BOLETIM
ESTADOS UNIDOS DO BRASIL
(Decreto n. 21.076, de 24 de fevereiro de 1932)
ANO I RIO D E JANEIRO, 7 D E DEZEMBRO D E 1932 N . 29
6.
7.
8.
S U M A R I O I — Ata do Tribunal Superior.
1. Abertura da sessão.
2. Leitura e aprovação da àta da sessão anterior.
3. Publicação\ dos acórdãos referentes aos processos ns. 92, 107, 112, 113 e 115.
4. Julgamento do processo n. 120 — Minas Gerais — Sobre a Qualificação "ex-officio" dos funcionários da Jus- tiça Eleitoral e inscrição do identificador.
5. Julgamento do processo n. 121 — Minas Gerais — Sobre a qualificação/ "ex-officio" dos juizes de direito, juizes municipais, promotores, coletores federais ou estaduais nas comarcas.
Julgamento do processo n. 135 — Maranhão — Divisão eleitoral.
Julgamento do processo n. 114 — Paraná — Sobre quali- ficação dos reservistas do Exército (Representação da 9' Circunscrição de Recrutamento).
Julgamento do processo n. 122 — Minas Gerais — Sobre a época em que devem ser nomeados os identifica-
dores e sobre o estagio para a aprendizagem.
9. Levantamento da sessão das 10,05 horas, para receber q visita oficial do Sr. ministro, da Justiça.
10. Reabertura dos trabalhos ás 10,30 horas.
11. Julgamento do processo n. 109 (2° julgamento) — Goiás Sobre o juiz eleitoral da Capital.
12. Julgamento do processo n. 116 — Pará — Sobre a no- meação do identificador que foi feita uma pelo Tri- bunal Regional, e outra pelo juiz eleitoral.
13. Julgamento do processo n. 123 — Distrito Federal — So- bre a qualificação "ex-officio" dos oficiais reforma- dos, dos cégqs alfabetisados, que são funcionários públicos, e finalmente, sobre o recebimento de listas de qualificação, depois de expirado o prazo esta- belecido no parágrafo único, do art. 37, do Código Eleitoral.
14. Julgamento do processo n. 111 — Sabre o verdadeiro sentido da expressão "quites com o, serviço militar"
{art. 38, n . 3, do Código Eleitoral).
15. Convocação de uma sessão extraordinária para assunto urgente.
16. Decisão sobre o modo de serem retribuídas as visitas oficiais feitas ao' Tribunal.
17. Designação de uma comissão para se entender com o se- nhor ministro da Justiça, para estudar os meios de simplificar o processo de alistamento.
18. Encerramento da sessão.
II — Jurisprudência.
1. Processo n. 66 — Espíritos Santo — Sergipe. . 2. Processo n. 76 — Minas Gerais.
3. Processo n. 80 — Paraíba.
4. Processo n. 93 — Rio de Janeiro.
5. Processo n. 100 — Paraíba.
III — Editais e avisos.
TRIBUNAL SUPERIOR DE JUSTIÇA E L E I T O R A L
ATA
25' SESSÃO ORDINÁRIA, E M 12 D E NOVEMBRO D E 1932
PRESIDÊNCIA DO SR. MINISTRO HERMBNBGILDO DE BARROS, PRE- SIDENTE
A's nove horas, presentes os juizes: ministros Eduardo Espinola e Carvalho Mourão, desembargadores José L i n h a - res e Renato Tavares e D r s . Prudente de Moraes Filho e Affonso Celso, abre-se a sessão. E ' lida, posta em discussão e, sem debate, aprovada a ata da sessão anterior. São publi- cados os acórdãos referentes aos processos ns. 92, 107, 112,
113 e 115. O SR. EDUARDO ESPINOLA relata o processo n . 120(Consulta do juiz eleitoral de Rio Novo, enviada por inter- médio do Tribunal Regional de Minas, sobre o processo a ser adotado para a. qualificação dos funcionários da Justiça E l e i - toral, e inscrição do identificador) e vota no sentido de se responder á consulta declarando que a qualificação dos fun-
cionários da Justiça Eleitoral seja feita "ex-officio", e i n - cluídos na lista respectiva, pouco importando que cooperem na sua confecção, sendo que no processo de inscrição deverá funcionar o substituto do funcionário alistando, ou, quando necessário, um nomeado ad-hoc. O voto é unanimemente aceito pelo Tribunal. O SR. CARVALHO MOURÃO relata o pro- cesso n. Í 2 1 (Consulta enviada pelo Tribunal Regional de M i - nas, sobre qualificação ex-officio dos juizes de direito, promo- tores, escrivães, etc.) e vota no sentido de se responder de- clarando: 1°, que os juizes de direito, os juizes municipais, os promotores de Justiça e demais funcionários e auxiliares do juizo.bem como todos os coletores, federais ou estaduais, de- vem ser qualificados "ex-officio" no Juizo Eleitoral da zona onde exercem seus cargos ou profissões; 2°, que o juiz de direito da zona respectiva deve baixar uma portaria contendo a lista dos funcionários de Justiça e advogados, qualificaveis
"ex-officio" em sua zona e ordenando que, autuada, se pro- cesse a qualificação, nos termos da l e i . Os demais juizes concordam com o relator. O SR . CARVALHO MOURÃO, relata o processo n . 135 (Divisão eleitoral do Estado do Maranhão) e vota no sentido de ser aprovado o plano elaborado pelo respectivo Tribunal Regional, visto como foram observadas todas as disposições em vigor. E ' aprovado o voto unanime- mente. Ainda, com a palavra, o SR. CARVALHO MOURÃO sub- mete a julgamento a representação da 9* Circunscrição do Recrutamento enviada por intermédio do Tribunal Regional do Paraná (Processo n . 114, sobre qualificação "ex-officio"
dos reservistas do Exército) e vota no sentido de se respon-
der declarando: que não ha conveniência em subordinar a
qualificação "ex-officio" dos reservistas de primeira ca-
tegoria do Exército ás providencias preliminares sugeridas
na representação, porque tais medidas colidem com a le-
tra e o espirito da lei e seriam ineficazes; que não convém
que seja extensiva aos presidentes ou delegados das Juntas
de Alistamento Militar a obrigação prevista no § 1° do artigo
37 do Código Eleitoral, porque é evidente que a centraliza-
ção desse serviço nas Circunscrições de Recrutamento nas
capitais, onde se acham os respectivos registros, assegura maior exatidão nas listas e melhor fiscalização quanto a sua confecção; finalmente, que como providencia complementar para facilitar ulteriormente as possíveis impugnações dos ins- critos em curso, bem como ás futuras exclusões de inscritos indevidamente, é de toda a conveniência que as autoridades superiores militares, a quem competir, recomendem ás u n i - dades do Exército e das Forças Auxiliares as providencias lembradas na aludida representação, isto é, para que comu- niquem aos Tribunais Regionais de Justiça Eleitoral, aos juizes eleitorais dos municípios a que pertencerem os reser- vistas de primeira categoria e ás Circunscrições de Recruta- mento respectivas, os atos de engajamento, reengajamento ou incorporação em sua unidade, desses mesmos reservistas,
si já forem eleitores, e bem assim façam idênticas comuni- cações, relativamente aos reservistas nas mesmas condições quando excluídos do Exército ou Forças Auxiliares, por con- clusão de tempo ou outro motivo. Unanimemente são aceitas
