ELISSA DELFINO CORDEIRO
KIMBERLLY MARIA OLIVEIRA ASSIS DA SILVA
TAÍS ROSA PINCERATI
PRODUÇÃO CIENTÍFICA SOBRE A PRÁTICA
INTERPROFISSIONAL EM SAÚDE NO BRASIL:
UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA DO PERÍODO DE 2010 A 2019
2020
2019
ELISSA DELFINO CORDEIRO
KIMBERLLY MARIA OLIVEIRA ASSIS DA SILVA
TAÍS ROSA PINCERATI
PRODUÇÃO CIENTÍFICA SOBRE A PRÁTICA
INTERPROFISSIONAL EM SAÚDE NO BRASIL:
UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA DO PERÍODO DE 2010 A 2019
Projeto apresentado à Comissão do PIC do Instituto Municipal de Ensino Superior de Assis – IMESA e a Fundação Educacional do Município de Assis – FEMA, como requisito para a entrada no Programa
de Iniciação Científica.
Orientando: Elissa Delfino Cordeiro, Kimberlly Maria Oliveira Assis da Silva, Taís Rosa Pincerati
Orientador (as): Lilian Dias dos Santos Alves,
Fernanda Cenci Queiroz, Maria Eulália Baleotti
Co-Orientador (a): Vanessa Patrícia Fagundes Linha de pesquisa: Ciências da Saúde
2020
Sumário
INTRODUÇÃO ... 1 1 PROBLEMATIZAÇÃO... 3 2 OBJETIVOS... 4 2.1 Objetivo principal... 4 2.2 Objetivos específicos... 4 3 JUSTIFICATIVA ... 4 4 REVISÃO DA LITERATURA... 5 5 METODOLOGIA... 7 6 CRONOGRAMA FÍSICO ... 8 REFERÊNCIAS... 8 INTRODUÇÃOAtualmente, observa-se a necessidade de mudanças expressivas na realidade dos serviços de saúde que possam causar maiores impactos nas condições gerais
de vida e saúde da população. Essas mudanças apenas serão possíveis diante de
uma nova perspectiva do modelo de formação do trabalho em saúde e atuação
destes profissionais (CAMARA, GROSSEMAN, PINHO; 2015) (COSTA, 2015). A principal fragilidade observada na formação dos profissionais de saúde está relacionada a baixa formação de trabalhadores aptos para o trabalho em equipe, reproduzindo um modelo de cuidado em saúde fragmentado e com baixa resolutividade (COSTA, 2015).
Analisando estas necessidades e reconhecendo a insuficiência de práticas isoladas de saúde para garantir a integralidade do cuidado, o trabalho em equipe
torna-se essencial (MALLMANN, TOASSI; 2019). Nesse contexto, emerge a busca
enfatizando a necessidade do trabalho colaborativo em equipe e incorporação de atividades de educação interprofissional nos cursos de graduação de saúde (COSTA, 2016).
Com base neste cenário, a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2010,
publicou o documento “Framework for Action on Interprofessional Education and
Collaborative Practice”, no qual certificou que, para o alcance das metas da agenda da saúde global, é necessário potencializar o trabalho das equipes de saúde através da colaboração entre profissionais de diversas áreas do conhecimento, gerando perspectivas de desenvolvimento de Educação Interprofissional (IEP) nas
universidades e nos centros de pesquisas (CAMARA, GROSSEMAN, PINHO; 2015;
FIGUEREDO, 2018).
A EIP é definida como um modelo de formação, proposto por ações
articuladas entre dois ou mais cursos da saúde, instigando o processo de
aprendizagem compartilhado e interativo, promovendo o aprendizado sobre a atuação do outro profissional, com os outros e entre si, sendo esta necessária para o
desenvolvimento de habilidades para a prática colaborativa (ALMEIDA, TESTON,
MEDEIROS; 2018).
No Brasil, desde a década de 70 são desenvolvidas propostas que promovam
à integração ensino-serviço e ao trabalho em equipe. No ano 2001, foram
implementadas as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Saúde (DCN), de acordo com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) da Lei 8080/90. Essas diretrizes foram um marco legal para a articulação entre a saúde e educação, preconizando a formação para o trabalho em equipe na perspectiva da integralidade e da qualidade da comunicação entre os profissionais de saúde e usuários/famílias/comunidade (SILVA, 2015).
O conceito de “interprofissionalidade” tem tido destaque em conjunto às
políticas de saúde no setor público e privado, tanto no Brasil como mundo,
principalmente no âmbito da educação interprofissional. Essa notoriedade transcorre da importância de se inserir na gestão do trabalho e na educação na saúde, critérios
e parâmetros de regulação da atuação profissional em equipe e da organização
curricular para a formação do trabalho em equipe (CECCIM, 2018).
interdisciplinar e intercultural, através da produção de elementos característicos do trabalho coletivo em saúde. Além disso, atua de maneira integral e ecológica no conhecimento e educação, como uma ação de transformação, por meio do
pensamento e ação integrados, na produção de estratégias, ferramentas e
organizações, com fortes impactos conceituais vinculados ao desenvolvimento da Saúde e da Educação (PEREIRA, 20181).
