REGIMENTO ESCOLAR
TÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Capítulo I
Da Caracterização
ARTIGO 1º - A Escola Cooperativa de Educação Básica Campos de Holambra, mantida pela Cooperativa Educacional de Pais e Responsáveis Campos de Holambra – CNPJ nº 09.004.393/0001-86, localizada na Avenida das Posses S/N – Bairro Holambra II, Município de Paranapanema, Estado de São Paulo - SP, com base nos dispositivos constitucionais vigentes, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN Lei 9394/96 e no Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA Lei 8069/90, reger-se-á por este Regimento, elaborado pela Unidade Escolar.
§ 1º - A Escola Cooperativa de Educação Básica Campos de Holambra ministrará a Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental – Ciclos I e II - e Ensino Médio).
ARTIGO 2º - O regimento desta unidade escolar deverá ser submetido à apreciação da Diretoria Administrativa e aprovação da Diretoria Regional de Ensino de sua jurisdição.
§ Único – Neste regimento, a unidade escolar dará tratamento diferenciado a aspectos administrativos e didáticos que assegurem e preservem o atendimento às suas características e especificidades.
Capítulo II
ARTIGO 3º - A educação escolar, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana tem por finalidade:
I - o pleno desenvolvimento do educando;
II – o preparo do educando para o exercício da cidadania;
III - a qualificação do educando para o trabalho;
IV – o desenvolvimento de habilidades e competências no educando para a vida produtiva e difusão do cooperativismo;
V - possibilitar ao educando o acesso à cultura e à inserção social.
Capítulo III
Da Organização e Funcionamento da Escola
ARTIGO 4º - A Escola Cooperativa de Educação Básica Campos de Holambra estará organizada para atender às necessidades sócio-educacionais e de aprendizagem dos alunos em prédios e salas com mobiliário, equipamentos e material didático-pedagógico adequados às diferentes faixas etárias, níveis de ensino e cursos ministrados, apoiados nos princípios, valores e objetivos adotados neste Regimento e nas ações seguintes:
I - Promoção de atendimento às necessidades acadêmicas individuais, com oferta de vários recursos didáticos e de ambiente propício destinados a possibilitar o aprendizado;
II - Estimulação do raciocínio crítico do aluno, conscientizando-o das constantes transformações do mundo, para que possa delas participar ativamente e nelas intervir;
III - Busca, por meio de múltiplas atividades, despertar no aluno interesses que contribuam para seu desenvolvimento bio/psico/social/espiritual;
V - Promoção do aprendizado pelo aluno de uma segunda e/ou terceira língua como instrumento de integração ao mundo;
VI - Reforço dos valores éticos e morais como instrumento de sustentação de uma sociedade íntegra e justa, para uma convivência solidária, compreensiva e consciente do seu mundo.
§ Único - A Escola Cooperativa de Educação Básica Campos de Holambra funcionará em dois turnos diurnos, admitindo-se um terceiro turno noturno apenas nos casos em que o atendimento à demanda escolar assim o exigir.
ARTIGO 5º - A Escola Cooperativa de Educação Básica Campos de Holambra deverá se organizar de forma a oferecer carga horária mínima anual de 800 (oitocentas) horas na Educação Infantil e no Ciclo I do Ensino Fundamental, e de 1000 (mil) horas no Ciclo II do Ensino Fundamental e Ensino Médio, ministrada em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar.
§ 1º - Consideram-se de efetivo trabalho escolar, os dias em que forem desenvolvidas atividades regulares de aula ou outras programações didático-pedagógicas, planejadas pela escola desde que com a presença de professores e a freqüência controlada dos alunos.
§ 2º - Para cumprimento da carga horária prevista, o tempo destinado ao recreio, poderá ser considerado como atividade escolar e computado na carga horária diária da classe ou, proporcionalmente, na duração da aula de cada disciplina.
TÍTULO II
DA GESTÃO DEMOCRÁTICA
Capítulo I Dos Princípios
ARTIGO 6º - A gestão democrática tem por finalidade possibilitar à escola maior grau de autonomia, de forma a garantir o pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas, assegurando padrão adequado de qualidade do ensino ministrado.
ARTIGO 7º - O processo de construção da gestão democrática na escola será fortalecido por meio de medidas e ações dos órgãos centrais e locais responsáveis pela administração e supervisão do ensino particular, mantidos os princípios de coerência, eqüidade e co-responsabilidade da comunidade escolar na organização e prestação dos serviços educacionais.
ARTIGO 8º - Para melhor consecução de sua finalidade, a gestão democrática na escola far-se-á mediante a:
I - Participação dos profissionais da escola na elaboração da proposta pedagógica;
II - Participação dos diferentes segmentos da Cooperativa - nos processos consultivos e decisórios, através da Assembléia Geral, Conselho Administrativo, Comissão de Eventos, Conselho de Escola e Conselhos de Classe e/ou Série;
III - Autonomia na gestão pedagógica, administrativa e financeira, respeitadas as diretrizes e normas vigentes;
IV - Transparência nos procedimentos pedagógicos, administrativos e financeiros, garantindo-se a responsabilidade e o zelo comum na manutenção e otimização do uso, aplicação e distribuição adequada dos recursos públicos;
V - Valorização da escola enquanto espaço privilegiado de execução do processo educacional.
Capítulo II
Da Comissão de Eventos
ARTIGO 9º – A Comissão de Eventos, composta de 10 (dez) pares de cooperados, constituir-se-á comissão colaboradora da escola, no que diz respeito à organização e execução de atividades beneficentes.
§ 1º - Os 10 (dez) pares de cooperados da Cooperativa Educacional de Pais e Responsáveis Campos de Holambra serão eleitos, anualmente em Assembléia Geral no primeiro mês letivo.
§ 2º – Compreende-se por atividades beneficentes, de que trata o caput, aquelas que têm a finalidade de angariar fundos para a organização e manutenção da Escola Cooperativa de Educação Básica Campos de Holambra.
§ 3º - Os pares que constituirão a Comissão de Eventos poderão organizar subcomissões para organizar e executar as atividades a ela destinadas.
ARTIGO 10 – Todo recurso angariado pela Comissão de Eventos será contabilizado em Livro próprio e repassado ao Conselho Administrativo, o qual terá a competência de destiná-lo e contabilizá-lo.
Capítulo III Dos Colegiados
ARTIGO 11 - A escolas contará com os seguintes colegiados:
I - Conselho de Escola;
II - Conselhos de Classe Ano e Série;
III - Assembléia de Alunos.
Seção I
Do Conselho de Escola
ARTIGO 12 - O Conselho de Escola, articulado ao núcleo de direção, constitui-se colegiado de natureza consultiva e deliberativa, formado por representantes de todos os segmentos da comunidade escolar.
ARTIGO 13 - O Conselho de Escola tomará suas decisões, respeitando os princípios e diretrizes da política educacional, da proposta pedagógica da escola e a legislação vigente.
ARTIGO 14 - O Conselho de Escola poderá elaborar seu próprio estatuto e delegar atribuições a comissões e subcomissões, com a finalidade de dinamizar sua atuação e facilitar a sua organização.
ARTIGO 15 – O Conselho de Escola será eleito anualmente durante o primeiro mês letivo, presidido pelo Diretor da Escola, terá um mínimo de 12 (doze) componentes, escolhidos entre os seus pares.
§ 1º – O Conselho de Escola será composto de no mínimo:
I – 4 (quatro) docentes;
II – 1 (um) especialistas de educação excetuando-se o Diretor de Escola;
III – 1 (um) funcionários;
IV – 3 ( três) pais de alunos;
V – 3 ( três) alunos;
§ 2º – Cada segmento representado no Conselho de Escola elegerá também 1 (um) suplente, que substituirá o membro efetivo em suas ausências e impedimentos.
