dasdas representaçõesrepresentações internasinternas queque cadacada umum co

consnstrtróiói sosobrbree oo ououtrtro.o. TaTampmpououcoco éé oo totododo mamaioiorr dodo ququee aa sosomama dadass su

suasas papartrteses;; bebemm oo esespapaçãçãoo paparara oo cocompmparartitilhlhamamenentoto dede fafantntasasmamass ggrruuppaaiiss.. DDeevviirr--ggrruuppoo éé eexxppeerriimmeennttaarr oo ppaarraa aalléémm ddoo ggrruuppoo id

ideentntititááririo,o, ccononecectatandndoo osos flfluxuxosos ininfforormemess ququee sese aatrtravaveessssamam nana zon

zonaa dasdas virvirtuatualidlidadeadess exiexistestencinciaisais..[pág.15][pág.15]DevirDevir-grup-grupoo éé conecconectar-tar-sese co

comm papartrtícícululasas dadass ininststitituiuiçõçõeses,, nãnãoo cocomm asas foformrmasas ininststitituíuídadas,s, mamass ccomom asas ffororççasas ininststiitutuinintetes.s. DDevevirir--grgrupupoo éé lalançnçaar-r-sese eemm umum plplananoo heterogenético:

heterogenético: "Devir-grupo"Devir-grupo e não ser-do-grupo".e não ser-do-grupo". O

O grgrupupo,o, nono sesentntididoo dadadodo neneststee tetextxto,o, nãnãoo popossssuiui umumaa nanatuturerezaza,, nnããoo éé uummaa nnaattuurreezzaa,, eellee éé eeffeeiittoo ddee mmooddooss ddee ooppeerraarr fflluuxxooss:: co

cortrtanandodo-o-oss sesejaja cocomm mámáququininasas sosobrbrececododifificicadadororasas -- aqaqueuelalass ququee rreemmeetteemm oo ggrruuppoo aaoo iinnddiivvíídduuoo oouu àà ssoocciieeddaaddee,, ggrruuppoo--ttooddoo,, ggrruuppoo--uunnoo -- sseejjaa ccoomm mmááqquuiinnaass mmuuttaanntteess,, qquuee pprroodduuzzeemm

aaggeenncciiaammeentntooss mmaaiiss fflleexxíívveeiiss ppoorr oonnddee ddeevivirreess ppododeemm ppaassssaarr.. Se

Sempmprere susubmbmetetididoo aa esessasass duduasas foformrmasas dede mamaququininaçaçãoão,, oo grgrupupoo sese ap

apreresesentntaa cocomomo rerealalididadadee cocompmplelexaxa ee papararadodoxaxal,l, jájá ququee cocompmporortata fechamento e abertura, forma

fechamento e abertura, forma e força,e força, unidade eunidade e processualidade. processualidade. A

A ddiimmeennssããoo ppaarraaddooxxaall ddoo ggrruuppoo nnããoo ddeevvee,, eennttrreettaannttoo,, sseer r  co

confnfunundididada cocomm ququalalququerer foformrmaa dede rerelalatitivivismsmoo ouou dede tetentntatativivaa dede co

concncililiaiaçãção.o. AA afafirirmamaçãçãoo dada nanatuturerezaza cocompmplelexaxa dada rerealalididadadee grgrupupalal nã

nãoo popodede nonoss isisenentatarr dede umum enengagajajamementntoo atativivoo nono ququalal esescocolhlhememosos eessssaa oouu aaqquueellaa ddiimmeennssããoo qquuee,, aappeessaarr ddee nnããoo ssee sseeppaarraarreemm,, ssee di

diststininguguemem.. EmEm úlúltitimama ininststânâncicia,a, popodedemomoss didizezerr queque oo papararadodoxoxo sese dá

dá ccomomoo aa didiststininççãoão sesemm sesepapararaçãçãoo enentrtree oo plplaanono dede prprododuçuçããoo ee aass fo

formrmasas prprododuzuzididasas:: grgrupupoo cocomomo prprococesessoso dede cocoleletitivivizazaçãçãoo ee cocomomo fo

formrmaa grgrupupalal ininststitituíuídada.. EsEssasa cocompmplelexixidadadede prprimimeieirara sese prprojojetetaa emem ou

outrtrasas foformrmasas ququee amamplpliaiamm aa esespepessssururaa papararadodoxaxall dodo grgrupupo,o, nãnãoo nosnos im

