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EDITAL DE SELEÇÃO PARA O MESTRADO EM SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO

DE CIENCIA E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR

COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM

SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS-PPGSA

EDITAL DE SELEÇÃO 2015.1 PARA O MESTRADO EM SISTEMAS

AGROINDUSTRIAIS

A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS-

PPGSA, de acordo com o seu Regulamento (Resolução 20/2010 - Câmara Superior de Pós

Graduação da UFCG) e com o Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação da UFCG

(Res. 02/2006) e por determinação do Colegiado do referido Programa,

TORNA PÚBLICO QUE:

01. No período de 17 de dezembro de 2014 a 20 de fevereiro de 2015, estarão abertas as

inscrições para a seleção de alunos para o Programa de Pós-Graduação stricto sensu:

mestrado em Sistemas Agroindustriais, modalidade Profissional, do Centro de Ciências e

Tecnologia Agroalimentar da UFCG, CAMPUS POMBAL, para o período letivo 2015.1, em

que serão oferecidas 53 vagas para as duas linhas de pesquisas. Sendo 32 vagas para

Produção e Tecnologia Agroindustrial e 21 vagas para Gestão e Tecnologia Ambiental em

Sistemas Agroindustriais.

02. As inscrições serão feitas na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Sistemas

Agroindustriais, nos dias úteis, nos horários de 07:00 às 11:00 e 13:00 às 17:00. Durante o

referido período as inscrições poderão ser feitas via correio (sedex), com postagem até o

dia 13 de fevereiro de 2015.

03. Poderão inscrever-se para a seleção ao Programa de Pós-Graduação em Sistemas

Agroindustriais, portadores de diploma de cursos, de nível superior, de Agronomia,

Engenharia Agrícola, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia Florestal,

Engenharia de Alimentos, Engenharia Química, Química, Ciências Biológicas, Zootecnia ou

áreas afins relacionadas à área do Programa na CAPES (Ciências Ambientais Agrárias)

e/ou que desenvolvam atividades relacionadas a Sistemas Agroindustriais .

04. Se, na época da inscrição, o candidato ainda não houver concluído o curso de graduação,

deverá apresentar documento comprovando estar em condições de concluí-lo antes de seu

ingresso no PPGSA.

05. O deferimento das inscrições será realizado pela comissão de seleção a partir de 20 de

fevereiro de 2015.

Comissão de Seleção

I- Prof. D. Manoel Moisés Ferreira de Queiroz

II- Prof.ª D.ª Adriana Ferreira dos Santos

III- Prof. D. Franciscleudo Bezerra da Costa

IV- Prof. D. Camilo Allyson Simões de Farias

V- Prof. D. Marcos Eric Barbosa Brito

VI- Prof. D. Patrício Borges Maracajá

VII- Prof.ª D.ª Rosilene Agra da Silva

VIII-Prof.ª D.ª Alfredina dos Santos Araújo

(2)

06. A seleção dos candidatos inscritos no Programa de Pós-Graduação em Sistemas

Agroindustriais ficará a cargo da comissão de seleção e será realizada por processo

cumulativamente eliminatório e classificatório, com observância dos seguintes critérios:

I – De caráter eliminatório

Análise de conhecimento, através de Prova Escrita (PE), sobre um tema específico da

linha de pesquisa que o candidato está inscrito, escolhido entre os temas estabelecidos

neste edital para cada linha de pesquisa, conforme temas em anexo (peso 60%), e sobre

Proposta de Trabalho (PT), conforme orientações em anexo (peso 40%).

A nota deste item será: N1 = 0,6 x nota da PE + 0,4 x nota PT

O candidato que obtiver nota N1 menor do que 6,0 (seis vírgula zero) será eliminado do

processo de seleção;

II - De caráter classificatório

a) Análise do Curriculum Vitae do candidato (Nota N2);

b) Entrevista com o Candidato (Nota N3).

A Nota Final (NF) será igual à média das notas N1 (peso 40%), N2 (peso 50%) e N3

(peso 10%).

NF = 0,40 x N1 + 0,50 x N2 + 0,10 x N3

A classificação dos candidatos será feita, por linha de pesquisa, em ordem decrescente

sobre valor da nota final ( NF) obtida pelos mesmos.