§ 3º – Os representantes dos alunos terão sempre direito a voz e voto, salvo nos assuntos que, por força legal, sejam restritos ao que estiverem no gozo da capacidade civil.
§ 4º – São atribuições do Conselho de Escola:
I - Deliberar sobre:
a. Diretrizes e metas da unidade escolar;
b. Alternativas de solução para os problemas de natureza administrativa e pedagógica;
c. Projetos de atendimento psico-pedagógicos ao aluno e programas especiais visando à integração escola-família-comunidade;
d. Criação e regulamentação das instituições auxiliares da escola;
e. As penalidades disciplinares a que estiverem sujeitos alunos da unidade escolar;
f. O Plano Escolar.
II - Apreciar os relatórios anuais da escola, analisando seu desempenho em face das diretrizes e metas estabelecidas.
§ 5º – Nenhum dos membros do Conselho de Escola poderá acumular votos, não sendo também permitidos os votos por procuração.
§ 6º – O Conselho de Escola deverá reunir-se, ordinariamente, 1 (uma) vez por bimestre e, extraordinariamente, por convocação do Diretor da Escola ou por proposta de, no mínimo, 1/3 (um terço) de seus membros.
§ 7º – As deliberações do Conselho constarão de ata, serão sempre tornados públicos e adotados por maioria simples, presentes a maioria absoluta de seus membros.
Seção II
Dos Conselhos de Classe/Ano e Série
ARTIGO 16 – Os Conselhos de Classe Ano/Série são colegiados responsáveis pelo processo coletivo de acompanhamento e avaliação do ensino e da aprendizagem, e organizar-se-ão de forma a:
I - Possibilitar a inter-relação entre profissionais e alunos, entre turnos e entre séries e turmas;
III - Favorecer a integração e seqüência dos conteúdos curriculares de cada série/classe;
IV - Orientar o processo de gestão do ensino.
ARTIGO 17 - Os Conselhos de Classe Ano/Série serão constituídos por todos os professores da mesma classe, ano/série e contarão com a participação de alunos de cada classe, independentemente de sua idade, presidido pelo Diretor de Escola.
ARTIGO 18 - Os Conselhos de Classe Ano/Série deverão se reunir, ordinariamente, uma vez por bimestre, ou quando convocados pelo diretor.
ARTIGO 19 - Os Conselhos de Classe Ano/Série é um órgão colegiado, formado pelo Diretor de Escola, Coordenador Pedagógico, Corpo Docente e Secretário de Escola, com a finalidade de:
I - Decidir a conveniência pedagógica de retenção ou promoção de alunos que se enquadrem nos critérios descritos nesse Regimento;
II - Julgar recursos de avaliação do rendimento escolar; III - Avaliar e dar parecer quanto às penalidades disciplinares.
§ 1º – Ao Secretário compete somente as tarefas de registro das decisões tomadas e a organização dos documentos relativos ao Conselhos de Classe Ano/Série .
§ 2º - O Conselho de Classe Ano/Série realizará uma apreciação qualitativa do desempenho do aluno, analisando-o de maneira global nos aspectos didático, pedagógico e disciplinar, não se restringindo, apenas, ao resultado expresso pelas médias das avaliações, e utilizará o seguinte critério de julgamento:
I - Histórico da vida escolar;
II - Evolução apresentada na aprendizagem; III - Empenho e esforço;
V - Responsabilidade; VI - Assiduidade;
VII - Respeito e cumprimento às regras da escola.
ARTIGO 20 - A presidência do Conselho de Classe Ano/Série será de responsabilidade do Diretor de Escola.
ARTIGO 21 - As decisões são tomadas por maioria simples de votos, e em caso de empate, a decisão caberá ao Presidente do Conselho.
ARTIGO 22 - É da responsabilidade do Presidente do Conselho:
I - Orientar os participantes sobre a filosofia e o funcionamento do Conselho de Classe e Série;
II - Coordenar as manifestações e debates;
III - Apresentar a documentação necessária às tomadas de decisões; IV - Presidir o processo de votação, apenas votando no caso de empate;
V - Divulgar as decisões e demais encaminhamentos aprovados pelos Conselhos de Classe e/ou Série.
ARTIGO 23 - O Conselho de Classe Ano/Série reunir-se-á regularmente, ao final de cada bimestre letivo, em datas previstas no calendário escolar e, extraordinariamente, quando convocado pelo Diretor ou por solicitação de dois terços de seus membros.
ARTIGO 24 - Cabe ao Secretário secretariar e manter arquivadas as atas e demais documentos emanados dos Conselhos de Classe e/ou Série.
ARTIGO 25 - Ao Conselho de Classe Ano/Série , além de outras atribuições previstas neste Regimento, compete:
a. Avaliar, qualitativa e quantitativamente, o processo de ensino-aprendizagem de cada aluno;
b. Discutir, propor e encaminhar as questões sobre o desempenho e avaliação, compensação de ausências e recuperação dos alunos;
c. Decidir sobre a promoção ou retenção de alunos em situações limítrofes, assim consideradas pelo Diretor ou pela maioria de seus membros;
d. Classificar alunos;
e. Discutir e propor medidas para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem;
f. Manter sigilo e discrição a respeito do discutido e decidido nas reuniões do Conselho de Classe Ano/Série .
Seção III
Da Assembléia de Alunos
ARTIGO 26 – A Assembléia de Alunos, considerada instância organizativa da participação do aluno na vida da escola, terá caráter consultivo.
ARTIGO 27 - Caberá à Assembléia de Alunos recolher as sugestões e demandas dos alunos para serem encaminhadas, por seus representantes, ao Conselho de Escola.
ARTIGO 28 - São atribuições da Assembléia de Alunos:
I - Ler e discutir o Projeto Pedagógico e a proposta de Regulamento da escola, colhendo sugestões de acréscimos ou emendas e os encaminhando à reunião do
II - Estabelecer, através de votação direta pela totalidade dos alunos e em sintonia com o Projeto Pedagógico, as Normas de Convivência da Escola, a fim de que seja examinada e acatada pelo Conselho de Escola.
III -Criar, escolher os membros e verificar o adequado funcionamento dos Grupos de Responsabilidade que julgar pertinentes.
IV - Acolher críticas e sugestões de modificação dos dispositivos e do funcionamento geral da escola, encaminhando-as ao Conselho de Escola.
Capítulo IV
Das Normas de Gestão e Convivência
ARTIGO 29 - As normas de gestão e convivência visam orientar as relações profissionais e interpessoais que ocorrem no âmbito da escola e se fundamentarão em princípios de solidariedade, ética, pluralidade cultural, autonomia e gestão democrática.
ARTIGO 30 - As normas de gestão e convivência, elaboradas com a participação representativa dos envolvidos no processo educativo, contemplarão, no mínimo: I - Os princípios que regem as relações profissionais e interpessoais;
II - Os direitos e deveres dos participantes do processo educativo;
III - As formas de acesso e utilização coletiva dos diferentes ambientes escolares;
IV - A responsabilidade individual e coletiva na manutenção de equipamentos, materiais, salas de aula e demais ambientes.
ARTIGO 31 - Os casos de descumprimento de normas serão de autonomia do Diretor de Escola para a aplicação de penalidade, até 5 ( cinco) dias de suspensão.
§ Único- Em caso de necessidade de mais dias de suspensão será ouvido o Conselho de Escola para a aplicação da penalidade.
ARTIGO 32 - Nenhuma penalidade poderá ferir o Estatuto da Criança e do Adolescente, no caso de aluno, salvaguardados:
I - O direito à ampla defesa e recurso a órgãos superiores, quando for o caso; II - Assistência dos pais ou responsável, no caso de aluno com idade inferior a 18 anos;
III - O direito do aluno à continuidade de estudos, no mesmo ou em outro estabelecimento público.
