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Um caso de oclusão intestinal

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Academic year: 2021

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(1)

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José Maria da S i l v e i r a Lacerda Pinto , ,

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«UM CASO DE OCLUSXO IETESTItfAL"

Tése de doutoramento apresentada a

Faculdade de Medicina do PortA

!

V*

Eeva^eiro de 1926

(2)

-r. Qâru . - w . a cirúrgica - Dr. G l i î a^1 Cli; rnani ■ ;o * i ': ro .■3©OOCK LOI M

(3)
(4)

Esta mou traoaȕ tdba vaa m suoa - .o ew outro que ftu. r/iuita deveria tar ah-, ,..>raaantado.

>r infalltudada, poraas., a tipografia onùd a l l a eatayi para .lapriiair arda» 0 00m ausa inoenôio Toi uaatruido 0 ®pu

aturado cte -as raazaa.

Dirarsas «irounatan«naa» alguma aa arua.a iajerioau, gao ua uii novo iraaalno* ï?a$o-o ágorá a t a , VUJ. I inajguifaoauta, 1411a ni tarn aaquar o marita da âa - wis to parfaii.0»

,?ojl ooaarvado n*u tu Jj&oi >rovinoi , ouua o a

um doanta sa faz muitas vazas aptipaïfioialiaanta f>oi

auoaaaaa-- 03 aJ / 1 toa ua jauudo a< i! auoaaaaa-- J i a t o a portou;

am diagnostico taj **o.

A* falta» porôîii taao maia intoxc~ou t ~iao ooto pars tftft t a s a ; foi-^a inain 0 %*

(5)

Átí t< * ­3XO0P' que Zo ae £ ixcsiuslva­

Lt,9 U0 UOï:Uî,­ ■ ■■­

«©*§ gyandea c a n t r o a o. t t l ç a ûa uiarurglû c o r r a n t a , one. naca para í^ua tom i m o r ­ vangâo a a j a coroada >, i ûoamta pode IMJTHÏ

y r a Ú"J.J3J t a r r i « }i aal qLÍ i o c o n d u z i r i a ã Uiiia u o r t a csar» t a .

? a l o c o n t r á r i o , naa paquanaa t a r r a a do p r o v í n c i a , ta..v­ aa re*. ao çasoa, f a t a a a por/aaà o aoauta» á s v i r t u ã a razoei* tta v .• .... , naô podo aer u a n a f i c J

c u r s o i n t e r á t o r i a i

Lliáit...»— lauicayao a i n t o u i a t i o a f wuis

p r e j u d i c i a l nta fttij â qua ta at«J UU OUÇO O d ­"'.­ CJ ­ ­ u i i ' J i s .

: antigo 3 Gasta r a g i a a , fal< na >a, roluiou­ííio uai caso intaraa;ianto auceôido na au a

o l i n i o u ,

I coonta t i n 'do at.. s u a i t a a a n t a u^ t'. tominaas a vomitou; não «raouava.

(6)

7

O diagnostico qua esse c l i n i c o f e z . Toi o di oclusão i n i o a i i n a l aguda, talvaa ua yplyulus. A iatarvengao tor-nava-se argento 9 ale nEo estava tu oondíQSea 00 a fazer.

Úou-aa a prasoray^r de nora au nora, ujaa oolnor ae água 98 qua ia um gruo a a chumbo aa caga a OQÍ4 poucas colneres

daasa rajaáâ..io, o doante ficou ourauo.

Ofereça' dttf&das o diugnoaiico ua oclusãoJ mM o cario e qi!0 aa dá muitas vezes ísalS valor a 0rédito a uiazinnaa desta natureza do qua ao laais axpjriaentado a aoraaitaao medicamento ou á taaia erioaz intervangâol

: caso ua oclusão i n t e s t i n a l na foi uado otoservas aproveitei-o para assumpto deste Insignificante tráfrali do tesa porque tas uaraoau al^o intei*psair$e.

Ante a wè-> de o descravar fá-lo-nei précéder de nas QGn&ideragSea soara a sintomatologia, diagnostico tratamento desta doença*

(7)

J

e l o g i a ­ fcasfciaal poaa r a v a l a r ­ 9D a forma a^uua on orónioa.­

.. n u o o oortajo sint.oia.it .MV; aj uaaou­ *uj . t a i r a suôita u.»

