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Capitulo 6 Custos de producao

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(1)
(2)

Comportamento dos custos e da receita

No capítulo anterior, estivemos interessados

no estudo da teoria da produção, da

eficiência, tanto técnica como econômica.

No presente capítulo, os esforços se

concentrarão em estudar o

comportamento dos custos e da receita e,

assim, ver como a firma decide quanto

produzir para atingir seu objetivo básico –

a maximização dos resultados.

(3)

Comportamento dos custos e da receita

Sabe-se que o lucro (L) corresponde à diferencia entre

o valor da receita (R) e os custos (C) incorridos para

produzir as mercadorias vendidas: L=R-C

A receita é a quantidade dos produtos vendidos vezes

os preços de mercado.

Os custos dependem não apenas das combinações dos

fatores, como dos preços desses insumos.

Portanto, a maximização dos lucros está em função dos

preços dos produtos e dos insumos, que, por sua vez,

dependem do tipo de concorrência existente no

mercado.

(4)

Comportamento dos custos, da receita e

dos lucros

Firmas com grande poder de barganha no mercado, como

por exemplo, os monopólios, podem conseguir preços mais

baixos para seus insumos e manipular os preços de seus

produtos em beneficio próprio.

O mesmo não ocorre com pequenas firmas sem poder de

mercado.

Uma padaria, por exemplo, dificilmente vai poder cobrar

mais pelo seu pão (controlando pela qualidade) do que o

preço de mercado. Nem vai poder comprar insumos com

um desconto maior do que outras padarias obtêm.

(5)

Comportamento dos custos, da receita e

dos lucros

Do ponto de vista da concorrência existente no

mercado, podem-se distinguir dois modelos

básicos:

a) O modelo de concorrência perfeita ou pura e

b) O modelo de mercado de concorrência

(6)

O modelo de concorrência perfeita ou pura se

distingue pelas seguintes hipóteses:

1. O mercado é atomizado, ou seja, é composto de um

número grande de compradores e vendedores tão

pequenos que nenhum deles pode isoladamente afetar o

preço dos produtos. Para eles o preço é dado pelo

mercado.

2. Os produtos são homogêneos e, portanto, o comprador é

indiferente quanto à firma que fabricou o produto, de

modo que o produto mais barato será o preferido.

3. Existe um perfeito fluxo de informações no mercado.

4. Não existe impedimento para a livre mobilidade de

compradores e compradores.

Portanto, se a curva geral de demanda tem inclinação

negativa, para uma firma em particular com um produto

homogêneo num mercado de concorrência perfeita esta

curva é horizontal.

(7)

O modelo de mercado de concorrência imperfeita se

distingue pelas seguintes características.

1. Diferenciação de produtos.

Mesmo que o numero de vendedores seja

grande, alguns produtores atingem certo

grau de “monopólio” sobre o tipo de bem

que produz, dado que tem características

próprias, diferentes dos substitutos

ofertados no mercado.

Essa diferencia pode ser pela força da marca,

qualidade, garantias, design, serviços

pós-venda ou embalagem mais atraente.

(8)

AndroidDragonflyBSDeComStationFreeBSDFreeDOSHaiku

Inferno (Sistema Operacional)IOS

Linux (várias distribuições)Mac OS XMeeGo[6].  MenuetOSMicrosoft Windows (83,26%)MINIXNetBSDOpenBSDSolaris

Unix System V Estimativa do uso de sistemas operacionais segundo uma amostra de computadores com acesso a Internet (sempre verificar atualização na fonte) (Fonte: W3counter).

Exemplos de Diferenciação de produtos:

sistemas operacionais ativos

(9)

O modelo de mercado de concorrência imperfeita se

distingue também pelas :

2. Número limitado de vendedores e/ou compradores.

Ocorre uma situação de monopólio (do grego mono = um

polien = vender) quando existe apenas uma firma no

mercado vendendo ou comprando (no caso de

monopsônio) determinado produto.