Seção I Dos Direitos
ARTIGO 33 - São direitos do aluno:
I - Ser respeitado na sua condição de ser humano e não sofrer qualquer forma de discriminação em decorrência de diferenças físicas, étnicas, credo, sexo, ideologia ou quaisquer outras;
II - Ter a garantia que a escola cumpra a sua função, ofertando-lhes ensino de qualidade, sendo-lhe propiciada a assistência por parte dos docentes;
III - Participar das aulas e demais atividades sociais e recreativas, promovidas pela escola;
IV - Ser informado sobre o sistema de avaliação, tomando conhecimento dos resultados bimestrais e anuais obtidos (notas/freqüência) e recorrer dos seus resultados;
V - Utilizar-se das instalações, dependências e recursos materiais da escola mediante prévia autorização da direção ou de quem de direito;
VI - Receber na forma da legislação em vigor, certificados ou diplomas a que tiverem direito;
VII - Formular petições ou representar sobre assuntos pertinentes à vida escolar quando maior de idade ou por seu representante e/ou responsável legal, mediante pagamento que, porventura lhe seja devido;
VIII - Recorrer da aplicação das penas disciplinares, garantindo toda liberdade e meios de defesa;
IX - Requerer no prazo de dois dias e realizar provas de 2ª chamada, sempre que venha a perder avaliações mensais e/ou bimestrais por motivo de força maior, comprovado e/ou considerados justos, mediante pagamento estipulado todo início de ano;
§ Único – Neste inciso não se incluem alunos do Ensino Fundamental Ciclo I ( 1º a 5º anos).
X - Requerer ou representar ao Diretor sobre quaisquer assuntos de seu interesse e relacionados à vida escolar.
Seção II
Dos Deveres
ARTIGO 34 - São Deveres do aluno:
I - Ter adequado comportamento social, tratando docentes, funcionários e colegas com civilidade e respeito;
II - Comparecer, pontualmente e de forma participativa, às atividades que lhe dizem respeito;
III - Contribuir de forma decisiva para o prestígio da escola; IV - Respeitar as normas disciplinares da escola;
V - Comportar-se adequadamente dentro e fora da escola;
VI - Inteirar-se do sistema de avaliação, do calendário de provas e acompanhar seu rendimento escolar;
VII - Comparecer às solenidades, festas cívicas e sociais promovidas pela escola; VIII - Promover e manter relações cooperativas no ambiente escolar;
IX - Entregar aos pais ou responsáveis a correspondência enviada pela escola e devolvê-la assinada, quando solicitado;
X - Cooperar para a manutenção e conservação do prédio escolar, assim como dos recursos materiais existentes, indenizando o prejuízo quando produzir danos materiais ao estabelecimento ou a objetos de colegas, professores e funcionários; XI - Cooperar para o asseio do ambiente escolar, efetuando a limpeza do local, assim como de equipamentos e ferramentas que tenha utilizado nas atividades escolares;
XII - Possuir e apresentar todo o material escolar exigido;
XIII - Apresentar-se devidamente uniformizado em todas as atividades escolares conforme as normas estabelecidas pela escola;
XIV -Acatar a autoridade dos professores e funcionários e tratá-los com urbanidade e respeito;
XV - Não portar material que represente perigo para a saúde, segurança e integridade física e moral sua ou de colegas;
XVI -Comportar-se de modo a fortalecer o espírito cooperativo, patriótico e a cidadania atuante;
XVII - Ser honesto na apresentação das tarefas e demais atos escolares; XVIII - Entregar nos prazos estabelecidos toda a documentação necessária à vida escolar;
XIX -Cumprir outras determinações emanadas da direção da escola.
Seção III
Das Proibições
ARTIGO 35 - São proibições ao aluno:
I - Praticar a violência física e/ou moral nas dependências internas e/ou externas da escola;
II - Participar de atos turbulentos ou perigosos nas dependências internas e/ou externas do Colégio, individual ou coletivamente;
III - Ter em seu poder material nocivo à moral e aos bons costumes;
V - Alterar, rasurar, suprimir ou acrescentar anotações lançadas nos documentos escolares;
VI - Escrever nas paredes e mobiliários do espaço escolar, com exceção dos lugares reservados para mural, desde que assuntos pertinentes à atividade escolar; VII - Ocupar-se durante as aulas com trabalhos estranhos às mesmas;
VIII - Utilizar material estranho aos estudos durante as aulas, como: fone de ouvido, celular, cartas de jogar, e outros caracterizados pelo professor;
IX - Aglomerar-se nas portas das salas, entre uma aula e outra e nos intervalos; X - Sair da sala de aula e/ou da escola sem a prévia autorização;
XI - Entrar com atraso na sala de aula, sem a devida autorização;
XII - Entrar após a 2ª aula, exceto quando solicitada pelo pai e/ou responsável legal, com a apresentação de justificativa;
XIII - Comparecer à escola somente para fazer provas;
XIV -Promover jogos, excursões, coletas, listas de pedidos ou campanhas de qualquer natureza, sem a devida autorização da direção;
XV - Impedir a entrada de colegas às aulas, assim como, incitá-los à falta coletiva; XVI -Ausentar-se da escola, em horário escolar, sem que esteja devidamente autorizado pela família e pela direção do estabelecimento;
XVII - Fumar em qualquer ambiente da escola;
XVIII - Namorar nas dependências internas e/ou externas do prédio escolar;
XIX -Freqüentar as aulas sem estar devidamente uniformizado.
Seção IV
Das Penalidades
ARTIGO 36 - A inobservância dos Direitos, Deveres e Proibições, segundo a gravidade dos fatos, sujeita o aluno às seguintes penalidades:
I - Advertência verbal feita pelo professor, quando ocorrências em sala de aula; II - Advertência verbal feita pelo Diretor;
IV - Advertência escrita, com ciência do pai e/ou responsável legal, feita pelo Diretor;
V - Suspensão de até 5 (cinco) dias úteis, feita pelo Diretor, com ciência do pai e ou responsável;
VI - Suspensão de 6 (seis) dias em diante, após Deliberação do Conselho de Escola;
VII - Transferência compulsória, após Deliberação do Conselho de Escola.
ARTIGO 37 - A pena de suspensão terá a sua aplicação em função da falta cometida e acarretará a perda das aulas.
§ Único - Nos casos de aplicação da Suspensão, será assegurado o direito de defesa ao aluno no prazo de 2 (dois) dias úteis da ciência da sua aplicação, mediante revisão do diretor.
Seção V
Do Corpo Discente
ARTIGO 38 – São medidas disciplinares e corretivas:
I – Advertência – da competência do professor, coordenador pedagógico e/ou equipe administrativa, principalmente oral e particular e, a seguir, por escrito no livro de ocorrência.
a) Por desrespeito a qualquer autoridade e/ou educando da Instituição; b) Por desobediência às determinações de qualquer autoridade escolar; c) Por perturbação da ordem no recinto da Instituição;
d) Por prejuízo material causado ao patrimônio, não eximindo o aluno da obrigação de substituir o objeto danificado ou indenizá-lo;
II – Repreensão – da competência do coordenador pedagógico e ou equipe administrativa, na reincidência das alíneas anteriores ou ainda:
a) Por ofensa moral ou agressão física a outros alunos; b) Por desrespeito a funcionários da Instituição.
III – Suspensão até 5 ( cinco) dias, das atividades escolares – da competência do diretor, que juntamente com a equipe pedagógica definirá o quantitativo de dias letivos em que o educando estará afastado de todas as atividades pedagógicas da Escola, inclusive das verificações de aprendizagem, nos seguintes casos:
a) Reincidência de desobediência às normas escolares;
b) Desrespeito e desacato às autoridades, alunos, professores, funcionários e ou membros da Diretoria.
