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DIÁRIO DE NATAL 07.04.1947

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(1)

^mmm

•mry-. V:

nés

m

h r 8 » ?

rev

tituiilocom o apoio

o reconhecimento da beligerância com Morinigo

0 totalitarismo

Comunista

( D * u m observador politico) A prova pratico quí> o co-m u n i s co-m o teco-m dado. noslo

m u n d o sobrecarregado 1

problemas, é. sem duvida, a pior possível, E?>e regime, quo vem ?cncla prega ri o4 com

veemencia, principalmente no&^fins do século dezenove como regime destinado a por termo á escravidão do ho-m e ho-m polo hoho-meho-m. — <v ho- mos-trou um implaeuvol v toro/, adversario da liberdade hu-m a n a . Material izando-se no bolchevismo russo, reeditou, n u m a edição naturalmente mais ampla mais recheada de ilustrações, o 2-CL'UÍar des-potismo dos c7.vvc>. Tudo aquilo que se atribuiu a Ale-m a n h a hitlerista, tudo aquilo que a Alemanha sustentou com o nacional socialismo, isto é, a prepotencia de un: grupo sobre os direitos dc u m povo, a arrogancia müi-tar e a fome imperialista, a politica de muitas faces e t a m b é m a politica do fato consumado, — tudo is.-.o sal-vou-se na crista das onda* da ultima guerra, graças ao bolchevismo staHnista.

A s democracias v:1o: iosa^ n ã o podem assim ainda can-tar vitoria, porque o comu-nismo que se imiscuiu, como u m a quinta-coluna, nas

for-çüs iibertadoraç das nações livres» está aí, com seu peso morto atravessado nu cami-nho da civilização.

Spruille Bradon. com .1 responsabilidade politica <k? secretario de Estado norto-americano. n u m discurso qiu* pronunciou no Ir^tituto úv Engenheiros, assinalou aspecto tenebroso da vida in-ternacional» moslrando que «» maior obstáculo ao progres-so da humanidade é ainda o comunismo. " O fascismo, d is. se ele, chamem-no nazistas ou comunistas, todos são d:i mesma estrutura totatitaria e igualmente perigosos. O fascismo, • nao ftos

engane-mos a esse respeito. — ver-m e l h o ou negro, representa u m grave perigo para o di-reito basiço dos trabalhado-res". E lembra que Hurold Laski, ainda o ano passado, disse que os partidos comu-nistas, organizados fora da Rússia, agem sem rscrupulos morais o intrig:nn sem re-serva a l g u m a . Todos* sacrifi-cam sous interesse? em favor dos partidos. Os fins ju>iiíi-cam os meios. Dai. nnsco a corrupção t.-nto cias inteli-gências como dos seníimen* tos» o. quo fax com que os comiMiístDs desdenhem a ra-zão e desprezem a verdade,

£ acrescenta Braden:

--íkA m i n h a experiência sobre

o assunto, neste h o m i s i e r h coincide com o de I.aski, se b<?ro que elo conheça o as-sunto melhor do quo e un. K

conclui: — " â e m o n l e quando os totalitarismos de tocks as cores forem etilirpmlns, n

IPèiiíi&sss

.POSSADAS —

(Argentina) — 7 (U.

P.) — A emissora de

Concepcion anunciou

a formação de um

geverno provisorio

paraguaio, com o a»

poio dos 3 partidos e

de um grupo do par

tido governista

colo-rado. O programa do

regimem revolucio»

nario prevê o reconhe

cimento da ata das

Nações Unidas e do

acordo de Chapulte=

pec, bem como dos

outros tratados inter*

nacionais. Por outro

lado, exige o reconhe

cimento das regras

do Direito Internado

nal em tempo de guer

ra, e para esse fim,

pede que seja reco=

nhecida beligerância

ao governo proviso=

rio.

AO SUL DE

ASSUNÇÃO

B U E N O S A I R H S

7 (UP) — O

movi-mento revolucionário

paraguaio estendeu=

se ao sul de Assim»

cão com a sublevação

da guarnição da Vila

Alberdi, que aderiu

aos rebeldes.

P E D I D A ADESÃO

DA F R O T A

F L U V I A L

C O N C E P C I O N ' 7

( U P ) — O tenente

Raul Pereira Guina»

4

gua, comandante de

um dos últimos agru

pamentos militares

que se sublevaram

contra Morinigo, Ian

çoii uma

proclama-ção pedindo a adesão

da írn!;i Hmiu! para

Kunia. a'i"i dc coopi

1

rar no di rrahaniunt»

t!n íliíatio' .

O RO A NIS AÇÃO

DE S A B O T A G E M

F O R M O S A , 7 (U.

P.) — Sabe=se aqui

que os partidarios da

revolução paraguaia

estão exercendo uma

sabotagem organiza»

da, na zona«controla

da pelo governo de

Morinigo. Uma emis

sora clandestina or=

denou que os partida

rios se organizem em

grupos de 50 homens

no máximo, para a

sabotagem na reta=

guarda governista. A

falta de armas segun

do afirma a referida

emissora, não consti=

tue impecilho, pois

com facas e mesmo

com paus apontados

pode fa*er=se muita

coisa.

^v.-v&v:

rtwipis

Órgão <!<u "Üiurlorj A^uví

x

mUí>.

:

'

Fundado em IS de Setembro do 1939

A N O V I I I — N A T A L — Segwmla-íeira, 7 de Abril de 1947 Na 1.160

iscute o

sua si^

rente

ao

Reunião presidida pelo sr. Nereu Ramos

O

hoje, no

R I O 7 ( M e r i d i o n a l )

T r i b u n a l S u p e r i o r E l e i t o , ra5 realizara h o j e u m a ses.

e x t r a o r d i n á r i a a f i m do p r o s s e g u i r n o j u l g a m e n t o cie n u m e r o s o s processos s:>. b r o recurso« p r e c e d e n t e s dos Estados. Nes*a « s s f i o d e v o r a i .sor j u l g a d o s v á r i o s

S . P A U L O , 7 'Meridional) — Sob a presidencia do sr. Nereu Ramos e com a presen ça de quase todos os seus membros, reuniu-se a Comis-são Executiva do P S D paulis-ta. A reunião em apreço li-nha por finalidade discutir o caso politico renascido com as ultimas demissões de pre-feitos do interior o com o possível rompimento do P S D com o governador do Estado. Depois de muitos debates, fi-cou resolvido que o sr. Ne-reu Ramos, pessoalmente, en-trasse i'in entendimentos com o sr. A d e m a r de Barros, e que? transmitisse â direção do P S D a sua opinião a respei-to da resolução a respei-tomar. No-vamente reuniu-se u Comis-são com a presença dos srs. Cesar Costa, A r m a n d o Prado. Reinaldo Vasaoneelos, Silvio Campos, Inocêncio Seráfico, Cesar Vergueiro, Alves Pal-m a , Godoftvdu Silva, RoPal-meu

feriina, Carvalho Sobrinho,

recursos a t i n e n t e s ás eloi. ções d e P c a w m b u i o o R i o G r a n d e d o S u l .

Cardoso Melo Nv.lo, A n t o n i o Feliciano e Uento A b r e u . Na saida da reunião, os lideres possedislas, por mais que a imprensa tentasse, nada dis-seram, Porém, a m u i t o custo, soube-se que não h a v i a m chegado a qualquer conclu-são e que, propriamente, n ã o h a v i a m ^ d e b a t u l o coisa algu-ma, devido á falta <ie nume-ro de membnume-ros da Comissão. O sr. Nereu Ramos disse-nos que» possivelmente, hoje ou amanhã, haverá nova reunião acrescentando que nada há para ser publicado. O sr.

Carvalho Sobrinho, no en-tanto, afirmou: — "Sou ce-go; surdo e mudo1*. Apesar

de tudo isso, no ante-salâo, os jornalistas conseguiram ouvir alguma coisa. Alguns lideres do PST> que não

par-ticiparam da reunião decla-raram quo caso a Comissão Executiva do P S D resolves-se romper com o sr. A d e m a r cie Barros» 11 deputados pos-sedistas não apoiariam a de-cisão e formariam ao lado do governador paulista. Con-tinua-se, todavia, aguardan-do a opinião aguardan-do partiaguardan-do que

será conhecida ainda hoje ou a m a n h ã . Tudo faz crêr, po-rém, que a direção do P S D paulista conservará o velho ditado: "deixar a situação como está para ver como fica".

Ent ret an1 o, o sr, Nereu Ramos hoje regressou ao Rio.

E N T R A R I A E M O P O S I Ç Ã O R I O , 7 (Meridional) — U m vespertino revela, divulgan-do u m telegrama de São Pau-lo, que o P S D dali entrou em oposição centra ò governador

(Continua na 6a p a g j

com as disposições transitó-rias da Constituição o a apli

R I O , 7 <Meridio= informada também

nal) — O ministro

Lafayete de Andra*

de, presidente do T.

