SISTEMAS DE SEGURANÇA NOS ELEVADORES DE OBRAS Antonio Pereira do Nascimento

Texto

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SISTEMAS DE SEGURANÇA NOS

ELEVADORES DE OBRAS

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Elevador para canteiro de obras :

instalação de elevação temporária

para canteiro de obras :

instalação de elevação temporária

atendendo níveis de pavimentos

em locais de engenharia e

construção com cabina

do níveis de pavimentos em locais

de engenharia e construção com

cabina

Elevador de obras

• Elevadores a cabo

• A introdução dos de cremalheira

• Revisão da NR-18

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Acidente em

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A situação abaixo mostra o freio acionado manualmente e a posição do canal do excêntrico 90º em relação ao cabo de aço, este detalhe mostra que ocorrendo variação mínima nas peças do freio não ocorrerá a

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NR-18 (REVISÃO DE 1995 E OUTRAS ATÉ 2006) INTRODUÇÃO DO ELEVADOR DE CREMALHEIRA PROIBIÇÃO DE VIGA FLUTUANTE PROIBIÇÃO DA BANGUELA USO DE CANCELAS DE PAVIMENTO CHAMADAS NOS PAVIMENTOS INTRODUÇÃO DE FREIO DE EMERGÊNCIA DO TIPO CUNHA

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ELEVADORES DE CREMALHEIRA

Definição - São máquinas de ação periódica destinadas ao

transporte vertical de cargas e/ou pessoas

O sistema de redução e transmissão de movimento por

pinhão e cremalheira, foi inventado por LEONARDO DA

VINCI(1452-1519)

SIEMENS (1880) usou o sistema de segurança em pinhão e

cremalheira em seu 1.º Elevador elétrico.

OTIS(1890) aplicou o conceito de pinhão e cremalheira à

segurança de elevadores verticais e inclinados de

caráter provisório (Torre Eiffel)

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HISTÓRICO DE ACIDENTES COM ELEVADOR DE CREMALHEIRA

A) FRATURA DO EIXO DO MOTO REDUTOR;

B) FALHAS DOS DISPOSITIVOS ELETRICO-MECÂNICOS DOS LIMITES SUPERIORES DA TORRE E QUEDA DA CABINA;

C) QUEDA DE TRABALHADOR NA RAMPA OU NAS LATERAIS NO ACESSO A CABINA;

D) QUEDA DE CABINE POR FALHA DO LIMITE INFERIOR DA CABINA;

E) ROMPIMENTO DO CABO DE ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA DOS MOTORES DA CABINA E POSSIBILIDADE DE CHOQUE ELÉTRICO POR FALTA DE

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Recentes revisões da NR 18.14

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18.14 MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAIS E

PESSOAS

18.14.23 Elevadores de Passageiros

18.14.23.1 Nos edifícios em construção com oito ou mais pavimentos a partir do

térreo ou altura equivalente é obrigatória a instalação de pelo menos um elevador de passageiros devendo seu percurso alcançar toda a extensão vertical da obra.

18.14.23.1.1 O elevador de passageiros deve ser instalado a partir da conclusão

da laje de piso do quinto pavimento ou altura equivalente.

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Cabine

É o principal componente do equipamento. Consiste em uma armação de aço no qual são montados os componentes mecânicos elétricos e sistema de segurança.

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Cremalheira: Instalada no modulo da torre, trata-se de

uma peça fundamental na estrutura do elevador,

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Guarda Corpo

 Confeccionados em tubos de aço

 Garantem a segurança na instalação da torre e manutenção do elevador

GUARDA CORPO

Elementos

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Botoeira de Comando

Botões de Comando:

 Botão Sobe Elevador  Botão Desce Elevador

 Botão Luminoso Abre Porta  Reset

 Botão Emergência: bloqueia a entrada de energia no quadro de comando, é com sistema de trava para permitir o bloqueio da máquina  Botão Nivela Cabine

Botoeira da Cabine

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Interface externa:

 Chave geral

 Campainha de Chamada

 Reset (Só para comando, não é para programação)  Iluminação

 Chave liga/desliga  Horímetro

 Excesso de Carga

 Tomada 220V para manutenção

Itens Internos do Painel:

