Filosofia
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUM DISCIPLINA: FILOSOFIA PROFESSOR: FÁBIO DOS SAN Aula 1 - Filosofia e mito
A filosofia ocidental teve seu iníc antiga. A palavra "filosofia" - philoso palavra de origem grega. Philo vem de p a ver com companheirismo, amor frate Sophia vem de sophos, que quer dizer em geral, quando se parte da etimolog temos que "filosofia" é o amor ao sab profunda à sabedoria; e o filósofo, então tem um apreço especial pela sabedoria nesta perspectiva grega, é uma ativid levar ao saber. E sua história, para a manuais, tem como primeiro adversário aos olhos do filósofo, não estaria preocu ao saber, ao conhecimento, tomando a conhecimento como saber verd contraditório, que não busca causas sobrenaturais, mas em relações natura mito também tem uma origem grega mythos. Há dois verbos que confluem mytheo, que tem a ver com a con designação, e mytheyo, que tem a ver co com o contar algo para outro. O m que é inquestionável para quem fielmente na atividade de ouvi-lo. Ele te dizer algo que tal pessoa acredita se pensar muito de modo a colocá-lo em papel é de informar e dar sentido à existê crê nele, mas, principalmente, o de pessoas e criar uma comunidade que form que se organizam socialmente da m exatamente porque, entre o que possuem mito é não só alguma coisa forte, mas é narrativa (única) que diz o que é com "nós".
Cosmogonia e cosmologia
As cosmogonias são de certa forma, na origens do mundo. Em geral elas estão pres isto quando não são a sua essência. Falam entre deuses, que geram o mundo, ou un deuses e humanos, que em geral criam situ e dão o enredo a uma história que explica d ciúmes, paixões, disputas sobre a ju cosmologias já estão mais para o campo filosófico do que para o pensamento m vários autores da história da filosofia, elas pensamento filosófico, e outros, mais pro continuidade do que rupturas na história tendem a ver as cosmologias como o início científico. As cosmologias são teorias natureza do mundo. As cosmogonias s
MINENSE IA
ANTOS
nício na Grécia sophia - é uma philia, que tem aterno, amizade. er sábio. Assim, logia da palavra, aber, a amizade tão, é aquele que ria. A filosofia, vidade que visa a a maioria dos rio o mito, que, cupado em levar aqui a palavra rdadeiro, não as em relações urais. A palavra ga, ela vem de m para mythos: onversação e a com a narração, mito narra algo está inserido tem a função de sem que venha em dúvida. Seu istência de quem de socializar as orma o "nós", os mesma forma, em de comum, o s é exatamente a omum para este
narrativas sobre as resentes nos mitos, am de união sexual união sexual entre ituações complexas a divisões, guerras, justiça, etc. As po do pensamento mitológico. Para las são a origem do propensos a verem ria do pensamento ício do pensamento rias a respeito da são genealogias,
diferentemente, as cosmol respeito de elementos pri pensamento cosmológico rem que tem a ver com o que é nasce, brota. Trata-se de um gera todos os outros elemento
Filosofia – definição.
É difícil dar-se uma defin que esta varia não só quanto filosófica, mas também e histórico. Atribui-se a Pitágo o saber, e a philosophia, que busca do saber. Com isso origem, uma diferença de enquanto saber específico domínio do real, e a filosof geral, mais abstrato, mais re dos princípios que tornam p entanto, no desenvolvimento "filosofia" foi freqüente-me totalidade do saber, a ciência ciência dos primeiros pr fundamentos dos demais sab marcado pelas sucessivas te razão e fé, entre a filosof revelada, passando a filosof theologiae, a serva da teologi as bases racionais e argume um sistema teológico, sem, própria fé. O pensamento m filosofia como investigação tendo, portanto, um papel de justificação da ação humana. mente a partir do Iluminis exatamente esse papel de inv consciência de limites, de cr Pode-se supor que essa con tem raízes no ceticismo, que da ciência e do conhecimento quase que exclusivamente contemporânea, encontramo diferentes correntes e perspec como investigação crítica, s nível essencialmente distin intimamente relacionado a científicas muitas vezes su filosóficas e freqüenteme científicas. Essa relação ref outros campos do saber fica c "filosofia de": filosofia da filosofia da história, filosof matemática, filosofia do direi
Mito (gr. mythos: narrativa,
1 ologias são conhecimento a primordiais, mas naturais. O remete à phýsis, a palavra grega é eterno e de onde tudo surge, um elemento imperecível, que ntos naturais, que são perecíveis.
efinição genérica de filosofia, já nto a cada filósofo ou corrente em relação a cada período goras a distinção entre a sophia, ue seria a "amizade ao saber", a o se estabeleceu, já desde sua de natureza entre a ciência, ico, conhecimento sobre um sofia que teria um caráter mais reflexivo, no sentido da busca possível o próprio saber. No to da tradição filosófica, o termo mente usado para designar a ia em geral, sendo a metafísica a princípios, estabelecendo os saberes. O período medieval foi tentativas de conciliação entre ofia e os dogmas da religião sofia a ser considerada ancilla ogia, na medida em que fornecia entativas para a construção de m, contudo, poder questionar a moderno recupera o sentido da ção dos primeiros princípios, de fundamento da ciência e de na. A filosofia crítica,
principal-nismo, vai atribuir à filosofia investigação de pressupostos, de crítica da ciência e da cultura. oncepção, mais contemporânea,
ue, ao duvidar da possibilidade nto, atribuiu à filosofia um papel te questionados. Na filosofia mos assim, ainda que em pectivas, um sentido de filosofia , situando-se, portanto, em um tinto do da ciência, embora a esta, já que descobertas suscitam questões e reflexões mente problematizam teorias reflexiva entre a filosofia e os a clara, sobretudo, nas chamadas da ciência, filosofia da arte, sofia da educação, filosofia da
reito etc.
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1. Narrativa lendária, pertencente à trad um povo, que explica através do apelo ao divino e ao misterioso, a origem do univers
funcionamento da natureza e a origem e os do próprio povo. Ex.: o mito de Ísis e O Prometeu etc. O surgimento do pensam científico na Grécia antiga (séc.Vl a.C.) é ruptura com o pensamento mítico, já que a a ser explicada a partir da consideração d própria, a qual pode ser conhecida rac homem, podendo essa explicação ser ob reformulação; daí a oposição tradicional en 2. Por extensão, crença não-justificada, com que, no entanto, pode e deve ser question vista filosófico. Ex.: o mito da neutralid mito do bom selvagem, o mito da super branca etc. A critica ao mito, nesse sentido_ desmistificação dessas crenças. 3. Discurs visa transmitir uma doutrina através de um simbólica. Ex.: o mito ou alegoria da cave Sol, na República de Platão.
Aula 2 – Os pré-socráticos
Os pensadores pré-socráticos vivera
grego", mas nem todos antes de Sócrat outros não. Eles viveram entre o século s século quarto A.C. Sócrates nasceu em 4 399 A.C. (todas as datas, antes de Cris maioria, estimativas). Uma boa parte de foram, antes de tudo, cosmólogos. E trabalharam em um sentido reducionista, encontrar uma substância única, ou forç princípio básico capaz de ser apresentado c efetivamente real e primordial do cosmos Pré-socráticos (Filósofos da Natureza) pensamento para a origem (racional) do mu Ou seja, estes filósofos dedicavam-se à cosmológicas, buscando a arché (o princí de todas as coisas). De seus escritos quase restando apenas poucos fragmentos. Cosm teoria ou descrição dos cosmos, do universo
Alguns filósofos
Tales de Mileto (640-548 a.C.) – É consid filosofia grega”. Para ele a água se primordial (a arché) de tudo o que exis Tales a demonstração do primeiro teorem (embora o estudo sistemático desta ciência começado na escola de Pitágoras, no séc. V
Anaximandro de Mileto (610-547 a.C.) gerador de todas as coisas, segundo Anax apeiron (ilimitado / indeterminado / que nã
tradição cultural de ao sobrenatural, ao erso, o
os valores básicos Osíris, o mito de amento é visto como uma e a realidade passa o da natureza pela racionalmente pelo objeto de crítica e entre mito e logos. comumente aceita e ionada do ponto de lidade científica, o erioridade da raça do_ produziria uma urso alegórico que uma representação averna e o mito do
eram no "mundo rates. Alguns sim, o sete e o meio do 470 e morreu em risto, são, na sua desses pensadores E vários deles ta, isto é, tentaram orça exclusiva, ou o como o elemento os. A filosofia dos a) voltava o seu mundo, do cosmos. e às investigações ncípio fundamental ase tudo se perdeu, osmologia: estudo,
rso.
siderado “o pai da seria o elemento xiste. Atribui-se a rema de geometria cia tenha realmente
. VI a.C.).