Entretanto, mesmo o SUS e as DCN focalizando o trabalho em equipe, ainda se observa que o modelo assistencial predominante entre profissionais de saúde é uniprofissional, o qual caracteriza-se pela fragmentação do cuidado, reforçando a prática biomédica hegemônica, com o isolamento do profissional (SILVA, 2015)
No Brasil, entre os métodos utilizados para introduzir a EIP nos cursos de
graduação em saúde, destaca-se o Programa de Educação pelo Trabalho para a
Saúde do Ministério da Saúde (PET-Saúde), proposto para fomentar grupos interprofissionais de aprendizagem tutorial pelo trabalho, o qual propõe à formação
de trabalhadores da saúde para uma prática colaborativa, imprescindível para o
cuidado integral, um dos princípios do SUS (SOARES, 2019).
O PET-Saúde/Interprofissionalidade faz parte do conjunto de ações do Plano
para a Implementação da Educação Interprofissional (EIP) no Brasil, conforme
chamado realizado pela Organização Pan Americana da Saúde (OPAS / OMS) no
ano de 2016, que teve como objetivo aproximar os acadêmicos de competências de trabalho comuns a todos os profissionais da saúde, e não somente as atribuições específicas de suas áreas, no período de um a dois anos (BRASIL, 2019). Este processo acontece através da formação de grupos de estudantes de vários cursos, proporcionando o contato com experiências interprofissionais, sendo ministrado por profissionais e docentes de diferentes áreas da saúde. Essa é uma política pública que exige a consolidação de atividades acadêmicas integrada aos serviços de saúde, atendendo às necessidades da sociedade, com o intuito de restabelecer a coerência entre a formação do profissional da saúde e as propostas do SUS (SOARES, 2019).
Tendo em vista a importância da interprofissionalidade nos cenários dos
serviços de saúde, a presente pesquisa tem como proposta realizar o levantamento bibliográfico de publicações sobre a prática interprofissional em saúde no Brasil, com o intuito de propor subsídios para a elaboração de estratégias que contribuam para o
trabalho interprofissional entre os profissionais de saúde.
1 PROBLEMATIZAÇÃO
A realidade de saúde da população, em que se observa a complexidade do
processo de cuidado, demonstra a indispensabilidade do trabalho em equipe efetivo com práticas colaborativas e ações integradas centradas no usuário, na família e na comunidade. Nesse sentido, a interprofissionalidade apresenta-se como uma relevante ferramenta para a modificação do processo de cuidado em saúde, visando à melhoria da cooperação e da qualidade da atenção à saúde (ALMEIDA, TESTON, MEDEIROS; 2018).
Com este intuito, o PET-Saúde, foi instituído pela Portaria Interministerial nº 421 de 2010, seguindo as determinantes e coordenação do Pró-Saúde, e possui como principal objetivo fomentar a formação de grupos de aprendizagem tutorial em regiões estratégicas para o SUS, encorajar a qualificação de profissionais e docentes, servindo de iniciação ao trabalho a partir de vivências dirigidas aos
estudantes das graduações em saúde, tendo como base a integração
ensino-serviço-comunidade (SANTOS, BATISTA; 2018).
No ano de 2019, foram aprovados 120 projetos de universidades e secretarias de saúde de todas as regiões do país, abrangendo mais de 6 mil participantes.
Todas
as regiões do País foram contempladas com projetos autorizados para esta edição do programa, o qual perdurará por 24 meses (BRASIL, 2019).
Desta forma, para que se tenha subsídios que contribuem com a formação
interprofissional em saúde, é importante conhecer sobre o que tem sido produzido na literatura científica acerca do trabalho interprofissional em saúde no Brasil. Quais são
os estudos relacionados a esse tema no Brasil? Quais tipos de estudo ainda
precisam ser desenvolvidos relacionados à prática interprofissional?
Frente a implementação do PET – Saúde/Interprofissionalidade, o que tem sido publicado no Brasil sobre o que tem sido desenvolvido nestes projetos.
2 OBJETIVOS
Analisar a produção científica em relação a prática interprofissional em saúde no Brasil, no período de 2010 a 2019.
2.2 Objetivos específicos
Analisar a produção científica dos projetos do PET – Saúde publicados no Brasil, relacionados ao tema interprofissionalidade.
3 JUSTIFICATIVA
A palavra “interprofissionalidade” vem ganhando notoriedade tanto junto às políticas de saúde, quanto na educação em e para a saúde. Tal importância decorre de ter-se tornado relevante inserir na gestão do trabalho e da educação na saúde conceitos relacionados a atividade interprofissional e colaborativa assim como o olhar para a organização curricular da formação para o trabalho em equipe; o conceito e
sua história ainda são pouco conhecidos e seu uso, no mundo do trabalho ou da
educação, ainda vem permeado pela confusão, quando não tomado como simples
sinônimo das palavras “multiprofissionalidade”, “multidisciplinaridade” e
“interdisciplinaridade”. Compreender o conceito e a utilização dos mesmos pelos gestores, docentes, trabalhadores vai além da compreender a descrição e identificação da palavra, mas compreender o tratamento conceitual e aplicação nos espaços produtores de saúde. (CECCIM,2017).
