• Nenhum resultado encontrado

Terapia Nutricional Enteral e Parenteral em Pediatria

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Terapia Nutricional Enteral e Parenteral em Pediatria"

Copied!
59
0
0

Texto

(1)

III CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM NUTRIÇÃO  PARENTERAL E ENTERAL ­ ADULTO/PEDIATRIA  Curso de Extensão 

Terapia Nutricional 

Enteral e Parenteral 

em 

Pediatria 

Lúcio Flávio Alencar – [email protected]

(2)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Aspectos Gerais 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Aspectos Gerais  Aspectos Gerais  •  Desnutrição  Termo empregado para definir o desequilíbrio  produzido pela ingestão insuficiente ou a  excessiva perda de substratos pelo organismo.  Mora 1997

(3)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Aspectos Gerais 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Aspectos Gerais  Aspectos Gerais  •  Desnutrição Hospitalar ­ BRASIL  Desnutrição  48,1 %  Desnutridos graves  12,6 %  Desnutridos moderados  35,5 %  Waitzberg 2000

(4)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Aspectos Gerais 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Aspectos Gerais  Aspectos Gerais  •  Desnutrição  Fatores de Risco de Desnutrição – Curtas 1996  Sinais de Desnutrição – Silberman 1989  Consequências da Desnutrição – Ginert 1996, Mora 1997  Alterações do Crescimento e Desenvolvimento

(5)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Aspectos Gerais 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Aspectos Gerais  Aspectos Gerais  •  Desnutrição  As manifestações clínicas da desnutrição  protéico­calórica são múltiplas e sua gravidade  está relacionada com a magnitude e duração da  privação nutricional.  Silberman 1989

(6)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Aspectos Gerais 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Aspectos Gerais  Aspectos Gerais  •  Impacto da Doença na Criança Desnutrida  Expressa­se através de hipermetabolismo,  aumento da perda urinária de nitrogênio, hipo ou  hiperglicemia, alterações graves dos eletrólitos e  acidose. Com frequência ocorre disfunção ou  falência de orgãos e sistemas, situação que  aumenta a morbidade e mortalidade.  Beisel 1998

(7)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Aspectos Gerais 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Aspectos Gerais  Aspectos Gerais  •  A desnutrição aumenta a incidências de  complicações, morbidade, mortalidade, custos e  permanência hospitalar.  •  A resposta metabólica nas pessoas sadias  submetidas a jejum é diferente da dos pacientes  doentes submetidos a inanição.

(8)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Aspectos Gerais 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Aspectos Gerais  Aspectos Gerais 

Intervenção Precoce

(9)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Avaliação Nutricional 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Avaliação Nutricional  Avaliação Nutricional  •  Objetivos:  •  Identificar os pacientes desnutridos  •  Quantificar e classificar o tipo de alteração  nutricional  •  Efeitos das doenças na desnutrição e no  metabolismo  •  Analisar o prognóstico de risco  Delgado 1999

(10)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Avaliação Nutricional 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Avaliação Nutricional  Avaliação Nutricional  •  História Clínica  •  Exame Físico  •  Antropometria  –  Curvas de crescimento / Índice de Massa Corporal ­ IMC  –  Peso, Idade / Estatura, Pregas cutâneas, Circunferência do braço  •  Exames Laboratoriais  Avaliação Subjetiva Global  Delgado 1999

(11)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Avaliação Nutricional 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Avaliação Nutricional  Avaliação Nutricional  Identificar os Grupos de Risco Nutricional  Planejar, Implementar e Monitorar a Terapia  Nutricional  Diminuir a Morbidade e Mortalidade

(12)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

(13)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Impacto da Terapia Nutricional 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Impacto da Terapia Nutricional  Impacto da Terapia Nutricional  Reduz a morbidade e mortalidade  Evita a desnutrição  Promove o crescimento e o desenvolvimento  Allison & Kinney 1999

(14)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Indicações 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Indicações  Indicações  •  Pacientes desnutridos  •  Pacientes em risco nutricional  RN de muito baixo peso  RN de baixo peso com doença associada  Relação peso / estatura abaixo do percentil 10  Grave disfunção metabólica  Dificuldade ou incapacidade de alimentar­se pelo trato  gastrintestinal  Incapacidade de digerir os nutrientes por via oral  ASPEN 1998; Delgado 2000

(15)

Ter apia Nutr icional 

• 

Cr itér ios de r isco: 