07. O candidato, ou seu representante, fará o pedido de inscrição em requerimento específico

(ficha de inscrição em anexo) junto à Secretaria do PPGSA, situado no andar térreo do

prédio da Administração da UFCG, Campus Pombal, sito a Rua Jairo Feitosa, 1770 – Bairro

dos Pereiros, Pombal – PB, CEP – 58.840-000, dentro do prazo estipulado neste Edital,

mediante apresentação da documentação especificada no item seguinte.

No caso de inscrição via correios (sedex) o pedido deve ser endereçado à:

Coordenação do Mestrado em Sistemas Agroindustriais

Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar

Universidade Federal de Campina Grande/Campus Pombal

Rua Jairo Vieira Feitosa, 1770. Bairro dos Pereiros. 58.840-000, Pombal-PB.

08. Para a inscrição dos candidatos à seleção do Programa de Pós-Graduação em Sistemas

Agroindustriais, exigir-se-ão:

I - Cópia autenticada do diploma de Graduação ou documento equivalente;

II - Cópia autenticada do Histórico Escolar da Graduação;

III - Curriculum Vitae, com cópia dos documentos comprobatórios;

IV - Formulário de inscrição em modelo próprio, devidamente preenchido, acompanhado de

duas fotografias 3 x 4 cm recentes;

V - Cópia autenticada do CPF

VI - Cópia autenticada da carteira de identidade para os candidatos brasileiros ou do registro

geral de estrangeiro, quando for o caso;

(3)

brasileiro;

VIII – Carta de Aceitação de Orientação do provável orientador em modelo próprio (em anexo);

IX - Declaração da empresa ou órgão público de origem, atestando a liberação do candidato

para a realização do curso, quando for o caso;

Para obtenção da Carta de Aceitação de Orientação, referida no item VIII, o candidato

deverá entrar em contato com um docente do Programa (seu possível orientador), em

função de seu interesse sobre um tema e linha de pesquisa, da qual o docente faz parte,

conforme lista dos docentes do PPGSA descritos no quadro em anexo.

Para maiores informações veja a página do CCTA no link da Pós Graduação

(http://www.ccta.ufcg.edu.brwww.ccta.ufcg.edu.br).

09. A lista das inscrições deferidas e os dias e locais da prova escrita e da entrevista serão

divulgados na página do CCTA (

www.ccta.ufcg.edu.br

), no link da Pós-Graduação, a partir

do dia 20 de fevereiro de 2015.

10. O resultado do processo seletivo será divulgado eletronicamente na página do CCTA

(

www.ccta.ufcg.edu.br

), no link da Pós-Graduação, a partir do dia 03 de março de 2015.

11. Informações Gerais:

Para os candidatos selecionados o período de matrícula será nos dias 05 e 06 de março de

2015 e as aulas do período 2015.1 iniciarão em 0 9 de março de 2015 e serão

ministradas noturnamente entre segunda e sexta-feira.

12. Para mais informações os interessados poderão entrar em contato com a Coordenação do

Programa de Pós Graduação em Sistemas Agroindustriais no seguinte endereço:

Coordenação do Mestrado em Sistemas Agroindustriais

Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar

Universidade Federal de Campina Grande/Campus Pombal

Rua Jairo Vieira Feitosa, 1770. Bairro dos Pereiros. 58.840-000, Pombal-PB.

(

www.ccta.ufcg.edu.br

), Email:

ppgsa@ccta.ufcg.edu.br

. Fone (83) 3431-4016

Pombal, 17 de dezembro de 2014.

