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Construção e validação de questionário para predição de cárie dentária em adolescentes: evidência de validade baseada no conteúdo do teste e nos processos de resposta

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE

CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA

AGENOR FRANCISCO RIBEIRO NETO

CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO DE QUESTIONÁRIO PARA PREDIÇÃO DE CÁRIE DENTÁRIA EM ADOLESCENTES: EVIDÊNCIA DE VALIDADE BASEADA

NO CONTEÚDO DO TESTE E NOS PROCESSOS DE RESPOSTA

NATAL/RN 2019

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AGENOR FRANCISCO RIBEIRO NETO

CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO DE QUESTIONÁRIO PARA PREDIÇÃO DE CÁRIE DENTÁRIA EM ADOLESCENTES: EVIDÊNCIA DE VALIDADE BASEADA NO

CONTEÚDO DO TESTE E NOS PROCESSOS DE RESPOSTA

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Departamento de Odontologia - UFRN como parte integrante dos requisitos para título de graduado em Odontologia/ Cirurgião Dentista

Orientador: Prof. Dr. Kenio Costa de Lima

NATAL/RN 2019

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Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN Sistema de Bibliotecas - SISBI

Catalogação de Publicação na Fonte. UFRN - Biblioteca Setorial Prof. Alberto Moreira Campos - -Departamento de Odontologia

Ribeiro Neto, Agenor Francisco.

Construção e validação de questionário para predição de cárie dentária em adolescentes: evidência de validade baseada no

conteúdo do teste e nos processos de resposta / Agenor Francisco Ribeiro Neto. - Natal, 2019.

29 f.: il.

Orientador: Prof. Dr. Kenio Costa de Lima.

Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Odontologia, Natal, 2019.

1. Cárie dentária - Trabalho de Conclusão de Curso. 2. Medição de risco - Trabalho de Conclusão de Curso. 3. Adolescentes - Trabalho de Conclusão de Curso. 4. Educação em saúde - Trabalho de Conclusão de Curso. 5. Inquéritos e questionários - Trabalho de Conclusão de Curso. I. Lima, Kenio Costa de. II. Título. RN/UF/BSO BLACK D631

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AGENOR FRANCISCO RIBEIRO NETO

CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO DE QUESTIONÁRIO PARA PREDIÇÃO DE CÁRIE DENTÁRIA EM ADOLESCENTES: EVIDÊNCIA DE VALIDADE BASEADA NO

CONTEÚDO DO TESTE E NOS PROCESSOS DE RESPOSTA

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Departamento de Odontologia - UFRN como parte integrante dos requisitos para título de graduado em Odontologia/ Cirurgião Dentista.

Aprovado em: ___/___/___.

BANCA EXAMINADORA

Prof. Dr. Kenio Costa Lima Orientador

Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN

Profa. Dra. Maria Cristina dos Santos Medeiros Membro Interno

Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN

Profa. Dra. Emanuelle Dayana Vieira Dantas Membro Externo

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AGRADECIMENTOS

Tenho que agradecer primeiramente a minha mãe Mércia (se Deus se fez presente na minha vida foi por meio dessa mulher), eu não teria conseguido chegar até aqui sem ela. Ela me mostrou o real significado de amar e que devemos transbordar amor, apesar das angústias da vida. Isso me ajudou muito no atendimento de meus pacientes. Sou grato também a meu irmão Max, que apesar dos nossos conflitos nesses últimos anos, me apoiou e ajudou muito nossa mãe.

Agradeço a essa instituição (ao Departamento de Odontologia e a UFRN) da qual tenho que me orgulhar, a atual coordenação do curso (sempre solícita e extremamente organizada), aos professores, em especial Isauremi (a qual sempre esbanjava muito amor e carinho pela nossa turma de faculdade) e aos funcionários, os quais sempre foram muito simpáticos e solícitos comigo.

Agradeço ao meu orientador (Kenio Costa Lima) por ter acreditado e investido em mim, talvez mais do que eu merecesse. Por ter me incentivado a crescer no curso, por ter me dado a oportunidade de ser seu bolsista, de me enriquecer não só profissionalmente, mas como pessoa. Por ter se preocupado comigo, apesar de sua agenda extremamente lotado. Não esquecerei.

Agradeço à minha família pelo apoio e ajuda que me deram, principalmente à minha tia Lúcia.

Sou grato aos meus pacientes, eles são o real sentido da Odontologia. Não somos nada sem eles. Eles me ajudaram mais nesses últimos anos do que eu a eles. Com eles aprendi a fazer uma Odontologia humana, como deve ser.

Obrigado ao meu amigo de infância Eduardo, uma pessoa que considero muito e estava sempre solícito para minha pessoa. Entre alguns amigos, preciso destacar aqui alguns: Giovanni Galeno, Ronnys, e Marla (minha dupla de graduação). Gostaria de dizer muito obrigado por terem me entendido e me apoiado nesse último semestre de faculdade, o qual foi um período bem complicado em minha vida. Vocês me ajudaram muito na realização desse sonho.

E agradeço ao meu pai, já falecido, por ter me dado aquilo que a gente deve ser mais grato:“a vida!”. Acho que ele se orgulharia de me ver de branco.

(6)

RESUMO

Objetivo: A cárie dentária é um agravo ainda muito presente na sociedade brasileira. Portanto

estudos para avaliação de risco em relação a esse agravo são importantes para permitir intervenções específicas de saúde pública. Assim, este estudo tem como objetivo a construção e validação de um instrumento que possa predizer o risco de cárie em adolescentes. Métodos: Construção e validação de questionário, segundo SEPT (Standards for Educational anda Psychological Testing), envolvendo as duas primeiras etapas. Primeira etapa: evidência de validade com base no conteúdo do teste, na qual definiu-se a construção e elaboração das perguntas por uma banca de especialistas e avaliou-se a representatividade e relevância dos itens em relação ao construto por um comitê de 9 “expertos”. A análise foi realizada através do índice de validade de conteúdo para itens (IVC-I ≥ 0,78) e índice de validade de conteúdo (IVC ≥ 0,9 ). Segunda etapa: evidência de validade baseada nos processos de resposta. O questionário foi aplicado em 20 adolescentes de 12 a 17 anos usando a estratégia de entrevista cognitiva. Foi realizada análise quantitativa e qualitativa das respostas. Resultados: A primeira versão do questionário consistia em 18 questões relacionadas à carie dentária, com IVC = 0,87 e IVC-I = 0,67 para apenas uma questão (excluída), logo o instrumento com 17 perguntas foi bem aceito pelos adolescentes, exigindo apenas pequenos ajustes na morfossintaxe. Conclusão: As etapas até cumpridas do processo de validação demonstram adequação ao público almejado. Nesse sentido, o instrumento está apto para o prosseguimento do processo completo de validação.