Tal trabalho faz se importante uma vez que ao desvelar o tratamento e aplicabilidade dos conceitos pode auxiliar tanto os gestores como as instituições
formadoras a avançar na aplicação da educação colaborativa, tornando-se então
importante compreender como a EIP viabiliza e promove o cuidado integral à saúde.
4 REVISÃO DA LITERATURA
No âmbito da saúde coletiva ou da educação na saúde, são comuns o uso de termos como interdisciplina, interação, interface, intercâmbio, intercomunicação,
intersetorialidade, bem como propostas de gestão à ação intergovernamental,
intergestores e de interligação de políticas, mas, ultimamente, começou-se a falar em “interprofissionalidade”, que é característica das práticas colaborativas, e envolve
tudo aquilo que pertence ao campo e núcleos que cooperam em sua composição,
que pode ser realizado por meio de apoio ou que não se tem autonomia, a não ser como integrantes de uma equipe (CECIM, 2017).
A proposta de trabalho de saúde em uma equipe interprofissional tem origem nas ações da medicina preventiva, desde 1970, que sugere mudanças da prática do cuidado em saúde e a redefinição do papel dos profissionais de saúde, incorporando, pela primeira vez propostas curriculares de ensino de graduação, a ideia do trabalho em equipe multiprofissional (PEDUZZI, 2016).
A proposição do conceito de interprofissionalidade é composto por um
conjunto de formulações e práticas que envolvem o prefixo “inter”, como precedente da raiz temática relacionada ao termo “profissão”. O prefixo “inter” indica a zona
daquilo que há de comum entre profissões, ou ponto de intercessão para o qual
convergem os elementos de um mesmo campo de conhecimento (CECIM, 2018). As “competências interprofissionais” podem ser definidas como práticas de um conhecimento “comum entre dois”, impedindo-se a separação ou a enunciação de uma terceira profissão a distinguir-se das primeiras cada vez que se reconhece “o comum”. (CECIM, 2018).
O trabalho em equipe pode ser caracterizado pela relação entre duas
dimensões que se complementam – trabalho e interação humana. Desta forma,
representa-se por uma relação recíproca, de mão dupla, entre as várias intervenções técnicas atribuídas aos profissionais e a interação desses agentes. Nesse processo,
a comunicação tem um papel fundamental e, quando efetiva e de qualidade,
possibilita a articulação das ações e a cooperação entre os profissionais (PEDUZZI, 2016). A equipe interprofissional não recobre o trabalho dos profissionais em toda
rede de atenção à saúde, por esta razão, o trabalho em equipe deve ser
complementado pela prática interprofissional, a fim de assegurar uma comunicação efetiva, articulação das ações do cuidado e colaboração entre os profissionais das diversas equipes do serviço, entre os trabalhadores e equipes de diferentes serviços da rede. Este conceito denomina de prática interprofissional colaborativa centrada no paciente/usuário (PEDUZZI, 2018).
A prática colaborativa propõe que os trabalhadores de saúde busquem trabalhar em conjunto, em prol de uma melhor qualidade de assistência prestada aos usuários. Tal perspectiva colaborativa interprofissional está associada ao conceito de
atitudes comuns, partilhadas pelas diversas áreas profissionais da saúde; e núcleo profissional como aquele que abrange as atribuições privativas de cada profissão envolvida no processo de cuidado em saúde (PEDUZZI, 2016)
Dessa forma, entende-se que ao fortalecer a EIP podemos favorecer a
implementação da prática colaborativa em saúde, uma vez que esta implica na incorporação da experiência de profissionais de diversas áreas do conhecimento, incentivando a comunicação entre eles e a tomada de decisão, com intuito de
consolidar a integralidade do cuidado. Destaca-se, ainda, a relevância do envolvimento de diferentes profissionais neste processo, para além dos
trabalhadores da área, potencializando o escopo de atuação e as conquistas dos propósitos de saúde (ARAÚJO, 2018)
A OMS propôs a definição para a EIP como: “Quando estudantes ou
profissionais de dois ou mais cursos, ou núcleos profissionais, aprendem sobre os outros, com os outros e entre si” (OMS, 2010).
Ou seja, a EIP constitui uma estratégia que proporciona o desenvolvimento do trabalho coletivo efetivo, com o objetivo de aperfeiçoar a qualidade do cuidado em saúde (ARAÚJO, 2017).
No entanto, é importante compreender que trabalhar no mesmo ambiente e estar inserido em uma mesma atividade não significa efetuar uma ação interprofissional, pois é necessário que os membros da equipe estejam interligados. Por esta razão, torna-se salutar entender este conceito como ferramenta de trabalho e de formação, pois a EIP aspira otimizar a assistência integral do indivíduo, através de processos de formação relacionados com a prática colaborativa (ARAÚJO, 2017).
5 METODOLOGIA
Trata-se de uma pesquisa bibliográfica narrativa, sobre a prática interprofissional em saúde no Brasil, a qual segundo Elias et. al (2012), a revisão bibliográfica, do tipo narrativa, permite estabelecer relações com as produções anteriores, identificando temas recentes e apontando novas perspectivas sobre o assunto que se pretende estudar. Utilizou-se a base de dados bibliográficos da Biblioteca Virtual em Saúde – BVS (<http://www.bireme.br>), com descritores controlados os termos (português,
Relaciones Interprofesionales, descritores não controlados: Prática Interprofissional / Interprofessional Pratic/ Prática Interprofesional.