Manoel Moisés Ferreira de Queiroz

Coordenador do PPGSA

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Dados preliminares

Linha de pesquisa:

( ) Produção e Tecnologia Agroindustrial

( ) Gestão e Tecnologia Ambiental em Sistemas Agroindustriais Título Profissional:

Dados Pessoais

Nome Completo:

Nome da Mãe: Nome do Pai:

Local de nascimento (Cidade, Estado/País): Data de nascimento: Nacionalidade: Estado civil: Cor/Raça: ( ) Branca ( ) Preta ( ) Parda

( )Indígena ( )Amarela ( ) Não dispõe da informação

RG: Local / Data de emissão: CPF:

Passaporte (se estrangeiro): Órgão e data de emissão: Data de chegada ao Brasil: Título de Eleitor: Zona: Seção: Certificado de Reservista:

Endereço:

Cidade/Estado/País: CEP: E-mail Telefone: ( )

Atividade Profissional

Instituição/Empresa: Data de Admissão:

Endereço Comercial:

Cidade/Estado/País: CEP: E-mail Telefone: ( )

Cargo/Função: Salário (opcional):

Declaração

Declaro que este pedido contém informações completas e exatas, que aceito o sistema e os critérios adotados pela Instituição para ser avaliado e que, em caso de cursar disciplinas do PPGSA, nesta Universidade, me comprometo a cumprir fielmente seus regulamentos e os do curso no qual solicito minha admissão.

Pombal, de de .

Candidato Parecer da Coordenação do PPGSA

Resultado final : Deferido Indeferido Comentários :

Pombal, de de .

Assinatura do Coordenador

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE

Centro de Ciências e Tecnológicas Agroalimentar

Campus de Pombal

Programa de Pós Graduação em Sistemas Agroindustriais

FICHA DE INSCRIÇÃO

Inscrição no: Data: / /

(5)

PROTOCOLO DE INSCRIÇÃO – PPGSA/CCTA/UFCG/CAMPUS POMBAL

EDITAL 2015-1 – PPGSA

Programa de Pós Graduação em Sistemas Agroindustriais Inscrição Nº

Candidato (a)

Pombal, de de

Visto e Carimbo da Secretaria do PPGSA

CARTA DE ACEITAÇÃO DE ORIENTAÇÃO

Eu, Prof.(a) _ _ SIAPE _ _vinculado

à linha de pesquisa _ _ _ _ do Programa de Pós Graduação em Sistemas Agroindustriais PPGSA/CCTA/UFCG/CAMPUS POMBAL,comprometo-me em orientar o Candidato (a)

tema

_ _ sobre o _ _ _, conforme entendimento prévio estabelecido entre nós, caso o mesmo seja classificado no processo de seleção, de acordo com o número de vagas e normas constante no EDITAL 2015-1 - PPGSA

Pombal, _ de _ de _ _

_

(6)

TEMAS DA PROVA ESCRITA I I. Linha de pesquisa - Produção e Tecnologia Agroindustrial

a) Agroecologia

Bibliografia sugerida:

1. GLIESSMANN, S. R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. 2. ed. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2001. 658 p.

2. Altieri, Miguel. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável – 4.ed. – Porto Alegre : Editora da UFRGS, 2004.

3. Agroecologia: uma nova ciência para apoiar a transição a agriculturas mais sustentáveis. Francisco Roberto Caporal – Brasília: 2009. 30p

4. PRODUÇÃO ORGÂNICA DE HORTALIÇAS: o produtor pergunta, a Embrapa responde / editores técnicos, Gilmar Paulo Henz, Flávia Aparecida de Alcântara, Francisco Vilela Resende. – Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2007. 308 p.: il. – (Coleção 500 perguntas, 500 respostas). ISBN 978-85-7383-385-0.

5. Manual do ADR em Apicultura- SEBRAE (disponível na internet)

6. PAULA NETO, F. L. de.; ALMEIDA NETO, R. M. de Apicultura nordestina: principais mercados, riscos e oportunidades. BNB/ETENE, Fortaleza, 2006 (disponível na internet);

Obs: Todas essas fontes de pesquisa estão disponíveis na Internet.

b) Produção Vegetal: Manejo e tratos culturais em

horticultura tropical;

Bibliografia sugerida:

FONTES, P. C. R. Olericultura: teoria e prática. Viçosa, MG: UFV, 2005. 486 p.

FILGUEIRA, F. A. R. Novo Manual de olericultura: Agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. Viçosa MG: UFV, 2000. 402 p

FACHINELLO, José Carlos; NACHTIGAL, Jair Costa; KERSTEN, Elio. Fruticultura fundamentos e práticas, Pelotas,

2008. 176 p.

