BIK0102 - ESTRUTURA DA MATÉRIA Parte I I
Primórdios e Fundamentos da Mecânica Quântica
2
- Espectro do Corpo Negro
- Efeito Foto elétrico
4 1
2 3
CT0003 SEMINÁRIOS GERAIS II
Bunsen e Kirchhoff – 1861 F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li ca rCT0003 SEMINÁRIOS GERAIS II
4 He 1868 - Sol F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp liCT0003 SEMINÁRIOS GERAIS II
As linhas espectrais teriam
relação entre si e havia sugestão de que como na acústica deveria haver relações quantitativas entre os harmônicos de cada frequencia.
Discordância de Schuster: As linhas são resultantes de probabilidades. F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li ca r 1
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6 Relação empírica obtida por J. J. Balmer aos 59 anos em 1884
m = número inteiro
Visão quase profética de Balmer:
A série poderia ser generalizada para m2/(m2 - k2).3645,6 onde n e k são números inteiros (chave para a mecânica quântica)
F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li
CT0003 SEMINÁRIOS GERAIS II
F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li ca rCT0003 SEMINÁRIOS GERAIS II
8 = m2/(m2 - k2).3645,6 (angstrons) Série de Lyman, 1906 K=1, ultravioleta Série de Balmer, 1884 K=2, visível Série de Paschen, 1908 K=3, infravermelho Série de Brackett, 1922 K=4, infravermelho Série de Pfund, 1922 K=5, infravermelho k k k k k k k 1 Å = 10-10 m F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp liCT0003 SEMINÁRIOS GERAIS II
Número de onda RH = 109677,6 cm-1 Sendo sempre n2 > n1 F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li ca rCT0003 SEMINÁRIOS GERAIS II
10 F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp liCT0003 SEMINÁRIOS GERAIS II
Radiação do Corpo Negro
F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li ca rA física clássica utilizando argumentos da estatística não previa as intensidades na região do ultravioleta. Planck abandona esses
modelos e supõe haver osciladores discretos luz emitida é
proporcional a frequencia dos osciladores.
CT0003 SEMINÁRIOS GERAIS II
12
Radiação do Corpo Negro
F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li 2
CT0003 SEMINÁRIOS GERAIS II
14 F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp liEXERCÍCIO RESOLVIDO
08 (Lista 3) - Usando a equação de Rydberg e a teoria quântica de Planck calcule a energia, em elétrons-Volt, do fóton absorvido quando o elétron solitário do 4 Be3+ salta do estado fundamental para o nível 7
Dados: R = 1,1 ⋅ 107 m–1; c = 3,0 ⋅ 108 m/s; h = 6,6 ⋅ 10–34 J · s; 1 eV = 1,6 ⋅ 10–19J.
4
Be
+3Significa: há 4 prótons no núcleo (Z=4) e carga total = +3 Portanto: possui um único elétron. Este elétrons deverá ocupar o nível de menor energia, n1=1
Assim, será calculado n1=1 n2=7
Como foi perguntada sobre a Energia envolvida, vamos primeiro preparar a expressão (I):
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F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li ca rEXERCÍCIO RESOLVIDO
08 (Lista 3) - Usando a equação de Rydberg e a teoria quântica de Planck calcule a energia, em elétrons-Volt, do fóton absorvido quando o elétron solitário do 4 Be3+ salta do estado fundamental para o nível 7
Dados: R = 1,1 ⋅ 107 m–1; c = 3,0 ⋅ 108 m/s; h = 6,6 ⋅ 10–34 J · s; 1 eV = 1,6 ⋅ 10–19J. (I)
c =
E = h
= E / h
c =
E
h
= c. h
E
= E
c.h
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16 F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp liEXERCÍCIO RESOLVIDO
08 (Lista 3) - Usando a equação de Rydberg e a teoria quântica de Planck calcule a energia, em elétrons-Volt, do fóton absorvido quando o elétron solitário do 4 Be3+ salta do estado fundamental para o nível 7
Dados: R = 1,1 ⋅ 107 m–1; c = 3,0 ⋅ 108 m/s; h = 6,6 ⋅ 10–34 J · s; 1 eV = 1,6 ⋅ 10–19J.
(I)
E
c.h
E = c.h.
