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São Roque, 21 de julho de 2020.

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São Roque, 21 de julho de 2020.

Excelentíssimo senhor presidente da Câmara Municipal da Estância Turística de São Roque, venho por meio desta solicitar providências desta casa de leis no intuito de exigir que a prefeitura de São Roque venha cumprir e prestar as informações que solicitei há meses - e que nem mesmo os diretores de departamento quiseram me prestar, conforme o protocolo anexado,

contrariando a lei de acesso à informação (lei esta que obriga os órgãos públicos e seus agentes a prestar a todo e qualquer cidadão ou cidadã as informações inerentes ao poder público.

Descrevo que sou moradora e comerciante no distrito de Maylasky, que há anos sofre por falta de Investimentos por parte do poder público. Sofremos com a falta de segurança, falta de manutenções cotidianas, falta de lazer, saneamento, políticas de fomentação e incentivo ao comércio e as poucas indústrias existentes no distrito, cabendo a cada empresário e comerciante lutar e sobreviver como pode... as custas do trabalho e investimento individual de cada um. Evidentemente que alguns podem mais, outros, infelizmente lutam para tentar sobreviver... é o nosso caso.

Há anos iniciei uma construção para tentar ampliar o meu pequeno comércio, de acordo com as normas exigidas pela Prefeitura, obedecendo as

leis vigentes. Contudo, há mais ou menos um ano a Prefeitura abriu uma rua sobre a linha férrea - propriedade não pertencente ao município de São Roque - utilizando de maqulnário e ftjncionários, bem como terra e bica corrida, isso sim pertencentes ao munícipio. Eis aí a primeira questão, a Prefeitura tinha autorização para fazer esta abertura?

A prefeitura tem amparo legal para utilizar o patrimônio público

(pertencente ao município) e colocar em propriedade alheia, sendo do estado ou de qualquer concessionária?

Informo ainda que esta referida rua aberta pela prefeitura sem as devidas obras complementares - tais como guias, sarjetas, bocas de lobo, pavimentação asfáltica, sinalização e nem faixa de pedestres - vem me causando enormes prejuízos financeiros e o deterioramento da minha

propriedade, uma vez que estamos convivendo dia e noite com a poeira, isso sem falar nos prejuízos à saúde.

No último documento enviado para a prefeitura eu sugeria que a prefeitura me fizesse o ressarcimento do valor do aluguel desse salão, tendo em vista que a poeira constante inviabiliza montar qualquer comércio no local.

Faço uma pergunta ao senhor presidente da Câmara:

O senhor montaria uma padaria, açougue, restaurante, loja de roupas, enfim, qualquer comércio, em um local que é penalizado com a poeira dia e noite, inclusive com o tráfego de caminhões e carretas?

FffiiTQCOLO CETSR HY«ée53/e02« - 23/07/2020 íi:34

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Quanto aos caminhões e carretas, o prefeito está sendo omisso pois existe uma lei municipal que proíbe caminhões de transitarem na rua central de Maylasky e caminhões de outras cidades tem cortado o pedágio e acessam essa rua aberta pela Prefeitura.

Prezado vereador e Presidente da Câmara, esclareço mediante tais informações e relatos que minha propriedade está localizada no local onde existe pavimentação na frente e aos fundos, o que me permitiu investir meus

poucos recursos para tentar dar uma melhor condição para minha família.

Entendo eu que a Prefeitura tem a função de promover melhores condições de vida para os munícipes e não gerar prejuízos aos que lutam para tentar

sobreviver e manter a sua família...

Informo também que já procuramos a Vigilância Sanitária, informamos tal situação e ela pode constatar que o problema é grave... é ela que dá aval e

fiscaliza os comércios.

Diante do exposto peço a vossa senhoria tomar as medidas cabíveis, bem como notificar a quem de direito, fiscalizar os atos do prefeito, além de representar aos órgãos competentes (ex; Ministério Público).

Solicito a gentileza desta casa de leis que respeitem os prazos vigentes em me fornecer as informações e medidas que foram adotadas pela casa de leis e o senhor presidente.

Com os documentos que foram protocolados e com a resposta desta casa de leis seguiremos em busca da ajuda da Justiça para que providências sejam tomadas pela omissão das respostas e das soluções do problema bem como das cobranças dos prejuízos causados.

