Å
1R 1 RW WD D VR V RE EU U H H FR F RQ QG GL LF FL LR RQ QD D PH P HQ QW WR R GH G H VL V LV VW WH H PD P DV V
Consideremos o sistema,
que tem como solução:
{ x
1= 12.5000 , x
2= 15.7500 }
Se introduzirmos uma SSHHTTXXHHQQDDSSHHUUWWXXUUEEDDoommRRna matriz
obtemos uma VVRROOXXoommRRPPXXLLWWRRGGLLIIHHUUHHQQWWHH:
{ x
1= 8.3333 , x
2= 13.6667 }
Trata-se de um VLVWHPDPDOFRQGLFLRQDGR e, QHVWHFDVR, é fácil entender porquê:
Em geral, o sistema que temos para resolver não é
$ [ = E
mas sim um sistema ligeiramente diferente ou SHUWXUEDGR.Sejam
G
$ uma PDPDWWUULL]]que representa os HUHUUURRVVLQLQLLFFLLDDLLVVem$
e
G
E um YHYHFFWWRRUUque representa os HUHUUURRVVLQLQLLFFLLDDLLVVemE
.Pretendemos conhecer
G
[ (YYHHFFWWRRUUSHSHUUWWXXUUEEDDoommRRFFDDXXVVDDGGDDQQDDVVRROOXXoommRR), tal que( $ + G
$) ( [ + G
[) = E + G
EPara isso são necessários os conceitos de QRUPDYHFWRULDO e de QRUPDPDWULFLDO.
Å
1R 1 RU UP P D D V V YH Y H FW F WR RU UL LD DL LV V
'HILQLomR Uma QRUPDYHFWRULDO é uma aplicação que verifica:
Por exemplo, são QRUPDVYHFWRULDLV de
x
QRUPDGHPi[LPR( ou QRUPD
)x
QRUPDDEVROXWD ( ou QRUPD )x
QRUPDHXFOLGHDQD( ou QRUPD )que são todas casos particulares da QRQRUUPPDDSS( com SStt),
([HPSOR para
5HSUHVHQWDomRGRVFRQMXQWRVGHYHFWRUHV FRPQRUPDVXQLWiULDV UHVSHFWLYDPHQWH GH GHQWURSDUDIRUD
''HHIILLQQLLoommRR Sejam
5
Q[Q o conjunto das matrizes reais de ordem Qea matriz nula de ordem Q.Uma QRQRUUPPDDPDPDWWUULLFFLLDDOOé uma aplicação que verifica:
7
7HHRRUUHHPPDD Seja
|| ||
uma QRUPDYHFWRULDO em5
Q e$ 5
Q[Q uma PDWUL]. Então,é uma QRUPDPDWULFLDO,
a que chamamos QRUPDPDWULFLDOQQDDWWXXUUDDOOou LQLQGGXX]]LLGGDD.
77HHRRUUHHPPDD Seja
||| |||
uma QRUPDPDWULFLDOLQGX]LGD pela QRUPDYHFWRULDO|| ||
Então, para
$ 5
Q[Q ,[ 5
Q e,
a matriz identidade de ordem Q:E em particular, para uma norma matricial LQLQGGXX]]LLGGDDSRSRUUXPXPDDQRQRUUPPDDSS,
77HHRRUUHHPPDD Seja
$ 5
Q[Q , então :onde
U ( $T $ )
denota o UDLRHVSHFWUDO da matriz $
T $
.
22EEVVHHUUYYDDoo}}HHVV
x ||| $ |||
é o Pi[LPRGDVVRPDVSRUOLQKDV dos valores absolutos dos elementosx ||| $ |||
é o Pi[LPRGDVVRPDVSRUFROXQDV dos valores absolutos dos elementosx
A norma matricial||| $ |||
costuma designar-se por QRUPDHVSHFWUDOÅ
9D 9 DO OR RU UH HV V H H 9H 9 H FW F WR RU UH HV V 3U 3 U yS y SU UL LR RV V
'
'HHIILLQQLLoommRR Sendo $ uma matriz quadrada e
,
a matriz identidade, o polinómio definido por,p ( O ) = det ( $ í O , )
é chamado o SROLQyPLRFDUDFWHUtVWLFR de $.