1.  Jejum > 5 dias; 

2.  Uso de dieta hipocalórica (< 60%  VET) > 7­10 dias; 

3.  Perda de peso > 10%  em relação ao peso usual em 6 meses; 

4.  Perda de 15%  do peso em 3 meses; 

5.  Perda de peso ≥ 5%  do peso usual em 1 mês; 

6.  Perda de 1­2%  do peso em 1 semana; 

7.  Peso atual < 20%  do peso ideal. 

(16)

TERAPIA NUTRICIONAL EM PEDIATRIA 

TERAPIA NUTRICIONAL EM PEDIATRIA 

TERAPIA NUTRICIONAL EM PEDIATRIA 

Lúcio Flávio Alencar 

(17)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Necessidades Nutricionais 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Necessidades Nutricionais  Necessidades Nutricionais  Energéticas – Metabolismo basal (Deutschaman 1992)  Calóricas – Crescimento e desenvolvimento  (Holliday & Segar 1957)  Protéicas – Específicas (RDA )  Lipídicas – Ác. Graxos essenciais / LC PUFA (Baugh 1988)  Vitaminas e Minerais – Oligoelementos (RDA / DRI)  Específicas para cada paciente  ASPEN 1998; Delgado 2000

(18)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Indicações 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Indicações  Indicações  •  Tipos de Terapia Nutricional:  •  Nutrição Enteral:  ­ Oral  ­ Por sonda  •  Nutrição Parenteral:  ­ Central (total)  ­ Periférica (parcial)  •  Nutrição Mista  Ryder 1996; Mora 1997

(19)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

“ O suporte nutricional deve ser o mais 

simples, seguro e econômico possível.”

 

(20)

Tr ato Gastr ointestinal Funcionante ?

 

Sim 

Não

 

Dificuldade p/ inger ir  ? 

Nutr ição Par enter al 

Sim  Não 

Aceita líquido ?  Monitor ar  e modificar  se necessár io 

Sim  Não 

(21)

Internação Hospitalar  Protocolos de avaliação nutricional  Com desnutrição  Sem desnutrição / em risco nutricional  TGI ­ pode ser usado  Dieta oral supervisionado  Dieta atende as necessidades  Nutricionais / Metabólicas?  Sim  N. parenteral  N. enteral  Tolera  N. enteral  Reavaliação  periódica  Não  Continuar  Não  Não  Sim  Sim

(22)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Nutrição Enteral 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Nutrição 

Nutrição Enteral Enteral 

•  Indicações Gerais:  •  Impossibilidade de ingestão adequada de  nutrientes por via oral  •  Trato gastrintestinal em condições de uso seguro  e efetivo  Mora 1997; Carrazza 1999

(23)
(24)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Nutrição Enteral 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Nutrição 

Nutrição Enteral Enteral 

•  Contra­indicações:  •  Absolutas  –  Enterocolite necrosante  •  Relativas ou temporárias  –  Intestino curto  Carrillo 1993; Mora 1997

(25)
(26)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Nutrição Parenteral 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Nutrição Parenteral  Nutrição Parenteral  •  Indicações Gerais:  •  Grave disfunção do intestino ou incapacidade  para tolerar e/ou absorver nutrientes por via  enteral  –  RNPT  –  Limitação do uso do trato gastrintestinal  Ryder 1996; Mora 1997

(27)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Nutrição Parenteral 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Nutrição Parenteral  Nutrição Parenteral  •  Contra­indicações:  •  Uso seguro e efetivo do trato gastrintestinal  •  Metas não definidas para terapia nutricional  •  Prolongar a vida de pacientes terminais  Ryder 1996; Mora 1997

(28)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Nutrição Mista 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Nutrição Mista  Nutrição Mista  •  Indicações:  •  Transição da nutrição parenteral para enteral  •  Manutenção do trofismo intestinal  •  Quando a nutrição enteral não consegue,  isoladamente, suprir as necessidade nutricionais  Mora 1997

(29)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Vias de Acesso 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Vias de Acesso  Vias de Acesso  •  Nutrição Enteral  •  Estado de consciência e risco de aspiração  •  Comodidade para o paciente  •  Condições de absorção e doença do trato  gastrintestinal  •  Duração do tratamento  •  Tipo de fórmula  Minard 1994

(30)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Vias de Acesso 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Vias de Acesso  Vias de Acesso  •  Nutrição Enteral – Naso / orogástricas  •  Vantagens  –  Reservatório  –  Fisiológica  –  Administração em “ bolus”   •  Desvantagens  –  Broncoaspiração  Eisenberg & Huddleston 1996