Palavras-chave: Cárie dentária. Previsões. Medição de risco. Questionário. Educação em

(7)

ABSTRACT

Objective: Dental caries are still very present in Brazilian society. Therefore studies for risk

assessment in relation to this problem are important to allow specific public health interventions. Thus, this study aims to construct and validate an instrument that can predict the risk of caries in adolescents. Methods: Construction and validation of a questionnaire according to SEPT (Standards for Educational and Psychological Testing), involving the first two steps. Step one: Evidence of validity based on the content of the test, which defined the construction and elaboration of the questions by an expert panel and evaluated the representativeness and relevance of the items in relation to the construct by a committee of 9 experts. " The analysis was performed using the content validity index for items (IVC-I ≥ 0.78) and content validity index (IVC ≥ 0.9). Second step: Evidence of validity based on response processes. The questionnaire was applied to 20 adolescents aged 12 to 17 years using the cognitive interview strategy. Quantitative and qualitative analysis of the responses was performed. Results: The first version of the questionnaire consisted of 18 questions related to dental caries, with CVI = 0.87 and IVC-I = 0.67 for only one question (excluded), so the instrument with 17 questions was well accepted by the adolescents, requiring only minor morphosyntax adjustments. Conclusion: The steps until the validation process are completed demonstrate adequacy to the intended audience. In this sense, the instrument is able to continue the complete validation process.

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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO... 7

2 MATERIAIS E MÉTODOS………... 8

2.1 O processo de obtenção de evidência de validade com base no conteúdo do teste 9 2.1.1 Desenvolvimento do instrumento 9 2.1.2 Avaliação do instrumento por meio de comitê de “expertos” 9 2.2 Evidência de validade baseada no processo de respostas 10 3 RESULTADOS………. 10

3.1 Evidência de validade baseada no conteúdo 10 3.2 Evidência de validade baseada no processo de resposta 15 4 DISCUSSÃO………. 17

5 CONCLUSÕES……….... 20

REFERÊNCIAS………... 21

APÊNDICE A………... 23 ANEXO – NORMAS DA REVISTA PESQUISA BRASILEIRA

EM ODONTOPEDIATRIA E CLÍNICA INTEGRADA...

(9)

7

1 INTRODUÇÃO

A cárie dentária é um problema de saúde pública devido à sua elevada persistência, sua possibilidade de prevenção, os custos de tratamento e efeitos sobre a qualidade de vida dos indivíduos. Embora seu declínio seja observado nas últimas décadas, ainda há uma parcela pertencente ao chamado alto risco de cárie. Ainda, a situação de saúde bucal brasileira reflete a grande desigualdade socioeconômica vigente e o difícil acesso à assistência odontológica, decorrente da oferta limitada dos serviços públicos e do alto custo da prática privada para grande parte da população, principalmente em uma minoria submetida à privação socioeconômica [1].

Assim, a identificação precoce da cárie dentária (o qual é um problema de saúde bucal) permite as autoridades lançar medidas preventivas e eficazes por meio de programas preventivos e de promoção no combate à cárie dentária [1]. Para tanto é importante conceituar e compreender a manifestação da cárie dentária, vista atualmente como um agravo multifatorial que concerne fatores necessários (acúmulo de biofilme dentário), determinantes (exposição a açúcares e fluoretos) e moduladores que são fatores biológicos e sociais [2]. Assim, atualmente, a cárie é vista não só como um agravo que envolve processos biológicos, mas comportamentais, socioeconômicos e ambientais, ou seja, desde hábitos de higiene bucal, renda, instrução e onde o próprio indivíduo está inserido. [3, 4, 5].

Mas para se trabalhar com prevenção em Odontologia é necessário de antemão avaliar o risco de determinado agravo ou doença. Dessa forma é imprescindível diferenciarmos alguns termos dentro dessa avaliação de risco em Odontologia, dentre eles: fator de risco, preditor de risco, modelos de risco e modelos de predição. O fator de risco é uma variável usualmente confirmada em estudos longitudinais que aumentam diretamente a ocorrência da doença e, em caso de ausência, diminui sua probabilidade. Esses fatores são parte causal da doença ou expõem o indivíduo a ela. Para tanto, tal variável deve satisfazer estes critérios: estar estatisticamente associado; não ser advinda de erro amostral ou devida ao acaso ou ainda problemas relativos ao estudo ou erro na análise de dados [6].

Já o preditor de risco está associado a um risco elevado da cárie dentária, mas que não é fator causal (como a experiência passada de cárie, por exemplo). Os modelos de risco e de predição são modelos estatísticos multivariados que tem como objetivo identificar variáveis que aumentam significativamente a probabilidade de ocorrência da doença em um período de tempo. No modelo de risco, entretanto, considera-se, variáveis que estejam relacionadas com os fatores causais da doença em questão. Já no modelo preditivo são

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8

considerados tanto variáveis relacionadas direta ou indiretamente à etiologia da doença, como as que não fazem parte da cadeia causal da doença. Em geral, quando a etiologia da doença está esclarecida e o principal objetivo é identificar os indivíduos sob seu risco, utiliza-se o modelo preditivo [6].

Pensando nisso, vários estudos foram propostos para avaliação da predição ou risco à cárie, como o Cariograma®, o modelo reduzido do cariograma e o CAMBRA (Caries Manegement by Risk Assesment), como métodos de identifição e avalição em crianças de 12 anos de idade. Para tanto o primeiro avalia questões microbiológicas, baseadas no biofilme e contagem de Streptococcus do grupo mutans; salivares (capacidade tampão e taxa de fluxo), dieta (frequência e conteúdo); exposição aos fluoretos; experiência de cárie; e presença de condições sistêmicas [7]. O segundo, o modelo reduzido do cariograma, exclui os testes microbiológicos baseados na contagem de Streptococcus mutans [7]. O terceiro avalia o risco de crianças de 0 a 5 anos de idade, assim como crianças a partir dos 6 anos de idade até a idade adulta, considerando: condições que contribuam para a presença ou não da cárie (como fluoretação); condições gerais de saúde (desordens alimentares como uma delas) e condições clínicas (cavitações por cárie, por exemplo) [8].

Os modelos de avalição de risco ou preditivos para a cárie dentária, como os expostos, levam sempre em consideração análises clínicas visuais ou laboratoriais para avaliação de risco dos indivíduos, o que demanda tempo, custo ou treinamento dos profissionais envolvidos. Dessa forma, esta pesquisa tem o objetivo de iniciar a criação de um modelo preditivo que elimine tais necessidades e agilize o processo de avalição de risco da carie dentária em adolescente, tornando-se uma ferramenta importante no diagnóstico precoce de um indivíduo susceptível a essa doença.

2 MATERIAIS E MÉTODOS

Este projeto foi iniciado no ano de 2019, de acordo com as orientações do SEPT (Standards for Educational and Psychological Testing) [9], envolvendo as duas primeiras etapas: O processo de obtenção de evidência de validade com base no conteúdo do teste e no processo de resposta. Esse estudo se caracteriza como observacional, do tipo individuado e tendo o adolescente como unidade de análise. Foram adotados, como critérios de elegibilidade, adolescentes de 12 a 17 anos, estudantes da Escola Municipal Irmã Arcângela da cidade do Natal – RN (a qual se fazia presente uma enorme quantidade de adolescentes).

