Estrutura de propriedade 47
A administração do Santander 50
Os direitos dos accionistas e a assembleia-geral 62
A alta direcção do Santander 65
Transparência e independência 66
Código Unificado de Bom Governo 67
Relatório do
Governo Societário
47
1. Estrutura de propriedade
1. Número de acções e participações relevantes Número de acções
Durante o exercício de 2008, o Banco levou a cabo dois aumentos de capital que ocorreram nos dias 10 de Outubro e 3 de Dezembro, onde foram emitidas respectivamente 140.950.944 e 1.598.811.880 novas acções. A primeira operação foi efectuada na altura da aquisição do Alliance &
Leicester e a segunda com a finalidade de dotar o Banco com uma maior força de balanço.
A 31 de Dezembro de 2008, o capital social do Banco estava representado por 7.994.059.403 acções com um valor, segundo a cotação no fecho do Sistema de Interligação Bolsista (Mercado Contínuo) das Bolsas espanholas, de 53.960 milhões de euros.
Já em 2009, conforme a autorização da assembleia-geral extraordinária celebrada a 26 de Janeiro, foram emitidas 161.546.320 novas acções que permitiram executar os acordos celebrados com o Sovereign Bancorp Inc. para a aquisição da percentagem de capital que o Banco Santander ainda não possuía. Depois desta operação, o capital social do Banco fica em 4.077.802.861,50 euros, representado por 8.155.605.723 acções, de 0,50 euros de valor nominal cada uma.
Todas as acções incorporam os mesmos direitos políticos e económicos.
Participações relevantes
Nenhum accionista tinha, em 31 de Dezembro de 2008, participações significativas (superiores a 3% do capital social (1) ou que permitam uma influência notável no Banco).
A participação do Chase Nominees Limited, de 10,73%, de EC Nominees Ltd., de 8,61%, do State Street Bank & Trust, de 7,56%, e da Société Générale, de 3,08%, únicas superiores a 3%, eram por conta dos seus clientes, sem que conste ao Banco que nenhum deles tenha individuaImente uma participação iguaI ou superior a 3%.
Tendo em conta o número actual de membros do Conselho de Administração (19), a percentagem de capital necessário para ter direito a nomear um administrador seria – de acordo com o previsto no artigo 137 da Lei de Sociedades Anónimas – 5,26%, não alcançado por nenhum accionista.
(1) Limiar recolhido, relativo ao relatório anual do governo societário, no RD 1362/2007, de 19 de Outubro.
A conjuntura financeira actual salienta mais do que
nunca a necessidade de contar com um governo societário forte
48
Governo Societário_Relatório Anual 2008
2. Pactos paras-sociais e outros pactos relevantes No capítulo A.6 do relatório anual do governo societário que, sendo parte do relatório de gestão, inclui o relatório de auditoria e contas anuais, é descrito o pacto paras-social subscrito em Fevereiro de 2006 por D. Emilio Botín-Sanz de Sautuola y García de los Ríos, Dª. Ana Patricia Botín-Sanz de Sautuola e O'Shea, D. Emilio Botín-Sanz de Sautuola e O'Shea, D. Francisco Javier Botín-Sanz de Sautuola e O'Shea, Simancas, S.A., Puente San Miguel, S.A. Puentepumar, S.L., Latimer Investimentos, S.L. e Cronje, S.L. Unipessoal com a finalidade de sindicar as acções do Banco das quais os subscritores são titulares ou sobre as quais têm outorgado o direito de voto.
3. Títulos próprios Dados fundamentais
A 31 de Dezembro de 2008, as acções em títulos próprios eram 64.489.873, representando 0,807% do capital social, enquanto em 31 de Dezembro de 2007 eram 212.822, o que representava, nessa data, 0,003% do capital social.
O quadro seguinte reflecte a média mensal das percentagens de títulos próprios durante os anos de 2007 e 2008.