(31)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Vias de Acesso 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Vias de Acesso  Vias de Acesso  •  Nutrição Enteral –  Naso / oroenterais pós­pilóricas  •  Vantagens  –  Previnem o refluxo gastroesofágico  –  Reduzem a broncoaspiração  •  Desvantagens  –  Difícil inserção – fluoroscopia ou endoscopia  –  Deslocamento  Eisenberg & Huddleston 1996

(32)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Vias de Acesso 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Vias de Acesso  Vias de Acesso  •  Nutrição Enteral – Gastrostomias  •  Cirúrgicas ou Percutâneas  •  Vantagens  –  Diminuem as lesões nasais e as infecções de vias  aéreas  –  Osmorregulação  –  Reservatório  •  Desvantagens  –  Broncoaspiração  –  Procedimento invasivo  Lysen & Samour 1998

(33)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Vias de Acesso 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Vias de Acesso  Vias de Acesso  •  Nutrição Enteral – Jejunostomias  •  Cirúrgicas ou Percutâneas  •  Vantagens  –  Diminuem os riscos de broncoaspiração e a  estimulação pancreática  –  Uso no pós­operatório imediato  •  Desvantagens  –  Síndrome de “ dumping”   –  Não é reservatório  –  Digestão deficiente  –  Infusão contínua  Schwaitzberg & Sable 1995

(34)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Vias de Acesso 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Vias de Acesso  Vias de Acesso  •  Nutrição Parenteral  •  Venopunção periférica  •  Cateter Central de Inserção Periférica (PICC)  •  Cateter Central  ­ curta permanência  ­ longa permanência  Ryder 1996

(35)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Vias de Acesso 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Vias de Acesso  Vias de Acesso 

• 

Complicações 

•  Enteral  •  Parenteral

î 

Imediatas

î Posição

î 

Mediatas

î Obstrução î Infecção î Perda acidental

(36)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Fórmulas 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Fórmulas  Fórmulas  •  Leite MATERNO  •  Poliméricas – lácteas modificadas  •  Olioméricas – pré­digeridas  •  Monoméricas – AA livres  •  Incompletas – erros inatos

(37)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Interações 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Interações  Interações  •  Fármaco – Nutriente  –  Sondas  •  Estabilidade – Compatibilidade  –  Cálcio / Fósforo  –  Emulsões lipídicas  –  Vitaminas  –  Fármacos  Mohler 1991; Trissel 2001

(38)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Administração 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Administração  Administração  •  Enteral  –  Sistemas ­ aberto  ­ fechado  –  Métodos  ­ contínua  ­ intermitente  ­ em “ bolus”   –  Técnicas  ­ por bomba  ­ gravitacional  •  Parenteral  –  Contínuo / Cíclico  –  Via exclusiva  –  Bomba de infusão  Keeth 1996; ASPEN 1999

(39)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Monitoramento 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Monitoramento  Monitoramento  •  Enteral / Parenteral  –  Via de acesso  –  Fórmulação  –  Administração  –  Complicações  •  Mecânicas  •  Metabólicas  •  Infecciosas  •  Doença de base  Kaminsky 1985; ASPEN 1996

(40)

Monitoramento 

X  Ferritina  X  NE: em caso de  hiperglicemia  NP adultos: cada 12 h  até estabilização  Cr ianças X  NE: cada 12h até a  estabilização  NP: cada 8 h.  Glicemia periférica  Cr ianças X  NPT  em crianças:  cada 2 – 4 semanas  ou maior número de  vezes.  Cr ianças X  NPT  em adultos e crianças  mais freqüentes se necessário  (UTI)  X  Glicosúria e cetonúria, bioquímica  sanguínea, CO  X  X  Albumina quantitativa e proteínas totais  Cr ianças X  NP em crianças de 3  a 36 meses  Cr ianças X  NP em crianças de 0 a 3  meses  X  Estatura e perímetro cefálico  Cr ianças X  NE, NP adultos e  crianças maiores  :pelo menos 3  vezes/semana  X  Peso, balanço hídrico, função e resposta  gastrintestinal  X  X  Dados relacionados à administração  X  Avaliação global subjetiva  Cada 3 semanas  Semanal  Diár io  Inicial 

Par âmetr o 

(41)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Desmame 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Desmame  Desmame  •  Enteral / Parenteral  –  Recuperação clínica  –  Recuperação nutricional  •  Terapia Nutricional Domicilar  Ireton­Jones 1995; Meyer 2001

(42)

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Terapia Nutricional em Pediatria 

Equipe Interdisciplinar 

(multiprofissional) 