(11)

9

Dentro desse processo de construção e validação de questionário é necessário a criação de um comitê de “expertos”, os quais foram elegidos por apresentarem formação e/ou experiência na Cariologia.

O presente estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (CAAE 09898819.8.0000.5537, parecer nº 3.305.548). Os adolescentes participantes e seus responsáveis receberam instruções a respeito da pesquisa e, quando concordaram em participar da mesma, assinaram o termo de Assentimento Livre e Esclarecido e o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, respectivamente. Fizeram parte da pesquisa todos que se enquadravam nos critérios de elegibilidade, aceitaram participar da pesquisa e estavam no dia da análise ou coleta de dados. Foram excluídos que apresentassem algum problema de cognição, oftálmico ou auditivo que os incapacitem de responder aos questionários apresentado.

2.1 O processo de obtenção de evidência de validade com base no conteúdo do teste

2.1.1 Desenvolvimento do instrumento

Para a construção do instrumento em questão foi necessário analisar, tanto o tema, e a redação, quanto o formato e as questões relacionadas. Assim, algumas estratégias foram necessárias para elaboração do questionário: extensa revisão de literatura, experiência empírica dos pesquisadores envolvidos, análise “por expertos” na temática desse estudo e consulta à população alvo; além da elaboração dos itens considerando a estrutura semântica e sintática direcionada a esse público alvo que contribuíssem para clareza, pertinência, abrangência e seus aspectos operacionais [10, 11].

2.1.2 Avaliação do instrumento por meio de comitê de “expertos”

Nessa etapa, um comitê de “expertos” (CE) foi criado. Foi enviado um questionário inicial, após revisão de literatura, para cada juiz, a fim de se obter suas críticas e sugestões ao mesmo vigente e que também fossem feitas as devidas adequações, quando necessário [9, 10, 11].

O índice de validade de conteúdo por item (IVC-I) e o índice de validade de conteúdo (IVC) foram usados para verificar o nível de concordância entre os avaliadores. Para o cálculo do IVC – I foi divido o número de “expertos” que concordaram com o item proposto, ou seja,

(12)

10

que o acharam adequado, dividido pelo número total de “expertos”. Esse valor deveria ser de no mínimo 0,78 para ser considerado válido. Em relação ao IVC foi calculado a partir do IVC – I, tendo que apresentar um valor a partir de 0,9 (calculado a partir da média dos IVC-I) para o instrumento ser considerado válido [9, 10, 11].

2.2 Evidência de validade baseada no processo de respostas

Nessa etapa foi formada uma amostra de 20 pacientes de 12 a 17 anos de idade, estudantes da Escola Municipal Irmã Arcângela, uma escola pública da cidade do Natal-RN, selecionados por conveniência.

Após a avaliação do instrumento pelos expertos e experiência dos pesquisadores do estudo, uma segunda versão do questionário foi elaborada e aplicada aos 20 adolescentes por intermédio de um único pesquisador. Esse processo é necessário para verificar a viabilidade do questionário em relação à sua aplicação e a capacidade de compreensão pelos participantes da pesquisa. Os itens foram lidos para cada adolescente e solicitado que respondessem. Atentou-se em verificar expressões faciais de desinteresse que indicassem alguma forma de incompreensão para determinado item, além de questionar alguma dificuldade na compreensão dos mesmos. Ao final, foi sugerido que indicassem algum termo ou que fosse substituído por outro que ajudasse e facilitasse tanto o entendimento quanto o processo de respostas pelos adolescentes em relação ao questionário [9, 10, 11].

3 RESULTADOS

3.1 Evidência de validade baseada no conteúdo

Para a elaboração do questionário foi considerada extensa revisão de literatura e experiência dos pesquisadores no assunto, totalizando 17 itens. Esses itens foram agrupados em categorias (fatores) e com grande parte dos itens com algumas sugestões de resposta (quadro 1). Posteriormente tal questionário foi avaliado pelos juízes. Foram convidados 36 cirurgiões dentistas, via e-mail, enquadrados como “expertos”, no presente estudo. Desses, apenas 9 se propuseram a participar da pesquisa (25 %) e assim avaliar o questionário, inicialmente elaborado, todos cirurgiões dentistas, dos quais 8 são professores doutores de universidades públicas com experiência nos temas abordados, e apenas 1 dos juízes pertencia a Estratégia de Saúde da Família.

(13)

11

Quadro 1 – Nome dos fatores, dos itens (perguntas) e opções de resposta para predição da cárie dentária em adolescentes.

Fatores Itens Opções de resposta

Sociodemográficos

Qual seu sexo biológico? Masculino Feminino Qual sua idade? Resposta aberta Qual a renda de sua

família?

Resposta aberta

Quantas pessoas têm em sua casa?

Resposta aberta

Qual o nível de educação dos seus pais?

Resposta aberta

Qual tipo de escola você estuda?

Pública Privada Qual o seu nível

educacional?

Resposta aberta

Instrução ou acesso a serviços

Você já recebeu instrução de higiene oral por alguém ou algum profissional?

Sim

Não

De hábitos (Fatores proximais)

Faz uso de creme dental com flúor?

Sim Não Consome doces ou

guloseimas (bala,

brigadeiro, bolo, biscoito, dentre outros) com que frequência?

Não consome Esporadicamente

Diariamente, uma única vez

Diariamente, mais de uma vez

Escova os dentes quantas vezes ao dia?

3 vezes ou mais 2 vezes

1 vez

(14)

12

Não escova Você utiliza fio dental?

Qual frequência?

Sim, mais de 1 vez ao dia Sim, 1 vez ao dia

Sim, quando lembro Não utilizo

Você escova os dentes antes de dormir?

Sempre

Sim, mas as vezes esqueço Raramente lembro

Não

Fator de história pregressa de cárie

Você já teve cárie? Sim, uma única vez Sim, mais de uma vez Nunca

Nível de percepção de saúde bucal

Você se considera com uma boa higiene bucal?

Sim Não

De retenção de biofilme Você possui dentes tortos ou desalinhados?

Sim Não Você utiliza aparelho

ortodôntico?

Sim Não

Após essa análise, considerando a clareza, abrangência e compreensão por esse comitê, foi verificado o IVC, representando um valor de 0,87. Já no processo de análise do IVC-I cada item foi verificado para sua permanência, reestruturação, eliminação ou adição de itens ao questionário, assim como as opções de respostas dos itens que a possuíam. Entretanto, apenas a pergunta do item para o cálculo do IVC e do IVC-I foi considerado. Após a crítica pelo comitê, o questionário foi reavaliado novamente pelos pesquisadores com experiência empírica no assunto da pesquisa e elaborado uma segunda versão. Dessa forma o item 8 foi eliminado porque possuía um IVC-I abaixo de 0,78; ao mesmo tempo foi substituído por outro item como sugestão pelo comitê de expertises (tabela 1 e anexo I) [11].