S.E., informou á re*

portagem que. ama»

nha anunciará a data

do julgamento do

processo em que se

pedi* o 1'uiucíamento

do Pari ido Coiiiiinis*

ii\. A rcportajccm do

"lÜuri«; da Noite" já

que será até ó

:i

feira.

O relatorio do minis«

tro Sá Filho, segun*

do apurou o

u

Diário

da Noite", já está

pronto, constando de

muitas paginas dati»

lografadas» Não se

sabe ainda quem pre

sidirá a sessão do T.

S,E

m

se o sr. José Li

nhares ou o sr. La=

fayete de Andrade.

R I O . 6 (Meridional) — Fa-lando aos servidores públi-cos quo foram procnrá-lo na Camara dos Deputados, o sr. P l i i u o líarreto .presidente da Comissão encarregada de elaborar um ante-pro jet o de estatutos dos servidores, decta rou-Jhes que, ainda este mes,

o assunto estará resolvido, i STRASBURGO 7 (UP)

acentuando que a comissão em I

q Qaul'o í'\

apreço m m e i a r á os seu, tra- r á ( h 0 j0 j i n vp:r ta n t e cHsdU'

balhos, depois da semana c;o p oii t;C ü n o s t a c i d a d ( ?, A

Santa. Fa/em- parte desta co p ai aVr a s d0 üdc-r d a reds

tuii.âo, os deputados José t c.n c i a francesa sc-ndo

Maria Crispin. Lino Aluehu- l l Aua rd : i d a c o m iuouic-taeãi

do, Café Filho o Paulo Sa- p ^ Cclos os p a r t i d o s í r a n . ra/atc. Os servidores publi- Cc-ses. K ^ e d i s c u r s(. ^ i g n i .

cos entregaram-lhe.| ;ot^/ros- nca 0 i n i c i o d e u m á ç n m .

Sim, um memoriai, ^olicitan c|f c a m p a n h a d o g a l / c f > n .

do a inclusão nos estatutos | (r a a c o n t i t u i ç ã o q ü a t u a

de diversas medidas o a con efusão rapida do assunto, bom corno a regulam cut o do artigo n ° 23, cio acordo

cação nos tl o 7 do artigo 157 da mesma Constituição.

>itusção d a F r a n ç a . E m d i . rs p r o x i m s Do G a u l l e fa#

l^rá em fiordeus, q u e é

\nv,.i de stu\s fortaleaaa po.

iitieas, Nkv e Marselha.

A c i d a d o e n g a l a n a d a e hoUds superlotados ^e

pc?i:o:r->

que v i e r a m p a r a as

sií;íir ao discurso/Si*huetas

d o g e n e r a l e n c h e m n u m e r o sos c ^ r t a z o « e s p a l h a d o s p e . 1 • c i d a d e .

0 governo autorizai novus snni

'Ïde.'ïri»nias rccc •

titios rie .Míuaii pelo

sr. Inícrvoníor Pede

ra' :HÏÏIÎ!4.Ï:-ïïî vjite

r.iliuu'iio i\\i \ai.' do

íos da zmv.. í.Tií.

:

Í"íí •

íos, rastfrtd"!- K* í:ís!

l-.-ïfiiîvi! «'^isdiràoL

l\V3k

s

ui rüOSüiit l.i. j.Uí

J o» ;i>

ivics ;ït!njïitîoSi

O SniiM'iVfiCop- O

i-.i KWh.* ï.î

S. PAULO, 7 (Meridio.

nal) — Seguirnm d^ avião

para Estados Un;d ;; os

si\s. Olavo Fontoura, oficial

ilo fíabinct« do novo ^- v^r.

nndor o Antonio Mwirios

Kilho do Afirmar ú?

Ünrrw, Ao embarque?, com

pyrotíoroni <> sr. Adrm^r o

^onliora bo memo Rranl^

numero de amhjo« o ndini

tivo paulista e de seu fi,

lho. Faiando á reportagem,

oi »rs. Olavij Aj)tord.» (ii.^

o M^uinlo: —

viaí.;«

1

]!! ó estudos o ao

riv-rno twnpo, urna

oHcinl, pote protcnderrji^íi

ontrar em entendimentos

vxm uma íab)dcu no^t^.a.

ru?ricana par» •

;

quisk;ãí> do

^liuiparntoito o mnterial ru

r « d o r ^ d o elu'iV c]* o x e n i , | r!üvi- r i o p a r a Hüo P « u ! o ,

SANTIAGO DO CHILE,

7 (li?) — Segundo os I rs,

cálculos

a

frente das di.

roitas anti.comunistas cos

seguiu a vitoria nas eleições

municipais d* capital chi.

lona. Os conservadores to.

riam obtido 59 cadeiras, os

liberais 64 radicai».de>

n^crntlc s 15, os socialistas

ns i^rarios camponesas

o o* i-uriiviry* c os demo,

ci"<A\ihVi\ Contr

a

(

S

so a vo

liVâo |)rirtido:, extrejyu»

tas teria sido a ^eguinto: ra

(üi'ai> B5 cadeias comunU

ta.s 40 o faianr-e 8.

T

« 4 4

ÍÍANÍUAQO, V (1TP)

p]0[Ví[d clesf:«

(2)

iSS Sskí

Irotor e IICH'MUI

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l o ò p i

fi(ï;iKj j

-0.50

Sucursais: — S^vii,"* «li? Jmi»*í:»s;i Ud:i,, Rua

7 de Abril, 241 São Paid". — Serviços de lmpren

B

sa Ltda. Ed. Odeon (sala 802), Rio de Janeiro.

Q s problemas

ge-rais da economia

. O governo» ammcni-se, vai imitar a Francvt: vai

eslabe-íeccr

u m a espécie do p l a n o islònet; vai nm ouirns palu* ;yras, criar u m programa de i „.solução dos prrblemas gerais

.(la economia.

; Devemos observar que, st? *é.certo ~que J a boa soluçai 'dos problemas ^c-ruis

ileprn-de o resto riuo ê t mu bem me* . n o s exata que existe pelo

Brasil afora u m a série du . p r u b l e m as isolwh* e

peculia-; q u e ' i n ú m e r a * vuzes nào cSo 'resolvidos pu* f.erem

ou-rtyàs,tantas víúuu ik-.cúnUou*

dos.

Apesar (iii sistema federa-.tiVto atribuiu-se an g-jwrno

ccntr*l o encargo de muitos Serviços lceais. Feiram cria-dos os órfãos técnicos da ad-rçnnislniyão eapa/c s de u:> su% perihtendur e i-xeciuar, ma.-; èases órjjàos téunir«»?. só pos-suem eJieiúncia m* ilusilu-• b r a m até â inspeção visual ' dos trabalhos, tanlu

ne-CoMa «EGO

(Para os (D. A.)

base t b economia dos povos, soo oryanismes exangues. Oi. campos, abertos a 4odas as pragas; a terra, depauperada pela cultura extensiva, tíe a l o j a m e n t o . r v m . rotação, sem o adubo restituidor dus elemento.* asa;mi5ados: a pe-• ria representada por u m a expluraçàu desorck nada sem

rigi-ru^j.s processos de se-ieçâu e eriu.imtn.to rtaeada pui* i-pize'A luilo isto ia/, com que o agricultor norUsKt

f j a i) in:.jii; n li sol adi i com

i-ua; 11 k irr-j

A i). t j): >?iU\(U rui ai rr.irte-na:;, <|itc i..s r»-u imrU>jjue:>e> • !i«av.íin a seus í>v>.s va>salus. Os Kslados tu» Norte como que ainda s* ressentem des-sa manifieêneia ri'al. As p<i-l>ul:<nn.; nir.ii:-. acossadas pe*

li.s ajjruli-s ínMeurix!ú:»;CiJS.

dt iluda!as d<* t|U< ni lhes de-U mia i> ir.Jialho. expulsas de seuh IraOíS d:* terra pela ação absnrvente dus

grande-ÜÚt,

tmmÊmÉÈmmWk

W

cessaria q u a n i o u puis è ex- pri.pru-lârius. sâd verdadei-tenso» e sempre necessária l e j . ? ; ^ ue nômades, cnv ê m rclaçuo'por exemplo, aas h o r a enneordem h/dos os

po-vos, que fui a sericultura que fizrai <j linjieiu á terra: quv1

';Ü t a d o s do Norte,

D o ponto de vista er nòmi-co, os Estados do Norte, síio m a l conhecidos, Os serviços neles instalados ííelo Minis-.tério da Agricultura nao

ra-ro perdem a eficiência por ..Causa da distancia em que se

acham do órgão central.

E m pais como o nosso com . diversidade de climas de fio-.* t a o de fauna, governado»

além disto, pelo regime de Estados Unidos, mas autôno-. mos, onde os planos, coino

os interesses e os objetivos,

- nao sao os mesmos, pois vi-ve e/*dp u m com seus costu-' mes e seus vícios próprios, é . dííicil estabelecer a u n i d a d e . nos trabalhos de ordem

eeo-nemiea.