INDICADOR DE QUALIDADE

(43)

III CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM NUTRIÇÃO  PARENTERAL E ENTERAL ­ ADULTO/PEDIATRIA  Curso de Extensão 

Terapia Nutricional 

na 

Criança Criticamente Enferma 

Lúcio Flávio Alencar – [email protected]

(44)

• Crescer  • Desenvolver  • STRESS  • Prematuridade  • Sepse  • Trauma  • Insuficiências  múltiplas  • Cirurgias  • Gravidade  • Condição pré­existente  • Estado hipermetabólico  fisiológico

(45)

• Gravidade  • Condição pré­existente  Resposta orgânica  complexa e  integrada  coordenada  e  autolimitada  Estado  HIPERMETABÓLICO

(46)

Resposta orgânica 

complexa e  integrada  Citocínica 

Neuro­  endócrina 

(47)

“ Terceiro espaço”   Tecido adiposo  Lipólise  •  ↑ AG livres  •  ↑ Glicerol  Hiperglicemia  Resistência à  insulina  Alcalose/Acidose  Energia  Resposta  neuro­endócrina  Retenção de Na e H O  Sist. Renina­  angiotensina­  aldosterona  Excreção  renal de K  Neoglicogênese  Cetogênese  Ureagênese  Tecido muscular  Proteólise  ADH  STRESS

(48)

Fase  de  Refluxo  (Ebb)  Fase  de  Refluxo  Fase  de  Refluxo  (  (EbbEbb ) )  Fase  de  Fluxo  (Flow)  Fase  de  Fluxo  Fase  de  Fluxo  (  (FlowFlow ) )  G a s to   d e  G a s to   d e  En e rg ia  En e rg ia  Tempo  Tempo 

(49)

•  Ger almente  car acter izada  por   choque  hipovolêmico 

•  Pr ior idade:  manutenção  de  vida  e homeostase 

¯  Débito  car díaco 

¯  Consumo  de  oxigênio  ¯  Pr essão  sanguínea  ¯  Per fusão  tecidual 

¯  Temper atur a  cor pór ea  ¯  Metabolismo 

Cuthber tson  et  al.  Adv  Clin  Chem  1969. 

Welbom  MB,  in  Rombeau  J L,  Rolandeli  RH  (eds),  Enter al  and  Tube  Feeding  1997. 

Fase de Fluxo ­  EBB

(50)

•  -  Catecolaminas  •  -  Glicocor ticóides  •  -  Glucagon 

•  Liber ação  de  citocinas e mediador es  inflamatór ios  •  Pr odução  de  pr oteínas  de  fase  aguda 

McWhirter  et  al.  Br  Med  J  1994. 

Fase de Refluxo ­  FLOW

(51)

↑ Massa corpórea magra  Gasto energético ↓  DC ↑, hiperdinâmico  Hipertermia  Perfusão tende ao nl  Acidose  Gasto energético ↑  Instabilidade  hemodinâmica  Perfusão deficiente,  vasoconstrição  Hipotermia  Clínicas  ↑ Sintese Protéica → ANABOLISMO  ↓ Neoglicogênese  ↓ Lipólise  Balanço nitrog.Å  HIPERMETABOLISMO  Catabolismo protéico  ↑ Glicogenólise  ↑ Lipólise  ↑ Neoglicogênese  Balanço Nitrog. Θ  HIPOMETABOLISMO  ↓ Consumo de O  Hiperglicemia  Metabólicas  ↑ Insulina  ↓ Contra­reguladores  ↓ Citocinas  ↑ Contra­reguladores  ↑ Insulina  ↑ Citocinas (IL­1, IL­2,  IL­6, IL­8, TNF)  ↑ Glucagon  ↑ ACTH  ↑ Glicocorticóides  ↑ Catecolaminas  ↓ Insulina  Hormonais e  Não  hormonais  Fase anabólica  Fase de refluxo  (“flow”)  Fase de fluxo  (“ebb”)  Alter ações  ↑ Massa corpórea magra  Gasto energético ↓  DC ↑, hiperdinâmico  Hipertermia  Perfusão tende ao nl  Acidose  Gasto energético ↑  •Instabilidade  hemodinâmica  •Perfusão deficiente,  vasoconstrição  •Hipotermia  ↑ Sintese Protéica → ANABOLISMO  ↓ Neoglicogênese  ↓ Lipólise  Balanço nitrog.Å  HIPERMETABOLISMO  Catabolismo protéico  ↑ Glicogenólise  ↑ Lipólise  ↑ Neoglicogênese  Balanço Nitrog. Θ  HIPOMETABOLISMO  ↓ Consumo de O  Hiperglicemia  ↑ Insulina  ↓ Contra­reguladores  ↓ Citocinas  ↑ Contra­reguladores  ↑ Insulina  ↑ Citocinas (IL­1, IL­2,  IL­6, IL­8, TNF)  ↑ Glucagon  ↑ ACTH  ↑ Glicocorticóides  ↑ Catecolaminas  ↓ Insulina  Fase anabólica  Fase de refluxo  (“flow”)  Fase de fluxo      ↑ Massa corpórea magra  Gasto energético ↓  •DC ↑, hiperdinâmico  •Hipertermia  •Perfusão tende ao nl  •Acidose  •↑ Gasto energético  ↑ Sintese Protéica → ANABOLISMO  ↓ Neoglicogênese  ↓ Lipólise  Balanço nitrog.Å  HIPERMETABOLISMO  Catabolismo protéico  ↑ Glicogenólise  ↑ Lipólise  ↑ Neoglicogênese  Balanço Nitrog. Θ  ↑ Insulina  ↓ Contra­reguladores  ↓ Citocinas  ↑ Contra­reguladores  ↑ Insulina  ↑ Citocinas (IL­1, IL­2,  IL­6, IL­8, TNF)  Fase anabólica  Fase de refluxo     •↑ Massa corpórea magra  •↓ Gasto energético  ↑ Sintese Protéica → → ANABOLISMO  ↓ Neoglicogênese  ↓ Lipólise  Balanço nitrog.Å ↑ Insulina  ↓ Contra­reguladores  ↓ Citocinas  Fase anabólica  ☺  STRESS

