Congresso da ABES em 2015 será no
Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro se-rá sede do 28º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental e da Fitabes - Feira Interna-cional de Tecnologias de Saneamento Ambiental. O Congresso acontecerá de 4 a 8 de outubro de 2015, no Riocentro.
O Congresso estava pro-gramado para ser realizado em Belém. Porém, devido a dificuldades operacio-nais, a um ano do evento, a Diretoria da ABES decidiu mudar o local de realiza-ção, utilizando a sede al-ternativa, que é a cidade do Rio de Janeiro.
A ABES vem buscando, a cada edição do Congresso e da FITABES, atender de
CBESA
saneamento, não somente organizando o maior even-to científico deste seeven-tor na América Latina, como também oferecendo boas oportunidades de negócios aos que expõem em suas Feiras.
Reafirmamos nosso compromisso na realização de mais um Congresso que congregue pesquisadores e especialistas brasileiros e internacionais, profissio-nais e estudantes do Sa-neamento e do Meio Am-biente e empresas públicas e privadas para a troca de experiências e boas práti-cas no Brasil e no exterior, bem como para o fortaleci-mento do setor.
Esperamos por você no
Trabalhos técnicos Prorrogado o prazo para inscrições
A ABES prorrogou o prazo de inscrições de tra-balhos técnicos para o 28º Congresso
Brasileiro de Engenha-ria SanitáEngenha-ria e Ambien-tal. Os trabalhos podem ser inscritos até 30 de setembro. Para mais in-formações, acesse http:// www.abes.locaweb.com. br/XP/XP-EasyPortal/Si-te/XP-PortalPaginaShow. php?id=805
A ABES, através de sua parceria com a WEF - Water Environment Federation, do Reino Unido, passa a disponibilizar o acesso gratuito a três publicações internacionais: “World Wa-ter”, “World Water: Water Reuse & Desalina-tion (WWWR&D)” e World Water: Stormwater Management.
As publicações da WEF Publishing UK, em inglês, estão disponíveis em versão digital. Saiba mais sobre cada uma delas:
World Water
É a primeira revista para o setor de quali-dade da água. Fornece informação útil e de vanguarda sobre os temas da água, em nível mundial.
World Water: Water Reuse & Desalination (WWWR&D)
Principal publicação para os setores de reuso e dessalinização, com informação de ponta sobre temas globais da reutilização de água e da dessalinização, abrangendo não só as questões técnicas e científicas a eles rela-cionadas, mas as políticas, a saúde pública e os aspectos financeiros dessas questões tão oportunas e atuais da água.
World Water: Stormwater Management
Apresenta foco em soluções atuais que aju-dam a gerenciar o escoamento e os fluxos de águas pluviais em áreas públicas, industriais e comerciais.
Associados da ABES têm acesso a três
publicações internacionais
ANA seleciona projetos de pagamento
por serviços ambientais
PROGRAMA PRODUTOR DE ÁGUA
Até 20 de outubro, a Agên-cia Nacional de Águas (ANA) receberá propostas de pro-jetos de pagamento por serviços ambientais (PSA) para o Programa Produtor de Água, iniciativa que esti-mula práticas conservacio-nistas para água e solo em propriedades rurais para revitalizar bacias hidrográ-ficas.
As inscrições devem ser realizadas pelo site do Sis-tema de Convênios do Go-verno Federal (SICONV), www.convenios.gov.br. Es-tão previstos R$ 5,6 milhões em recursos, com limite máximo de R$ 700 mil por projeto.
A ANA selecionará traba-lhos em duas modalidades: para apoio técnico e finan-ceiro ou para capacitação e apoio técnico. Os recursos repassados pela Agência deverão ser utilizados em ações de conservação de água e solo, como: constru-ção de barraginhas (bacias de captação e infiltração de água da chuva), plantio de mudas de espécies nativas, construção de terraços de nível, cercamento de áreas
ção ambiental, adequação de estradas rurais, entre outras medidas. Os recur-sos da ANA não poderão ser disponibilizados para o PSA, o que é realizado por outras instituições parceiras, co-mo, por exemplo, comitês de bacias.