as conclusões do relator. O SR. JOSÉ LINHARES relata o pro- cesso n . 122 (Consulta enviada pelo Tribunal Regional de Minas Gerais, sobre o momento oportuno para nomeação dos identificadores eleitorais e o estagio a eles necessário para aprendizagem). De acordo com o voto do relator, resolve o Tribunal responder á consulta, declarando: I
o, que não ha nenhuma incongruência entre os julgados apontados na con-
sulta (sessão de 27 de agosto de 1932 e sessão de 1 de outu- bro de 1932), os quais se devem compreender como sendo um complementar do outro; 2
O, que nos municípios onde não houver pessoa habilitada para'o exercício do cargo de iden- tificador deve o juiz eleitoral, logo no inicio de publicação dos editais para a abertura do alistamento, nomear uma pes- soa que se deverá habilitar no mais breve prazo possível; e 3
O, que, em principio, não é de se permitir ao identificador ausentar-se do lugar aonde exerce as suas funções, o que só poderá fazê-lo excepcionalmente quando fôr de todo impos- sível a sua aprendizagem no mesmo lugar e, finalmente, que uma vez constituído o juizo eleitoral, os seus membros não se podem afastar da zona em que exercem as suas funções, senão mediante a devida substituição legal, para que não haja solução de continuidade no serviço eleitoral. O SR. PRE- SIDENTE convida os juizes para receber o S r . D r . Antunes Maciel, ministro da Justiça, que acaba de chegar para visitar oficialmente o Tribunal. Suspende-se a sessão, ás dez horas e cinco minutos. Reaberta a sessão, ás dez horas e trinta minutos, é dada a palavra ao SR. RENATO TAVARES para rela- tar o processo n . 109 (2
Ojulgamento), por haver sido ane- xado aos autos um telegrama do presidente do Tribunal Re- gional de Goiaz, comunicando' que o governo estadual baixou um decreto tornando vitalício o juiz municipal com exercicio na Capital. O relator vota pelo arquivamento, por não alte- rar essa providencia o julgado anterior. O Tribunal deter- mina o arquivamento. O SR. RENATO TAVARES, relata o pro- cesso n . 116 (Consulta do juiz de direito de Breves •— P a r á ) , sobre a nomeação de dois identificadores para a mesma zoria e vota no sentido de que a nomeação feita pelo juiz eleitoral é que deve prevalecer. O Sr. Eduardo Espinola propõe que o julgamento seja convertido em diligencia, para que o Tribunal Regional informe si a nomeação foi feita pelo juiz eleitoral denois de expirado o prazo. O Sr. Affonso Celso opina no sentido de não tomar conhecimento da consulta, por não ter vindo por intermédio do Tribunal Regional a quem se acha subordinado o juiz em questão. Com esse voto concorda o relator e o Tribunal resolve, então, não tomar conhecimento da consulta, em face do que dispõe o art. 16, n . 2, in-fine do Regimento, por haver sido formulada e d i r i - gida diretamente pelo juiz eleitoral de Breves (Estado do P a r á ) , e que, na parte referente as consultas sobre matéria eleitoral, cabe apenas ao Tribunal Superior responder ás que lhe forem dirigidas pelo Governo e pelos Tribunais Regio- nais, além das que também lhe forem submetidas pelo pro- curador geral da Justiça Eleitoral. O SR. RENATO TAVARES relata o processo n . 123 (Consulta do Tribunal Regional do Distrito Federal, sobre a qualificação "ex-officio" dos o f i - ciais de terra e mar, reformados, sobre a qualificação dos cegos alfabetisados. quando funcionários públicos, e final- mente, sobre o recebimento de listas de qualificação "ex-offi- cio", depois de expirado o prazo legal. Quanto á primeira con- sulta, é unanimemente aceito o voto do relator, para os efei- tos de se responder declarando que. entre os militares de terra e mar qualificados "ex-officio", de que trata o art. 37. le- tra a, do Código Eleitoral, não se comnreendem os oficiais reformados. Quanto á segunda consulta, verifica-se haver empate, tendo votado contra a qualificação "ex-officio" dos
cegos alfabetisados, os Srs. Carvalho Mourão, Renato Tava- res e Prudente de Moraes Filho, manifestando-se favoravel- mente os Srs. Eduardo Espinola, José Linhares c Affonso Celso. O Sr. presidente desempata a favor da qualificação
"ex-officio" dos cegos. Resolve, ainda, o Tribunal que as listas a que se refere o § 1° do art. 37 do Código Eleitoral, serão recebidas, como base da qualificação "ex-officio", ainda depois de expirado o prazo estabelecido nesse dispositivo, caso em que se apurara a responsabilidade jpenal do retar- datario. O S r . Renato Tavares tendo sido vencido na se- gunda parte, pede a designação de um juiz para lavrar o acórdão. E ' designado o S r . Eduardo Espinola. O SR. PRU-
DENTE DE MORAES FILHO relata o processo n . 111 (Consultado Tribunal Regional do Espirito Santo, sobre o verdadeiro sentido da expressão "quites com o serviço militar") e vota no sentido de se responder declarando que a expressão "qui- tes quanto ao serviço militar", constante do art. 38, n . 3, do Código Eleitoral, alcança a qualquer reservista de I
a, 2*
ou 3* categorias do Exército e da Marinha, bem como a qualquer oficial ou reservista da Policia Militar e do Corpo de Bombeiros, da Capital Federal ou das forças policiais militarizádas dos Estados, que forem consideradas forças auxiliares do Exército de primeira linha". E ' aceito unani- memente o voto do relator. Devido ao adeantado da hora, o SR. JOSÉ LINHARES propõe seja levantada a sessão e con- vocada uma sessão extraordinária para o dia 16 do corrente, ás 9 horas, visto haver matéria urgente a discutir, inclusive a votação do parecer sobre ás sugestões apresentadas pelo Tribunal Regional do Distrito Federal. A proposta é aceita.
O SR. PRESIDENTE consulta sobre a retribuição de visitas ofi- ciais recebidas pelo Tribunal, resolvendo este que ao pre- sidente compete retribui-las. O Sr. presidente diz que tendo o Sr. ministro da Justiça manifestado desejos de estudar os meios de simplificar o processo de alistamento e solicitado a colaboração do Tribunal, nomeava uma comissão composta dos Srs. Carvalho Mourão, Prudente de Moraes Filho e A f - fonso Celso, para se entender com aquele titular sobre o assunto. E m seguida, são encerrados os-trabalhos. Levanta- se a sessão ás onze horas e cincoenta e cinco minutos.
J U R I S P R U D Ê N C I A
Art. 14, n. 4, do Código Eleitoral e art. 30, classe 5" do Regimento Interno do Tribunal Eleitoral
Processo n. 66
Natureza do processo — Sobre o pagamento do imposto de selo de nomeação dos subsídios dos juizes dos Tribunais Regionais.
Juiz relator — O Sr. desembargador José Linhares.
Deixa-se de tomar conhecimento da consulta por se tratar de matéria iminentemente fiscal, estranha á com- petência do Tribunal Superior.