C.) – O princípio aximandro, seria o não tem
limite / infinito). A ordem d virtude deste princípio. Assim original de todos os seres, quanto de sua dissolução.
Anaxímenes de Mileto (58 pensador, o elemento gerado rarefação e da condensação, “Da mesma maneira que a mantém vivos, também o so inteiro”.
Heráclito de Éfeso (séc. VI-filósofo do devir, da mudança logos (razão/inteligência /dis todas as coisas, e está ass processo cósmico. Tudo está “panta rei” (tudo flui). As co movimento, nada permanece duas vezes no mesmo rio”). dessa afirmação que Herác mudança contínua desregrad que havia uma lógica - o log contínua.
Parmênides de Eléia (544-52 ser éuno, imóvel, eterno, imu mudança, seria ilusão e simp assim, engano dos nossos sen é”. Ou seja: o ser imutável, e é o único que existe, enqu mudança, não existe.
Pré-socráticos - Definição Termo que designa, na his filósofos gregos anterior denominados fisiólogos p conhecimento do mundo natu (640-c. 548 a.C.) é considera "primeiro filósofo", devido princípio natural que explic coisas. Tales é tido como fu inclui seu discípulo Anaxim filosóficas pré-socráticas, al atomista, incluindo Leucipo (c.460-c. 370 a.C.); a pitagór Samos (século VI a.C.); a Ele a.C.) e Parmênides (c.510 a. mobilista, de Heráclito (c.48 sofistas, a filosofia grega to preocupação cosmológica d dando Lugar a uma preocupa humana, o domínio dos conhecimento. Ver jônica, es eleatas; mobilismo; sofista.
2 do mundo surgiu do caos em sim, o apeiron seria o princípio es, tanto de seu aparecimento
588-524 a.C.) – Segundo este dor de tudo é o ar. Através da o, o ar forma tudo o que existe. a nossa alma, que é ar, nos sopro e o ar mantém o mundo
-V a.C.) - É conhecido como o nça. De acordo com Heráclito, o discurso / pensamento) governa associado ao fogo, gerador do stá em incessante transformação: coisas estão, pois, em constante ce o mesmo (“não nos banhamos ). Todavia, não se deve deduzir áclito defendeu uma teoria da rada. Ao contrário, ele entendia logos - governando tal mudança
524 a.C.) – Para Parmênides, o imutável. Desse modo, o devir, a ples aparência; o movimento é, sentidos. “O ser é, o não-ser não l, eterno, permanente das coisas, quanto o não-ser, que seria a
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Aula 3 – Sócrates e os sofistas Sócrates (c.470-399 a.C.)
A vida de Sócrates nos é contada por suas Memorabilia) e por Platão, que faz de central de seus diálogos, sobretudo Apolog Fédon. Ele nasceu em Atenas. Sua mãe era escultor. Recebeu uma educação tradiciona da leitura e da escrita a partir da ob Conhecedor das doutrinas filosóficas contemporâneas (Parmênides, Zenão, Herá do movimento de renovação da cultura em sofistas, mas se revelou um inimigo deste da filosofia, nada deixou escrito. Participo vida da cidade, dominada pela desorde social, submetida à demagogia dos que sa Convidado a fazer parte do Conselho dos sua liberdade de espírito combatendo a julgava injustas. Permaneceu independen lutas travadas entre os partidários da d aristocracia. Acreditando obedecer a um realizou uma tarefa de educa-dor púb Colocou os homens em face da seguinte e as opiniões não são verdades, pois não res critico. São contraditórias. Acreditam precisamos descobrir que não sabemo escondida em cada um de nós, só é visív razão.
Acusado de introduzir novos deuses e corromper a juventude, foi condenado pel seus juízes com sua mordaz ironia. Morreu E conhecido seu famoso método, sua arte d "maiêutica", que consiste em forçar o desenvolver seu pensamento sobre uma pensa conhecer, para conduzi-lo, de co conseqüência, a contradizer-se, e, portanto nada sabe. As etapas do saber são: ignorância; b) conhecer sua ignorância; saber; d) conhecer seu saber. Sua fa "conhece-te a ti mesmo" não é um psicológica, mas um método de se adquir valores que o homem traz em si. "O home seu tempo", diz Platão, foi conde-nado acusação de impiedade e de corrupção da ju
Seria sua morte o fracasso da filo violência dos homens? Ou não indicaria ela um servidor da razão, e não da violência, a na força das idéias do que na força das arm
Maiêutica (do gr. maieutiké: arte do parto 1. No Teeteto, Platão mostra Sócrate tarefa filosófica por analogia à de urna pa de sua mãe), sendo que, ao invés de dar
por Xenofonte (em dele o personagem logia de Sócrates e era parteira, seu pai onal: aprendizagem obra de Homero. cas anteriores e eráclito), participou empreendido pelos stes. Consolidador ipou ativamente da rdem intelectual e sabiam falar bem. os 500, manifestou as medidas que ente em relação às democracia e da uma voz interior, úblico e gratuito. te evidência oculta: resistem ao diálogo mos saber, mas mos. A verdade, isível aos olhos da
s em Atenas e de pela cidade. Irritou reu tomando cicuta. te de interrogar, sua o interlocutor a a questão que ele conseqüência em to, a confessar que : a) ignorar sua ia; c) ignorar seu famosa expressão uma investigação uirir a ciência dos mem mais justo de do à morte sob a a juventude.
ilosofia diante da ela que o filósofo é a, acreditando mais rmas?
arto)
ates definindo sua parteira (profissão ar à luz crianças, o
filósofo dá à luz idéias. O segundo Sócrates, prov desenvolvimento de seu pen viessem a superar sua própr descoberta, por si próprios, c verdade que trazem em si.
2. Enquanto método filosó maiêutica consiste em um pr Sócrates, partindo das opini sobre algo, procura fazê-lo ca seus pontos de vista, vind ignorância acerca daquilo qu reconhecimento da ignorânci pela razão, a verdade que t reminiscência: método.
3. 0 modelo pedagógico inspira-se na maiêutica co indivíduos a descobrirem as c
Ironia (lat. ironia, do gr. eiro Recurso de expressão qu que se pensa sobre algo. E depreciar, chama-se de "gran etc. A ironia como forma de Sócrates para revelar a s ignorância, relacionando-se, ironia, o homem anula. na aquilo que coloca, faz crer p para negar e nega para afirma
Metafísica – definições 1. O termo "metafísica" Andronico de Rodes, princ Aristóteles, por volta do ano textos aristotélicos — ta meta ao tratado da fisica, signif física", e passando a sign temática, "aquilo que está além
2. Na tradição clássica e parte mais central da filosofi cio ser enquanto ser. A met filosofia primeira, como p filosófico, tratando daquilo q outras partes do sistema, na princípios e causas primeira doutrina do ser em geral, e particulares; inclui ainda a d Ser Supremo.
