hospital curry cabral, epe
RELATÓRIO ANUAL SOBRE O
RELATÓRIO ANUAL SOBRE O
RELATÓRIO ANUAL SOBRE O
RELATÓRIO ANUAL SOBRE O
ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE
ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE
ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE
ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE
2010
2010
2010
2010
Indíce
Enquadramento
Identificação da Entidade Caracterização Geral Sistemas de Informação
Outros Aspectos de Regulação, Organização e Controlo Interno com Reflexo no Acesso a Cuidados de Saúde
Implementação da Carta de Direitos de Acesso
Análise Global de Tempos Máximos de Resposta Garantidos Análise Específica no Hospital
Identificação da Entidade
Sistemas de Informação
Outros Aspectos de Regulação, Organização e Controlo Interno com Reflexo no Acesso a Cuidados de Saúde
Implementação da Carta de Direitos de Acesso
Análise Global de Tempos Máximos de Resposta Garantidos Análise Específica no Hospital
2 Outros Aspectos de Regulação, Organização e Controlo Interno com Reflexo no
ENQUADRAMENTO
Embora vocacionado, originariamente, para as chamadas doenças infecto (primeira década do séc. XX), o H
que apresenta níveis de diferenciação e qualidade de referência a nível designadamente:
Na Transplantação Hepática
excelência, no contexto nacional e europeu, e no diagnóstico e terapêutica das doenças hepato-bilio-pancreáticas em geral;
Na área da Infecciologia
infecção por VIH e referência nacional para a pandemia da gripe, com 14 quartos de isolamento respiratório;
Na Nefrologia - um centro nacional de referência e que polariza, na supervisão e tratamento diferenciado, um conjunto vasto de Centros de Diálise da Zona Metropolitana de Lisboa;
Na Ortopedia - pela qualidade e diferenciação dos seus médicos, sendo um centro de referência nacional para o diagnóstico e tratamento das escolioses; Na Urologia, com destaque
e Diagnostico diferenciadas.
Na Dermatologia, pela qualidade e diferenciação dos seus médicos, sendo referência nacional e com capacidade de crescimento das suas actividades;
Na Endocrinologia, com pro
Tiróide, Obesidade e Diabetes, entre outras;
Embora vocacionado, originariamente, para as chamadas doenças infecto
(primeira década do séc. XX), o Hospital Curry Cabral é hoje uma unidade polivalente, que apresenta níveis de diferenciação e qualidade de referência a nível
Na Transplantação Hepática - o maior centro do país e uma unidade de excelência, no contexto nacional e europeu, e no diagnóstico e terapêutica das
pancreáticas em geral;
Na área da Infecciologia - um dos maiores centros nacionais para o tratamento da infecção por VIH e referência nacional para a pandemia da gripe, com 14 quartos de isolamento respiratório;
um centro nacional de referência e que polariza, na supervisão e do, um conjunto vasto de Centros de Diálise da Zona Metropolitana de Lisboa;
pela qualidade e diferenciação dos seus médicos, sendo um centro de referência nacional para o diagnóstico e tratamento das escolioses; Na Urologia, com destaque para as áreas da Sexologia e Técnicas de Intervenção e Diagnostico diferenciadas.
Na Dermatologia, pela qualidade e diferenciação dos seus médicos, sendo referência nacional e com capacidade de crescimento das suas actividades;
Na Endocrinologia, com programas de grande actualidade e relevo na área da Tiróide, Obesidade e Diabetes, entre outras;
3 Embora vocacionado, originariamente, para as chamadas doenças infecto-contagiosas nidade polivalente, que apresenta níveis de diferenciação e qualidade de referência a nível nacional,
o maior centro do país e uma unidade de excelência, no contexto nacional e europeu, e no diagnóstico e terapêutica das
iores centros nacionais para o tratamento da infecção por VIH e referência nacional para a pandemia da gripe, com 14 quartos
um centro nacional de referência e que polariza, na supervisão e do, um conjunto vasto de Centros de Diálise da Zona
pela qualidade e diferenciação dos seus médicos, sendo um centro de referência nacional para o diagnóstico e tratamento das escolioses;
para as áreas da Sexologia e Técnicas de Intervenção
Na Dermatologia, pela qualidade e diferenciação dos seus médicos, sendo referência nacional e com capacidade de crescimento das suas actividades;
Nos Serviços de Medicina Interna, com a sua característica de transversalidade e para além da abrangência de patologias, a sua diferenciação designadamente na área das Doenças Auto
Na área da Cardiologia Ambulatória /Unidade de Intervenção Vascul elevada diferenciação nas Técnicas Evasivas.
Na Medicina Física e Reabilitação
diversidade técnica das respostas, sendo o único serviço com internamento, na área Metropolitana de Lisboa, pertencente ao S
Nos Cuidados Intensivos
com elevada diferenciação da sua casuística e excelentemente instalada e equipada.
Em geral, uma unidade hospitalar dotada de serviços e profissionais altamente diferenciados numa cultura de forte humanização e qualidade na prestação de cuidados, e aberta à comunidade que serve.
Este é o primeiro relatório sobre
enquanto EPE*. Assim, o referido relatório
a instituição, os seus profissionais e os doentes,
investir no capital de conhecimento, de diferenciação e de humanização que caracterizam esta unidade hospitalar, e de desenvolver o seu activo mais importante – as pessoas que
do acesso aos cuidados.
Nos Serviços de Medicina Interna, com a sua característica de transversalidade e para além da abrangência de patologias, a sua diferenciação designadamente na área das Doenças Auto-imunes;
Na área da Cardiologia Ambulatória /Unidade de Intervenção Vascul elevada diferenciação nas Técnicas Evasivas.