ARTIGO 39 – O aluno que for, excepcionalmente, convidado a retirar-se de sala, será encaminhado ao coordenador pedagógico que registra o fato no livro de ocorrência ou em ficha individual da Coordenação, notificando imediatamente ao responsável.
ARTIGO 40- Todas as sanções aplicadas aos alunos serão comunicadas aos pais e/ ou responsáveis legais e registradas em seus respectivos prontuários;
ARTIGO 41 - O Plano Escolar poderá acrescentar normas de gestão e convivência entre os diferentes segmentos escolares, bem como sanções e recursos cabíveis.
Capítulo V
Das Regras Disciplinares
ARTIGO 42 - Serão consideradas regras disciplinares:
I - APARÊNCIA – é obrigatório o asseio pessoal, quer do corpo como do vestuário;
II - URBANIDADE – é dever de todos ser gentil e cortês em todo o relacionamento; III - DISCRIÇÃO – é dever de todos manter a reputação da instituição;
IV - OBEDIÊNCIA – é obrigatório o cumprimento das ordens superiores, bem como das legislações vigentes;
V - EFICIÊNCIA – é obrigatório o trabalho eficiente, evitando desperdícios de tempo e material;
VI - ZELO – é dever de todos zelar pelo patrimônio moral e material da instituição; VII - SAÚDE – é obrigação de todos apresentar-se ao exercício de suas funções com aptidão física e mental;
VIII - SIGILO – é dever de todos manter sigilo profissional; IX - IDONEIDADE – é obrigatório a idoneidade moral;
X - ÉTICA – é obrigação de todos manter a ética tanto pessoal quanto profissional no exercício das suas funções.
§ Único – A falta do cumprimento às regras disciplinares estabelecidas ocasionará a punição cabível, e de acordo com a gravidade do caso.
Capítulo VI
Do Plano Escolar
ARTIGO 43 - O Plano Escolar é o documento que traça o perfil da escola, conferindo-lhe identidade própria, na medida em que contempla as intenções comuns de todos os envolvidos, norteia o gerenciamento das ações intra-escolares e operacionaliza a proposta pedagógica.
§ Único - O Plano Escolar terá duração anual e contemplará, no mínimo: I - Caracterização da Comunidade e da Clientela
II - Diagnóstico e Objetivos da escola III - Proposta Pedagógica
IV - Organização da Unidade Escolar (classe/Séries/anos/períodos) V - Quadro de Professores e respectivas habilitações
VI - Quadro de Pessoal Administrativo e respectivos horários VII - Quadro de Classe (Turmas e Séries)
VIII - Matrizes Curriculares IX - Conselho de Classe/Ano X - Calendário Escolar
XI - Programação e/ou Projetos XII - Normas de Gestão e Convivência
ARTIGO 44 - O Plano Escolar será apreciado pelo Conselho de Escola e homologado pelo órgão próprio de supervisão.
TÍTULO III
DA ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
Capítulo I
Da Caracterização
ARTIGO 45 - A organização e desenvolvimento do ensino compreendem o conjunto de medidas voltadas para consecução dos objetivos estabelecidos na proposta pedagógica da escola, abrangendo:
I- níveis, cursos e modalidades de ensino;
II- currículos;
III- progressão seriada;
IV- projetos especiais;
Capítulo II
Dos Níveis, Cursos e Modalidades de Ensino
ARTIGO 46 - A escola, em conformidade com seu modelo de organização, ministrará:
I - EDUCAÇÃO INFANTIL – oferecida a crianças até 5 (cinco) anos de idade, sendo uma modalidade organizada em turmas.
1. Creche – até 3 anos de idade; a. Turma Maternal I – 2 anos;
b. Turma Maternal II – 3 anos;
2. Pré-escola – até 5 anos de idade
a. Turma Infantil I – 4 anos;
b. Turma Infantil II – 5 anos.
II - ENSINO FUNDAMENTAL – oferecido a alunos a partir de 6 anos de idade, em regime de progressão seriada, com duração de nove anos, organizado em dois ciclos:
1. Ciclo I – correspondente ao ensino dos anos iniciais, com duração de 5 anos e oferecido a crianças a partir de 6(seis) anos de idade.
2. Ciclo II – correspondente aos últimos anos, com a duração de 4 anos.
III - ENSINO MÉDIO – organizado em séries, com duração de 3 (três) anos, em regime de progressão seriada.
ARTIGO 47 - A escola poderá instalar outros cursos com a finalidade de atender aos interesses da comunidade local, dentro de suas possibilidades físicas, humanas e financeiras ou em regime de parceria, desde que não haja prejuízo do atendimento à demanda escolar da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio:
§ Único - Para cumprimento do disposto neste ARTIGO, a escola poderá firmar ou propor termos de cooperação ou acordos, desde que mantidos os seus objetivos educacionais.
ARTIGO 48 - A instalação de novos cursos está sujeita à competente autorização dos órgãos centrais ou locais da administração.
Capítulo III Dos Currículos
ARTIGO 49 – O Currículo da Educação Infantil será elaborado de acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, e os currículos do Ensino Fundamental e Ensino Médio terão uma parte comum, levando em consideração os parâmetros da Base Nacional Comum e uma parte diversificada, de acordo com as diretrizes estabelecidas em Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN – Lei nº 9694/96 - e em consideração aos interesses dos alunos e da comunidade.
§ Único - A escola admitirá, nos termos da legislação vigente, conteúdos relevantes para os alunos que ingressarem no 1º ano do Ensino Fundamental, que constarão da Proposta Pedagógica e do Plano Escolar.
Seção I
Da Educação Infantil
ARTIGO 50 - A Educação Infantil, será oferecida em turnos diurnos, deverá ser organizada de forma a garantir o mínimo de 4 (quatro) horas diárias, totalizando 800 (oitocentas) horas anuais, ministradas em, no mínimo 200 dias letivos, e orientada por um currículo que terá os seguintes eixos temáticos:
a. Movimento; b. Música; c. Artes visuais;
d. Linguagem oral e escrita; e. Natureza e sociedade;
f. Língua estrangeira moderna; g. Matemática.
§ Único: O Plano de Ensino está elaborado de acordo com a organização curricular estabelecida no “caput” abrangerá conteúdos que promovam em sua prática o
processo do cuidar e educar, proporcionando o desenvolvimento pleno da criança: físico, emocional, afetivo, cognitivo, lingüístico e social.
Seção II
Do Ensino Fundamental e Ensino Médio
ARTIGO 51 – O Ensino Fundamental será ministrado em turnos diurnos, de forma a garantir:
I - Ciclo I – Anos iniciais ( cinco primeiros anos) - no mínimo 4 horas diárias, totalizando 800 horas anuais, distribuídas em, no mínimo 200 dias letivos, orientado por um currículo organizado e composto em Grade Curricular, parte integrante do Plano Escolar.
II - Ciclo II – Anos finais (4 últimos anos) - no mínimo 5 horas diárias, totalizando , no mínimo 1000 horas anuais, distribuídas em, no mínimo 200 dias letivos, orientado por um currículo organizado e composto em Grade Curricular, parte integrante do Plano Escolar.
ARTIGO 52 - O Ensino Médio será ministrado, de forma a garantir no mínimo 5 horas diárias, totalizando, no mínimo 1000 horas anuais, distribuídas em, no mínimo 200 dias letivos, orientado por um currículo organizado e composto em Grade Curricular, parte integrante do Plano Escolar.
§ 1º - A seqüência e a carga horária dos componentes curriculares em vigor em cada ano letivo constarão nas Grades Curriculares, elaboradas conforme legislação vigente e será parte integrante do Plano Escolar.
§ 2º - Qualquer modificação das grades curriculares vigorará somente após a devida comunicação aos órgãos competentes e a partir do início do período letivo seguinte.