(7)

 já

 já queque háhá sempresempre umauma dimensãodimensão dada realidaderealidade emem questãoquestão queque éé ex

exprpresessãsãoo didireretata dodo plplananoo dede prprododuçuçãoão,, isistoto é,é, ququee sese ofofererececee cocomomo vi

viaa paparara crcriaiaçãçãoo ouou ponpontoto dede bibifufurcrcaçaçãoão poporr onondede aa rerealalididadadee podpodee sese de

desvsviaiarr.. EE nãnãoo éé eessssee oo sesentntididoo cclilinânâmimicoco ququee ququeereremomoss atatrribibuiuirr àà clínica?

clínica? O

O grgrupupo,o, nenessssee sesentntidido,o, sese apapreresesentntaa cocomomo umumaa reredede ququenentete ququee  porta,

 porta, dodo processoprocesso dede produção,produção, seuseu produzir-seproduzir-se contínuo.contínuo. Pos

Possibsibiliilidaddadee dede munmundosdos outoutrosros,, dede outoutrasras saísaídasdas ee novnovosos proprobleblemasmas.. M

Maass tatambmbéémm sasabebemomoss ququee,, ququanandodo oo prprododututoo sese dedescscononecectata dedeststee [pá

[pág.g. 16]16] plano plano dede produção,produção, sese descoladescola dodo produzir-se;produzir-se; oo efeitoefeito éé dodo esf

esfriariamenmento,to, dodo incincapaapacitcitar-ar-sese parparaa aa difdifereerencinciaçãaçãoo próprópripriaa dodo plaplano.no. Aq

Aquiui sãsãoo aa rerededess frfriaias,s, rerededes-s-rereprprododuçuçãoão,, ququee sese põpõemem aa fufuncncioionanar;r;  perigo,

 perigo, portanto.portanto. PerigoPerigo dede congelar-secongelar-se emem uma,uma, dede serializar-seserializar-se ee dede assujeitar-se.

assujeitar-se.

 No

 No grupogrupo podemospodemos acessaracessar tantotanto suasua dimensãodimensão dede produtoproduto so

socicialal ee susubjbjetetivivoo ququananttoo oo seseuu plplananoo dede prprododuçuçãoão.. EEssssee úlúltitimomo éé oo  plano

 plano maquínicomaquínico emem queque oo produzirproduzir sese fazfaz porpor agenciamentosagenciamentos ouou eennccoonnttrrooss eennttrree eelleemmeennttooss hheetteerrooggêênneeooss ((ffaammiilliiaarreess,, mass-midiáticos

mass-midiáticos,, esestététiticocos,s, ururbabanonoss etetc.c.).). OO momovivimementntoo dede prprododuçuçãoão do

do/n/noo grgrupupoo sese coconenectctaa cocomm ououtrtrasas mámáququininasas emem fufuncncioionanamementnto,o, ev

evididenencicianandodo esessasa ininsesepapararabibililidadadede enentrtree prprododuçuçãoão inindidivividudualal ee ssoocciiaall.. PPoorr iissssoo oo ggrruuppoo éé eessssaa ffiigguurraa uuttóóppiiccaa,, sseemm lluuggaar  r   determinado, permitindo-nos

determinado, permitindo-nos pensar o pensar o contemporâneo.contemporâneo.  No

 No contemporâneo,contemporâneo, privilegiadamente,privilegiadamente, aa máquinamáquina capitalistacapitalista éé qu

quee gaganhanha didimemensõnsõeses dede imimpépéririo.o. SeSeuu fufuncncioionanamementntoo sese cacararactctererizizaa  por

 por umauma formaforma muitomuito especialespecial dede voracidade,voracidade, dede poderpoder dede anexação,anexação, ddee oommnniinncclluussããoo.. EEssssaa mmááqquuiinnaa qquueerr ttuuddoo ssuubbmmeetteerr aaoo sseeuu fu

funcncioionanamementntoo eqequaualilizazadodor,r, hohomomogegeneneizizadadoror,, seseririalalizizanantete,, aa tatall  ponto