É evidente que o bom senso e a serenidade são a melhor solução para

os conflitos. Caso a Prefeitura venha fazer de imediato a pavimentação e as demais obras complementares peço o arquivamento deste documento.

Desde já agradeço a atenção e nestes termos peço resposta.

Silma Berto SyC ^

Rg; 26.207.880-6

End: Rua Luis Matheus Maylasky, n°315 - Maylasky, São Roque.

(3)

São Roque, 03 de jane ro de 2020

Excelentíssimo Sr. Prefeito Cláudio Góes

Irei fazer um breve relato a Vossa Senhoria. Ha anos sofremos com uma rua que a

Prefeitura abriu ao lado do viaduto de Maylaskv, sentido São Paulo, Na ocasião

minhas filhas eram pequenas e minha família gastou muito com medicamentos e

consultas médicas pois a poeira nos fazia muito mal.

Por orientação médica tivemos que nos privar do conforto da nossa casa para morar em uma pequena casa de três cômodos (soaremos demais por isso), na ocasião

lutamos com a Prefeitura e a Via Oeste, que nac a resolveram, mas depois de anos

quando o DER estava fazendo uma reforma na Rodovia Engenheiro Benedito Renê, aí sim pavimentaram —mas até aí fomos muito prejudicados por isso, tivemos nossos direitos subtraídos por uma ação da Prefeitura de São Roque, tendo inclusive prejuízos financeiros pois alguns dos nossos inquiSmos acabaram saindo do imóvel em

razão de não ser possível trabalhar por conta da poeira.

O senhor bem conhece o Distrito de Maylasky carente de investimentos por parte

da prefeitura, falta saneamento , falta lazer, seg urança e investimentos econômicos que fortaleçam o comércio local, enfim, mesmo assim, acreditando no Distrito, há

anos estamos investindo nossos poucos recursos afim de melhorar nosso pequeno comércio e assim dar uma melhor condição para nossa família.

Lembrando que fizemos tudo dentro das leis e da legalidade, dentro das normas e critérios exigidos pela prefeitura de São Roque, contratamos um engenheiro, fizemos o projeto, protocolamos e pagamos o que nos foi imputado e tivemos o projeto

aprovado.

Mas, há meses fomos surpreendidos por funcionários da prefeitura que abriram uma rua na linha férrea —juro que não consegui entender esse ato da sua gestão — tirando o fluxo da Rodovia Engenheiro Benedito Ronê e jogou em uma pequena rua de

bairro, sem analisar os impactos que isso iria gerar (carros, caminhões e carretas,

inclusive de outras cidades, que não trazem nenhum benefício para o município de São Roque - sinceramente não entendi). A Rodovia Engenheiro Benedito Renê dá acesso regular a Rodovia Raposo Tavares, ruas pavimentadas, sinalizadas, com amparo legal e jurídico, mas ok. O senhor responde pelo município e tem o dever de gerenciar com responsabilidade zelando pelo bem estar de todos, inclusive

respeitando os direitos individuais de cada um.

Seguem algumas perguntas:

1.) Existiram estudos para se fazer essa alteração no trânsito por parte de um engenheiro responsável? Caso sim, gual é o nome do profissional

responsável?

2.) A Prefeitura de São Roque tem autorizaçãc para fazer uma rua na linha férrea?

Existe legalidade pegar o patrimônio público municipal (maquinários,

funcionários e material) e colocar em uma propriedade não pertencente ao

município de São Roque?

3.) O senhor já pensou que caso ocorra um acidente, ou uma fatalidade, o senhor poderá ser responsabilizado não havendo estudos e projetos as coisas se

complicariam ainda mais?

4.) Há previsão para se pavimentar e sinalizar essa rua? Qual é o prazo? Se não

tem recursos, há possibilidade de interditar até a conclusão das obras?

(4)

I

5.) Há possibilidade de deixar o trânsito locai' Apenas para veículos leves?

Senhor Prefeito Cláudio Góes, vossa se ihoria acha justo eu fazer minha construção com projeto aprovado pela prefeiturí, obedecendo as leis municipais, e a prefeitura vir e abrir uma rua bem em frente e não pavimentar trazendo muitos transtornos pela poeira, falta de segurança ni trânsito, não dando viabilidade de expandir nossos negócios depois de fazermos ur >alto investimento?

