GRUPO : MULHER
Ana Beatriz, ,Betânia, ,Fernanda, ,Gil, , Janaina,,
Marizete, , Nazareth, , Rosi, ,Sandra, , Simone
04: APLICABILIDADE, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO.
01: PROMOÇÃO DA INSERÇÃO DA MULHER NOS PROGRAMAS INTERSETORIAIS DE GESTÃO DE RISCOS E DESASTRES
CONSIDERANDO A DIVERSIDADE DE GÊNERO, RAÇA, ETNIA E LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA
02: EMPODERAMENTO DAS MULHERES PARA SE RECONHECEREM E DESEMPENHAREM O SEU PAPEL COMO ATORES FUNDAMENTAIS
NA GESTÃO DOS RISCOS DOS DESASTRES.
03: ACESSO DAS MULHERES AOS SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS SOCIAIS DISPONÍVEIS EM SITUAÇÃO DE RISCOS E DE DESASTRES
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Percepção de que no cenário atual os diversos setores são
desarticulados e não atendem as demandas das pessoas e
famílias em situação de desastres, ocasionando ausência
ou sobreposição de ações.
01: PROMOÇÃO DA INSERÇÃO DA MULHER NOS PROGRAMAS INTERSETORIAIS DE GESTÃO DE RISCOS E DESASTRES
CONSIDERANDO A DIVERSIDADE DE GÊNERO, RAÇA, ETNIA E LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA
Identificação das necessidades das mulheres para
subsidiar os diferentes setores que atuam na gestão do
desastre.
Mobilização da rede de mulheres para desenvolver ações
prevenção e de proteção
Articulação para atuação em rede dos diferentes setores e
serviços para atender as demandas das mulheres.
Pactuação dos gestores ( orçamento, ações,
planejamento…) para proteção da mulher em situação de
riscos e desastres
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Coordenação da Rede para promover ações em prol da
mulher em situação de emergência
Mobilização da rede de mulheres para
desenvolver ações de prevenção e de proteção
Identificar as potencialidades locais com
participação das mulheres (associações,
grupos comunitários, grupos de mães, etc);
Sensibilizar esses grupos para atuarem junto
Defesa Civil
Desenvolver estratégia de sustentabilidade
Articulação para atuação em rede dos diferentes
setores e serviços para atender as demandas das
mulheres.
Identificar e mobilizar os diferentes atores
pactuando a ação para responder à demanda
das mulheres;
Manter a rede de proteção e desenvolvimento
Pactuação dos gestores ( orçamento, ações,
planejamento…) para proteção da mulher em
situação de riscos e desastres
Fomentar e desenvolver projetos de prevenção
Identificação das necessidades das mulheres para
subsidiar os diferentes setores que atuam na
gestão do desastre.
Desenvolver e aplicar um instrumento de
Diagnóstico Rápido Participativo (DRP);
Coletar, digitar e analisar dados;
Desenvolver ações para atender às demandas
identificadas;
Disponibilizar estatísticas e levantamentos
Coordenação da Rede para promover ações em
prol da mulher em situação de emergência
ESTRATÉGIA
1. Acompanhar e avaliar as ações dos
diferentes setores para proteção da mulher em
situação de emergência.
Percepção de que há participação das mulheres nas ações de
defesa civil, mas não de forma sistemática ou incentivada pelos
órgãos afins a defesa civil; mulheres não estão empoderadas
para participar do processo (planejamento, execução e decisão).
Embora se perceba uma cultura predominantemente de
dominação masculina e subordinação feminina, também se
percebe uma cultura onde a mulher agencia os afetos familiares
e domésticos, os cuidados com as crianças e idosos.
02:EMPODERAMENTO DAS MULHERES PARA SE RECONHECEREM E DESEMPENHAREM O SEU PAPEL COMO ATORES FUNDAMENTAIS NA
GESTÃO DOS RISCOS DOS DESASTRES.
Fomento da participação da mulher e promoção da sua organização em situação de risco e desastre.
Ampliação da participação da mulher em projetos e ações de prevenção e resposta aos desastres
Desenvolvimento de projetos educativos que promovam a autonomia da mulher, incluindo projetos culturais com foco no
tema mulher e redução de desastres.
Inclusão de aspectos ligados à diversidade de gênero no acesso a direitos e políticas em situação de risco e desastres
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Promoção da participação da mulher na reconstrução e reabilitação pós-desastre
Ampliação da participação da mulher em
projetos e ações de prevenção e resposta aos
desastres
Oferecer na semana de redução de desastres campanhas
voltadas para mulheres;
Produzir e divulgar materiais sobre boas práticas
relacionando a atuação e atenção da mulher em situação
de risco;
Facilitar a participação das mulheres da comunidade em
cursos de gestão de risco de desastres voltados para
gestores, COMDECs e NUDECs;
Incluir na programação do DEFENCIL, e outros eventos
de Defesa Civil, atividades a serem desenvolvidas pela
mulheres em situação de risco;
Realizar oficinas com mulheres sobre práticas de
Desenvolvimento de projetos educativos que
promovam a autonomia da mulher, incluindo
projetos culturais com foco no tema mulher e
redução de desastres.