3 O filósofo deveria, portanto, ovocar nos indivíduos o pensamento de modo que estes pria ignorância, mas através da , com o auxílio do "parteiro", da
osófico, praticado por Sócrates, a procedimento dialético no qual iniões que seu interlocutor tem cair em contradição ao defender indo assim a reconhecer sua que julgava saber. A partir do ncia, trata-se então de descobrir, e temos em nós. Ver dialética;
co conhecido como "socrático" como forma de ensinar os s coisas por eles mesmos.
eironeia: dissimulação)
que parece indicar o oposto do Ex.: elogia-se quando se quer rande" algo obviamente pequeno de argumentação é utilizada por seu interlocutor sua própria se, portanto, à maiêutica. "Na na unidade de um mesmo ato, r para não ser acreditado, afirma mar" (Sartre).
" origina-se do título dado por ncipal organizador da obra de ano 50 a.C., a um conjunto de eta ta physikd — que se seguiam nificando literalmente "após a gnificar depois, devido a sua além da física, que a transcende".
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3. Na tradição escolástica, especificam distinção entre a metafísica geral, a ontolog dita, que examina o conceito geral de ser seu sentido transcendente: e a metafísica e de domínios específicos do real e que se su vez, em cosmologia, ou filosofia natural mundo e da essência da realidade mat racional, ou tratado da alma, de s propriedades; e teologia racional ou natu conhecimento de Deus e das provas de através da razão humana (e não apenas pelo
4. No pensamento moderno, a metaf grande parte, seu lugar central no sistema vez que as questões sobre o conhecimen tratadas como logicamente anteriores à qu problema ontológico. A problemática da c subjetividade torna-se assim mais fu desenvolvimento desse pensamento, sobret filosofia crítica irá impor limites às conhecimento da metafísica, considerand distinguir o domínio da razão, que produ que possui objetos da experiência, que co portanto, do domínio da razão especulativa põe questões que, em última análise, não embora essas questões sejam inevitá portanto, a metafísica. Kant vê solução pa da metafísica apenas no campo da razão pr do conhecimento, mas da ação, da moral conhecimento especulativo da razão isolad completamente para além dos ensinamento através de simples conceitos... (Kant). entendo toda pretensão a conhecimen ultrapassar o campo da experiência p conseguinte, a natureza, ou a aparência das nos é dada, para nos fornecer aberturas esta é condicionada; ou para falar de form sobre aquilo que se oculta por trás da na possível... “A diferença (entre a física repousa, grosso modo, sobre a distinção fenômeno e coisa-em-si” (Schopenhauer). de Aristóteles, na verdade reunião de 12 t por Andrônico de Rodes, que lhes atrib acabou por denominar uma das áreas m filosofia. Nestes tratados, Aristóteles discu conhecimento e a noção de filosofia, conceituando algumas das noções mais cen como substância, essência e acidente, contingência, verdade etc. Teve grande desenvolvimento da tradição filosófica, so do séc.XII1, quando a obra de Aristóteles
amente, temos uma logia propriamente e a realidade em a especial, que trata subdivide, por sua al — o tratado do aterial; psicologia sua natureza e tural, que trata do de sua existência elo apelo à fé).
tafísica perde. em ma filosófico, uma ento passam a ser questão do ser, ao a consciência e da fundamental. No retudo com Kant, a às pretensões de ndo que devemos duz conhecimento, constitui a ciência, iva, em que esta se ão pode solucionar, itáveis. Teríamos, para as pretensões prática. Isto é, não ral. "A metafísica, lada e que se eleva ntos da experiência ). "Por metafísica ento que busque possível, e, por das coisas tal como s àquilo pelo qual orma mais popular, natureza, e a torna a e a metafísica) ção kantiana entre r). Metafísica Obra 2 tratados editados tribui este título e mais centrais da cute o problema do ia, introduzindo e centrais da filosofia te, necessidade e de in-fluência no sobretudo a partir les é reintroduzida
no Ocidente. Foram inúmero tanto na tradição do helenism escolásticos medievais.
Sofista (lat. sophista, do gr. Na Grécia clássica, os s retórica e oratória, professor sua arte aos cidadãos intere técnica do discurso, instrume os debates e discussões públ decisões políticas eram Contemporâneos de Sócrates combatidos por esses filó relativismo dos sofistas e s verdade é resultado da persu homens. A metafísica se con em grande parte em oposição triunfo da metafísica na tradi imagem negativa dos sofista (segundo Platão em O sofista criadores de ilusões. Estudo buscam revalorizar de forma sofistas, mostrando que seu re doutrina da natureza humana bem como indicando a imp sofistas para os estudos de g para o conhecimento da desenvolvimento de teorias d contudo em uma doutrina úni mas apenas em certos pon concepções bastante heterogê
Dentre os principais sofistas d Protágoras e Hípias de Elida. sofistas só chegaram até nós f citados através de seus advers
Protágoras (séc. V a.C.) O grego Protágoras (nascid filósofos sofistas preocupado sistemas, mas com a introduç filosofia. Ele prega uma espéc subjetivismo. De sua obra, fic homem é a medida de todas a do não-ser daquilo que não é" conhecimento depende do ind só é frio para mim e no mome qualidades do mundo variam mesmo indivíduo; o aspecto d mesmo; não há verdade nem e
4 eros os comentários a esta obra, ismo quanto entre os árabes e os
r. sophistes)
s sofistas foram os mestres da sores itinerantes que ensinavam ressados em dominar melhor a mento político fundamental para úblicas, já que na pólis grega as tomadas nas assembléias. tes, Platão e Aristóteles, foram filósofos, que condenavam o sua defesa da idéia de que a rsuasão e do consenso entre os constitui assim, nesse momento, ão à sofística. Devido a isso e ao adição filosófica, ficou-nos uma stas como "produtores do falso" ista), manipuladores de opiniões, udos mais recentes, entretanto, a mais isenta o pensamento dos u relativismo baseava-se em uma na e de sua relação com o real, mportância da contribuição dos e gramática, retórica e oratória, da língua grega e para o s do discurso. Não se pode falar, nica, comum a todos os sofistas, ontos de contato entre várias gêneas.
s destacaram-se Górgias, a. Das principais obras dos s fragmentos, muitas vezes ersários, como Platão.
scido em Abdera) é um dos do não com as cosmogonias e os
ução de certo "humanismo" na pécie de relativismo ou de ficou apenas uma frase: "O
s as coisas, do ser daquilo que é, é". Quer dizer: todo
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representações que são proveitosas e saluta uma espécie de "pragmatismo" humanista.
Sofística (do lat. sophisticus, do gr. sophis Denominação genérica do conjunto filósofos contemporâneos de Sócrates e Pl como sofistas. A sofística se caracteriza p com questões práticas e concretas da vida relativismo em relação à moral e ao con antropocentrismo, pela valorização da retór como instrumentos da persuasão que caract do sofista, e, em conseqüência, pelo c linguagem e domínio do discurso, ess desenvolvimento da argumentação sofíst não chegou a constituir propriamente uma termo é utilizado, freqüentemente com s sobretudo para designar o contraste entre teórico e especulativo da filosofia de Só Aristóteles, com a atitude pragmática e an sofistas.
Aula 4 – Platão e o mundo do outro Platão (c.427-348 ou 347 a.C.)