(8)

in

inststitituiuiçõçõeses dede coconfnfininamamenentoto.. NãNãoo lhlhee babaststaa agagirir prprododututivivamamenentete so

sobrbree mamatétéririasas foformrmadadasas (a(a crcriaiançnça,a, oo loloucuco,o, oo opopererárárioio)) ee fufunçnçõeõess fi

finanalilizazadadass (e(ensnsininarar,, trtratatarar,, trtreieinanar)r).. NãNãoo lhlhee babaststaa didiscscipiplilinanarr osos ccoorrppooss eemm uummaa oorrttooppeeddiiaa rreemmooddeellaaddoorraa ddee ffoorrmmaass.. AAggoorraa,, aa oommnniimmááqquuiinnaa ddoo ccaappiittaalliissmmoo qquueerr eexxeerrcceerr sseeuu ddoommíínniioo ssoobbrree aa ma

matétéririaa ininfoforrmeme,, sosobrbree aass fufunçnçõeõess nãnão-o-fifinanalilizzadadaas,s, sosobrbree aa vividada aaiinnddaa nnããoo ffoorrmmaaddaa,, ssoobbrree oo ppuurroo vviivveerr.. TTrraattaa--ssee ddee uummaa om

omninimámáququininaa dodo bibiopopododerer,, cocomomo prpropopôsôs FoFoucucauaultlt.. EsEstata mámáququinina,a, se

seguguinindodo oo dedesesejojo dodo inincocomemensnsururávávelel,, ququerer cocontntrorolalarr oo mamaququininarar dada vi

vidada,, queque cocontntrorolalarr oo prprópópririoo plplananoo dede prprododuçuçãoão.. NãNãoo lhlhee inintetereressssamam ttããoo ssoommeennttee aass ffoorrmmaass,, mmaass ooss pprroocceessssooss ddee ffoorrmmaaççããoo.. NNeessssee se

sentntidido,o, aa mámáququininaa cacapipitataliliststaa sese apapreresesentntaa cocomomo umumaa axaxioiomámáququininaa qquuee aaggee aanntteess ddooss ccóóddiiggooss,, aaqquuéémm ddaass rreeggrraass [[ppáágg.. 1177]] queque car

caractacterierizamzam asas difdifereerententess insinstittituiçuiçõesões.. AA axiaxiomáomáquiquinana éé oo reresulsultadtadoo da

da tentativa de controletentativa de controle capitalísticocapitalístico da vida.da vida.

 No

 No grupo,grupo, seuseu planoplano dede produçãoprodução sese encontraencontra comcom outrasoutras má

máquiquinanass ququee apaproroveveititamam dedelele esessasa susuaa potpotênênciciaa dede bibifufurcrcaçaçãoão ouou dede he

heteterorogêgênenesese.. DeDeveve-s-see aa isissoso oo inintetereressssee dodo cacapipitatalilismsmoo nonoss grgrupuposos ee eemm sseeuuss mmoovviimmeennttooss ccoolleettiivvooss ((oo qquuee FFoouuccaauulltt ddeessiiggnnoouu ddee ""bbiiooppoollííttiiccaa ddaass eessppéécciieess"")):: aallii ssee ppooddee aapprreeeennddeerr aa vviiddaa eemm mo