• ; Os rentilamrntos fazem-se

:

-para

ser aplicados uniforme-. inenteuniforme-. em im-ioj; diversos,

fem eonsidersrt in que u m sú

vj>roblemã pode requerei' duas

' t o u rnais soluções, conforme a

üoha

ê m que surge.

-U

i-: ; ; D a i n a ^ e a desorganização sida começado. Falta a tudo ysdêt :èòrtos "serviços, do .Minis- -teso, porém, o espirito do

, tériò da Agricultura, para a continuidade. Esse espirito haverá de criar-se de cima para baixo, dos órgãos

dire-tores o orientadores para ns órgãos de execução, e s ó re-sultará eficaz q u a n d o os mi-nistros descerem ao porme-nor, sem ' m u i t o se confina-rem nas idéfes gerais;

g u a l haveria entretanto, re*

}í:fíièdío

b e m ' s i m p l e s r à

inspe-cção

visual consiante por fun-^ e í o f l á r i o s y ú e confiança que ^Vijajassem com o Xim de apr«-\

M«: ^gião-os^asV

M ^ B ^ S i i i i a i f

•ti

«

d 1 vi

ia! • . . - V a ; ^ / A c a b a v a r r i r e c e b e r ò s chefes d o P S D u m c a s t i g o ^nexosavei. k P e r d e r a m as f e i ç õ e s p o r q u e W a r i m o período d o p r o c ó n s u l a d o à; r. M a c e d o Soares, desen, -endendo.so, p o r c a u s a d a t •eivindictições q u e f a z i a m •nt^c si i.s d i v ^ r ^ o « g r u p e , h o s cl y p a r t i d o , c o m o: >]hos postos n u sucessac

i'v i n t e r v e n t o r . P o u c a s v e v i u S ã o P»-u!o I x i l a i i dt ; a r a n g u e i j o * c o m pata?-n à i s efiad-«, u pata?-n s c o r t a pata?-n d c >s o u t r o s , cí.m- a pe-4«. sedista. A s d e s i n t e igsncia^ .lào se p r o c e s s a v a m e m toi* .10 de u m a idéia- ou de u m p r o g r a m a da a d m i n i s t r a A v e r g o n h a de q u e se ' c b r i a m ss q u a r t a s d e n t r o Jo d i t e ^ o r i o d o P S D era q u ^ Iodas, a b ^ o l u U n j e n t e t o d a s g i r a v a m cm U n u ; d o perso n a l i s m o ci- c h e f e s l a n f r u :îhud s e e g - i n n s . U n i p a r t i d o , s e n h o r d o i o v o r n o p o d a n d o t e r m o n . a d o a m a i o r m a q u i n a e > i l o •"I t1 «i p a r - u r n a s vfiin'i:uli> e o í n o v i v e u . M :

inv; m.ii' discurdia^ inte^.

li n a s . o r i g i n ^ d í i s d e m o t i v o s cie u m a f r i v o l i d a d e d e a t a r .\intir. r a z õ e s e r a m p e r •'"nifiesd s p o r inte;e^.-er.

^omo.stie Ht c o n s t i t u i n d o ts

u eitjnvniu que paraUz»

va us esforços d e a l g u n s h a n i o n s i n t e e i o n a d u ^ no ü c n t i d o d a u n i f i c a ç ã o d ' P S D , p a r a o l* u de S ã o P a u l o e U t-xilo ,.a c l j i ç ã o p*esídeneial,

Pusjnte rs w c

d o j a n e i r » , para < • cacU-ira d e g ven»-.vloj\ c o m o o b n ^ u a construir a c:isa; { a m c a n d i d a t a d< ^ n t e h ï n vo e d i g n o o p a r t i d o s i t u a cio^ista na m é t r o p o l e d * S. P a u l o o n d e c h e g a v a m m a i s d i r e t a m e n t e os eces das su as diss'-nçôe? d i r . s e . i a n m f a n t a s m a . A a n a r q u i a se re v e l r u ejn toda a n u d e z . V i u se q u * l h e f a l t a v a m p a n o s p a r a fazer se q u e r m a n g a s cie u m ioicte de g o v e r n a , d o r . D o i s " m e n e u r s " d * m u i t>dões b a s t a r a m p a r a d a r r o t a . J o s . E o q u e é m a i s cs t r a n h ^ r-mbos separados. C a d a o m p-r seu l a d o so. v o u o P S D a v a l e r s e m o m b a r g e s d a s a l i a n c e s de q u e d i s p u n h a , m e i o s i v e d a c a . d e i a c o m p l e t a dc p r e f * í t u rrs ^ . ^ p ^ l h a d a s pelo i n t e r i o r do E s t a d o . C o m u m i n t e r v e n i r e to da essa l i n h a d e p r e f e i t n . ras, o q u e q u e r i a cUz*r n o a p o g e u cios p r i v i l é g i o s d o Vficialismo, os srs. A d h = . * m a r d e Barbos e H u g o B o r g h i i a d à q u a l p o r s u a con-ta d e s b a r a t a r e m 0 P S D da q u a l cs e l e m e n t o s p o p u l a , i^s h a v i a m d e s e r t a d o c m m a . ^ a p r i n c i p a ; m * h t e r.os' distritos u r b a n o . A derre c a d a rio pleito p a r a c^dei! r à d e g o y s r h à d o r p a r e c i a i i m a a d v e r t ê n c i a ; d u r a p o . r ? r a s a l u t a r

sedi^pusesses;^

;

reorga

l i z a i ^ s e - e m i p u a r à s ;bâ?eC

'màUjaí^í Ç^e^d óie. m^.

i M o g i ^ l ^ ^ b ^ f afto it

âlpliy

M I

que tujiiuu pus>ivL'l a cidade, sendo, em consequência, a base do organismo social.

Se estudarmos a geografia física, logo verificamos nos-sa ignoraneia nao so dos fa-to«; especiais ma.» das pró-prias feições gerais da natu-reza. Nao é exagero dizer que vivemos em terra ignota, tanto nes falia o estudo or-ganizado da geologia e da anatomia do solo.

O conhecimento da estru-tura geulógica do Brasil e da espécie ngroiógiea de suas terras é indispensável para o inicio de qualquer organiza-ção económica e para indicar ao. imigrante onde sao con-venientes as culturas de sua esufciaKd aüe ru preferên-cia.

E* certo que tudo isso tem

Q u â não sejà, pois, de mui-tas ideias gerais o aplano que

açora èín vis-Ai&^OéâVérWiu«i;-:vf* finciuái Ve

, nsiamoà fàrri

Oji?'» 11 ns falta s a f

•Víitllfi^renu-s tle empresai

mmgt* pelw vintes

sâben;do

sm

l a áo i s t ò

primeiro dès^èribfà^éhtp

h R e i n o ) Catariris^ I Í cirríô ]ue s e n t i n d o 6 o d o r d a ; d e j , composição d o E s t a d o p o . o n ê s c o n t i r i u e ü : N ã o e p r e ;iso semão b a i x a r , » e p a r a : o m á . l ^ .M D e p o i s dò t e r v i / i d o H e r m e t i c a m e n t e , i m . permeável as réaçõ&s d a t t ^ Tiehda cr.se m o r a l e-social

\ue d o m i n a o m u n d ) b r i ; a n d o e n u e si, d e n t f o i W •uas f r o n t e i r a s , p o r m - t » . 'os f ú t e i s c h e g a o a n t i g o >artido r f i c i a l aos c o m í c i o s ^ é b a t i d o . R e s s u r g i n d o ' d * n ro d e u m g o y ^ r n o d e c o ü ^ a ç ã o era de s u p o r q u e o : a s t i g o l h e h " u v e r a a p r o v e i iad-. M ' s ele insiste e m . n ã o sair d o s poleiros de p a t o das p r e f e i t u r a s « c o m o 0 p o e i . Y'> d e p a t o q n o c h ã o q u a l d i z o ^ u m b a c a r i o c a , é nes «a r a s t e i r a p o s t u r a qite as >>i^timos o d e s e n r o l a r d a s a . t i v i d i d e s p a r t i d á r i a s e m S ã o P a u l * .

Entretanto que sr'rie de

problemas f .rmidav^is nao

^ s t í o aí d c s - í i a n d o o a^ li v r e d o « s p i r i t o d e a n a l i s e d o c r i a t u r a s q u e só desejam t r a b a l h a r ? F r a n c a m e n t e de to* p u b l i é e s - sc;váTr6mé3sam} á ò

oceáhò largo Üós p^obí^mas

Ibòm« \ cmba^adoaV de baver

no- de administração.