ACÓRDÃO
"Vistos, etc.:
ACORDAM os juizes do Tribunal Superior de Jus- tiça Eleitoral • não conhecer das consultas dos presi- dentes dos Tribunais Regionais dos Estados de Sergipe e Espirito Santo, sobre o desconto do selo devido, que estão fazendo as Delegacias Fiscais do Tesouro Na- cional naqueles Estados, nos subsídios dos juizes dos mesmos Tribunais, de vez que, por ser iminentemente fiscal, se trata de matéria de todo estranha á compe- tência do Tribunal Superior.
Rio de Janeiro, em 24 de setembro de 1932. —
Hermenegildo de Barros, presidente. — José Linhares,
relator. (Decisão unanime.)
N O T A D A S E C R E T A R I A
O imposto sobre as importâncias recebidas pelos juizes eleito- rais foi mandado cobrar em virtude das seguintes decisões da Di- retoria da Receita Pública:
N . 46 — Ao Sr. Delegado Fiscal no Espirita Santo:
Em solução ao constante do vosso telegrama n. 213, de 9 de agosto último, fichado sob n. 43.014, do ano em curso, declaro-vos que a remu- neração concedida pelo desempenho de uma comissão de caráter pro- visório ou permanente que depende do titulo de nomeação do Go- verno Federal, incide no tributo de que trata o n. 3 do § 6° da Tabela A, do regulamento anexo ao decreto n. 17.538, de 10 de no- vembro de 1926 (Diário Oficial de 8-9-1932, pag. 16.940).
N . 47 — Ao mesmo Delegado Fiscal:
Em aditamento á ordem desta Diretoria de Receita Pública n. 46, de 5 do corrente, declaro em solução ao vosso telegrama nú- mero 213, de 9 de agosto findo, fichado sob n. 43.014/32, consul- tando si os vencimentos percebidos pelos membros do Tribunal Re- gional designados de acordo com o decreto n. 21.076 de fevereiro deste ano, modificado pelo de n. 21.302, de abril ultimo, estão su- geitos ao pagamento do selo, que a gratificação de que cogita o segundo dos decretos acima mencionados, sendo uma remuneração pelo desempenho de uma comissão de caráter provisório, depen- dente de titulo de nomeação do Governo Federal, incide no selo a que se refere o n. 3 ds § 6" da tabela A, do regulamento anexo ao decreto n. 17.538, de 10 de novembro de 1926". (Diário Ofi- cial de 13-9-1932. Pag. 17.217).
O dispositivo invocado pela Diretoria da Receita Pública diz:
Tabela A — Papeis sujeitos ao selo fixo em todo o território da República.
§ 6-°, n. 3 — Nomeações interinas para empregos federais de qualquer natureza, por menos de um ano, ou em comissão de ca- ráter provisório ou permanente, empregos de exercício eventual com vencimentos pelos cofres públicos ou não, 7 % .
Processo n. 76
Natureza do processo — Consulta do juiz de direito da Co- marca de Machado, emanada por intermédio do Tribunal Regional de Minas Gerais, sobre os identificadores do serviço eleitoral.
Juiz relator — O Sr. D r . Prudente de Moraes F i l h o .
A nomeação do|S identificadores, quer junto ao juiz eleitoral, quer junto aos juizes preparadores, compete ao juiz eleitoral da sede da zona. Escapa á competência do Tribunal decidir se ' as nomeações para os lugares de iden-
tificadores estão sujeitas a sèlo„ por ser' essa matéria de natureza fiscal e não eleitoral. Uma vez aberto o alista- mento não podem mais os identifica- dores nomeados sair para a aprendiza- gem da técnica de identificação. O pa- rentesco entre o escrivão e o identifi- cador não constitue impedimento para que sirvam juntos. A função de iden- tificador é meramente técnica e mate- rial. O juiz eleitoral, juiz de direito da sede da zona, deverá requerer a sua inscrição ao seu substituto, ou ao, Tri- bunal Regional, ou a qualquer outro juiz ou Tribunal eleitoral.
ACÓRDÃO
Vistos, relatados e discutidos estes autos de con- sulta n . 76, dirigida pelo juiz de direito da Comarca de Machado, no Estado de Minas Gerais, ao Tribunal Regional do mesmo Estado, e por esse Tribunal sub- metida á apreciação e solução deste Tribunal Supe- rior, e,
Considerando que aquele juiz quer saber: 1°, a quem compete a nomeação dos identificadores; 2°, se essa nomeação está sujeita á selo, uma vez que o cargo é remunerado; 3°, se mesmo depois de aberto o alista-
mento os identificadores nomeados poderão sair da zona para a aprendizagem da técnica de identificação;
4°, se esses funcionários poderão servir com escrivães seus parentes em grau proibido; e, finalmente, 5°, se o juiz de direito deverá se alistar "ex-officio", como na lei anterior ou requerer o alistamento ao seu substi- tuto legal;
Considerarido, quanto ao I
oitem — a quem com- pete a nomeação dos identificadores? —, que o § 3°, do
art. I
odo decreto n . 21.485, de 7 de junho de 1932, dispõe: — "Logo que sejam designados, nos municípios referidos na letra b, deste artigo,' os ofícios a que alude o art. 24, letra b, do Código Eleitoral, cada juiz designará um identificador que, empossado no cargo, poderá dispor de 30 dias para aprendizagem da técnica de identificação no Gabinete mais próximo, para o que lhe será pago o respectivo ordenado a partir de 1° de maio do corrente ano";
Considerando, também, quanto ao mesmo item, que o Regimento Geral do Juízos, Secretarias e Car- tórios Eleitorais determina no seu art. 2
o, § I
o: —
"O serviço de identificação dos eleitores caberá, no Distrito Federal e nas capitais dos Estados, onde houver institutos de identificação, ao respectivo Gabi- nete. Nos demais municípios, quer junto ao\ juiz elei- toral, quer junto aos juizes preparadores, servirá em cada cartório um identificador, designado pelo juiz eleitoral da sede da zona, na fôrma do decreto número 21.485, de 7 de junho de 1932, o qual exercerá as suas funções, de harmonia com o escrivão, sob as ordens do respectivo juiz perante quem servir e de acordo com as instruções que baixarem as Secretarias, Re- gional e Central";
Considerando, quanto ao 2" item — se essa no- meação está sujeita a selo, uma vez que o cargo é re- munerado? — que essa matéria, sendo, como é, de na- tureza fiscal e não eleitoral, escapa á competência limitada deste Tribunal Superior, conforme ele p r ó - prio já o declarou em decisão de 24 de setembro de 1932;
Considerando, quanto ao 3° item — se mesmo de- pois de aberto o alistamento os identificadores nomea- dos poderão sair da zona para a aprendizagem da
técnica de identificação? — que os cartórios, uma vez instalados, devem funcionar todos os dias úteis, es- tando sempre aparelhados para todo o serviço, inclu- sive o de identificação;
Considerando que isso é o que resulta do art. 33 do Código Eleitoral, que dispõe: "Subordinado a cada juiz eleitoral, funciona, diariamente, das 9 ás 12 e das 13 ás 17 horas, um cartório, que tem a seu cargo as operações iniciais de inscrição"; e do art. 4°, § 1°, do Regimento Geral: — "Os cartórios funcionarão todos
os dias úteis das 9 ás 12 e das 13 ás 17 horas, podendo
parte desse tempo destinar-se especialmente ao rece-
bimento de petições e á prestação de informações aos
intressados; reservando-se o tempo restante (de cada
dia util) para o serviço de identificação";