Para realização da análise dos estudos, foi elaborada uma planilha eletrônica com as seguintes variáveis: número de artigos por ano de publicação; número de autor (es) e tipo de instituição vinculada; fonte de financiamento; local de realização
das pesquisas; periódico de publicação/assunto; população participante e
abordagem metodológica das pesquisas; técnica de coleta de dados e temas
emergentes das pesquisas.
6 CRONOGRAMA FÍSICO
Cronograma Físico ( meses de atividade)
Jan Fev Março Abril Maio Junho Julho Ago Set Out Nov
Leitura X Levantamento De Referência X X X Bibliografia e Fichamentos X X X Análise dos Resultados obtidos X X X Elaboração do texto final X X X Fórum X Entrega X
7 RESULTADO
Desde a instituição do SUS em 1990 somadas a promulgacao das novas diretrizes e
Bases da Educacao Nacional, em 1996, e posteriormente as DCN nos cursos de
graduacao em saúde em 2001, o MEC e o Ministério da Saúde criaram o Programa
Nacional de Incentivo às Mudancas Curriculares para as Escolas Médicas
(Promed), em 2002. Esse programa possui como objetivo incorporar nos cursos de
medicina mudanças pedagógicas com a finalidade de deslocar a formação
individualista para uma formação mais condizente com as diretrizes propostas pelo SUS. Visando aprimorar o Promed foi criado em 2005, e depois ampliado para os
demais cursos da saúde em 2007 o Programa Nacional de Reorientação da
Formação de Profissionais em Saúde (Pró- Saúde). As etapas qeu continham sua orientacao de formacao eram três vetores: orientação teórica (determinantes de saúde e doença, pesquisa ajustada à realidade local, educação permanente); orientação prática (integração ensino-serviço, utilização dos diversos níveis de atenção, integração dos serviços próprios das instituições de ensino com os serviços de saúde); e orientação pedagógica (integração básico-clínica, análise crítica dos serviços, aprendizagem ativa), (BELISÁRIO, 2018).
A junção do Promed, Pró-Saúde e o Programa de Educação Tutorial (PET) do MEC, surge o PET-Saúde, em 2008, o qual é constituido pelas mesmas etapas de formacao que o Pró-saúde. Dado a implementação do projeto PET- Saúde tornou-se necessário a investigação por meio de artigos publicados após sua aprovação a fim de obter respostas frente às expectativas propostas pelo projeto.
Segundo a estratégia de pesquisa preestabelecida, na base de dados bibliográficos da Biblioteca Virtual em Saúde – BVS (< http://www.bireme.br>). Utilizou-se como critérios de inclusão, as publicações de artigos, dissertações, teses e ensaios em português, inglês ou espanhol, relacionados ao tema: “trabalho interprofissional” resultando em 167 artigos. Após o levantamento de dados foram excluídos do estudo
artigos, dissertações e teses de bases duplicadas ou que não estivessem incluídos nos critérios de inclusão.Desses, foram encontrados 121 artigos na língua portuguesa; 35 na língua espanhola e 11 na língua inglesa. Após leitura breve dos títulos e dos resumos foram elegíveis para análise e leitura na íntegra 21 artigos em português, 5 em espanhol e 1 na língua inglesa. A figura 1 mostra o resultado dessas etapas de acordo com a metodologia proposta.
Figura 1. Gráfico contendo o resultados das buscas.
Procurou-se sintetizar os dados relevantes e organizar a análise elaborando uma planilha eletrônica (figura 2) contendo as seguintes variáveis: número de artigos por ano de publicação; número de autor (es) e tipo de instituição vinculada; fonte de financiamento; local de realização das pesquisas; periódico de publicação/assunto; população participante e abordagem metodológica das pesquisas; técnica de coleta de dados e temas emergentes das pesquisas, a fim de objetivar os resultados obtidos da busca.
Após a elaboração da tabela pode-se notar que o maior número de publicações se deu no ano de 2018, como exemplificado na figura 3, assim como a maioria das produções ocorreram na região sudeste do país -cerca de 57%. O fato da de 2018 ter sido o ano com mais publicações é de significativa importância, uma vez que podem
ter influenciado nas decisões de implementação da prática interprofissional na
graduação. Em 2019 foram aprovados 120 projetos de universidades e secretarias
de saúde de todas as regiões do país, os quais continham as bases da EIP nas graduações em cursos de saúde.
Os projetos analisados mostraram que na aplicação da prática interprofissional em
ESF, UBS e até mesmo na atenção terciária tiveram como base teórica vetores
propostos pelo projeto PET, porém apenas 9,5% discorriam a respeito do projeto, o que demonstrou uma fragilidade na aplicação eficaz desta nova forma de trabalho em equipe.
Figura 2. Planilha analítica.
