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Plano Nacional de Logística e Transportes PNLT

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Academic year: 2021

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Plano Nacional de Logística e Transportes

PNLT

Metodologia, estágio atual e continuidade

29º Encontro Nacional de Comércio Exterior

(2)

Baixos níveis de investimento em infra-estrutura

geraram problemas a serem superados,

Investimentos do Ministério dos Transportes / PIB (%)

0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 1,4 1,6 1,8 75 77 79 81 83 85 87 89 91 93 95 97 99 1 3 5 7

(3)

distribuídos em todos os diversos modos de

transporte, gerando ineficiências, custos

adicionais e acidentes.

Em rodovias:

• Níveis insuficientes de conservação e recuperação

• Déficit de capacidade da malha em regiões desenvolvidas • Inadequação de cobertura nas regiões em desenvolvimento

Em ferrovias:

• Invasões de faixa de domínio

• Quantidade excessiva de passagens de nível • Falta de contornos em áreas urbanas

(4)

Em portos:

• Limitações ao acesso marítimo • Restrições ao acesso terrestre

• Rodoviário e ferroviário

• Deficiências de retroárea e berços

• Modelo gerencial da Administração Portuária desatualizado

Em hidrovias:

• Restrições de calado

• Deficiências de sinalização e balizamento

(5)

Além disso, a matriz de transportes é

desbalanceada, considerando as dimensões do

Brasil,

58% 25% 13% 4% Rodoviário Ferroviário Aquaviário Dutoviário e Aéreo ANTT – 2005

(6)

o que se comprova na comparação com

países de porte equivalente.

Rússia Canadá Austrália EUA China Brasil 81% 8% 11% 13% 25% 4% 46% 43% 11% 43% 53% 43% 32% 37% 50% 25% 58% 17%

(7)

Evidencia-se a importância do setor de

transportes para o desenvolvimento,

• O Brasil precisa crescer de forma sustentada e a taxas superiores às registradas nas últimas décadas.

• Vinculação entre a infra-estrutura e crescimento econômico.

• Prioridade: recuperação e preservação do patrimônio existente. • Avaliação do desempenho do sistema existente:

• Identificação de pontos de restrição e de estrangulamento.

• Identificação de necessidades de expansão da rede atual: • Áreas de expansão da fronteira agrícola e mineral

• Necessidade de aumentar investimentos em transportes. • Parceria privada, complementar à ação do Estado.

(8)

que se reflete em princípios e diretrizes,

consolidando uma política para o setor.

• Atender à demanda do crescimento interno e comércio exterior. • Reduzir os níveis de ineficiência quanto a custos, tempos de viagens e acidentes.

• Estruturar corredores para escoamento da produção. • Estimular a maior participação dos modos hidroviário e ferroviário, com maior utilização da intermodalidade.

• Apoiar o desenvolvimento da indústria do turismo.

• Consolidar a ligação do Brasil com os países limítrofes, fortalecendo a integração da América do Sul

(9)

A estratégia para reversão desse quadro tem três

focos principais

• Superar limites estruturais da infra-estrutura de

transportes

• Ampliar a cobertura geográfica da infra-estrutura de

transportes.

• Assegurar que a infra-estrutura de transportes seja fator

(10)

e obedece a quatro fundamentos lógicos.

• Novo patamar de investimentos públicos em transportes

• Resgate do planejamento

• Fortalecimento da capacidade de gestão do setor

(11)

Novo patamar de investimentos públicos em transportes

2003 4.201 2004 4.641 2005 7.834 2006 11.143 2007 11.977 2008 13.169

Evolução dos Investimentos (dotação) a partir de tratamento fiscal diferenciado

(Investimentos e Inversões financeiras - R$ Mi)

13.160 11.977 11.143 7.834 4.641 4.201 0 2000 4000 6000 8000 10000 12000 14000 Dotação 2009: 13.396 2003 2004 2005 2006 2007 2008

(12)