Solicito ao senhor prefeito municipal uma eunião com os departamentos

envolvidos

Planejameni >

Jurídico Trânsito

Afim de sanar esse problema, de aco do com a lei 12.527/2011, peço a gentileza de nos prestar essas informações nos | razos específicos.

Certo em contar com a compreensão de t idos, peço providências.

1/

São Roque, 03 de Janeiro de 2020

Silma Berto RG: RG: 26.207.880-6

Endereço: Rua Luiz Matheus Maylasky n° 315, Maylasky, São Roque Telefone: (11) 4714-14 05/ (11) 4714-0908 / (11) 99814-4536

(5)

P=LT.S,.R. SERUICO K FROMÍO E iüIJIU 8;3-.J®-2í32e 18:Í7 000225 2-1

São Roque, 03 de Janeiro de 2020

Excelentíssimo Sr. Prefeito Municipal de São Roque

Aos cuidados do procurador jurídico da Prefeitura da Estância Turística de São Roque

Eu Silma Berto, RG: 26.207.880-6, moradora da Rua Luiz Matheus Maylasky, n° 315, Maylasky, São Roque, farei um breve relato;

Há alguns anos, a Prefeitura Municipal de São Roque abriu uma rua ao lado do viaduto de Maylasky, e fomos muito prejudicados por motivos de muita poeira, tivemos problemas de saúde, e eu e minhas filhas (na época com quatro anos de idade) gastamos muito com medicamentos e consultas, longos tratamentos com especialistas, tivemos a recomendação dos médicos de se mudar daquele local, então nos mudamos para uma pequena casa um pouco mais distante do local.

Tivemos prejuízos financeiros, pois alguns dos nossos inquilinos decidiram não permanecerem no local em razão da poeira. Contudo, depois de muita luta, quando o Governo do Estado realizou uma reforma na Rodovia Engenheiro Benedito Renê, então, fizeram a pavimentação.

Cerca de um mês atrás a Prefeitura abriu uma rua na linha férrea, sendo esta propriedade do Governo do Estado. Essa rua liga o trânsito da Rodovia Eng. Benedito Renê, Rua Luiz Matheus Maylasky e dá acesso a Rodovia Raposo Tavares, sentido interior, passando embaixo do pontilhão de Maylasky.

De maneira impensada , ao abrir essa rua, a Prefeitura tirou o fluxo de veículos de uma rodovia regular, oficial, sinalizada com todos os critérios de segurança e jogou em um lugar inapropriado. Sem pavimentar a mesma, uma poeira infernal trazendo novamente o problema a minha família, inclusive já tivemos que retornar aos médicos por conta disso, pois sofremos com alergia a poeira. Acrescento que à anos estamos lutando para construir um salão para ampliar meus negócios, ressalto que tudo legalmente, com projeto aprovado nesta prefeitura. Informo que já gastamos muito nesta construção, e com esta poeira inviabiliza qualquer Negócio neste local, lembrando que estamos enquadrados nas leis municipais.

Sendo assim, iremos recorrer aos órgãos que se fizerem necessários afim de garantir nossos direitos.

De acordo com a lei 12.527/2011, solicito algumas informações:

1.) A Prefeitura de São Roque tem autorização para intervir na linha férrea e abrir

uma rua?

2.) Existe documento de cessão de direitos ou uso que conceda autorização para essa intervenção? Se sim, quando foi assinada essa documentação? Quais foram as partes que assinaram esse documento?

3.) Em qual lei a Prefeitura de São Roque se baseou para usar máquinas, caminhões, funcionários e material em propriedade de terceiros (no caso, na linha férrea pertencente ao Gov. do Estado), e não do município?

4.) Quem foi o responsável técnico do estudo que levou com que a Prefeitura fizesse essa mudança no tráfego de uma rodovia, trazendo o problema para o município uma vez que o trânsito envolve duas rodovias, com fluxo de veículos

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dia e noite, sejam carros, caminhões ou carretas, oferecendo risco aos pedestres e usuários desta rua, o trânsito ficou perigoso.

