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PSAMMODROMUS ALGIRUS ALGIRUS (UNNAEUS)

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Academic year: 2021

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SINONíMIA GERAL Psammodromus algirus (LINNAEUS)

1758 - Lacerta a/gira LINNAEUS, Syst. Nat.. Ed. lO, 1: 203. - Terra típica: Mauritãnia. 1887 - Psammodromus algirus, BoULENGER, Cat. Liz. brito Mus., 3: 50.

Psammodromus algirus algirus (LINNAEUS)

1829 - Algyra barbarica GUÉRlN-MéNEVILLE, lconogr. Regn. anim., Rept.: - Est. 5,

Fig. 2. - Terra típica: Argélia.

JS3} - Lacerta (Algyra) cuvieri GRAY in GRlFFITH, Anim. Kingd. Cuv., 9 Synops. Spec.: 35. - Terra tipica: Espanha.

1833? - Lacerla caril/ata SCHINZ (non Lacerla caril/ala Peters 1874), Naturgesch. Abb.

Rept.: J02; Est. 39. - Terra típica: Espanha.

1887 - TropidosQura a/gira varo lIol1i FISCHER, Zool. Garten, Frankfurt am Maio, 28: 68; fig. (:69). - Terra típica: Tuggurth, Sul de Tunes.

1925 - Psammodromus algirus algirus, MERTENS, Abh. senckenberg. naturf. Ges., Frankfurt am Main, 39: 84.

1940- Psammodrolnus a/girus a/girus, MERTENS & L. MÜLLER, Abh. senckenberg. naturf. Ges., Frankfurt am Maio, 451: 46.

1960 - Psammodromus a/girus a/girlls, MERTENS & WERMUTH, Die Amphibien lInd Rep~ tilien Europas.

SINONÍMIA REFERENTE À FAUNA PORTUGUESA

Tropidosaura a/gira: Bocage 1863; Seoane 1877; Boscá 1877-1880b-1881; Boettger 1879; Sequeira 1886; L. Vieira 1887-1896; Ferreira 1893a; Moller 1894a; P. Oliveira 1896-1931; Nobre 1903.

Lacerla a/gira: Boettger 1887, segundo Ferreira e Seabra 1911.

Psammodromus a/girus: Bedriaga 1889; Moller 1894b; Ferreira e Seabra 1911. Psammodromus (Tropidosaura) a/girus: Ferreira 1895a.

Psammodromus algirus varo c: Ferreira e Seabra 1911.

Psammodromus a/girus a/girus: Themido 1942; Seabra 1943; Ladeiro 1956. Nome vulgar: Sardanisca~argelilJa. lagartixa, osga, sardanisca~do·mato ou do·monte, sar·

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DISTRIBUIÇÃO EM PORTUGAL CONTINENTAL

Colecção do Museu Bocage

MINHO - Pedra Bela-Ermida (Serra do Gerês): 2486: I, 25 Ago. 1966; Malhadouro (Ermida) (Serra do Gerês): 2529: 1-2,23 Ago. 1966. TRÁS-OS-MONTES - Horta da Vilariça (Torre de Moncorvo): 2578: I, Sef. 1940. BEIRA ALTA-Serra da Estrela: 644: I, s/data; Mangualde: 2552: 1-4,

Abr. 1938.

BEIRA L1TORAL- Coimbra: 645: I, s/data; Condeixa: 2557: 1-2, s/data.

BEIRA BAIXA - Alpedrinha (Fundão): 2499: 1-2, 3 Ago. 1959; Rib.& do Moinho-A1congosta (Serra da Guardunha): 2511: 1-2, 1 Ago. 1959, 2527: 1, 31 Jul. 1959; A1congosta (Serra da Guardunha): 2532: I,

28 Jul. 1959; Rasa do Meio (Serra da Guardunha): 2535: 1-2, 29 Jul. 1959.

ESTREMADURA - Caparica (Almada): 639: 1, s/data; Sintra: 641: I, s/data; Setúbal: 642: I, s/data; Palmela: 643: 1, s/data; Tróia (Setú-bal): 2489: 1-2, Abr. 1936; Carnaxide (Oeiras): 2504: 1-2, Mar. 1955; Monte do Sião (Nazaré): 2539: 1-3, 27 Mai. 1960; Alcochete: 2541: 1-3, Fev. 1956, 2554: 1-10, 14 Ago. 1912, 2575: 1, Abr. 1938; Pinhal do Rei (Almada): 2553: 1-16, Mai 1966; Linda--a-Pastora (Oeiras): 2580: I, 16 Out. 1957; Alfeite (Almada):

2693: I, s/data; Guincho (Cascais): 2698: l-II, Mai. 1965;

Rib.& de Albufeira: 2505: I, 26 Out. 1952; Quinta da Marti-nagem: 2525: I, 5 Jun. 1961.

RIBATEJO - Casais dos Caragos-Pontevel (Cartaxo): 2515: I, 21 Abr. 1961,

2530: 1-2, 21 Abr. 1961.