HOFFMAN, Alexandre; FACHINELLO, José Carlos. Propagação de Plantas Frutíferas. Pelotas. EMBRAPA, 2005. 221p.

c) Ciência e Tecnologia de Alimentos

Bibliografia sugerida:

-

GAVA, A.J.; SILVA, C.A.B.; FRIAS, J.R.G. Tecnologia de alimentos - Princípios e Aplicações. São Paulo: Nobel, 2008.

- OETTERER, M.; REGITANO-D’ARCE, M.A.B.; SPOTO, M. H. Fundamentos de Ciência e Tecnologia de Alimentos. São Paulo: Manole, 2006.

- FELLOWS, P. J. Tecnologia do processamento de alimentos: princípios e prática. Porto Alegre: Artmed, 2006. - FRANCO, B. D. G. M.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Ed. Atheneu, 2008.

- JAY, J. M. Microbiologia de Alimentos. Porto Alegre: Artmed, 2005. 712 p

- BOBBIO, F. O.; BOBBIO, P. A. Introdução à Química de Alimentos, São Paulo: Varela, 3. ed. 2003.

- BOBBIO, P. A.; BOBBIO, F. O. Química do Processamento de Alimentos. São Paulo: Varela, 3. ed. 2003. - BOBBIO, F. O; BOBBIO, P. A. Manual de Laboratório de Química de Alimentos, São Paulo: Varela, 3. ed. 2003.

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- DAMODARAN, S.; PARKIN, K. L.; FENNEMA, O. R. Química de alimentos de Fennema. Tradução Adriano Brandelli... 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.

- RIBEIRO, E. P.; SERAVALLI, E. A. G. Química de Alimentos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2007.

- CHITARRA, M. I. F.; CHITARRA, A. B. Pós-colheita de frutos e hortaliças: fisiologia e manuseio. 2. ed. rev. e ampl. Lavras: Universidade Federal de Lavras, 2005. 783 p.

- DUTCOSKY, S. D. Análise sensorial de alimentos. 4. ed. Curitiba: Editora Champagnat - Pucpress, 2013. 531 p.

II. Linha de pesquisa: Gestão e Tecnologia Ambiental em Sistemas Agroindustriais

a) Gerenciamento de Resíduos

Agroindustriais;

Bibliografia sugerida:

- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10004: Resíduos Sólidos - Classificação. Rio de Janeiro - RJ, 2004.

- BRASIL. Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei n.° 12.305 de 02 de agosto de 2010. Diário oficial. Brasília - DF, 2010.

- MONTEIRO, F. H. P. et al. Manual de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos. ZVEIBIL, V. Z. (coordenação técnica), Rio de Janeiro: IBAM, 2001. (disponível na internet)

- PEREIRA NETO, J. T. Manual de Compostagem: Processo de Baixo Custo. Viçosa: Editora UFV, 2007.

b) Biomassa e Bioenergia em Sistemas

Agroindustriais;

Bibliografia sugerida:

CORTEZ, L A B; LORA, E E S; GOMEZ, E O G. BIOMASSA PARA ENERGIA. Campinas, SP: Editora da UNICAMP. 2008. Reimpressão 2009.

ROSILLO-CALLE, F; BAJAY, S V; ROTHMAN H. USO DA BIOMASSA PARA PRODUÇÃO DE ENERGIA NA INDÚSTRIA BRASILEIRA. Campinas, SP: Editora da UNICAMP. 2005. Reimpressão 2008.

HINRICHS, R A; KLEINBACH, M; REIS, L B. ENERGIA E MEIO AMBIENTE - Tradução da 4ª ed. norte-americana. Editora Cengage learning. 2011.

c) Avaliação e Remediação Ambiental de Áreas Degradadas em Sistemas

Agroindustriais

Bibliografia sugerida:

MIRRA, A. L. V. Impacto Ambiental: Aspectos da Legislação Brasileira. 3 ed. São Paulo: Oliveira Mendes, 2006. SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental: Conceitos e Métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.

TOMMASI, L. R. Estudos de Impacto Ambiental. São Paulo: CETESB, 1994. VERDUM, R.; MEDEIROS, R. M. V. RIMA: Relatório de Impacto Ambiental. 5. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2006. 254 p.

BRAGA, B. et. al. Introdução à Engenharia Ambiental. 2 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2005.