Considerando que esses dispositivos, da lei e do Regimento, mostram bem que, aberto o alistamento, o identificador deverá estar sempre no seu posto;
Considerando, quanto ao 4° item — se esses fun- cionários poderão servir com escrivães seus parentes em grau proibido? — que este Tribunal Superior, em sua última sessão, a 24 de setembro de 1932, se pro- nunciou no sentido de não haver qualquer inconve- niente em semelhante parentesco, qualquer que seja o grau, por ser a função de identificador meramente técnica e material;
Considerando, quanto ao 5° e último item — se o juiz de direito deverá se alistar "ex-officio", como na lei anterior ou requerer o alistamento ao seu substi- tuto legal? — que ha a atender que é certo que o de- creto n . 17.527, de 10 de novembro de 1926, referen- dado pelo D r . Affonso Penna, quando ministro do I n - terior e Justiça, decreto que deu novo regulamento para o alistamento eleitoral e consolidou as disposi- ções em vigor, dispôs no seu art. 11, § 2°: "O juiz preparador, nos Estados, r e q u e r e r á o seu alistamento ao j u i í do direito; devendo este ser alistado "ex-offi-, cio", independentemente das provas exigidas no presente
regulamento (lei n . 3.139, de 2 de agosto de 1916, art. 9";. decreto n . 14.658, de 29 de janeiro de 1921, art. 11);
Considerando que, como se vê, esse dispositivo do regulamento Affonso Penna, como é conhecido, faz remissão ao art. 11 do decreto n . 14.658, de 29 de janeiro de 1921, ato do Executivo, simples regula- mento, como aquele, e que, efetivamente, no artigo indicado, § 2°, determinou: "O juiz preparador, nos Eâtados, r e q u e r e r á o seu alistamento ao juiz de direito, devendo este ser alistado, "ex-officio", independente das provas exigidas no presente regulamento";
Considerando, porém, que a lei n . 3.139, de 2 de agosto de 1916, no citado art. 9
o, nem em outro qual-, quer, contém dipositivo idêntico, ou qualquer outra determinação sobre o alistamento dos juizes de d i - reito;
Considerando que esse art. 9
oda dita lei cuida apenas da transferencia de eleitores, e nada mais;
Considerando que, não se pôde, pois, dizer que no regimen anterior a lei autorizava o alistamento "ex- officio" dos juizes de direito, com dispensa de todas as provas;
Considerando-que esse alistamento, assim, não era autorizado pela lei, mas sim, unicamente, pelos regu- lamentos que, nesse particular, exorbitaram;
Considerando que, ainda quando fosse legal o dis- positivo meramente regulamentar, ele estaria derro- gado e, portanto, fora de discussão, não podendo ser invocado para a solução do caso vertente, solução que tem de ser dada pela legislação vigente;
Considerando que esta, Código Eleitoral e decretos complementares, nada diz de especial quanto á quali- ficação e inscrição dos juizes eleitorais;
Considerando que manda, apenas, que os magis- trados, todos, de um modo geral, sejam qualificados
"ex-officio", como os militares de terra e mar, fun-
cionários públicos, etc. (Código Eleitoral, art. 37, le- tra a, mas, em relação á inscrição, nada diz;
Considerando que, assim sendo, e como a este T r i - bunal não cabe legislar, mas, tão somente, interpretar e aplicar a l e i ;
Considernado, entretanto, que, sendo a qualifica- ção "ex-officio", ato meramente declaratorio, resul- tante de informações prestadas por chefes de reparti- ções ou de classes, sobre os nomes e prenomes, dos qualificaveis, cargos e profissões, nacionalidades, ida- des e residências, não se pôde negar ao juiz eleitoral a faculdade de se qualificar ele próprio, o que vale, encher uma lista, com todas essas informações a seu respeito e se declarar qualificado;
Considerando que, se qualquer chefe de repartição se inclue na lista de qualificandos, que remete ao juiz, e as declarações que faz servem de base para a sua qualificação, não se pôde negar fé ás declarações feitas pelo juiz sobre ele próprio, para valerem a qua- lificação e ser esta por ele mesmo declarada;
Considerando, porém, que, quanto á inscrição, que é a segunda parte ou a segunda fase do alistamento, essa não podendo ser feita "ex-officio" e devendo, sempre, em todos os casos, ser requerida (Código E l e i - toral, art. 40), claro está que ao juiz não ó licito requerê-la a si mesmo;
Considerando que o juiz eleitoral, como toda gente, pôde preferir para seu domicilio eleitoral lugar diferente do seu domicilio civil e oficial, ou manter, no seu domicilio comum, o domicilio especial, eleito- ral :
ACORDAM os juizes do Tribunal Superior de Jus- tiça Eleitoral, responder aos itens da presente consulta, declarando que: quanto ao I
oitem — a quem com- pete a nomeação dos identificadores? — a nomeação dos identificadores, quer junto ao juiz eleitoral, quer junto aos juizes preparadores, compete ao juiz eleito-
ral da sede da zona; quanto ao 2* iteín — se essa nomeação está sujeita a selo, uma vez que o cargo é remunerado? — a matéria escapa á competência desta Justiça especial; quanto ao 3° item — ie mesmo de- pois de aberto o alistamento os identificadores nomea- dos poderão sair da zona para a aprendizagem da té- cnica de identificação? — negativamente; quanto ao 4*
item — se esses funcionários poderão servir com es- crivães seus parentes em grau proibido? — sim, po- dem; quanto ao 5° e último item — se o juiz de direito deverá se alistar "ex-officio", como na lei anterior ou requerer o alistamento ao seu substituto legal? — poderá se qualificar "ex-officio", mas t e r á de requerer a inscrição: a) se preferir para seu domicilio eleito- ral lugar diferente do seu domicilio civil e oficial, ao juiz da zona que compreender o dito lugar, ou ao T r i - bunal Regional de que fizer parte a dita zona; 6) se quiser manter no seu domicilio comum o domicilio especial, eleitoral, ao juiz que o substituir nos seus impedimentos ocasionais, ou ao Tribunal Regional do seu Estado.
Rio de Janeiro, 1 de outubro de'1932. — Herme-
negildo de Barros, presidente. — Prudente de Moraes
Filho, relator. (Decisão unanime.)
Processo n. 80
Natureza do processo — Sobre a divergência entre a interpre- tação do art. 27, letra a, e o § 1* desse mesmo artigo, do Regimento Geral (telegrama do Tribunal Regional da P a r a í b a ) .
Juiz relator — O S r . desembargador José Linhares.
A 3* via da ficha datiloscopica é que deve ficar arquivada no. cartório.
ACÓRDÃO
Vistos, relatados e discutidos estes autos de con- sulta feita em telegrama de I
odo corrente, pelo pre- sidente do Tribunal Regional de Justiça Eleitoral do Estado da P a r a í b a :
ACORDAM os juizes do Tribunal Superior em res- ponder o consulente no sentido de declarar que houve defeito na publicação do art. 27 do Regimento Geral dos Cartórios e Secretarias Eleitorais, de vez que se deve subentender que duas das tres vias (1* e 2*), da ficha datiloscopica devem ser remetidas a Secretaria do Tribunal Regional, distribuídas aos respectivos ar- quivos e a outra que é a terceira via, deve ficar guar- dada no cartório eleitoral.