Na Medicina Física e Reabilitação - pela competência dos seus profissionais e diversidade técnica das respostas, sendo o único serviço com internamento, na área Metropolitana de Lisboa, pertencente ao SNS;
Nos Cuidados Intensivos - dispondo de uma unidade polivalente de 18 camas, com elevada diferenciação da sua casuística e excelentemente instalada e
m geral, uma unidade hospitalar dotada de serviços e profissionais altamente numa cultura de forte humanização e qualidade na prestação de cuidados, e aberta à comunidade que serve.
primeiro relatório sobre o acesso aos cuidados de saúde
Assim, o referido relatório representa, o nosso compromisso com a instituição, os seus profissionais e os doentes, que é total. E continuaremos investir no capital de conhecimento, de diferenciação e de humanização que caracterizam esta unidade hospitalar, e de desenvolver o seu activo mais
as pessoas que aqui trabalham – tendo sempre em vista a do acesso aos cuidados.
4 Nos Serviços de Medicina Interna, com a sua característica de transversalidade e para além da abrangência de patologias, a sua diferenciação designadamente na
Na área da Cardiologia Ambulatória /Unidade de Intervenção Vascular, com
pela competência dos seus profissionais e diversidade técnica das respostas, sendo o único serviço com internamento, na
dispondo de uma unidade polivalente de 18 camas, com elevada diferenciação da sua casuística e excelentemente instalada e
m geral, uma unidade hospitalar dotada de serviços e profissionais altamente numa cultura de forte humanização e qualidade na prestação de
o acesso aos cuidados de saúde do HCC, nosso compromisso com continuaremos a investir no capital de conhecimento, de diferenciação e de humanização que caracterizam esta unidade hospitalar, e de desenvolver o seu activo mais tendo sempre em vista a promoção
*O Hospital foi transformado em entidade pública empresarial a 01 de Abril de 2010 ao abrigo do Decreto-Lei nº 21/2010 de 24 de Março. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE Designação Localização da sede Telefone e-mail fax site Unidades de saúde integradas na entidade Localização Telefone e-mail
*O Hospital foi transformado em entidade pública empresarial a 01 de Abril de 2010 ao abrigo do Lei nº 21/2010 de 24 de Março.
DA ENTIDADE
Hospital de Curry Cabral, E.P.E.
Rua da Beneficência nº 8, 1069-166 Lisboa 21 792 42 00 [email protected] 21 792 43 92 www.hccabral.min-saude.pt Não se aplica 5
*O Hospital foi transformado em entidade pública empresarial a 01 de Abril de 2010 ao abrigo do
CARACTERIZAÇÃO GERAL (Órgãos de Administração, Direcção, Consulta e Apoio)
Órgãos Administração, de Direcção, de Apoio Técnico e de Consulta Órgãos Direcção / Administração Presidente Vogal Ex Vogal Executiva Director Enfermeira
Fiscalização Fiscal único:
ABC SROC
Participação/Consulta
(Ex: Comissão de utentes; Conselho consultivo; Conselho da comunidade; Comissão de trabalhadores) Não se aplica Apoio Técnico no domínio do acesso aos cuidados de saúde
(Ex: Unidade Hospitalar de Gestão de Inscritos para Cirurgia; Unidade
Hospitalar da Consulta a Tempo e Horas; Unidade Integrada para o Acesso a Cuidados de Saúde)
CARACTERIZAÇÃO GERAL (Órgãos de Administração, Direcção, Consulta e Apoio)
Órgãos Administração, de Direcção, de Apoio Técnico e de Consulta Constituição / Nomeação
Presidente – Dr.ª Ana Paula Sousa Uva 05 de Abril 2010
Vogal Executiva – Dr.ª Célia Roque 05 de Abril 2010
Vogal Executiva – Dr.ª Carla Gonçalo 05 de Abril 2010
Director Clínico – Dr. João Machado 25 de Agosto 2010
Enfermeira Directora – Enf.ª Paula Luís 05 de Abril 2010
Fiscal único:
ABC – Azevedo Rodrigues, Batalha e Costa, SROC
Não se aplica
UHGIC - Unidade Hospitalar de Gestão de Inscritos para Cirurgia;
UHCTH - Unidade Hospitalar da Consulta a Tempo e Horas;
UIACS - Unidade integrada para o acesso a cuidados de saúde.
6 CARACTERIZAÇÃO GERAL (Órgãos de Administração, Direcção, Consulta e Apoio)
Órgãos Administração, de Direcção, de Apoio Técnico e de Consulta
Referência e/ou Observações
onsulta a Unidade integrada para o acesso a
Outras Comissões (apoio à gestão)
(Ex: Comissões de ética, Unidades funcionais) Gabinete do Utente Telefone e-mail Gabinete do Utente 21 792 [email protected] Comissão Médica; Comissão de Enfermagem;
Comissão de Farmácia e Terapêutica; Direcção do Internato Médico;
Conselho Técnico dos Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica (TDT); Comissão de Ética para a Saúde; Comissão de Controlo de Infecção
Hospitalar;
Comissão de Humanização e Qualidade dos Serviços;
Equipa de Gestão de Altas;
Comissão de Controlo dos Hemoderivados; Gabinete da Qualidade.