(15)

13

Tabela 1 - Comparação entre evidência de validade baseada no conteúdo e pós avaliação do instrumento pelo comitê de “expertos” (com modificação empírica dos pesquisadores

relacionados ao assunto). Itens sem respostas.

Variáveis 1. Evidência de validade baseada no conteúdo

1.1. Desenvolvimento do instrumento

1.2. Avaliação do

instrumento por um comitê de “expertos”

Questões (primeira versão) IVC-I Questões (segunda versão) x1 Qual seu sexo biológico? 1 Qual seu sexo biológico?

x2 Qual sua idade? 1 Qual sua idade?

x3 Qual a renda de sua família? 1 Qual a renda de sua família? x4 Quantas pessoas têm em sua

casa?

1 Quantas pessoas tem em sua casa?

x5 Qual o nível de educação dos seus pais?

0,78 Qual o nível de educação dos seus pais?

x6 Qual tipo de escola você estuda? 0,78 Qual tipo de escola você estuda?

x7 Qual o seu nível educacional? 0,78 Qual o seu nível educacional? x8 Você já recebeu instrução de

higiene oral por alguém ou algum profissional?

0,67

(deletada) e substituída

Você tem acesso ao dentista?

x9 Faz uso de creme dental com flúor?

0,89 Faz uso de creme dental com flúor?

x10 Consome doces ou guloseimas (bala, brigadeiro, bolo, biscoito, dentre outros) com que

frequência?

1 Consome doces ou guloseimas (bala,

brigadeiro, bolo, biscoito, dentre outros) com que frequência?

x11 Escova os dentes quantas vezes ao dia?

1 Escova os dentes quantas vezes ao dia?

x12 Você utiliza fio dental? Qual frequência?

1 Você utiliza fio dental? Qual frequência? x13 Você escova os dentes antes de

dormir?

1 Você escova os dentes antes de dormir?

x14 Você já teve cárie? 0,89 Você já teve cárie? x15 Você se considera com uma boa

higiene bucal?

1 Você se considera com uma boa higiene bucal?

x16 Você possui dentes tortos ou desalinhados?

0,89 Você possui dentes tortos ou desalinhados?

x17 Você utiliza aparelho ortodôntico?

1 Você utiliza aparelho ortodôntico?

(16)

14

Questionário I. Resultado do questionário obtido na fase de evidência de validade baseada no

conteúdo (pós análise de “expertos” e experiência empírica dos pesquisadores). Itens e respostas.

1. Qual seu sexo biológico? ( ) Masculino ( ) Feminino 2. Qual sua idade? ________ 3. Qual a renda de sua família?

( ) Até 1 salário mínimo ( ) 1 a 3 salários mínimos ( )

( ) 3 a 5 salários mínimos ( ) 5 a 15 salários mínimos ( ) Mais de 15 salários mínimos 4. Quantas pessoas têm em sua casa? ________

5. Qual o nível educacional de seus pais? ________

( ) Pai ou mãe (ou responsável) concluiu o ensino fundamental ( ) Pai ou mãe (ou responsável) concluiu ensino médio ( ) Pai ou mãe (ou responsável) possui nível superior 6. Qual tipo de escola você estuda?

( ) Escola pública municipal ( ) Escola pública estadual ( ) Escola pública federal ( ) Escola particular ou privada ( ) Outra ( ) Não está estudando no momento

7. Qual o seu nível educacional?

( ) Ensino fundamental completo ou cursando ( ) Ensino médio completo ou cursando ( ) Cursando superior

8. Você tem acesso ao dentista?

( ) Sim, tenho plano odontológico ( ) Sim, vou no posto de saúde

( ) Meus pais (ou responsável) pagam pra eu ir todo ano ( ) Meus pais pagam, quando eu preciso

9. Você usa pasta de dente? E qual a marca da pasta? ( ) Sim ( ) Não ( ) Não sei. Marca da pasta ________

10. Consome doces ou guloseimas (bala, brigadeiro, bolo, biscoito, dentre outros) com que frequência?

( ) Não consome ( ) 1 a 3 vezes por semana

( ) Diariamente, uma única vez ( ) Diariamente, mais de uma vez 11. Escova os dentes quantas vezes ao dia?

( ) Não escova ( ) Às vezes esquece ( ) 1 vez ( ) 2 vezes ( ) 3 vezes 12. Você utiliza fio dental? Qual frequência?

(17)

15

( ) Sim, mais de 1 vez ao dia ( ) Sim, 1 vez ao dia ( ) Sim, quando lembro ( ) Não utilizo

13. Você escova os dentes antes de dormir?

( ) Sempre ( ) Sim, mas as vezes esqueço ( ) Raramente lembro ( ) Não 14. Você já teve ou tem cárie?

( ) Sim, uma única vez ( ) Sim, mais de uma vez ( ) Nunca ( ) Não sei

15. Você se considera com uma boa higiene bucal (“limpa bem a boca”)? ( ) Sim ( ) Mais ou menos ( ) Não

16. Você considera seus dentes tortos ou desalinhados? ( ) Sim ( ) Não

17. Você utiliza aparelho ortodôntico? ( ) Sim ( ) Não

3.2 Evidência de validade baseada no processo de resposta

Nessa etapa para uma boa compreensão do instrumento os itens 1, 3, 5, 7 e 17 foram modificados, ou seja, 5 itens dos 17 foram alterados (29,4 % em relação ao total de perguntas). Os demais itens apresentaram 100% de compreensão pelos adolescentes. O processo de validade baseada no processo de resposta, consistiu na leitura de item por item, na leitura das respostas dos itens que possuíam, na análise facial dos adolescentes e questionamento final a cada item se eles estavam compreendendo ou não o item lido. Ao final fora repassado para cada adolescente o questionário impresso para uma leitura final e solicitado que sugerissem alguma alteração ou modificação para uma melhor entendimento e viabilidade do questionário como um todo (anexo II).

Algumas alterações, dentro do questionário de termos como “sexo biológico” para apenas “sexo” (item 1); “Qual a renda de sua família” para “quantos salários sua família ganha?“ (item 2); “nível educacional” para “até que série” (itens 5 e 7) demonstrou uma maior compreensão e facilidade no entendimento do que se estava perguntando dentro da amostra analisada.

(18)

16

Questionário II. Resultado do questionário obtido na fase de evidência de validade baseada

no processo de resposta 1. Qual seu sexo?