Rio de Janeiro, 8 de outubro de 1932. — Herme- negildo de Barros, presidente. — José Linhares, re- lator. (Decisão unanime.)
Processo n. 93
Natureza do processo — Consulta do presidente do Tribunal Regional de Justiça Eleitoral do Estado do Rio de J a - neiro, desembargador Eloy Teixeira, sobre si pôde exer- cer as funções de presidente do Tribunal de Justiça Local, visto ter requerido aposentadoria o presidente efe- tivo .
Juiz relator — O S r . ministro Carvalho Mourão.
Ao vice-presidente do mais alto Tribunal de Justiça Local, ainda mes- mo no exercido interino da presidên- cia do dito Tribunal, cabe presidir ^os trabalhos do respectivo Tribunal Re- gional de Justiça Eleitoral.
ACÓRDÃO
Vista e examinada a consulta, por oficio a fls., na qual o presidente do Tribunal Regional do Estado do Rio de Janeiro, indaga si, no caso de ter, ele, pre- sidente do dito Tribunal, de substituir o presidente do Tribunal da Relação, que está para se aposentar, por lhe caber tal substituição pelo tempo que faltar para se completar o ano judiciário, na qualidade de desem- bargador mais antigo, como tudo prescreve a lei es- tadual n . 2.684, de 24 de dezembro de 1931, art. 20, e § 3°, ha, ou não, incompatibilidade entre as funções transitórias de presidente do Tribunal da Relação do Estado do Rio de Janeiro e as de presidente do T r i - bunal Regional:
Atendendo a que o consulente exerce o cargo de presidente do Tribunal Regional como função do vice-
presidente do Tribunal da Relação, que lhe cabe, nos termos da legislação estadual citada, por ser o desem-
bargador mais antigo (art. 21, § I
o, n . 1, do Código Eleitoral); — .
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Atendendo a que, assim sendo, a presidência do Tribunal Regional é uma das atribuições do cargo j u - diciário que exerce, acrescentada pela lei eleitoral ás que, pelas leis estaduais, cabem ao consulente na qua- lidade de desembargador mais antigo e, comu tal, vice- presidente do Tribunal da Relação;
Atendendo a que, na hipótese figurada na con- sulta, o consulente irá exercer, até o fim do ano j u d i - ciário, a presidência do Tribunal da Relação, não como presidente deste, senão como "vice-presidente em exer- cício" :
R E S O L V E o Tribunal Superior de Justiça Eleito- ral que, na hipótese, longe de haver incompatibilidade entre o exercício simultâneo dos dois cargos — um com caráter de interinidade e outro como titular efe- tivo, só ao consulente caberá legalmente, nesse p e r í o - do, a presidência do Tribunal Regional, por força da l e i .
Tribunal Superior de Justiça Eleitoral, 22 de ou- tubro de 1932. — Hermenegildo de Barros, presídent6.
— Carvalho Mourão, relator. {Decisão unanime.) N O T A D A S E C R E T A R I A
V . acórdão n. 24 ( B . E . n. 8, pag. 64), no qual ficou de- cidido também não haver incompatibilidade no exercício simul- tâneo do cargo de presidente do Tribunal Regional de Justiça Eleitoral com o de presidente do Tribunal de Justiça Local, quan- do esta ultima função fôr temporária, por motivo de férias do pre- sidente efetivo.
Processo n. 100
Natureza do processo — Consulta do Tribunal Regional da Paraíba, sobre si cabe ao procurador junto aos T r i b u - nais Regionais, relatar processos sujeitos a julgamento dos mesmos Tribunais e em que casos.
Juiz relator — O Sr. ministro Carvalho Mourão.
Os procuradores — órgãos do Mi- nistério Público junto aos Tribunais Regionais — como juizes que são dos mesmos Tribunais, devem ser contem- plados na distribuição para designação dos relatores, nos processos nos quais poderão votar, nos termos do art. 24 do Regimento Interno desses Tribunais, por lhes não competir neles funcionar como representantes do Ministério Pú-
blico .
ACÓRDÃO
Tendo presente a consulta, por telegrama a fls., do presidente do Tribunal Regional do Estado da P a - raíba sobre si cabe ao procurador junto aos Tribunais Regionais relatar processos sujeitos a julgamento dos mesmos Tribunais e em que casos; e
Considerando que o procurador — órgão do M i -
nistério Público junto aos Tribunais Regionais — é
um dos seus membros (art. 25 — com referencia ao
art. 12 — do Código Eleitoral) e, por conseguinte,
também juiz do Tribunal Regional, a que pertence, em
todos os processos nos quais não deva funcionar como
representante do Ministério Público (art. 24 do Re-
gimento Interno dos Tribunais Regionais) :
RESOLVE o Tribunal Superior de Justiça Eleito- ral, responder que, sendo, como é, o procurador um dos juizes do Tribunal Regional, cabe-lhe relatar to- dos os processos em que poderá votar, nos termos do art. 24 do Regimento Interno dos Tribunais Regionais, por não lhe competir neles funcionar como represen- tante do Ministério Público.
Tribunal Superior de Justiça Eleitoral, 29 de ou- tubro de 1932. — Hermenegildo de Barros, presidente.
— Carvalho Mourão, relator.
(Os demais juizes votaram de acordo com o senhor Carvalho Mourão, tendo o S r . Renato Tavares decla- rado votar com o relator em atenção á jurisprudência do Tribunal, embora mantenha o seu ponto de vista de que o procurador deve ser, apenas, ouvido nos processos criminais.)
NOTA DA S E C R E T A R I A :
(Vêr exposição feita pelo desembargador Renato Tavares, em sessão de 30-7-1932, Boi. Eleit. n. 5, pag. 44).
Nessa sessão, o referido desembargador Renato Tavares que é, também, o Procurador Geral, salientou que o Regimento Interno es- tabeleceu que o Procurador Geral terá voto em todos os feitos em que não funcionar como representante do Ministério Público, mas dispondo que o mesmo deva ser ouvido em todos os recursos, lhe é quasi tolhida a ação como juiz do T . S. O desembargador José L i - nhares, manifestou-se declarando que o projeto da Comissão só man- dava ouvir o Procurador Geral nos recursos criminais, mas que achava razoável a disposição tal como ficou definitivamente aprovada (ar- tigo 78, combinado com o § 6°, do art. 72). O Sr. Affonso Penna Júnior, votou no sentido de se decidir que, mesmo sendo ouvido, o Procurador Geral só não poderá votar nos processss de que resultar aplicação de pena. O Sr. Carvalho Mourão votou no sentido de ser facultativa a audiência do Procurador Geral nos recursos eleitorais.
Resolveu, porém, o Tribunal continuar a aplicar a atual dispo- sição do Regimento, até que, de futuro, seja tomada uma deliberação sobre a matéria (B. E . n. 5, pag. 44, I
acoluna). E, nessa confor- midade, ao Procurador Geral tem sido solicitada audiência, pelos respectivos juizes relatores, sobre todos os recursos eleitorais.
TRIBUNAL REGIONAL DE JUSTIÇA ELEITORAL DO DISTRITO FEDERAL
E D I T A I S E A V I S O S Q U A L I F I C A Ç Ã O « E X - O F F I C I O » (Art. 37 do Código e arts. 6
oa 10° do Reg. Geral dos Cartórios)
D I S T R I T O F E D E R A L
Segunda Circunscrição
QUARTA ZONA ELEITORAL
(Distritos Municipais de SanfAna, Gamboa, Espirito Santo e Rio Comprido)
Juiz — Dr. Frederico Sussekind.