Gabinete do Utente 792 43 53/42 64
7 Comissão de Humanização e Qualidade dos
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
C.1. Aplicações informáticas em uso e fornecidas pelo Ministério da Saúde (ou pelo antigo IGIF) no âmbito d
1. SONHO – sistema de informação
2. SINUS – Sistema de Informação Nacional de Utentes da Saúde
3. RNU – Base de dados nacional de Utentes
4. SAM – Sistema de Apoio ao Médico
5. SAPE – Sistema de Apoio à prática de
6. SICTH – Sistema de Informação da Consulta a Tempo e Horas (“Alert p1”)
7. SIGIC – Sistema de Informação de Gestão de Inscritos para Cirurgia
8. SIES - Sistema de Informação dos Equipamentos de Saúde 9. SICA - Sistema de Informação para a
acompanhamento 10. SINAS - Ortopedia 11. WebGDH 12. Auditor GDH 13. Sim-Cidadão/SGRS Sugestões
14. Gestão Integrada da Doença Renal Crónica
15. HELICS - Registo
16. ROR-SUL - Registo Oncológico Regional Sul
em uso no (s) sector(es) que envolvem o acesso a cuidados Ministério da Saúde/Administração Central do Sistema de Saúde
no âmbito de contratos celebrados pelos serviços centrais sistema de informação dos hospitais
Sistema de Informação Nacional de Utentes da Saúde
Base de dados nacional de Utentes
Sistema de Apoio ao Médico
Sistema de Apoio à prática de enfermagem
Sistema de Informação da Consulta a Tempo e Horas
Sistema de Informação de Gestão de Inscritos para
Sistema de Informação dos Equipamentos de Saúde Sistema de Informação para a Contratualização e acompanhamento
Ortopedia
/SGRS – Sistema de Gestão das Reclamações e
Gestão Integrada da Doença Renal Crónica
Registo de Infecções Nosocomiais
Registo Oncológico Regional Sul
8 (s) sector(es) que envolvem o acesso a cuidados
dministração Central do Sistema de Saúde, I.P. s serviços centrais.
X
Sistema de Informação Nacional de Utentes da Saúde ----
X
X
X
Sistema de Informação da Consulta a Tempo e Horas
X X ____ X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X
C.2. Outros aplicativos clínicos cuidados de saúde.
1. SGICM – Farmácia, Logística, Dietética, Prescrição e Registo Terapêutica 2. SIBAS – Serviço de Imunohemoterapia
3. APOLLO – Serv. Patologia Clínica e Imunohemoterapia 4. MEDCON – Serviço de Imagiologia
5. RIDAI – Doenças Auto imunes 6. HYT- Serviço de Imunohemoterapia 7. Cardiobase – Hemodinâmica 8. PACS – Serviço de Imagiologia
C.3. Métodos e parâmetros de segurança e salvaguarda da confidencialidade informação respeitante aos utentes
acesso, segurança física):
Todos os sistemas são acedidos por login e password, reservado aos clínicos e outros profissionais de saúde;
As passwords de administração dos servidores seguem as políticas de “passwords fortes
Os acessos externos à rede do Hospital são controlados via Firewall; Os acesso à rede Wireless é controlado por password;
É feita a mudança periódica das passwords de acesso dos utilizadores à rede;
Os backups de informação são guardados em local seguro; Os servidores e os PCs são protegidos por sistemas de anti Os servidores estão protegidos em sala de acesso restrito;
A alimentação dos servidores é protegida por UPS (não há corte de alimentação em caso
aplicativos clínicos utilizadas no (s) sector(es) que envolvem o acesso a
Farmácia, Logística, Dietética, Prescrição e Registo Terapêutica Serviço de Imunohemoterapia
Serv. Patologia Clínica e Imunohemoterapia Serviço de Imagiologia
Doenças Auto imunes - Medicina Serviço de Imunohemoterapia
Hemodinâmica - Cardiologia Serviço de Imagiologia
Métodos e parâmetros de segurança e salvaguarda da confidencialidade informação respeitante aos utentes, nos termos da legislação em vigor
Todos os sistemas são acedidos por login e password, reservado e outros profissionais de saúde;
As passwords de administração dos servidores seguem as políticas passwords fortes”;
Os acessos externos à rede do Hospital são controlados via Firewall; Os acesso à rede Wireless é controlado por password;
dança periódica das passwords de acesso dos utilizadores à rede;
Os backups de informação são guardados em local seguro; Os servidores e os PCs são protegidos por sistemas de anti Os servidores estão protegidos em sala de acesso restrito;
A alimentação dos servidores é protegida por UPS (não há corte de alimentação em caso de falha de corrente eléctrica).
9 (s) sector(es) que envolvem o acesso a
Farmácia, Logística, Dietética, Prescrição e Registo Terapêutica XXXX X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X
Métodos e parâmetros de segurança e salvaguarda da confidencialidade da nos termos da legislação em vigor (níveis de
Todos os sistemas são acedidos por login e password, reservado As passwords de administração dos servidores seguem as políticas Os acessos externos à rede do Hospital são controlados via Firewall; Os acesso à rede Wireless é controlado por password;
dança periódica das passwords de acesso dos Os backups de informação são guardados em local seguro;
Os servidores e os PCs são protegidos por sistemas de anti-vírus; Os servidores estão protegidos em sala de acesso restrito;
OUTROS ASPECTOS DE REGULAÇÃO, ORGANIZAÇÃO E CONTROLO INTERNO COM REFLEXO NO ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE
DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO 1.1 1.11.1
1.1 O Regulamento Interno (global) da instituição
as estruturas responsáveis pelo acesso a cuidados de saúde?
1.2. 1.2.1.2.
1.2.Os Planos e Relatórios de Actividades incluem pontos relacionados com a matéria do acesso?
1.3. 1.3.1.3.
1.3. Os Planos e Relatórios apresentam avaliação da capacidade instalada/rentabilização dos recursos materiais e humanos disponíveis, designadamente ao nível das consultas e outras áreas de cuidados dos centros de saúde, consultas externas, MCDT, Bloco Operatório (quando aplicável)?
OUTROS ASPECTOS DE REGULAÇÃO, ORGANIZAÇÃO E CONTROLO INTERNO COM REFLEXO NO ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE
DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO
DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO SS SS NN NN RefeRefeRefeReferência e/ou Observaçõesrência e/ou Observaçõesrência e/ou Observaçõesrência e/ou Observações
(global) da instituição identifica estruturas responsáveis pelo acesso a cuidados de XXXX
Regulamento Interno de 2 de Dezembro de 2010 (em fase de homologação no Ministério Saúde). Relatórios de Actividades incluem pontos
relacionados com a matéria do acesso?