2EVHUYDomR Se $ é de dimensão Q îQ ,então
S O
é um polinómio de JUDXQe, consequentemente, tem no máximo Q]HURVGLVWLQWRV que podem ser UHDLVRXFRPSOH[RV.''HHIILLQQLLoommRR Se
S
é o polinómio característico da matriz $,os ]HURV de
S
(reais oucomplexos) são designados YDORUHVSUySULRV (ou YDORUHVFDUDFWHUtVWLFRV) damatriz $.Se
O
é um valor próprio de $ e se[ ≠ 0
satisfaz,( $ í O , ) [ = 0
então
[
é designado um YHFWRUSUySULR (ou YHFWRUFDUDFWHUtVWLFR) de $ associado ao valor próprioO
.Å
5D 5 D LR L R ( ( VS V SH HF FW WU U DO D O
''HHIILLQQLLoommRR Seja
$ ∈ ©
n×n.
OFRQMXQWRGRVYDORUHVSUySULRV de $ é o HVHVSSHHFFWWUURRde $ e será designado porV ( $ ), isto é,
V ( $ )={ O ∈ ©
: O
é valor próprio de $ }
Designa-se por UDUDLLRRHVHVSSHHFFWWUUDDOOde $, denotado por
U ( $ ), o valor
U ( $ )= PD[ { | O |
: O ∈ V ( $ ) }
{ | O |
:O ∈ V ( $ ) }
QRWD se
O ∈ ©
,77HHRRUUHHPPDD Seja
V ( $ ) o raio espectral da matriz $
então, para qualquer norma
natural ou LQGX]LGD
''HHPPRRQQVVWWUUDDoommRR Se
O
éYDORUSUySULR de$
e[
um YHFWRUSUySULR associado aO
tem-se,
$ [ = O [
, com[ ≠
Aplicando uma QRUPDYHFWRULDO,
|| O [ || = || $ [ ||
onde
|| O [ || = | O | || [ ||
e|| $ [ || d ||| $ ||| || [ ||
sendo
||| |||
qualquer QRUPDPDWULFLDOLQGX]LGD por|| ||
Portanto
| O | || [ || d ||| $ ||| || [ ||
e como
[ ≠
então|| [ || ≠ 0
e podemos dividir.Assim,
| O | d ||| $ |||
para WWRRGGRRoO
valor próprio de$
incluindo o maior deles
U ( $ ) .
> > &R & RQ QG GL LF FL LR RQ QD D PH P HQ QW WR R GH G H 6L 6 LV VW WH HP P DV D V /L / LQ QH HD D U U HV H V
Retomemos a relação,
( $ + G
$) ( [ + G
[) = E + G
EHUURVLQLFLDLV em
$
HUURVLQLFLDLV emE
SHUWXUEDo}HVFDXVDGDVna solução
[
Å
3H 3 HU U WX W XU U ED E D o} o }H HV V Vy V y QR Q R VH V HJ JX XQ QG GR R P P HP H PE EU UR R G$ = 0
Neste caso,
$ ( [ + G[ ) = E + G
E
$ [ + $ G[ = E + G
E onde $ [ = E
portanto
$ G[ = G
E
e como se assume que o sistema é GHWHUPLQDGR,
$
éLQYHUWtYHO,G
[= $ G
E
e tomando normas,
|| G[ || ||| $
||| || GE ||
||
|| G[ || ||| $
||| || GE ||
||
Esta relação fornece um PDMRUDQWHGRHUURDEVROXWR da solução mas, faz muito mais sentido procurar um majorante do HHUUUURRUUHHOODDWWLLYYRR.