( ) Masculino ( ) Feminino 2. Qual sua idade? ________

3. Quantos salários sua família ganha?

( ) Até 1 salário mínimo ( ) 1 a 3 salários mínimos ( )

( ) 3 a 5 salários mínimos ( ) 5 a 15 salários mínimos ( ) Mais de 15 salários mínimos ( ) Não sei

4. Quantas pessoas têm em sua casa? ________

5. Até que ano ou série seus pais (ou responsáveis) estudaram? ________ 6. Qual tipo de escola você estuda?

( ) Escola pública municipal ( ) Escola pública estadual ( ) Escola pública federal ( ) Escola particular ou privada ( ) Outra ( ) Não está estudando no momento

7. Qual série ou ano você está fazendo? ________ 8. Você tem acesso ao dentista?

( ) Sim, tenho plano odontológico ( ) Sim, vou no posto de saúde

( ) Meus pais (ou responsável) pagam pra eu ir todo ano ( ) Meus pais pagam, quando eu preciso

9. Você usa pasta de dente? E qual a marca da pasta? ( ) Sim ( ) Não ( ) Não sei. Marca da pasta ________

10. Consome doces ou guloseimas (bala, brigadeiro, bolo, biscoito, dentre outros) com que frequência?

( ) Não consome ( ) 1 a 3 vezes por semana

( ) Diariamente, uma única vez ( ) Diariamente, mais de uma vez 11. Escova os dentes quantas vezes ao dia?

( ) Não escova ( ) Às vezes esquece ( ) 1 vez ( ) 2 vezes ( ) 3 vezes ou mais 12. Você utiliza fio dental? Qual frequência?

( ) Sim, mais de 1 vez ao dia ( ) Sim, 1 vez ao dia ( ) Sim, quando lembro ( ) Não utilizo

13. Você escova os dentes antes de dormir?

(19)

17

14. Você já teve ou tem cárie?

( ) Sim, uma única vez ( ) Sim, mais de uma vez ( ) Nunca ( ) Não sei

15. Você se considera com uma boa higiene oral (“limpa bem a boca”)? ( ) Sim ( ) Mais ou menos ( ) Não

16. Você considera seus dentes tortos ou desalinhados? ( ) Sim ( ) Não

17. Você utiliza aparelho “de dente”? ( ) Sim ( ) Não

4 DISCUSSÃO

Vários são os trabalhos relacionados a fatores associados ao risco de cárie dentária. Dentre esses podemos citar a importância dos responsáveis na saúde bucal das crianças, em que o conhecimento e prática dos pais (ou responsáveis) podem ter papel significativo, a despeito da saúde bucal das crianças, sendo o nível educacional dos responsáveis um fator importante para predizer o risco de cárie nos infantes [12, 13].

Em outra pesquisa verificou-se se o tipo de escola (pública ou privada) poderia ser usada como um indicador de status socioeconômico para predizer cárie dentária em 411 pré-escolares do município de Catalão, Brasil. Nesse estudo, as crianças da escola pública apresentaram prevalência significativamente maior de cárie dentária do que aquelas matriculadas em escolas particulares [14].

Em outros estudos relacionados a adultos de 35 a 44 anos, verificou-se que o acesso a serviços odontológicos e informações sobre higiene oral modulam a autopercepção dos entrevistados e conscientizam a sua importância quanto aos cuidados de higiene oral, como o uso do fio dentário. Assim, um maior acesso à informação contribui para um maior equilíbrio em saúde bucal e na prevenção à cárie dentária [15, 16]. Embora, esse estudo se relacione com adultos, há o indício da falta de percepção da saúde bucal desses indivíduos ao longo do tempo e a falta de conscientização dos mesmos (infelizmente tardia), o que ressalta ainda mais a importância de se trabalhar e investir em prevenção do indivíduo o mais cedo possível.

Ainda, as condições socioeconômicas são apontadas como determinantes distais do desenvolvimento de cárie, modulando a exposição a fatores de risco e proteção. Dentre esses fatores de risco, podemos citar: acúmulo de biofilme dentário, higiene bucal inadequada,

(20)

18

consumo frequente de açúcares e acesso a serviços odontológicos. E como principal fator de proteção: a exposição ao flúor, por meio de dentifrícios e água fluoretada [13, 17, 18].

Sabe-se também que quanto mais vezes é realizada a escovação dentária, menos bactérias se acumulam sob a forma de biofilme dentário, o qual pode se tornar cariogênico pela pressão seletiva exercida por açúcares fermentáveis e consequentemente menor risco à cárie dentária. Ainda, o ideal para uma boa saúde bucal é que se se escove os dentes logo após as refeições. Outra atitude importante é a escovação antes de dormir, já que durante o sono há uma diminuição da produção de saliva, e aumento de risco à cárie devido acúmulo biofilme durante esse período [2].

Dessa forma, nas últimas décadas tem ocorrido uma mudança na mentalidade relacionada à Odontologia restauradora e curativa. Sabe-se que esses procedimentos sempre são mais onerosos do que investir em prevenção. Além do que o tratamento restaurador não garante o controle ou cura da doença. Assim, estudos para sua identificação e prevalência dão a base para investimentos e para realização de medidas preventivas [2].

Logo, devido à multiplicidade de fatores envolvidos na predição à cárie dentária, a qual se demonstra complexa, não existe um modelo ideal. Com isso em vista, analisados isoladamente, fatores, indicadores e preditores fornecem subsídios limitados à determinação do risco à cárie. A experiência passada e atividade de lesões incipientes são os melhores preditores para o risco de cárie. Em relação à saliva, o fluxo caracteriza-se como principal componente em sua predição (embora seu valor preditivo para indivíduos com fluxo salivar normal é limitado ao ser analisado isoladamente). Quando o biofilme é desorganizado e o indivíduo tem acesso a fluoretos, o consumo de sacarose tem papel secundário na predição de cárie. Ademais, os aspectos socioeconômicos podem apresentar influência no risco à cárie [19].

Percebe-se, assim, a influência de um grande número de variáveis quando se trata de cárie dentária. Isso ressalta ainda mais o seu caráter multifatorial, com diferentes visões e abordagens a serem consideradas e avaliadas tanto na compreensão de sua etiologia, como no seu desenvolvimento, tratamento, formas de prevenção e cura. Dessa forma, trazer um enfoque apenas no caráter dos fatores moduladores da cárie traz uma nova perspectiva de avaliação, além de agir ainda mais no caráter preventivo desse agravo, antes mesmo de qualquer indício ou de indícios iniciais visíveis clinicamente da cárie dentária.

Entretanto, para o adequado desenvolvimento de nosso instrumento (questionário), alguns aspectos precisam ser observados durante a aplicação dessa pesquisa, principalmente na fase de evidência de validade baseada no processo de resposta dessa faixa etária. Alguns

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19

termos utilizados apresentam um teor informal, porém o intuito maior é facilitar a compreensão para que o questionário não apresente nenhuma incompreensão no momento de resposta desses adolescentes.

5 CONCLUSÃO

As etapas do processo de validação até aqui cumpridas demonstram a adequação do mesmo ao público almejado. Nesse sentido, o instrumento segue o processo de validação, a fim de que possa, a final de todas as fases, ser aplicado no sentido da identificação de indivíduos sob o risco dentro de um coletivo e colaborar na promoção de políticas públicas para essa população, sem a necessidade de testes laboratoriais e microbiológicos, os quais além de trazerem demora na identificação desse agravo, trazem custos.