XXXX
Contemplado nos Estratégicos
• Promover o acesso aos cuidados hospitalares, em articulação com os Centros de Saúde, e melhorar os níveis de
serviços prestados.
• Melhorar os níveis de qualidade associados, à humanização da prestação de cuidados e ao apoio ao utente, designadamente, na informação ao utente ou familiar; • Melhorar a comunicação interna e
externa, com o comunidade Os Planos e Relatórios apresentam avaliação da
capacidade instalada/rentabilização dos recursos materiais e humanos disponíveis, designadamente ao nível das consultas e outras áreas de cuidados dos centros de MCDT, Bloco Operatório
XXXX
Contemplado nos Objectivos Estratégicos do SIADAP para 2010: • Cumprir a produção clínica
contratualizada, designadamente a actividade cirúrgica e toda a actividade realizada em ambulatório;
• Reduzir a despesa,
optimização de recursos humanos e materiais, orientar a organização para a eficiência e combater o desperdício.
10 OUTROS ASPECTOS DE REGULAÇÃO, ORGANIZAÇÃO E CONTROLO INTERNO COM
rência e/ou Observações rência e/ou Observações rência e/ou Observações rência e/ou Observações
Regulamento Interno de 2 de Dezembro de 2010 (em fase de homologação no Ministério Saúde). Contemplado nos Objectivos Estratégicos do SIADAP para 2010:
Promover o acesso aos cuidados hospitalares, em articulação com os Centros de Saúde, e melhorar os níveis de humanização dos serviços prestados.
Melhorar os níveis de qualidade associados, à humanização da prestação de cuidados e ao apoio ao utente, designadamente, na informação ao utente ou familiar;
Melhorar a comunicação interna e externa, com o envolvimento da comunidade
Contemplado nos Objectivos Estratégicos do SIADAP para 2010:
Cumprir a produção clínica contratualizada, designadamente a actividade cirúrgica e toda a
vidade realizada em ambulatório;
Reduzir a despesa, investir na optimização de recursos humanos e materiais, orientar a organização para a eficiência e combater o desperdício.
1.4. 1.4.1.4.
1.4. Enumeração de Regulamentos/Manuais de Procedimentos de Sectores/Serviços fundamentais e/ou com afinidade temática com o acesso (Gestão de Doentes, Serviço Social, Gabinete do Utente, Serviços Financeiros/ Contratualização, …
1. Regulamento Interno do HCC;
2. Regulamento da Consulta Externa
3. Regulamento de Visitas;
4. Manual da Qualidade - Sistema de Gestão da Qualidade
Norma NP EN ISO 9001:2008:
a. Unidade de Cirurgia Ambulatória: Processo de Recobro
e Alta em Cirurgia Ambulatória
b. Serviço de Patologia Clínica:
c. Serviço de Imuno-Hemoterapia:
Externa;
d. Unidade de Cirurgia Ambulatória: Processo de
Planeamento da Cirurgia Ambulatória
e. Unidade de Cirurgia Ambulatória
Processos;
f. Bloco Operatório Central:
g. Satisfação do Cliente –
h. Análise de Reclamações, Sugestões e Elogios /
Louvores – Gabinete do Utente
Enumeração de Regulamentos/Manuais de Procedimentos de Sectores/Serviços fundamentais e/ou com afinidade temática com o entes, Serviço Social, Gabinete do Utente,
, …)
Regulamento da Consulta Externa;
Sistema de Gestão da Qualidade -
:
Unidade de Cirurgia Ambulatória: Processo de Recobro
e Alta em Cirurgia Ambulatória;
Serviço de Patologia Clínica: Processo Pré – Analítico;
Hemoterapia: Processo de Consulta
Unidade de Cirurgia Ambulatória: Processo de
Planeamento da Cirurgia Ambulatória;
Unidade de Cirurgia Ambulatória Interacção entre
Bloco Operatório Central: Processo de Acolhimento;
– Gabinete Qualidade;
Análise de Reclamações, Sugestões e Elogios /
Gabinete do Utente;
IMPLEMENTAÇÃO DA CARTA DOS DIREITOS DE ACESSO
Medidas implementadas Medidas implementadas Medidas implementadas Medidas implementadas 1.1 1.11.1
1.1 Existe estrutura multidisciplinar interna tendo em vista a implementação da carta dos direitos de acesso?
• Indicar os serviços envolvidos e constituição
1.2 1.21.2
1.2 No caso afirmativo, existe suporte de regulação de procedimentos para o efeito?
• Indicar a data de deliberação do CA e Normativo Interno de publicitação.
1.3 1.31.3
1.3 Estão definidos pela própria instituição, ou de acordo com a(s) instância(s) de contratualização, indicadores de resultados na componente do acesso e de produção?
• Apresentar em anexo os indicadores definidos 1.4
1.41.4
1.4 Em caso afirmativo, os indicadores têm em conta os Tempos de Resposta Garantidos fixados pela instituição e
nos seus planos de actividades e de desempenho? 1.5
1.51.5
1.5 Os indicadores de resultados direccionados ao acesso são utilizados a todos os níveis da instituição (verticais e horizontais)?
Especificar 1.6
1.61.6
1.6 A instituição utiliza estes indicadores para efectuar relatórios periódicos de situação (para além do relatório anual previsto na Lei n.º 41/2007, de 24 de Agosto?
1.7 1.71.7
1.7 Existem planos especiais de monitorização e correcção de desvios e/ou incumprimento de objectivos?
1.8 1.81.8
1.8 Verificam-se, com regularidade, processos de revisão crítica da relevância e actualidade dos indicadores utilizados e
respectiva comunicação às entidades e organismos competentes?