Tratando-se de vectores, definimos HUURUHODWLYR,
ou SHUWXUEDomRUHODWLYD de um vector
[
, com[ ≠
, pela razão:|| G[ ||
|| [ ||
Então,
Por outro lado, aplicando normas a
$ [ = E
|| E || = || $ [ || d ||| $ ||| || [ ||
substituindo obtemos,
HUURVUHODWLYRV em
E
HUURVUHODWLYRV em
[
Q~PHURGHFRQGLomRGDPDWUL]
$
1~PHURGHFRQGLomRGDPDWUL] $ :
FRQG $ = ||| $ ||| ||| $
|||
x
OHIHLWRGDSURSDJDomR dos erros do VHJXQGRPHPEUR é determinado pela PDWUL]GRVLVWHPD.x
Quanto PDLRU for o valor deFRQG $
,PDLVVHQVtYHO é o sistema a perturbações do segundo membro.x
O valor numérico deFRQG $
depende GDQQRRUUPPDDutilizada.x
Matrizes com um número de condição DOWR dizem-se PDPDOO FRQGLFLRQDGDV.x
Matrizes com um número de condição EDL[R dizem-se EHEHPP FRQGLFLRQDGDV.x
Prove que:FRQG $ 1
Å
3H 3 HU U WX W XU U ED E D o} o }H HV V QD Q D PD P DW WU U L] L ] GE= 0
Neste caso,
( $ + G
$) ( [ + G
[) = E
$ [ + $ G[ + G
$ ( [ + G
[ ) = E
onde
$ [ = E
e assumindo$
invertível,G
[= - $ G
$ ( [ + G
[ )
e aplicando normas,
|| G[ || ||| $
||| || G$ || || [ + G[||
|| || [ + G[||
donde
x
Novamente constatamos que é o Q~PHURGHFRQGLomRGDPDWUL]que determina a maior ou menor influência que uma perturbação da matriz $ pode ter na solução.^ &DOFXOHRQ~PHURGHFRQGLomRGDPDWUL]GRVLVWHPD PDO FRQGLFLRQDGRGRH[HPSORGDSiJLQD`
x
Claro que, desta vez, o erro relativo nos resultados depende também das perturbações introduzidas nos elementos da matriz.x
Assumindo queG
[<< [
, o primeiro membro da desigualdade representa uma boa DSUR[LPDomRGRHUURUHODWLYR dos resultados.x
Considerando que, é possível mostrar que,
{ Ver: &RPSXWDomR1XPpULFD, Edite Manuela Fernandes, pp. 68-70 }
Å
3H 3 HU U WX W XU U ED E D o} o }H HV V QD Q D PD P DW WU U L] L ] H H QR Q R VH V H JX J XQ QG GR R PH P H P P EU E U R R
Para o caso geral, é possível obter a relação,
{ Ver: &RPSXWDomR1XPpULFD, Edite Manuela Fernandes, pp. 70 }
HUURVUHODWLYRV em
$
HUURVUHODWLYRV em
[
HUURVUHODWLYRV emE
Q~PHURGHFRQGLomRGDPDWUL]
$
Verificamos que:
x
Os erros relativos da matriz aparecem VRPDGRV aos erros relativos dos segundos membros.x
Tanto os erros relativos da matriz como os dos segundos membros, aparecem sempre PXOWLSOLFDGRV pelo Q~PHURGHFRQGLomRGDPDWUL].x
Por isso os erros relativos dos resultados podem atingir YDORUHVPXLWRVXSHULRUHV aos erros introduzidos nos dados do problema.x
O número de condição da matriz,FRQG $ 1
, mede a VHVHQQVVLLEELLOOLLGGDDGGHHdo sistema.> > 0p 0 pW WR RG GR RV V ,W , WH HU U DW D WL LY YR RV V (V ( VW WD DF F LR L RQ Qi iU UL LR RV V
x
Os métodos iterativos são HILFLHQWHV ( WHPSR de execução e HVSDoR de memória ), em particular na solução de sistemas de JUDQGHVGLPHQV}HV envolvendo PDWUL]HVHVSDUVDV (ou rarefeitas).Note que, por exemplo o método de eliminação de Gauss não preserva a esparsidade da matriz, durante a resolução.
x
Para resolver um sistema, os PpWRGRVLWHUDWLYRV partem de umaDSUR[LPDomRLQLFLDO,
[
(0) e constroem uma VXFHVVmRGHDSUR[LPDo}HV,[
(1), [
(2), . . . , [
(k), . . .
que seja FRQYHUJHQWHSDUDDVROXomRH[DFWD
[
do sistema.x
É necessária uma relação que permita obter cada solução a partir da anterior.[
(k)[
(k+1)Por isso, o sistema
$[ = E
é convertido num sistema HTXLYDOHQWH do tipo[ = 0[ + F
onde 0é uma matrize
F
um vector.x
Nesta secção, estudaremos os métodos iterativos do WLWLSSRRHVHVWWDDFFLLRRQQiiUULLRR, que têm a forma geral,[
N= 0 [
N+ F N
em que 0é chamada PDWUL]GHLWHUDomR.