Filósofo grego, discípulo de Sócrates
Atenas depois da condenação e morte de a.C.) Peregrinou doze anos. Conheceu, pitagóricos. Retornou a Atenas em 387 a. procurando reabilitar Sócrates, de que memória e o ensinamento. Retomou a teor sobre a "idéia", e deu-lhe um sentido novo do que um conhecimento verdadeiro: ela é realidade verdadeira, absoluta e eterna, além de nós, cujos objetos visíveis são ap doutrina central de Platão é a distinção de mundo visível, sensível ou mundo dos refl invisível, inteligível ou mundo das concepção dos dois mundos se ligam as seu sistema: a) o método é a dialética, cons espírito se eleve do mundo sensível ao mun mundo inteligível, o mundo das idéias; e etapas, passando das simples aparências seguida dos objetos às idéias abstratas e idéias as idéias verdadeiras que são seres r fora de nosso espírito; b) a teoria da vivemos no mundo das idéias antes de no em nosso corpo atual e contemplamos face em sua pureza; dessa visão, guardamos confusa; nós a reencontramos, pelo trabalho a partir dos dados sensíveis, por "remi
utares. Temos aí ta.
histike)
to de doutrinas de Platão, conhecidos a pela preocupação ida da cidade, pelo onhecimento, pelo tórica e da oratória acterizava a função conhecimento da essenciais para o fística. A sofistica ma escola, porém o sentido negativo, tre o racionalismo Sócrates, Platão e antimetafísica dos
tes, Platão deixou e seu mestre (399 , entre outros, os a.C, com 40 anos, quem guardava a eoria de seu mestre ovo: a idéia é mais a é o ser mesmo, a a, existindo fora e apenas reflexos. A de dois mundos: o eflexos, e o mundo s idéias. A essa as outras partes de nsistindo em que o undo verdadeiro, o s; ele se eleva por as aos objetos, em s e, enfim, dessas s reais que existem da reminiscência: nossa encarnação" ace a face às idéias os uma mudança lho da inteligência, miniscência"; c) a
doutrina da imortalidade da Das obras de Platão, as mais Sócrates (trata-se do discur pronunciado diante de seus j seu método e sua ação); Hip Eutifron (o que é a piedade? Pode ser ensinada? São os diá perfeito da maiêutica; são ap não é resolvida, o leitor é pesquisa após ter purificado s é a ciência? Expõe e faz a cr ciência da sensação e que afir todas as coisas); Fédon (so diálogo que relata os último atitude do filósofo diante d relações entre as coisas e os n denominações naturais ou convenção?); O banquete (d amor do belo em si. Papel p (sobre a retórica; estuda a for pode ser exercida pelo dom sofística à filosofia); A repúb homem justo a partir do estu ideal, papel da educação, luga o regime ideal é levado a de Político e nas Leis, Platão en harmoniosa, governada pelo f governa com autoridade, mas olhos fixos na idéia do bem. A "desapego" do mundo sensív de orientar-se para a contemp da idéia do bem, e realizar e bem. Abaixo dessa virtude q propriamente humana: a just interior da alma. Outros livro Parmênides, Timeu e Filebo pode ser interpretada como u sensível, social ou político transformá-lo se inspirand (cognitiva, moral e polític fielmente possível, a ordem Para realizar seu "projeto" Academia, assim chamada herói ateniense Academos.
Mundo sensível: realidad objetos da percepção senso Especialmente em Platão, o mundo inteligível, do qual é c
5 a alma, demonstrada no Fédon. ais importantes são: Apologia de curso que Sócrates poderia ter s juízes; descreve seu itinerário, ippias Maior (o que é o belo?); e?); Menon (o que é a virtude? diálogos constituindo o exemplo aporéticos: a questão colocada r é convidado a prosseguir a o seu falso saber); Teeteto (o que crítica da tese que faz derivar a afirma ser o homem a medida de (sobre a imortalidade da alma; mos dias de Sócrates e trata da e da morte); Crátilo (quais as s nomes que lhes são dados? Há ou elas dependem todas da (do amor das belas coisas ao l pedagógico do amor); Górgias forma particular de violência que domínio da retórica e opõe a pública (da justiça; definição do estudo da cidade justa; a cidade ugar do filósofo na cidade; como degenerar-se). Na República, no enuncia as condições da cidade lo filósofo rei, personalidade que as com abnegação de si, com os . A virtude suprema consiste no sível e dos bens exteriores a fim mplação das idéias, notadamente r esse ideal de perfeição que é o e quase divina situa-se a virtude ustiça, que consiste na harmonia vros ou diálogos: Críton, Fedro, ebo. Toda a doutrina de Platão uma crítica em relação ao dado ico, e com uma exortação a ando nas idéias, cuja ação tica) deve reproduzir, o mais m perfeita no mundo do futuro. to" filosófico, Platão funda a a por situar-se nos jardins do
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Mundo inteligível: mundo das idéias Platão entendido como tendo uma reali tanto em relação ao mundo sensível, do modelo perfeito, quanto ao pensamento h entanto o atinge pela dialética.
Alegoria da Caverna
No livro VII da República, Platão na que se tornou célebre com o nome de mit caverna. Seu objetivo é fazer compreender o conhecimento grosseiro, que vem de nos nossas opiniões (doxa), e o conhecimento seja, aquele que sabe apreender, sob a apar a idéia das coisas. Numa caverna, cuja en luz, encontram-se alguns homens acorren infância, com os olhos voltados para o fun locomover-se nem virar as cabeças. Um exterior, iluminando toda a caverna. En caverna passa uma estrada, ladeada por um de um homem. Na estrada, por detrás d homens passam conversando e levando nas de homens e de animais, projetadas no fu Assim, tudo o que os acorrentados conhece sombras de objetos fabricados. Mas como se passa atrás deles, tomam essas sombras que se movem e falam, mostrando serem atingiram o conhecimento verdadeiro. Pl processo dialético através do qual o prision lutando contra o hábito que tornava m situação de prisioneiro, sai em busca do c verdade, passando por diversos e suces conversão de sua alma, até chegar à visão Uma vez alcançado esse conhecimento, o p transformado em sábio, deve retornar ensinar o caminho aos outros prisioneiro inclusive, a ser rejeitado por eles.
Platonismo – definições
1. Denominação da filosofia de Pla seguidores, ou de qualquer pensam influenciado por Platão. Foi imensa a infl na formação da tradição filosófica ocide Whitehead chegou mesmo a afirmar que ocidental não passa de um conjunto de página à obra de Platão.
2. Historicamente, o platonismo juntamente com a Academia fundada por a.C., existindo até o ano 529 da era c imperador romano Justiniano, em Constan
ias ou formas, em alidade autônoma, o qual constitui o o humano, que, no
narra uma história ito ou alegoria da er a diferença entre ossos sentidos e de nto verdadeiro, ou parência das coisas, entrada é aberta à rentados desde sua undo, não podendo m fogo brilha no Entre o fogo e a um muro da altura s do muro, vários nas cabeças figuras fundo da caverna. ecem do mundo são o não sabem o que ras por seres vivos m homens que não Platão descreve o ioneiro se liberta e, mais cômoda sua o conhecimento da cessivos graus de ão da idéia de hem. o prisioneiro, agora r à caverna para iros, arriscando-se,
Platão e de seus amento filosófico nfluência de Platão idental, sendo que ue toda a filosofia de notas de pé de
o desenvolveu-se por Platão em 338 cristã, quando o tantinopla, ordenou
o fechamento das escolas filo da Academia, entretanto, pas se limitando a uma simple difusão do pensamento de P diferentes maneiras, inclu platonismo não se restringe transmitida pela Academia. helenismo é muito gra neoplatonismo. Também o cristã com a escola de Alexan o pensamento de Santo influenciados pelo platonism medieval, até pratica-mente o Aristóteles torna-se mais platonismo foi a filoso basicamente à influência Agostinho. Por sua vez, o fec acarretou a emigração dos Oriente, sobretudo para a platonismo tivesse també importância na formação do perca, em parte, sua influênc ascensão do aristotelismo, o Renascimento. Mesmo no contemporâneo, muitas das q de Platão continuam a ser continuam a ser estudados e c
3. 0 platonismo, no entan obra e ao pensamento de P caracteriza-se pelo dualismo espírito, inteligência e sensaç de formas ou objetos abs conhecimento; pelo espiritu doutrina da reminiscência: p forma de elevação do esp sensível; por uma visão aristocracia do espírito nos muitos dos filósofos que representantes do platon freqüentemente, uma ou alg embora não necessariamente exemplo, que podemos fal filosofia da matemática, no pl em que este considera os ob os números) existentes in pensamento e de nosso conhe
Dialética (lat. dialectica, do g
6 filosóficas pagãs. O pensamento passa por períodos distintos, não ples preservação, comentário e Platão, mas interpretando-o de luindo uma fase cética. O ge, contudo, apenas à doutrina ia. Sua importância durante o grande, dando origem ao o desenvolvimento da filosofia xandria, a escola de Capadócia e o Agostinho são diretamente mo. Durante todo o período e o século XII, quando a obra de s conhecida no Ocidente, o osofia predominante, devido a do pensamento de Santo fechamento da Academia em 529 os filósofos platônicos para o a Pérsia, fazendo com que o bém posteriormente grande do pensamento árabe. Embora ncia a partir do séc.XIII, devido o platonismo ressurge durante o no pensamento moderno e s questões tratadas nos diálogos er discutidas, e esses diálogos e comentados.