(52)

•↑ Massa corpórea magra  •↓ Gasto energético  •DC ↑, hiperdinâmico  •Hipertermia  •Perfusão tende ao nl  •Acidose  •↑ Gasto energético  •Instabilidade  hemodinâmica  •Perfusão deficiente,  vasoconstrição  •Hipotermia  Clínicas  ↑ Sintese Protéica → ANABOLISMO  ↓ Neoglicogênese  ↓ Lipólise  Balanço nitrog.Å  HIPERMETABOLISMO  Catabolismo protéico  ↑ Glicogenólise  ↑ Lipólise  ↑ Neoglicogênese  Balanço Nitrog. Θ  HIPOMETABOLISMO  ↓ Consumo de O  Hiperglicemia  Metabólicas  ↑ Insulina  ↓ Contra­reguladores  ↓ Citocinas  ↑ Contra­reguladores  ↑ Insulina  ↑ Citocinas (IL­1, IL­2,  IL­6, IL­8, TNF)  ↑ Glucagon  ↑ ACTH  ↑ Glicocorticóides  ↑ Catecolaminas  ↓ Insulina  Hormonais e  Não  hormonais  Fase anabólica  ☺  Fase de refluxo      Fase de fluxo      Alter ações  STRESS

(53)

Terapia Nutricional 

Terapia Nutricional 

Terapia Nutricional 

Fase Catabólica 

Ø 

Reduzir  a ofer ta de glicose 

Ø 

Aumentar  a ofer ta de aminoácidos 

(54)

Terapia Nutricional 

Terapia Nutricional 

Terapia Nutricional 

Elementos Pr ognósticos 

Ø 

Estado nutr icional pr évio 

(55)

Terapia Nutricional 

Terapia Nutricional 

Terapia Nutricional 

Elementos Pr ognósticos 

Ø 

Hiper glicemia 

Ø 

Hiper tr iglicer idemia 

(56)

Terapia Nutricional 

Terapia Nutricional 

Terapia Nutricional 

Metas Cr uciais 

Ø 

Diminuir  o catabolismo 

r ever ter  o balanço nitr ogenado 

Ø 

Utilização do tr ato gastr ointestinal 

r ealimentação pr ecoce

(57)

Terapia Nutricional 

Terapia Nutricional 

Terapia Nutricional 

Situações Par ticular es 

Insuf. r espir atór ia 

­ lipídeos 

Insuf. r enal 

­ aminoácidos essenciais 

Insuf. hepática 

(58)

http://www.sbnpe.com.br  http://www.nutritioncare.org  http://www.espen.org 

http://www.felanpe.org 

(59)

OBRIGADO!!! 

OBRIGADO! 

OBRIGADO!

!! 

!! 

Lúcio Flávio Alencar  Lúcio Flávio Alencar  [email protected]

Referências

Documentos relacionados