'HILQLomR Se para qualquer estimativa inicial
[
(0) a sucessão{ [
(k)}
convergir para um limite independente de[
(0) então o PpWRGRLWHUDWLYRdiz-se FRFRQQYYHHUUJJHHQQWWHH.'HILQLomR O PpWRGRLWHUDWLYR formulado por
[
N= 0 [
N+ F
diz-se FRQVLVWHQWHcom
$ [ = E
se este sistema e
[ = 0 [ + F
tiverem a mesma solução.Procuremos condições de convergência...
3URSULHGDGH Para qualquer matriz quadrada
$
,{ Quando todos os valores próprios têm grandeza menor que um, a WUDQVIRUPDomROLQHDU realizada pela matriz sobre um vector é uma UHGXomR. Caso contrário é uma DPSOLDomR. }
Uma condição necessária e suficiente de convergência:
7HRUHPD Seja
[
(k+1)= 0 [
(k)+ F
um método iterativo consistente com$ [ = E
.AVXFHVVmR
{ [
(k)}
k∈´0 éFRQYHUJHQWH,para qualquer aproximação inicial
[
(0),VHHVyVHU ( 0 )
'HPRQVWUDomR
Seja
H
(k)= [
(k)- [
o erro da iteração k entãoH
(k+1)= [
(k+1)- [
= 0 [
(k)+ F - ( 0 [ + F )
= 0 ( [
(k)- [ ) = 0 H
(k)donde
H
(k+1)= 0
k+1H
(0) para todo oN
D
6H U ( 0 ) < 1
então a sucessão{ 0
k}
tende para ]HURindependentemente do valor de
H
(0)bem como a sucessão{ H
(k)}
e a sucessão
{ [
(k)}
tende para[
, para qualquer valor de[
(0)E SRUDEVXUGR
Se
U ( 0 ) ≥ 1 ,
a matriz0
teria algum valor próprioO ≥ 1
Seja
H
(0) o vector próprio associado aO
, isto é,0 H
(0)= O H
(0)donde,
H
(k)= 0
kH
(0)= O
kH
(0)Então, para este
H
(0), a sucessão{ H
(k)}
nunca poderia tender para ]HUR, quer comO > 1
ou comO = 1
.Portanto, para que a sucessão dos erros tenda para zero e as sucessivas aproximações
[
(k) tendam para[
, é necessário queO < 1
.Uma condição suficiente de convergência:
7HRUHPD Se
||| 0 ||| < 1
para alguma QRUPDPDWULFLDOQDWXUDO,então a sucessão
{ [
(k)}
gerada por[
N= 0 [
N+ F
,FRQYHUJHSDUDDVROXomR~QLFD da equação
[ = 0 [ + F
,para qualquer aproximação inicial
[
(0) considerada.Mais ainda, verifica-se que,
'HPRQVWUDomR^ 73&`
> > &U & U LW L Wp p UL U LR RV V GH G H 3D 3 DU U DJ D JH HP P GR G RV V 0p 0 p WR W RG GR RV V ,W , WH H UD U DW WL LY YR RV V (V ( V WD W D FL F LR RQ Qi i U U LR L RV V
Considere-se um método iterativo estacionário,
[
N= 0 [
N+ F
consistente com
$ [ = E
Å
&U & U LW L Wp p UL U LR RV V GH G H 3D 3 DU U DJ D JH HP P ED E DV VH H DG D GR RV V QR Q R 9H 9 H FW F WR RU U 5H 5 H Vt V tG GX XR R
Seja
U
(k)E±$[
(k) oYHFWRUUHVtGXR na iteração Nx
O critério mais simples consiste em continuar o processo iterativo até que,onde
G
é uma tolerância predefinida.x
Limitação do vector resíduo de forma a garantir uma WROHUkQFLD predefinida,G
,no HUURDEVROXWR.