No caso de um pequeno número de compradores ou

vendedores diz-se temos um oligopólio ou oligopsônio.

Os monopólio e oligopólio surge devido a características

particulares de mercado, ou devido a regulamentação

governamental, o monopólio coercivo.

Eles criam uma particularidade econômica, em que a

curva de demanda do bem fica negativamente

inclinada, na medida em que a curva de oferta da

firma e a do mercado são as mesmas.

(10)

2. Número limitado de vendedores e/ou compradores.

Na hipótese de não haver qualquer restrição governamental, a

firma mais importante freqüentemente exerce a liderança,

estabelecendo preços que maximizam seus interesses, e as

demais tacitamente seguem sua estratégia.

No Brasil, um exemplo de monopólio coercivo ocorre na

exploração de petróleo que era exclusivamente feita pela

Petrobrás até 1997.

A partir da Emenda Constitucional nº 9, de 1995,

flexibilizou-se esflexibilizou-se monopólio, admitindo que a União pode contratar

empresas estatais ou privadas para realizar essas

atividades econômicas objeto de monopólio (Pesquisa,

lavra, refino, importação exportação e transporte).

Além disso, para estimular o desenvolvimento de novas

tecnologias a maioria das legislações permite que as

empresas que fizeram invenções tenham o monopólio

das mesmas durante determinado período.

(11)

2. Número limitado de vendedores e/ou compradores.

Esse tipo de concorrência ocorre também

na industria básica, onde em função das

economias de escalas o volume de

produção é grande de modo que o

mercado permite um pequeno número

de empresa.

Industria

siderúrgica,

distribuição

de

energia

elétrica,

sistema

de

fornecimento de água são exemplos

característicos de monopólios naturais.

(12)

O modelo de mercado de concorrência imperfeita

No caso de concorrência imperfeita, as

curvas de procuras para a firma isolada

se apresentam na sua forma tradicional,

descendente da esquerda para a direita.

O monopólio não se subordina a um

determinado preço ditado pelo mercado.

Isto não significa, todavia, que a

empresa monopolista deve aumentar os

seus preços infinitamente, já que o

acréscimo destes possibilita o aumento da

receita só até certo limite.

(13)

Receita total, receita média e receita marginal.

Tabela 1. Produção e receitas num mercado de concorrência perfeita.

Preço (P) Quantidade (Q) Receita Total Receita Marginal Receita Média

20

1

20

20

20

20

2

40

20

20

20

3

60

20

20

20

4

80

20

20

20

5

100

20

20

20

6

120

20

20

20

7

140

20

20

20

8

160

20

20

20

9

180

20

20

20

10

200

20

20

20

11

220

20

20

(14)

Receita total, receita média e receita

marginal.

Gráfico 1. Curva de procura, Rme e RMg

num Mecado de concorrência perfeita

0 5 10 15 20 25 30 35 40 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 101112131415161718 Q P =R M e= R M g

(15)

Receita total, receita média e receita marginal.

Tabela 2. Produção e receitas num mercado de concorrência imperfeita.

Preço

(P) Quantidade(Q) Receita TotalRT=P*Q

Receita Marginal RMg=RTn-RTn-1 Receita Média PMe=RT/Q=P

40

1

40

40

40

38

2

76

36

38

36

3

108

32

36

34

4

136

28

34

32

5

160

24

32

30

6

180

20

30

28

7

196

16

28

26

8

208

12

26

24

9

216

8

24

22

10

220

4

22

20

11

220

0

20

(16)

Receita total, receita média e receita

marginal.

Gráfico 2. Curva de demanda, Receita Marginal e Média 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Quantidades

Curva de demanda e receita média

(17)

Custos de produção

Do ponto de vista econômico pode-se considerar

custo, todos os esforços feitos para produzir

um determinado produto.

Os custos correspondem às compensações que

devem ser oferecidas aos proprietários dos

fatores produtivos, a fim de que coloquem a

disposição da empresa os serviços desses

fatores.