Incluir as questões de cidadania com foco na
problemática da mulher nas matérias dos Estudos
Sociais
Incluir o tema da mulher e situações de desastres nas
agendas das associações de bairro, CRAS, Secretaria da
Mulher, sindicatos, ONGs;
Mobilizar através de rádio comunitária e outros meios
Inclusão de aspectos ligados à diversidade de
gênero no acesso a direitos e políticas em
situação de risco e desastres
Considerar a diversidade na abordagem das questões
de gênero no planejamento e organização de abrigos;
Estabelecer comunicação específica para grupos de
Fomento da participação da mulher e promoção
da sua organização em situação de risco e
desastre.
Desenvolver atividades culturais e oficinas nos abrigos,
tendo como foco o papel da mulher e o seu potencial
na busca de soluções;
Incluir nas atribuições da COMDEC a prestação de
ajuda humanitária e proteção da mulher em situação
de risco e de desastre, mobilizando outros órgãos do
poder público.
Promoção da participação da mulher na
reconstrução e reabilitação pós-desastre
Incluir a mulher nos processos e ações de busca e
análise das soluções e propostas, auxiliando o
processo de reconstrução e avaliando os novos
espaços de moradia
Incentivo a Segurança Alimentar e Prevenção de Doenças infectocontagiosas em situações de desastres
Auto-produção dos cuidados em saúde da mulher em situação de risco de desastres
Identificar as mulheres em situação de risco de desastres com necessidades especiais de atenção a saúde ( gestantes, lactante,
doenças crônicas),
Estimular as ações intersetoriais com vistas à atenção integral a Saúde da mulher.
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Facilitar o acesso/retorno da mulher ao trabalho após desastre; Promover a autonomia das mulheres nos processos de decisão e
coordenação dos abrigos
Priorizar que a mulher receba os benefícios em decorrência dos desastres
Promover a participação da mulher nos programas de geração de renda
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Embora as mulheres acessem os serviços em situação de
normalidade, este acesso fica comprometido em situação de
risco e desastre.
03: ACESSO DAS MULHERES AOS SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS SOCIAIS DISPONÍVEIS EM SITUAÇÃO DE RISCOS E DE DESASTRES
1. Acompanhamento das mulheres grávidas
(pré-natal e nutrição);
2. Saúde Sexual e Reprodutiva;
3. Saúde Mental;
4. Doenças crônicas.
Auto-produção dos cuidados em saúde da mulher em situação de risco de desastres
Realizar levantamentos geo-referenciados
para vigilância epidemiológica no nível
municipal,
Análise e disponibilização dos dados
Identificar as mulheres em situação de risco de desastres com necessidades especiais de atenção a saúde ( gestantes, lactante,
1. Favorecimento do acesso das mulheres
grávidas a consulta PN;
2 . Estimular a manutenção da prática do
aleitamento materno exclusivo às crianças
fundamental na consecução de resultados de
Promoção da Saúde, em especial a eqüidade e
o empoderamento individual e comunitário.
Estimular as ações intersetoriais com vistas na atenção integral a Saúde da mulher.
1. Programas educativos voltados para
questões de segurança alimentar e prevenção
de doenças infecto-contagiosas com foco
naquelas que incidem em situações de
desastre
Incentivo a Segurança Alimentar e Prevenção de Doenças infectocontagiosas em situações de desastres
Realização de oficinas de gerenciamento de
abrigos e mediação de conflitos em situações de
emergências e favorecer a divisão de papéis nos
abrigos entre homens e mulheres considerando as
habilidades, desejos e potencialidades de cada
um;
Adequar os abrigos provisórios às necessidades
da mulher;
Alimentação;
Divisão de tarefas.
Promover a autonomia das mulheres nos processos de decisão e coordenação dos abrigos
Com base no cadastro, sendo a mulher o
referencial da família, a responsável pelos
filhos e pela organização da casa, priorizar
como titular dos benefícios sociais
Priorizar que a mulher receba os benefícios em decorrência dos desastres
Analisar o contexto familiar com vistas à priorizar
o direito da mulher para receber os benefícios em
situação de vulnerabilidade e após os desastres;
Garantir documentação (1 e 2a vias);
Possibilitar o acesso ao crédito;
Incentivar/apoiar a inserção das mulheres em
cooperativas respeitando suas habilidades e a
ocupação da mulher;
Criar/analisar/implementar cadastro e avaliação
profissional (assistente social e psicólogo)
enfatizando a renda, as habilidades e a ocupação
da mulher.
Retorno às atividades educativas dos filhos;
Atividades com ONGs e SEBRAE para aumentar
empregabilidade;
Promover atividades educativas voltadas para
mercado de trabalho
Acompanhamento das mulheres grávidas (pré-natal e
nutrição);
Saúde Sexual e Reprodutiva;
Saúde Mental;
Doenças crônicas;
Restabelecimento de serviços essenciais de atendimento à
mulher considerando política de assistência;
Mobilizar apoio psicossocial;
Oferecer terapêuticas com foco nas suas problemáticas
Construir a metodologia de aplicabilidade do manual
Construir indicadores de processo e resultado das ações desenvolvidas;
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Inexistência de manual para normatizar atenção a mulher em
situação de riscos e de desastres; inexistência de processos de
monitoramento e avaliação pela Defesa Civil
04: APLICABILIDADE, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO.