/
< s
'6
DISSERTAQAO
CADEIHA DID OT 3 STKTRTC 1A
FORCEPS
PROPOSIQOES
Tres sobre cacla
uinadas cadeiras
da FaculdadeTHESE
J Al'UK'tSTAtM A
FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO
ieeo
f NTJUSTt ELLA
-
» «TM1' WIA FM M b^EESfBUfl I>n MU >U< A N N*i S e o d o v p p r o v i d f l fitnaimcnlai
PFXD
DP . § ep $ io Gon
^ slseg de Ulhca
KitiraJ du Lsia.it de Ninas Genes
Jiiho do Cufutcio RoDnuihUt <loti\ahrs tit Iidxuit r [)- I'rniut liiia Pimentel tie L'tkoa
R i o n i i
JANKIRH
T Kr»
,
'|.
U M 1 *d11«. A * . I L I A If t^
i i O i n h i IP dI1890
*
I
11
) E J A Nil Hi )
1 i I
J j. J w r i
OlflCCTOi
tin EITICO MATTFHNO DA ganQ
YlCEtHRECT^ srcnci&nip
HR, L W Q H]0 Dt M&LLQ /UNfS MAiA CON5EL.H£lflQ on VftGOfcftE Ttt ALvARtfyGA
7>T¥. i i- SH'> i,’A I'HEM ATliX
*
loan Mat Mi* T- ntiHra
CoiiMlht‘iiv Alienuoi'Vrti'imt\v S^tii InJVo Jtub|timi
Jo*ii t*crohrii.t
^
uirnn.rB.-H* ,ttottibuo JOK Po-im r, .
}' i t i|n«l r
-
Cnmiilro.
.ThV«iCA IDfrctira,
VuniLJi tnin^rU UIHIICR <
BLJIJUUJ tr cuolngm uirAkii*, Aitttomiit iloittrnjiiura
H:pinli>
^
ik ilm>niM o fnmoji,f'liiunrti ** IriolngHM
J1'liyitiofojgiaihdorta *> c*|T>nruivi(iii
^
ibi>|nEtiiANJL('iiviin H|ibTM4l4jgL* jtatUuIu
^
ira*Ptttholutfiu Imilk'll.
E\ithulium rirnr
^
irAMHUirik mi in . ili-iiM^Lvii'M i>
^
wiitlmantt}brKsilejf*tiObutfltri
^
n\ uototiiiA ‘ur
^
.t'-iL, mt-lnina i(nrMi cipparrlhc**,Hygkrat' i lniioti4 A* tiHKlfcitm
IMedit'lnuujinnlUni li
^
iu - *i*ti tiw lujiunlur^
ul r l^iKuinjiiu.^
Clinic* nsk&c* tl« urintio*.* *
j
-f!Uifclca rinirtfirn IIFP afJtiltfti, riuikiioijhtnlmiiln^
n^Olmutii aji’ili
.
-u-
' Lrurgit’a UTIHUVM, drown ill iiupln-im* niLinumn *? *yjihiLiikjir OLmittii paycbbUncuABJtroOTOS
J'liv+tcu nudk*
.. CfotniraIfoUmrjiHim9 Jtnnln-1.1! ni+'tlif ji- timii-talngl
*
^
R IIUS1|L':L*.ATJJKI-LNiihiji hii-ttTipIrvj
HwtotnRwipjiTonca * dnlu.^;
\ [ i'.i ‘ hitmen i-'n J lilfijn
^
jrnPliv’iii !’>yciii llif-"rii,ii n yjK-rnu-ntnl
Alintniitu i |Jjy*nli
^
u jotJi^fn^
i1 .--. IMII
^'. .* tiiiqidiiA upM.iiurtflr 4Uiari-Uwit
\r,IIIUI;L i:i.ill. i i j nli. i.P 'Lj iit
-
- ^.'-iL*i[j'irr*rfiiithiii'uWiJi i irtatln kirnmW Mwlii'maIttjml twirfjlwii:
1 Iniinr ivr*,Ti rnvt
I I* • -r i I
1 +
lUUTO.i»r m»i
->« "“4
i*i n i- j i i i i i
m-m-m-a>f iBp InAip
’In- BlWttin <Jt Vlireu
CjrjiriauoJuikn Dmuailu Smiiii
m
^hoFi^unlia
1f.-irfl.i i <{ir f'-L
-
LI-. Alfuit’.!..(Ltm*nnifihlhtiroilu Vuicoml*
-
it VivarftnwwI 'nnh.i Kt'jjfj JUUIOT
<’r
-
rultirl’i Moll LfctHTijiimiin Antuitmiia (tul.uI'nrin
Jn* MATIU Tdjnini.,
Agii^Uliljn Aiy.'i LII
^
>UUI Litmi. . .L'owtitillutitu Ntino «Jtt AiiilrttdoMfl
[lumUi
^na i!"\mi
-
v i a M vrtina 1 ' HE-ft |<Jn- rif A'Jnl[iJii r Mifi^irij
lUCj^ln fiitiih - iVitrn
Hllnrto Hnari^
ErijJu M.innl.ip rLf Um:. i i'--- lit--
1'iirnFi'lo HJIR:IT.L Uilun
nlthiin I'nuLrrn iInbiiOA..