ALTO ALENTEJO- Queijeirinha (Serra de S. Mamede): 2509: 1-2, 8 Ago. 1958; Barragem da Póvoa (Nisa): 2534: 1-2, Jul. 1958; Alpalhão (Nisa):

2538: 1-2, 25 Mar. 1964; Pavia: 2788: 1, 19 Mai. 1971;

Portalegre-Arronches: 2848: I, 7 Mar. 1972; Alegrete-Arron-ches: 2844: 1, 7 Mar. 1972; Santo António das Areias: 2843: 1-5,

9 Mar. 1972.

BAIXO ALENTEJO-Serra de Grândola: 2501: 1-2, 18 Abr. 1960; Santa Margarida do Sado (Ferreira do Alentejo): 2503: 1,21 JUII. 1961; Befingel (Beja): 2506: I, 10 Jul. 1963; Barrancos: 2508: 1,

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San-tiago de Cacém: 2519: 1-2, 16 Jun. 1959; Safara (Moura): 2520: I,

12 Jul. 1963; Grândola-Santiago de Cacém: 2521: 1-2,18 Jun. 1959; Santa Cruz (Santiago de Cacém): 2523: 1-2, Jun. 1959; Vila Verde de Ficalho (Serpa): 2524: I, 13 Jul. 1963; Vale das Traves

(Grândola): 2533: I, 19 Abr. 1960; Estrada de Grândola a Meli

-des: 2860: I, 20 Abr. 1972; Lagoa de Santo André: 2857: 1-5,

20 Abr. 1972.

ALGARVE-Rib. a da Serra-Picota (Serra de Monchique): 2507: I, Abr. 1954;

Silves: 2522: I, 15 Abr. 1965; Branqueira (Albufeira): 2544: I,

s/data; Monte Gordo (Vila Real de Santo António): 2551: 1-6,

s/data; 2582: I, Out. 1954; Rib.a da Gafa-Conceição (Tavira):

2581: 1-2, Out. 1954.

LOCALIDADES INDETERMINADAS - Charneca: 2694: 1-3, 18 Mai. 1962; Er

ve-dosa (Douro): 2565: I, 1896.

Referências

MINHo- Serra do Gerês: SEQ. 1886, L. VIEIRA 1887, BED. 1889, NOB. 1903,

THEM. 1942, ALMAÇA 1964-65; Serra do Soajo: MOLLER 1894a;

Serra de S. Gregório: MOLLER 1894b; Serra d'Arga: NOB. 1903. TRÁS-OS-MONTES - Chaves: FERR. 1895a; Pitões-Serra da Mourela (Mont

a-legre) (?): NOB. 1903.

BEIRA ALTA - Oliveira do Conde (Carregal do Sal): L. VIEIRA 1887, BED. 1889, THEM. 1942; Serra da Estrela: FERR. 1893a.

BEIRA LITORAL- Coimbra: SEQ. 1886, L. VIEIRA 1887, BED. 1889, FERR. 1893a, TREM. 1942; Estarreja: L. VIEIRA 1887, THEM. 1942; Condeixa: FERR. 1893a; Serra do Buçaco: FERR. e SEAB. 1911.

ESTREMADURA- Lisboa: BoscÁ 1880b, FERR. c SEAB. 1911; Pinhal de Leiria:

L. VIEIRA 1887; Barreiro: BED. 1889; Lagoa de Albufeira: BED. 1889; Alfeite (Almada): BED. 1889, FERR. e SEAB. 1911; Odivelas (Loures): FERR. 1893a; Algeruz (Palmela): FERR. 1893a; Sintra: FERR. 1893a; Setúbal: FERR. 1893a; Almada: FERR. 1893a; Marinha

Grande: FERR. e SEAB. 1911, THEM. 1942; S. Pedro de Muel

(Marinha Grande): THEM. 1942.

RIBATEJO - Serra d'Aire: L. VIEIRA 1887, THEM. 1942.

ALTO ALENTEJO - Elvas: NOB. 1903.

BAIXO ALENTEJO - Mértola: BED. 1889.

ALGARVE - Serra de Monchique: BOETTG. 1879, BEIJ. 1889, L. VIEIRA 1896, THEM. 1942; Castro Marim: BED. 1889; Monte Gordo (Vila Real

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de Santo António): BED. \889; Portimão: BED. \889; Faro: BED. 1889, L. VIEIRA 1896, THEM. 1942; Vila Real de Santo António: BED. 1889.

LOCALIDADE INDETERMINADA - S. Gemi!: L. VIEIRA \887, BED. 1889. A espécie Psammodromus a/girus ocupa o Sudoeste da Europa e o Noroeste de África.

A subespécie a/girus distribui-se pela Península Ibérica, pela costa medi-terrânica da França, pelo Noroeste de África e Ilhéu dos Conigli (Lam-pedusa). Na Península cobre toda a sua área, com provável excepção da costa Norte Atlântica.

Em Marrocos, além da subespécie algirus. existem ainda as subespécies lJolli. microdac/y/us e blanei.

NOTAS ECOLÓGICAS

Segundo alguns autores espanhóis (VALVERDE, BALCELLS) vive em ter-renos secos, arenosos ou pedregosos, embora com vegetação densa e alta. Neste aspecto difere do Acanthodacty/us que prefere areias soltas com escassa

cobertura vegetal. No entanto não se circunscreve só a estes biótopos,

dado que também é possível encontrá-lo em locais relativamente húmidos e com vegetação herbácea.

Trepa àgilmente pelos arbustos.

BONS considera-o o único lacertideo marroquino capaz de frequentar simultâneamente zonas sombrias e superfícies expostas ao Sol.

Nas ilhas Medas (Espanha) ocupa um biótopo muito particular, terreno

arenoso revestido de astrágalo.

Temos encontrado este animal, em Portugal, frequentando variadíssimos biotópos, desde as dunas do litoral com tufos arbustivos dispersos, até às regiões montanhosas do interior, de solo pedregoso e cobertura arbustiva

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Referências

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