Ua. individuo á ­ uo a n u o a a a a t j por uma oo l i o u vio­ l o n t a j o vautra t o r n a ­ s e abaulado 8 doloroso* tiiapanload

i nauseas seguidas logo, apos, da iranltoa una de a l i m e n t a r a s a p r i n c i p i o se toniuta aa aa^ulua trllloaos dopoJs f o o a l o i d a s . ­ >&o aoustgus assim no

;ltir gazes*

; "ast> ■ ÏUtô Í011

i t i a i n d a s o r i p t i v a l , a Lprs­ X\­;<ii­­ LSVioo ­ o fa< ­ nainai.; J«J iúo» lovaûoa, oliiar se ■> UO rosto a

, todos a$ps fisiom , ■• des afiados geo­ :, ricamente, illo a pequeno, f r e q u e n t a , i r r e g u l a r , BO» vimentos r e s p i r a t ó r i o s f r e q u e n t e s , a n monto .0 ext

j'ai anuria ou o l i g u r i a ; t a l

(8)

vazas fatal.

dix oclusão orouJna a Bintoatatologia nsLû á tão alaraian-t9, arts ïiQui DOT isso a doonga deixa do apresentar gravidade nem de «erujtir demoras qua vão agravar o paûauiWefita*

ilia cria muitas ve/.as jnoortaxaa ae diagnostico, porque a^ sua sintomatologia não e tão evidente a principio como a

da oclusão aguda.

As crises aparecia primeirumen ti essogadaa e COM inter-valos da tampo relativamente longos, para serem aopois oem naraotoriaadaa. -Vj&ravaaia geralmente em aoentos acusando um passado da oastipayao laaia ou manou longo.

Q aoooraan á ti«panisado a um pouco abaulado, ono.ulaçoea períataltioas so pou em constatar am consequência Ò*\m aspa-ste latestJnai. Ou vomitou ntlo team o caracter fdouloiue: são simplesmente alimantarea ou QÍIÍOSQÍJ 9 poda ou não uai

>ala*ãq do gazas*

As crises dolorosas atomaia..,.) um pouco o úoantu qu 89 và obrigado a andar curvado sobre si para atanuar Um

(9)

ia ixÉentji possa ainda axçulsaar fazas tsnto t "ada abdominal, .ou/mien descrava d©3 nto:,.i: l&portantos qua visai confiruar

fiagnóstica de QQlussto I n t e s t i n a l crónica.

daa o ruidd da o lajota,,, o davldç aou liquido

• -,lno a que sa oote:i percutindo arusoar

frjQ)"A:. maolliftai a a taafîissoz

-c l i v o : per-cutindo asta região no aa-cuoito dorsal oa^oa-ae Daga; asti* taacisáaz deslocaras no daouQ.it;; l a t e r - 1 , dando 3à asol l a .

o ao .-j i ? geral do do ont a, ala u«o

ou nada a l t e r a d o , nao correspond antio, por forma alguma,

á gravie ... laaaoí o fáoJ : ; . ,*. r e ,

nao rácios s íxi-stlcoj o i fraq-ta á amplo, santlndo-a na ar >nto das ax~

, a t e .

?or ultimo' ref )rír-nos-ha;io;, as pSetada ~ soo s SOM obstáculo mecânico, qu , nem por íssO deixi

(10)

11

E l l a s suo ûjvicus a psrturaagõoa fimoolonaay i

:oula-| « r a do dntostjno, parailaJUi, ou oontrunturu idlau* ovj-a sintO'.aatolafcia M souoinu Oastanttï á du oclusão varou-doira e do quo t r i u n f a muitas VQZUÙ na trataaaiito a ï t o t r i e o

Don conduzia').

lîxpoata aasirt reamaiu aawntfl a sintomatologia (l'data lâsSo pas'fôfîOfl agoïa a ocupar-noa daa S'UJ pausa».

(11)

;;,»& Ûii OOXUsâ.iJ t . t j à L i l t i i i . —— • j>JJ.U—

O U , , A0*> ijiifi^ik ' - •■. utJUii t'£ U, HQ<J3«i, i J.Í •

U Q p i ' . *

vOiiii^iiii, para, oonuuzlf ­JJ o sou Lrataaaiito, nsjoojisu; Í­J ÒU torna,, quando 0.330 o pOu­

}X, ú3 0oríaln..X" a sua causa* UailSI/tAaa'à^d;4aaftïaaati

A lúaQd jsiiit j ,i ! nos •> u..„r •..ij.f, .>* ai*»

nação i i i t a s t l r u i l ; ttlritto unos o. oau. ijnur 03 upon» >•■■ ííioàXriciaaa o ;*3 oritias», n*<333a iuuda» nativa» a œ» im a ni ri­ . . .>, a ù & e r a u l o s d , a pe£l­ toi uoii 9 < a a anltuiaa aalsj gaj .­

raténç

À I 10 Q X i ' '■'.. U Q V i Q U , a U£3 i

. : ­ ­ ­ ■

t­.ii i oaXctíloâ» ijiliur ■.. ow3

(12)

i:*

A raâjosoopia algaaas infortaaçoas aos >OUJ foxnoo

U333ííi ftomo o axaaa fai-to paio loqua r o c i a i ; quanto a pal-pação i á -aroussao, assas wn^tas iasás Oa pouoo podai* »or-v i r porqwa aia d oras quo o dpante axparimanta, ao sratlou-lu3 Ï o KatoorUnao fïon»ld#ravel 3ap o c t r o i fcaatos ooata-cul 3 noa iiapotíQii da as ofaotuar*