(18)

Custos de produção

No curto prazo, os custos totais de produção (CT)

são geralmente divididos em duas parcelas:

Custos fixos (CF) e Custos variáveis (CV).

Portanto CT=CF+CV.

Os custos variáveis são aqueles que variam em

correspondência com as quantidades produzidas.

Representam as despesas realizadas com os

(19)

Custos fixos

Os custos fixos são aqueles que se mantêm constantes,

independentemente das variações das quantidades

produzidas.

Isto é, qualquer que seja o nível de utilização da

capacidade produtiva da empresa.

Como exemplo, podem ser citados os gastos com juros

sobre empréstimos de longo prazo, contrato de

aluguel, seguros, salários de mão-de-obra indireta

(contador, administrativos, zelador, equipe de

manutenção, etc.).

Entre esses custos contemplam-se também os chamados

custos de oportunidades que consideram, por exemplo,

os melhores ganhos que se poderiam obter

(20)

Custo econômico & custo contábil

Nesse sentido é importante distinguir o custo econômico do custo contábil .

Esse ultimo equivale a todos os pagamentos que faz uma empresa, a seus fornecedores, aos seus trabalhadores, ao fisco e a seus credores.

Custos implícitos são custos que não são explicitamente contabilizados pela firma.

Por Exemplo, se o capital for de terceiros, proveniente de empréstimos tomados junto ao setor financeiro, os juros constituem o custo de oportunidade desse capital, que e explícito, portanto contabilizado como custo tanto por contadores como por economistas.

Todavia, se o capital for próprio, proveniente dos sócios ou acionistas, o custo de oportunidade, que seria a melhor alternativa ao uso do dinheiro fora da aplicação em capital da firma, e um custo implícito.

Portanto, o lucro econômico pode ser diferente do lucro contábil quando existem esses custos implícitos.

O lucro econômico igual a zero não significa que a firma não tem lucros contábeis.

Ela terá um lucro contábil positivo, que será igual ao rendimento que os acionistas da empresa obteriam se tivessem investido o seu dinheiro no mercado financeiro.

(21)

Custo social versus custo privado

Outra distinção importante e a de custo social versus custo

privado.

Recordando que os custos econômicos devem refletir “o

que se gasta” para produzir uma unidade adicional, estes

devem também considerar as perdas que não

necessariamente se transacionam nos mercados, como as

externalidades na produção.

Por exemplo, a produção de eletricidade com base em

plantas termelétricas produz efeitos negativos ao meio

ambiente.

Vamos supor que todos os custos medidos são econômicos e

que não existe distinção entre custo social e custo privado.

(22)

A função de custo total pode ser representada graficamente como

no Gráfico 3 que reflete os dados da Tabela 3. Ela geralmente é

representada como uma função cúbica do tipo CT=a+b

1

Q-b

2

Q

2

+b

(23)

CT=40+6,14Q-1,2Q

2

+0,136Q

3

Gráfico 3. Curvas de CT, CV e CF

0 20 40 60 80 100 120 140 160 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Q C u st o s CT CV CF

(24)

CT=40+6,14Q-1,2Q

2

+0,136Q

3

A interseção da curva CT com o eixo vertical corresponde ao custo com o qual tem-se que arcar mesmo que não haja produção alguma, ou seja, o custo fixo.

Se subtrairmos da curva de custo total a curva de custo fixo obtemos a curva de custo variável.

Pelo fato de o custo fixo ser

constante, a distância vertical entre as curvas de custo total e de custo variável é sempre $40.

Gráfico 3. Curvas de CT, CV e CF

0 20 40 60 80 100 120 140 160 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Q C u st o s CT CV CF

(25)

1. Numa primeira fase, o aumento do custo total é decresce a medida que aumenta a

produção, dado que estamos na fase de rendimentos

crescentes decorrente de

uma melhor especialização do trabalho, da utilização mais eficiente dos equipamentos, aprimoramento da

organização, aproveitamento de subprodutos. Portanto, esse trecho côncavo

corresponde ao trecho converso da curva de produção total que analisamos nas aulas anteriores.