Habilitação
A habilitação vigente para a realização de operações de títulos próprios resulta do acordo 5.º dos adoptados pela
assembleia-geral celebrada no passado dia 21 de Junho de 2008, cujo capítulo II) diz o seguinte:
“Conceder autorização expressa para que o Banco e as Sociedades afiliadas que integram o Grupo possam adquirir acções representativas do capital social do Banco através que qualquer oneroso admitido em Direito, dentro dos limites e com os requisitos legais, até alcançar um máximo – somadas às que já se possuam – de 312.714.828 acções ou, se for o caso, do número de acções equivalente a 5 por cento do capital social existente em cada momento, totalmente desembolsadas, a um preço por acção mínimo do máximo até 3% superior ao da última cotação por operações em que o Banco não actue por conta própria no Mercado Contínuo das Bolsas espanholas (incluindo o mercado de bloqueios) mediante aquisição prévia. Esta autorização apenas poderá ser exercida dentro do prazo de 18 meses contados a partir da data de celebração da assembleia. A autorização inclui a aquisição de acções que tenham de ser entregues directamente aos
trabalhadores e administradores da Sociedade, ou como consequência do exercício de direitos de opção de que sejam titulares.”
Política de títulos próprios
O conselho de administração, na sua reunião de 21 de Junho de 2008, adoptou o acordo vigente sobre política de títulos próprios, que está publicado na página web do Grupo (www.santander.com) e que regula aspectos como as suas finalidades, pessoas autorizadas para as realizar, modelos gerais, preços, limites temporais e obrigações de informação.
Em qualquer caso, a citada política exclui a sua utilização como medida de blindagem.
Nota: No capítulo A.8 do relatório anual de governo societário, que é parte do relatório de gestão, e no capítulo de Capital e Acções Próprias deste último relatório, está incluída mais informação sobre esta matéria.
Mês Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro
Média mensal de títulos próprios
2007 0,225%
0,205%
0,248%
0,255%
0,225%
0,134%
0,393%
0,186%
0,392%
0,092%
0,063%
0,089%
2008 0,206%
0,660%
0,605%
0,700%
0,717%
0,722%
0,175%
0,075%
0,143%
0,225%
0,356%
0,784%
49
4. Acordos vigentes relativos à emissão possível de novas acções ou de obrigações convertíveis em acções
O capital adicional autorizado ascende a 1.563.574.144,5 euros, de acordo com a autorização da assembleia-geral extraordinária de accionistas de 27 de Julho de 2007. O prazo que os administradores do Banco dispõem para executar e efectuar aumentos de capital até esse limite termina em 27 de Julho de 2010. O acordo outorga ao conselho a faculdade de excluir total ou parcialmente o direito de subscrição preferencial nos termos do artigo 159.2 da Lei de Sociedades Anónimas.
No fecho do exercício de 2008, o limite disponível sob a autorização anterior era de 623.718.766,50 euros, ao ter sido um total de 939.855.378 euros, dos quais 799.405.940 foram utilizados na operação de aumento de capital de 3 de Dezembro de 2008, e 140.449.438 euros no acordo do conselho de aumento de capital para responder parcialmente nessa altura a troca dos Valores Santander.
Adicionalmente, e ao abrigo do ponto oitavo da ordem do dia,
a assembleia-geral ordinária de accionistas de 21 de Junho
2008 acordou aumentar o capital do Banco por um valor de
375 milhões de euros, delegando no conselho as mais amplas
faculdades para que, no prazo de um ano a contar a partir da
data de celebração dessa assembleia, pudesse indicar a data e
fixar as condições desse aumento. Se, dentro do prazo
indicado, o conselho não exercitar os poderes que lhe são
delegados, estes ficam sem efeito.
Governo Societário_Relatório Anual 2008 50
2. O conselho do Santander*
Dª. Ana Patricia Botín-Sanz de Sautuola y O'Shea Administrador executivo
Nascida em 1960 em Santander. Incorporou o conselho em 1989. Licenciada em Ciências Económicas.
Actividade principal: presidente executivo do Banco Espanhol de Crédito, S.A. Incorpora o Banco depois de um período na JP Morgan (1981-1988). Desde 1992 é director geral do Banco Santander e desde 2002 presidente executivo do Banesto.
Outros cargos relevantes: é administrador não executivo da Assicurazioni Generali S.p.A. e membro do International Advisory Board da New York Stock Exchange, e da Insead y Georgetown University.e Insead y Georgetown University.
D. Francisco Luzón López Administrador executivo
Nascido em 1948 em Cañavate (Cuenca).
Incorporou o conselho em 1997. Licenciado em Ciências Económicas e Empresariais.
Outros cargos relevantes: foi presidente do Argentaria e vogal do conselho de administração do BBV. É administrador externo de Industria de Diseño Textil (Inditex) e vice-presidente mundial da Universia.