S u p õ e m p o r v e n t u r a tes n a m i ç o s q v « ti p a c i ê n c i a d ? p o y o ^ainda h a v e r á d e t o l e r a r p o r m u i t o s m ^ s e s q u e a fome* i m p r v e l i o s la ; res e n q u a n t o l a m e n t a v e i s z i z a n t i n o s d i s c u t e m q u e s ü u n c u l a s d e s p r e z í v e i s c n1 á a l m « -seca in.v^n*iveis aoft

1 u

Fabrica Poty"

A q u e m ' i n t e r e s s a r possa faz ciente o S r , A n t o n i o M s r t i n s B a t i s t a , estabule, eido n e

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çados d e q u a l q u e r onu-% os m a q u m i ï m o s da F a b r i c a P o t y , c o n f o r m e c-rista c b c o m p e t e n t e reciclo, passado c d ^ v i d a m e n t o assinado e

sglado polo seu ex.prnpriP*

tarh, Djalma Maranhão.

N.it-l, 2 d« A b r i ! - d e 1947.

Antonio Martins Batista

mtm

m

**m

i n i W í i i M i

íícüldMè^M

a falta dé antenas de-no^

elite^ ie recusam á captar,

piara mitigilas.no; que estí

ao alcance, rèduzí^las'.

Eti quisetà que estes ^ho

mens qué entrevi»se devo

ram.por - quetões deliam

caprin^, se dosseiji tcdQS

;

ar.

MJ M

« i i t M i

mli« três outr^ ^etom

çememfem^

.aCmoçò

f

no resta^ün.

te -dôg^perjariw dô Instllu.

:o ;Mediçam*n^

são ,dp cuHivo^da^soja, do

tontate de ijatata. diçe, do

milho hibridoja da; criação

ios suincá , avieis . na

mãos para êxito do um.pla;*^rea de S, Paülo; No resto

nP d e g o v e r n o , .que; etes o f e c e r i a m c o m o a n t e , p r o , j e t o d0 p r o g r a m a d e t r a b a . 'ho d o c h e f e d o e x e c u t i v o , A v i d a dos g r u p o s . p a r t i , d a r i o s está c o n d i c i o n a d a

do Brasil, / pouca.se sab*"

acerca desse, cirganísmo

qua^e fabuloso^ .que è a

Cooperativa de Cotia. Ti\i.

ta.so de.uma estrutura fun.

dada erh bases .çocperaii.

n o m - m o n t o * q u e p a s s a e ver.se q u e os m a i s d i n a m u co« e l e m e n t o s dos q u a d r o s p a í Lidarics s a c r i f i c a m u m t ^ m p o precioso e m t r i c a s e f u t r i c a s d* p r e f e i t u r a s , e m l u g a r d e se p r e o c u p a m , p o r e x e m p l o c o m os p r o j e . t-'S q u e cbmeçamT a ser res l i z a d o s p e l o sr. R o c k e f e l l e r ^

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c-m zebú, a Coqpérativa

de Cotia,, importa dos Esta.

dos Unidas galos "leghorns"

de yinte mil cruzeiros para

a reproçluçaô .nas granja^

los associado-: •.

#

O «r. Fontoura, que nao

á. secretario, a0 qU e s a i b a , m o a d a a d m i n i s t r a ç ã o d o

?r. Ademar de Barròs e \

t a m p i u c o n ó s sèUs^ s e q u a . zes c o n v o c a m ^ s "aqueles v m a g n i f i c o ^ c r g a n i 2 a d o r e 3 p r a t i c ^ d o s i s t e m a coope.

retiva de S. Pa«lo etiá Baú

xada Fiuminensc |Jara ou.

vir. lho a* ideias S9bre a ur

gencia da transformação

da lavoura paulista crista,

lixada ha

80 ânoS na mo.

noüultura do café, do al

#

goduo e da canai num» glc-.

ba de granjns de p^uenas

propriedades

1

cte-ctiaçãp e

de pròdut<* aliménticíos.

Nossa oxperiencia . agraria

de dvis secu!oS se desdobra

em! linhas perfeitamente

feudais. Por isáo S; Paulo

se debate na pemíiia de

#

bens de consumo, 1jtl qual

Pern âhibuco, e ao^ôòntrario

do Rio Grande e dofe vales

do ItajaL AçU- eVdo Itajai

do Norte, onde â tèrfà mui.

to ttieihôr trabalhada. é

bem mais dàdiv^sâ ip*ra &

nutrição racionai'do ho.

m e n r . ^

Per quo em lugar de o.

ternamente,discutirem pre

é

feituras, somes 'de. -iprefei.

tos, os pàliUcoá~dè Sâo Pau.

b não tomam *4içto do

Fchtoura, c vêmrpíodúair

soja c plahtar batatas? Se

insistirmo» em e&^tszei po.

liticalha^'-èm7"àà^%tenção

permanent^â at^uhtos p< r. ^

sònAlifltas: Mosoòu^qü« é a

diciplina^Uyará^rlpftp^ura

^ué não sábèmcs^aqui co.

•me. lá; E a detn^gojjia rnüi.

tar^oUsadá^cafaà su.

plantar a ^Uardi^licentií

fl

U

« i?

(3)

I i

«

•>r" Kv l i t » ® F R A N C F O R T , ' - 7 : ( U P ) ú p c i o r d i a d á v i d a d è H i ; tl^r n a ö : f ö i : ö d i a 2 f r d e j u , l h o d ë 1 9 4 4 / g u a n d o -fia; s v i t i m a d e u m a t e n t a ^ . S e g u n d o o ^ p r o p r i o F h ü r e r ,

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Lustra, 11.

â \ d a t a < riiäis1 t r i s t è | f ^ | a p è b ò r c a u m m é s ^ á é p o V1 q u a n d o ö h í a r e c h a i ^ V ô n Klug'- t e n t o u r e n d e r todcs cs e x é r c i t o a l e m ã e s <3ò óèâ te a o 3o exercito n b r t ^ . ã r r i e r i c a n o d o - general P à t t o s , Essa l e c l a r a ç á o consta de d o c u m e n t o s a l t a m e n t e se. cretos q u e f - r a m e n c - r i t r á . dos p o u c o s d » ^ antes d ò f i m d a g u e r r a , >Os p a p e i s f o r a m q u e i m a d o s n o G u * r . tel G e n e r a l das F o r ç a s de assalto n a z i s t a s , m a s ; o f^ g0 ; n á o d e s t r u i u c o m p e l a , m e n t e , todos o d o c u m e n t o s q u e f o r a m r e c o l h i d a s pelos n o r t e . a m e r i c a n o s e m a n t i dos segredo a t é agora. Neles H i l t l e r q u e i x a . s e a , m a r g a m e n t e da t r a i ç ã o d e V o n K o i g e q u e t e r i a p-sto f i m , -imediatamente. á g u w

WmsgÊímmmt

s a n o l l t f t w u

mKÊmÊm^v^^

mm<

Estudantes paragua

tosacusafn os Esta»

dosUnidos

Montevideu; (up)

— EStúda:htes ^ s r a g u u i -s íosiderites, ri&sta c ^ p l t á l , a, f i r m a r a m q u e a a v i a ç à i gò, v a r n e m e h t a l 'utiliz-a b o m . b a s . d e g r a n d e p o d e r è d è o r i g e m n o r t e , a m e r i c a n a . D e c l a r a r a m , a i n d a , q u e o g o v e r n o cf2 W a s h i n g t o n ex. pedira, p o r v i a aérea, p a r a A s s u n ç ã o , b " m b a s d e t i p o d e s c o n h e c i d o n o P ara g u * i ; P o r o r U o l a d ^ a c u s a r a m , i g u a ï m c i n t e , ô a d i d o m i l i t a r n o r t e , a m e r i c a n o c m A s s u n eâ-\ c o r o n e l " E s r s o n , de c o . l a b o r a r c o m o . E s t a d o M a i o r g o v e r n a m e n t a l , nos p r e p a r a tivo? do» p l a n o s d e defesa r n ; e, d i z q u e n ã o p : d * | d a c a p i t a l p a r * g « a i « . .

c c m p i ^ ç n d e r e*ta desteald»

„ P E S S O A que Retendo

via-iar vende um*i casa â Rua I <Je l l O J C Presidente • Manoel Veloso, '

d e d0 m a r e c r a d e m a p r e ç o

pois, ele* pessoalmente ele. v o u faria« vezes o seu o r . d e n a d o . . .

331. Tratar na mesma.

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-.VENDE-SE uma maquina de .muo Singur> Ver e tratar á Vila Lustoza n° 11,

F A M Í L I A que se retira p*ra>o sul do pai^ precisa vender, corn toda a urgência, alguns moveis |e utensilios. Tratar com siíto. Nunes, A A v . Afonso Pena, 493.

to

• 4

M i n h a niu^Sicr é u m a n j o

Q u ê -uma mulher fazer {terá tórnar seu m*t ido

a^iosn-«?m voltar p?ra ca*a r m dp.

ipipàci^nh? p*ra "dar o ím*"?

Em S l^gocíi par«' Marco. um marido feliz cont* » o n v a*

vir-tudes

de 5»uw pipô^ií — ç

rn**-mo seus

defeito? — fiaram do

seu casamento uma a = Rociação em Itjgãr cio r^tiv^im em que muitos se transformam. Compre Seleções hoje me-mo.