I<IIV^ »';iri' -i iviit
-
nrw limuAfip«<V ' - B I I*!
I i .TlI ¥® 4- 1
n r jj a_ ii&i
p|1i l
4 M-W*
1' ' » #4m m m m+
l+ +*i
I Tr i1 rf4
u aijj.j a i m
B 1-4*1I imW
I f1 «
+- h* *+%""
aI.i.f t.jai I1 af t! i f ta a aa>.
¥-1 F f l .m
*«l r P, ¥ ¥ ! p-r.r-a-i
Ern^ln' lt1 Fr^Jlns f>imiuuih
iiirnmnn M:ir-1M.- M:m !"-
Arthur f uajj
'•I I ¥ S- » ¥ ¥ •>l-e4 b l aia "a B a-"->a a a i a-
1C SlIJU PlHlfl!*
Miifi"H Hi.Jurm Civnl- 4uti ,,P
LJIJIIILIJ A:IUof Jilin .Em ijji !'ull> ,'n
I t li J.I,JIJ B i A J J i P V H P f i i
»-r i¥¥ J
¥-¥ ¥4l 1Mm I I ¥¥I IP+*I
l*-i
r¥ i * *•%I ¥ I 4iR ¥L ¥ ¥IiilI 4 1i bi l i l. L i f t J
I I.LiifETfUirp iii Niuni I/»j
4>-4IIB 4 4 4**4 0*•* «I
PHIIUAH'D A'
T ri r Ti| rfir » i B4.g p i f|
T5thrliiufUi Ahn 1Virit“R
Ci*rlwBorlnun^*to VaicomtflJJup I ratiaiMn<l" 1' min, \ ill
^
nn1*!t\ilrrtAnUifthS 11 -'ii- . -1 tnl‘
*vi!rtnrm M;*Lri*Ihi*--
[>
-
LJU ..
.^, .1 1 . rL'... . t|KJJJ.
..A -I i S m .1l!i i n \.\ 1 . . .,
*M,ua.Bia.s. .1 4*4«f t«i.at a i a f t a a iL a a i a f t f t i.1I Bt a b f t
I*UIK 19:J ' tjtalH 1 liiiYi" lit- I am
SI-I.L [Mini .Nnvn-r Vou uu 'Ei* r 11FL111 I^P f t f t t u o ,L n \ Mrnili~in> liuiinr
-aI¥ a a1aa4 B B J
I"151- • l.j p-A i I ' iulii -
f
r- -..-¥ r
IT IIa-w r1a
\
Ijinjnn,
1 :i--L E N inLiiifB.B . B B^M lI P i
I
B I B ia1Bf t.f t.aH
»-
-
¥ .h-
¥I CflinitJI ml ifi TJII,1 PI j y i'p a
i.'linidti tiiwtios 0rirurqmiijt* chwntf,
' ttmin do itiulpjpfiin? ’ 1 yiimliuriu
l ILEI 1>"J4 n|'h|LlflW>l»UM:it
Cttittrnpyditntri' a.