ANO / NATUREZA AUTOR (ES)/ NÚMERO DE AUTORES LOCAL DE REALIZAÇÃO OBJETIVO DO ESTUDO POPULAÇÃO DO ESTUDO ABORDAGEM METODOLÓGICA/ TÉCNICA DE COLETA DE DADOS 2010 Tese de mestrado Gabriela Marcellino de Melo Lanzoni Unidade Local de Saúde (ULS) de Florianópolis/S C Compreender o significado da rede de relações e interações dos Agentes Comunitários de Saúde de uma Unidade Local de Saúde (ULS) de Florianópolis/SC, desenvolvendo pressupostos teóricos a partir dos processos interacionais. 3 grupos, com 20 participantes, entre eles estavam agentes comunitários, médicos, enfermeiros, dentistas e usuários Abordagem qualitativa, precedida de uma revisão de literatura do tipo Revisão Integrativa da Literatura.
2010 Revista Brasileira de Enfermagem REBEn Eliane Matos Denise Elvira Pires de Pires , Gastão Wagner de Sousa Dois hospitais públicos do sul do Brasil. Uma equipe presta cuidados paliativos a doentes com câncer e outra cuidados a idosos. Pensar as relações de trabalho ao analisar a contribuição destas experiências para constituição de novas formas de organização do trabalho (NFOT) em saúde. 19 profissionais de diferentes categorias (assistente social, farmacêutico, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, nutricionista, psicólogo, técnicos de enfermagem, enfermeiros, médicos) e quatro usuários e dois familiares assistidos por estes/as profissionais. Pesquisa qualitativa 2012 Dissertação de mestrado Caroline Guinoza Matuda ESF/NASF-Sã o Paulo Analisar as percepções da ESF sobre sobre a cooperação interprofissional, identificar elementos facilitadores e barreiras para o trabalho compartilhado, da ESF e NASF 15 profissionais inseridos na ESF e NASF Pesquisa qualitativa 2012 Artigo de revisão Gabriela Marcellino de Melo Lanzoni , Betina Hörner S. Meirelles Florianópolis/ SC Caracterizar as redes de relações e interações na equipe de saúde na Atenção Básica e suas implicações para a enfermagem Revisão Integrativa da Literatura 2012, Rev Esc Enferm USP Karen Namie Sakata , Silvana Martins Mishima Equipe de SF em um município do interior de São Paulo, Brasil. Compreender as relações sociais entre o Agente Comunitário de Saúde (ACS) e a equipe de Saúde da Família (SF), destacando a articulação das ações e a interação entre trabalhadores. Membros da equipe de Saúde da Família (SF) composta por: 4 agentes comunitários, 1 atendente de consultório odontológico, 2 auxiliares de enfermagem, 1 cirurgião dentista, 1 enfermeira e 1 médica, e a gerente da unidade de saúde. Abordagem qualitativa
2012, Psicologia em Revista, Belo Horizonte Jamile Luz Morais, Emily Suelen Antunes de Castro e Airle Miranda de Souza Programa de Residência Multiprofission al em Saúde na área de Oncologia do Hospital Universitário João de Barros Barreto Relatar a experiência de duas psicólogas e sua inserção no programa da Residência Multiprofissional em Saúde na área de Oncologia do Hospital Universitário João de Barros Barreto Equipe multiprofissional Relato de experiência 2013 Estudo teórico Marina Peduzzi, Ian James Norman, Ana Claudia Camargo Gonçalves Germani, Jaqueline Alcântara Marcelino da Silva, Geisa Colebrusco de Souza Identificar e descrever e discutir a complexidade do tema, da multiplicidade de conceitos e sua relação com a interdisciplinaridade Levantamentos teóricos da Educação interprofissional com base em Duas revisões de literatura, considerado o contexto da formação dos profissionais de saúde no Brasil Revisão de literatura 2019, Artigo Maria Antonieta Castañeda-Hern ández Instituto Mexicano de Seguridade Social, Coordenação de Educação em Saúde, Divisão de Inovação Educacional. Cidade do México, México Discutir a assistência centra do paciente e prática interprofissional colaborativa 2019, Artigo Mirelle Varela Rodrigues Bandeira , Adriano da Costa Belarmino, Saiwori de Jesus Silva Bezerra dos Anjos, Maria Rocineide Ferreira da Silva, Antonio Rodrigues Ferreira Junior Seis unidades básicas de saúde (UAPS) do município de Fortaleza, Ceará. Entender colaborações da equipe saúde interprofissional no segmento odontológico durante o pré-natal na atenção primária Gestor, médicos, dentistas e enfermeiros, um representante da cada categoria profissional por unidade, que totalizam 24 trabalhadores Estudo qualitativo exploratório-descriti vo
2018, Rev. Latino-Am. Enfermagem José Rodrigues Freire Filho, Marcelo Viana da Costa Carinne Magnago Aldaísa Cassanho Forster Minas Gerais, Brasil, no território sob atuação de quatro instituições supervisoras do PMM no Estado. Comparar atitudes em relação à colaboração interprofissional de profissionais de saúde componentes de equipes da Estratégia Saúde da Família, participantes do Programa Mais Médicos e identificar fatores associados a atitudes de colaboração interprofissional 63 sujeitos, os quais 11 médicos e 1 assistente social, o qual compunha uma das equipes da ESF Estudo descritivo, transversal e comparativo, 2018 Tese de mestrado Lázaro França Nonato Hospital Universitário de Belo Horizonte- MG Analisar os discursos dos profissionais acerca das relações de poder no cotidiano de trabalho de uma UTIN de um Hospital Universitário de Belo Horizonte- MG 8 profissionais, médica, enfermeiro, técnico de enfermagem, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, todas do sexo feminino Pesquisa qualitativa 2018, Interface (Botucatu) Maria Aparecida de Oliveira Freitas, Gabriela Souza dos Santos Demarchi, Rosana Aparecida Salvador Rossit Pós-Graduaçã o Ensino em Ciências da Saúde do Centro de Desenvolvimen to do Ensino Superior em Saúde (Cedess) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp Analisar a percepção dos egressos da disciplina Formação Docente em Saúde em relação aos princípios da Educação Interprofissional (EIP). 