tanto, não está ligado apenas à Platão, mas, em linhas gerais, o entre corpo e alma, matéria e sação: pela crença em um mundo abstratos, autônomo de nosso itualismo e a crença em uma : pelo recurso à dialética como espírito para além do mundo o política que defende uma os moldes da República. Em ue podem ser considerados onismo podemos encontrar, algumas dessas características, nte todas. E nesse sentido, por falar contemporaneamente em platonismo de Frege, na medida objetos matemáticos (tais como independentemente de nosso hecimento sobre eles.
Filosofia
Em nossos dias, utiliza-se bastante o t para se dar uma aparência de racionalidad explicação e demonstração confusos e apr a tradição filosófica lhe dá significados bem
1. Em Platão, a dialética é o processo p se eleva, por degraus, das aparências sensív inteligíveis ou idéias. Ele emprega o verbo seu sentido etimológico de "dialogar", passar o logos na troca entre dois interlocut é um instrumento de busca da verdade, científica do diálogo graças ao qual o apre tendo conseguido dominar suas pulsões co a crença nos dados do mundo s sistematicamente o discurso para chegar essências, isto é, à ordem da verdade.
2. Em Aristóteles, a dialética é a deduç de premissas apenas prováveis. Ele opõ científico, fundado em premissas consider e concluindo necessariamente pela "forç silogismo dialético que possui a mesm necessidade, mas tendo apenas premi concluindo apenas de modo provável.
3. Em Hegel. a dialética é o movimento permite superar uma contradição. Não é u um movimento conjunto do pensamen "Chamamos de dialética o movimento raci favor do qual esses termos na aparência se o nada) passam espontaneamente uns virtude mesmo daquilo que eles são, eliminada a hipótese de sua separação". P história, diz Hegel, importa-nos concebê-la de momentos, cada um deles formando momento que só se apresenta opondo-se ao precedeu: ele o nega manifestando suas ins caráter parcial; e o supera na medida em estágio superior, para resolvê-los_ os resolvidos. E na medida em que afirma u comum do pensamento e das coisas, a dialé a chave do saber absoluto: do movimento poderemos deduzir o movimento do mund mento humano pode conhecer a totalid (caráter metafísico da dialética).
4. Marx faz da dialética um méto necessidade de considerarmos a realidade de determinada época como um t atravessado por contradições específicas, da luta de classes. A partir dele, mas graç contribuição de Engels, a dialética se con
o termo "dialética" dade aos modos de proximativos. Mas em precisos.
o pelo qual a alma síveis às realidades rbo dialeghestai em , isto é, de fazer cutores. A dialética e, uma pedagogia prendiz de filósofo, corporais e vencer sensível, utiliza ar à percepção das
dução feita a partir opõe ao silogismo eradas verdadeiras orça da forma", o esma estrutura de missas prováveis,
to racional que nos é um método, mas ento e do real: acional superior em separados (o ser e s nos outros, em o, encontrando-se . Para pensarmos a la como sucessão do uma totalidade, ao momento que o insuficiências e seu m que eleva a um s problemas não-a urnnão-a propriednão-ade
alética pretende ser to do pensamento, ndo: logo, o pensa-alidade do mundo
étodo. Insiste na de socioeconômica todo articulado, s, entre as quais a raças, sobretudo, à onverte no método
do materialismo e no process considera a Natureza: a) com fenômenos se condicionam estado de mudança e de mov o processo de crescimento da por acumulação e por s qualitativa: d) como a sede d fenômenos tendo um lado po passado e um futuro, o que contrárias que gera o progress
Aula 5 - Aristóteles (384-322 Filósofo grego nascido Discípulo de Platão na Acad Magno. Construiu um grande com Felipe e seu filho Ale funda sua própria escola, o dedicado a Apolo Líelo. Da peripatéticos. Seus últimos a políticas. O partido nacional Aristóteles se exila na Eubéia todos os ramos do saber: lóg zoologia, metafísica etc. Seus
livros fundamentais: Retórica Eudemo, Órganon: conjunto Política e Metafísica. Para Platão, que ele critica, a idé separada. Só são reais os ind existe nos seres individuais Preocupado com as primeira princípios de tudo, dessac realizando as idéias nas c experiência. Os caminhos do Sua teoria capital é a distinçã leva à segunda distinção bás substância é a forma". Daí s Ato puro, Primeiro Motor Inteligência, Pensamento que si mesmo. Quanto ao hom submetido ao Estado que, realizar a vida moral, pela prá é uni meio, não o fim da vida consiste na contemplação d essencial. A política aparece moral. A virtude não se conf uma atividade racional por conduta só se realiza na humanidade só é adquirida na
Ato (lat. actum: fato realizad
7 esso do movimento histórico que mo um todo coerente em que os m reciprocamente; b) como um ovimento: c) como o lugar onde das mudanças quantitativas gera, saltos, mutações de ordem e das contradições internas, seus positivo e o outro negativo, um e provoca a luta das tendências esso (Marx-Engels).
22 a.C.)
do em Estagïra, Macedônia. ademia. Preceptor de Alexandre de laboratório, graças à amizade lexandre. Aos cinqüenta anos, , o Liceu, perto de um bosque aí o nome de seus alunos: os s anos são entremeados de lutas nal retoma o poder em Atenas. éia, onde morre. Sua obra aborda lógica, física, filosofia, botânica,
us
rica, Ética a Nicômaco, Ética a to de tratados da lógica, Física, ra Aristóteles, contrariamente a idéia não possui uma existência indivíduos concretos. A idéia só ais: ele a chama de "forma". iras causas e com os primeiros sacraliza o "ideal" platônico, coisas. O primado é o da do conhecimento são os da vida. nção entre potência e ato. O que ásica, entre matéria e forma: "a í sua concepção de Deus corno tor do mundo, motor imóvel, ue ignora o mundo e só pensa a omem, é um "animal político" e, pela educação, obriga-o a prática das virtudes: a vida social ida moral. A felicidade suprema da realização de nossa forma ce como um prolongamento da onfunde com o heroísmo, mas é or excelência. O equilíbrio da na vida social: a verdadeira na sociabilidade.
Filosofia
1. Todo exercício voluntário de pod espiritual, por parte do homem. Ex.: ato de violência etc.
2. Um ser em ato é um ser plenamen oposição a um ser em potência de potencialidade (Aristóteles). Ex.: a plan semente, que permanece em potência en plantada.
3. Ato puro é o Ser que não com potencialidade e que se subtrai a todo e Deus.
4. Na linguagem filosófica, ato se dis ação designa um processo que pode compo "Passar ao ato" é fazer algo preciso. "P empreender algo mais amplo. Por sua ve opõem a pensamento ou palavra: pensar e ter efeito sobre a matéria, ao passo que agi Claro que nas relações entre os homens, p modos de agir. Finalmente, ato se opõe a designa aquilo que existe efetivamente; a aquilo que pode ser ou que deve ser.
Potência (lat. potentia)
Em um sentido genérico faculdade.