Diante do exposto, pleiteio a pavimentação e a sinalização para a segurança dos usuários e pedestres. Pleiteio ainda uso desta rua somente para trânsito local, proibindo o uso por caminhões e carretas.

Desde já agradeço e aguardo respostas dentro dos prazos previstos em lei.

São Roque, 03 de Janeiro de 2020

Sllma Berto RG; 26.207.880-6

Endereço: Rua Luiz Matheus Maylasky n° 315, Maylasky, São Roque Telefone: (11) 4714-1405/ (11) 4714-0908 /(II) 99814-4536

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São Roque, 13 de Maio de 2020

Excelentíssimo sr. Prefeito Cláudio Goés, venho respeitosamente por meio desta reiterar, novamente, providências da Prefeitura Municipal no intuito

de resolver o problema sobre a abertura de uma rua embaixo do viaduto de

Maylasky, sobre a linha férrea. Rúa esta que vem gerando prejuízose problemas de saúde com a poeira devido ao trânsito intenso de veículos, caminhões e carretas dia e noite, oferecendo riscos aos pedestres pois não há pavimentação

e nem sinalização.

Informo que no dia 08 de janeiro de 2020 protocolamos um documento nesta prefeitura, sob o número 0002242/2, na qual eu solicitava algumas informações que me foram negadas até a presente data - inclusive solicitei uma reunião com o sr. Prefeito juntamente com os departamentos de Planejamento, Jurídico e Trânsito, na qual estou no aguardo para que se tenha uma solução

definitiva de pavimentação para a referida rua.

Infelizmente estamos tendo prejuízos pois há anos iniciei a construção de um salão - que está pronto e foi colocado a locação. Já apareceram várias pessoas interessadas em alugar, mas, infelizmente por causa da poeira é inviável montar no local uma padaria, um restaurante, uma lanchonete, ou

qualquer coisa do tipo...

Sugiro a Prefeitura, caso não venha fazer a pavimentação, arque com o valor de 4.000,00 reais mensais e utilize o referido salão para uma garagem, uma oficina, um depósito de ferramentas ou qualquer coisa que lhes seja útil, contanto que eu não venha ser prejudicada por uma ação da Prefeitura.

Segue em anexo cópia do protocolo anterior, aguardando as mesmas

respostas. Desde já agradeço a atenção.

Silma Berto Ass: ^

RG: 26.207.880.6 CPF:156.718.178.38

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P,£.T.S=R.' miJCO E f^MítO EtSSIJiy S8-JSH-2629 í3!í7 889224 2'i

São Roque, 03 de janeiro de 2020

Excelentíssimo Sr. Prefeito Cláudio Góes

Irei fazer um breve relato a Vossa Senhoria. Há anos sofremos com uma rua que a frefeitura abriu ao lado do viaduto de Maylasky, sentido São Paulo, Na ocasião minhas filhas eram pequenas e minha família gastou muito com medicamentos e consultas médicas pois a poeira nos fazia muito mal.

?or orientação médica tivemos que nos privar do conforto da nossa casa para morar em uma pequena casa de três cômodos (sofremos demais por isso), na ocasião lutamos com a Prefeitura e a Via Oeste, que nada resolveram, mas depois de anos quando o DER estava fazendo uma reforma na Rodovia Engenheiro Benedito Renê, aí sim pavimentaram - mas até aí fomos muito prejudicados por Isso, tivemos nossos direitos subtraídos por uma ação da Prefeitura de São Roque, tendo inclusive prejuízos financeiros pois alguns dos nossos inquilinos acabaram saindo do imóvel em razão de não ser possível trabalhar por conta da poeira.

O senhor bem conhece o Distrito de Maylasky, carente de investimentos por parte da prefeitura, falta saneamento , falta lazer, segurança e investimentos econômicos

que fortaleçam o comércio local, enfim, mesmo assim, acreditando no Distrito, há

anos estamos investindo nossos poucos recursos afim de melhorar nosso pequeno

comércio e assim dar uma melhor condição para nossa família.

Lembrando que fizemos tudo dentro das leis e da legalidade, dentro das normas e critérios exigidos pela prefeitura de São Roque, contratamos um engenheiro, fizemos o

projeto, protocolamos e pagamos o que nos foi imputado e tivemos o projeto

aprovado.