79 ingressantes da disciplina Formação Docente em Saúde em relação aos princípios da Educação Interprofissional (EIP). Pesquisa quantitativa 2018, Interface (Botucatu) Patrícia Escalda, Clélia Maria de Sousa Ferreira Parreira ESF de belo horizonte- MG Identificar as dimensões do trabalho interprofissional e das práticas colaborativas desenvolvidas por uma equipe de saúde da família em uma unidade básica de saúde. Médico, enfermeiro, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde Pesquisa qualitativa
2018, Interface (Botucatu) César Augusto Paro, Roseni Pinheiro curso de graduação em Saúde Coletiva do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro compreender como a interprofissionalidade emerge nos cenários diversificados de aprendizagem em um curso de graduação em Saúde Coletiva. Entrevistas feitas com 15 discentes do campo prático qualitativa do tipo exploratória Interface (Botucatu). 2018 Nildo Alves Batista, Rosana A.Salvador Rossit, Sylvia Helena Souza da Silva Batista, Carla Cilene Baptista da SilvA, Lúcia da Rocha Uchôa Figueiredo, Patricia Rios Poletto Experiência da Universidade Federal de São Paulo, campus Baixada Santista, Santos, Brasil Descrever e analisar criticamente a experiência de formação interprofissional na graduação em Saúde em um campus de expansão de uma universidade pública federal Estudantes e docentes dos cursos de saúde da Universidade Federal de São Paulo Relato de experiencia Interface (Botucatu, Online) 22(supl.2): 2018. Ana Paula Griggio, Vivian Aline Mininel, Jaqueline Alcântara Marcelino da Silva Instituição pública no Estado de São Paulo Descrever a etapa de planejamento de uma atividade intitulada "Educação Interprofissional para Atenção à Saúde do Trabalhador na Atenção Primária à Saúde" Discentes e docentes de 7 áreas da saúde- Educação Física, Enfermagem, Fisioterapia, Gerontologia, Medicina, Psicologia e Terapia Ocupacional Relato de experiencia Rev. Latino-Am. Enfermagem 2018 José Rodrigues Freire Filho, Marcelo Viana da Costa, Carinne Magnago Aldaísa Cassanho Forster comparar atitudes em relação à colaboração interprofissional de profissionais de saúde componentes de equipes da Estratégia Saúde da Família, participantes do Programa Mais Médicos, bem como identificar fatores associados a atitudes de colaboração interprofissional. 63 profissionais de saúde que responderam à Escala Jefferson de Atitudes Relacionadas à Colaboração Interprofissional. Pesquisa qualitativa
Rev. Interface comun. saúde educação 2011 Ivana Cristina de Holanda Cunha Barreto Francisco Antonio Loiola Luiz Odorico Monteiro de Andrade Ana Ester Maria Melo Moreira Caio Garcia Correia de Sá Cavalcanti Carlos André Moura Arruda André Luiz Façanha da Silva Fortaleza (Ceará, Brasil) Observar como os estudantes se comportam frente ao programa que estimula a colaboração interprofissional 4 mentores e 12 alunos pesquisa de desenvolvimento do objeto, exploratória, realizada de janeiro a dezembro de 2008 Rev. Interface comun. saúde educação- 2016 Oliveira, Cláudia Maria de; Batista, Nildo Alves; Batista, Sylvia Helena Souza da Silva; Uchôa-Figueired o, Lúcia da Rocha. analisar o potencial da narrativa como mais uma estratégia para o desenvolvimento do trabalho em equipe, por meio da prática colaborativa. 18 estudantes da Universidade Federal de São Paulo, Campus Baixada Santista, de Educação Física, Fisioterapia, Nutrição, Psicologia, Serviço Social e Terapia Ocupacional(e). estudo qualitativo 2013 Gabriela Marcellino de Melo Lanzoni; Aline Lima Pestana; Monique Haenscke Senna; Betina Hörner Schlindwein Meirelles Unidade local – ESF Objetivo do estudo é compreender o contexto no qual se desenvolve a rede de relações e interações dos Agentes Comunitários de Saúde na Estratégia Saúde da Família. Agentes comunitários, usuários e equipe acontece por meio da visita domiciliar, de reuniões, grupos terapêuticos Abordagem qualitativa ; por meio de entrevista semiestruturada, na própria instituição ou residência dos participantes. Utilizou-se como questão inicial: "Como você experiencia e confere significado às suas relações e interações?" O encaminhamento das demais questões foi direcionado pelas pesquisadoras, a
partir das respostas dos entrevistados. 2013 Mariah Azevedo Aredes, Livia Azevedo Bahia, Cíntia Santiso Malheiro Carvalho da Silva, Daniel Aragão, Rosâne Mello Hospital Universitario do Rio de Janeiro Relatar a experiência de um grupo multiprofissional de residentes de um hospital universitário publico na assistência ao individuo hospitalizado em uma clinica cirúrgica Alunos do programa de Residência multiprofissional de saúde Consiste em um relato de experiência que aborda a atuação e observação de residentes de enfermagem , fisioterapia e nutrição pertencentes ao programa de residência multiprofissional de saúde de um Hospital Universitario no Rio de Janeiro , quanto a comunicação interprofissional em uma clinica cirúrgica 2015 Caroline Guinoza Matuda;Nicanor Rodrigues da Silva Pinto ; Cleide Lavieri Martins; Paulo Frazão Diversas Estratégias da saúde e Núcleo de apoio familiar .