 Inversor de Frequência de 22KW  Fonte de 220V para 24Vcc

 Contator de Freio  Disjuntores

 Relê de Segurança

 Trafo de 3KVa (440V para 220V)

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Funcionamento Básico

Todo sistema do Elevador é controlado

através do Painel O operador utiliza da

Botoeira onde executa os comandos gerais

O painel manda sinal aos motores para executar os

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O conjunto motor redutor, é que determina o deslocamento vertical do

elevador, sendo constituído por moto-freio acoplado ao redutor de velocidade, que transmite o movimento por intermédio pinhão em contato com a

cremalheira.

Grupo Moto redutor

O freio do motor elétrico é do tipo negativo, isto é, freia mesmo sem energia elétrica. Isto é feito por um disco com 2 molas de fricção entre as quais é intercalado um disco intermediário.

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Item 18.14.1 -

As disposições deste item

aplicam-se

à

instalação,

montagem,

desmontagem, operação, teste, manutenção e

reparos em elevadores de transporte de

material ou de pessoas em canteiros de obras

ou frentes de trabalho;

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Item 18.14.1.2 – Os elevadores de transporte

vertical de materiais ou de pessoas devem

atender às normas técnicas vigentes no país e,

na sua falta, às normas técnicas internacionais

vigentes;

Item 18.14.1.3

- Os serviços de instalação,

montagem,

desmontagem

e

manutenção

devem

ser

executados

por

profissionais

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Item 18.14.1.4 - Toda empresa fabricante,

locadora e prestadora de serviços (instalação,

montagem, desmontagem e manutenção), seja

do equipamento em seu conjunto ou de parte

dele, deve ser registrada no Conselho Regional

de Engenharia e Arquitetura -CREA, e estar

sob

responsabilidade

de

profissional

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18.14.25.3 Dentre os requisitos para entrega técnica, devem ser verificados e ou

testados os seguintes itens quando couber:

a) o equipamento deve estar de acordo com o contratado.

b) o equipamento deve estar identificado com placas de forma indelével no interior da cabine.

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Item 18.14.25.1 Os elevadores de cremalheira para transporte de

pessoas e materiais deverão obedecer às especificações do

fabricante

para

montagem,

operação,

manutenção

e

desmontagem, e estar sob responsabilidade de profissional

legalmente habilitado.

Item 18.14.25.2 Os manuais de orientação do fabricante deverão

estar à disposição no canteiro de obras.

Item 18.14.25.3 Dentre os requisitos para entrega técnica, devem

ser verificados e ou testados os seguintes itens, quando couber:

a) O equipamento deve estar de acordo com o contratado;

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Especificações Técnicas

Dados Técnicos: ECM 240 ECM 300

Capacidade 12 Passageiros 14 Passageiros 12 Passageiros 18 Passageiros 1000 Kg 1500 - 2000 Kg 1000 Kg 1500-2000 Kg Dimensões Externas da Cabine

Comprimento = 2,43 m Comprimento = 3,06 m Altura = 2,60 m

Largura = 1,55 m Dimensões Internas da Cabine

Comprimento = 2,35 m Comprimento = 3,00 m Altura = 2,20 m

Largura = 1,40 m

Abertura Porta = 1,40 x 2,00 m

Velocidade Nominal 33 m/ min

Motorização 2 x 7,5 Kw 2 x 9,2 Kw (1500 Kg) 2 x 11 Kw (2000 Kg) 2 x 7,5 Kw 2 x 9,2 Kw (1500 Kg) 2 x 11 Kw (2000 Kg) Voltagem 220 / 380 / 440 V Frequência 60 hz Dimensões da Torre 0,73 x 0,73 m Diametro Externo do

Tubo (Torre) 76,2 mm x 4,25 mm (espessura)

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Especificações Elétricas

Dados Elétricos 1000 Kg 1500 Kg 2000 Kg Alimentação 220/380/440 V Motores 2 2 2 Potência 2 x 7,5 Kw 2 x 9,2 Kw 2 x 11 Kw Consumo 15,6 Kw 19 Kw 22,6 Kw

Inversor de Frequencia Com Inversor Com Inversor Com Inversor

Corrente de Partida 220 V 68 A 82 A 98 A

Corrente de Partida 380 V 42 A 51 A 60 A

Corrente de Partida 440 V 37 A 45 A 54 A

Potência Autotrafo 30 kVA 37 KVA 44 KVA

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18.14 MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAIS E

PESSOAS

18.14.22.2 Deve ser fixada uma placa no interior do elevador de material,

contendo a indicação de carga máxima e a proibição de transporte de pessoas.