Resgate do processo de planejamento de transportes

Plano Nacional de Logística e Transportes – PNLT

1. Retomada de uma tradição do Ministério dos Transportes

2. Constituição de base de dados georreferenciados

3. Racionalização energética e econômica da matriz de

transportes

4. Integração do conceito de territorialidade ao planejamento

5. Consideração de aspectos logísticos (custo & tempo)

- Estoque / Armazenagem / Distribuição / “Just in Time”

6. Participação dos segmentos interessados

I. Setores produtivos II. Usuários

III. Transportadores

(13)

Participação

• Em 2006

• 4 Workshops

• 1 Encontro Nacional

• 9 Reuniões Regionais – apoio da Confederação Nacional da Indústria

• Diversas palestras e reuniões de avaliação • Debates com inúmeros órgãos e entidades

públicos e privados afins ou correlatos com os transportes

• Em 2007

• Reavaliação nas 27 Unidades da Federação – apoio do Conselho de Secretários de Transportes

(14)

O Plano Nacional de Logística e Transportes – PNLT

possui 10 idéias-força, sintetizando suas diretrizes, ...

1. Planejamento nacional, de caráter indicativo

2. Plano para o Estado brasileiro, não plano de um governo

3. Continuidade como processo de planejamento permanente

no Ministério dos Transportes

4. Atrelado a uma visão de desenvolvimento econômico de

médio e longo prazo, considerando o contexto global; não é um simples portfólio setorial de projetos

5. Planejamento do sistema federal de transportes, mas com

(15)

...sua metodologia, sua forma participativa de

elaboração e suas perspectivas de implantação.

6. Orientado para a multimodalidade e racionalidade da matriz

de transportes

7. Enfoque não tradicional, considerando fatores logísticos

8. Enfoque não tradicional , considerando fatores de nexo

político

9. Gestão institucional do plano – readequação das estruturas

de planejamento do setor federal de transportes

10. Compromisso com o território, a segurança nacional e o

(16)

O PNLT utilizou o que há de mais avançado em tecnologia de planejamento, estudando os 80 principais produtos da Economia brasileira, que justificam 90% do PIB (**) :

Técnicas para Projeção Macroeconômica Modelo EFES (*) FIPE/FEA/USP Modelos de simulação multimodal de transportes 558 Microrregiões Homogêneas ®

Tendo por resultados:

Produtos de

Natureza Institucional Portfólio de Investimentos

(*) EFES-Economic Forecasting Equilibrium System (160 mil equações, 600 mil varáveis)

(17)

Porto % do total

Paranaguá 32.17 Santos 32.15 Rio Grande 11.68 Vitória 9.80 São Francisco do Sul 5.18 Manaus 5.09 São Luís 3.93

Total = US$ FOB 2.990 milhões

Principais transações internas

Exportação Espacialização da Produção, da Demanda, dos Fluxos internos e da Exportação (Exemplo de 80 produtos, passando a 110 em 2008) Produção Demanda

Cada um dos produtos foi estudado em termos de produção, demanda e fluxos internos e de exportação

(18)

Valor Bruto da Produção (VBP) em 2002 e 2023 - Preços de 2005 em R$ Milhões - Brasil 0,00 -100,00 -100,00 % Total BR 3,36 13,16 6.790.718 8,12 3.392.741 Abs Total Total do Valor Bruto da Produção (0,06) -10,42 -10,56 % s/Total BR 3,30 -707.778 -358.146 Abs Total Administração Pública (0,34) -35,45 -38,07 % s/Total BR 3,01 -2.407.647 -1.291.659 Abs Total Serviços, Comércio e Comércio Civil 0,84 -29,37 -24,63 % s/Total BR 4,23 20,99 1.994.209 13,39 835.473 Abs Total Indústria Transformação 0,15 -7,54 -7,30 % s/Total BR 3,51 18,38 511.761 10,61 247.774 Abs Total (0,48) -6,06 -6,72 % s/Total BR 2,86 7,93 411.853 6,54 227.831 Abs Transformado 4,47 -1,47 -0,59 % s/Total BR 7,98 61,46 99.908 57,04 19.943 Abs In Natura Minérios (0,58) -17,22 -19,44 % s/Total BR 2,76 19,88 1.169.323 15,70 659.689 Abs Total (0,22) -11,63 -12,17 % s/Total BR 3,14 25,31 789.677 20,95 412.786 Abs Transformado (1,25) -5,59 -7,28 % s/Total BR 2,07 8,59 379.645 6,93 246.904 Abs In Natura Agronegócio % Exp Abs % Exp Abs Evol % aa no período de 2002 a 2023 Valor Bruto da Produção em 2023 Valor Bruto da Produção em 2002 Tipo de Estatística Setores da Economia