objetivo do estudo foi captar a percepção de profissionais que atuam na atenção primária à saúde sobre o trabalho compartilhado e a colaboração interprofissional. profissionais de distintas categorias que atuam na Estratégia Saúde da Família e no Núcleo de Apoio à Saúde da Família Uma pesquisa qualitativa , foi conduzida no município de São Paulo, mediante a realização de entrevistas . 2015 Ana Amélia Nascimento da Silva Bones, Silvio César Cazella ,Lara Susane Weber , Maira Rafaela Röhrig da Costa, Márcia Pereira Saraiva, Marina Ramos Bopsin Estratégia de Saúde da Família no Município de Porto Alegre e na escola estadual pertencente ao seu território Analisar a integralidade da atenção à saúde e à educação a partir da ação das residentes do Programa da Residência Integrada Multiprofissional em Saúde da Criança . alunos do 1° ao 4° ano , pertencentes da Estrategia da saúde da família. Relato de experiência ,
2016 Geisa Colebrusco de SouzaMarina Peduzzi, Jaqueline Alcântara Marcelino da Silva , Brígida Gimenez Carvalho Hospital oncológico Compreender as concepções dos profissionais de enfermagem sobre trabalho em equipe e seus elementos constituintes. Profissionais da área da enfermagem Pesquisa qualitativa, realizada por meio de entrevista semiestruturada com 21 profissionais de enfermagem. 2016 Heloise Fernandes Agrel, Marina Peduzz,iMariana Charantola Silva Revisão objetivo de descrever os elementos-chave da atenção centrada no paciente e sua relação com a prática interprofissional colaborativa na atenção primária à saúde Revisao de literatura , centrada no paciente revisão de literatura nas bases
2016 Cláudia Maria de OliveiraNildo Alves, BatistaSylvia Helena Souza da Silva ,BatistaLúcia da Rocha Uchôa-Figueired o Universidade Federal de São Paulo , baixada Santista
O objetivo deste artigo é analisar o potencial da narrativa como mais uma estratégia para o
desenvolvimento do trabalho em equipe, por meio da prática colaborativa 18 estudantes da Universidade Federal de São Paulo, Campus Baixada Santista, de Educação Física, Fisioterapia, Nutrição, Psicologia, Serviço Social e Terapia Ocupacional estudo qualitativo, com análise de entrevistas semiestruturadas 2017 Patrícia Aparecida da Silva Valadão,Liliane Lins,Fernando Martins Carvalho Equipes da Estratégia Saúde da família A pesquisa buscou identificar e avaliar os problemas bioéticos envolvidos no cotidiano de trabalho de profissionais de duas equipes da Estratégia Saúde da Família profissionais de duas equipes da Estratégia Saúde da Família estudo qualitativo, realizaram-se entrevistas individuais semiestruturadas
Abordagem metodológica (aspectos históricos, necessidade da nova forma de atuação, conceituação da interprofissionalidade, estratégias para aplicar no serviço de saúde.
contexto teórico ( o que a literatura tem trazido, estudos do PET)- Marco teórico (capítulo do livro do marcos)
8 CONSIDERAÇÕES FINAIS
DISCUSSÃO DO QUE FOI OBTIDO COM O TEMA E OS TRABALHOS, REFENCIANDO O PET
REFERÊNCIAS
ALMEIDA, Rodrigo Guimarães dos Santos, TESTON, Elen Ferraz, MEDEIROS, Arthur de Almeida. A interface entre o PET-Saúde/Interprofissionalidade e a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Saúde em Debate [online]. v. 43, n. spe1 [Acessado 11 Dezembro 2019], pp. 97-105. Disponível em:
https://doi.org/10.1590/0103-11042019S108.
ARAÚJO, Thaise Anataly Maria de et al. Multiprofissionalidade e
interprofissionalidade em uma residência hospitalar: o olhar de residentes e preceptores. Interface: saúde e comunicação. v. 21, n.62, p. 601-13, 2017. BRASIL. MINISTÉRIOS DA SAÚDE. SGTS Notícias. PET
Saúde/Interprofissionalidade inicia atividades da nona edição. Acesso em 11 dez 2019. Disponível em:< http://www.saude.gov.br/noticias/sgtes/45332-pet-saude interprofissionalidade-inicia-atividades-da-nona-edicao>.
