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RUZES
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ÍSTICAS
Não só a Cruz Templária, Teutônica e de Malta constituem símbolos da Energia Vital ou do Moto Perpétuo,
mas muito antes de Cristo, em diferentes culturas e povos, a cruz era usada como símbolo de divindade, energia vital,
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té mesmo a cruz gamada, ou suástica (que tem as extremidades curvas ou angulares, lembrando a letra grega maiúscula gama) era um símbolo místico encontrado em muitas culturas em tempos diferentes, dos índios Hopi aos Astecas, dos celtas aos budistas, dos gregos aos hindus.Interessante é a ligação que os povos antigos faziam da cruz com o sol e energia da vida. No hinduísmo é um dos 108 símbolos de Vishnu e representa os raios do Sol. No Budismo representa o “tudo” ou “eternidade”. No Zoroastrismo, a cruz suástica representa a chama eterna, que ardia dia e noite. O Templo Ateshagah (ou Templo do Fogo), construído por volta do sec. VI a.C., tem o símbolo da suástica entre gravações em sânscrito.
Os seguidores da Blavastki, criadora da Teosofia no séc. XIX, usavam a suástica no topo de seu emblema. E os antigos abraâmicos e cristãos usavam a suástica também como símbolos decorativos.
Mas o mais interessante é que a cruz islâmica e a de malta, ambas provenientes da cultura oriental, salomônica, se assemelham mais a hélices, dando idéia do desenho de um motor.
Cruz de Malta Cruz Pátea Cruz de Cristo
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ITALO sonho de construir um aparelho que conseguisse curar o ser humano de suas doenças e deficiências, uma espécie de moto--contínuo que fornecesse energia vital gratuita para uso em abundância, é comum aos mais diversos povos em diferentes tempos.
Lendas referentes a essas populações contam que o segredo de um motor movido diretamente por energia divina, conhecido e usado por civilizações evoluídas do passado da Terra, teria sido perdido ou guardado por sociedades secretas; saúde, juventude eterna, e até sabedoria seriam qualidades do sonhado aparelho. Transformar ferro em ouro e até viajar fora do tempo e do espaço estão nos atributos almejados dessa máquina esotérica. Aquele que descobrisse a fórmula mágica de lidar com essas energias teria o poder de retornar ao estado paradisíaco de imortalidade dos seres humanos originais, com todos os atributos de Adão e Eva.
O problema é que todos os que se aventuraram nessa viagem tecnológica desejavam obter esses dons sem, entretanto, conhecerem e viverem a virtude, ou melhor, o ingrediente básico para se captar as forças da natureza divina. Estou querendo dizer que sem a verdadeira metafísica, que trata de questões como ato e potência, essência e existência, e do próprio ser em si, não pode haver o conhecimento da verdadeira tecnologia. Mesmo porque foi a metafísica grega que deu origem à física e às demais ciências hoje existentes. Como ela (a metafísica tradicional) contém diversos conceitos invertidos, deu origem às inversões da ciência moderna.
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OTOREAN
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ÍSICACientistas do século XX criaram uma tecnologia com meios de aniquilar a vida na Terra. O maior exemplo recente disso foram as bombas atômicas usadas em 1945 para o assassinato em massa de tantos inocentes.
Einstein, físico alemão, idealizou a fórmula da bomba atômica; Fermi, italiano, desenvolveu-a na prática. E, rapidamente, o instrumento mortífero foi passando de país a país, chegando a um ponto tão perigoso que, atualmente, o arsenal atômico de bombas e mesmo de usinas, é capaz de destruir a Terra toda várias vezes. Portanto, é de se perguntar: existe qualquer dúvida sobre a força que a ciência do século XX deu à patologia, à inversão, ao mal? A continuar esse rumo invertido, resta pouco tempo de vida à humanidade.