0 axaiaa east o r i f í c i o s hamiartofl paraila nuítaa ¥**éa d ate m i n a r »»a oclusão por nornía o o toqua paginai poda revelar «É tuuor quo provoqua a oõluaao por oowpraSaaó.

3a a sintomatologia so teaifa#ta d'uaei uianaira araaou. A intansldauo qua c a r a c t e r i z a as f ornas agudas, ua-:oa inolinaa-aos paará, úa éstrangúlaaôritoS tfâi vaivuius ou i invaginação.

Ho 9|traa^«laaánto in ta m o , oapooa a SJU favor as «iri-sas doloro«iri-sas, inten«iri-sas, os vomi toa qua sa w n u t i

raplda-►nta f e c a l o i d o s , o l i g u r i a ou anuria a o colapso oô po­ tensa*o a r t e r i a l *

A fixao/ao a distensão anoraaes d­*u ia ans..* i n t e s t i n a l , traduzindo­aa a r l s t a por IU&J, assimetria do vantra a a

(13)

l<i

palpação por uia auiaauto û$ re«iatenaia, BQÍ] ,JÍ-nal da von Wani, quo veia ajudar a Çorsar o diagnostico. Quanto á natureza do oai,rangulaaento, apouaa aos po-103 susear aia probabilidades.

3o 03 antecedentes uo doente revelou uma operação abdominal ou uma péritonite 4 i/tulto prov ..-■-■ ■

d'uia estrangulamento pooct orlda; se elle S portador d«j lablo leporino, dwaa ectopia testicular, pocïduoa pang n'«u diverticula da Meoxel.

ses de obst-rugTIo intestinal noa cólicas, guando sobrssfeei os fenómenos bruscos se oclusão o abaulamento do ventre apresenta uma assimetria evidente; q colon aetoorisadQ n'iim certo ponto, aprasanta a /aala umajaliene ia inovai,

saia ondulasses ijarastalticas, reaultaoo da distensão o fixidez d*essa parta do intestino; dando uma resonanolla metálica á percussão, o que oonatltua o sina»! da iUwul: ■podemos nono lu ir da existência d'um volvulus.

(14)

lo

Á invaginação, ftoquento na itíTanoia» como acima

dia-SOMOS, ao os antacodoiitoa tiúi* revaiaco ^.e^ot»

ouoo-Banguj.-nolentas, sinal do oruvailhior, o o? notamos algumas vo^es u.-.i tumor moiâ, mais ou monos mo vol, na fossa iliaoa mroita.

Os elementos qua nos fazon pensar no canoro como causa 4a oclusão intestinal, sao a idade do individuo, o aaag^o-nláônto, a fiei pál&a do roa to, cri aos alternadas ao diar-reia 9 const i pagão o BtolOJla* À palpagao s o toque roo tal podem rovalar um tumor.

Ma oclusão por cálculos 01 liares, ou' amendantes no-pat 1 cOs ao doente, colinas s ictericJa, poûœn-noa levar ao diagnostico tia causa.

(15)

16

.§aàa $a Qoluaao — i% seda da >fílntíão íúi^Qi^inaà í varia* val j ', ■/ ..r.' aaoâ oorfesporidQ u v ^ r i u j j i i ­

dada de 3into;­! santa.

sua ­ torna­ ; 3 i­mpo /

da axploragao qua aapraganiioa ( aof palpação, percus­

são, i n v e s t i g a s s e da BHÚQ da dor, aão fraquantaaanto Inau­

r.1 n í e n t o a ; o axarao paloa r a i o a X oocia­noa p r a a t a r aqui a l r guns aarvigoa: o oiai­iuto aouaula­ua aniua do o o s t a c u l o .

ia anooi d aSdoiiian unifomariunt J aaaulado, (Hâtan­ ts ido noa flanooa ; s l d aotaori3£ia doa aolona aaoondaííta a uas­ Oijndanto, a oiimaswla d i s t e n s ã o ou qaad.ro : ia Lartgiar, a oo_ suo õov) a s t a r no r o o t o ; sa o abo on an s/a apxaaentá aDáula­ do na ragiSo p a r í ­ u t í a i l i o ; , I a obstrução t a r a , t a l v o x , a sua sida no I n t a s t i n o delgado.