Na filosofia aristotélica e na escolást potência opõe-se à de ato, caracterizando do ser. "O ato é o fato de uma coisa existi não do modo como dizemos que existe quando dizemos, por exemplo, que H potência na madeira" (Aristóteles, Metafí Há várias formas de se dizer que algo está e fruto está em potência na semente, já que semente há a possibilidade de esta gerar como um desenvolvimento natural. A est está em potência no bloco de madeira, já q possibilidade de ser transformada cm uma e
Aristotelismo
Tradição que se baseia no conjunto do s de Aristóteles e de seus discípulos, também nome de "peripatetismo" porque o m passeando (peripatein: passear).
oder material, ou de coragem, ato de
ente realizado, por de devir ou em lanta é o ato da enquanto não for
omporta nenhuma e qualquer devir:
distingue da ação: portar vários atos. "Passar à ação" é vez, ato e ação se e falar não podem agir tem um efeito. , pensar e falar são e a potência: o ato a potência designa
ico, possibilidade,
ástica, a noção de do o estado virtual istir na realidade, e iste uma potência, Hermes está em tafísica, IX, 1048). tá em potência. Um que na natureza da ar o fruto, ou seja, estátua de Hermes á que este contém a
a estátua.
o sistema filosófico ém conhecido pelo mestre ensinava
Matéria (lat. materia) 1. Substância sólida, corpó feito, constituinte físico de alg
2. Nas cosmogonias dos constituía dos quatro eleme primordiais, de cuja combina Diferentes correntes privileg como mais central, e essa vi ciências da Antiguidade.
3. Em Aristóteles e na trad realidade sensível, princípio i físico é composto, caracte determinações como "matéri matéria é sempre relativa à f da individuação, sendo que espécie são diferentes entre s é a mesma, mas quanto à mat
6. Na lógica aristotélica, a conteúdo, ou seja, os concei pelo predicado, enquanto a estabelecida. Ex.: os juízos "E homem não é branco" são igu diferindo pela forma, se afirmativo e o segundo partic
Forma (lat. forma)
Princípio que determina a determinada: aquilo que, num a forma constituem o par ce forma é aquilo que, na cois conhecido pela razão (objet "definível”. A matéria é con passivo que deve tomar for Matéria e forma só po pensamento.
Lógica (lat. logica, do gr. log I. Em um sentido amplo, a e dos princípios relativos à ar da inferência dedutiva e demonstração, dedução; impl
2. Tradicionalmente, há conceber a lógica: a) Como categorias (como sujeito e p (como a lei da identidade e refletiriam categorias e pri
8 rpórea. Substância da qual algo é algo. Oposto a forma, espírito.
os pré-socráticos, a matéria se mentos (água, terra, ar, fogo) inação resultava toda a natureza. legiaram um ou outro elemento visão teve forte in-fluência nas
radição escolástica, a matéria é a o indeterminado de que o mundo cterizando-se a partir de suas téria de" algo. Nesse sentido, a à forma. A matéria é o princípio ue dois indivíduos da mesma e si não quanto à sua forma, que
atéria.
a, a matéria de um juízo é o seu ceitos designados pelo sujeito e a forma é o tipo de relação s "Este homem é branco" e "Este iguais do ponto de vista material, sendo o primeiro particular ticular negativo.
a matéria, fazendo dela tal coisa um ser, é inteligível. A matéria e central da física aristotélica. A oisa, é inteligível, podendo ser jeto da ciência): a essência, o considerada como um substrato forma para se tornar tal coisa. podem ser dissociadas pelo
logike, de logos: razão)
, a lógica é o estudo da estrutura argumentação válida, sobretudo e dos métodos de prova e plicação.
Filosofia
portanto, derivados da própria natureza e e Esta é essencialmente a concepção a predomina em grande parte no pensam medieval, embora sobreviva em cer contemporâneas como o platonismo de ciência do pensamento: ou seja, as catego lógicos refletiriam a estrutura e o modo de pensamento, especificamente de nosso rac seriam o resultado da explicitação e sistem categorias e princípios. Essa visão é c pensamento moderno, sendo representada pela Logique de Port-Royal (1662), de An Pierre Nicole, inspirada no racionalismo c subtítulo era precisamente "a arte d intuicionismo contemporâneo, ao menos mantém urna visão próxima a e contemporaneamente, a lógica é vista, s ciência da linguagem, ou seja, como ciênci for-mais, e das categorias e princípios que u construção de sistemas formais, para op sistemas e para fundamentar sua validade.
A lógica formal ou aristotélica co investigação das categorias e princípios a pensamos sobre as coisas, do ponto de estrutura formal desse pensamento, abstra conteúdo. Divide-se em lógica
do conceito, ou seja, dos termos ou catego lógica das proposições, ou seja, do modo nossos juízos relacionando os conceitos e em proposições; e uma lógica do rac silogismo, que examina como inferencialmente as proposições para conclusões. O caráter formal da lógica aris representado pelo uso de variáveis. Assim "todo A é B" podemos deduzir corretamen é A", mas não que "todo B é A", quaisqu AA e BB a que nos referimos.
Silogismo (lat. syllogismmts, do gr. svllogi Método de dedução de uma conclusão premissas, por implicação lógica. P considerado o primeiro formulador da teor "o silogismo é um argumento em que, esta coisas, resulta necessariamente delas, por s outra coisa distinta do anteriorment (Primeiros analíticos, I, 24). Ex.: "Todos mortais, todos os gregos são homens, logo, são mortais". A conclusão se obtém assim de combinação dos elementos contidos
e estrutura do real. aristotélica, que samento antigo e certas concepções e Frege. b) Como gorias e princípios de operar de nosso aciocínio dedutivo; tematização dessas característica do ada principalmente Antoine Arnauld e o cartesiano, e cujo de pensar". O os com Brouwer, esta. c) Mais , sobretudo, como ncia das linguagens e utilizamos para a operar com esses
consiste em uma s através dos quais e vista apenas da tração feita de seu
gorias que usamos; do como formamos s e expressando-os raciocínio, ou do o relacionamos ara delas extrair ristotélica pode ser sim, da proposição ente que "algum B squer que sejam os
ogismós)
ão a partir de duas Para Aristóteles, eoria do silogismo, estabelecidas certas or serem o que são, nte estabelecido" os os homens são go, todos os gregos m por um processo os nas premissas
através do termo médio (n permite relacionar os outros e "mortais") aí contidos, for Segundo as regras do silogism as premissas sejam verdadeir teoria do silogismo de Aris modificações e desenvolvime escolástica. No período mode progressivamente menor até d matemática e aos cálculos pr formulados inicialmente por F
Aula 6 – Entre a fé e a razão O cristianismo poderia te
no terreno da fé. Ao contrário demonstrações, a fé basta suficiente. O cristianismo, p credo. Entrou no terreno da f a forma que a filosofia assu Em contrapartida, a fé cri racionais.
Esse encontro, marcado po iniciou-se no Império Roman diversos valores culturais, e p Média, quando a Igreja se tor
Historicamente, o cristiani de Jesus de Nazaré pela Judé Romano. Sua mensagem é praticar a bondade e despreza a verdadeira morada do home declarava filho de Deus, envi homem dos pecados. Sua cru o sacrifício do próprio Deu homens.
Após a morte de Jesus (e com o Novo Testamento), inúmeros adeptos em várias difusão – para a qual concor apóstolos –, a mensagem de J vários idiomas, como o gre próprio termo “Cristo”, incor origem grega e significa “ung
A filosofia, um “erro vazio” A difusão do cristianismo um confronto entre a fé e a ra I) é o primeiro a enfrenta habilitado para isso: judeu, m
9 (no exemplo, "homens"), que os termos (no exemplo, "gregos" formando uma nova proposição. gismo válido, não é possível que eiras e a conclusão seja falsa. A ristóteles sofreu uma série de mentos na escola aristotélica e na derno sua importância vai sendo té dar lugar, no séc.XIX, à lógica proposicionais e dos predicados
r Frege.
zão
ter se mantido exclusivamente ário da razão, que exige provas e ta a si mesma. Crê-se, é o , porém, não se satisfez com o a filosofia. Mais do que isso, foi sumiu por mais de um milênio. cristã assimilou procedimentos
por tensões entre a fé e a razão, ano, que propiciava a mescla de e prolongou-se por toda a Idade tornaria preponderante.
anismo origina-se das pregações udéia, então anexada ao Império é simples: amar ao próximo, zar os valores deste mundo, pois mem é o reino dos céus. Jesus se nviado ao mundo para redimir o crucificação seria, nessa medida, eus encarnado para salvar os
s (e sua ressurreição, de acordo o), essas idéias conquistaram rias regiões do Império. Nessa correu o infatigável trabalho dos e Jesus passou a se expressar em rego e, mais tarde, o latim. O orporado ao nome de Jesus, é de ngido”.