Mas, há meses fomos surpreendidos por funcionários da prefeitura que abriram uma rua na linha férrea - juro que não consegui entender esse ato da sua gestão - ttrando o fluxo da Rodovia Engenheiro Benedito Renê e jogou em uma pequena rua de bairro, sem analisar os impactos que isso iria gerar (carros, caminhões e carretas, inclusive de outras cidades, que não trazem nenhum benefício para o município de São Roque - sinceramente não entendi). A Rodovia Engenheiro Benedito Renê dá acesso regular a Rodovia Raposo TavareSj ruas pavimentadas, sinalizadas, com amparo legal e jurídico, mas ok. O senhor responde pelo município e tem o dever de gerenciar com responsabilidade zelando pelo bem estar de todos, inclusive suspeitando os direitos individuais de cada um.

Seguem algumas perguntas:

1.) Existiram estudos para se fazer essa alteração no trânsito por parte de um

engenheiro responsávef? Caso sim, qual é o nome do profissional

responsável?

2.) A Prefeitura de São Roque tem autorização para fazer uma rua na linha férrea?

Existe legalidade pegar o patrimônio público municipal (maquinários, funcionários e material) e colocar em uma propriedade não pertencente ao município de São Roque?

3.) O senhor já pensou que caso ocorra um acidente, ou uma fatalidade, o senhor poderá ser responsabilizado não havendo estudos e projetos as coisas se complicariam ainda mais?

4.) Há previsão para se pavimentar e sinalizar essa rua? Qual é o prazo? Se não tem recursos, há possibilidade de interditar até a conclusão das obras?

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São Roque, 13 de Maio de 2020

Aos cuidados da Vigilância Sanitária da Prefeitura Municipal da Estância

Turística de Sâo Roque, endereçado ao senhor Francisco José da Cruz Neto,

Eu, Silma Berto, RG; 26.207.880-6, comerciante e residente a Rua

Benedita dos Santos Caparelli, venho por meio desta reivindicar os bons préstimos da Vigilância Sanitária municipal no intuito de sanar e resguardar os

nossos direitos e também nossa saúde.

Há meses a Prefeitura Municipal de Sâo Roque por meio de Departamento de Obras, abriu uma rua no distrito de Maylasky embaixo do

viaduto, sobre a linha férrea e não pavimentou e nem sinalizou e vem trazendo

prejuízos e problemas respiratórios em decorrência da poeira. Saliento ainda que no local mencionado existem várias moradias e são pessoas idosas, igual ou acima de 70 anos, que também vem sendo prejudicadas. Bem como prejuízos á

alguns comércios que são vizinhos da referida rua.

Gostaria de contar com o apoio da Vigilância Sanitária pois há anos venho

investindo e construindo um salão para ampliação dos nossos negócios, porém

em decorrência dessa pandemia e crise econômica resolvemos por o salão em

locação porém em decorrência da poeira as pessoas interessadas alegam não

ver viabilidade em alugar dizendo que a vigilância sanitária desta cidade é bem rígida e não permitiria (exemplos) um restaurante, uma padaria, uma lanchonete,

uma pizzaria ou qualquer outro ramo que necessite o mínimo de higiene.

Embora a Vigilância Sanitária seja da própria Prefeitura, ela tem a sua

finalidade e espero contar com a imparcialidade da mesma para o controle

dirigido das ações de saneamento, saúde e meio ambiente.

Pediria a gentileza da pessoa mencionada fazer uma visita para constatação no local.

Gostaria de saber uma vez que a vigilância sanitária tem caráter

fiscalizatório, existem meios da mesma notificar o município para que tome

providencias?

Em quanto tempo a Vigilância Sanitária responde o munícipe?

Caso não sejam prerrogativas da Vigilância Sanitária a quem devemos recorrer? Pois o caso envolve saúde publica .saneamento,....

Desde já agradeço a atenção e aguardo resposta...

Silma Berto Ass

CPF; 156.718.178.38 /

RG;26.207.880.6 vjgilAncia sanitAriaoe sAo roque Praça da RapúbUca, 45- Cantro - SAo Roque

CNPJ: 70.946.00a/0001-76 Tei.: (11)4784^*894 visa^saoroqiie.sp.gov.br

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