Assicurazioni Generali S.p.A.
Administrador externo (proprietário).
Incorporou o conselho em 1999. Representada por:
Mr. Antoine Bernheim. Nascido em 1924 em Paris.
Licenciado em Direito e em Ciências. Pós-graduado em Direito Privado e Público.
Actividade principal: presidente da Assicurazioni Generali Incorporou o conselho da Assicurazioni Generali em 1973, exercendo o cargo de presidente de 1995 a 1999 e desde Setembro de 2002 até à actualidade.
Outros cargos relevantes: é vice-presidente do conselho supervisor da Intesa Sanpaolo S.p.A., vice- presidente da filial do grupo Alleanza Assicurazioni S.p.A., membro do conselho da Mediobanca, vice- presidente de LVMH e de Bolloré Investissement. Mr.
Bernheim é ainda administrador da Generali France, Generali Deutschland AG, Generali España Holding Entidades de Seguros S.A., BSI, Generali Holding Vienna e Chistian Dior S.A. Finalmente, é membro do conselho supervisor da Eurazeo.
D. Emilio Botín-Sanz de Sautuola y García de los Ríos
Presidente. Administrador executivo.
Nascido em 1934 em Santander. Incorporou o conselho em 1960. Licenciado em Ciências Económicas e em Direito.
Outros cargos relevantes: administrador não executivo do Shinsei Bank Limited.
D. Fernando de Asúa Álvarez
1.º Vice-presidente e presidente da comissão de nomeações e remunerações. Administrador externo (independente).
Nascido em 1932 em Madrid. Incorporou o conselho em 1999. Licenciado em Ciências Económicas e Informática, Graduado em Business Administration e Matemáticas.
Outros cargos relevantes: foi presidente da IBM Espanha, da qual é actualmente presidente honorário. É administrador não executivo da Companhia Espanhola de Petróleos (CEPSA) e vice-presidente não executivo de Técnicas Reunidas, S.A.
D. Alfredo Sáenz Abad
2.º Vice-presidente e administrador delegado. Administrador executivo.
Nascido em 1942 em Getxo (Vizcaya).
Incorporou o conselho em 1994. Licenciado em Ciências Económicas e em Direito.
Outros cargos relevantes: foi administrador delegado e primeiro vice-presidente do Banco Bilbao Vizcajá e presidente do Banesto.
Actualente é vice-presidente não executivo da Companhia Espanhola de Petróleos (CEPSA) e administrador não executivo da France Telecom Espanha.
D. Matías Rodríguez Inciarte
3º vice-presidente e presidente da comissão delegada de riscos. Administrador executivo.
Nascido em 1948 em Oviedo. Incorporou o conselho em 1988. Licenciado em Ciências Económicas e Técnico Comercial e Economista do Estado.
Outros cargos relevantes: foi ministro da Presidência (1981- 1982). É presidente da Fundação Príncipe de Asturias e administrador externo do Banco Espanhol de Crédito e da Financeira Ponferrada.
D. Manuel Soto Serrano
4º vice-presidente. Administrador externo (independente).
Nascido em 1940 em Madrid. Incorporou o conselho em 1999. Licenciado em Ciências Económicas e Empresariais.
Outros cargos relevantes: é vice-presidente não executivo de Indra Sistemas, administrador não executivo da Corporação Financeira Alba e de Cartera Industrial REA, S.A. Foi presidente do conselho mundial da Arthur Andersen e director para a EMEA e Índia da mesma empresa.
D. Rodrigo Echenique Gordillo Administrador externo.
Nascido em 1946 em Madrid. Incorporou o
conselho em 1988. Licenciado em Direito e
Advogado do Estado. Foi administrador
delegado do Banco Santander (1988-1994).).
51 D. Juan Rodríguez Inciarte
Administrador executivo
Nascido em 1952 em Oviedo. Incorporou o conselho em 2008. Licenciado em Ciências Económicas.
Incorporou o Banco em 1985 como administrador e director general do Banco Santander de Negocios. Em 1989 foi nomeado director geral do Banco Santander, S.A. Entre 1991 e 1999 foi administrador do Banco Santander, S.A.
Outros cargos relevantes: é vice-presidente do Abbey National plc e administrador da Companhia Espanhola de Petróleos, S.A.