Podem participar da se-leção órgãos e entidades da administração direta e indireta dos municípios, estados, Distrito Federal e consórcios públicos. Os projetos devem garantir o pagamento por serviços ambientais para produto-res rurais obedecendo às condições do Programa Produtor de Água, contidas no edital do processo sele-tivo. Caso os R$ 5,6 milhões disponíveis não sejam total-mente utilizados na primei-ra etapa da seleção, será aberta uma segunda etapa de inscrições entre 20 e 30 de novembro.
Os resultados da primei-ra fase serão divulgados até 19 de novembro no site do Programa Produtor de Água: www.ana.gov.br/pro-duagua. Em caso de segun-da etapa, a divulgação será
Produtor de Água da ANA
O Programa Produtor de Água foi lançado pela ANA em 2001 e tem foco no estí-mulo à política de pagamen-to por serviços ambientais voltada à proteção hídrica no Brasil. A iniciativa estimula práticas conservacionistas em propriedades rurais de forma a melhorar a qualida-de da água e aumentar sua vazão, revitalizando as ba-cias hidrográficas.
O Produtor de Água con-siste em remunerar o pro-dutor rural com valores proporcionais aos serviços ambientais prestados, que beneficiam a sociedade, além de oferecer assistên-cia técnica para a recupera-ção ambiental da proprie-dade. A iniciativa apoia pro-jetos que busquem reduzir a erosão e o assoreamento de mananciais no meio ru-ral em parceria com insti-tuições públicas, privadas ou com organizações do terceiro setor.
Mais de 20 projetos do Pro-dutor de Água estão vigentes pelo País, como o de Extrema (MG) e do Pipiripau (DF).
Evento debate indicadores e titularidade
do saneamento
ABES-RS
A discussão sobre os indicadores no sa-neamento ambiental do Brasil foi o foco do III Diálogos do Saneamento, promovido pela ABES-RS, em Porto Alegre, nos dias 26 e 27 de agosto.
O Sistema Nacional de Informações em Sa-neamento (SNIS) e a titularidade dos serviços públicos de saneamento em aglomerações ur-banas foram os temas destaques dos dois dias de evento.
O evento contou com convidados como a gerente de projetos do Ministério das Cida-des, Lauseani Santoni, que palestrou sobre as estratégias do Sistema Nacional de Infor-mações em Saneamento (SNIS), que foi criado em 1996 tratando sobre água e esgoto e em 2002 foi complementado com dados relativos aos resíduos sólidos. O sistema oferece a tro-ca de informações com um banco de dados e indicadores de caráter operacional, gerencial, financeiro e de qualidade sobre a prestação de serviços. “O Brasil é referência em siste-ma de inforsiste-mações sobre saneamento. Temos uma parceria com a Alemanha e a França e estamos fechando um Acordo de Cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) para levar a experiência do SNIS para alguns países como Gana, Marrocos e Moçam-bique”, informou Lauseani.
O coordenador do Programa Especial de Gestão de Perda e Sustentabilidade da COR-SAN e diretor da ABES, Ricardo Rover Macha-do, explicou o uso do Sistema de Informações como instrumento de gestão na entidade. De 1996 a 2000, os dados da CORSAN no sistema de informações eram incompletos. Entre 2000 e 2007, houve o aprimoramento da coleta. Nos últimos sete anos, a empresa considera que houve modificações consideráveis, pois
procu-raram dar ênfase à qualidade e à credibilida-de na coleta credibilida-de dados. “O SNIS permite que a sociedade avalie a eficiência da sua empresa de saneamento, além de oferecer informações contábeis, financeiras, operacionais e admi-nistrativas.”
Ainda ressaltou o ano que foi um marco para o setor. “Três fatores muito importantes acon-teceram no ano de 2007. O primeiro foi o Marco Regulatório da Lei N° 11.445, que estabeleceu as diretrizes nacionais para o saneamento bá-sico, o surgimento do Programa de Aceleração do Crescimento e o início da padronização de indicadores do mundo inteiro pela Internatio-nal Water Association (IWA)”, completa.