(19)

Era preciso conhecer a estrutura e a diversidade da Economia

brasileira para propor intervenções capazes de corrigir desigualdades.

Recursos Naturais / Agronegócio

Baixa Intensidade Tecnológica / Agroindústrias

Média Intensidade Tecnológica / alavancada pela mineração

Administração Pública / Serviços – base econômica frágil

Área com diversidade de tipologias

Alta Intensidade Tecnológica em produções urbanas (Transformação – Serviços) Homogeneidade Sócio-econômica 50,01-75% PIB/Capita do BR > 100% PIB/Capita do BR 75,01-100% PIB/Capita do BR 30,01-50% PIB/Capita do BR ≤ 30% PIB/Capita do BR Fonte: PNLT/Fipe

(20)

VETORES LOGÍSTICOS

Definição

Espaços territoriais brasileiros onde há uma

dinâmica socioeconômica mais “homogênea” sob

os pontos de vista de:

¾produções

¾deslocamentos preponderantes nos acessos a

mercados e exportações

¾interesses comuns da sociedade

¾patamares de capacidades tecnológicas e gerenciais

¾problemas e restrições comuns, que podem convergir

para a construção de um esforço conjunto de superação de entraves e desafios.

(21)

VETORES LOGÍSTICOS

Critérios para definição

ƒ Primeira aproximação: Macro regional

ƒ Segunda Aproximação: Microrregional e Setorial

ƒ Terceira Aproximação: Corredores de Transportes

(22)

A nova espacialização da Economia brasileira baseou-se na análise de quatro aproximações que foram superpostas,

APROXIMAÇÃO MACRO-REGIONAL

RS CE PB RN BA RO PI NORDESTE MA AL PE SE MS AM CENTRO OESTE GO PA NORTE MT TO AC RR AP ES SC MG PR SUL SUDESTE SPRJ DF -2 -1 0 1 2 3 4 0 2000 4000 6000 8000 10000 12000 14000 16000 18000

PIB per Capita em 2002 (R$ de 2002)

C res ci m e nt o ent re 20 02 e 2 023

(23)

com a vocação de produção de cada microrregião (endogenia),

APROXIMAÇÃO MICRO-REGIONAL E SETORIAL

Tipologia dos Produtos que Lideram o Crescimento da Produção Microrregional, 2002-2023

(24)

com a estrutura da rede de transportes (isocustos),

APROXIMAÇÃO CORREDORES DE TRANSPORTE

Isocustos

Isocustos

Portu

Portuáários rios

Situa

Situaçção Atualão Atual

Isocustos

Isocustos

Portu

Portuáários rios Situa

(25)

preservando o meio ambiente (ecossistema e biodiversidade),

APROXIMAÇÃO SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL

Biomas, Unidades de Conservação e Terras Indígenas Existentes e Demandadas

(26)

resultando no que o PNLT convencionou chamar de

VETORES LOGÍSTICOS...