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Item 18.14.1.3.1 – A qualificação do montador e

do responsável pela manutenção deve ser

atualizada anualmente e os mesmos devem

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Item 18.14.1.6 - Toda empresa usuária de

equipamentos de movimentação e transporte

de materiais e ou pessoas deve possuir o seu

“Programa

de

Manutenção

Preventiva”

conforme

recomendação

do

locador,

importador ou fabricante;

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18.14 MOVIMENTAÇÃO E

TRANSPORTE DE MATERIAIS

E PESSOAS

18.14.1.7 O uso dos elevadores após sua

montagem ou manutenções sucessivas deve ser precedido de Termo de Entrega Técnica, elaborado por profissional legalmente habilitado, prevendo a verificação operacional e de segurança, respeitando os parâmetros indicados pelo fabricante, que deverá ser anexado ao Livro de Inspeção Equipamento.

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Ações que evitam acidentes em obras

Manutenção

Atividades mensais( exemplos do Manual da Rack Elevadores)

 Deslocamento da cabine na torre;

 Funcionamento e estado físico das portas da

cabine e pisos;

 Funcionamento e estado físico das intertravas

mecânicas e elétricas;

 Funcionamento e estado físico da estação de

operação (botoeira da cabine);

 Funcionamento e estado físico do botão de

parada de emergência e alarme (se aplicável);

 Leitura das voltagens principais e secundárias,

no circuito de potência e comando;

 Nível do óleo e vazamentos nas caixas redutoras;

 Estado físico e leitura do desgaste das pastilhas

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Atividades Mensais

(Ex. do Manual da Rack Elevadores)

 Estado físico do contra-peso (se aplicável);

 Estado físico e ajuste das portas e segurança;

 Funcionamento e ajustes das rampas de fim de curso e

aberturas;

 Funcionamento das chamadas dos andares e luzes (se

aplicável);

 Funcionamento da chave de parada do alçapão (se

aplicável);

 Estado físico do cesto de cabo de energia (se aplicável);

 Estado físico do trolley (se aplicável);

 Lubrificação dos pinhões e das cremalheiras;

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Atividades Bimestrais

(Ex. do Manual da Rack Elevadores)

 Funcionamento e duração do dispositivo de

segurança;

 Estado físico e leitura do desgaste dos

pinhões e cremalheiras;

 Estado físico, colocação e funcionamento das

molas;

 Lubrificação dos roletes guias;

 Lubrificação das portas da cabine e do piso;

 Lubrificação das portas e dispositivos de

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Atividades Trimestrais(Ex. do Manual de

manutenção da Rack Elevadores)

 Funcionamento, ajuste e limpeza dos

contatores;

 Ajuste da distância entre o trolley e a base;

 Lubrificação das transmissões;

 Prova de queda livre pela botoeira de

comando;

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Atividades Anuais

(Ex. do Manual da Rack Elevadores)

 Estado físico e ajuste do acoplamento

do motor sem-fim;

 Estado físico dos rolamentos;

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18.14.2 Todos os equipamentos de movimentação e transporte de materiais

e pessoas só devem ser operados por trabalhador qualificado, o qual terá sua função anotada em carteira de trabalho.

Normas

18.14 MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAIS E PESSOAS

18.14.2.1 Os operadores devem ter

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18.14.2.2 São atribuições do operador:

• Manter o posto de trabalho limpo e organizado;

• Instruir e verificar a carga e descarga de material e pessoas dentro da cabine;

• Comunicar e registrar ao engenheiro responsável da obra qualquer anomalia no equipamento;

• Acompanhar todos os serviços de manutenção enquanto executados no equipamento.