Seja
H
(k)= [ - [
(k) o vector erro na iteração N,donde,
x
Limitação do vector resíduo de forma a garantir uma WROHUkQFLD predefinida,G
,no HUURUHODWLYR.
donde,
Å
Å
&U & U LW L Wp p UL U LR RV V GH G H 3D 3 DU U DJ D JH HP P ED E DV VH H DG D GR RV V QD Q D GL G LI IH H UH U H Qo Q o D D HQ H QW WU UH H GX G XD D V V DS D SU UR R[ [L LP PD D o} o }H HV V V V XF X FH H VV V VL LY YD D V V
x
Continuar o processo iterativo até que,onde
G
é uma tolerância predefinida.x
Continuar o processo iterativo até que,onde
G
é uma tolerância predefinida.x
Limitação da diferença entre duas aproximações sucessivas, para garantir uma tolerância predefinida,G
, no HUUR.(admitindo que
||| 0 ||| < 1
, sendo0
a matriz de iteração).Temos que,
Se
donde,
> > 0p 0 p W W RG R GR R GH G H -D - DF FR RE E L L
Considere-se o sistema linear
$ [ = E
,Assumindo que
D
LL≠ 0 , ∀ L «Q
, o 0pWRGRGH-DFREL consiste no LVRODPHQWRGRYHFWRU[
no lado esquerdo mediante a VHSDUDomRSHODGLDJRQDO,E assim se obtém uma fórmula do tipo
[ = 0 [ + F
, comDada uma DSUR[LPDomRLQLFLDO
[
(0) , calculam-se[
(1)[
(2), …, [
(k), …
pela UHODomRUHFRUUHQWH
[
(k+1)= 0[
(k)+ F
ou seja,
ÅÅ
'H ' H GX G Xo om m R R GR G R 0p 0 pW WR RG GR R GH G H -D - DF F RE R EL L QD Q D IR I RU UP PD D P P DW D WU UL LF FL LD DO O
Considere-se a decomposição,
$ = ' – ( – )
onde,
' ^D
LML M`
( ^D
LML!M`
) ^D
LMLM`
Então, de
$ [ = E
( ' - ( - ) ) [ = E ' [ = ( ( + ) ) [ E
obtemos
[ = '
( ( + ) ) [ '
E
que conduz ao processo iterativo,
[
N= '
( ( + ) ) [
N'
E
[
(k+1)= 0 [
(k)+ F
2EVHUYDomR Esta decomposição assume que 'sejauma matriz LQYHUWtYHO, o que implica que os elementos diagonais de $sejam todos diferentes de zero.
Portanto,
0 '
( ( + ) )
e como
( ) ^D
LML ≠ M `
'
^D
LML M`
então
Å
Å
&R & RQ QY Y HU H U Jr J r QF Q F LD L D GR G R 0p 0 p WR W RG GR R GH G H -D - D FR F RE EL L
'HILQLomR Uma matriz quadrada $ diz-se
GHGLDJRQDOHVWULWDPHQWHGRPLQDQWHSRUOLQKDVse,
7HRUHPD Se
$
for uma matriz GHGLDJRQDOHVWULWDPHQWHGRPLQDQWHSRUOLQKDV, então o 0pWRGRGH-DFREL gera uma sucessão FRQYHUJHQWHpara a VROXomR~QLFDde
$ [ = E
, para qualquer escolha de[
(0) .'HPRQVWUDomR
Como vimos, a matriz
0
é definida por,De acordo com o WHRUHPD da pág. 51, basta provar que H[LVWH uma QRUPDPDWULFLDOQDWXUDO para a qual
||| 0 ||| < 1
Tomando a QRUPDGRPi[LPR ( máximo das somas por linhas ),
onde, SRUKLSyWHVH,
$
é uma matriz GHGLDJRQDOHVWULWDPHQWHGRPLQDQWHSRUOLQKDV, isto é,e portanto
> > 0p 0 pW WR RG GR R GH G H *D * D XV X V V V 6 6H HL LG GH H O O
Recordemos o Método de Jacobi,
O0pWRGRGH*DXVV6HLGHO é semelhante. Contudo, em cada iteração N , são utilizados WRGRVRVYDORUHV
[
N que Mi IRUDPFDOFXODGRV.ou seja,
onde, se
M L
são usados valores[
M Mi calculados na SUHVHQWHLWHUDomR seM !L
são usados valores[
M calculados na LWHUDomRDQWHULRUÅÅ
'H ' H GX G Xo om m R R GR G R 0p 0 pW WR RG GR R GH G H *D * D XV X V V V 6 6H HL LG GH HO O QD Q D IR I RU UP PD D P P DW D WU UL LF FL LD D O O
Partindo da mesma decomposição,
$ = ' – ( – )
e substituindo em
$ [ = E
obtemos( ' – ( – ) ) [ = E ( ' – ( ) [ = E ) [
que conduz ao processo iterativo,
( ' – ( ) [
N= E ) [
N' [
N= E ( [
N) [
NNa prática é mais utilizada uma alternativa a esta formulação.