(27)

Também visualizou a integração latinoamericana, segundo a nomenclatura adotada pela IIRSA, em

(28)

Indicadores Socioeconômicos dos Vetores Logísticos 2,21 2,85 2,24 2,11 1,94 2,37 1,02 0,86 Var % aa 16.279,96 23.307,42 22.091,39 9.340,32 7.231,99 19.852,25 5.289,19 10.023,15 2023 10.295,92 12.911,99 13.873,07 6.020,90 4.829,81 12.148,23 4.271,95 8.373,18 2002 PIB per Capita (R$) 25,69 48,77 61,76 26,96 57,99 70,44 11,71 3,65 2023 20,45 42,03 49,25 22,93 49,54 56,54 8,02 2,19 2002 Densidade (habs p/Km2) 1,09 0,71 1,08 0,77 0,75 1,05 1,82 2,46 Var % aa 100,00 9,71 31,51 8,24 14,70 21,02 9,20 5,62 % BR 219.082.851 21.277.873 69.035.985 18.060.834 32.194.369 46.041.998 20.152.914 12.318.878 Abs 2023 100,00 10,52 31,57 8,81 15,77 21,19 7,91 4,24 % BR 174.401.059 18.338.410 55.049.721 15.358.222 27.502.692 36.957.095 13.803.263 7.391.656 Abs 2002 População Total 3,32 3,58 3,35 2,90 2,71 3,44 2,86 3,34 Var % aa 100,00 13,90 42,76 4,73 6,53 25,63 2,99 3,46 % BR 3.566.660 495.932 1.525.101 168.694 232.829 914.037 106.593 123.474 Abs 2023 100,00 13,19 42,53 5,15 7,40 25,00 3,28 3,45 % BR 1.795.619 236.785 763.709 92.470 132.833 448.963 58.967 61.892 Abs 2002 PIB Total R$ Milhões (Preços de 2005) 100,00 5,12 13,11 7,86 6,51 7,67 20,19 39,55 % BR 8.526,40 436,31 1.117,81 669,88 555,14 653,67 1.721,51 3.372,09 Mil Km2 Área Sul Centro Sudeste Nordeste Meridional Nordeste Setentrional Leste Centro Norte Amazônico Brasil Vetores Logísticos Indicadores

(29)

Portfólio de Investimentos do PNLT (por modalidade e por período - R$ milhão) 100.0 172.414,00 (*) Total Brasil 5,6 9.695,00 40 Aeroportuário 14,6 25.085,00 169 Portuário 7,4 12.806,00 14.489 Hidroviário 29,4 50.556,00 20.256 Ferroviário 43,0 74.194,00 43.203 Rodoviário Total modal 3.229,00 14 Aeroportuário 12.411,00 55 Portuário 6.173,00 7.882 Hidroviário 30.539,00 13.974 Ferroviário Total no período 71.141,00 18.789,00 19.691 Rodoviário Após 2015 3.004,00 13 Aeroportuário 5.450,00 58 Portuário 3.962,00 3.244 Hidroviário 3.048,00 2.183 Ferroviário Total no período 28.573,00 13.109,00 3.769 Rodoviário 2012-2015 3.462,00 13 Aeroportuário 7.301,00 56 Portuário 2.672,00 3.363 Hidroviário 16.969,00 4.099 Ferroviário Total no período 72.701,00 42.296,00 19.743 Rodoviário 2008-2011 Participação Modal no Total de investimentos Recurso (milhões reais)

Extensão/Quantidade Modo de Transporte

Período

(30)

O Comportamento dos Investimentos

nos Vetores Logísticos após a

reavaliação com os Estados da

Federação e a expansão da malha

(31)

100,00 290.808.280 Total Brasil 1,10 3.205.508 Outros 23,98 69.727.875 Rodoviário 13,39 38.932.855 Portuário 5,43 15.784.290 Hidroviário 51,63 150.136.076 Ferroviário 4,48 13.021.676 Aeroportuário Total Modal 14.568 Outros 12.440.135 Rodoviário 97.294.202 12.915.500 Portuário 4.833.977 Hidroviário 63.327.062