IMPLEMENTAÇÃO DA CARTA DOS DIREITOS DE ACESSO
Medidas implementadas Medidas implementadas Medidas implementadas
Medidas implementadas SimSim SimSim NãoNãoNãoNão Referência e/ou Referência e/ou Referência e/ou Referência e/ou Existe estrutura multidisciplinar interna tendo em vista a
implementação da carta dos direitos de acesso?
Indicar os serviços envolvidos e constituição
XXXX
Unidade Integrada para o Acesso a Cuidados de Saúde Consulta Externa Serviço de Doentes Serviço de Informática Gabinete GDH Planeamento, e Controlo Gestão
No caso afirmativo, existe suporte de regulação de
Indicar a data de deliberação do CA e Normativo Interno
XXXX Os procedimentos estão em curso de elaboração (2011)
Estão definidos pela própria instituição, ou de acordo com a(s) instância(s) de contratualização, indicadores de resultados na componente do acesso e de produção?
Apresentar em anexo os indicadores definidos
XXXX
Quadros Resumos do Homologado 09
2010 em fase de homologação)
Em caso afirmativo, os indicadores têm em conta os Tempos de Resposta Garantidos fixados pela instituição e integrados nos seus planos de actividades e de desempenho?
XXXX Estão contemplados cirúrgica.
Os indicadores de resultados direccionados ao acesso são utilizados a todos os níveis da instituição (verticais e
XXXX contratualização internaReuniões de
Direcções de serviço A instituição utiliza estes indicadores para efectuar relatórios
periódicos de situação (para além do relatório anual previsto XXXX Reuniões mensais Existem planos especiais de monitorização e correcção de
desvios e/ou incumprimento de objectivos? XXXX se, com regularidade, processos de revisão crítica
da relevância e actualidade dos indicadores utilizados e
comunicação às entidades e organismos competentes?
XXXX 12 Referência e/ou Referência e/ou Referência e/ou Referência e/ou Observações Observações Observações Observações
Integrada para o Acesso a Cuidados de Saúde: Consulta Externa Serviço de Gestão de Doentes Serviço de Informática Gabinete GDH Planeamento, e Controlo de Gestão
procedimentos estão em curso de elaboração (2011)
Quadros Resumos do CP 2007-2009 Homologado 09-10-09 (o CP para
2010 em fase de homologação)
Estão contemplados na componente
ões de monitorização da contratualização interna com as Direcções de serviço
1.9 1.9 1.9
1.9 Estão definidos procedimentos de controlo para minimizar o risco de erros, insuficiência, inadequação e eventual desvirtuação de informação (que constitui fonte ou está associada aos
indicadores de resultados)? 1.10
1.10 1.10
1.10 Foram fixados, nos termos da lei, os Tempos de Resposta Garantidos?
1.11 1.111.11
1.11 Quais os Tempos de Resposta Garantidos que foram estabelecidos nas diferentes áreas de prestação de cuidados? (apresentar em mapa anexo)
1.12 1.12 1.12
1.12 Os Tempos de Resposta Garantidos fixados constam dos Planos e Relatórios de Actividades?
1.13 1.131.13
1.13 Os Tempos de Resposta Garantidos foram integrados no Contratos-programa/ Plano de Desempenho?
1.14 1.141.14
1.14 Está afixada, em locais de fácil acesso e consulta, informação actualizada relativa ao Tempos de Resposta Garantidos para os diversos tipos de prestações e por patologia ou grupos de patologias?
Especificar 1.15 1.15 1.15
1.15 Está disponível, no sítio da internet, informação actualizada das áreas de actividade/serviços disponíveis e a capacidade instalada e, mais concretamente, os respectivos Tempos de Resposta Garantidos, nas diversas modalidades de prestação de cuidados de Saúde?
Indicar com que regularidade é actualizada.
1.16 1.161.16
1.16 Existe comprovativo, mediante registo ou impresso próprio, da prestação de informação aos utentes no acto de pedido ou marcação de consulta, tratamento ou exame, sobre os Tempos de Resposta Garantidos para prestação dos cuidados de que necessita?
Indicar 1.17 1.171.17
1.17 Em caso de referenciação para outra unidade de saúde, estão definidos procedimentos para informar os utentes sobre o tempo máximo de resposta garantido para lhe serem prestados os respectivos cuidados no estabelecimento de referência?
Indicar.
Estão definidos procedimentos de controlo para minimizar o risco de erros, insuficiência, inadequação e eventual desvirtuação
de informação (que constitui fonte ou está associada aos XXXX Foram fixados, nos termos da lei, os Tempos de Resposta
XXXX
Quais os Tempos de Resposta Garantidos que foram
estabelecidos nas diferentes áreas de prestação de cuidados? XXXX Tempos de Resposta Garantidos fixados constam dos
XXXX Estão contemplados na componente cirúrgica.
Os Tempos de Resposta Garantidos foram integrados no programa/ Plano de Desempenho?
XXXX Quadros Resumos do 2009 Homologado 09 para 2010 em fase de homologação). Anexo III A Qualidade e Eficiência. Está afixada, em locais de fácil acesso e consulta,
informação actualizada relativa ao Tempos de Resposta
Garantidos para os diversos tipos de prestações e por patologia XXXX
informação actualizada das áreas de actividade/serviços disponíveis e a capacidade instalada e, mais concretamente, os respectivos Tempos de
Resposta Garantidos, nas diversas modalidades de prestação de XXXX
Existe comprovativo, mediante registo ou impresso próprio, da prestação de informação aos utentes no acto de pedido ou marcação de consulta, tratamento ou exame, sobre os Tempos de
Resposta Garantidos para prestação dos cuidados de que XXXX
Em caso de referenciação para outra unidade de saúde, estão definidos procedimentos para informar os utentes sobre o tempo máximo de resposta garantido para lhe serem prestados os respectivos cuidados no estabelecimento de referência?
XXXX
13
Estão contemplados na componente
Quadros Resumos do CP 2007-2009 Homologado 09-10-09 (o CP para 2010 em fase de
homologação).