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F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li ca rEXERCÍCIO RESOLVIDO
08 (Lista 3) - Usando a equação de Rydberg e a teoria quântica de Planck calcule a energia, em elétrons-Volt, do fóton absorvido quando o elétron solitário do 4 Be3+ salta do estado fundamental para o nível 7
Dados: R = 1,1 ⋅ 107 m–1; c = 3,0 ⋅ 108 m/s; h = 6,6 ⋅ 10–34 J · s; 1 eV = 1,6 ⋅ 10–19J.
E = c.h.
E = 3,0 10
⋅
8. 6,6 10
⋅
–34. 1,1 10
⋅
7.( 1/1
2
– 1/7
2)
E = 21,33 10
⋅
-19J
18 F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li Descoberto em 1887 de forma casual por Hertz https://www.youtube.com/watch?v=7ZuOKgy6hzc 3
F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li ca r
20 F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li https://www.youtube.com/watch?v=7ZuOKgy6hzc
h
= + Ec
máxE
i= E
f (conservação de Energia) Física Clássicaquantização Função trabalho
Energia necessária para o elétron
vencer a rede cristalina
F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li ca r
h
= + Ec
máxEc
máx= h
–
É possível ajustar na equação de uma reta:
y
=
a
.x
- b
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22 F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp liEXERCÍCIO RESOLVIDO
02 (Lista 3) - Um experimento é montado para demonstrar o efeito fotoelétrico para os metais sódio
(Na) e ouro (Au). Para isso, uma radiação incidente com comprimento de onda de 300 nm é
utilizada. Assumindo que a função trabalho do sódio tem o valor de 4.10-19 J e a do ouro 8.10-19 J por
átomo, responda as questões a seguir.
b) Determine se a radiação com comprimento de onda de 300 nm será capaz de retirar elétrons dos
metais em questão.
1º. Passo: calcular a frequencia ( em Hz) para o comprimento de onda = 300 nm
c = 3.108 = 300. 10-9.= 1015 Hz
2º. Passo: hEc Ec = 0 (pois queremos a frequencia mínima!)
6,626.10-34 . 1015 = + 0= 6,626.10-19 J
Resp: Sim, o comprimento de onda de 300 nm será capaz de retirar elétrons
CT0003 SEMINÁRIOS GERAIS II
F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li ca r 4 Niels Bohr (1885-1962)O átomo de Rutherford não seria estável
Solução em 1913
com a proposta de Bohr Bohr se baseia nas ideias de Planck (E=h) e postula que
para sistemas de dimensões atômicas haveria um comportamento quantizado, diferente daquele previsto pela mecânica clássica.
I – Há orbitas estáveis para os elétrons nos quais ele não irradia energia e nessas órbitas eles estão associados a momentos angulares múltiplos de h/2
II – Só ocorre irradiação de energia quando os elétrons mudam
de uma órbita estável para outra órbital estável e a energia irradiada É proporcional à frequência. E1 – E2 = h
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24 F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li 4 Niels Bohr (1885-1962)Sistema sujeito à Lei de Coulomb: Carga nuclear Z e carga do elétron e
F = K. (Ze). (-e) r2 Força centrípeta:
F
c= mv
2r
e eF
c= F
emv
2= KZe
2r
(Eq. I) ** K = 1/4oCT0003 SEMINÁRIOS GERAIS II
F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li ca r 4 Niels Bohr (1885-1962)m
v
2= KZe
2r
Momento angular ouQuantidade de movimento angular L = mv.r
para haver órbitas estáveis L = (Eq. I) n
Ћ
mvr = Ћ n (Eq. II) v = Ћ n mrr = Ћ
2. n
2mKe
2Z
Constantes simbolizadas por roCT0003 SEMINÁRIOS GERAIS II
26 F ís ic a C lá ss ic a n ão p o d ia e xp li 4 Niels Bohr (1885-1962)r = Ћ
2. n
2mKe
2Z
Constantes simbolizadas por ror = r
o.
n
2Z
Raio atômico de Bohr
r
o= 0,53 Å
quando Z=1 (H)
Número Quântico principal
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E = - Z . Ke
22n
2. r
o28
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ondas de matéria
Mais sobre o elétron
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mvr = Ћ n mvr = h n2
= h / mv
Conservação do momento angular de Bohr 2r = h nmv
36 P2 = m v
P1 = m v Quantidade de movimento
ou momento linear