Soa parlados i n i n l a a s a ­palpação poda dar algana r>­ s u l t a d o s ; a s a i ta por a l i a podeaos c o n c l u i r qua, ao o ooe o

(16)

17

a s t á uâlataf­lo, s i na fou sa i l i a n a U . T O Î I soiisi.atà a

pras­.3ngu àe ma tumor ci i atendi oo, sonoro, a OOluaao fc«?a 3ua sacio no ín$dsil] O J J O ; ­ a 06lua*£o no oolou ù­j^oon­

; nonaJ ..arável û3 toei;) g ifitastlno grosso, tua fonaa rço

tio 3 , .,aùo; ae fjistú ao naval ua n'oeaua o i u ­ llgàûa reiá ciálatuuo, aaruio uiaa foraa fclafcosa abdomen; const ■ .;• o d î n a i 6a XBrnlj; uaïsta a» cou trangeas eiolor o i i i t t s t i t t o f i x ; ,

...rgolajo.

0 o&atanulo ocup; ­ fliino uol^auo aã foûysaa 113: ■• ra mtaja­s9 fJLani< J V J Í B .

A l i u i t a g ï ï o o . »m

l a e / I ' : C ÈltO OUtid j l a O U l O

tara a i i) poda­Me nofci r UEI a

deulo^a <• . a uo uoento. á axi3tann: d»uér darraïaa sVro­ûamatlno 3 lndieahdo

a sua uo mtOiîîilîio usx^aoo» Á <jòr oorroapop.t 3

(17)

« ■ » - — ■ > • *

Tauoa a s s o s t o on slajaantoa 3 U f l o l o n t a a para. c > SQÛ8 CM; i ^ w ^ aintonat ,J l l u i A U j u i U U t f 0 J U i a X i UvUa C J Vil 'J » / XI •tá íí ' J S -, »- r A l a s a o sju.fl <;o.. s— a p r a s s r i t a • a ^ l a a 3 . fcjtonífca» locUivia, r i s a t a , o àõarvfca ovaoua taaia f raquant J~ îïiHivj 9 a r a t a n ç a o doa ^ a z e a nao e t a õ a k a o l u t a j a aoi rjaraJLisarrsa r.. ; i u j & 1000 o a d d a iisas itii

a i a ï'i­ raaajlt ! >ntXaO£Û6S p a r i a t ^ i t l C l i i B j Otí P( Lr Coa pod aw iiuo Í )] „ i ï o o a r a c t o r £ l o a l o i d a , aando a n t a p o r r a o a o a , o o n a t a ^ u n u o ­ a a uiàm d i a s o a ©lavarão Ua t&apar t u . .­. o o l u a a o sa 1ÚÍ0 anrsontra.

(18)

19

-r- BUJ ãl~

to uos rlftooa âu Mites i : tia* A ansa i n t e s t i n a l situada

ml .^jiij'j no tntoatino, ponatrasi mx torrent s rotsul-tuarda far;;; ! tat a i l as fecaas, .■

Daqui rsauita a intoxicação do a ,, ,, cju<

raj te»

r. t s racaar a

t.inal, résultants tts lo du pared a.

Sá laaior parta day vo/.aa, nao «orça por pa- infecção îsterca

i pro&aaJlld , :> daerescand ■. >,

S3 devs pare Lntarte i o i r u r g l c u I&ip5«?

Tz_ Lk2. ~ ji»s:i yroiJQuya ti'u- uoent . atacado da rólati

intestinal seriaraos tautados. aa princípio, a prescrever purgante.

(19)

s,x nlinïna d ' â l d a i a , a t a n t a a auitai} v#z<»a aa d l f i o u l ­

l o s t i o o , o qua cíiaíoa a atpngao a a fua o <J03îïta sa quoixa. Todavia e s t a laadioaçao rarêulta

iri0f larlgona; r>arùa­aa uia tespo preoîoso» çuan­ oo outras "îiaJoj a0Vlj L'T*

a s t a r o o r n l j u ^ t î f i f i u ma t r a t a ­ , niant ! Ino, ,JT" ^jcroYa­3­3 rmtilo o òl«õ cîa rinlnos ara pa­

s s o s , durante ò d i a , a ao aastao taapo o a J a t a r a j d* ­, nom o f:im de âaaagragar as l a t a r l a a fenaes.

ïaultaa yazaa 0 r a s u l ­ So r i c o r r a ­ ó o a 1 wa

• 3 l ? n ' , r 1!v;.