CAMARA, Ana Maria Chagas Sette; GROSSEMAN, Suely; PINHO, Diana Lucia Moura. Educação interprofissional no Programa PET-Saúde: a percepção de tutores. Interface - Comunicação, Saúde, Educação [online]. 2015, v. 19, suppl 1 [Acessado 10 Dezembro 2019], pp. 817-829. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1807- 57622014.0940>. Epub Ago 2015. ISSN 1807-5762. https://doi.org/10.1590/1807- 57622014.0940.
CECCIM, Ricardo Burg. Interprofissionalidade e experiências de aprendizagem: inovações no cenário brasileiro. Interprofissionalidade e formação na saúde : onde estamos? [recurso eletrônico] / Ramona Fernanda Ceriotti Toassi, organizadora. – 1.ed. – Porto Alegre: Rede UNIDA, 2017. p. : il. – (Série Vivência em Educação na Saúde) ISBN: 978-85-66659-93-1.
CECCIM, Ricardo Burg. Conexões e fronteiras da interprofissionalidade: forma e formação. Interface (Botucatu), Botucatu, v. 22, supl. 2, p. 1739-1749, 2018. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414- 32832018000601739&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 10 dez. 2019.
http://dx.doi.org/10.1590/1807-57622018.0477.
COSTA, Marcelo Viana da et al. Pró-Saúde e PET-Saúde como espaços de educação interprofissional. Interface - Comunicação, Saúde, Educação [online]. 2015, v. 19, suppl 1 [Acessado 11 Dezembro 2019] , pp. 709-720. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1807-57622014.0994>. Epub Ago 2015. ISSN 1807-5762.
https://doi.org/10.1590/1807-57622014.0994.
ELIAS, Claudia de Souza Rodrigues et al. Quando chega o fim?: uma revisão narrativa sobre terminalidade do período escolar para alunos deficientes
mentais.SMAD, Rev. Eletrônica Saúde Mental Álcool Drog. (Ed. port.), Ribeirão Preto, v. 8, n. 1, p. 48-53, abr. 2012. Disponível em:
<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806 - 69762012000100008&lng=pt&nrm=iso>. Acesso: 17 mar. 2019.
FIGUEREDO, Wilton Nascimento et al. Práticas colaborativas nas urgências em Saúde: a interprofissionalidade do Programa PermanecerSUS, Secretaria Estadual de Saúde da Bahia, Brasil **Este artigo é parte dos resultados de pesquisa
financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) sob termo de outorga PPP 057/2011. . Interface - Comunicação, Saúde, Educação [online]. 2018, v. 22, n. Suppl 2 [Acessado 11 Dezembro 2019] , pp. 1697-1704. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1807-57622017.0678>. Epub 10 Jul 2018.
ISSN 1807-5762. https://doi.org/10.1590/1807-57622017.0678.
MALLMANN, Fernanda Hilgert; TOASSI, Ramona Fernanda Ceriotti. Educação e trabalho interprofissional em saúde no contexto da atenção primária no brasil: análise da produção científica de 2010 a 2017. SABERES PLURAIS: EDUCAÇÃO NA SAÚDE, v. 3, n. 1, p.70 – 84, 2019
SANTOS, Geovannia Mendonça, BATISTA, Sylvia Helena Souza da Silva. Docência, Pró-Saúde e PET-Saúde: narrativas de um fazer interprofissional. Interface - Comunicação, Saúde, Educação [online]. 2018, v. 22, n. Suppl 2 [Acessado 11 Dezembro 2019] , pp. 1589-1600. Disponível em:
<https://doi.org/10.1590/1807-57622017.0728>. ISSN 1807-5762. https://doi.org/10.1590/1807-57622017.0728.
SILVA, J., PEDUZZI, M., ORCHARD, C., & LEONELLO, V. (2015). Interprofessional education and collaborative practice in Primary Health Care* . Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, v. 49, supl. 2, p.16-24, 2015. https://doi.org/10.1590/S0080- 623420150000800003
SOARES P, da COSTA A, MALCHER A. Interprofissionalidade e a construção de protocolos assistenciais: uma aproximação entre a graduação e o serviço de saúde. JMPHC [Internet]. 19set.2018 [citado 10dez.2019];8(3):54-. Available from:
http://jmphc.com.br/jmphc/article/view/619
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Redes de profissões de saúde.
Enfermagem e obstetrícia. Recursos humanos para a saúde. Marco para ação em educação interprofissional e prática colaborativa. Genebra, CH: RPSEORHS; 2010.
PEDUZZI, Marina; OLIVEIRA, Maria Amélia de Campos; SILVA, Jaqueline Alcântara Marcelino da; AGRELI, Heloise Lima Fernandes; MIRANDA NETO, Manoel Vieira de. Trabalho em equipe, prática e educação interprofissional. In: Clínica médica: atuação da clínica médica, sinais e sintomas de natureza sistêmica, medicina preventiva, saúde da mulher, envelhecimento e geriatria[S.l: s.n.], v. 1. , 2016. PEREIRA, Márcio Florentino. Interprofissionalidade e saúde: conexões e fronteiras em transformação. Interface - Comunicação, Saúde, Educação [online]. 2018, v. 22, n. Suppl 2 [Acessado 11 Dezembro 2019] , pp. 1753-1756. Disponível em:
<https://doi.org/10.1590/1807-57622018.0469>. ISSN 1807-5762. https://doi.org/10.1590/1807-57622018.0469.