Filosofia
num ambiente imerso na cultura helenístic se intimidou quando, em Atenas, viu-se dia epicureus e estóicos”, como narra o livro Testamento: “Atenienses, tudo indica qu religiosidade sem igual. (...) Encontrei in com a inscrição: ‘Ao deus desconheci Justamente aqui estou para vos anunciar adorais sem conhecer. O Deus que fez o que nele existe (...)”.
Mas, quando Paulo entrou no terr atenienses não o compreenderam. A idé enviara um homem para julgar o mundo, e disso, ressuscitara esse mesmo homem e provocou risos. Paulo foi obrigado a retir relato também afirme que ele conquistou al
Outra é a atitude do apóstolo na Pri Coríntios. Em vez de empregar os a adversários – como havia feito com os ate parte para o confronto direto: “Onde está está o letrado? Onde o pesquisador d mundo? Não é verdade que Deus mudou mundo em falta de bom senso? (...) Pois a é mais sábia que os homens (...). Anuncia de Deus, misteriosa e oculta (...)”.
Por fim, quando utiliza deliberadam “filosofia”, não deixa nenhuma margem d atentos, para que ninguém vos arme um filosofia, esse erro vazio que segue a tradiç os elementos do mundo, e não segue Cr Colossenses).
As duas atitudes de Paulo – a de conv conciliando-se com seus valores, e a coexistem nesse período inicial do cristian geral, o confronto corresponde a períod cristãos sofrem violenta perseguição conciliação representa os momentos em qu é tolerado. É o que fazem os padres apo final do século II, enviam inúmeras apo justificação) do cristianismo ao imperado com valores greco-romanos, afirmando, p Heráclito e Sócrates eram cristãos antes me
Do ponto de vista teórico, ambas as atit De um lado, a idéia cristã de Deus que se f se deixou crucificar é um escândalo não só pagãs, mas sobretudo para a filosofia, que a noção de um deus abstrato, indiferente a melhor dos casos, coincidente com o própr
stica. Por isso, não diante de “filósofos vro Atos, do Novo que sois de uma inclusive um altar ecido’. Pois bem! iar este Deus que o mundo e tudo o
erreno cristão, os idéia de que Deus , e que, como prova entre os mortos, etirar-se, embora o
alguns fiéis.
Primeira Carta aos argumentos dos atenienses –, Paulo stá o sábio? Onde das coisas desse ou a sabedoria do a loucura de Deus ciamos a sabedoria
amente a palavra de dúvida: “Ficai uma cilada com a dição dos homens e Cristo” (Carta aos
onverter os gregos, a de confronto – tianismo. De modo ríodos em que os ão, enquanto a que o cristianismo pologistas, que, no pologias (defesa e ador. Argumentam , por exemplo, que mesmo de Cristo.
titudes são viáveis. e fez homem e que só para as religiões ue havia construído e ao mundo, ou, no prio mundo. Para a
filosofia, é absurda a idéia de que se sacrifica por ele. As combater a filosofia.
Por outro lado, porém, a Evangelho Segundo São João frase: “No princípio era o Ve o logos? Há inúmeros outro filosofia e o cristianismo, pri palavras – ainda que fosse vocábulos, na tradução da Bí O esforço dos padres apolog antes da conversão – dirige-s desses pontos de contato, um cristianismo e a tradição fil mesmo tempo, vários filó incorporar elementos bíbli pensamento.
Mais destacado dos padre Alexandria (c. 150-215), que gregos (e portanto filosóficos eles está a palavra gnosis (co perfeição do cristianismo.
Mas isso logo se revelou gnosis, incorporada ao c gnosticismo, uma seita secre logo ultrapassaria os limites possuir o conhecimento dos cada vez mais institucional meio de combater essas pre superior, acima da fé.
Santo Agostinho(354-430) Aurélio Agostinho, bisp Tagaste, hoje Souk-Ahras, n importantes iniciadores da tra da filosofia cristã, sendo um pela síntese entre o pensam cristianismo. Estudou em C Milão, tendo sido professor d cristianismo, que fora a relig após ter passado pelo man Regressou então à Africa (388 religiosa. Suas obras mais c (400), de caráter autobiográ composta entre 412 e 427. S influência do pensamento g platônica, através da esc neoplatonismo, com sua in
10 de um deus que ama o homem e Assim, o cristianismo só pode
a conciliação é possível. Pois o oão não se inicia com a célebre Verbo”? E o que é o verbo senão tros pontos em comum entre a principalmente no uso de certas sse freqüente a adulteração de Bíblia do hebraico para o grego. logistas – muitos eram filósofos se no sentido de tecer, a partir um pensamento que acomode o filosófica, a fé e a razão. Ao filósofos também passaram a blicos na elaboração de seu
dres apologistas é Clemente de ue introduz uma série de termos os) na linguagem cristão. Dentre (conhecimento), que indicaria a
lou uma faca de dois gumes: a cristianismo, deu asas ao creta e esotérica. O gnosticismo ites do cristianismo, afirmando os mistérios divinos. A Igreja, nalizada, acabaria achando um pretensões de um conhecimento
Filosofia
Platão. Sua filosofia tem como preocu relação entre a fé e a razão, mostrando que é incapaz de promover a salvação do home felicidade. A razão funciona assim como au
fé, permitindo esclarecer, tornar inteligível revela de forma intuitiva. Este o sentido da agostiniana Credo ut intelligam (Creio entender). Na Cidade de Deus, Santo Ago a história da humanidade como conflito e Deus, inspirada no amor a Deus e nos valo Cidade Humana, baseada exclusivamen interesses mundanos e imediatistas. Ao fi histórico, a Cidade de Deus deveria triunfa tipo de análise, Santo Agostinho é cons primeiros filósofos da história, um precurso dos conceitos de historicidade e de tem influência do pensamento agostiniano formação e no desenvolvimento da filo período medieval, sobretudo na linha do pl as Confissões quanto as Retratações (esc sua vida) fazem dele um precursor de Rousseau e do existencialismo: "Se eu existo".