No segundo dia do encontro, o tema principal foi a titularidade dos serviços públicos de sa-neamento em aglomerações urbanas. Apesar do foco em saneamento, o problema é tratado por todos como uma questão política e social geral, pois envolve as relações intermunicipais em que as questões devem ter comunicação entre estado, municípios e setor privado.
O evento teve ainda palestra do advogado Wladimir Ribeiro, que tratou sobre os efeitos
da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a titularidade dos serviços de saneamen-to. O STF declarou inconstitucional o modelo de governança adotado no Rio de Janeiro para a titularidade de serviços públicos em regiões com aglomeração urbana como as regiões metropolitanas. Desta maneira, o julgamento do STF fixou diretrizes para as cidades e um prazo de dois anos (que se encerra em março de 2015) para estruturação dos planos de go-vernança. “O prazo de dois anos para Salvador e Rio de Janeiro acabou fixando diretrizes para toda e qualquer região metropolitana se ade-quar. O desafio agora é conciliar as exigências de municípios e estado com a escala e organi-zação necessárias para a gestão das políticas públicas”, explicou.
Para a assessora jurídica da Associação Bra-sileira das Concessionárias Privadas de Servi-ços Públicos de Água e Esgoto (ABCON), Vanes-sa Souza RoVanes-sa, a visão das empreVanes-sas privadas é de apreensão e insegurança, pois a decisão do STF deixou pontos em aberto e essa abertura pode gerar coisas boas e ruins para o setor co-mo um todo, não só para a iniciativa privada. “A insegurança para as concessionárias privadas reflete nos contratos em vigor e para as próxi-mas licitações. Isto pode gerar uma redução de investimentos, temor e menor participação, o que vai ser ruim para todo o setor.”
A visão das concessionárias estaduais foi tra-tada pelo secretário executivo da Associação de Empresas de Saneamento Básico Estaduais (AESBE), Luiz Carlos Aversa, que reconheceu a titularidade por parte dos municípios, mas en-tende necessária a integração entre os muni-cípios por um bem maior. O exemplo dado por Aversa foi do Rio Tietê em São Paulo. “A Sabesp investiu para tratamento do rio fora da região metropolitana e ele tem melhorado muito, mas se municípios autônomos não investirem, o pri-meiro investimento não terá valido a pena.”
O vice-presidente da Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento
(AS-a decisão do STF não mudou (AS-a questão d(AS-a ti-tularidade. Assim como os outros painelistas, Presser reafirmou que a titularidade perma-nece sendo municipal. “O STF tratou da inter-municipalidade que trata diversos setores, co-mo transporte de passageiros e saneamento. A intermunicipalidade deve se organizar nas funções de interesse comum e não na presta-ção de serviço em si. Esta é a visão da ASSE-MAE: a titularidade continua a ser municipal.”
Assim ocorreu em Salvador, a titularidade permanece municipal, mas, através de uma lei complementar estadual que prevê um sistema de planejamento metropolitano, sistema de fundos e quatro órgãos de governança: um co-legiado metropolitano (governador, os prefei-tos dos municípios); Comitê Técnico; Conselho Participativo (formado pela sociedade civil); e o Presidente do Comitê Técnico (reconhecido como Secretário Geral da Região Metropolita-na de Salvador).
O III Diálogos do Saneamento contou, ainda, com uma mesa de debate apresentando casos práticos de gestão intermunicipal, com a pre-sença do Superintendente da Funasa no Rio Grande do Sul, Gustavo Melo, e com o coorde-nador do Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí (CIMVI), Valter Conrado de Araújo.
As Câmaras Temáticas de Indicadores de Desempenho para o Saneamento Ambiental e de Regulação e Tarifas também marcaram presença no encontro. A participação das Câ-maras estará no boletim ABES Acontece de setembro.
ABES no 9º Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo
de Água de Chuva
Especialistas, profissionais e estudantes de 21 estados brasileiros reuniram-se em Feira de Santana, na Bahia, entre os dias 12 e 15 de agosto, no 9º Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva, promovido pela Uni-versidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), em parceria com a ABES-BA.