movivimementnto.o. EiEiss enentãtãoo quque,e, emem susuaa mámáxiximama sosofifiststicicaçaçãoão ee viviololênêncicia,a, oo ccaappiittaalliissmmoo aaggee sseemmpprree eemm ddooiiss sseennttiiddooss:: iinnddiivviidduuaalliizzaannddoo ee gr

grupupalalizizanandodo.. TaTall cocomomo aa fifigugurara bibifofontntee dede JaJanunus,s, elelee ololhaha paparara osos dois

dois lados aolados ao mesmo tempo.mesmo tempo. Em

Em susuaa veversrsãoão neneololibibereralal,, oo cacapipitatalilismsmoo prpretetenendede umumaa foformrmaa dede co

contntrorolele porpor momodudulalaçãçãoo dada exexisistêtêncnciaia ee dodoss momododoss dede prproduoduçãção.o. HáHá aq

aquiui umumaa inintetereressssanantete sisintntononiaia enentrtree aa foformrmaa cocomomo oo cacapipitatalilismsmoo sese aammpplliiaa ee oo pprróópprriioo mmooddoo ccoommoo eellee pprroodduuzz eexxiissttêênncciiaass.. OO Ca

Capipitatalilismsmoo sese fafazz cocomomo CaCapipitatalilismsmoo MuMundndiaiall InIntetegrgradadoo (C(CMIMI),), nana m

(9)

ex

exteteririoror.. TrTratata-a-sese dede umum popodederr dede omomninincnclulusãsão,o, popoisis tatambmbémém opopereraa no

noss seseusus prprópópririosos lilimimitetes,s, nãnãoo rerespspeieitatandndoo asas babarrrreieirarass ee osos mumuroross (c

(comomoo nono cacasoso dadass ininststitituiuiçõçõeses,, ouou nana sisitutuaçaçãoão exexememplplarar dodo mumuroro dede Berlim),

Berlim), modulando suasmodulando suas próprias próprias regras,regras, seus própriosseus próprios valores.valores. O

O eeffeeiittoo ddee popoddeerr ddee omomninincnclluussããoo éé ccaarraacctteerriizzaaddoo poporr uummaa ex

exisistêtêncnciaia foforçrçadadaa aa sese momodudulalarr cocontntininuauamementntee emem umumaa foformrmaçaçãoão  permanente,

 permanente, taltal comocomo podemospodemos verificarverificar nana situaçãosituação paradigmáticaparadigmática da

da ememprpresesaa cocontntemempoporârânenea,a, ququee inintrtrododuzuz aa ririvavalilidadadede nonoss grgrupuposos co

comomo momotitivavaçãçãoo paparara prprododuçuçãoão prprememiaiadada pepelolo sasaláláririoo didifefererencnciaiadodo.. Co

Comm aa ququebebrraa dada iisosononomimiaa nono cacampmpoo dodo trtraababalhlhoo ee pepelala prpromomoçoçããoo de

de sisiststememasas dede didifefererencnciaiaçãçãoo dodo trtrababalalhahadodorr pepelolo seseuu mémériritoto,, pepelala ssuuaa prproodduuttiivviiddaaddee,, ggeerraa--ssee uummaa ssiittuuaaççããoo ddee ccoonnttrrololee ccononttíínnuouo correlata a

correlata a essaessa formação contínua.formação contínua. Co

Contntududo,o, paparara oo imimpépéririoo éé prprececisisoo pepensnsarar umum cocontntrara-i-impmpérérioio emem es

estrtrananhaha ee coconsnstrtranangegedodorara sisintntononiaia.. OO trtrababalalhoho dede ReRegiginana é,é, neneststee

se

sentntidido,o, dedescscrirititivovo ee fufuncncioionanal,l, isistoto é,é, elelee apapreresesentntaa aa foformrmaa[pá[págg 18]18]dodo  perigo

 perigo ee apontaaponta parapara linhaslinhas dede resistência.resistência. ComoComo sese dãodão asas re