Ferroviário Total no Período 3.762.960 Aeroportuário Após 2015 1.550.940 Outros 10.443.393 Rodoviário 84.309.774 8.123.177 Portuário 7.124.932 Hidroviário 53.056.942

Ferroviário Total no Período 4.010.390 Aeroportuário 2012-2015 1.640.000 Outros 46.844.347 Rodoviário 109.204.304 17.894.178 Portuário 3.825.381 Hidroviário 33.752.072

Ferroviário Total no Período 5.248.326

Aeroportuário 2008-2011

no Total de Investimentos Participação Modal Recurso (milhares de reais)

Modo de Transporte Período

(32)

Investimentos por Vetor Logístico e por Modal (R$ mil) 100,00 100,00 15,56 7,87 6,68 23,06 28,05 9,01 9,76 % no Brasil 290.808.280 45.258.176 22.881.897 19.429.769 67.060.891 81.574.399 26.212.197 28.390.951 Valor Total 100,00 2,50 16,50 0,45 7,18 24,33 49,03 -% do Modal no Brasil -0,18 2,31 0,07 0,34 0,96 6,00 -% no Vetor 1,10 3.205.508 80.240 529.000 14.568 230.000 780.000 1.571.700 -Valor Outros 100,00 17,96 14,40 12,01 14,55 15,47 9,11 16,50 % do Modal no Brasil -27,67 43,87 43,11 15,12 13,22 24,24 40,53 % no Vetor 23,98 69.727.875 12.524.054 10.038.464 8.376.577 10.142.671 10.786.543 6.353.354 11.506.212 Valor Rodoviário 100,00 17,00 5,33 4,03 41,50 20,84 8,69 2,61 % do Modal no Brasil -14,62 9,08 8,07 24,10 9,94 12,90 3,58 % no Vetor 13,96 38.932.855 6.618.555 2.076.570 1.568.547 16.158.970 8.112.465 3.382.518 1.015.230 Valor Portuário 100,00 13,69 1,02 1,73 9,57 12,98 29,67 31,34 % do Modal no Brasil -4,77 0,70 1,40 2,25 2,51 17,87 17,43 % no Vetor 5,43 15.784.290 2.160.204 161.220 272.416 1.511.250 2.048.564 4.683.059 4.947.577 Valor Hidroviário 100,00 14,92 4,54 5,89 24,18 37,42 6,24 6,82 % do Modal no Brasil -49,49 29,79 45,49 54,14 68,86 35,73 36,05 % no Vetor 51,63 150.136.076 22.397.386 6.815.600 8.838.675 36.308.096 56.174.107 9.366.712 10.235.500 Valor Ferroviário 100,00 11,35 25,04 2,76 20,81 28,20 6,56 5,27 % do Modal no Brasil -3,27 14,25 1,85 4,04 4,50 3,26 2,42 % no Vetor 4,48 13.021.676 1.477.737 3.261.043 358.986 2.709.904 3.672.720 854.854 686.432 Valor Aeroportuário Sul Nordeste Setentrional Nordeste Meridional Leste Centro Sudeste Centro-Norte Amazônico % do Modal Total BR Total Vetores Logísticos Indicadores Modal

(33)

Brasil

Investimentos Globais nos Períodos (R$ 290,8 bi)

2 0 12 / 15

2 8 ,9 9 %

2 0 0 8 / 11

3 7,55% Pós 2 0 15

(34)

Brasil - Investimentos por Modo de Transporte

Todos os Períodos (R$ 290,8 bi)

Fe r r ov iá r io 51,6 3 % Hidr ov iá r io 5 ,4 3 % Out r os 1,10 % P or t uár io 13,3 9 % Rodov iá r io 23 ,9 8 % Ae r opor t uá r io 4,48 %

(35)

Brasil

Quantidade de Intervenções Físicas (917 Un) (Por Modo de Transporte)