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REFERÊNCIAS

1. Tagliaferro EPS, Ambrosano GMB, Meneghim MC, Pereira AC. Risk indicators and risk predictors of dental caries in schoolchildren. J Appl Oral Sci. 2008;16(6):408-413.

2. Dias AP, Marques RB. Prevalência de cárie dentária em primeiros molares permanentes de crianças de 6 a 12 anos de idade. Rev Interd. 2018;10(3):78-90.

3. Tajra FS, Cavalcante TTA, Vasconcelos MA, Carneiro VA, Teixeira EH, Aguiar ASW. Uso do cariogram® na avaliação do risco de cárie em crianças em um município brasileiro: estudo piloto. Rev Bras Promoç Saúde. 2014;27(1):62-71.

4. Lyra MCA, Cruz M, Menezes V, Heimer MV. Association between sense of coherence and dental caries experience in adolescents. Pesqui Bras Odontopediatria Clín Integr. 2015;15(1):235-241.

5. Sheiham A, James WPT. Diet and dental caries: the pivotal role of free sugars reemphasized. J. Dent Res. 2015;94(10):1341-1347.

6. BECK JD. Risk revisited. Community Dent Oral Epidemiol. 1998;26(4):220-225. 1998. 7. Cruz CD, Venancio MS, Sandoval AC, Bolaños PP. Potencial predictivo de un modelo

reducido del cariograma en estudiantes universitarios de la Facultad de Estudios Superiores Zaragoza. Rev ADM.2014;71(2):72-76.

8. Featherstone JDB, Chaffee BW. The evidence for caries management by risk assessment (CAMBRA®). Adv Dental Res. 2018;29(1):9-14.

9. American Educational Research Association (AERA), American Psychological Association (APA), National Council on Measurement in Education (NCME). The standards for educational and psychological testing. New York: American Educational Research Association; 2014.

10. Pernambuco L, Espelt A, Magalhaes Júnior HV, LIMA KC. Recomendações para elaboração, tradução, adaptação transcultural e processo de validação de testes em Fonoaudiologia. CoDAS. 2017;29(3):2-5.

11. Cavalcanti RVA, Magalhães Junior HV, Pernambuco LA, Lima KC. Screening for masticatory disorders in older adults (SMDOA): an epidemiological tool. J Prosthodont Res, 2019. In press.

12. Mialhe FL, Gonçalo CS. A importância dos responsáveis na saúde bucal das crianças. Rev Uningá, 2017;15(1):13-26.

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21

13. Queiroz FS, Costa LED, Santos KLS, Simões TMS, Silva PV. Cárie dentária e fatores associados em crianças de 5 anos de idade do município de Patos-PB. Arch Health Invest. 2018;7(5):190-194.

14. Piovesan C, Pádua MC, Ardenghi TM, Mendes FM, Bonini GC. Can type of school be used as an alternative indicator of socioeconomic status in dental caries studies? A cross-sectional study. BMC Med. Res Methodol. 2011;11(1):37.

15. Haikal DS, Martins AMEBL, Aguiar PHS, Silveira MF, Paula AMB, Ferreira EF. O acesso à informação sobre higiene bucal e as perdas dentárias por cárie entre adultos. Ciênc. Saúde Coletiva. 2014;19(1):287-300.

16. Haikal DAS, Roberto LL, Martins AMEBL, Paula AMB, Ferreira EF. Validade da autopercepção da presença de cárie dentária como teste diagnóstico e fatores associados entre adultos. Cad Saúde Publica 2017;33:e00053716, 2017.

17. Boing AF, Bastos JL, Peres KG, Antunes JL, Peres MA. Determinantes sociais da saúde e cárie dentária no Brasil: revisão sistemática da literatura no período de 1999 a 2010. Rev Bras Epidemiol. 2014;17(Supl. 2):102-115.

18. Bonotto DMV, Santin G, Montes GR, Ferreira FM, Fraiz FC. Cárie dentária e gênero em adolescentes. Rev Fac Odontol UPF. 2015;20(2):202-207.

19. Carvalho VA, Espindula MG, Valentino TA, Turssi CP. Abordagens utilizadas na avaliação do risco de cárie. RFO-UPF. 2011;16(1):105-109.

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APÊNDICE A

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (PARA OS RESPONSÁVEIS)

Esclarecimentos:

Estamos solicitando a você a autorização para que o menor pelo qual você é responsável participe da pesquisa: Construção e Validação de Questionário para Predição de Cárie Dentária em Adolescentes, que tem como pesquisador responsável o Prof. Dr. Kenio Costa Lima.

Esta pesquisa pretende avaliar o risco para a cárie dentária em adolescentes atendidos na Unidade Básica de Saúde de Bela Vista, em sua clínica odontológica, localizada na Zona Norte da cidade de Natal – RN.

O motivo que nos leva a fazer este estudo está no fato de que se tem observado uma relação da cárie dentária em adolescentes e fatores relacionados a seus hábitos de higiene, instrução, econômico, social e demográfico. Por isso buscamos essa relação para que tal informação possa trazer benefícios à saúde bucal e geral dos adolescentes e para que possam ser adultos mais saudáveis.

Caso você decida autorizar, ele (a) deverá ser submetido (a) inicialmente a um exame odontológico para avaliar suas condições de saúde bucal seguido de uma entrevista sobre suas condições sociais e econômicas e de um questionário específico que pretende avaliar a cárie dentária, tais procedimentos visam uma duração média de 30 minutos.

Durante a realização do exame odontológico e dos questionários - entrevistas a previsão de riscos é mínima, ou seja, o risco que ele (a) corre é semelhante àquele sentido num exame físico ou psicológico de rotina.

Pode acontecer um desconforto proveniente de certa pressão exercida por instrumental odontológico ao se avaliar a gengiva ou devido a perguntas do próprio questionário que possam trazer algum incomodo de origem moral. Ele terá como benefício a verificação de sua saúde bucal, seguida de orientação de higiene e procedimentos odontológicos de limpeza ou restauradores, caso seja encontrado algum problema que prejudique ou possa prejudicar sua saúde bucal ou sistêmica.

Em caso de algum problema que ele (a) possa ter relacionado com a pesquisa, ele(a) terá direito a assistência gratuita que será prestada por estudantes e profissionais cirurgiões dentistas por meio de procedimentos que visam tanto sua saúde bucal quanto geral.

Durante todo o período da pesquisa você poderá tirar suas dúvidas ligando para Kenio Costa Lima, no telefone: (84) 99128 7205.

Você tem o direito de recusar sua autorização, em qualquer fase da pesquisa, sem nenhum prejuízo para você e para ele (a).

Os dados que ele (a) irá nos fornecer serão confidenciais e serão divulgados apenas em congressos ou publicações científicas, não havendo divulgação de nenhum dado que possa identificá-lo (a).