Anexo III A – Objectivos de Qualidade e Eficiência.
1.18 1.18 1.18
1.18 O relatório anual sobre o acesso foi divulgado e publicado em suporte autónomo ou consta do Relatório de Actividades e/ou do Plano de desempenho?
1.19 1.191.19
1.19 As reclamações e/ou sugestões relativas ao acesso são objecto de tratamento próprio, independentemente da sua génese/proveniência (Gabinete do Utente, Entidade Reguladora da Saúde, etc.)?
Apresentar quadro-resumo discriminando tipo de reclamação, origem, objecto, consequências (anexo)
1.20 1.201.20
1.20 As sugestões e reclamações ou outras formas de participação dos utentes/cidadãos na melhoria do acesso são integradas na avaliação e medidas de correcção?
1.21 1.211.21
1.21 A Entidade Reguladora da Saúde promoveu diligências, intervenções ou outras medidas junto da instituição, em resultado de reclamações relativas ao acesso a cuidados de saúde? 1.22
1.221.22
1.22 Foram constituídos/abertos processos sancionatórios em resultado de reclamação e/ou mero incumprimento da Lei? Quantificar e caracterizar
1.23 1.231.23
1.23 O Relatório sobre o Acesso foi objecto de auditoria pela Inspecção-Geral das Actividades em Saúde
1.24 1.241.24
1.24 As reclamações, sugestões e comentários foram
comunicados à Direcção Geral da Saúde, no âmbito do projecto “SIM-Cidadão”?
(anexar um mapa com resumo do tratamento das reclamações)
relatório anual sobre o acesso foi divulgado e publicado
em suporte autónomo ou consta do Relatório de Actividades e/ou Não aplicável em 2010
As reclamações e/ou sugestões relativas ao acesso são objecto de tratamento próprio, independentemente da sua génese/proveniência (Gabinete do Utente, Entidade Reguladora
discriminando tipo de reclamação, origem,
XXXX
As sugestões e reclamações ou outras formas de participação dos utentes/cidadãos na melhoria do acesso são integradas na avaliação e medidas de correcção?
XXXX
A Entidade Reguladora da Saúde promoveu diligências, intervenções ou outras medidas junto da instituição, em resultado de reclamações relativas ao acesso a cuidados de saúde?
XXXX
Foram constituídos/abertos processos sancionatórios em
resultado de reclamação e/ou mero incumprimento da Lei? XXXX
Um processo
reclamação, considerado familiares negligência médica, após averiguação foi ar
O Relatório sobre o Acesso foi objecto de auditoria pela
Geral das Actividades em Saúde? Não aplicável em 2010 As reclamações, sugestões e comentários foram
no âmbito do projecto
(anexar um mapa com resumo do tratamento das reclamações)
XXXX
14 Não aplicável em 2010 Um processo resultante de reclamação, considerado pelos familiares negligência médica, que após averiguação foi arquivado.
ANÁLISE GLOBAL DE TE
ANÁLISE GLOBAL DE TE
ANÁLISE GLOBAL DE TE
ANÁLISE GLOBAL DE TE
GARANTIDOS NO SNS
GARANTIDOS NO SNS
GARANTIDOS NO SNS
GARANTIDOS NO SNS
CUIDADOS HOSPITALARE
CUIDADOS HOSPITALARE
CUIDADOS HOSPITALARE
CUIDADOS HOSPITALARE
ANÁLISE GLOBAL DE TE
ANÁLISE GLOBAL DE TE
ANÁLISE GLOBAL DE TE
ANÁLISE GLOBAL DE TEMPOS MÁXIMOS DE RESP
MPOS MÁXIMOS DE RESP
MPOS MÁXIMOS DE RESP
MPOS MÁXIMOS DE RESP
GARANTIDOS NO SNS
GARANTIDOS NO SNS
GARANTIDOS NO SNS
GARANTIDOS NO SNS
CUIDADOS HOSPITALARE
CUIDADOS HOSPITALARE
CUIDADOS HOSPITALARE
CUIDADOS HOSPITALARES
S
S
S
15
MPOS MÁXIMOS DE RESP
MPOS MÁXIMOS DE RESP
MPOS MÁXIMOS DE RESP
Tempos máximos de resposta garantidos (TMRG), Tempos de resposta da entidade e tempos de resposta (TR) da entidade em 2010
(Lei nº 41/2007 de 28 de Agosto e Portaria nº1529/2008, de 26 de Dezembro)
Notas
Existem especificações especiais para a CTH - Consulta a Tempo e Horas * Não existe lista de espera para esta área.
Nível de acesso e tipo de cuidados
HOSPITAIS DO SERVIÇO
Primeira consulta de especialidade hospitalar referenciada pelos centros de saúde
De realização “Muito Prioritária” de acordo com a avaliação em triagem hospitalar
De realização “Prioritária” de acordo com a avaliação em triagem hospitalar
De realização com prioridade “Normal” de acordo com a avaliação em triagem hospitalar
Meios complementares de diagnóstico e terapêutica em doenças cardiovasculares
Cateterismo cardíaco Pacemaker cardíaco
Prioridade “de nível 4”
de acordo com a avaliação da especialidade hospitalar Prioridade “de nível 3”
de acordo com a avaliação da especialidade hospitalar Prioridade “de nível 2”
de acordo com a avaliação da especialidade hospitalar Prioridade “de nível 1”
de acordo com a avaliação da especialidade hospitalar
Tempos máximos de resposta garantidos (TMRG), Tempos de resposta garantidos (TRG) da entidade e tempos de resposta (TR) da entidade em 2010
(Lei nº 41/2007 de 28 de Agosto e Portaria nº1529/2008, de 26 de Dezembro)
Existem especificações especiais para a doença oncológica - consultar a Portaria. * Não existe lista de espera para esta área.