R odoviário - 3 3 2 - 3 6 % A eroport uário 14 5 -16 % Ferroviário - 9 6 - 10 % Hidroviário - 51 - 6 % Out ros - 15 - 2 % Port uário - 2 78 - 3 0 %

(36)

Brasil - Investimentos por Vetores

Todos os Períodos (R$ 290,8 bi)

A mazônico 9 ,76 % Sul 15,56 % Cent ro Sudest e 2 8 ,0 5%

Cent ro- Nort e 9 ,0 1% Lest e 2 3 ,0 6 % Nordest e M eridional 6 ,6 8 % Nordest e Set ent rional

(37)

Informações estratégicas derivadas do PNLT

Divisão modal da matriz de transportes e a participação da carga geral

• O MT está estudando parâmetros consistentes de alocação ou migração da carga geral para os modais ferro-hidroviários e de cabotagem.

• Atualmente a carga geral está substancialmente alocada no modal

rodoviário por vários fatores, entre os quais confiabilidade, prazos e tempos, além de questões de natureza fiscal.

• Daí resultam, alguns “gargalos” em rodovias que poderiam ser superados pela migração para outros modais, em vez de ampliações generalizadas de capacidade rodoviária.

• Segundo dados recentes de operação ferroviária e de cabotagem,

importantes fluxos de carga geral conteinerizada estão sendo gradualmente captados por esses modais, o que deverá aliviar os fluxos rodoviários.

• O processo de migração dessas cargas tenderá a se consolidar, com a

expansão da malha ferroviária e a melhoria das condições operacionais das hidrovias e dos portos, objeto das políticas governamentais do setor.

(38)

O transporte de contêineres por ferrovia cresceu 77 vezes em 11 anos

Fonte: ANTF

Transporte de contêineres por Ferrovia - TEU 1997 a 2008 3.45910.131 59.805 78.777 99.053106.699 135.768 159.184 189.049 205.371 220.050 0 50.000 100.000 150.000 200.000 250.000 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008

Número de contêineres transportados

265.349

(39)

Em 9 anos, o transporte de contêineres na cabotagem cresceu 32 vezes

Fonte: Syndarma

Movimentação de Contêineres na Cabotagem 1999 a 2008 20 90 145 165 180 330 374 454 520 0 100 200 300 400 500 600 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 M ilh ar es de TE Us 630 ¤

(40)

Planejamento, disponibilidade de recursos e bom

ambiente para a atração de investimentos

privados vêm permitindo ao

Ministério dos Transportes concentrar seus

esforços no fortalecimento e na ampliação de

um sistema integrado de transportes, que

(41)

A visão do PNLT para o Setor Portuário

A multimodalidade e o equilíbrio da matriz de transportes pressupõem importante papel para os portos, daí o PNLT considerar:

• Os portos são elo natural para escoamento da produção • Atendimento aos fluxos de exportação

• Distribuição nacional, com o aumento da navegação de cabotagem constatado nas simulações efetuadas.

• Na modelagem de transportes do PNLT não foi imposta restrição de capacidade aos portos marítimos, permitindo correta alocação dos fluxos de carga àqueles portos que melhor atendiam aos parâmetros de menor custo de transporte.

• Um dos primeiros derivados do PNLT foi o estudo de portos

concentradores de carga, realizado pelo CENTRAN para o MPOG e posteriormente encaminhado à Secretaria Especial de Portos.

(42)

Informações Estratégicas derivadas do PNLT

Os Portos Públicos Concentradores de Carga

• O PNLT recomendou estudos de priorização de portos públicos

nacionais que foram desenvolvidos através do CENTRAN, resultando na definição de seis unidades principais: Santos-SP, Itaguaí-RJ, Rio Grande-RS, Suape-PE, Paranaguá-PR e Itaqui-MA.

• Tais estudos foram apresentados e aprovados pelo contratante -MPOG e ratificados pela Secretaria Especial de Portos.