O encontro, que também teve presença de estudiosos da Austrália, Quênia, Suíça, Holan-da e Taiwan, debateu temas como modelagem hidráulica de sistemas de aproveitamento de água de chuva; aspectos sanitários - água de chuva e outras fontes; sistemas tecnológicos; manejo de microbacias; aspectos sociais e educação ambiental; captação para fins urba-nos e industriais; e água de chuva para agricul-tura e agropecuária.
Representada por Silvio Roberto Magalhaes Orrico, representante da ABES-BA no Conse-lho Diretor e professor da UEFS, a ABES inte-grou a mesa de abertura. “O encontro
promo-ABES-BA
veu a troca de experiências tanto institucionais como modelos técnicos de captação e manejo da água de chuva”, explica Silvio.
Segundo o especialista, o Brasil destacou-se ao apresentar casos de captação e manejo de água de chuva para consumo humano na zo-na rural, como o programa “1 Milhão de Cis-ternas” e sua ampliação para áreas fora do semiárido. “Estamos avançados em relação a outros países. Os especialistas estrangeiros puderam conhecer exemplos do trabalho atra-vés de visitas técnicas pela região”, pontuou o acadêmico.
A apresentação de exemplos de captação de água de chuva em áreas urbanas destacou ini-ciativas da Austrália e de Taiwan. Nessa moda-lidade, o Brasil ainda precisa avançar, segundo Orrico.
A Livraria da ABES-BA também esteve pre-sente no evento. “Conseguimos boa repercus-são junto aos participantes, acima das expec-tativas.”
Congresso mundial da ISWA acontece este mês em
São Paulo
Divulgado o Panorama 2013
RESÍDUOS SÓLIDOS
RESÍDUOS SÓLIDOS
A cidade de São Paulo se-diará, de 8 a 11 de setembro, o Congresso da International Solid Waste Association (ISWA) de 2014. O evento acontecerá no WTC (World Trade Center São Paulo).A ISWA é uma associação in-ternacional, não governamen-tal e sem fins lucrativos que atua pelo interesse público de promover e desenvolver o se-tor de resíduos sólidos ao redor do mundo para uma sociedade
sustentável. No Brasil, a as-sociação é representada pela ABRELPE – Associação Brasi-leira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais.
Para mais informações acesse: www.iswa2014.org
A ABRELPE – Associação Brasileira de Em-presas de Limpeza Pública e Resíduos Espe-ciais lançou em agosto o Panorama dos Re-síduos Sólidos no Brasil 2013, 11ª edição do relatório anual da associação.
Segundo o documento, o País registra a presença de lixões em todos os Estados e cerca de 60% dos municípios brasileiros ainda encaminham seus resíduos para locais inade-quados.
De acordo com a nova edição do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, cuja pesqui-sa abrangeu 404 municípios, representando mais de 45% da população brasileira, foram geradas mais de 76 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos no ano passado, o que representa um aumento de 4,1% em re-lação a 2012, índice bastante superior àquele verificado em anos anteriores.
Conheça mais detalhes do documento em http://www.abrelpe.org.br/panorama_apre-sentacao.cfm
ABES-SP e JPS marcam presença em eventos de
faculdades tradicionais de São Paulo
MEIO ACADÊMICO
A ABES-SP e o
Progra-ma Jovens Profissionais
do Saneamento estarão
presentes, nos meses de
setembro e outubro, nos
eventos promovidos por
algumas das mais
tra-dicionais instituições de
ensino superior de São
Paulo: as universidades
Com a presença do pre-sidente da ABES, Dante Ragazzi Pauli, a ABES Se-ção São Paulo inaugurou, na terça-feira, dia 26 de agosto, a segunda turma do curso de Pós-Gradu-ação em Engenharia de Saneamento Ambiental, na Universidade Macken-zie. A iniciativa é fruto da parceria entre a ABES--SP, a APECS (Associação Paulista de Empresas de Consultoria e Serviços em Saneamento e Meio Am-biente), a AESabesp e a instituição de ensino.
Mackenzie, Oswaldo Cruz,
USP e Federal do ABC.