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23

__________________ (rubrica do Participante/Responsável legal)

__________________ (rubrica do Pesquisador)

Esses dados serão guardados pelo pesquisador responsável por essa pesquisa em local seguro e por um período de 5 anos.

Se você tiver algum gasto pela participação dele (a) nessa pesquisa, ele será assumido pelo pesquisador e reembolsado para você.

Se ele (a) sofrer algum dano comprovadamente decorrente desta pesquisa, ele(a) será indenizado.

Qualquer dúvida sobre a ética dessa pesquisa você deverá ligar para o Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, telefone 3215-3135.

Este documento foi impresso em duas vias. Uma ficará com você e a outra com o pesquisador responsável Kenio Costa Lima.

Consentimento Livre e Esclarecido

Eu, ___________________________________________, representante legal do menor __________________________________________, autorizo sua participação na pesquisa Construção e Validação de Questionário para Predição de Cárie Dentária em Adolescentes.

Esta autorização foi concedida após os esclarecimentos que recebi sobre os objetivos, importância e o modo como os dados serão coletados, por ter entendido os riscos, desconfortos e benefícios que essa pesquisa pode trazer para ele (a) e também por ter compreendido todos os direitos que ele (a) terá como participante e eu como seu representante legal.

Autorizo, ainda, a publicação das informações fornecidas por ele (a) em congressos e/ou publicações científicas, desde que os dados apresentados não possam identificá-lo (a).

Natal (RN), _______________.

Assinatura do representante legal

__________________________________________

Declaração do pesquisador responsável

Como pesquisador responsável pelo estudo Construção e Validação de Questionário para Predição de Cárie Dentária em Adolescentes, declaro que assumo a inteira responsabilidade de cumprir fielmente os procedimentos metodologicamente e direitos que foram esclarecidos e assegurados ao participante desse estudo, assim como manter sigilo e confidencialidade sobre a identidade do mesmo.

Impressão datiloscópica do representante legal

(26)

24

Declaro ainda estar ciente que na inobservância do compromisso ora assumido estarei infringindo as normas e diretrizes propostas pela Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde – CNS, que regulamenta as pesquisas envolvendo o ser humano.

Natal (RN), _______________.

Assinatura do pesquisador responsável

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TERMO DE ASSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (PARA ADOLESCENTES COM IDADE DE 12 A 15 ANOS)

Você está sendo convidado a participar da pesquisa Construção e Validação de Questionário para Predição de Cárie Dentária em Adolescentes, coordenada pelo professor Dr. Kenio Costa Lima, telefone: (84) 99128 7205. Seus pais permitiram que você participe.

Queremos saber se você quer participar da pesquisa para que possamos dizer qual o risco de um adolescente, como você ter cárie (dente com manchas pretas, marrons e destruídos por micróbios).

Você só precisa participar da pesquisa se quiser, é um direito seu e não terá nenhum problema se desistir. Os adolescentes que irão participar desta pesquisa têm de 12 a 17 anos de idade.

A pesquisa será feita na Unidade Básica de Saúde de Bela Vista, em sua clínica odontológica, localizada na Zona Norte da cidade de Natal – RN, onde vocês passaram por um exame da boca para avaliar sua saúde bucal. Também será feito algumas perguntas para lhe conhecer melhor e de costumes de limpeza da sua boca. Para isso, será usado espelho de dentista para ver sua boca, sonda (um instrumento de metal para ver se tem “sujeira” em sua gengiva) e escovas de limpeza de dentista, ele é considerado (a) seguro (a), mas é possível ocorrer algum incômodo ou sangrar um pouquinho, mas que passa logo. Caso aconteça algo errado, você pode nos procurar pelos telefones que tem no começo do texto. Mas há coisas boas que podem acontecer como: orientação para ficar com os dentes saudáveis, limpeza dos dentes, e tratamento da cárie ou outros problemas que prejudiquem a saúde da sua boca.

Se você morar longe da Unidade Básica de Saúde de Bela Vista, nós daremos a seus pais ou responsáveis por você dinheiro suficiente para transporte, para também acompanhar a pesquisa.

Ninguém saberá que você está participando da pesquisa; não falaremos a outras pessoas, nem daremos a estranhos as informações que você nos der. Os resultados da pesquisa vão ser publicados em reuniões de estudos ou revistas de estudo, mas sem identificar lhe identificar.

===================================================

CONSENTIMENTO PÓS INFORMADO

Eu ___________________________________ aceito participar da pesquisa Construção e Validação de Questionário para Predição de Cárie Dentária em Adolescentes.

Entendi as coisas ruins e as coisas boas que podem acontecer.

Entendi que posso dizer “sim” e participar, mas que, a qualquer momento, posso dizer “não” e desistir e que ninguém vai ficar com raiva de mim.

Os pesquisadores tiraram minhas dúvidas e conversaram com os meus responsáveis. Recebi uma via deste termo de assentimento. A outra via ficará com o pesquisador responsável Kenio Costa Lima. Li o documento e concordo em participar da pesquisa.

Natal, ____de _________de __________.

___________________________ Assinatura do menor

___________________________ Assinatura do pesquisador

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TERMO DE ASSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (PARAADOLESCENTES COM IDADE DE 16 A 17 ANOS)

Você está sendo convidado a participar da pesquisa Construção e Validação de Questionário para Predição de Cárie Dentária em Adolescentes, coordenada pelo professor Dr. Kenio Costa Lima, telefone: (84) 99128 7205. Seus pais permitiram que você participe.

Queremos saber se você quer participar da pesquisa para que possamos dizer qual o risco de um adolescente, como você, vir a ter cárie.

Você só precisa participar da pesquisa se quiser, é um direito seu e não terá nenhum problema se desistir. Os adolescentes que irão participar desta pesquisa têm de 12 a 17 anos de idade.

A pesquisa será feita na Unidade Básica de Saúde de Bela Vista, em sua clínica odontológica, localizada na Zona Norte da cidade de Natal – RN, onde vocês passaram por um exame da boca para avaliar sua saúde bucal. Também será feito uma entrevista para lhe conhecer melhor e de costumes de limpeza da sua boca. Para isso, será usado espelho de dentista para ver sua boca, sonda (um instrumento de metal para ver se tem “sujeira” em sua gengiva) e escovas de limpeza de dentista, ele é considerado (a) seguro (a), mas é possível ocorrer algum incômodo ou leve sangramento, mas que passa logo. Caso aconteça algo errado, você pode nos procurar pelos telefones que tem no começo do texto. Mas há benefícios para você, como: orientação para ficar com os dentes saudáveis, limpeza dos dentes, e tratamento da cárie ou outros problemas que prejudiquem a saúde da sua boca.

Se você morar longe da Unidade Básica de Saúde de Bela Vista, nós daremos a seus pais ou responsável por você dinheiro suficiente para transporte, para também acompanhar a pesquisa.