(CEPSA), Alliance & Leicester plc, Santander Consumer Finance, S.A. e RFS Holdings.
D. Ignacio Benjumea Cabeza de Vaca Secretário-geral e do conselho
Nascido em 1952 em Madrid. Incorporou o Grupo em 1987, como secretário-geral e do conselho do Banco Santander de Negocios, sendo nomeado secretário-geral e do conselho do Banco Santander S.A. em 1994. Licenciado em Direito, ICADE-E3 e Advogado do Estado.
Outros cargos relevantes: é director geral do Banco Santander, S.A., administrador externo da Sociedade Reitora da Bolsa de Valores de Madrid, S.A., Bolsas e Mercados Espanhois, Sociedade Holding de Mercados e Sistemas Financeiros, S.A.
e La Unión Resinera Española, S.A.
D. Guillermo de la Dehesa Romero Administrador externo (independente) Nascido em 1941 em Madrid. Incorporou o conselho em 2002. Técnico Comercial e Economista do Estado e chefe de balcão do Banco de Espanha (excedentário).
Actividade principal: assessor internacional da Goldman Sachs.
Outros cargos relevantes: foi secretário de estado de Economia, secretário geral do Comércio, administrador delegado do Banco Pastor e, actualmente, é administrador não executivo de Campofrío Food Group, presidente do CEPR (Centre for Economic Policy Research) de Londres, membro do Group of Thirty, de Washington, e presidente do conselho reitor do Instituto de Empresa.
D. Abel Matutes Juan
Administrador externo (independente) Nascido em 1941 em Ibiza. Incorporou o conselho em 2002. Licenciado m Direito e Ciências Económicas.
Actividade principal: presidente do Grupo de Empresas Matutes.
Outros cargos relevantes: foi ministro de Assuntos Exteriores e comissário da União Europeia nas carteiras de Crédito e Investimento, Engenharia Financeira e Política para as Pequenas e Médias Empresas (1989); de Relações Norte-Sul, Política Mediterrânica e Relações com a América Latina e Ásia (1989) e de Transportes e Energia e Agência de Abastecimento da Euroatom (1993).
D. Javier Botín-Sanz de Sautuola y O'Shea Administrador externo (proprietário) Nascido em 1973 em Santander. Incorporou o conselho em 2004. Licenciado em Direito.
Actividade principal: presidente e administrador delegado de M&B Capital Markets, Sociedade de Valores, S.A.
Lord Burns (Terence) Administrador externo
Nascido em 1944 em Durham (Reino Unido).
Incorporou o conselho em 2004. Licenciado em Ciências Económicas.
Actividade principal: presidente não executivo do Abbey National plc e do Alliance
& Leicester plc.
Outros cargos relevantes: é presidente não executivo da Glas Cymru Ltd (Welsh Water) e administrador não executivo do Pearson Group plc. Foi: secretário permanente do Tesouro britânico, presidente da comissão parlamentar britânica “Financial Services and Markets Bill Joint Committee”, presidente não executivo do Marks and Spencer Group plc, administrador externo do British Land plc e do Legal & General Group plc.
D. Antonio Escámez Torres Administrador externo (independiente) Nascido em 1951 em Alicante. Incorporou o conselho em 1999. Licenciado em Direito.
Outros cargos relevantes: presidente da Fundação Banco Santander, presidente não executivo do Santander Consumer Finance e do Open Bank Santander Consumer, vice-presidente não executivo do Attijariwafa Bank e presidente não executivo de Arena Media Communications.
D. Luis Alberto Salazar-Simpson Bos Administrador externo (independente) Nascido em 1940 em Madrid. Incorporou o conselho em 1999. Licenciado em Direito e Diplomado em Finanças Públicas e Direito Tributário.
Actividad principal: presidente da France Telecom.
Espanha.
Outros cargos relevantes: Administrador não executivo da Mutua Madrileña Automovilista.
D. Antonio Basagoiti García-Tuñón Administrador externo (independente) Nascido em 1942 em Madrid. Incorporou o conselho em 1999. Licenciado em Direito.
Outros cargos relevantes: foi presidente da Unión Fenosa, da qual é actualmente presidente honorário. É, além disso, vice- presidente proprietário não executivo da Faes Farma, administrador não executivo da Pescanova e membro do conselho assessor externo da A.T. Kearney.