resisiststênênciciasas nono cocontntemempoporârâneneo?o? CoComomo aa exexpepeririênênciciaa dodo/n/noo grgrupupoo nos orienta

nos orienta em nossas lutas cotidianas?em nossas lutas cotidianas? As

As forformasmas dede resresististêncênciaia emeemergergem,m, agoagora,ra, comcomoo desdesloclocameamentontoss nnaa rreeddee mmuunnddiiaall,, ffaazzeennddoo rreessssaallttaarr oo qquuee nneellaa hháá ddee tteennddêênncciiaa he

heteterorogegenénétiticaca.. HáHá umum papararadodoxoxo ininteternrnoo àà axaxioiomámátiticaca dodo cacapipitatall ququee ssee rreevveerrttee eemm ffoorrmmaa ddee ccoonnttrraa--aattaaqquuee.. OO ppaarraaddooxxoo éé eessttee:: oo  programa

 programa dede equalizaçãoequalização dodo socius socius atatraravévéss dede umumaa reredede glglobobalal nãnãoo co

consnsegegueue sese rerealalizizarar dede foformrmaa únúnicica,a, ununívívococa,a, uniunifificacadada.. EmEm ououtrtrasas  palavras:

 palavras: oo programaprograma dede homogeneizaçãohomogeneização dodo socius sociusnãnãoo coconsnsegegueue sese rea

realizlizarar semsem umauma hetheteroerogengeneideidadeade,, umauma divdivergergêncênciaia intinternerna;a; assassim,im, aa rresesisistêtêncnciiaa popolílítiticcaa eemm umum mumundndoo dodomiminanadodo pepelolo bibiopopododerer éé aa dede re

reororgaganinizazarr ee aa dede rereororieientntarar asas rerededess dede mumundindialalizizaçaçãoão,, apapostostanandodo na

(10)

Fórurumm SoSocicialal MuMundndiaiall éé esessasa veversrsãoão ququenentete queque DaDavovoss rerealalizizaa cocomomo rede fria).

rede fria). O

O tetemama dodo cocontntrara-i-impmpérérioio nonoss imimpõpõee umumaa rereflflexexãoão ququee sese sisitutuaa ma

maisis dodo ququee nununcncaa neneststee lilimimitete ouou zozonana dede inindidiscscererninibibililidadadede enentrtree aa cl

clínínicicaa ee popolílítiticaca.. TrTratata-a-sese,, poportrtanantoto,, dede totomamarr oo grgrupupoo cocomomo popontntoo ddee iinncciiddêênncciiaa ee ffuunnççããoo ddee rreessiissttêêncnciiaa ààss fforormmaass dede ddoommiinnaaççããoo.. M

Maantntememo-o-nonoss nono papararadodoxoxo.. OO lilivrvroo GrupoGrupo:: aa aaffiirrmmaaççããoo ddee uumm si

simumulalacrcro,o, dede ReRegiginana BeBenenevividedes,s, nonoss cocololocaca nenessssee esestrtrananhoho lulugagarr --uumm lluuggaarr qquuee éé uummaa aappoossttaa,, uummaa aappoossttaa qquuee éé uummaa aaffiirrmmaaççããoo.. Afirmemos

Afirmemos oo paradoxo. paradoxo. Eduardo

Eduardo PassosPassos

Texto originalmente publicado como Apresentação do li

Texto originalmente publicado como Apresentação do li vro Grupovro Grupo: a: a afirmação de um simulacro, de Regina Benevides de Barros. afirmação de um simulacro, de Regina Benevides de Barros.

Passos, E. Quando o grupo é

Passos, E. Quando o grupo é afirmação de um paradoxo. In: Barros, RB.afirmação de um paradoxo. In: Barros, RB.

Grupo

Grupo: a afirmação de um : a afirmação de um simulacro. Porto Alegre: Sulina/Editora da UFRGS,simulacro. Porto Alegre: Sulina/Editora da UFRGS, 2007, p. 11- 19. 2007, p. 11- 19.

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Referências

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