Gráfico 3. Curvas de CT, CV e CF

0 20 40 60 80 100 120 140 160 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Q C u st o s CT CV CF

2. Numa segunda fase, no trecho

2. Numa segunda fase, no trecho

convexo, após o ponto de inflexão, o

convexo, após o ponto de inflexão, o

aumento do custo total é crescente,

aumento do custo total é crescente,

já que corresponde à fase côncava

já que corresponde à fase côncava

da curva de produção total.

da curva de produção total.

A curva de custo total mostra:

(26)

• o custo marginal (CMg) que

corresponde ao aumento de custo total decorrente da produção de uma unidade adicional:

CMg=(CT)/(Q). Usando a linguagem de cálculo o custo marginal representa a inclinação da curva de CT em cada ponto ou sua derivada primeira.

•O custo médio CMe, nos estágios iniciais, declina e, após atingir um mínimo, aumenta.

• O custo fixo médio é decrescente e tende a zero, já que se diluem a medida que aumenta a produção. • O custo variável médio se

apresenta na tradicional forma de U, devido ao comportamento da função produção.

É interessante observar, que no segmento ascendente, a curva CMg corta a curva de CMe.

Neste ponto, temos o mínimo dos custos médios, ou seja, o custo unitário mínimo.

(27)

O equilíbrio da firma em curto prazo

Partindo da hipótese da maximização dos lucros,

segue-se que a firma ampliará sua produção segue-sempre que

isso permita aumentar os lucros da empresa. Para

tomar essa decisão a firma precisa computar:

qual o aumento de receita decorrente do aumento

da produção, ou seja, qual a receita marginal

(RMg) da última unidade produzida e

qual o aumento de custo necessário para a

produção dessa nova unidade, ou seja, qual o custo

marginal (CMg) da última unidade.

(28)

O equilíbrio da firma em curto prazo

Se a receita marginal for maior que o custo

marginal (RMg>CMg) a produção dessa

unidade adicional propiciará um aumento dos

lucros.

Será sempre compensador expandir a produção,

enquanto a RMg for superior ao CMg.

Em contrário, se RMg<CMg, cada unidade

adicional produzida diminui os lucros ou

aumento o prejuízo.

(29)

O equilíbrio da firma em curto prazo

Nestas condições, o ponto de equilíbrio ou ponto ótimo

da firma, que propiciará lucros máximos, será

aquele em que a receita marginal é igual ao custo

marginal (RMg=CMg).

Porém, pode acontecer que a curva de custo marginal

tenha a forma de U; inicialmente seja decrescente,

atinja um mínimo e aumente para os níveis de

produção mais altos.

Neste caso, podemos ter dois ponto de igualdade entre

RMg e CMg.

Obviamente o segundo ponto, no segmento ascendente,

é o ponto ótimo, uma vez que corresponde a uma

quantidade maior de produção e lucro.

(30)

O Gráfico, em consonância com os dados da Tabela, mostra que o ponto

de equilíbrio em condições de competição perfeita seria alcançado ao

nível de produção entre 9 e 10 unidades, quando P=CMg=RMg=20.

(31)

O Gráfico, em consonância com os dados da Tabela, mostra que o ponto

de equilíbrio em condições de competição perfeita seria alcançado ao

nível de produção entre 9 e 10 unidades, quando P=CMg=RMg=20.

(32)

Para melhor ilustrar essa

observação, consideremos os Gráficos 6 e 7 que

reproduzem os dados da Tabela 4.

Vemos que se a empresa nada produze seu prejuízo será igual ao seu custo fixo. Na medida que aumenta a

produção o prejuízo se reduz, anulando-se no ponto em que o custo total se iguala à

receita total. A partir daí, a empresa passa a obter lucros em escala crescente, até

atingir um máximo. Esse

máximo coincide com o ponto em que RMg=CMg.