• Atualmente, em consulta com os usuários regulares desses portos, desenvolve-se um diagnóstico preciso quanto à infra-estrutura de

acessos aqüaviário e terrestre, bem como da infra-estrutura portuária, incluindo tecnologia da informação e da comunicação para agilização das rotinas e processos burocráticos e documentais, visando à

redução dos tempo de carga e descarga.

Relação PIB x Investimento

• Meta PNLT: recuperar níveis de investimentos em infra-estrutura, destinando pelo menos 1,0% do PIB a transportes, no período 2008-2023)

• Patamares de países em desenvolvimento: 4% e 6% do PIB (China, India, Rússia, entre outros).

(43)

Matriz de Transporte - Atual e Futura Revisada

% 58 25 13 3,6 0,4 30 35 29 5 1 0 10 20 30 40 50 60 2005 2015 2020 2025 Rodoviário Ferroviário Aqüaviário Dutoviário Aéreo

(44)

Metas do PNLT

Enquadrar e validar os projetos de transporte em vetores logísticos estruturantes do desenvolvimento social e

econômico do País, considerando os seguintes objetivos:

• Aumento da eficiência produtiva em áreas consolidadas

(AEP)

• Indução ao desenvolvimento de áreas de expansão de

fronteira agrícola e mineral (IDF)

• Redução de desigualdades regionais (RDR)

(45)

O PAC é um programa consistente de investimentos (baseado no PNLT, no caso dos transportes) com

vistas a superar os desafios na área de infra-estrutura.

• Organiza a ação do governo e apóia a ação do setor privado num horizonte de 4 anos.

• Constrói ambiente para o país crescer mais, realizando estudos, projetos e obras de infra-estrutura.

• Cria condições para a superação dos entraves ao desenvolvimento sustentável.

(46)

Aumento da Eficiência Produtiva em Áreas

Consolidadas -

AEP

ƒ Projetos voltados a incrementar a eficiência do

abastecimento de insumos e do escoamento da produção em áreas que ostentam maior grau de consolidação e de desenvolvimento em sua estrutura produtiva.

ƒ A maioria de projetos incluídos nessa categoria são de

aumento de capacidade de infra-estrutura viária (duplicações e faixas adicionais), dragagem e vias de acesso portuário, eliminação de conflitos entre ferrovias e zonas urbanas (contornos, passagens de nível).

(47)

Indução ao Desenvolvimento em Áreas de

Expansão de Fronteira Agrícola e Mineral -

IDF

ƒ Projetos voltados a catalisar processos de expansão do

desenvolvimento em direção a novas áreas de fronteira agrícola, em especial no Centro-Oeste, e em regiões de exploração de riquezas minerais.

ƒ A maioria dos projetos incluídos nessa categoria são de

pavimentação ou de reconstrução de rodovias, além da implantação de novos eixos ferroviários.

(48)

Redução de Desigualdades Regionais em Áreas

Deprimidas -

RDR

ƒ Projetos voltados a despertar o potencial de

desenvolvimento em regiões que hoje apresentam indicadores econômicos e sociais abaixo dos valores médios nacionais, de forma a reduzir as desigualdades em relação a outras áreas do País.

ƒ A maioria dos projetos são de implantação ou

melhoramentos na infra-estrutura viária, bem como de recapacitação de portos, com vistas a viabilizar atividades econômicas potenciais que dependem dessa infra-estrutura para sua concretização.

(49)

Integração Regional Sulamericana -

IRS

ƒ Projetos que se destinam a reforçar e consolidar o

processo de integração da infra-estrutura na América do Sul, permitindo a realização de trocas comerciais, intercâmbio cultural e social entre o Brasil e seus vizinhos. São projetos voltados à convergência de interesses dos países sul-americanos, na construção de um espaço comum de prosperidade.

ƒ A maioria dos projetos são de implantação ou

melhoramentos na infra-estrutura viária, em regiões próximas à fronteira, com destaque para a construção de pontes internacionais.