MIRRA, A. L. V. Ação Civil Pública e a Recuperação do Dano ao Meio Ambiente. 2 ed. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2004.

VESILIND, P. A.; MORGAM, S. M. Introdução à engenharia ambiental. Tradução da 2ª Ed. Norte Americana. São Paulo. Cengage Learning, 2011.

MOTA, S. Introdução à engenharia ambiental. 4ª Ed revisada, Rio de Janeiro. Expressão Gráfica, ABES, 2010

TOMMASI, L. R. Estudos de Impacto Ambiental. São Paulo: CETESB, 1994. VERDUM, R.; MEDEIROS, R. M. V. RIMA: Relatório de Impacto Ambiental. 5. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2006. 254 p.

BRAGA, B. et. al. Introdução à Engenharia Ambiental. 2 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2005.

MIRRA, A. L. V. Ação Civil Pública e a Recuperação do Dano ao Meio Ambiente. 2 ed. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2004.

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Docente Contato e-mail Área

Adriana Ferreira dos Santos adrefesantos@ccta.ufcg.edu.br Ciência e Tecnologia de Alimentos Alfredina dos Santos Araújo alfredina@ccta.ufcg.edu.br Ciência e Tecnologia de Alimentos

Antonio Vitor Machado machadoav@yahoo.com.br Ciência e Tecnologia de Alimentos

Franciscleudo Bezerra da Costa

franciscleudo@ccta.ufcg.edu.br Ciência e Tecnologia de Alimentos

Francisco Hevilásio F. Pereira fhfpereira@ccta.ufcg.edu.br Produção Vegetal

Luiz Gualberto Andrade luiz.gualberto@ccta.ufcg.edu.br Ciência e Tecnologia de Alimentos

Patrício Borges Maracajá patricio@ufcg.edu.br Agroecologia

Mônica Tejo Calvacanti monicatejo@ccta.ufcg.edu.br Ciência e Tecnologia de Alimentos

Rosilene Agra da Silva rosilene@ccta.ufcg.edu.br Agroecologia

Reginaldo Gomes Nobre rgomesnobre@ccta.ufcg.edu.br Produção Vegetal

Paulo César Ferreira Linhares paulolinhares@ufersa.edu.br Agroecologia Djair dos Santos de L. e Souza djairsouza@ufersa.edu.br Agroecologia

Railene Hérica Carlos Rocha raileneherica@ccta.ufcg.edu.br Ciência e Tecnologia de Alimentosl

Aline Costa Ferreira alinecfx@yahoo.com.br Agroecologia

Docente Contato e-mail Area

Adriana Silva Lima adrianalima@ccta.ufcg.edu.br Remediação de Áreas Degradadas

Camilo Allyson S. de Farias camilo@ccta.ufcg.edu.br Gerenciamento de Resíduos Agroindustriais; Recursos Hídricos e Saneamento

Manoel Moisés F. de Queiroz moises@ccta.ufcg.edu.br Recursos Hídricos e Saneamento Marcos Eric Barbosa Brito marcoseric@ccta.ufcg.edu.br Recursos Hídricos e Saneamento

Paulo Xavier Pamplona pxpamplona@ccta.ufcg.edu.br Recursos Hídricos e Saneamento

Luiz Gualberto Andrade luiz.gualberto@ccta.ufcg.edu.br Recursos Hídricos e Saneamento

Roberlúcia Araujo Candeia roberlucia@yahoo.com.br Biomassa e Bioenergia

Érica Cristine M. N. Machado erica@ccta.ufcg.edu.br Recursos Hídricos e Saneamento Andrea M. Brandão Mendes andrea@ccta.ufcg.edu.br Recursos Hídricos e Saneamento Valterlin da Silva Santos valterlin@yahoo.com.br Recursos Hídricos e Saneamento José Cleidimário Araújo Leite cleidimario@ccta.ufcg.edu.br Remediação de Áreas Degradadas

VESILIND, P. A.; MORGAM, S. M. Introdução à engenharia ambiental. Tradução da 2ª Ed. Norte Americana. São Paulo. Cengage Learning, 2011.