Também neste novo número:

SETE MOTIVOS QUE ME fAZZM CRER EM D£U£* jiâ muro <ri?

. a ex^tèncla de Xjcu^ .o.v du um pr»fit'> tie toNíi' vrr.t

um hoMifsm q i" -n "j® — um

>

i.-nM

. %&onta seíc r^z-ta

wi^ndcr» prova-**.

' ~ posBÍvei, d

e.i1*.itnrín

d» mr . D*it'.

Intf*res

ound^n^í-çào de um notável ]<vrj.

« • • • • * • • • • • • • * • • • FAÇAMOS DISSO UMA AVENTURA!

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. memo de sua praorii pc

.oxia-. littadtf.oxia-. £.oxia-.tc art.oxia-.go rrvoij u :i

.. modo Kabio dc tra^sfvnuar •contccimento^iemiuose.n

t-x-• j>>rlènciai. proveno^as e emv

• coaanie«.

• « • • • •

MlCICO ENTRE OS S E L V A G I

; bua vida «^iová em pet r^o até

' o dia em qiie dc&.í^xi.

fèi-f\cfitQ% 6* trJdu a ver qu ?**»:

íiifia miJorcs . mai .cas

Tipflí-lr.cfiqucciv r*,:

,.. como um hoíüorj; ooin « cora*

. -..t ,'JíWÍ Que apr».ncí; u .

;>eârVí>í»M<iftatneiiV v ^icai.çou - a . <

couiUnça c a- útima d >s sei- \

: ^n Yaçêi^; transianTW^d J-vs n^rn

^ T R A U IÍHJHDIAL Dii e h e í r ! À - ^ i R o u ÔÍ0ESAST.Í«:. , : c^: vííUiiic alòmíco-poiá ^rn pm^o

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" R O Y A L "

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A L V A M A R F U R T A D O DH

M E N D O N Ç A

A D V O G A D O ß«eribr>ri« D R . B A R A T A . 24t — 1* R e i i d w e i i X U A M 1 P I B I T , 444

I v O j A

Passa-se o contrato de urna, ;io Ldi

ficio " B I L A " , á rua Duque dc Caxias, 118.

Tratar no Cia. Radio Internacional do

Brasil, á praça Augusto Severo, 103.

O Z E P li L I N

O m a i o r r n i p o r i o r i g u r r c i s <la C i d a d e

cie rrrpher por

VI A A U H A

r j g a r r u s T i p " AmnrirniMo

C>nfi«eiTÍ»l, AsJoriiS îî'iwi, Hollyw^orl rtr)

Krcobe dia^ianicnto jornais do Riu

TONE, 1300 (Em frente ao Naliil

CIuIk)

AV, RIO BRANCO

À V I s

Joaguim Lopes da Silva, proprietário

da " O U R I V E S A R I A L O P E S " , localisa=

da á rua João Pessoa n." 168, nesta Cidade,

avisa á sua -distinta fregues"a e ao publico,

em íçeral que, desejando cooperar com a

campanha do barateamento do custo de

vida iniciada em todo o Pais e de acordo

com ajs novas tabelas de preços recebidas,

resolveu baixar os preços de todos os seus

artigos, estabelecendo uma nova tabela dé

' P R E Ç O S F I X O " para toda e qualquer

jóia em exposição no estabelecihtentò aci»

aíá referido.

^ F

qualquer c u m p ^

pregos. i l l l l ^ l R ® ^

c w i e M ^ i r i í M W f W t

n o r n o s ^ casosg d e | M ã ^ â D i e m visU dÓiprcriüri

TSE quaiità la^màT&U^ò^âè-; legado A b a n d o Siqueira; exi-biu u«m dôcumcnto f i r m a à o pelo juiz, -Joaquim ' -Oliveira Rocha, desdizendo documento anteriormente fornecido à Coligação, o quul por sua vez desdizia outro ducumento seu mais anterior fornecido ao P S D . Todos ^sses documen-tos daquele magistrado se re-l e r i a m ao ambiente de coação flue teria existido ou n ã o existido em Patu. No docu-mento presente, datado de 25 de março, o jui*. Oliveira Ro-cha declara manter em tedos os seus termos o atestado de 4 de fevereiro fornecido ao P S D sebre a lisura com que decorrera o pleito no

municí-pio em ambiente de liberda-de e garantia. A f i r m o u ainda

i'òra obrigados por elemen-tos da Coligação de Mossoró, auxiliados por correUgiona^ rios do município, a. prestar a declaração de 11 de fevereiro cujos termos agera desautori-sava» por não estarem de a-enrdo com a realidade.

Os debates sobre u caso c m julgamento iam já m u i t o de-morados. O delegado ergi-naido Cavalcanti, da Coliga-ção pediu novamente a pa* luvra, para replicar, em vis-ta da junvis-tada do novo doeu mento. O relator ficou amua-do, resmungando palavras At* queixa sobr? o longo (empo rui rjur; as partos ratavam ucviiulo da palavra.

O flelrjíüdu Kerginaldo Ca vatcanti, com a palavra, co-meçou com n locução latina

R i D E N D O C A S T I C A T MO-i l E S , para rebater a referen-cia da parle contraria sobre u m S I H T Í S O de mofa que mo-.nirnlos anli'5 teria

assoma-do aos lábios assoma-do oraassoma-dor. «luaiiVlo abordava as ra/.o^:» da coação. vi ri)

paneje-rico do sorriso ironico tra-dicional nos oradores gregos quando queriam destruir -ar gumentoy do ad versar io.

Cantou a seguir um hino às virtudes da h;potcSe no cam

po do conhecimento humano, rebi;tendo palavras do adver sario quando alegou que a i!oação em Patu, se apoiava

em hipóteses, Graças á hi-póteses, prosseguiu s.s,, New. ton descobriu a lei da atra-ção. gaüleu o' -giro da terra,

astrenemos modernos a exis tencia de mais u m planeta do nosso sistema,, etc.. Quan-to ao documenQuan-to recem-exibi do, constituía ele a prova mais cabal da existencia de um ambients de coação e in-segurança em Patu.r U m

ho-mem, c o n t i n u o u / q u e ü m dia d á u m idocumento ,afirmah-do .; u m a . coisar horas depois

assina outro desdizendo o ; n tèriõr,'-para em seguida fir-m a r uni terceiro a i n d a t fir-m á i s contraditório; é porque . não è mais senhor da sua*voritá-de; E' vm simples m u l a m b ô h u m a n o , um automato,; serri y on t i d e ;|mà is* *.. pâi\a;5rèàgir Sâs i n 11 uérici as ' c ó a t o r a s m; ,v è r

-w

MMHMHHHV

to ^/•iv-'-v-,.

A part iri Sabáitò

il)mUgBi c-x.fiindo embora conhectoTn

ctenüficawörair-pGr^^

xaráde<in

p ü b l i ^ v ^ q u e - i l l t ó ^ s « ^ ^ ' ^

atraçaopelô.texnas

reza mórt?idá*<Hi-'

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íros distantes da Rwa Jimdiay, com 2 salas,

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do peco H U»do^ cam qu^m mantive relaçõc« c incrciais

e qu^ lenha qua«qu<-T. rcclrmação * fazer, o favor de

procurar.me tm minha residência» á Pvua Juvino Bar.

reto, 228.

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E P E N S Õ E S DOS C O M E R C ! A R I O S

Delegacia tio Riu Cirande do Norte

C O N C U R S O P A U A F I S C A L

O Delegado do LA.P. dos C

:

mcrciarios, nesU Es.

Udo, avisados interessados que a prova de Lcgi lação

do Concurso P^va Fiscal será realizada no dia 12 de

•bril ás 19 Vi ihoras, eia de Contabilidade no dia 13 do

me mo mês ás Q horas, na séde do Grupo Escolar "Au.

yusto Severo" sito á praça Augusto Severo 261. nesta

capital, devendo os candidates comparecerem com an.

eesdonéia dé minuto^"munidos--de--cancta. tinteiro

o\x lápis cópia e.do respectivo cartão du identidade.