(50)

para a Integração Continental Ponte Internacional Brasil – Peru Ministério dos Transportes

(51)

¾ Dar prioridade aos investimentos em transportes ferroviário e hidroviário produz benefícios econômicos resultantes de

menores custos de operação e frete por tku* dessas

modalidades, em relação ao transporte rodoviário

¾ Resulta também em menor emissão de gases poluentes na

atmosfera, oferecendo melhor qualidade ambiental do ar e menor impacto no aquecimento global

¾A rede hidroviária disponível no Pais, oferece a oportunidade de estruturar o seu sistema básico de transportes com maior eficiência energética, menor consumo de combustível derivado de petróleo e menor poluição atmosférica

¾A meta do Ministério dos Transportes de modificar a Matriz de Transportes nas próximas duas décadas atingirá esse

objetivos.

(52)
(53)

Também as hidrovias merecerão prioridade, com o

desenvolvimento, em 2010, do

Plano Hidroviário Estratégico - PHE

abrangendo, prioritariamente, as hidrovias

Amazonas, Madeira e demais afluentes; Araguaia/Tocantins; Teles Pires/Tapajós Parnaíba; São Francisco; Tietê/Paraná; Paraguai; Taquari/Jacuí.

(54)

Avaliação Ambiental Estratégica do PNLT

¾ Como próximo passo do PNLT, o Ministério dos Transportes prepara a contratação de sua Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), para inserir os aspectos ambientais no planejamento setorial de

transportes e garantir que as estratégias do PNLT contribuam plenamente para o desenvolvimento sustentável.

¾ A AAE é um processo sistemático que permite avaliar custos e benefícios de longo prazo (ambientais e sociais) das políticas, planos ou programas.

9 Tem caráter transparente e participativo.

9 Otimiza o custo de oportunidade de projetos, por considerar efeitos

cumulativos e sinérgicos da atuação de múltiplos empreendimentos em dada região.

9 Confere maior agilidade nos estudos e processos de licenciamento

ambiental

9 Fortalece e facilita a Avaliação de Impactos Ambientais de projetos

(55)

Eficiência Energética e

Sustentabilidade Ambiental

(56)

MODAIS HIDRO FERRO RODO Capacidade de Carga 1 Comboio Duplo Tietê (4 chatas e empurrador) 6.000 t 2,9 Comboios Hopper (86 vagões de 70 t) 172 Carretas de 35 t Bi-trem Graneleiras Comprimento Total 150 m 1,7 km 3,5 km (26 km em movimento)

Capacidade de carga e Ocupação de espaço físico

MODAIS HIDRO FERRO RODO

Capacidade de Carga 1 Comboio Duplo Tietê (4 chatas e empurrador) 6.000 t 2,9 Comboios Hopper (86 vagões de 70 t) 172 Carretas de 35 t Bi-trem Graneleiras Comprimento Total 150 m 1,7 km 3,5 km (26 km em movimento)

(57)

Aspectos Ambientais: comparação entre modais de transporte 254 831 4.617 0 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000

Hidro Ferro Rodo

NOx (g/1.000 tku) 20 34 116 0 20 40 60 80 100 120

Hidro Ferro Rodo

CO2 (kg/1.000 tku) 5,00 0,75 0,17 0,00 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 5,00

Hidro Ferro Rodo

CONSUMO DE COMBUSTÍVEL: Litros / 1.000 tku

Fonte: Ministério dos Transportes ‐ 1997

5 10 96 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100

Hidro Ferro Rodo

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: Carga / Potência (t / HP) EMISSÃO DE POLUENTES:

(58)

Benefícios resultantes da mudança

da Matriz de Transportes

de 2005 para 2023/2025

(Produção de transportes de 850,9 para 1.510,4 Bi tku)

¾

38% de aumento da eficiência energética

¾

41% de redução de consumo de combustível

¾32% de redução de emissão de CO

2

(59)

www.transportes.gov.br

Referências

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