TMRG entidadeTGR da
OSPITAIS DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE
Primeira consulta de especialidade hospitalar referenciada pelos centros de saúde 30 (trinta) dias a partir do registo do
pedido da consulta no sistema informático CTH pelo médico assistente do centro de saúde
60 (sessenta) dias a partir do registo
do pedido da consulta no sistema informático CTH pelo médico assistente do centro de saúde
150 (cento e cinquenta) dias a partir
do registo do pedido da consulta no sistema informático CTH pelo médico
assistente do centro de saúde
150
Meios complementares de diagnóstico e terapêutica em doenças cardiovasculares 30 (trinta) dias após a indicação
clínica
30 (trinta) dias após a indicação
clínica
Cirurgia programada
72 (setenta e duas) horas após a
indicação clínica 72h
15 (quinze) dias após a indicação
clínica
60 (sessenta) dias após a indicação
clínica
270 (duzentos e setenta) dias após a
indicação clínica 270 16 garantidos (TRG) TGR da entidade TR da entidade 2010
Primeira consulta de especialidade hospitalar referenciada pelos centros de saúde
30 18.3
60 30.9
150 76.8
Meios complementares de diagnóstico e terapêutica em doenças cardiovasculares
30 * 30 * 72h 8h 15 9 60 32 270 91
ANÁLISE ESPECÍFICA
ANÁLISE ESPECÍFICA
ANÁLISE ESPECÍFICA
ANÁLISE ESPECÍFICA
ANÁLISE ESPECÍFICA
ANÁLISE ESPECÍFICA
ANÁLISE ESPECÍFICA
ANÁLISE ESPECÍFICA
HOSPITAIS
HOSPITAIS
HOSPITAIS
HOSPITAIS
17HOSPITAIS: CONSULTA EXTERNA (Fonte: SICA) ESPECIALIDADE ESPECIALIDADE ESPECIALIDADE ESPECIALIDADE N Consultas 2010 Anestesiologia Cardiologia Cirurgia Geral Dermato-Venereologia Doenças Infecciosas Dor Endocrinologia Hipertensão Imuno-Hemoterapia Medicina do Trabalho
Medicina Física e Reabilitação Medicina Interna Nefrologia Oncologia Médica Ortopedia Urologia Total TotalTotal Total
HOSPITAIS: CONSULTA EXTERNA - Produção 2010 e 2009
Consultas Realizadas Consultas RealizadasConsultas Realizadas Consultas Realizadas Nº 1ªs onsultas 2010 Nº 1ªs Consultas 2009 Variação 2010 – 2009 (%) Total Consultas 2010 6.736 6.427 4,59% 6.895 2.005 1.898 5,34% 7.690 5.898 7.561 -28,20% 23.491 12.858 11.692 9,07% 24.912 1.636 1.481 9,47% 11.398 244 273 -11,89% 1.906 3.312 3.529 -6,55% 19.079 149 149 0,00% 1.198 180 100,00% 4.322 96 60 37,50% 829 5.121 5.394 -5,33% 16.259 1.877 1.922 -2,40% 11.141 1.619 1.704 -5,25% 14.114 119 103 13,45% 2.243 6.917 6.983 -0,95% 22.341 3.804 4.280 -12,51% 11.768 52.571 52.571 52.571 52.571 53.45653.45653.45653.456 ----1,68%1,68%1,68% 1,68% 179.586179.586179.586179.586 18 Consultas Realizadas Consultas RealizadasConsultas Realizadas Consultas Realizadas onsultas Total Consultas 2009 Variação 2010 – 2009 (%) 6.895 6.678 3,15% 7.690 6.972 9,34% 23.491 24.229 -3,14% 24.912 22.486 9,74% 11.398 11.164 2,05% 1.906 1.969 -3,31% 19.079 20.066 -5,17% 1.198 1.199 -0,08% 4.322 100,00% 829 747 9,89% 16.259 17.191 -5,73% 11.141 11.012 1,16% 14.114 14.931 -5,79% 2.243 2.001 10,79% 22.341 22.599 -1,15% 11.768 11.913 -1,23% 179.586 179.586179.586 179.586 175.157175.157 175.157175.157 2,47%2,47% 2,47%2,47%
HOSPITAIS: PRIMEIRAS CONSULTA (Fonte: ADW-CTH *) ESPECIALIDADE ESPECIALIDADEESPECIALIDADE ESPECIALIDADE Pedidos a Pedidos a Pedidos a Pedidos a aguardar aguardar aguardar aguardar consulta a consulta a consulta a consulta a 31.12. 31.12. 31.12. 31.12. 2010201020102010 N. N. N. N.ºººº Pedidos Pedidos Pedidos Pedidos agendados agendadosagendados agendados Cardiologia Cirurgia Geral 164164164164
Cirurgia Geral - Obesidade
Dermatologia 727727727727 Doenças Infecciosas Endocrinologia 264264264264 Imuno-Hemoterapia Medicina Física e Reabilitação Medicina Interna Nefrologia Ortopedia 323323323323 Urologia 215215215215 Total Total Total Total 1.7841.7841.7841.784 CONSULTAS DE ESPECIALIDADE em 2010 Pedidos a Pedidos a Pedidos a Pedidos a aguardar aguardar aguardar aguardar consulta a consulta a consulta a consulta a 2010 2010 2010 2010
Consultas Realizadas 2010Consultas Realizadas 2010Consultas Realizadas 2010Consultas Realizadas 2010 por nível de prioridade por nível de prioridadepor nível de prioridade por nível de prioridade