ARTIGO 53 – A escola poderá firmar convênios de intercomplementaridade com outras unidades escolares e/ou instituições, objetivando o enriquecimento curricular e a melhoria da qualidade do ensino.
Capítulo IV
Da Progressão Seriada
ARTIGO 54 – A escola adotará no Ensino Fundamental e Ensino Médio o regime de progressão seriada, com a finalidade de dar cumprimento aos Conteúdos Programáticos estabelecidos para cada ano/série, determinados pelo Currículo adotado e/ou organizado, exceto no 1º ano do Ensino Fundamental, onde a avaliação far-se-á mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento do educando, sem objetivo de promoção.
§ Único - No caso de a escola adotar, por meio de convênio firmado pela mantenedora, algum Sistema de Ensino, a organização do Currículo, bem como dos Conteúdos Programáticos serão de responsabilidade do mesmo, tendo como base a norma vigente, podendo ser complementado pelo Núcleo Pedagógico da Escola.
Capítulo V
Dos Projetos Especiais
ARTIGO 55 - A escola poderá desenvolver projetos especiais abrangendo:
I - Atividades de reforço e recuperação da aprendizagem e orientação de estudos; II - Programas especiais de aceleração de estudos para alunos com defasagem idade/série;
III - Organização e utilização de salas ambiente, de multimeios, de multimídia, de leitura e laboratórios;
IV - Grupos de estudo e pesquisa;
VI - Cultura e lazer;
VII - Outros de interesse da comunidade.
§ Único - Os projetos especiais, integrados aos objetivos da escola, serão planejados e desenvolvidos por profissionais da escola, apreciado pelo Conselho de Escola e aprovado pelo Conselho Administrativo da Cooperativa.
TÍTULO V
DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO
Capítulo I Dos Princípios
ARTIGO 56 - A avaliação da escola, no que concerne a sua estrutura, organização, funcionamento e impacto sobre a situação do ensino e da aprendizagem, constituem um dos elementos para reflexão e transformação da prática escolar e terá como princípio o aprimoramento e melhoramento da qualidade do ensino.
ARTIGO 57 - A avaliação interna, processo a ser organizado pela escola e a avaliação externa, pelos órgãos locais e centrais da administração, serão subsidiados por procedimentos de observações e registros contínuos e terão por objetivo permitir o acompanhamento:
I - Sistemático e contínuo do processo de ensino e de aprendizagem, de acordo com os objetivos e metas propostos;
II - Do desempenho da direção, dos professores, dos alunos e dos demais funcionários nos diferentes momentos do processo educacional ;
III - Da participação efetiva da comunidade escolar nas mais diversas atividades propostas pela escola;
IV - Da execução do planejamento curricular.
Capítulo II
Da Avaliação Institucional
ARTIGO 58 - A avaliação institucional será realizada, através de procedimentos internos e externos, objetivando a análise, orientação e correção dos procedimentos pedagógicos e administrativos, em acordo com os objetivos propostos, envolvendo pessoas e utilizando os mais variados instrumentos.
§ Único - a Avaliação Institucional será uma ação estratégica de acompanhamento, controle e proposição destinada à qualificação do trabalho realizado, vez que a gestão da escola implica na tomada de decisões e na sua respectiva execução e avaliação.
ARTIGO 59 - Os objetivos e procedimentos da avaliação interna serão definidos pelo Conselho de Escola.
§ Único – O Conselho de Escola deverá observar a abrangência, profundidade e a sua periodicidade da aplicação da avaliação interna da instituição.
ARTIGO 60 - A avaliação externa será realizada de forma contínua e sistemática e em momentos específicos, organizada e elaborada pelo Conselho de Administração da Cooperativa Educacional de Pais e Responsáveis Campos de Holambra.
§ Único - A avaliação externa da instituição caracteriza-se como meio de se obter informações e subsídios para correções e melhorias que forem necessárias, por meio da qual se elaboram juízos de valor, qualitativos ou quantitativos.
ARTIGO 61 - A síntese dos resultados das diferentes avaliações institucionais – interna e/ou externa - será consubstanciada em relatórios, e servirão para nortear os momentos de planejamento e replanejamento da escola.
Capítulo III
Da Avaliação do Ensino e da Aprendizagem
ARTIGO 62 - O processo de avaliação do ensino e da aprendizagem será realizado através de procedimentos internos.
ARTIGO 63 - A avaliação interna do processo de ensino e de aprendizagem, responsabilidade da escola, será realizada de forma contínua, cumulativa e sistemática, tendo como um de seus objetivos o diagnóstico da situação de aprendizagem de cada aluno, em relação à programação curricular prevista e desenvolvida em cada nível e etapa da escolaridade.
ARTIGO 64 - A avaliação interna do processo de ensino e de aprendizagem tem por objetivos:
I - Diagnosticar e registrar os progressos do aluno e suas dificuldades; II - Possibilitar que os alunos auto-avaliem sua aprendizagem;
III - Orientar o aluno quanto aos esforços necessários para superar as dificuldades;
IV - Fundamentar as decisões do conselho de classe quanto à necessidade de procedimentos paralelos ou intensivos de reforço e recuperação da aprendizagem, de classificação e reclassificação de alunos;
V - Orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos curriculares.
ARTIGO 65 - Os registros do processo de Avaliação serão realizados por meio de sínteses bimestrais e finais em cada disciplina e deverão identificar os alunos com
rendimento satisfatório ou insatisfatório, expressos em notas e menções conforme escalas de avaliação mencionada a seguir:
I - Educação Infantil e 1º ano do Ensino Fundamental – Ciclo I – A avaliação dos mesmos serão feitas em Ficha de Observação Escolar e Portifólio, bimestralmente. II - Ensino Fundamental - Ciclo I, Ciclo II e Ensino Médio: A avaliação dos mesmos serão feitas através de notas de 0 ( zero) a 10 ( dez), bimestralmente, conforme definição abaixo descrita:
III
-Notas Definição Operacional Cor
8 a 10 O aluno superou os objetivos essenciais Azul 6 a 7,5 O aluno atingiu os objetivos essenciais Azul 0 a 5,5 O aluno não atingiu os objetivos essenciais Vermelho
§ 1º - A avaliação no Ensino Fundamental e Médio será feita através dos instrumentos avaliatórios e dispositivos constantes neste Regimento.
Art. 66 - No calendário escolar deverão estar previstas reuniões bimestrais dos conselhos de classe e/ou série, dos professores, alunos e pais para conhecimento, análise e reflexão sobre os procedimentos de ensino adotados e resultados de aprendizagem alcançados.
TÍTULO V
DA ORGANIZAÇÃO TÉCNICO-ADMINISTRATIVA
Capítulo I
Da Caracterização
ARTIGO 67 - A organização técnico-administrativa da escola é de responsabilidade da mantenedora – Cooperativa Educacional de Pais e Responsáveis Campos de Holambra, conforme seu Estatuto.
ARTIGO 68 - A organização técnico-administrativa da escola abrangerá:
I - Núcleo de Direção;
II - Núcleo Técnico-Pedagógico
III - Núcleo Administrativo;
IV - Núcleo Operacional;
V - Corpo Docente;
VI - Corpo Discente.
Capítulo II
Do Núcleo de Direção
ARTIGO 69 - O núcleo de direção da escola é o centro executivo do planejamento, organização, coordenação, avaliação e integração de todas as atividades desenvolvidas no âmbito da unidade escolar.
§ Único - Integram o núcleo de direção o diretor de escola e o vice-diretor.
ARTIGO 70 - A direção da escola exercerá suas funções objetivando garantir:
I - A elaboração e execução da proposta pedagógica;
II - A administração do pessoal e dos recursos materiais e financeiros;
III - O cumprimento dos dias letivos e horas de aula estabelecidas;
IV - A legalidade, a regularidade e a autenticidade da vida escolar dos alunos;
V - Os meios para o reforço e a recuperação da aprendizagem de alunos;
VI - A articulação e integração da escola com as famílias e a comunidade;
VIII - A comunicação ao Conselho Tutelar dos casos de maus-tratos envolvendo alunos, assim como de casos de evasão escolar e de reiteradas faltas, antes que estas atinjam o limite de 25% das aulas previstas e dadas.