A primeira nçinsipté o;a t n j a o t a r Cariou l i t r o s U (Ui­ rptlrio @ topido*, polo r o c t o , por laaio d'uiaa sonda pro­

jr.it, dó '.iodo qu,ï, ïsn ■> u;;ia pr<*ssao todiSt, j i l a par".. uaa tarta do i n t o s t i n o .

39 a prassSk t ô r grand», o o r r a ­ j a o riaoo de provoo a ruptura do .1nta3tlno.

(20)

a I

DO:

l t o n i v a l , 1 0 i l onagar. •la

r r U a i u j , neia òer nocivo

, a z e i t a , a

Um i r r i g ã d o r , de r,api ;

I l t r o o , uma a {rossa 00 cíantnhuo ou taeai a­3 Far. fervida, t o p i a a , oía o nenesaai

0 . ido introduzi y o s expulso mais ;~>,a œerios rapi

de gazes reel d a s ; no 1 • , . . . ' ' TSratío.

0 d i s t a r s l a o t r i o o ,

rsadô.» porque ele axjlge instrumental próprio 3 uma c o r t a p ratifia.

(21)

'd'Z

0 sou fita 3 fazar nQnx.ro.aiT aa paraua-j do inta^clno,

por uma aspici o GJ ;9ta qua u parada asdoialuai. ine transmita, por íaaio da ULÚX oorrenta e l J o t r i o a nua a i r a

-vaz d ' a l l a passa.

?a*a i s s o oolooa-aa ma largo alaotrodo, anvolvido ma pole do oaaurya 3 molhad .. ara agua salgada aw pontos mw sivos da parada a&domlnal a n t e r i o r ; osta alaotrodo a l i -gado ao polo na^atlvo ú® uma uaonina alaotrioa a vaa-sa mudando da cinco m cinco minutos.

Ao pólo positivo asiá ligado outro oláotrouo c o n s t i -tuído por uma grossa aond^ tio ^paa oca, dentro da qual astá uma hasta .natalina a qua sa l i g a CQÍ*Í uni fio ao polo

p o s i t i v o .

iiataralKiíSTita a sonda òca co 02 , contando agua salgada taplda, por ttaa tu su lad ura i a t a r a l

HO iiioïiionto da oparar, aslanoo a cojnt .ustto dorsal, ooiíi as coxas afastauas o f l a o t l d a s , i n t r

(22)

no i n t e s t i n o a aonoa, o stale longa poaaível a upliou-ba 30'ara a parada aadoi/unal o lu; -atlVo, oa-tando o graduaaor du oorranta uo saro. > in-j a n t a r lant- tda, 9»%an i i r r i g a t o r baixo, qua yaa narrando dw . . . oparayao, auquto passa a c a r r a n t a . l a t o tew por f i a fa^ar oxeroér a an-gao da oorranto alootrloa go&y áaapo raala vaato da parado do Intoatino» Apd*/, l a t o vaa-aa amaontando pro«7 alva&anta a Intanaidada aa «XJX a w t r i n t a ou

quaran-(alllaí^pòro: . o tíoanta o saportari

ÂO fJ ií .tnutoa, oolooar rutuor no zaro a .invartar a oorrante; o no fin 4a alguraaa laanooras aa-mallianias, ao"orava» á-9* vazaa aulaaao da gaaa.-, a $aá aa •39gua uaa avaóuacao nonaidaravai da fazas.

ata trataiaanto pala lava^aa o l a n t r i o a a partioular-manta indicado nas ooluaÒ"as p a r a l l t i o a a a- na ooatruo^ a a t a r o o r a l .

(23)

**>*&

rosarvado o a t a por vaza. mi.ru muloado ( u á j u r s ) . Os métodos cirúrgicos pura o trataïaantû da ooIaaSo in-..inul coiií3.i iapuratoaia, anus oontrunaiura 2 onterostoiaia.

Taeia por flia todos restaooisoor u pax i n t e s t i n o .

A laparatoiai. o paru cão gray- vara fcantõ a&lo-rëa prooabilídudos da oxito quanto Liais pranooa ala for.

0ndu7J.r~nas-.na muitas vazes a dai . ilo ao curso das fó^oj. Todavia este 1 m ora sa cmoontra, s então a laparatomia peralta ban UtfcU noa rei Qa •> duma parta do Intestino Ou

la parai 1 lia devo tôdlana; a incisão dav ao

) puPis, o, ma ouso âe ftacossidad*,

graentada; a aParauea do paritondu deva ser pxuHoaéo o as laaioros preoauyoas, nao ra 9la a s r i r uiaa assa do

(24)

Abarca "a oavidau i >oû#->s.i depurar logo t;-o t;-obstácult;-o.