Partindo de,
( ' – ( – ) ) [ = E
( ' – ( ) [ = ) [E
obtemos
[ = ( ' – ( )
) [ ( ' – ( )
E
que conduz ao processo iterativo,
[
N= ( ' – ( )
) [
N( ' – ( )
E
e assim,
[
N= ( ' – ( )
) [
N( ' – ( )
E
[
(k+1)= 0[
(k)+ F
o que permite também analisar a:
ÅÅ
&R & RQ QY Y HU H U Jr J r QF Q F LD L D GR G R 0p 0 p WR W RG GR R GH G H *D * D XV X VV V 6 6H H LG L GH HO O
7HRUHPD Se
$
for uma matriz GHGLDJRQDOHVWULWDPHQWHGRPLQDQWHSRUOLQKDV, então o 0pWRGRGH*DXVV6HLGHO gera uma sucessão FRQYHUJHQWH para a VROXomR~QLFDde$ [ = E
, para qualquer escolha de[
(0) .H[HUFtFLR
DERUGDJHP
[
(k+1)= 0[
(k)+ F
portanto é preciso estudar a PDWUL]GHLWHUDomR
0 ,$
com,M =
XPDVROXomRFRQGLomRQHFHVViULDHVXILFLHQWHGHFRQYHUJrQFLD
Construir o SROLQyPLRFDUDFWHUtVWLFR
_ 0 O , _
, resolver a equação_ 0 O , _
e obter os YDORUHVSUySULRV:
{0.73589, -0.13589}
para confirmar que
U 0
.RXWUDVROXomRFRQGLomRVXILFLHQWHGHFRQYHUJrQFLD Procurar alguma QRUPDQDWXUDO de
0
que seja .E efectivamente:
___0___
D D D D
D
H[HUFtFLR
XPDDERUGDJHP
Para estudar o processo iterativo, precisamos duma formulação do tipo
[ 0[F
.Neste caso,
$ %
$
$[ $
%[$
E
, 0 F
ou seja,
0 $
%
Construindo o SROLQyPLRFDUDFWHUtVWLFR
_ 0 O , _
, obtemos os valores próprios:Assim, para que o método seja convergente, é QHFHVViULRHVXILFLHQWH que
_D_
.
H[HUFtFLR
XPDDERUGDJHP
Recordemos que (pp. 43-44) quando DSHQDV existem perturbações no VHJXQGR PHPEUR, os HUURVDEVROXWRV estão relacionados por:
|| G[ || ||| $
||| . || GE ||
||
onde a norma matricial é a LQGX]LGD pela norma vectorial utilizada.
Atendendo a que é razoável escolher a QRUPDGRPi[LPR, pois:
|| GE ||
= max { } ≤ 10
-4
Resta calcular a PDWUL]LQYHUVD e a correspondente QRUPDGRPi[LPR (máximo das somas por linhas dos valores absolutos dos elementos),
$
=
com||| A
-1|||
= 3/5
Portanto,
|| G[ ||
3/5 10
-4
H[HUFtFLR
XPDDERUGDJHP
Partindo de, e de,
e subtraindo,
aplicando uma norma vectorial e a respectiva norma matricial induzida,
D
Uma solução possível, consiste em GHPRQVWUDU este resultado por LQGXomR sobre
N
.Para N : é imediato a partir da fórmula
:DVVXPLQGRTXH:
SUHYHPRVTXH:
'HPRQVWUDomR: também da fórmula
:que, por +LSyWHVHGH,QGXomR,
e pelo 3ULQFtSLRGD,QGXomR, está demonstrado o resultado pretendido, para qualquer
N t
.E
Partindo do resultado anterior:
Atendendo a que
então
e como não depende de
N
,então também,
Assim, e porque toda a QRUPD é
t
, a sucessão:é uma VXFHVVmRHQTXDGUDGD por
0
e uma sucessão de limite0
e portanto:F
Considerando,
e aplicando uma norma vectorial, pela GHVLJXDOGDGHWULDQJXODU temos,
Substituindo esta relação na fórmula
e como temos finalmente,