p ?-i
h I.1 a.af t
I-¥ ¥
i-*ma|...,.*|i .V. R.— A Pacruhljilr nio aplrrr>v
* tifrtn ff+prmn
Ul«
-
An 4|iTi-VilBtJr|HI1r iL- nji nrfli-- 1'irjMttilji-- <]1MDISSERTAgAO
T
Cadeira de Ohstetricia — Forceps
*
i
i
I
r
V
u 1
§
p c 5
HISTORICO
() forceps e iudubitavelmente a mats preciosa couquista
obstetrics . Delore
o ehuma—
obistouri
doparteiro ,
e a sen re-speitose exprime
assim
: * Instrument emmemmeut conservatenr,
le
forceps
repondail ;iun besom
reel ; aussi sa vulgarisation fut-
elle
r ^
v^
nemerit obstetrical leplus
considerabledu
siecledernier ^
O
forceps 6
umaesperie
de pinqa composta decions
ranios quasisemelhantes
edestiuada
aapprehender
o fetonos
organsmaternos c a
extraliil -
o,O
professor Noegele observe ,
com muttajusti
^ a ,
que uao hamedico quef em pneseiifa do mu
parto
laboriost^
nao teuhainstill -
ctivamente
odesejn
deagarrar
e de pitxar com as dimsm
&osa
cabe
^
a do feto.Ksta manobra ,
reconimeudada
nos tempos os maisremotns por
Hippocrates
,era
taosimples
e tao natural que 6 difficileomprelieuder
como podc-
se passar tanto tempo sem que a obstctriria fosse dotada com csta preciosapinja .
A houra da inven-
<;ao do forceps
foi disputada
por nuiitas pessoas ;porem
estn bemestabelecido boje
que a gloria destaiuvenyao
perlence a Paulo Chamberlen,
pai docclebrc Hugh Chamberlen
e dePedro Cham -
berlen
que publican em1674
tuna broclntm,
onde die falla demu meio seerfcto
, inveutadopor
senpai
, para salvar a vuladofeto
*A invemjao do
forceps data approximadamente
de1624
k1630
; porem o instrumento rios Cliauiberleufoi sdmente emthe -
cido em 1723
, cpocha
em queChapman tornou - o publico
*»4
A
r
I ? / 5 c 5 v
V
4
Aveliug
proven
que < » inventordo forceps era fraticez,uascido
em Paris
em 1560 ,
stia familiapertencia
apequena
nobrezade
Tancarvillv ( Nomiaitdia ), Protestantes
,
sen pin e sua mat,
se expatriaraiupara
ftigir a perseguifaorcligiosa
queterminou
im m ntede S
*Bartholomew
. Yerifieou-
scque
osChamberlen
chega-
ram
no temploprotcstantc
de Southampton em1569
,Clmma -
vawi
-
seChuniberlan,
c naoChamberlen
.Os
Chamberlenexploraram
o segredo da suaihveii
^
ao,
segundo
o usodo
tempo edo
meio cmque viviam
,Em 1670
, HughChamberlen
partiupara
Paris com aintcn -
de
vender
o sensegredo auprimeiro medico
da rei, por 10*000 escudos.
HughChamberlen , julgando
seuproccsso applicavel
6todos
oscasos ,
prometteuterminar
oparto
em uma mulhercuja bacia
era vteiada em mu grao extreme, cpara
a qual Mauriccau jnlgara aopera
^
ao cesariana necessaria.
N3oconseguitido
termi-
nar o parti»
,
couiotinha
previsto Mauriceau,Hugh
Chamberlen, desgostaso,
voltoupara
arnglaterra
,renunciandoa
todas as bellasesperan
^
as defortuna
que diejulgava
realisar cm Paris.
Segundo Mauriceau , que
acahava depublicar
o sen livro de partos, pnesentenndn d
HughChamberlen
com milexemplar ,
afamilia
possuittdo Chamberlen
nessaepocha mais euriquecen
de-
se30.000 libras
com a explorade^
Sorend
destea* segredo,Algunsannos depois
,
em1693
, Cliamherlen fez uma viagema Ho
II
anda, onde elle foi maisfeliz
; veudeu o seuinstnimento
ajnuitos parteiros
,
eutie os quaes cita-
se particularmcnte Roonhtty-
sc'u,
Rnv ^
ch e Bockelman.