8 asta ouso, toaavia, nlïo á frequente, aendo atá o raais r a r o . £9 nanaira qua sa torna necessário, quando i;

explorarão ooia a taão da massa i n t e s t i n a l não dar i t a d o , examinar o tubo i n t e s t i n a l por sigaantos sucaíssivos, o qua

demanda -um carto 'tampo.

Jista exame a muitas veies dificultado paio iiatoor.i.. considerável das ansaa i n t e s t i n a i s , sendo naues3ar.'o aava-s i a r o i n t e aava-s t i n o do aava-seu conteúdo gazoao por u»a pequai

oisao praticada no seu borco l i v r e , isoto pronodar torna-sa'também necessário quando se te.. p a

evlsoeragíío total» que consista eia e x t r a n i r da OQ

abdoiainal toda a laassa i n t e s t i n a l , dopojj da u a iu-oisão qua vaa do apandice xifoiaa ao pubis.

Desta forma as lesoas saltaiã a v i s t a iauitua vasos, pou* pando' assim uai tempo precioso eii inve.at%at,;Õ3S.

(25)

o-38

a s

•apura nom uaa srida, secciona-sa esta prudan-temente, sobra o aedo on sonda «anula 9 fàx*#t a sua ax-oisao.

Uffla parta do api pion, 0 apanciice cecal, ua uivertl-ouio da Hachai, quando suo causas de oclusão, amuam OQ

orida G .iodo de proceder iaentioo.

guando e um .nil qua interrompa o curso uus rezas, proourar-sa-ha reduzir prliaeiraraanta a nernla por trac-ções suavas; sa isto faina ûe?«-#a anta. o uosoridar, tendo o cuidado aã avitar os gt ignitas reze

esoondoa n»uiaa praga aarosa»

> d3 âa deparar 00a u« volvulus, aa qua o in-testino está torcido sobre o eixo do seu oesentarlo, 6 á dostorçao m que sa deve recorrer,

Tara grande importância o conhecimento do sentido d tor3ao qua 11Û.0 á sempre fácil de distinguir, a qua iauitas vazes a dificultado paio >risiao.

(26)

?rooadar~,i.>-a t?rooadar~,i.>-ant?rooadar~,i.>-atjv?rooadar~,i.>-a?rooadar~,i.>-a â&?rooadar~,i.>-amp; dâ3í », VOJ':;- .TU cjua lado & ansa

u-iiatofroe saut'rosistanoia. A «lostorg'..O Û&VQ aar faitu, 3

í.L«XO *Ji.i « U-»0 vOQ.0 O JtOVCIXO CU3 X<JrJi«^í^3

* :

puxando por uua ao. JSsta ia&nobra i d i f i c u l t a d a pala. In-f i l t r a ç ã o ao p odiou lo iasa e n t é r i c o ; \àlm títlsao

contra, q i sor as raoidivas fraquontas*

guando sa oouaagua destorcer o i n t a a t i n o Ua-se uma avaçuagao aapontanoa a i gazas a a a t a r i a a i$qui<Uusj a

asvasia-^ idahionto, tornando*aa at»- . as f á c i l a au.x raintagraçjao na oavidada abdominal.

casos «aia fraquentas Qé volvult

?rooura-ao a v i l a r a raciOira praticando a iixla,« consista &m raunir o a»«ooolon i l í a c o parto da sua

insarguo no i n t a a t i n o ao oarltono ias aata wtèao nao á . . n u a segura òo r e c i d i v a , A raaaaog

d'uma parta do i n t a a t i n o ofarooe aalnora. do i p r a t i c a qua tao&aia i

(27)

Lando-sa - Lnvitj o, aas Is frequents na oreaaga, procederemos á reducgao i s t o a, á daslnvaglnaçao, sa a aainftu a a parta ínva^lnada apresenta.» c o n d i d a s ao Vita#;iidade.

Proceder*-se-^iiu eira suava, por axpre;. <ro-grosjiva da ansa qua serva oa bainha 9 I ;ei-ramanta tansa a purta ínvaginada, nao Kxarcsndo trucgâo sopre 9la* Soi lir-se-toa muitas vazas Taxar a reducção.

Si a parta Invadi nada ntío apresenta oonui^oas ue vita--«H idade sufi»' 1 s i n a i s de t s f a e a i o , on

,]á. existam aderências nas paradas du- parta que sarVe 1

toainha e da parta inva^-inada, dava-,

tndd d i n t e s t i n o esta QDstm 1 1 calculo, ! « sua ourada, no seu Poruo l i v r a , no santiuo lon-iioinal, soara o calculo, uepoj >Sstaci 3 • curso das fazes, anima . .ixo ao calcula; a noa tia

Çu proourar-so- nctrabir o calculi/ cimentos oásoulo,a, am seguida, suturar a parado.