Escrivão — Dr. José Pinheiro de Andrade.
RETIFICAÇÃO
Departamento do P,essoal da Guerra
1.336. Luiz Bezerra de Sant'Anna Guerra.
Secretaria do Conselho Municipal
4.080. Orlando de Souza Coutinho.
SEXTA ZONA ELEITORAL
(Distritos Municipais de Andaraí, Engenho Novo e Meyer) Juiz — Dr. Martinho Garcez Caldas Barreto.
Escrivão — Dr. José Pinheiro de Andrade.
Q U A L I F I C A D O POR D E S P A C H O DE 20 DE OUTUBRO DE 1932
Escola de Engenharia Militar e Escola Militar Provi- sória
(Aditamento) 391. Alberto Ribeiro Paz.
RETIFICAÇÃO 249. Almir Aguiar.
276. Alfredo Fauroux Mercier.
280. Waldemar Millen.
344. Joaquim Machado Brito Filho.
Q U A L I F I C A Ç Ã O R E Q U E R I D A (Cap. II, do Titulo I, Terceira Parte, do Cod. Eleit., ar-
tigo 38 e Regimento Geral dos Cartórios, arts. 11 a 14)
REQUERIMENTOS DEFERIDOS
~ Data do de- Número de ordem geral da publicação g £ ferimento
— Nomes ^ -g da qualifi-
~v caça»
696. Joaquim Americano I
a25-11-1932 697. Joaquim Ferreira de Andrade I
a25-11-1932 698. Abelardo Feiras Nunes 1* 28-11-1932 699. Miguel Francisco Rodrigues Pinheiro I
a28-11-1932 700. Pedro Waldemar de Carvalho I
a29-11-1932 701. Alfredo Evaristo dos Santos I
a29-11-1932 702. Arquias Medrado de Rezende I
a29-11-1932 703. Eunice de Carvalho I
a1-12-1932 704. Orlando Soares de Carvalho I
a1-12-1932 705. Raul Espinola de Mello I
a1-12-1932 706. Oswaldo Gama Fernandes I
a1-12-1932
707. Adolfo Basin I
a1-12-1932
708. Leontina de Souza Castro I
a1-12-1932 709. Carlos da Silva Figueiredo I
a1-12-1932 710. Antônio Martins Falei 2
a28-11-1932 711. Joaquim Ribeiro de Oliveira.... 2
a28-11-1932 712. Ildefonso Ayres Marinho 2
a28-11-1932 713. Américo José Cardoso 2
a28-11-1932 714. Antônio de Almeida 2
a28-11-1932 715. João Vieira da Silva 2' 28-11-1932 716. Petronio Xavier de Souza 2
a28-11-1932 717. Laurinda Mangini Santos Lobo 2
a28-11-1932 718. Elvira Leitão da Cunha 2
a28-11-1932 719. Arlindo Alves Monteiro 2
a28-11-1932 720. Antônio Francisco da Rosa 2
a28-11-1932 721. Joel Foram de Oliveira Roxo '. 2
a28-11-1932 722. Juventino Affonso da Silveira 2
a28-11-1932 723. Antônio José Cossensa 2
a28-11-1932 724. Affonso de Albuquerque 2
a28-11-1932 725. Austriclinio Gomes Pinto 2
a28-11-1932 726. Raphael Palhares Malafaia 2
a28-11-1932 727. José Roque Hollanda da Rocha 2
a28-11-1932 728. José Ferreira de Freitas 2
a28-11-1932 729. Cecilia Alves Velloso 2
a29-11-1932 730. Álvaro Pizarro Gonçalves 2
a29-11-1932 731. José Pinto dé Lima 2
a29-11-1932 732. Gervasio Pires Ferreira 2
a29-11-1932 733. Henrique Mangia 2
a29-11-1932 734. Sylvestre Macedo Rosa 3
a26-11-1932 735. Alice Bahiana da Fonseca. 3
a26-11-1932
736. Oron Kaufman 3
a26-11-1932
737. Edmundo Coutinho dé Araújo 3
a26-11-1932
738. Moacyr Motta de Oliveira." 3
a26-11-1932
739. Joaquim da Silva Leite Fonseca 3
a26-11-1932
740. Brabancio Lemos 3
a26-11-1932
Número de ordem geral da publicação
— Nomes
— Data de de- g £ ferimento
da qualifi-
~v cação
Número de ordem geral da publicação .— Nomes
— Data do de- g £ ferimento P. -~. da qualifi- N cação
741. Mauricio Nobrega Guimarães 3* 26-11-1932 742. Luiz Ernesto José Migliora 3
a26-11-1932 743. Raul Moitinho Doria Filho 3
a26-11-1932 744. Mario de Gouvêa Ribeiro 3
a26-11-1932 745. Leopoldina Vianna Pacheco 3
a26-11-1932 746. Álvaro da Rocha Balthazar 3
a28-11-1932 747. Dulce Bressane Pacheco Leão 3
a28-11-1932 748. Carlos Madruga de Souza Freitas 3
a28-11-1932 749. Oscar Antunes de Campos 3
a28-11-1932 750. Herminia Machado de Almeida 3" 28-11-1932 751. José Maria Machado Nunes 3
a28-11-1932 752. Bartholomeu da Costa Ribeiro 3
a28-11-1932 753. Maria Antonieta Machado Nunes 3
a28-11-1932 754. Mario Madruga de Souza Freitas 3
a28-11-1932 755. Helena Machado de Aguiar 3
a28-11-1932 756. Maria El vira Velloso Rebello 3
a28-11-1932 757. Mario Antunes de Campos 3
a28-11-1932 758. Maria Luiza Machado D'Araujo 3
a28-11-1932 759. Maria Amélia Martins D'Araujo 3
a28-11-1932 760. Alice Barreira da Fonseca 3
a28-11-1932 761. Júlio de Barros Barreto 3
a28-11-1932 762. Altair Malan D'Angrogne 3
a28-11-1932 763. José dos Santos Pinto 5
a21-11-1932 764. Ismael Cavalcanti de Albuquerque 5
a21-11-1932
765. Enzo Peri 5
a21-11-1932
766. Vitor Miguel da Silva 5
a23-11-1932 767. Manoel Marques da Silva Filho 5
a23-11-1932 768. Hermogenes Dias Bezerra 5
a23-11-1932 769. Henrique Sibanto Saes 5
a23-11-1932 770. Mario José Ganthier 5
a23-H-1932 771. Aristides Henrique Gonçalves 5
a23-11-1932 772. Alaide Hort Kamp Lisboa 5
a23-11-1932 773. Arnaldo Faro de Castro Rebelo 5
a23-11-1932 774. Damião Guimarães 5
a23-11-1932 775. Francisco Augusto de Andrade 5
a23-11-1932 776. Hermes Amadei . 5
a23-11-1932 777. José Ricardo de Moura 5
a23-11-1932 778. Turandir Martins de Castro 5
a23-11-1932 779. Zeni Valle de Aguiar 5
a24-11-1932 780. Guilherme Pires Viveiros 5
a24-11-1932 781. Waldemar Rodrigues Coelho 5
a24-11-1932 782. João Cândido Vieira 5
a24-11-1932 783. Manoel Inácio de Brito 5
a24-11-T932 784. João Eitminowicz 5
a24-11-1932
785. Nerino Aldi 5
a24-11-1932
786. Alfredo Beviláqua 5
a24-11-1932
787. Ângelo Martins 5
a24-11-1932
788. Mario da Costa 5
a24-11-1932
789. Albino Moreira Alfena 5
a26-11-1932 790. Euclides José Ribeiro 5
a26-11-1932 791. Jesus Soares Pereira 5
a26-11-1932 792. José Gonçalves de Souza 5
a26-114932 793. Alcides Guimarães Fernandes 5
a26-11-1932 794. Luiz da Silva Morais 5
a26-11-1932 795. Tosé Marcelino dos Santos Júnior 5
a26-11-1932 796. Francisco Rueda de Freitas 5" 26-11-1932 797. Luiz Teixeira 5" 26-11-1932 798. Ricardo Barreto da Silva Araújo . 5
a26-11-1932 799. José de Siqueira Lins 5
a26-11-1932 800. Gastão Barreto da Silva Araújo 5
a26-11-1932 801. João Sibanto Saes 5
a26-11-1932 802. Henrique Pinto de Morais 5
a26-11-1932
803. Nelson Maurell 5
a26-11-1932
804. Alfred Mervyn Dore 5
a26-11-1932 805. Carlos Ribeiro Carneiro 5
a26-11-1932 806. Inês José Veríssimo 5
a26-11-1932 807. Rubem Teixeira Campos 5
a26-11-1932
808. Léon Herief : 5
a26-11-1932
809. Arnaldo Machado . 5
a26-11-1932 810. Durvalina Gonçalves Pereira 5
a26-11-1932 811. Américo Marques Esteves 5
a26-11-1932 812. Olga da Silva Fróes da Cruz 5
a26-11-1932 813. Ezia Fróes Torres 5
a26-11-1932 814. Dario Martins Torres 5
a26-11-1932
815.