A alavanca
deRooiihuysen , descripta
em 1733 porVisscher
e Van de Poll
,
uao era tjiiistnmiento
que elle tinhacomprado de Chamberlen .
Ratlilauw publicou em 1747 a tlescripy&o de uminstrutucitto
que titiliareccbido de
Van der Swam, discipulo de Roonlniysen,
i11strumento coniposto deduas colhcres
munidasdejanellas
e miidas em sua extreniidadc por meio do uma cavilha.
Palfyn, professor em
Gaud ,
passouerradamente pelo
verda- deiro
inventor do forceps,1
m-a
l y l i i l a
5
O
histrumento que elleapresentou
em 1722 & Academia deScieucias de
Paris nao era mais do que umaimitavao
daquellesque elle fora estudar ua Allemanha e na Inglaterra
. Esta
apre*senta
^
jlo, feita em uma epocha em que o forceps de Chamberleuera
pouco conhecido
emFranca
, valeu aPalfyn
o titulo de inven*tor do forceps
.
Uma descoberta posterior
levautou todas as duvidas a estcrespcito . Em
uma casa,
nocoudado
deEssex ,
que pertencera aosChainbcrlen
ate o meiado do decimo oitavo seculo, encontrou-
seem uni armario de
segredo
diversosobject
os : titulos de proprie-
dade
* cartas dosChamberleu
e iustrumentos deobstetricia ,
entreos
quaes
figuravam mtiitos forceps mais ou menusaperfeigoados .
O forceps
deClianiberleti ,
desdeque
foi conhecido,
soffreuuni grande nuincro de inodifica
^
oes, em genii muitopouco
impor-
tantes,
porque
quasi todas cram inuteis,
quaudo nao toriiavammesrno
o iustniiucnto maisincommodo
ouperigoso
, o que tinha logarpara
muitos destespretendidos aperfei
$oaiueiitos.
No meiado do
decimo
oitavo seculo come^
a uma nova phaseda
liistoriado
forceps.
Doisparteiros
,iguahnente
celebres, Lcvret
,em
Franca
,Smell
ie, em Inglaterra,
tiveram a mesma idea eao mesmo tempo, de sortc que e
impossivel ainda hoje
dizer com justifa qual dosdois
, o primeiro,
que a tenlia posto cmexecmjao
.
Elies fizeram no forceps, tal como elle era entao
,
uma modi-
fica
^
ao tao importante quetodas
aquellas que se tem teutado introduzir no forceps posteriormeute, a except;ao de urn mui pequeno nuniero,
podem sercousideradas
como insignifieantes, ealgumas
mesmopouco
felizes. Levret
eSmellic
curvaram ofor - -
ceps sobre sen grande eixo
,
de tal sorte que seu bordo anterior offerecesse umaconcavidade virada
para diante e oposterior
umaeonvexidade
virada para traz.
Aveliug reclama a
prioridade
desta modifica<;ao em favor deBenjamin
Pugh, cirttrgiAo emChelmsford ,
quedesde
1740 man-
dava fazer forceps
curves
*A
V W /
6
J
Pu
^
li nSo s6 nirvAm oforceps ,
como tambem senira -
se dellefrequentemente
no estreito superior.
Clintoeli
tambem redaruacalorosatnente
osdireitos
de prio-
ridade de Pugh
.
O
forceps
deChamberlen
era recto, e porconsequencia
s6meute applicavel 110s casos em que a
cabe
^
a, msmuada na esca-
va
$&o, seapproximava
doperineo .
Pela inodificayao de
Levret
eSmellie
a forma doinstrumento
se accommoda a forma e sobretudoa direct;ao da bacia, eaugmentaassini
considcravclmente
u camp » de sun applica<;5o, pennitthido-
Ihe ir apprehender uma cabeja
aiuda collocada
acima do estreitosuperior.
Levretf quando
curvou oforceps ,
ufio teve cm vista esta vantagem, esim poupar
operiuen
e tornar oforceps
mais convexnicute
e maiseffieaz ,
quando acabe
^
a estiver cm posi^
ao occipito-
posterior
.
Sfimentc
em1776
foi queLevret
teve occasiao de assistir auiiia
appliea
^
o de sen forceps, no estreito superior, feita por
Coutouly.