Natal, 31 dc março de 1947. . /

J o ^ c M a r i a C a v a l c a n t i — D e l e « » d o

pelo seu évidèmfe^

nalismo. N a vera8wí>^poç&n. ò s erïsac

ná -própria obra

A

ctoliflc^|to

est u d o: sério e ; ^ %

a n o m a l i a i n d i v i t í t í a i à ^ ò j « r * reno da

cionàlismb é c r b c ã o t ã ò v ^ r ó « prio leitor . Estâ néiBe- caíò,

por exemplo,

à obtá| *<0 •

Cr:i n e é os C r ü ^ h ò s d r ^ Cr:i Cr:i ^ Í e -ratura Brasilcirán, oe L r a i o s

Brifo, que a t i ! v r a t í r - Jose

O l y m p i o

Èdiioüi'

a ç a b f ide àprésentár. v Cfirainriogista conijgcido, m e m b r o dòVCome*

l h o # é n i t e n c i a r i o

do

DÍSÍth

to Fédèral/ L è m ^ iBrítoMMia; lisa com é r u d i ç i o e esparto critico o crime ;è *õs

crimino«

sos: n a literatttrabrasUeira,

estudando os principahJItijpps de anormais

romancistas;pOTta?enoveíís» tas chegaram':

suas melhores pagmas. N ^ -sê minucioso - estudò^ •, flue abrange ^ os niais . v á r i ^ M delitos e os mais^ iérriveiá criminosos, Lemos Brito àfii^)

veita-sG -

da obra dòSvAOSSOS mais famosos romatídstáS. do passado e do ptèsêiítAi

como por ; exemplo í i o ^ Ê ^ e Alencar, Aluizio, Àj^y|(lûr José L i n s do R e g ot» ^ ã ! ç | U i «

no R a m o s / L u c i c y Ç Í ^ ^ : . e muitos outres.

nas do seu v j ^ ^ ^ i s ^ ã o vemos d e se obrin d o i

t&J^Á

11-t os mons11-truosos\? Delos seus ficção brasileira, i j ç c ^ í ^ ^ ç ^ m o esturpo, o d e f l ç i ^ ^ i j t ó l a violação de c a d ^ â r ^ t a u Í K « cicrastia, o rjcidio, o incesto,^ numerosos o u ^ ^ ^ ^ as leis penais ccmsii^ain € p u n e m . Mas o e s ^ o ^ " ^ ^ ' ruos Brito nada ^ i n f ^ Î ' i i ^

sacional. ^ - ú t n ^ ^ j ^ tica e cieritlíicà ^ d á i r

'iH o.^'v-

1

pela qual os ! notôc^tf. cistas

descrever os

m s n o s o s , / ; © ^ ! ! ^ ! ! ? ^ sem duvida umà^e^m ao mais alto

ponto d e v i s t a do ponto V d e f ^ erudição c r i m ^ '

O Í»:'{0<iKA.M-\ \i\ AN(il".LICO

um a na "Rádio l

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oi>"

i'oJas

íi.s

lerças

Í o í i í j s ,

das

1.S..I5 as V) horas

í

I Edição

J i p

mêms.

1 OMOm^i!

a a s r i ò f f l ^ ^

s. p a u r n m ^

o M i n i s t K * o r d e n o u É M È ^ 'la u m a

l l l W p i i

s K8 8»

(4)

filha v^rfov st. :

JöSeíyíüriá

do Souza e dè W l Ê Ê m m m È m Ê ^ ^ L ^ , ± ^ ^ t de Souza.

-w -w -w * * ; nmmm^ _ Aniversaria na chta dc

M m duas cenoura«, u m n a - !

V.'--- , â hoje a srta. Ivamsa da

Ro-b o g t o h l o m . t « , u m . » m o J . ^ ^ f u n c i o n t e | a

t â S S T w d i W .Pu- categoria dn M i o Poli = u m pouco d . ^

. eanti, dierlor do G r u p o

Esco-mtxft fe«n, passo paio passa- _ ^ ^ der. Nolas Esto caldo servo

da base p a i a quase iodag as

wpw- ^ â ^ i l l

1

A qualquer consulta, estou pronia «a responder; as cartas deverão ser enviadas ao Cur-so Santa Rita, A v . Angelica, »25. S . P a u l o .

1

-A N I V E R S Á R I O S H O J E

Sanborea

Salomão Vasconcelos, resi-dente nesta capital«

— P e . Martinho Stenzel, vigário da Paroquia do Ale-crim.

- Augeles R . Luciano, funcionário da Prudência

Ca-«

jí.LMização, neste Estado.

— . Paulo Serrano, aviador

c.vih Senhoras

Marlise Cabral Costa, es-posa do sr. José Cosia

Pai-* »

— Estelita t m Pinheiro, esposa do sr. J o i o

Sizenan-(Ki Pinheiro, oficial da Se* iTuUria Geral cio Estado.

-- Suzete Miranda Monte, esposa do sr. Origenes Mon-te, funcionário da Caixa Eco. nomica, neste Estado.

Jovens

Manoel M á x i m o de Souza Neto, filho do sr. Francisco M á x i m o de Souza, do

co-lar. "Augusto Scvc.ro",

— M a r i a " ' Valtrudcs Mol-lieis, professera nesta cMade e filha do sr. Caetano Mol-liels.

Crianças

Pedro, filho rio sr. Pedro Duarte Filho, funcionário do Departamento de

Agricultu-«

ra» e de sua esposa <1. Euni-ce Coriolano de M . Duarte.

— Valdir, filho do sr. An-' * * IBW l c n i o Marinho, funcionário

" d o Departamento clt Saúde Publica.

— Terezinha, filha do sr. Jose André du Lima,

comer-ciante nesta cidadu. e do sua esposa d . Elize Marques de L i m a .

N A S C I M E N T O S

Nasceu ontem, ás 12,30 nusta capital, á rua F a d i v P i n t o n° 753, o garoto Prcn-tice Mulford Bulhões, filho do sr. Dioclécio Sergio de Bulhões e de sua esposa d. O l i m p i a da Costa Bulhões. B I S C O U T O S K M A C A B I l A O

" R O Y A L "

E N C O N T R A M - S E Á V E N D A E M

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C » x i a % 174

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'Chefe dè Clinica Cirúrgica ôo "Hospital: M^guéí|CoütoM

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Das 14 ás 17 noras Rua Professor Zu2a, 729 D R . C . G A L V Ã O N E T O Cirurgião Denilsia C I R U R G I A — R A D I O L O G I A C L I N I C A — P R Ó T E S E R A I O S X Ráios Infra-Vermelhos Diatermia Médica e Cirúrgica Radiografias c m 30 minutos orviço Especial de Prótese

para Dentistas H O R Á R I O :

2ns., ôas. e S a b a d c . das 13 ás 18 horas, las. c fias. das » ás 12 Imrns

Ccnsullório e Laboratório: E D I F Í C I O M O S S O R O ' Sala 1 — Fono 12Í3 N A T A L

íeníía/c^

ha afirmarão aiguinii:de|dor-:

dialidado quo logò haò apa-reça envenenaiin por esse to-t a l i to-t a r i a n " ,

O comunismo, quo prome-tin nuuulos v fundos, que teria força p a r u como Josué para parar o sol, que o pro-metia sempre" no. alto, ilumi-nar a «todos» — ai' entrar pa-r a i ) caminho d:pa-r opa-rganização, n ã o fez outra coisa senão

projetar sobru <. m u n d o u m a nova noile medieval, escura u sangrenta.

A sua missão histórica é triste o comprometedora. Na

Iv<ta pelas 1-herdades, quan-do por elas, toquan-dos os povos

fizeram o maior sacrifício, ele aparece prcra destrui-las

v para ameaçar os povos já sofridos e cans:;dus com os horrores das guerras e revo-luções.

mummen

SANGUES

Faleceu o banqueiro

Frederico Lage

n i O , 4 ( M e r i d i o n a l ) -V i t f m a u m eohijjso c^r d i s c o f a l e c e u u n sua re»i d>:n^ia o sr. F i ' ^ d e n c v i n d u s t r i a l e b a n q u e i r o , c»i j n n ^ m e g r a n d e p r e s t i g i o n o B r s ^ i l e no cx.

tcr'cr.

\rtal

^^M^MAwroixio

^JÜDlClMld y

C ó p i a : EiUlrtl 7 O d o u t o r C a r l c s / Á ü g u s . lo Cadela: d a S i l v a , J u i z de D i r e i t o d a Q u a r t a V a r a , desta c o m a r c a de N ^ t ^ i , eaptital do E s t a d o d o R i o G r a n d e d0 N-rte, n a f o r m a da lei, pjte. F a z « a b a r ao» q u e o p r e . 5'onle e d i t a l v i r e m , o u dele n o t i c i a t i v e r e m , q u e , por m e i o d f s W , cite, c o m o p r a , zo de t r i n t a (30) dias, p a , r a c o m p a r e c e r a este J u i . z ), a R A I M U N D O M A R . C E L I N O D E O L I V E I R A , b r a s i l e i r0 casado, a g r i c u i . t o r ,residente e d o m i e i j a . d o e m l u g a r i n c e r t o e n ã o s a b i d o , para defesa dos

cus d i r e i t a n a a ç ã o de d e s q u i t e q u e l h e p r o p ô s a Hia m u l h e r , dona B ^ i t a í d a C h a v e s d s O l i v e i r a , f u n d a , m r n t a n d o o seu p e d i d o nv incido V I . d o a r t . 317, do C o d i g o C i v i l B r a s i l e i r a , cu o ybanclono v o l u n t á r i o d o lar c o n j u g a l d u r a n t e m a i s d e dois (2) a n ' s c n. linuo. o presente edital rá f i x a d o n o l u g a r d c o s í.umt> e p u b l i c a d o n a f o r m a rln lcii e seu p r a z o q u e c o r . iTrá d a p r i m e i r a p u b l i c a , ção, o:.nsicl*rnr.£o.á tran-s. c -rriclo ass^m q u e decor. v,.m cs trinta» (30) dias f j , x n d o s e a s s i m p e r f e i t a a c i t a ç ã o . D a d o e p e s a d o nesta c i d a d e d e N a t a l , ca. p i l a i d o E tado d ^ R i o G r a n d e dt> N o r t e , no q u a r . t í è J i u n c i a ^ a r j u i v q u o o dos . C o r i;eibs v c T è l è g r á f o s está exp»-dindo t e l e g r a m a s p o r avião. I n f o r m a u m j o r q u e p a r a à B a h i a foi e n v i a d o u m telègranaa pefà m a ! a acrea^ t e n d o e x i b i d o u m r e c i b o ^ c ü M i p r w v a n d o ds m a s a f í r m a c õ e à . . s N , ' ^