ARTIGO 71 - Cabe ainda à direção subsidiar os profissionais da escola, em especial os representantes dos diferentes colegiados, no tocante às normas vigentes e representar aos órgãos superiores da administração, sempre que houver decisão em desacordo com a legislação.
Capítulo III
Do Núcleo Técnico-Pedagógico
ARTIGO 72 - O núcleo técnico-pedagógico terá a função de proporcionar apoio técnico aos docentes e discentes, relativo a:
I - Elaboração, desenvolvimento e avaliação da proposta pedagógica; II - Coordenação pedagógica;
Capítulo IV
Do Núcleo Administrativo
ARTIGO 73 - O núcleo administrativo terá a função de dar apoio ao processo educacional, auxiliando a direção nas atividades relativas a:
I - Documentação e escrituração escolar e de pessoal; II - Organização e atualização de arquivos;
III - Expedição, registro e controle de expedientes;
IV - Registro e controle de bens patrimoniais, bem como de aquisição, conservação de materiais e de gêneros alimentícios;
Capítulo V
Do Núcleo Operacional
ARTIGO 74 - O núcleo operacional terá a função de proporcionar apoio ao conjunto de ações complementares de natureza administrativa e curricular, relativas às atividades de:
I - Zeladoria, vigilância e atendimento de alunos;
II - Limpeza, manutenção e conservação da área interna e externa do prédio escolar;
III - Controle, manutenção e conservação de mobiliários, equipamentos e materiais didático-pedagógicos;
IV - Controle, manutenção, conservação e preparo da merenda escolar.
Capítulo VI
Do Corpo Docente
ARTIGO 75 - Integra o corpo docente todos os professores da escola, que exercerão suas funções, incumbindo-se de:
I - Participar da elaboração da proposta pedagógica da escola; II - Elaborar e cumprir plano de trabalho;
III - Zelar pela aprendizagem dos alunos;
IV - Estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento;
V - Cumprir os dias letivos e carga horária de efetivo trabalho escolar, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional;
VI - Colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.
ARTIGO 76 – O professor não poderá servir-se da cátedra para pregar doutrinas heterodoxas e político-partidárias e ocupar-se, em aulas, de assuntos estranhos à finalidade educativa.
Capítulo VII
Do Corpo Discente
ARTIGO 77 - Integra o corpo discente todos os alunos da escola a quem se garantirá o livre acesso às informações necessárias a sua educação, ao seu desenvolvimento como pessoa, ao seu preparo para o exercício da cidadania e a sua qualificação para o mundo do trabalho.
TÍTULO VI
DA ORGANIZAÇÃO DA VIDA ESCOLAR
Capítulo I
Da Caracterização
ARTIGO 78 - A organização da vida escolar implica um conjunto de normas que visam garantir o acesso, a permanência e a progressão nos estudos, bem como a regularidade da vida escolar do aluno, abrangendo, no mínimo, os seguintes aspectos:
I - Formas de ingresso, classificação e reclassificação; II - Freqüência e compensação de ausências;
III - Promoção e recuperação;
IV - Expedição de documentos de vida escolar.
Capítulo II
Das Formas De Ingresso, Classificação, Adaptação, Verificação de Competência e Aproveitamento De Estudos.
Seção I
Das Matrículas
ARTIGO 79 – A matrícula deverá ser requerida pelo Pai, Mãe ou responsável pelo aluno, quando menor de idade, observadas a legislação em vigor e os seguintes critérios:
I - Por ingresso, no 1º ano do ensino fundamental, com base apenas na idade. II - Por classificação, a partir do 2º ano do Ensino Fundamental.
§ Único – Enquanto Escola Cooperativa, será considerado como pré-requisito à matrícula a condição de Cooperado, conforme dispõe o Estatuto da Cooperativa Educacional de Pais e Responsáveis Campos de Holambra, em seu ARTIGO 2º, alínea a).
ARTIGO 80 - Poderá requerer matrícula, após ter a condição de sócio, alunos nacionais e estrangeiros, desprovidos de documentação por motivo de força maior, o qual será submetido ao processo de classificação.
ARTIGO 81 - Para a efetivação de matrícula, além de outras normas estabelecidas neste Regimento, considerar-se-á o fator idade, conforme segue:
I - Educação Infantil – modalidade de matrícula facultativa, oferecida a crianças até 5 (cinco) anos de idade, observando-se:
a. 0 a 03 anos – Creche - Turmas de Maternal, identificadas por numeral romano, conforme agrupamento por idade;
b. 04 a 05 anos – Pré-escola – Turmas de Infantil, identificadas por numeral romano, conforme agrupamento por idade;
II - Ensino Fundamental – ensino obrigatório, com duração de 9 anos, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade completos ou a completar até 30 de junho do ano letivo.
§ Único- Caso sobrem vagas e mediante avaliação de competência de acordo com a proposta pedagógica da escola, poderão ser matriculados alunos que completem 6 (seis) anos até o final do ano letivo.
III - Ensino Médio – após conclusão do Ensino Fundamental.
ARTIGO 82 - A matrícula por transferência dar-se-á durante todo o ano letivo.
Seção II
Da Classificação e Reclassificação
ARTIGO 83 - A escola poderá classificar seus alunos em qualquer ano ou etapa, exceto no 1º ano do Ensino Fundamental, obedecendo aos critérios:
I - Por promoção para alunos que cursaram, com aproveitamento, o ano/a série anterior a série anterior na própria escola
II - Por retenção para alunos que foram considerados inaptos para cursarem o ano/ a série seguintes;
III - Candidatos procedentes de outras escolas, recebidos por transferência; IV - Candidatos que não comprovarem escolarização anterior.
ARTIGO 84 - No caso de diversidade entre o currículo dos anos/das séries já cursadas(os) pelo aluno na escola de origem e o previsto no currículo adotado pela escola, o aluno será submetido a processo de adaptação, nos termos da legislação em vigor.
ARTIGO 85 - A reclassificação do aluno em ano/série diferente da qual está matriculado poderá ocorrer por:
I - Proposta de professor ou professores do aluno, com base em resultados de avaliação diagnóstica e;
II - Solicitação do próprio aluno, ou de seus pais ou responsáveis, se menor, mediante requerimento dirigido ao Diretor de Escola, protocolado até 15 (quinze) dias letivos contados a partir do inicio das aulas.
§ 1º - A definição da reclassificação deverá ocorrer até 10 (dez) dias letivos, contados a partir da formalização da proposta do professor, ou do requerimento do aluno, e no decorrer do 1º bimestre letivo;
§ 2º - O ano e/ou série em que o aluno deverá ser reclassificado será definida a partir de parecer elaborado por comissão pedagógica de 3 (três) professores, designada pela Direção da escola.
§ 3º - A comissão pedagógica designada para analisar os pedidos de reclassificação avaliará o aluno obrigatoriamente através de provas e documentos comprobatórios de estudos anteriores concluídos com êxito, na própria escola e em outros estabelecimentos, e também, a seu critério, através de outros instrumentos,com registros em ata própria,com cópia arquivada nos prontuários dos alunos reclassificados.
ARTIGO 86 - Será reclassificado para o ano/série subseqüente o aluno que obtenha aproveitamento de estudos em todos os componentes curriculares da série em que está matriculado.
Seção III Da Adaptação
ARTIGO 87 – No caso de diversidade entre o currículo dos anos/das séries já cursadas (os) pelo aluno na escola de origem e o previsto no currículo adotado pela escola, o aluno será submetido a processo de adaptação, nos termos da legislação em vigor.