Pedidos Pedidos Pedidos Pedidos agendados agendadosagendados agendados N.º Consultas Realizadas “Muito prioritária” Realizadas até 30 dias “Prioritária” Realizadas entre 31 e 60 dias 27 27 27 27 200 2 35 164 164 164 164 1.051 24 40 2222 2 0 0 727 727 727 727 2.376 11 451 5555 53 0 1 264 264 264 264 647 117 121 0000 1 0 0 11 11 11 11 66 0 9 3333 174 11 49 43 43 43 43 136 4 20 323 323 323 323 1.750 2 18 215 215 215 215 716 1 113 1.784 1.784 1.784 1.784 7.1727.1727.1727.172 172172172172 857857857857 19 em 2010 - SISTEMA CTH Consultas Realizadas 2010 Consultas Realizadas 2010 Consultas Realizadas 2010 Consultas Realizadas 2010
por nível de prioridade por nível de prioridadepor nível de prioridade por nível de prioridade
“Normal” Realizadas entre 60 e 150 dias Consultas Realizadas fora TMRG 155 8 978 9 2 0 1.832 82 52 0 244 165 1 0 52 5 112 2 104 8 1.694 36 526 76 5.752 5.7525.752 5.752 391391 391391
(Fonte: UCGIC)
ESPECIALIDADE
ESPECIALIDADEESPECIALIDADE
ESPECIALIDADE
Produção Cirurgia Produção Cirurgia Produção Cirurgia Produção Cirurgia Operados 2010 Cirurgia Geral 2.032 Dermatologia 545 Nefrologia 171 Ortopedia 1.871 Urologia 924 Total TotalTotal Total 5.5435.5435.5435.543
LIC – Lista de inscritos em cirurgia TE – Tempo de espera
Produção Cirurgia Produção Cirurgia Produção Cirurgia Produção Cirurgia Programada Programada Programada Programada Lista de Inscritos Lista de Inscritos Lista de Inscritos Lista de Inscritos para Cirurgia (LIC) para Cirurgia (LIC) para Cirurgia (LIC) para Cirurgia (LIC)
Operados Operados 2009 Variação 2010 - 2009 (%) Mediana TE LIC 2010 (meses) Mediana TE LIC 2009 (meses) 2.032 2.256 -11,02% 3,20 545 451 17,25% 1,05 171 213 -24,56% 0,00 1.871 2.058 -9,99% 2,70 924 931 -0,76% 2,25 5.543 5.543 5.543 5.543 5.9095.909 5.9095.909 ----6,60%6,60%6,60%6,60% 2,702,702,702,70
Lista de inscritos em cirurgia
20 Lista de Inscritos
Lista de Inscritos Lista de Inscritos Lista de Inscritos para Cirurgia (LIC) para Cirurgia (LIC) para Cirurgia (LIC) para Cirurgia (LIC)
Mediana TE LIC 2009 (meses) Variação Mediana TE LIC 2010 - 2009 (%) 2,20 31,25% 0,85 19,05% 0,00 2,40 11,11% 2,40 -6,67% 2,20 2,20 2,20 2,20 18,52%18,52% 18,52%18,52%
HOSPITAIS: ACTIVIDADE CIRÚRGICA (Fonte: UCGIC) Grupo Grupo Grupo Grupo P P P
Patologiaatologiaatologia atologia
Prioridade PrioridadePrioridade Prioridade nível nível nível nível
1111 Média TE (meses) Prioridade nível Prioridade nível Prioridade nível Prioridade nível Média (meses) Oncologia 0.75 Outros 2.42
HOSPITAIS: ACTIVIDADE CIRÚRGICA -Tempo de espera por nível de prioridade
Prioridade nível Prioridade nível Prioridade nível Prioridade nível 2222 Média TE (meses) Prioridade nível Prioridade nível Prioridade nível Prioridade nível 3333 Média TE (meses) Prioridade nível Prioridade nível Prioridade nível Prioridade nível 4444 Média TE (meses) 0.27 0.00 0.68 0.00 21 Tempo de espera por nível de prioridade 2010
Prioridade nível Prioridade nível Prioridade nível Prioridade nível Média TE (meses) Operados 2010 Média TE (meses) operados 2010 0.00 1.258 0.59 0.00 4.258 1.31
HOSPITAIS: MEIOS COMPLEMENTARES DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA EM DOENÇAS CARDIOVASCULARES
(Fonte: Registo Nacional de Doenças Cardiovasculares)
Tipo de intervenção Tipo de intervençãoTipo de intervenção Tipo de intervenção Cateterismo cardíaco Cateterismo de diagnóstico Cateterismo de intervenção Pacemaker cardíaco Primeiras implantações Substituições
COMPLEMENTARES DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA EM DOENÇAS CARDIOVASCULARES em 2010 e 2009
de Doenças Cardiovasculares)
Intervenções realizadas e tempo de resposta Intervenções realizadas e tempo de respostaIntervenções realizadas e tempo de resposta Intervenções realizadas e tempo de resposta
Nº de exames realizados 2010 Nº de exames realizados 2009 Variação 2010-2009 (%) Cateterismo de diagnóstico 1264 1208 4.43% Cateterismo de intervenção 464 503 -8.41% 345 368 -6.67% 41 18 56,10% 22 COMPLEMENTARES DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA EM
Intervenções realizadas e tempo de resposta Intervenções realizadas e tempo de respostaIntervenções realizadas e tempo de resposta Intervenções realizadas e tempo de resposta
Variação 2009
Nº de exames realizados até 30 dias seguidos após indicação clínica
2010
4.43% 1264
8.41% 464
6.67% 345
Anexos
Contratualização 2007-2009 (assinado a 27 Fevereiro de 2009 e homologado 09 de Outubro 2009, pelo Exmo. Sr. Secretário de Estado da Saúde, Dr. Francisco Ramos )
(assinado a 27 Fevereiro de 2009 e homologado 09 de Outubro 2009, pelo Exmo. Sr. Secretário de Estado da Saúde, Dr. Francisco Ramos )
23 (assinado a 27 Fevereiro de 2009 e homologado 09 de Outubro 2009,