Entre as participações, o
presidente da ABES,
Dan-te Ragazzi Pauli,
ministra-rá palestra técnica no dia
3 de setembro, durante
a XXVI Semana de
Enge-nharia e Tecnologia da
Universidade Mackenzie.
Veja a programação,
te-mas e palestrantes no site
da ABES-SP:
http://abes-
-sp.org.br/noticias/19-
-noticias-abes/6497-
-abes-e-jps-marcam-
-presenca-em-eventos-
-de-faculdades-tradicio-nais-de-sao-paulo
Inaugurada a segunda turma da Pós-Graduação da
ABES-SP
LIVRARIA VIRTUAL
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EXPEDIENTE
ABES Informa é um informativo
eletrônico da Associação Brasileira
de Engenharia Sanitária e Ambiental - ABES, atualizado quinzenalmente e
enviado via Internet para todos os sócios da entidade.
RESPONSÁVEIS: Dante Ragazzi Pauli
Presidente Nacional da ABES
Maria Isabel Pulcherio Guimarães
Diretora Executiva EDITORA DE CONTEÚDO: Ana Rogers (MTB 27.666-SP) REPORTAGENS: Sueli Melo EDITORAÇÃO ELETRÔNICA: Vinícius Prado e-mail: [email protected] Clique aqui para ver as edições anteriores
Mais informações: [email protected]
NOVOS SÓCIOS CURSOS
Hidráulica de Rios com Uso de HEC - RAS em combinação com Softwares Gis livres
1 a 5/09/2014 - São Paulo/SP Gestão de Resíduos Sólidos e Logística Reversa
15 e 16/09/2014 – Porto Alegre/ RS Política Pública e Gestão de Serviços de Saneamento
28 e 29/08/2014 • Vitória/ES
Tratamento de Esgoto Utilizando Tec-nologia Anaeróbia (UASB) e Aeróbia, com Reuso total dos Efluentes Líqui-dos e SóliLíqui-dos
17 a 20/09/2014 – Fortaleza/CE
A ABES dá as boas-vindas aos no-vos sócios:
Marcelo Fridori /SP; Mauro Senna/SP; Francisco Diego de Paula Silveira/CE; Marildo Guerini Filho/RS; Carlos Enrique de Medeiros Jeronimo/RN; Renata Teixeira de Almeida Minhoni/SP; Paulo Roberto Santos Corrêa de Carvalho/SP; Paulo Henrique Fonseca Bra-gança/MG; Viviane Malveira Cavalcanti/CE; Annyella Lays Cirqueira Brito/CE; Dora Hees de Negreiros/RJ; Mackson Ronny de Oliveira D’Anunciação/MT; Maria Fernanda Garrubo Bentubo/SP; Diego Tomaz de Nascimento Queiroz/BA; Iluska Barbosa Lins/BA; Pascoal do Sacramento Araújo Júnior/BA; Ricardo de Sousa Carneiro/MT; Afonsita Escolastica de Araujo Toledo/GO; Cláudia Silva Lopes Leal/ BA; Grazielle Rios Soares/BA; Renato Dan-tas Rocha da Silva/RN; Mayra Viviane Rocha-vetz de Lara/PR; Gabriel Horn Pittigliani/RS; Adalberto Sampaio Padilha/SP; Roxane Leite Dantas/BA; Sandro Alves De Carvalho Irmão/ SP; Vanessa Luana Oliveira Lima/CE; Thais Brito de Oliveira/DF; Leila Brandão Maciei-ra Freire Magnavita/BA; Ana Maria Gimenez Faria/SP; Luis Henrique Nunes Quezado/CE; Thiago Negreiros Moura/RN; Tarciana Ra-mos Diniz/PB; Guilherme Jauri Mazutti Mi-chel/MS; Davi Oliveira Braga/CE; Jefferson de Sousa Patriarca/GO; Juliana Volpi Favaretto/ SP; Júnia Cássia De Sousa Oliveira/MG; Re-nato Monteiro/SP; Aline Santos Procópio/MG; Andrea Portugal Fellows Kuhnert/DF; Doura-do Micheli Schiavini/SC