816.
817.
818.
819.
820.
821.
822.
823.
824.
825.
826.
827.
828.
829.
830.
831.
832.
833.
834.
835.
836.
837.
838.
839.
840.
841.
842.
843.
844.
845.
846.
847.
848.
849.
850.
851.
852.
853.
854.
855.
856.
857.
858.
859.
860.
861.
862.
863.
864.
865.
866.
867.
868.
869.
870.
871.
872.
873.
Vicentina Dale de Azeredo Coutinho 5
a26-11-1932 Ângelo Guemes Vanderlei 5
a26-11-1932 Bernardino José da Cunha 5
a26-11-1932 Júlio Fontoura Mynsson 5
a26-11-1932 Jurací Duarte Monteiro 5
a26-11-1932 Alfredo Gonçalves Paim 5
a26-11-1932 Serafim do Carmo Soares 5
a26-11-1932
José Moreira 5
a26-11-1932
Rubem Henrique Galvão 5
a26-11-1932 Odilon de. Azevedo Almeida 5
a26-11-1932
José Lisboa 5
a26-11-1932
Álvaro da Silva Freire 5
a26-11-1932 Manoel Barbeito Corredera 5
a26-11-1932 Vital Domingues Marques Reis 5
a26-11-1932 Antônio Souza Dias 5
a26-11-1932 José Pereira de Carvalho 5
a26-11-1932 Valdemiro Pereira da Silva 5
a26-11-1932 Luiz Ferreira da Silva 5
a26-11-1932 Jorge Chaker Hatem 5
a26-11-1932 Jeronimo Ferreira da Silva 5
a26-11-1932 Antônio Rodrigues Teixeira 5" 26-11-1932 Otávio José da Silva 5
a26-11-1932 Frederico Cristiano de Oliveira 5
a26-11-1932
Silvio Mader 5
a26-11-1932
Alfredo Carlos Bomtempo 5
a29-11-1932 Benjamim da Silva Araújo 5
a29-11-1932 Herogides Ribeiro da Fonseca 5
a29-11-1932 Maria Cândida Acioli Moura 5
a29-11-1932 Ligia Acioli Moreira 5
a29-11-1932 Margarida da Silva Pinto 5
a29-11-1932
José Madalena 5
a29-11-1932
Maximiliano dos Santos Freitas 5
a29-11-1932 Maria da Gloria d'Ávila d'01iveira 5
a29-11-1932 Mario José Washington Barbosa 5
a29-11-1932 Teofilo Vaz Pinto 5
a29-11-1932 Albertina Ferreira 5
a29-11-1932 Mauricio Teixeira de Melo 5
a29-11-1932 Ranulfo João Chaves 5
a1-12-1932 José Rivera 5" 1-12-1932 Eugênio Batista da Cruz 5
a1-12-1932 Alaide Soares Filgueira* 5
a1-12-1932 Octacilio Assunção Silva 5
a1-12-1932 Alfredo dos Santos Lima 5
a1-12-1932 Braulio de Azeredo 5
a1-12-1932
Leicurgo Fostes 5
a1-12-1932
Aloisio Camões do Vale 5
a1-12-1932 Carlos da Costa Soares 5
a1-12-1932 Alcanor Fragoso Solon Ribeiro 5
a2-12-1932 Antônio Pedro de Figueiredo 5
a2-12-1932 João Lima Damasceno 5
a2-12-1932 Maria.de Lourdes Alhano de Azevedo.... 5' 2-12-1932 Andronico Berârdinelli Cardoso 5
a2-12-1932
Laura Braga 5
a2-12-1932
Antônio Narciso Caldas 5
a2-12-1932
Horacio Feital 5
a2-12-1932
Rafael José Mourão 5' 2-12-1932 Heitor de Oliveira Cunha 5" 2-12-1932 Miguel Antônio dos Santos 5
a2-12-1932
Lauro Soares 5
a2-12-1932
REQUERIMENTOS INDEFERIDOS
Nomes — Zona eleitoral — Data do indeferimento I
a28-11-1932 Centro dos Despachantes da Alfândega do Rio
•I
a28-11-1932
I
a28-11-1932
I
a28-11-1932
Junta Comercial do Rio de Janeiro I
a28-11-1932
I
a28-11-1932
1' 1-12-1932
I
a1-12-1932
I
a1-12-1932
PROCESSOS DE INSCRIÇÃO DE ELEITORES, ME- DIANTE QUALIFICAÇÃO "EX-OFFICIO"
P u b l i c a ç ã o fettn pnrn os fins Indicados no art. 43 do C ó d i g o Eleitoral, nchnndo-se afixados no c a r t ó r i o (Avenida H e m dc Sft n. 152) os respectivos editais.
PRIMEIRA ZONA ELEITORAL
(Distritos Municipais de Candelária, São José, Santa Rita, Sacramento, São Domingos e Ilhas)
Juiz — Dr. Nelson Hungria Hoffbauer.