Santo Tomás de Aquino (1227-1274) Nasceu na Itália, de família nobre, e Ordem dos Dominicanos. Percorreu medieval. Depois dos estudos em Nápoles (onde teve por mestre Alberto Magno), en nos Estados do papa. Morreu quando se di de Lyon. Sua imensa obra compreende du contra os gentios e Suma teológica, v comentários sobre Aristóteles, a Bíblia, pensamento de Santo Tomás está profunda de Aristóteles, que ele, por assim dizer, " papel principal foi o de organizar as verda de harmonizá-las com a síntese filosófica demonstrando que não há ponto de con razão'. Sua teoria do conhecimento pretend tempo, universal (estende-se a todos os c crítica (determina os limites e as conhecimento humano). O conhecimento uma "adequação da inteligência á coisa física e a metafísica de Aristóteles, esta "vias" que nos conduzem a afirmar r existência de Deus: a partir dos "efeitos causa. Estabelece sua concepção de nature do mundo. ordem decifrável nas coisas e q fins particulares a cada uma delas. Deus é
cupação central a ue sem a fé a razão mem e de trazer-lhe
auxiliar da
vel, aquilo que a fé da célebre fórmula io para que possa gostinho interpreta entre a Cidade de alores cristãos, e a ente nos fins e final do processo nfar. Devido a esse nsiderado um dos rsor da formulação empo histórico. A o foi decisiva na filosofia cristã no platonismo. Tanto scritas no final de de Descartes, de eu me engano, eu
e entrou cedo na toda a Europa les, Paris e Colônia , ensina em Paris e dirigia ao Concílio duas Sumas: Suma vários tratados e lia, Boécio etc. O ndamente ligado ao , "cristianiza". Seu rdades da religião e fica de Aristóteles, conflito entre fé e ende ser, ao mesmo s conhecimentos) e as condições do to verdadeiro seria isa". Retomando a stabelece as cinco r racionalmente a itos", afirmamos a tureza como ordem e que permite fixar é a causa de tudo,
mas não age diretamente nos um sistema de leis, causas s dos domínios naturais segund Deus é o primeiro motor eficiente, é o único Ser neces cuja Providência governa o m
Tomás mostra que há, em verdadeiramente autônoma e em harmonia com ele. Assi teísmo cristão o rigor do nat distingue o Estado e a Igreja, e a teologia, a natureza e felicidade do homem não se nem nos bens do corpo, n encontrar-se na contemplação
Aula 7 – Idade Moderna - Ra “Primeiramente, considero primitivas, as quais são como
originais, sob cujo padrão for conhecimentos” (Descartes)
“De onde apreende todos conhecimento? A isso re experiência” (Locke).
“... penso não haver mais práticos com os quais todos o
homens concordam e, portant
O século XVII represent culminação de um processo e que ele tinha de si próprio e nova classe dos burgueses d nova realidade cultural, a ci matematicamente. A ativida reinicia um novo trajeto: reflexão cujo pano de fundo é revolução científica determi inteligibilidade apresentado provocou, nos novos pensad novamente. A procura da man a principal característica d questão do método. Essa reflexões não apenas no conh mas, sobretudo, no problema conhecimento ou epistemolo então a filosofia tem uma atit colocar em questão a existên
11 os fatos da criação: Ele instaurou s segundas, ordenando cada um undo sua especificidade própria. r imóvel, é a primeira causa cessário, é o Ser absoluto, o Ser
mundo. Santo
em Aristóteles, uma filosofia e independente do dogma, mas ssim, Santo Tomás introduz no naturalismo peripatético. Porém, ja, o direito e a moral, a filosofia e o sobrenatural. "A última se encontra nos bens exteriores. , nem nos da alma: só pode ção da verdade."
Racionalismo
ero haver em nós certas noções o
formamos todos os nossos outros
dos os materiais da razão e do respondo, numa palavra, da
ais dúvida que não há princípios s os
anto, nenhum é inato” (Locke).
Filosofia
mundo. A Idade Moderna inverte o p centralizando no sujeito a questão do con pensamento que o sujeito tem do objeto objeto, dá-se o conhecimento. Mas qual é o ter certeza de que o pensamento concord Isto é, "um dos problemas que a teoria d terá que propor e solucionar é aquele de sa critérios, as maneiras, os métodos de que homem para ver se um conhecimento é ou
As soluções apresentadas a essas quest duas correntes, o racionalismo e o empirism
O racionalismo de René Descartes René Descartes nasceu na França, de Aos oito anos, órfão de mãe, é enviado pa jesuítas de La Flèche, onde se revela um Termina o secundário em 1612, contente co mas descontente consigo mesmo, pois não a Verdade que tanto procurava nos livros. la no mundo, Viaja muito. Alista-se nas tr de Maurício de Nassau (1618). Sob Beeckmann, entra em contato com a física seguida, alista-se nas tropas do imperador receber a herança da mãe, retorna a Paris os meios intelectuais. Aconselhado pelo dedica-se ao estudo da filosofia, com conciliar a nova ciência com as verdades do fim de evitar problemas coro a Inquisi Holanda (1629), onde estuda matemática muitos livros e cartas. Os mais famosos método, As meditações metafísicas, Os filosofia, O tratado do homem e o Tra Convidado pela rainha Cristina, vai passar Estocolmo, onde morre de pneumonia um frases mais conhecidas: "Toda filosofia é c cujas raízes são a metafísica e as ciência bom senso (ou razão) é o que existe de ma no mundo"; "Jamais devemos admitir alg verdadeira a não ser que a conheçamo como tal"; "A proposição Penso, logo exis mais certa que se apresenta àquele qu pensamentos com ordem". Toda a obra d mostrar que o conhecimento requer, para fundamento metafísico. Ele parte da *dúv eu duvido de tudo
o que me vem pelos sentidos, e se duvido verdades matemáticas, não posso duvida consciência de duvidar, portanto, de que tenho essa consciência. O *cogito é, pois,
pólo de atenção, onhecimento. Se o to concorda com o é o critério para se rda com o objeto? a do conhecimento saber quais são os ue se pode valer o u não verdadeiro.
estões vão originar ismo.
-1650)
de família nobre. para o colégio dos m aluno brilhante. com seus mestres, ão havia descoberto s. Decide procurá-s tropaprocurá-s holandeprocurá-saprocurá-s
a influência de ca copernicana. Em or da Baviera. Para ris, onde freqüenta lo cardeal Bérulle, m o objetivo de do cristianismo. A isição, vai para a a e física. Escreve os: O discurso do Os princípios de ratado do mando. sar uns tempos em
ano depois. Suas é como uma árvore cias os ramos"; "O mais bem repartido alguma coisa como os evidentemente xisto é a primeira e que conduz seus de Descartes visa ara ser válido, um úvida metódica: se
ido até mesmo das idar de que tenho ue existo enquanto is, a descoberta do
espírito por si mesmo, que sujeito: eis a primeira v fundamento da metafísica critério da idéia verdadei fundadora de todo saber verda
Racionalismo
Corrente filosófica que en fundamento do modo de c perspectiva, a razão vai p justificação do conhecimento sensorial interferindo no pr razão é, assim, a única fonte d ainda capaz de, sozinha, ch coisas.
Dúvida metódica:
É o método de conhecim descobrir a verdade, c provisoriamente como falso se encontra assegurada. Tr destinada a ser um método certeza maior do que as caracterizada pelo fato de se sum será o indubitável, corres alavanca de Arquimedes e possibilidade de dúvida. O c dessa dúvida aparece claram maligno", simples hipótese permanecer na dúvida enqua indubitável.
Cogito (do lat. cogitare: cogi Para Descartes, o cogito e é o primeiro princípio da revolução que consiste e pensamento e não da presen Meditação metafísica que ele sum" (penso, existo): a prime verdade e o lugar da au percepção que o sujeito p existência, nessa luz de si a s existo, é necessariamente ver pronuncioou que a concebo e
Aula 8 – Idade Moderna – E É a doutrina ou teoria do todo conhecimento humano d da experiência sensível extern
12 ue se percebe que existe como verdade descoberta para o a e cuja evidência fornece o deira. Assim, a metafísica é
rdadeiro.
enfatiza o papel da razão como e conhecer a realidade. Nesta possibilitar a apreensão e a nto sem o recurso da experiência processo do conhecimento. A te de qualquer conhecimento, e é chegar à verdade absoluta das
cimento que tem por objetivo consistindo em considerar so tudo aquilo cuja verdade não Trata-se da dúvida cartesiana, odo utilizado para atingir uma s certezas da vida cotidiana, ser indubitável. O cogito ergo respondendo, intelectualmente, à e permitindo eliminar-se toda caráter voluntário e metódico ramente no recurso ao "gênio se usada por Descartes para uanto não consegue encontrar o
ogitar, pensar; cogito: penso) o ergo sum ("penso logo existo")
da filosofia, inaugurando uma em partir da presença do sença do mundo. E na segunda ele afirma essa verdade "cogito, meira verdade, omodelo de toda autenticidade consistem nessa presente tem de sua própria a si: "Esta proposição, eu sou, eu
verdadeira todas as vezes que a o em meu espírito."
Empirismo