ARTIGO 88 - Havendo diversidade entre os currículos de aluno recebido por transferência, o mesmo será submetido a Processo de Adaptação, através de:
estudo dirigido, exercícios e trabalhos individuais, sob orientação e observação do professor designado para isso, para continuidade de seus estudos.
§ Único - Não se aplica o Programa de Adaptação quando o conteúdo ou disciplina constar da Parte Diversificada.
ARTIGO 89 – De forma complementar, para a adaptação, o aluno poderá submeter-se a estudos de recuperação, até que submeter-seja considerado adaptado.
§ Único - Considera-se adaptado o aluno que obtiver através de diversos instrumentos de avaliação nota igual ou superior a 6,0 (seis inteiros), após realização do Programa de Adaptação.
Seção IV
Do Aproveitamento de Estudos
ARTIGO 90 - O reconhecimento de estudos realizados no exterior em nível de Ensino Fundamental e Médio será efetivado nos termos da legislação vigente.
Capítulo III
Da Freqüência e Compensação de Ausências
ARTIGO 91 - A escola fará o controle sistemático de freqüência dos alunos às atividades escolares e, bimestralmente, adotará as medidas necessárias para que os alunos possam compensar ausências que ultrapassem o limite de 20% do total das aulas dadas ao longo de cada mês letivo.
§ 1º - As atividades de compensação de ausências serão programadas, orientadas e registradas pelo professor da classe ou das disciplinas, com a finalidade de sanar as dificuldades de aprendizagem provocadas por freqüência irregular às aulas.
§ 2º - A compensação de ausências não exime a escola de adotar as medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, e nem a família e o próprio aluno de justificar suas faltas.
§ 3º - As atividades de compensação de ausências são, no final do ano letivo correspondente, para efeito de cômputo geral da freqüência do aluno descontado do número de ausências, por justa causa, registradas.
ARTIGO 92 - O controle de freqüência será efetuado sobre o total de horas letivas, exigida a freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento).
ARTIGO 93 - Os critérios e procedimentos para o controle da freqüência e para a compensação de ausências serão disciplinados no Plano Escolar.
Capítulo IV
Da Verificação do Rendimento Escolar e Processo Ensino-Aprendizagem
Seção I
Do Sistema De Avaliação
ARTIGO 94 - O sistema de avaliação é a verificação do processo ensino-aprendizagem efetuada por avaliação contínua, processual e cumulativa do desenvolvimento do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos.
ARTIGO 95 - São objetivos da avaliação:
I - Acompanhar e verificar o desempenho e a aprendizagem dos conhecimentos; II - Verificar se o aluno transfere conhecimento na resolução de situações novas;
III - Avaliar se o aluno está se apropriando dos conhecimentos e se estes estão sendo significativos e contínuos;
IV - Detectar, analisar e providenciar a superação da defasagem no aprendizado; V - Repensar novas estratégias de trabalho em classe;
VI - Melhorar a prática pedagógica.
ARTIGO 96 – São estratégias e instrumentos de avaliação:
I. Todo trabalho realizado com o aluno, considerado como potencial um instrumento de avaliação;
II. Provas, trabalhos de pesquisa e projetos, seminários e ou debates, exercícios (individuais ou em grupo);
III. Elaboração de relatórios, a critério da escola;
IV. Participação individual e/ou em grupo durante as aulas;
V. Compromisso, organização e responsabilidade com a vida escolar, apresentados no decorrer do ano letivo;
VI. Simulados;
VII. Estudos dirigidos;
VIII. Observações do professor sobre aspectos constitutivos da formação global do educando;
IX. A auto-avaliação; X. Portfólio;
XI. Ficha de desempenho escolar; XII. Mapa conceitual, entre outros.
Obs: A escola trabalhará com um livro de observações gerais, preenchidos pelos professores, abrangendo aspectos relativos aos incisos IV e V deste artigo e terá o peso máximo de 1 (um) ponto.
Seção II
DA AVALIAÇÃO EM SEGUNDA CHAMADA, exceto Ensino Fundamental I
ARTIGO 97 - Constitui direito do educando realizar a avaliação em segunda chamada, seguindo os procedimentos adotados pela Escola e mediante pagamento da taxa estipulada para este fim, quando a mesma for autorizada pale legislação em vigor, nos casos previstos abaixo:
I – Por razão de luto ou gala, no prazo previsto em lei; II – Por motivo de convocação oficial;
III – Quando afastados das atividades escolares por motivo de doença contagiosa ou não, por recomendação médica;
IV – Quando doente ou com impedimento de locomoção física; V – Quando em atividades promovidas pela escola;
VI – Quando, apesar de presente na escola, estiver impedindo de escrever por recomendação médica ( braço engessado).
§ 1º - As provas de 2ª chamada serão realizadas em datas e horários estabelecidos ou aos sábados, devendo o aluno estar devidamente uniformizado.
§ 2º - O responsável deverá encaminhar requerimento à secretaria, no prazo de 48 horas após o retorno do aluno às aulas, e instruir o requerimento com a documentação comprobatória.
§ 3º Estarão isentos de taxa estipuladas no caput deste artigo, os casos que se enquadram nos incisos I e II.
ARTIGO 98 – A estudante grávida é amparada por legislação específica, ficando dispensada da freqüência no período de seu atestado médico, devendo apresentar trabalhos para atribuição de notas, conforme solicitação prévia dos professores e dentro dos conteúdos trabalhados no período.
ARTIGO 99 - Não haverá Segunda Chamada para provas, exames, trabalhos e avaliações em qualquer modalidade de recuperação, a não ser os que se encontram amparados pela legislação vigente.
ARTIGO 100 - O sistema de avaliação compreenderá os critérios de: I - Avaliação do aproveitamento escolar;
II - Apuração de freqüência.
ARTIGO 101 - Os resultados das avaliações do rendimento escolar serão sistematicamente registrados em Atas de Resultados Bimestrais, de Recuperação e Final, para o Ensino Fundamental, exceto para o 1º ano do Ensino Fundamental, e através de Fichas Descritivas para a Educação Infantil.
§ Único – A Ficha de Desempenho Escolar estará pautada por uma postura de respeito à criança, no que se refere:
a. Ao seu ritmo de desenvolvimento; b. À sua origem social e cultural;
c. Às suas relações e vínculos afetivos;
d. À sua expressão (plástica, oral, escrita, em todos os tipos de linguagem);
e. Às suas idéias, desejos e expectativas.
ARTIGO 102 – Os resultados das avaliações do Ensino Fundamental, a partir do 2º ano, e do Ensino Médio serão analisados com os alunos, posteriormente com Conselho de Classe Ano/Série e, logo após, enviados à Secretaria para fins de geração das Atas de Resultados e, posteriormente comunicados aos pais ou responsáveis por meio de boletins.
ARTIGO 103 - Ao término do ano letivo, o professor, em conjunto com o Conselhos de Classe Ano/Série, atribui e emite o resultado anual de cada aluno do Ensino Fundamental, a partir do 2º ano, e Ensino Médio, em cada disciplina, e esse será considerado o resultado para efeitos de Promoção ou Retenção, e será registrado em Ata de Resultado Final e, posteriormente, utilizado em Histórico Escolar.
ARTIGO 104 – A avaliação na Educação Infantil será realizada em Ficha de Desempenho Escolar , documento que fará parte do prontuário do aluno após ciência do Pai e/ou responsável, considerando na sua elaboração os aspectos de formação global do educando – procedimentais, atitudinais e conceituais, visando o desenvolvimento de suas habilidades, atitudes e conhecimentos, respeitando-se as individualidades de cada um, sendo realizada de forma diagnóstica e contínua pelo professor, com o acompanhamento do Coordenador Pedagógico e portfólio que será entregue ao pai no final do ano letivo.