(28)

39

i p r á t i c a s regú* nn oaao &»tru! sor devida a usa Slooo focal endurecido, ua novela

á s c a r i s .

Ho caso de tiíiogíto a ar deVida a u

var-3e-na p r a t i c a r ursa on toras tarai a ou ua au >ntra-n; 4'oura.

EÍJOS teea por f i n fazer uaa ûrmu* , 1 .

, praticasse por via da rd. i l i a c u direito. i - s e u t í i i s a r qualquer a i n t e s t i n o ,

Consiste sra fazer inia inolsSo cia coroa de < motros ao ria cujo ruão cor. meia á

i l í a c a auto ro- su pari or dels dodos de distancia ( Pejta a irioisj'lo da parede

distendida a fixa-se á parede por quatro pontas,

m o r s o i s , dois á dirai t a , outro o dois luerda a doi

COíill «iBUr^lij » 9 QUO

(29)

ao

(guida o lnt.04t.lno, que daix^ pausar gazes o matarias fanaos, a aepoia cio ao l i a p a r stfturafiHaa os l á ­ bios da i n c l s á o ■ .„oy í t a l o s da ínotaSõ out noa, f e i t a iia parada abdominal.

­íntoroatoiíua t sua Jnúicay q qu; ido a ntCo pode

efectuar uma laparatoraia imedlaia; fóraa* o o r t a n t o , tu darltfuQlïo totiporarla as mater.. »s.

lo c o n t r a r i o o anua contra­: croar r>~ rJvaQao d e f i n i t i v a .UipocJndo qua as lo JO_

guante da i n t e s t i n o situado inforiormant­:». Saí icaao nos casos do oastrucgao cancerosa das ultimas

I n t e s t i n o .

l i l j podo sor praticado n'u ,io qualquer do in­ fcaatino, Gora./ >, Q lugar fèooiliídb i i j ^ l l t a o a osquarda' a o o , . m t ^ u n o i n d i ­ cada para essa Intervenção,

(30)

8ap3raga p a r ■ , p r o o u r a ­

«aa p a r a f a r , . tie a& ■i. atraVOZ UU J ? f j .(a­ j j j y^ '(, H s a d a rè.2 do a e s o "­óion, a mii f i c a p o r t a a ­

t ú l m i l a r a ijioiaSo d . Mtíiiali nas axti •­ .; uey^a iiw «ao <toi« pantos t r a ­ il j r .

î ■■ ■ aj 10 horafli

I n è â a â o t r a i i ; u t ,>r.v.>~ t r i g 3 ao f i g <JQ s s t s ­ r­.3t.j ­ l a a t s quo s o r r i u paru a u a t e n t a r a OJÍSJ.,,

paao ! ■ t a r oe f a z e r tu sent*, sp«

Bi ­. .. linu.i ao par) I ,i.pon 5 / r o t i o o por ­

s a r a t r a v o z $a tunj u a o u l a r .

atravosaaaos da nada Ia< a t o au

(31)

•>£#

qua la • w fanuas para p sesœnto .ior.

i i n c i s ã o u toi, ija-i^ci a i u t a i v

JU^U*-as féaoîî pu ru o e x t a n o r .

Aoontaoa por vezes, ©noontr.'.ra: - -. 4 r a i au onlusSot zonas 0,a oafanelo. 3a I una plana liu.UaCuf ou u ^uana

parfuraguo qua sa anoontra, a luta; ao lLaUasa a r a s -3ânyaa dessa plana ou uo uvivuiaonto dos ooroos da par; ragâo, fazendo am segttiiiu a sutur loaan,

A*3 vazas, mesao, quanao a zona Í H O r>* duvida ou a parfuragao multo pequanu, asnonde^-uó estas por moa sutura ara Poisa.

Q,uundo o esfacelo á mm&ldaran&l, quando ex4

íurufioas múltiplas, mor a fazer aarú ressacar toda assa parta altaradu, lutarassando, todavia, á ;n^uo ima parta do Intestino yuo.

(32)

HH

Depois de iuaa liiapazu cuidadosa do fooo pro«auar-aj-,na á auterorufia, u niio oor am oasoa ãa akt* ravida

Ï a raslatanoia do doenta aataju. rouuzida ad a i n i a o , por-que então, ciotao ãQ dava procacior q uaaa ur^ rti

s í v a l , 03 doia tápõ? do iniojftl&o aanio fixadoa a pax r< abdominal,, fazando-oa oomua^flár ooa o gxifóior por doía

tupos qua 3a JTarSo amarar pelo angitla Jnrarlor da iwvir aao :...!uoainaI, desempenftuiido a. a a; aâfao para o fcsooaáa&to d a s f a z a » .