Tambem
tem-
seditu , com razao
, qne oforceps
emeurva
pelviana foi, nas maos de sen inventor,
inndiamante
bruto, queoutros ,
maistarde , lapidaram
e apreciaranuSmellie
, quando
modificou oforceps ,
tiulia a iuteiKjao hem uitida de Icvar o instrumentomais
acima e dc tirar partidodelte
no estreito superior
.
Entretanto
, seriaprecise
nao acreditarque
o autoringlez
tivesse uma idea exactn daimportaiicia
dcstacurva
pelvica*Smellie
continuon a servir-
se doforceps
recto,
e cousideravao forceps
curvo
como de uni uso excepcional.P6de
-
se,pois ,
dizer queSmellie
, como Levret,
durante suacarreira obstetrica, empregou n
forceps
recto muito mais vezesquo o
forceps
curvo.
DESCRIPCia DOS DIFFERENTES FORCEPS
lniumieras sao as .modinca
^
oes feitas noforceps
para torna]-
o11m
instrmnento
perfei
to,scudo
muitas d*entreellas coucebidas pelo
vandesojo
quedveram muitos
p&rteiros
deligar
oseu
uomea
aperfeic
;oanientas mars mi mcnosduvidosQs.
Tambem descrcreremos
soinente asprincipaes modificayoes
doforceps , segumdo
nesteestndo
aclassifica
^
ao de Poullet.
Ponllet divide os forceps em qaatro especied:
i
.
fcForceps ,
tendo sobretudopor fim
apprehensao dacabeea
;2/
Forceps
, tendo pnr fim diiniiuiir a eompressS.o ;3
.
J Forceps,
tendo por fimfavoreccr
a evohnjao dacabe
^
afetal ;
4
.
*Forceps
, tendo por fimobter
mtm direetjao satlsfactoria das traqjoea*A primeira comprehends dois type© differentes: typo dos forceps rectos e typo dos forceps cn rvos
.
A segunda especie e tambem
subdividida
e:n tvpo dosforceps
eni
ramos parallel
os e typodos forceps asymetricos
*A
terccira e a quarta espeeies 11au apresentamsubdivisao
*1
. 1
0
J
R
PRIMEIRA ESPEC 1 E
0
Forceps, tendo
principalmcnte por Jim
a apprchensSo da cabefa.
PRIMUIRO TVPO PORCHPS RECTOS;
Forceps de ( 1hambsrlm
. —
Overdadeiro forceps de Chamberlen
apresentava
dois
ramus, munidos de j
anell as
ccruzados ,
que soartieulavam
porintermedin
de mu pivot^
ue se introdima em unifuro, como nas tesouras
.
Este forceps , cujos
ramos sao rectos,aprcsenta
uma unicaeurvatnra ,
a das collieres, para aapprehetissio da cab
£9a
e elia-
mada —
curvaturacephalica .
Forceps
de PaJ/
vn,—
Este forceps tinhado
isramos ,
naocruzados
edesprovidos
do janelias e nmac u
rvatura ccphalica exagerada
.Forceps de
Duste
,— Este autor mixlificou
o forcepsdc
Pal-
lyu
mandando collocar
no corpo decada
ramo,
naraiz
dascolhe -
11ina
pequena
pe;< a,que recebia um parafuso
pormein do
qualtmiftm
-
se os dons ramos a vontadc. Elleaugnieiitoa aiudaa
cun'a-
tura dos ramos t terminon os cabos
por
doits gauchos viradosres
para
fora.
Forceps de Lazarczoiteh
— Este forceps
compde-
se de dons ra*mos
paralleled ,
quese a fas
lamparallelamente
por inter mediode
umparafuso ,
que estasittiado
a quatro centimetrosda
extremrdade inferior
do instinmento, constituindo
a articula^
ao,Tem
31j
centimetros
de extensSo e pesa475
grammas.
Os forceps rectos nao tem seuao um valor purainei.ile histo
rico
Actualmen te parteiro alguni o eiuprega, a exceptao deLa -
zarewjtchi sens
discipul
os e alguns parteirus nigle/es, que ser*vem -
sedo forceps
rectoe curtoequando
:icabers estfi
na excava^
ao*ou