§ Único - Para o preenchimento da Ficha Descritiva serão considerados os registros na rotina de trabalho do professor estabelecida no Plano de Trabalho.
ARTIGO 105 - A avaliação do rendimento escolar do aluno do Ensino Fundamental e Médio compreenderá a avaliação do seu aproveitamento em todos os componentes curriculares, incidindo sobre o seu desempenho nas diferentes situações de aprendizagem considerando-se os objetivos propostos pelo professor das diversas disciplinas, mencionados no seu Plano de Trabalho.
ARTIGO 106 - A avaliação do aproveitamento será contínua, cumulativa no decorrer do ano letivo, investigativa e diagnóstica, por meio de instrumentos diversificados, elaborados pelo professor, com o acompanhamento do Coordenador Pedagógico.
Seção III
ARTIGO 107 - As sínteses bimestrais e finais serão registradas em Atas correspondentes e utilizará de sínteses bimestrais e finais em cada disciplina que deverão identificar os alunos com rendimento satisfatório ou insatisfatório, conforme a escala de avaliação, conforme ARTIGO 54 deste Regimento Interno.
Seção IV
-Da Reconsideração contra Avaliação durante o Período Letivo
ARTIGO 108 - Após o encerramento de cada bimestre, o aluno ou seu representante legal, que discordar do resultado das avaliações, poderá apresentar pedido de reconsideração junto à direção da escola.
§ 1º - O pedido deverá ser protocolado na escola em até 05 dias da divulgação dos resultados.
§ 2º - a direção da escola, para decidir, deverá ouvir, previamente, o Conselho de Ano/Série/Classe, cuja deliberação constará de ata.
§ 3º - A decisão da direção será comunicada ao interessado no prazo de 10 dias.
§ 4º - A não manifestação da direção no prazo previsto no parágrafo anterior implicará o deferimento do pedido.
§ 5º - O prazo se refere o §3º ficará suspenso no período de férias escolares.
§ 6º - Da decisão da direção da escola não caberá recurso.
Seção V -
Da Reconsideração e dos Recursos contra o Resultado Final da Avaliação
ARTIGO 109 - O aluno ou seu representante legal que discordar do resultado final das avaliações, poderá apresentar pedido de reconsideração junto à direção da escola.
resultados.
§ 2º - A direção da escola, para decidir, deverá ouvir, previamente, o Conselho de Ano/Série/Classe, cuja deliberação constará de ata.
§ 3º - A decisão da direção será comunicada ao interessado no prazo de 10 dias. § 4º - A não manifestação da direção no prazo estabelecido facultará ao interessado impetrar recurso diretamente à respectiva Diretoria de Ensino.
§ 5º - O prazo a que se refere o § 3º ficará suspenso nos períodos de férias escolares.
ARTIGO 110 - Da decisão da escola, caberá recurso à Diretoria de Ensino à qual a escola está vinculada, adotando - se os mesmos procedimentos, com as devidas fundamentações.
Parágrafo Único - O recurso de que trata o ‘caput’ deverá ser protocolado na escola em até 10 dias, contados da ciência da decisão, e a escola o encaminhará à
Diretoria de Ensino em até 05 dias, contados a partir de seu recebimento, nos termos do Artigo 23 da Deliberação CEE nº 155/2017.
Seção VI
Da Promoção e Retenção
ARTIGO 111 - É considerado promovido para o ano/série série subseqüente ou concluinte de curso:
I - O aluno do Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio que obtiver, na totalidade da carga horária curricular, freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) e, também, nota final igual ou superior a 6 (seis) em todas as disciplinas;
II - O aluno do Ensino Fundamental Ciclo I , exceto o 1º ano, que obtiver, na totalidade da carga horária curricular, freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) e, também, nota final ou superior a 6 (seis) em todas as disciplinas; III - O aluno do Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio que obtiver, na totalidade da carga horária curricular, freqüência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) e, nota final igual ou superior a 6 (seis), em todas as disciplinas, após deliberação do Conselho de Classe e Série.
IV - O aluno do Ensino Fundamental Ciclo I, exceto 1º ano, que obtiver, na totalidade da carga horária curricular, freqüência inferior a 75% ( setenta e cinco por cento) e nota final igual ou superior a 6, em todas as disciplinas, após deliberação do Conselho de Classe Ano/Série;
ARTIGO 112 - É considerado retido no mesmo ano/série, ou reprovado, o aluno que, no ano letivo, obtiver:
I - O do Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio que obtiver freqüência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) do total das horas letivas, e nota final inferior a 6 (seis) em qualquer disciplina, deliberação do Conselho de Classe Ano/Série;
II - O aluno do Ensino Fundamental Ciclo I, excetos 1º e 2º anos, que obtiver freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total das horas letivas, e nota final igual ou inferior a 6 em qualquer disciplina, após liberação do Conselho de Classe Ano/Série;
III - O aluno do Ensino Fundamental Ciclo I , excetos 1º e 2º anos, Ciclo II e Ensino Médio que obtiver freqüência igual ou superior a 75% ( setenta e cinco por cento) do total das horas letivas, e nota final, após estudos de recuperação bimestral, inferior a 6 ( seis) em 3 ( três) ou mais disciplinas.
I – deverá ser utilizada uma escala numérica de 0 a 10 para o cálculo de nota nos instrumentos de avaliação, permitida a fração de no máximo duas casas decimais; II – Avaliação de Recuperação acontecerá no final do semestre conforme calendário escolar. Seu conteúdo será aquele indicado pelo professor.
ARTIGO 114 – O cálculo da média após a RS ( recuperação semestral) será:
Média Semestral + Avaliação de Recuperação _________________________________________________
2
No qual o resultado desta equação será considerada como Média Semestral. §Único – Em caso de ausência a Avaliação de Recuperação, não será realizada substitutiva: o aluno conservará a nota já expressa na média do bimestre.
ARTIGO 115 – Não freqüentando a recuperação final à qual está sujeito, o aluno será considerado reprovado.
§Único – O aluno só poderá entrar em recuperação Final, no máximo, em 2(duas) disciplinas. Na recuperação final serão descartadas as notas obtidas durante o ano letivo e o aluno terá que tirar no mínimo a 6,0.
ARTIGO 116 – Após a recuperação cabe ao Conselho de Classe, a homologação ou não da nota final definitiva atribuída pelo professor, havendo necessidade da concordância da maioria de seus membros em caso de se atribuir uma nota diferente á do professor.
ARTIGO 117 - O Conselho de Classe Ano/Série deverá deliberar sobre todos os casos de promoção e retenção.
Seção VII
Do Reforço e Recuperação
ARTIGO 118 – As atividades de reforço e recuperação serão realizadas, conforme apuração das necessidades, de formas: contínua ao longo do período letivo ou intensivamente ao final do ano letivo.
ARTIGO 119 – Além da Recuperação e Reforço de forma contínua, a escola poderá oferecer , ao Ciclo II e ao Ensino Médio, Projetos de Plantões para soluções de dúvidas.
ARTIGO 120 – Os resultados da avaliação da recuperação computados dentro do próprio período letivo.
§ Único – O aluno ao chegar no final do ano letivo com média 5,5 ( inferior a média 6,00 para aprovação) será refeito um diagnóstico pelo professor, mediante:
I – desempenho do aluno;
II – tarefas cumpridas no decorrer do ano; III – a responsabilidade;
IV- a participação nas aulas.
Seção VIII
Dos Resultados Finais
ARTIGO 121 – O responsável pelo aluno pode interpor pedido de revisão do resultado final de avaliação com retenção, encaminhando, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas após a divulgação dos resultados, requerimento à Direção da escola. § 1º - O pedido de revisão deve ser, imediatamente, remetido ao Conselho de Classe Ano/Série para, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, retratar-se, alterando o