(33)

«togai­vacao

Á . P . , K3 : ., tí«í Castro Da­ire.

■JOOOOU ora 30 o i EsU llfòS.

queixava­je uj uma r ó r t e uòr no aodonum, Í\O-J Ção tornava maia intensa*

Apraaantavu fcimpanlfeo 9 aoaúlanuuio da ro..,,i ao supra­ UUDJ l.lOai»

­>^uíí!xaVi*­­íS<3 ainda u9 obatipa^aoi ■ ­ saxee p >— l o s anus e sá.fl"3ntia alt;uí,i a l i v i o quando cinna uiguiaa*

srii'

Apresentava uia t a d'aiinjedad.s, o pulso ara régulât s i s ) ; não f a z i a temperatura.

o t l m i t o s .

s seua antécédentes* navia a notar utaa nònát croiU^:t* ag evramàaçoes era? a pjuo­Jaa, o&ty­ . seguindo auaai o x p j l i r as«

(34)

Pa rant Lu o O x ' 11 3108Í.ÍOO UO OOÍ.U­ s a o , aí£a«3i K U í J 9 0 dtí ) >.;o aodnta a oostlu ,rj tit. f r i a coa a z o i t i 9itc )f)XlSO H ' . a s s o a r i a âf g á z a a , pj i ■Onto 0« ­jUO 9StO, M!Í'> a

ft ,.QÍtU: I l l a t 0 3 10 U ­.a:­. ... ■ L • O I riou ourv ­v­ iúa o jnno .•;■ au: í\ tília DO». s q u i n t ­..air ■■.•■­. ­­ ­'■ d o l o r ;~sa ontuo a m a a o m i flo d t e r m i n a r , ao ftortro, lua! a sraa

(35)

36

t fana d ' i s t o , ráaolFou-aa i n t a r v i r oirurgiouiamta. Fol a antaroijtoài.v a /> pórqtfâ sa aptou, nu ÎQÏ~ sa iliu.''.t* d l r a i t u t . >rutloîiû~u óoja tanta irJTalloJLûaaa*

\ÛQ não roouïtado QUO ara para ûasajar*

?Jrtïou-*3a iia a^oji'/cutivu.

0 pulso continuava bpa, o âóant .. tOíaperatiura» conservava o apavlta.

BÇ>iá c i a s óapoiw canta^ava a expulsar fázas pala >rl£i-'no pratjc i.co.

Qoaaçava porasi a sQiiuáa ioa» yaouruíà . >o

quaray asfcar >ra a beoirir* x

/91o ouc.. >rostiiÇao qua oaua /az aa ao ils» ., u l t a r a r - u a , o pulso a tomar~sa masjUiano 3

fara-quante, as ÛOTQQ alíâoaln a i a In^ònsiflnarasí-áí»,

so^raveio-1'no o l i g u r i a a aa sagaida á ura vomito faoaloid.? aau Ba, o âoanta f a l á c i a .

(36)

37

A autópsia que s# fez por sua expressa recomendaao, constat avara-0 a lesões de péritonite crónica © uma brida fibrosa a estrangular o colon descendente na itta parta superior.

Acima do oDstooulo encontrava-oo o intestino grosso consideravelmente dilatado aelas imitarias faoaoii.

Este doente apesar da aconselhado» nao st quiz sujei-tar a ir para U H meio onde mais jf ioaziaante 'pudesse ser tratado, ea virtude de razoes der varia ordeia, taes como, falta de meios, incomodo? da viagem, preconceitos de fa-iai lia* etc*

,runte-ao a isto a deficiência de material olrur&i'jQ , de condições necessárias para mau operarão e tatadam da reduzida prat.ioa cirúrgica, que se encontrara nos

reduzidos da província» onde se nao val ;>iais aiem do que

se yoûQ, a taramos assim a causa de imiitas insucessos de lamentar.

(37)

:36

Muitos do an ta s pala3 r a ^ o s a c o s t a s rôfl t>ra-tar-^a» £ o lííáuioo, a. quôîû o t> ifésJ I ^ùaga

para i r v i s i t a r oa doantas a ois,. aôníidarâ^is.por iiiitua nuoiinnoû, sais as Cl.os ^uaûësi '.ï.3airoiitniïo

i tanfaeia a uiao 03 raouraos a a pratioa qua la ..

CIX'UA»

Lirai.ao ao pou«o que pááíí bonsaguîr o qua awitas ta-pies ,]á nao o pmmo.

Referências

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