• Manter o poço do elevador sempre seco sem acumulo de água.

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(73)

18.14.3 Devem ser observados os seguintes requisitos de segurança durante a

execução dos serviços de montagem, desmontagem, ascensão e manutenção do elevador:

Atribuição do Operador

a) Isolamento da área de trabalho;

b) Proibição da execução de outras atividades nas

periferias das fachadas onde estão sendo executados os serviços;

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18.14.7 Os equipamentos de guindar e transportar materiais e pessoas devem

ser vistoriados diariamente, antes do inicio dos serviços, pelo operador, conforme orientação dada pelo responsável técnico do equipamento, atendidas as recomendações do manual do fabricante, devendo ser registrada a vistoria no livro de inspeção do equipamento.

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A proteção de base é constituída por painéis tubulares e telas de aço galvanizado. Sua fixação é feita na base de concreto onde para a cabine.

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18.14.21.14 A torre do elevador deve ser dotada de proteção e sinalização,

de forma a proibir a circulação de trabalhadores através da mesma.

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(81)
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18.14 MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAIS E PESSOAS

18.14.1.9 Os elevadores tracionados

a cabo ou cremalheira devem possuir chave de partida e bloqueio que impeça seu acionamento por pessoas não autorizadas.

Normas

Quadro Elétrico de Comando

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18.14.21.4 As torres dos elevadores devem ser montadas de maneira que a

distância entre a face das cabine e a face da edificação seja de, no máximo, sessenta centímetros.

18.14.21.4.1 Para distâncias maiores, as cargas e os esforços solicitantes

originados pelas rampas deverão ser considerados no dimensionamento e especificação da torre do elevador.

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18.14.25.5 Os elevadores do tipo cremalheira

devem ser dotados de amortecedores de impacto de velocidade nominal na base caso o mesmo ultrapasse os limites de parada final.

MOLAS PATRA AMORTECIMENTO DE IMPACTO

Amortecedores

Os elevadores do tipo cremalheira devem ser dotados de amortecedores de impacto de velocidade nominal na base caso o mesmo ultrapasse os limites de parada final.

 Sistema de segurança fixado na base  Tem a finalidade de amortecer o impacto

(velocidade nominal)

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18.14.1.13 Deve ser realizado teste dos freios de emergência dos elevadores na

entrega para início de operação e, no máximo, a cada noventa dias, devendo o laudo referente a estes testes ser devidamente assinado pelo responsável técnico pela manutenção do equipamento e os parâmetros utilizados devem ser anexados ao Livro de Inspeção do Equipamento existente na obra.

Freio Para - Quedas

Atua de forma centrífuga e é acionado quando o elevador ultrapassar a velocidade pré-estabelecida para funcionamento.

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 Intervenção automática no equipamento

 Aciona independente da falha mecânica ou elétrica

 Aciona através de intervenção centrifuga

 Realiza a parada do elevador de forma suave

Freio de Emergência

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Freio Para - Quedas

Freio de Emergência

1. Fim de Curso Freio de Emergência com ruptura positiva.

2. Freio de Emergência

1 2

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Item 18.14.21.10 – A altura livre para trabalho após amarração na

última laje concretada deve ser :

b) nos elevadores do tipo cremalheira, a altura da torre após o

último pavimento concretado será determinada pelo fabricante,

em função de torre e seus acessórios de amarração;

Item 18.14.21.11.1 – Nos elevadores do tipo cremalheira o último

elemento da torre do elevador deve ser montado com a régua de

cremalheira invertida, de modo a evitar o tracionamento da

cabina.