Escrivão — Dr. Carlos Waldemar de Figueiredo.
rt _ 8
o% Domicilio eleitoral — Nomes dos inscritos Sá c *?
a tj fc^ — N . de ordem da qualificação "ex-of- | S
ent^
a.
d 0J-§ ficio" e indicação do Boletim Eleitoral o 3 ^ ° ! X
gg p, *o c inscrição
S A N T A R I T A :
233. Rui do Prado Marcondes ( B . E . 18, nú-
mero 1.396, da 1* zona) 259 11-11-1932 234. Luiz de Oliveira ( B . E , 18, n. 1.533, da
1* zona) 260 11-11-1932 235. Carlos Salgado ( B . E . 18, n. 1.492, da 1*
zona) 261 11-11-1932 236. Euclides José Tavares (B. E . 18, n. 1.501,
da 1* zona) 262 11-11-1932 237. Antônio Alves Lira (B. E . 18, n. 1.495,
da 1* zona) 263 11-11-1932 238. Antônio Joaquim de Souza ( B . E . 18, nú-
mero 1.496, da 1* zona) 264 11-11-1932 239. João Optaciano dos Santos ( B . E . 18, nú-
mero 1.505, da 1" zona) 265 11-11-1932 240. Bernardino José Barroso Pereira ( B . E .
18, n. 1.497, da 1* zona) 266 11-11-1932 241. Eustaquio Torres Estruc ( B . E . 18, nú-
mero 1.502, da 1" zona) 267 11-11-1932 242. Clodomiro Ferraz ( B . E . 18, n. 1.499, da
1* zona) 268 11-11-1932 243. Aníbal Quintiliano da Silva ( B . E . 18,
n. 1.494, da 1* zona) 269 11-11-1932 244. Antônio Joaquim Vaz ( B . E . 18, n. 1.509,
da 1» zona) 271 11-11-1932 245. Manoel Dominjíues da Silva ( B . E . 18,
n. 1.843, da 1» zona) 281 11-11-1932 246. José Marcellino Castro Marcai ( B . E . 19,
n. 1.596, da 1" zona) 292 11-11-1932 SAO J O S E ' :
247. Luiz Cristóvão Zieze de Oliveira (B. E .
. 22, n. 4.334, da 1* zona) 270 11-11-1932 248. Odete de Barros Rocha ( B . E . 18, n. 224,
da 2' zona) 272 1.1-11-1932 249. Joana Guimarães ( B . E . 18, n. 212, da
. . 2* zona) 273 11-11-1932 250. João Gomes Brasil ( B . E . 16, n. 266, da
1* zona) 275 11-11-1932 251. Francisco Vicente Soares ( B . E . 18, nú-
' . mero 1.763, da 1' zona) 277 11-11-1932 252. Firmino da Silva Ramos (B. E . 16, nú-
mero 278, da 1* zona) 279 11-11-1932 253. Francisco Pereira Lima Filho (B. E . 22,
n. 4.738, da 1* zona) 282 11-11-1932 254. Bolivar Gonçalves Caldas Barreto ( B . E .
22, n. 6.676. da 1* zona) 284 11-11-1932 255. Paulo Afonso Gomes Anjo ( B . E . 22,
n. 6.678, da 1* zona) 285 11-11-1932 256. Atila de Souto Galvão ( B . E . 18, n. 259,
da 2" zona) 287 11-11-1932 257. Antônio Júlio do Nascimento (B. E . 16,
n. 311, da 1* zona) 291 11-11-1932 258. Eduardo Luiz Franco de Sá ( B . E . 22,
n. 6.425, da 1* zona) 294 11-11-1932 CANDELÁRIA:
259. Américo do Espirito Santo Fontenelle ( B .
E . 18, n. 2.680, da 1» zona) 274 11-11-1932
irt Domicilio eleitoral — Nomes dos inscritos *j
w— o g — N . de ordem da qualificação "ex-of- g 8 entrada do
<2 — ficio" e indicação do Boletim Eleitoral * « pedido de .§ "§ -o ° inscrição
* °* * ;
260. Alberto Batista Pereira ( B . E . 18, nú-
mero 1.745, da 1* zona) 278 11-11-1932 261. Manoel Coutinho da Silva ( B . E . 20, nú-
mero 2.011, da 2' zona) 283 11-11-1932 262. João Cancio Soares de Assunção ( B . E .
17, n. 21, da 5* zona) 288 11-11-1932 263. Otávio Augusto Mascarenhas ( B . E . 21,
n. 3.685, da I
azona) 289 11-11-1932 264. José Antônio Martins Romeu ( B . E . 18,
n. 1.734, da 1* zona) 295 11-11-1932 265. Álvaro Pereira ( B . E . 18, n. 1.707, da
!• zona) 297 11-11-1932 S A C R A M E N T O :
266. Pedro de Almeida ( B . E . 17, n. 381, da
4' zona) 290 11-11-1932 267. Virgílio Carneiro da Cunha ( B . E . 22,
n. 6.262, da 1* zona) 293 11-11-1932 268. João Salse ( B . E . 18, n. 2.246, da V
zona) 298 11-11-1932 I L H A S :
269. José Serpa ( B . E . 18, n. 207, da 2' zona) 296 11-11-1932 SEGUNDA ZONA ELEITORAL
(Distritos Municipais de Gloria, Santa Tereza, Santo Antônio e Ajuda)
Juiz — Dr. Frederico de Barros Barreto.
Escrivão — Dr. Carlos Waldemar de Figueiredo.
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u| « Data da
o £ Domicilio eleitoral — Nomes dos inscritos g g
e n t r a d a doÍS g — N . de ordem da qualificação ex-of- £ N ^iâo
d eficio" e indicação do Boletim Eleitoral \o g inscrição
S A N T A T E R E Z A :
148. Amadeu de Oliveira Campos ( B . E . 16,
n. 895, da 1' zona) 208 14-11-1932 149. Octavio Alves Ribeiro da Cunha ( B . Ê .
18, n. 720, da 2" zona) 244 16-11-1932 150. Gil Motta ( B . E . 18, n. 750, da 2" zona). 283 18-11-1932 151. Antônio da Silva Torres ( B . E . 18, nú-
mero 3.358, da 1* zona) 294 18-11-1932 152. Bento Ribeiro da Fonseca ( B . E . 17, nú-
mero 101, da 4
azona) 312 .18-11-1932 153. Rauí Paranhos Pederneiras (B. E . 19, ,
n. 989, da 2' zona) 333 18-11-1932 G L O R I A :
154 Luiz Pradatzky ( B . E . 19, n. 1.837, da
4' zona) 191 14-11-1932 155. Carlos Vieira Rechoteiner ( B . E . 18,
n. 1.765, da 1' zona) 192 14-11-1932 156. Luiz J. Le Cocq d'01iveira (B. E . 18,
n. 1.719, da 1* zona) 195 14-11-1932 157. Gastão Liou ( B . E . 19, n. 1.229, da 2*
zona) 196 14-11-1932 158. Rodolpho Ribeiro Pinheiro ( B . E . 22,
n. 6.336, da I
azona) 197 14-11-1932 159. Lilia Xavier de Britto ( B . E . 18, núme-
ro 2.728, da 1" zona) 198 14-11-1932 160. José Rodrigues de Oliveira ( B . E . 17,
n. 272, da 5
azona) 202 14-11-1932 161. João Manoel de Siqueira ( B . E . 18, nú-
mero 839, da 2
azona) 207 14-11-1932 162. Carlos Legio Brandão ( B . E . 18, n. 249,
da 2
azona) 209 14-11-1932
163. Paulo Copertino do Amaral ( B . E . 16.
n. 232, da I
azona) 212 14-11-1932
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