Por esse motivo, vieram bem a tempo as descobertas de Keppe sobre a Nova Física da Metafísica Desinvertida (título de seu livro, publicado na França) que provocarão uma reviravolta de 180 graus nas ciências em geral, no campo da eficiência energética e de motores, e impedirão a proliferação das tecnologias destrutivas. Pois é uma ciência baseada na Metafísica desinvertida (por Keppe, em três livros anteriores), portanto harmoniosa com as leis naturais. Esses três livros a que nos referimos são: 1) Metafísica Trilógica,
vol. 1, a Libertação do Ser; 2) Metafísica Trilógica, vol. 2, Fenômenos Sensoriais “Transcendentais”; e 3) Metafísica Trilógica, vol. 3, Cura pelas Forças Energéticas – Medicina Autêntica.
No momento em que essa ciência e tecnologia forem utilizadas pelas nações, “os povos serão preservados das corrupções, das
calamidades e das guerras”, como diz a oração ao Espírito Santo
revelada à vidente Ida em Amsterdã, Holanda (vide capítulo 22,
Mensagens Marianas)
O motor keppeano, semelhante em sua estrutura a uma cruz templária, constitui, em termos energéticos, um vórtice que capta energia essencial na sua forma dupla de ação e complementação, para depois transformá-la em movimento, ou seja, o uno formando dois vetores de energia complementares captados pelo Keppe Motor; é a energia essencial, que sustenta o universo, sendo trazida da transcendência pelo vórtice realizado pelo motor keppeano.
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EPPEM
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UMAINVENÇÃOQUEUTILIZA DIRETAMENTEAENERGIADIVINAO Keppe Motor é uma invenção desenvolvida por cientistas que trabalham por uma ciência integral, não divorciada da filosofia e da teologia, vale dizer, uma ciência espiritualista. Por esse motivo, Keppe, em seu livro Contemplação e Ação ajudou em grande parte a difundir as mensagens de Maria em Amsterdam, por ter verificado que elas eram muito próximas ao trabalho que ele próprio vinha realizando - a Trilogia Analítica - que engloba a ciência a teologia e a filosofia.
Publicado em 1981, Keppe, numa parte do livro, descreve as aparições, explica a essência de suas mensagens, e mostra a semelhança do seu próprio trabalho com os desejos expressos por Maria, que clama por uma ciência realmente espiritual - com a finalidade de abrir as portas do mundo para a civilização da Terceira Pessoa da Trindade Divina, brecando “as corrupções, as
calamidades e as guerras”.
O Keppe Motor atende a essa finalidade. Ele pode ser considerado um motor que capta a energia essencial (divina) e que estará a serviço da humanidade universal (cósmica), característica do terceiro milênio.
Dentre as diversas experiências eucarísticas pelas quais passou Ida, a vidente das Aparições de Maria em Amsterdam, durante as Missas realizadas na Capela da Diepenbrockstraat, ela viu mais de uma vez as cruzes Templária, de Malta, e de Jerusalém. Maria, a
Nossa Senhora de Todos os Povos, anuncia que os cristãos do
futuro teriam que seguir essa cruz a qual, de acordo com os conhecimentos templários, teutônicos e dos cavaleiros de Jerusalém (do Templo de Salomão) significam o principio da vida, e da energia essencial diretamente advinda do Espírito Divino.
Afinal, essa é a tese de Keppe no livro A Nova Física da
Metafísica Desinvertida. Fato é que nenhum físico conseguiu
explicar até agora a origem da energia que move o Keppe Motor e que permite que ele ultrapasse os 100% de eficiência.
Keppe cita no prólogo de seu livro A Nova Física da Metafísica
Desinvertida: “Muitos têm a ideia de que a filosofia não tem serventia, vendo o pensador semelhante a um indivíduo fora do mundo; evidentemente há uma certa razão de considerar desta maneira este campo isolado, se não for incluído dentro dos outros — assim como o cientista se torna até perigoso se não tomar em consideração o valor da filosofia e teologia. Se o pesquisador valorizar esses três campos do conhecimento (ciência, filosofia e teologia) sofrerá enorme desenvolvimento”.
Fonte: Les expériences eucharistiques - suite des Messages de la Dame de touts les Peuples, Miriam Verlag, Amsterdam, Pays-Bas