D. Luis Ángel Rojo Duque
Administrador externo (independente) Presidente da comissão de auditoria e cumprimento.
Nascido em 1934 em Madrid. Incorporou o conselho em 2005. Licenciado em Direito, Doutorado em Ciências Económicas, Técnico Comercial do Estado e Doutor Honoris Causa pelas universidades de Alcalá e de Alicante.
Outros cargos relevantes: dentro do Banco de Espanha foi director geral de estudos, sub- governador e governador. Foi membro do conselho de governo do Banco Central Europeu, vice- presidente do Instituto Monetário Europeu, membro do comité de planificação do
desenvolvimento da Nações Unidas e tesoureiro da Associação Internacional de Economia. É académico da Real Academia de Ciências Morais e Políticas e da Real Academia Espanhola da Língua.
Dª. Isabel Tocino Biscarolasaga Administrador externo independente Nascida em 1949 em Santander. Incorporou o conselho em 2007.
Actividade principal: professora titular da Universidade Complutense de Madrid. Doutorada em Direito. Realizou programas de alta direcção no IESE e Harvard Business School.
Outros cargos relevantes: foi ministra do Meio Ambiente, presidente dos Assuntos Europeus e da Comissão de Assuntos Externos no Congresso dos Deputados e Presidente para Espanha e Portugal e vice-presidente para a Europa da Siebel Systems. É actualmente conselheira eleita do Estado, administradora externa da Climate Change Capital e membro da Real Academia de Doutores.
* Salvo indicação em contrário, a actividade principal
dos membros do conselho é a que desempenham no
próprio Banco como administradores, quer sejam executivos
ou externos.
D. Emilio Botín-Sanz de Sautuola y García de los Ríos D. Fernando de Asúa Álvarez
D. Alfredo Sáenz Abad D. Matías Rodríguez Inciarte
(4)D. Manuel Soto Serrano Assicurazioni Generali S.p.A.
D. Antonio Basagoiti García-Tuñón
Dª. Ana Patricia Botín-Sanz de Sautuola y O’Shea D. Javier Botín-Sanz de Sautuola y O’Shea Lord Burns (Terence)
D. Guillermo de la Dehesa Romero D. Rodrigo Echenique Gordillo D. Antonio Escámez Torres D. Francisco Luzón López D. Abel Matutes Juan D. Juan Rodríguez Inciarte D. Luis Ángel Rojo Duque D. Luis Alberto Salazar-Simpson Bos Dª. Isabel Tocino Biscarolasaga Conselho de administração
Presidente Primeiro vice-presidente Segundo vice-presidente e administrador delegado Terceiro vice-presidente Quarto Vice-presidente Vogais
P I
I D I
D E I E I I
I I I
P P
V P
P P
P
Executivo Externo 1. Comissão executiva 2. Comissão delegada de riscos 3. Comissão de auditoria e cumprimento 4. Comissão de nomeações e r e tribuições 5. Comissão internacional 6. Comissão de tecnologia, pr odutividade e qualidade
Composição e estrutura do conselho de administração
52
Governo Societário_Relatório Anual 2008
1. Reeleição de administradores na assembleia-geral ordinária de 2009
De acordo com o artigo 55 dos Estatutos sociais* e o artigo 22 do Regulamento do Conselho**, o prazo de duração do cargo de administrador é de cinco anos (prazo máximo de seis anos, de acordo com as normas espanholas), realizando-se
anualmente a renovação do conselho por quintas partes.
Na assembleia-geral ordinária de 2009, prevista para os dias 18 e 19 de Junho, na primeira e segunda convocatórias, respectivamente, serão apresentados para reeleição os administradores D. Matías Rodríguez Inciarte (administrador executivo), D. Manuel Soto Serrano (administrador externo independente), D. Guillermo de la Dehesa Romero
(administrador externo independente) e D. Abel Matutes Juan (administrador externo independente), cujos perfis profissionais se encontram nas páginas anteriores.
A reeleição será submetida ao voto separado da assembleia (artigo 21.2. do Regulamento da Assembleia). Devido à implementação desta prática de eleição desde a
assembleia-geral ordinária de 2005, todos os administradores actuais foram submetidos ao voto separado da assembleia.
Comissões
D. Ignacio Benjumea Cabeza de Vaca D. Juan Guitard Marín
(7)Secretário-geral e do conselho Vice-secretário-geral e do conselho