Depois desse nível de

maximização, os aumentos da produção deixam de ser

compensadores, já que os lucros começam a declinar e a empresa poderá voltar a incorrer em prejuízo. Gráfico 6 -50 0 50 100 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 Quantidades produzidas L u c ro P re ju íz o Gráfico 7 0 100 200 300 400 500 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 Quantidades C u st o e R ec ei ta s RT CT

(33)

Na Tabela 5 encontra-se o exemplo numérico representativo da

situação de uma empresa monopolista a curto prazo. A estrutura

de custo é a mesma do exemplo anterior. A maximização dos

(34)

O Gráfico 8, que ilustra os dados da Tabela 5, mostra que o ponto de equilíbrio em condições de

competição imperfeita seria alcançado ao nível de produção de 7,5 unidades, quando CMg=RMg=12. A linha continua levantada desse ponto Q=7,5 até a curva de procura identifica o preço de equilíbrio. Isso significa que ao preço de $ 27, a empresa está disposta a ofertar 7,5 unidades do produto considerado, porque essa é a combinação de preço, quantidade e custo que lhe assegura o lucro máximo.

(35)

Monopólio

O monopólio, como se verifica, maximiza os

lucros quando o preço pago pelo

consumidor é bem maior do que o custo

marginal correspondente, enquanto na

concorrência perfeita, o preço e o custo

marginal tendem a ser iguais.

Assim, no monopólio, comparativamente com

a concorrência perfeita, o preço que

proporciona o máximo lucro não é o que

conduz ao resultado social mais desejável.

O monopólio cobra mais e restringe a

(36)

Curvas de ofertas da firma na competição

imperfeita e perfeita

(37)

Curva da oferta da firma em concorrência

perfeita

Aqui a curva de procura D1 corresponde

também à curva de receita marginal dado que RMg= P e na sua interseção com a curva do custo marginal (CMg) define o ponto de equilíbrio da firma: o ponto A, onde P=20 e Q=9,5. Se admitirmos o deslocamento dessa curva de procura para D2, e D3 teremos os novos pontos de

(38)

Curva da oferta da firma em concorrência

perfeita

Observe que, nos pontos A e B, o preço de

equilíbrio está acima do custo médio ou unitário. Estes são, portanto, pontos ótimos que asseguram lucros máximos.

No ponto C, porém, o preço é exatamente igual ao custo médio. Não há lucro nem prejuízo, mas não podemos esquecer que o custo de oportunidade está incluído nos custos.

Esse é o ponto ótimo particular: o ponto de

(39)

Curva da oferta da firma em concorrência

perfeita

No ponto D, a firma está tendo prejuízo porque o preço é inferior ao custo médio ou unitário. Todavia, enquanto o preço for superior ao custo

variável médio, haverá uma sobra para cobrir parte dos custos fixos e, por isso,

compensa continuar

produzindo. Embora não se tenha lucros, está-se

minimizando o prejuízo, já que não produzindo a perda seria maior.

Isso já não ocorre no ponto E. Aqui o preço não cobre o custo variável médio e a solução é o encerramento das atividades da empresa. Este é um ponto de fechamento ou shut down.

(40)

Exemplo: problema de maximização de lucros de

uma firma com tecnologia Cobb-Douglas.

(41)

Exercício

Suponha que você seja um administrador de uma

fábrica de relógios de pulso que opera em um

mercado competitivo. Seu custo de produção é

expresso pela equação: C=25+Q-Q

2

+(1/3)Q

3

, onde Q

é o nível de produção e 25 – o custo fixo.

Se o preço dos relógios for $50, quantos relógios

você deverá produzir para maximizar o lucro?

Qual será o nível de lucro?

Represente num gráfico a Curva de oferta da firma

e nela o ponto de fechamento ou shut down e os

segmentos que correspondem ao Prejuízo mínimo e

aos Lucros máximos.

(42)

Exercício

nível de produção que maximiza o lucro= 8,071

Referências

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