Indo ou voltando

Compro na

<(

Farm»cia

Santa Cru*" que está

em seu caminho

to c a r t ó r i o j u d i c i á r i o aos q u i n z e cU^s do m é s d e j a . neiro d o a n o d e m i l n-'ve, centos e q u a r e n t a e sete. E u , A l i n i o C u n h a d e A z e . vedo, escrivão, s u b s t i t u t o o fiz d a t i l o g r a f a r e s u b s c r e . v i . ( a ) C a r l o s A u g u s t o Caldas d a S i l v a — ( S ^ l a d c l e g a l m e n t e c o m u m » es. U m p i l h a e l a d u a i de C r . S l.OOj d e v i d a m e n t e I n u t i J . z a d a ) ' V — E a á ' c o n f o r m e o o r i g i n a l , a o q u a l m e re. p o r t o e d'-u fé. D a t a s u p r a , O E s c H v a o S u b s t i t u t o —

AÍUüo

C u n h a d c A z e v e d o , R e É i o h a l ^ Ò t T r ^ ®

iisliS^SôutH;®^

WâyáVpbgoú,:: n o ^ d i 0 2 Í f s Í ® m á r ç ò Ultimo, á ^ i m p p r t a r i c i a ^ f ; ^ ^ de CrS S9.72fí,á0 dc^ titià

traordinarias, relativas : a<í período de ' abril dò ./_194G: a

fevereiro do corrente r - n n o ^ y / x s ^ aos seguintes 'empregados:

Clóvis Camelo de Melo, Cr$ 25.628,00; Geraldo Magéia Ferreira» Cr$ 8.131T40;

Ge-raldo Magéla T . Bassani, Cr$ 8.720,00; Otaviano da Silva Reis, CrÇ 5,340.00; Do-mingos dos Santos Mélo, CrÇ 4.895,00; A n t o n i o A r t u r de Almeida Filho, Cr$ 4.475,00; Pedro André Siqueira, CrS L. 600 00 c Valdir Batista da Fonseca, Cr§ 940.00. \ •'•••v.vV

De Gaulle em cam»

panha politica

P A R I S , 5 ( U P ) — O ge n e r a l D e G a u M e n a o desis t i u d e s u a l u t a c o n t r a o c*> m u n i s m o , q u e , p o r s u a v e z acu^a.Q d e q u e r e i t o r n a r s* d i t a d o r da F r a n ç a . A g n r* m e s m o D c G a u l l e está p r e p a r a n d o u m a c o m p a n h a pessoal e m todo o pais c ? n tra a a t u a l c o n s t i t u i ç ã o . S e g u n d a - f e i r a , f a l a r á em S t r r s b u r g t í . E a n t e . o n t e m , h o u v e nesta c a p i t a l u m . ca m i c i o c o l u n i s t a n o q u a l T h o r e z e D u e l o » f i z e r a m fortes ataqueis a o general.

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(5)

« É Â Â f t l i 1 a • >J-W j^gQs teve inicio, ó n t e m ; a Q u a , c j t à ^ g u l a r . Cértafrte o v a r i i . 'tàH&'cQvá o: l o u v á v e l o b j e . tHr^-de a u x i l i â r . aS ô b r à s da «cotistftfção t. d o C o n v e n t o Saftto A f l t ò n í o e q u e F . N . D . e 'àòs çltibça á m e s m a fHiadós.

r

.-. '--J E M P A T A R A M A L E C R I M 3 i vK P O T I G U A R -cSJBfcnãnl e. J o ã o A u g u s t o * ( À & d i o J ; : ' ^ l / >; - A T L É T I C O — Whartori"; Ej&imurido e C a b e l i n h o ; Z e . borgeSj , B u ' h õ e s e. F e r r e i . r á j ' ! G e á r « n s * . ( N e n é ) - S a l . v i e n o , J3atl6f; ;(Nascim'en. to),* O s m a r e N e n é (Cea. r è n s e ) . ' Y \ , ": f J E L O f l f i i i S r m + ß & r n m m ^ m :Ä t] éïî co'f ; ^í èytíií ^ nujo;-Início: d o rcsMpepKälÖ m i n ^ i r p ^ d e . f u t e b c i , ^ ^ A p a r t i d a f i ç a ï fcii djspirt ta d a e n t r e o q u » d r0 a t l e t i . c ^ n o e o A m é r i c a » . O ' p r i m e i r o e n c ^ t ® <ta t a r d e r t e v e . c o m ò advèrsa, . * f o s os q u a d r a s d o A ' e c r i ï r i fti.dò . P o t i g u a r . Foi u n i a pe; ^ l e j a b e m equxiibrada, preí / . j u d i c a d a , na : p a r t e - t é c n i c a , p e l a s j o g a d a s violentas d * .parte a p a r t e . . r . t O , p l a c a r d f i n a ) a c u s o i i u m e m p a t e d e 0x0,resulta; •:do d « certo m o d o j u s t o . O < A l e c r i m p e r d e u u m p e n a l t y , ;Cobr?dp p ^ r i n t e r m é d i o t d e E r r i c o . » , j o ã o , A c i o > d i r i g i u b * m a i p a r t i d & e os d As q u a d r o » , ^Rtavant-assim í o r m a d c s : ^ P O T I G U A R — P a u l o , A r n q u dl f ^ D r o m é ; ; Paiva» B m e . V i e g a s ; Carioca, A r . j^md.Oi Alysi, X a v i e r e > .te?,. A L E C R I M — X a v i e r — G f r e A l v e s ; 41 V a d e D e u s d e d U h ; L u c e n a . ; E d s ç n , U r b a n o , Terrico- * • I^erQqueté. A M E R I C A . 6 ' 4 Ü J E T I Ç O . 3 • .-«n

ír f

D i s p u t a r a m a s e g u n d a p a r t i d a - d a ..tard* cs time?

vdç/.j&êrica.

e d o A t l é t i c o . - A t u a n d o corn entusias. m o f â t u r m a a t i e t j c a n a: te. j y è v a n l ^ g e m . n o m a r c a d o r . > i q / j > r i m e i r o . t e i p p3, p o r 3x2. Ò s ' r u b r o s reagiram n?t f a s e c o m p l e m e n t a r » q u a n d o . e v i d e n c i a r a m a *ua m e l h o r c l a s s e ,: ic h è g a n d o a m a r c a r q u á t r ò teritos e n q u a n t o a i ^ é t a . ^ u á r r í é c i d a p o ç M ô a . c i t não' foi. m a i s vasada.. Ó j o g o nos q u a r e n t a m i n u t o ^ • jfirials . n â o . c f ç r ç c « a a< mes.

n j a n i o v i m c n t â ç ã o da pr? í n e i r o t e m p o , e n o f i m dos

c a m b o u pjira "a violência e i n d i s c i p l i n a , s e n d o expulsos de: c a m p o os j o g a d o r e s N ó . « a i o , d ó A m é r i c a , é O s m a r - é; Zcborgv$> d o A t l é t i ç o .

!. E r n â n i rëvclou.se 0 sco. 4 r&r fda tarde pt>is' c*nqt?:s.

• t o ú 5 t c n t ' s p a r a o A j n é r i . cp, t e n d o G o r g o n i o cornple. • ïc&o a meia^ 'dúzia.

A P f c O X I M A RODADA

» » " ^ : A Segunda r o d a d a d ó T o r nefio - Q u a d r a n g u l a r será d í . s p u U d a q u i n t a feira á n o i t e e c o m p o r t a r a os se. g u i n t e s j e g o s : . A l e c r i m x A t l é t i c o . A m é r i c a x P o t i g u a r .

Chuva dè goals nò

Páèaeiribu

S . P A U L O , 7 ( M . ) — N o a m i s t o s o realizado n o P a , c a e m b ú entrt? o c o r i n t i a n s e o I p i r a n g a , p a r a pagíi. mienta d o p ^ s q de n e n c , o C o r i n t i a n s t r i u n f o m . p£lr. e x t r a v a g a n t e c o n t a g e m de 7 x 6 , ^ p ó s u m p^-lio tec. n i c a m e n t e f r a c o com. p o u . cos a t r a t i v o s a d^speit^ d o e l e v a d o n u m e r o d e t ü n t o s 'conquistados* p e l o s d o i s c l u b e s .