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18.14 MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAIS E

PESSOAS

18.14.21.16 As torres do elevador de material e do elevador de passageiros

devem ser equipadas com dispositivo de segurança que impeça a abertura da barreira (cancela), quando o elevador não estiver no nível do pavimento. (Redação vigente até 10/05/2015 - Vide Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)

“As torres do elevador de material e do elevador de passageiros devem ser equipadas com chaves de segurança com ruptura positiva que dificulte a burla e impeça a abertura da barreira (cancela), quando o elevador não estiver no nível do pavimento.” (Redação vigente a partir de 10/05/2015 -Vide Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)

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18.14.23.3 O elevador de passageiros deve dispor de:

d) intertravamento das proteções com o sistema elétrico, através de chaves de segurança com ruptura positiva, que garantam que só se movimentem quando as portas, painéis e cancelas estiverem fechadas;(Alterada pela

Portaria SIT n.º 224, de 06 de maio de 2011 - Vide prazo no art. 2º da Portaria MTE n.º 644/13)

g) sistema que impeça a movimentação do equipamento quando a carga ultrapassar a capacidade permitida.

(Alterada pela Portaria SIT n.º 224, de 06 de maio de 2011 - Vide prazo no art. 2º da Portaria MTE n.º 644/13)

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Cancela de Pavimento

Sistema de Trava da Cancela

Cancela de Pavimento

1. Cancela de Pavimento

2. Fim de Curso com contato de Ruptura Positiva

3. Trava de Segurança Mecânica c/ Bloqueio de Abertura c/ Chave.

4. Botoeira de Chamada (sinal sonoro)

1

3 2

Cancela de Pavimento:

É instalada em cada pavimento para evitar que seja acessado o elevador sem que o mesmo esteja devidamente parado no andar.

4

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Cancela do Recinto

Sistema de Trava do Recinto

Cancela do Recinto

1. Cancela do Recinto

2. Trava de Segurança de Bobina 24V e Sensor com contato de Ruptura Positiva (Cancela Recinto)

3. Trinco de Fechamento

4. Botoeira de Chamada (sinal sonoro)

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Fechadura de Ruptura Positiva

Fechadura de ruptura positiva

Após aberta, o sistema fica acionado e impede o funcionamento do elevador

Trinco projetado para impedir a burla 1. O trinco fica

enclausurado impedindo acesso

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Utilizados na monitoração e proteções desarmando circuitos e motores no caso

de seu acionamento. Devem possuir sistema positivo de acionamento monitoração dos contatos em aplicações seguras. Podem ser magnéticas ou mecânicas, possuir travamento ou simples monitoração.

Consideram-se dispositivos de segurança

Chave com Ruptura Positiva

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Chave de ruptura positiva

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Sistema Cancela - Recinto

Botão Abre Fechadura (trava)

Só é possível abrir o trinco com o botão acionado

Fim de curso de liberação da trava do recinto

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Aciona o botão de chamada e emite o

sinal sonoro Fim de curso é acionado pela Cabine

Libera acionamento da fechadura

Mantem pressionado

para liberar fechadura Fechadura liberada

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Painel de controle da Cancela - Recinto

Alimentação - Painel de Piso

1. Rele de Segurança 2. Fonte Chaveada 3. Disjuntor 10A

4. Rele Reversível 24V NAF 5. Disjuntor 63ª

6. Conectores de passagem (Bornes)

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Sensor de carga

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O inversor de frequência é um equipamento eletroeletrônico responsável pela operação do elevador.

Inversor de Frequência -Schneider

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Vantagens na utilização do inversor de frequência

• Alta performance na partida e parada com a lógica de freio incorporada no inversor, dispensando placas de controles adicionais, proporcionando uma partida e parada muito suave, além do nivelamento preciso da cabine nos andares, gerando um total conforto aos passageiros, assim como a redução de desgastes mecânicos do equipamento.

• Não há pico de corrente na partida, em função do sistema de partida vetorial utilizado pelo Inversor de frequência.

• Dispensa a utilização de contatores para a reversão do sentido de rotação, reduzindo assim a quantidade de componentes elétricos no interior do painel.

• Sistema de segurança “power removel” que força a parada ou impede a partida intempestiva do motor, em casos que as cancelas (portas de pavimento) ou porta da cabine estiverem abertas.

• Possibilita que os motores sejam acionados suavemente, sem trancos. Reduzindo a quebra de elementos de transmissão.

• Diagnósticos das falhas elétricas, via display interativo (IHM) incorporado ao produto, gerando assim um ganho em tempo de manutenção, pois se saberá através do display a causa da falha.