MOTA, S. Introdução à engenharia ambiental. 4ª Ed revisada, Rio de Janeiro. Expressão Gráfica, ABES, 2010.

d) Recursos Hídricos e Saneamento (Gestão, Reuso, Hidrologia, Manejo de irrigação,

Qualidade, e Tratamento de água e efluentes)

Bibliografia sugerida:

CAMPOS, N.; STUDART, T. (Org.) Gestão das Águas: Princípios e Práticas. Porto Alegre: ABRH, 2003. BRASIL. Política Nacional de Recursos Hídricos. Lei nº 9.433, de 08 de janeiro de 1997.

CAVALCANTI, J. E. W. A. Manual de tratamento de efluentes industriais. São Paulo: Engenho Editora Técnica Ltda., 2009.

TUCCI, C. E. M. Hidrologia: Ciência e Aplicação. Porto Alegre: UFRGS-ABRH, 1993. 943 p.

PINTO, N. L. S.; HOLTZ, A. C. T.; MARTINS, J. A.; GOMIDE, F. L. S. Hidrologia Básica. São Paulo: Edgard Blücher, 2003. 304 p

RIGHETTO, A. M. Hidrologia e Recursos Hídricos. São Carlos: EESC USP, 1998. 819 p.

QUEIROZ, M.M.F de. Gestão de recursos hídrico no contexto do semiárido (Apostila). CNPq/UFCG, Pombal. 2010

CORPO DOCENTE DO PPGSA

Linha de Pesquisa I - Produção e Tecnologia Agroindustrial

(9)

AVALIAÇÃO DO CURRICULUM VITAE

NOME DO CANDIDATO: Nº INSC.: 1. Itens de avaliação do currículo vitae

1.1. Qualificação Acadêmica Relacionada à Área de Concentração/Linha de pesquisa: Max Total 1.1.1. Curso Especialização "lato sensu" (0,5 pontos por curso) 1 1.1.2. Crédito em disciplina de Mestrado como aluno especial(2,0 pontos por disciplina de 60 h/a) 4 1.2. Atividades de Ensino:

1.2.1. Ensino de 2o. Grau (0,15 pontos por ano) 0,45

1.2.2. Monitor em disciplina de graduação (0,25 ponto por semestre) 1,0 1.2.3. Ensino em curso de graduação (1,0 ponto por ano) 4 1.2.5. Orientação de trabalho de conclusão de graduação (0,20 ponto por orientação) 1,0 1.2.6. Banca em trabalho de conclusão de graduação (0,05 ponto por banca) 0,15 1.2.7. Ensino em especialização "lato sensu” (1,5 ponto por disciplina de 60 h/a) 6 1.2.8. Banca em especialização "lato sensu” (0,1 ponto por banca) 0,4 1.3. Atividades de Pesquisa e Extensão Relacionadas à Área de Concentração:

1.3.1. Iniciação Científica (2,0 pontos por ano) 4

1.3.2. Artigos publicados em periódicos com Qualis equivalente a A1 [ A1(20), A2(17), B1(14), B2(12), B3(8), B4(6),

B5(2)] nos últimos 3 anos SL

1.3.3. Artigos publicados em periódicos técnicos (10 por artigo) nos últimos 5 anos SL 1.3.6. Participação em eventos técnico-científico (1 pontos por evento) 5 1.3.7. Apresentação de trabalho técnico-científico em eventos (1 pontos por trabalho) 5 1.3.8. Publicação de trabalho completos técnico-científico em eventos internacional (2,0 pontos por artigo) 12 1.3.9. Publicação de trabalho técnico-científico em eventos nacional (1,0 pontos por artigo) 6 1.3.10. Publicação de trabalho técnico-científico em eventos regional (0,5 pontos por artigo) 3 1.3.11 Publicações de livros com editoração (L1(25), L2(50), L3(75), L4(100), conforme qualis livro da área SL 1.3.12. Capítulo de livro com editoração (C1(0,5L1), C2(0,5L2), C3(0,5L3), C4(0,5L4) conforme qualis livro da área SL 1.3.13. Propriedade intelectual - Produtos ( P1 (100), P2(75), P3(50), P4(25)) conforme qualis produto da área SL 1.3.14. Conferências e palestras proferidas (0,5 ponto por conferência ou palestra) 4 1.3.15. Prêmios e/ou láureas científicas (0,5 pontos por prêmio) 4 1.3.16. Participação em Projeto de Extensão (1,0 pontos por ano) 3 1.4 – Atividade Profissional vinculada à Área/linhas de pesquisa do programa