Ninguém saberá que você está participando da pesquisa; não falaremos a outras pessoas, nem daremos a estranhos as informações que você nos der. Os resultados da pesquisa vão ser publicados em reuniões de estudos ou revistas de estudo, mas sem identificar lhe identificar.

===================================================

CONSENTIMENTO PÓS INFORMADO

Eu ___________________________________ aceito participar da pesquisa Construção e Validação de Questionário para Predição de Cárie Dentária em Adolescentes.

Entendi as vantagens e desvantagens que podem acontecer.

Entendi que posso dizer participar, mas que, a qualquer momento, posso me recusar a não participar e desistir sem problema algum.

Os pesquisadores tiraram minhas dúvidas e conversaram com os meus responsáveis. Recebi uma via deste termo de assentimento. A outra via ficará com o pesquisador responsável Kenio Costa Lima. Li o documento e concordo em participar da pesquisa.

Natal, ____de _________de __________.

___________________________ Assinatura do menor

___________________________ Assinatura do pesquisador

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ANEXO – NORMAS DA REVISTA PESQUISA BRASILEIRA EM ODONTOPEDIATRIA E CLÍNICA INTEGRADA INSTRUÇÕES

O manuscrito deve ser escrito em inglês (EUA), de forma clara, concisa e objetiva. No entanto, quando o artigo for aceito (em português), os autores deverão fornecer o arquivo de texto em inglês e também enviar a declaração do revisor técnico. Entre em contato com a PBOCI por [email protected] para obter informações sobre as empresas de tradução recomendadas. Revisões linguísticas realizadas por empresas que não fornecerem o certificado mencionado não serão aceitas.

O texto deve ser fornecido como um arquivo do Word para Windows (doc), usando fonte Times New Roman, tamanho 12, tamanho de página A4, espaçamento simples e margens de 2,5 cm. O comprimento do manuscrito é limitado a 15 páginas, incluindo referências, tabelas e figuras.

PÁGINA DO TÍTULO

Título, Autor (es) [Nomes de todos os autores escritos na íntegra, incluindo os respectivos números de telefone e endereços de email para correspondência] e Autor para correspondência. Dados de afiliação institucional / profissional de todos os autores, incluindo Departamento, Faculdade / programa, Universidade (ou outra instituição), Cidade, Estado e País. NÃO INCLUIR os títulos dos autores (DDS, Mestrado, Doutorado, etc.) ou cargo (professor, aluno de pós-graduação, etc.). O número ORCID de cada autor deve ser informado. As contribuições de todos os autores devem ser descritas na página de título.

RESUMO

No máximo 280 palavras. O resumo deve ser estruturado com as seguintes divisões: OBJETIVO, MÉTODOS, RESULTADOS E CONCLUSÃO.

PALAVRAS-CHAVE

De 3 (três) a 5 (cinco) cinco palavras-chave, escolhidas entre as palavras-chave registradas nos Medical Subject Headings da Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA (https://meshb.nlm.nih.gov)

INTRODUÇÃO

Indique o objetivo e resuma a justificativa do estudo ou observação. O (s) objetivo (s) e / ou hipótese do estudo devem ser mencionados no último parágrafo. Evite a apresentação de uma extensa revisão do tema.

Participantes observacionais ou experimentais (pacientes ou animais de laboratório, incluindo controles), incluindo critérios de elegibilidade e exclusão e uma descrição da população de origem. Identifique os métodos, aparelhos (forneça o nome e o endereço do fabricante entre parênteses) e procedimentos com detalhes suficientes para permitir que outros pesquisadores reproduzam os resultados. Os autores devem ter considerado os aspectos éticos de sua pesquisa e devem garantir que o projeto seja aprovado por um comitê de ética apropriado, que deve ser declarado. O tipo de análise estatística deve ser descrito de forma clara e cuidadosa.

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RESULTADOS

Apresente seus resultados em uma sequência lógica no texto, tabelas e ilustrações, apresentando primeiro as principais ou mais importantes conclusões.

DISCUSSÃO

Esta é a única seção apropriada para comentários subjetivos e referências à literatura anterior. Inferências, deduções e conclusões devem ser limitadas aos achados do estudo (generalização conservadora).

CONCLUSÃO

Isso deve explicar claramente as principais conclusões do trabalho, destacando sua importância e relevância.

CONTRIBUIÇÕES DO AUTOR

As contribuições individuais dos autores ao manuscrito devem ser especificadas nesta seção. Use as iniciais para se referir à contribuição de cada autor nesta seção, por exemplo: XXX contribuiu com a concepção e o design dos dados, realizou o experimento, análise e interpretação e escreveu o manuscrito; XXX e XX projetaram o estudo e revisaram criticamente o manuscrito; XXX realizou os experimentos e revisou criticamente o manuscrito.

REFERÊNCIAS

Todas as referências devem ser citadas no texto; caso contrário, essas referências serão removidas automaticamente. Os autores são responsáveis por garantir que as informações em cada referência sejam completas e precisas. No máximo 40 referências devem ser numeradas consecutivamente na ordem em que aparecem no texto (Sistema Vancouver). Todas as referências devem ser numeradas consecutivamente e as citações das referências no texto devem ser identificadas usando números entre colchetes (por exemplo, “como discutido por alguns autores [2]”; “como discutido em outro lugar [1,5,12]”). Por favor inclua o número DOI.

MATERIAIS NÃO REFERIDOS E, SE POSSÍVEL, PUBLICAÇÕES NÃO INGLESAS DEVEM SER EVITADAS. RESUMOS DE CONGRESSO, TRABALHOS NÃO ACEITOS, OBSERVAÇÕES NÃO PUBLICADAS E COMUNICAÇÕES PESSOAIS NÃO PODEM SER COLOCADOS NA LISTA DE REFERÊNCIA.

Se sete ou mais autores, liste até seis seguidos por “et al.

As referências de periódicos e livros devem ser definidas como nos seguintes exemplos:

1. Ramalli Jr. EL, Ho W, Alves M, Rocha EM. Progresso na ética da experimentação animal: um estudo de caso de uma faculdade de medicina brasileira e da literatura médica

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29

internacional. Acta Cir Bras 2012; 27 (9): 659-63. https://doi.org/10.1590/S0102-86502012000900012

2. Gilstrap LC 3rd, Cunningham FG, VanDorsten JP. Obstetrícia operatória. 2nd ed. Nova York: McGraw-Hill; 2002.

3. Basbaum AI, Jessel TM, A percepção da dor. In: Kandel ER, Schwartz JH, Jessel TM. Princípios da ciência neural. Nova York: McGraw Hill; 2000. p. 472-91.

4. Ministério da Saúde, Departamento de Planejamento. Relatório Estatístico Anual. Abu Dhabi: Ministério da Saúde, 2001.

Tabelas: devem ser numeradas consecutivamente com algarismos arábicos e devem ter um título explicativo. Cada tabela deve ser digitada em uma página separada em relação à proporção da coluna / página impressa e conter apenas linhas horizontais.

Referências

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