• Maior número de manobras entre partidas e paradas, não limitando a utilização do equipamento ou seja o mesmo poderá ser utilizado em tempo integral e sem intervalos.

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18.14.21.12 A torre e o guincho do elevador devem ser aterrados eletricamente.

(110)

O aterramento elétrico tem três funções principais:

a – Proteger o usuário do equipamento das descargas atmosféricas, através da viabilização de um caminho alternativo para a terra, de descargas atmosféricas.

b – “Descarregar” cargas estáticas acumuladas nas carcaças das máquinas ou equipamentos para a terra.

c – Facilitar o funcionamento dos dispositivos de proteção (fusíveis, disjuntores, etc.), através da corrente desviada para a terra.

A haste de aterramento normalmente é feita de uma alma de aço revestida de cobre. Seu comprimento pode variar de 1,5 a 4,0m, normalmente, quando não conseguimos uma boa resistência de terra (menor que 10 Ω).

As de 2,5m são as mais utilizadas, pois diminuem o risco de atingirem dutos subterrâneos em sua instalação.

(111)

Dispositivo que guia e tenciona o cabo elétrico de alimentação a medida que a cabina sobe ou desce.

(112)

Dispositivo que guia o cabo elétrico de

alimentação a medida que a cabine sobe e desce.

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18.14 MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAIS E

PESSOAS

18.14.21.17 As rampas de

acesso à torre de elevador devem:

e.) nos elevadores de cremalheira a rampa pode estar fixada à cabine de forma articulada.

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18.14.25.4 Os elevadores de carga e passageiros devem dispor no mínimo dos

seguintes itens de segurança:

a) intertravamento das proteções com o sistema elétrico, através de chaves de segurança com ruptura positiva, que impeça a movimentação da cabine quando:

I. a(s) porta(s) de acesso da cabine

não estiver(em) devidamente fechada(s).

Itens de Segurança

II. a rampa de acesso à cabine não

estiver recolhida no elevador do tipo cremalheira.

III. a porta da cancela de qualquer

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Rampa de Acesso

Rampa de Acesso LEVANTADA

Rampa de Acesso ABAIXADA

• O tamanho da rampa de acesso é de 800mm • Sistema de guarda-corpo e rodapé

• Piso resistente feito em chapa antiderrapante • Possui sistema articulado

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Porta Tipo Guilhotina FECHADA

Porta Tipo Guilhotina ABERTA

Trava de Segurança com sensor:

Impede movimento do Elevador com a porta aberta

Contra Peso para auxiliar na abertura

• A Porta Guilhotina possui vão de 2,00m conforme exige a norma.

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Alçapão no teto da Cabine

 Sistema de Alçapão para auxilio na montagem da torre e manutenção.  Os módulos são transportados no próprio elevador.

 A montagem é feita gradativamente já com o elevador em funcionamento.

(118)

d) nos elevadores do tipo cremalheira, de dispositivo mecânico, que impeça que a cabine se desprenda acidentalmente da torre do elevador

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18.14.23.3 O elevador de passageiros deve dispor de:

a) interruptor nos fins de curso superior e inferior monitorado através de interface de segurança;

Sistema de Segurança

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O fim de curso de emergência tem a função de auxiliar os fim de curso de subida e descida em caso de uma eventual falha, desligando o circuito de segurança do

inversor.

Sistema de Segurança

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(122)

Demais Sistemas de Segurança

 Fins de curso de subida e descida interveem quando a cabine do elevador atinge a parada superior e inferior

 O fim de curso de emergência auxilia os fins de curso de subida e descida em caso de falha, desligando o circuito de segurança do inversor

 O fim de curso bloqueador do motor, é acionado quando atua o freio desligando o motor. Evita o acionamento do motor.

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18.14 MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAIS E

PESSOAS

18.14.22.7 Os elevadores de materiais devem ser dotados de botão em cada

pavimento para acionar lâmpada ou campainha junto ao guincheiro a fim de garantir comunicação única através de painel de controle de identificação de chamada.

Botão de Chamada (Sinal Sonoro)

Imagem

Referências

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