1.4.1 – Experiência Profissional com vinculo ( 15 pontos por ano de atividade) 45 1.4.2 – Atividade Profissional autônoma( 10 pontos por atividade) 15 1.4.3–Estágio profissional ( 2,5 pontos para cada 180 h de atividade) 10

1.4.4 –Outras atividades (2,0 pontos por atividade) 6

(10)

Mestrado Profissional

Mestrado Profissional (MP) é uma modalidade de pós-graduação stricto sensu cujas características foram definidas, inicialmente, através da portaria CAPES nº. 80, de 16 de dezembro de 1998. Posteriormente, foram publicadas as portarias nº. 7, de 22 de junho de 2009, e a portaria nº. 17, de 28 de dezembro de 2009 (ver resoluções na página do PPGSA).

O mestrado profissional é definido como modalidade de formação pós-graduada stricto sensu que possibilita: I - a capacitação de pessoal para a prática profissional avançada e transformadora de procedimentos e processos aplicados, por meio da incorporação do método científico, habilitando o profissional para atuar em atividades técnico-científicas e de inovação;

II - a formação de profissionais qualificados pela apropriação e aplicação do conhecimento embasado no rigor metodológico e nos fundamentos científicos;

III - a incorporação e atualização permanentes dos avanços da ciência e das tecnologias, bem como a capacitação para aplicar os mesmos, tendo como foco a gestão, a produção técnico-científica na pesquisa aplicada e a proposição de inovações e aperfeiçoamentos tecnológicos para a solução de problemas específicos.

Objetivos do mestrado profissional:

I - capacitar profissionais qualificados para o exercício da prática profissional avançada e transformadora de procedimentos, visando atender demandas sociais, organizacionais ou profissionais e do mercado de trabalho;

II - transferir conhecimento para a sociedade, atendendo demandas específicas e de arranjos produtivos com vistas ao desenvolvimento nacional, regional ou local;

III - promover a articulação integrada da formação profissional com entidades demandantes de naturezas diversas, visando melhorar a eficácia e a eficiência das organizações públicas e privadas por meio da solução de problemas e geração e aplicação de processos de inovação apropriados;

IV - contribuir para agregar competitividade e aumentar a produtividade em empresas, organizações públicas e privadas.

V – Transferir conhecimento para a sociedade, atendendo demandas específicas e de arranjos produtivos com vistas ao desenvolvimento nacional, regional ou local.

Porquanto, o MP foi estruturado para formar profissionais aptos ao exercício da atividade profissional qualificada em empresas e organizações públicas e privadas, gerando, utilizando e difundindo conhecimentos científicos e tecnológicos visando a melhorar produtos e processos produtivos. A principal diferença entre o mestrado acadêmico (MA) e o MP é o produto, isto é, o resultado almejado. No MA, pretende-se pela imersão na pesquisa formar a longo prazo, um pesquisador. No MP, também deve ocorrer a imersão na pesquisa, mas o objetivo é formar alguém que, no mundo profissional externo à academia, saiba localizar, reconhecer, identificar e, sobretudo, utilizar a pesquisa aplicada de modo a agregar valor a suas atividades. Deve-se enfatizar, também, o que o MP tem em comum com o MA: a natureza de pós-graduação stricto sensu e, por isso, sofrem do mesmo rigor na aprovação da proposta e nos critérios de avaliação aplicados pela CAPES. O MP não é uma forma facilitada de obtenção do título de Mestre e nem deve ser confundido com cursos lato sensu de especialização ou MBA. Daí, também, o MP ter as mesmas prerrogativas do MA, incluindo a docência, conforme reconhece a CAPES.

Portanto a proposta de trabalho deve estar dentro desse contexto e tratar-se de um problema real relacionado ao exercício da prática profissional ou visando atender demandas sociais, organizacionais ou profissionais e do mercado de trabalho no tocante aos sistemas agroindustriais.

Referências

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