Ampla vitoria do

Flamengo

* / » R I O , 7 >(Meridional) — J o g a n c br o n t e m , e m Sa-Paolo da B i o V i s t a no' f X todo do M i p a s , contra c S a n j a v a n e n s e a e q u i p e d o PJarnengo saiui v e n c e d o r a p d a e l e v a d o encore d e 6x1. J â a c ç b d l " o t í oio t O s ; q ü ö d J?qb; f or s iirt ^08 g ú i n t e á : -C á s . t i l h o , O s n i e M i g u ë ' i ; P à s .

côa', Toiea.ca. ( P q de, V a l . |mçr G o m e -i / í -i o - V a s ;

c o è d ü F i u m i n e n s è d e f r o r í ; . t a f á m i e -ontem. é m p a r t i d a

ámiBtc^á, ;.qu e"; l e v o ü a lpràv ç a ré s d e s p o r t o s da g r e i n i o l o o p o l d i h ensé u m a u ssisten. cie n u m e r o s a ; O p r e l i a . t r e n s c o r r ó ü bern m o v i m e n t a d o , t e r m i n a n d o c o m a vitoria d ò s t H c o I o . ref péla c o n t a g e m d ç .5 x 4, N o . p r i m e i r o t ô m p a . o p l a c a r d í o i m o v i m e n t a d o a p e n a s u m » v e z , p o r . i n t e r * medi.o rfe R u b l n h ^ . '. . N o p e r U d o f i n a l á m a r c h a d o ' p l a c a r d ft;i a .se. 0 D i r c t oC . d a . ^ e g u ^ f i á ^

.guinie:' L o l é , de p e n a l t y , | vipâo, ..iendõ ' oijv'- yfet» u: í i:

IpfflSi-B Ib-KB.^^»

q ü « l » ) , A.;i{ust • R-if.mè}« . li;: E H , D a n i l o e J o r g l l l S i f i i f D j a ir. 1 í N í t í I r i I.ím\ ^ l Í l i l v É | l F r i n ^ a p M a r i o . G j u i z ;f i o sr. G u i l h c r . ; v.- ?> - Ji ir * r i • l l i ü i l " ' O s g o a l s d s A t ó U c o fo. r.ani marcada s n o p r i m e i r o •tçiTípci ^ t ^ y e c o m o autores S ^ v i a n q , d e p e n a l t y , B a . " V { > r o y « t a r i d i i h t e l i g c n . t e T i ^ n t q ú m ^ a s s e ide .direi. ' ' t a . ; « ' ' Ç è â i p n s e . n u m a , esca. ' p i p k . f u t ò i n á r i t e , p e l a - es. ' p ^ ú a â r ò d o A m é r i c a jo. g o u . / c p m a l t o s e baixos.. . ; - L t ó d n s V . C a V f i r a f r a m © l f i n c n í c ^ fracos n a ; defesa. ijJ'âb > À u g u « t ó n ã o c o n v « n . ^ C e Ü - Ã a " p o n t a b s q u e r d a , ' ^ ^ ü z i n à o • b e m ' q u a n d o . -desceu p*'ra a i n t e r m é d i a . ' ' ' t f a ^ Ç â i c Ô , t á m b e m f r a c o . ' R è W á l d p é B a r b o s a m o s t r a . rafcri,jser os. iriêlhores d a r e . : tivguarda. É r r i a n i a grand'-' " o n d e t a m . «.béWi.NonatoVfi Ctórgcbic c o n d u z i r a m . s a t i s f a t ó r i a . . I r e s t a c a í s m » m A» v l . iCabelifih'j. B u hòc s. Ç o a t ^ i i ^ , ; Spil v i ano. O ar.

W l i í r l m i » " v l n ü adt'S. N r . A n i o n ; « ) 1 M

^m&m*

» T i n i Q u e m p o d e r á negar q u e as b a r a t a s merecem p e n a de m o r t e C o m o é r e p u g n a n t e o seu c o n t a t o ! . . . Q u a n t o s .prejuízos c a u s a m aos ali-m e n t o s ! . . . I n i ali-m i g a s d e c l a r a d a s d a higiene d o seu lar, as b a r a t a s d e v e m ser extermina-d a s extermina-de u m a vez p a r a sempre. A g o r a isto se t o m o u m u i t o fácil,, com DETEFON - o pode-roso inseticida l í q u i d o , a h a a e d c D . D . T . S u n a p l i c a ç a o é diferente <» seu efeito extraordi-n á r i o . P u l v e r i z e DKTU)FON,: c o m as b o m b u s

c o m u n s , n o interior dos u r m á r i o s e guarda-c o m i d a s ; n a s parede*» p o r i a s , j a n e l a s e t o d o s os recantos d o seu lar. B a s t a u m a a p l i c a ç ã o b e m feita j or m ê s p a r a DETEFON m a t a r , to-dos os dias, n ã o só as b a r a t a s c o m o as moscas, p u l g a s , traças, percevejos. É a b s o l u t a m e n t e i n o f e n s i v o ao h o m e m . DETEFON rende m u i t o , •porqtie s6"se usa u n i u v « , de 30 em 31) dius.

• • » - • »

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ESTABELEÇA UM <0RDÀÒ 0E ISOLAMENTO ¥ \

ApilqMR nini-FON típ auli-do cora us

(UiV^H-H 1'M'jJliH UU 4 iíOv UÇXV}. \'U -vhiíios p.ira (mnüém imunizarem as.üuni iHKiis tom ÚKItFOK. Estnbelec:«,

um vcriladolru ''coriiio do Isolament^^ eii-ire srM iar o ô munUo.dos iu^ttoa kl*£}v0*. K oofwre para o HuufKio desta.campanha <te

suócHtnenlOj promovida pasn seu 1 rstar.

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N o r t e R i o

-d e D e s p o r t o s

unda Pivisão

l^uçap, próyrsòrip concedida ao^Tlrol F . . 0 : 7 * 0 Cruzeiro do Norte F , CM, n o Criizeiro

F . C . , do ci<lri(ie ri'e Macaiba,

* ' •

e desta maneira» â modifi-cação <Ia tabela dos jogos, le-vará a efeito na noite de

> • *

ainanliâ/ na redação' ria UA

Repubi.ca", importante ses-são dos treze clubes filiados, esperaudo ermtar com d pre-sença dt1 Indos,

principal-menti* dod ultimo»

íilia-d

os.

.Serão tratados assuntos re-ferentes ao campeonato o, utmbem, sobre os futuros meUioramenlos m; campo do

• * • .

Madureira F . C., a c«r«o da

dircKiria do Cruzeiro do Norte, estando a reunião mar. e. da para ás 1 i) horas daque-le d i a . ' ' '

P O E T A R I A N«'13;S47 a *

.. .O Presidente da Fedcra^üu Worte-Iíiíjgrahdense de Des-portos, tendo em vista as sugestões apresenlaclMS pelo Diretor <ia Segunda Divisar), / R E S O L V E conceder

filia-ção provisória aos Cruzeiro F . Ç,, eom sêde na cidiuio

de MatNiiba e dev.Mamento li-çunciado pulo C<uisuiho lle-Kioiud de DeísjjuVTus, H pari ir desla data.

Natal, 5 do abril de 1!U7. F u m a n d o Leiiuo, presidon-le Ub Federação Norpresidon-le-ltio- Norle-ltio-.grendense <{9 Desportos. C O R T A R I A N ° 14|S47 O Presidente da Federação Norte-Hioyr/ncl<mse de

Des-portos, tendo em vista as su-gestões apresentadas pelo D i ' retor da Segunda Divisão,

R E S O L V E coneeVIer filia-ção provisória ao Cruzeiro do Norte F . C . , com séde »esta capital n devidamente licenciado pelo Conselho Re-gicnal de Desportos, a partir ilesta data,.

Natal 5 de abril de lí)47. Fernando Leilão, preside*v te. tia... Federarão Norie-Rio* grondense, de Desportos, P O R T A R I A Ny 15-947

...O Preiiiílcnto da Federação Norte-Riograndense de Des-portos, tendo em vista as su-gestões apresentadas pelo Di-retor da Segunda Divisão,

R E S O L V E conceder filia-ção provisória ao Tirol F . C . , com séde nesta capita) o •Jeyidonxontc licenciado pelo Conselho Rogir/naL de Dos-, portos, a partir desta data.

Fernando Leilão, ptésideu«

ké d a . Federação Norie-Rio-Ttandenne do Desporios.

talHAR I M

" R O Y A L "

Preçrv — C r . S ^ . O O K . " ••'•"'.•D R P O S Í T O : W . P u o u f . CJ ( Xf j , «i 174 p o n t : - ífl-ír» - ^ \ • • s

Vitorioso o defensor

itp.l^orlo,

A j e g i i í í

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