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(1)

ÁFRICA

ÁFRICA

DO SUL

J U N H O 2 0 1 3

INTERNATIONAL

SUPPORT

KIT OF

KIT OF

OPPORTUNITIES

(2)

Estrutura Sectorial

C

é i I

i

l Bil

l

P

l

O

id d

Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades

Apoio à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium

Oferta Internacional do GBES

Contactos

(3)

ÁFRICA

Ambiente de negócios e factores chave

A bi

t d

ó i

DO SUL

Ambiente de negócios e factores chave

Ambiente de negócios

Facilidade de fazer negócios 39/185

(Doing Business 2013 ranking)

Protecção dos investidores 10/185 Comércio transfronteiriço 115/185 Cumprimento de contratos 82/185

Pretória

Liberdade Económica 74/177

(Economic Freedom 2013 ranking)

Competitividade 52/144

(Global Competitiveness Index 2012-2013 ranking)

Bloemfontein

Requerimentos Básicos 84/144

Infraestruturas 63/144

Instituições 43/144

Potenciadores de Eficiência 37/144 Cidade do Cabo Inovação e Sofisticação 42/144

Cosec(Risk group) 3

Classificação de 1 (risco menor) a 7 (risco maior)

C it l P tó i Ofi i l i

F t FMI B M di l COSEC W ld E i F Gl b l H it

Standard & Poor’s (Rating)

(Classificação de AAA (menor risco) a D (risco maior, default))

Dívida longo prazo em moeda local

A-Dívida longo prazo em moeda estrangeira BBB

Outlook Negativo

Capital: Pretória Língua Oficial: inglês

População (Milhões): 51.2 (2012) Área: 1 221 mil Km2

Tempo: UTC +2 Moeda: ZAR (Rand)

Tipo de Governo: Democracia Parlamentar Nº de Províncias: 9 Religião: Cristianismo (maioria)

(4)

Indicadores Macroeconómicos

Indicadores Macroeconómicos

2011 2012 2013E 2014E 2015E

DO SUL

PIB Preços correntes EUR mil milhões

2011 2012 2013E 2014E 2015E

288.9 298.9 292.4 305.4 319.4

PIB taxa de crescimento real

Percentagem

T d D

3.5 2.5 2.8 3.3 3.4

25 7 25 9 26 0

Taxa de Desemprego

Percentagem pop. activa

Taxa de Inflação P t 24.9 25.2 25.7 25.9 26.0 5.0 5.7 5.8 5.5 5.1 Percentagem Taxa de Câmbio EUR/ZAR 10.1 10.5 12.5 12.7 12.7 Balança Corrente Percentagem do PIB S ld O t l -3.4 -6.3 -6.4 -6.5 -6.3 EEstimativa

Fontes: FMI, Bloomberg.

Saldo Orçamental

Percentagem do PIB

(5)

Síntese económica

ÁFRICA

Síntese económica

DO SUL

A economia de África do Sul é a maior e mais sofisticada do continente africano, representando cerca de 34%

do PIB de África Subsaariana.

É uma economia abundante em recursos naturais, como platina, ouro,

diamantes e carvão que dispõe de uma razoável rede de infra-estruturas e transportes e com um desenvolvido

diamantes e carvão, que dispõe de uma razoável rede de infra estruturas e transportes e com um desenvolvido

sistema financeiro. A sua importância no continente africano foi também reforçada pela entrada de África do Sul

no grupo dos BRICS.

Com um crescimento de 2.5% em 2012, a economia sul-africana desacelerou face ao ano anterior (3.5%),

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i

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b

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b

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1 2%

2 1%

muito embora no último trimestre do ano se tenha observado um rebound, de 1.2% para 2.1%, em termos

anualizados, do 3º para o 4º trimestre, após a fase mais aguda dos conflitos laborais no setor mineiro. Para

2013, o FMI prevê uma expansão de 3.3%, e para 2014, de 3.4%.

A indústria extrativa tem um peso preponderante no PIB sul africano. Em 2011, o sector mineiro contribuiu 8.8%

A indústria extrativa tem um peso preponderante no PIB sul africano. Em 2011, o sector mineiro contribuiu 8.8%

para o PIB do país, estimando-se que com os efeitos indiretos esta contribuição ascenda a 18%. Este setor

representou 37% do total das exportações de mercadorias do país (em 2011). Em 2011, a África do Sul foi o 5º

maior produtor de ouro com um share mundial de 6.8% (tem vindo a reduzir os níveis de extração nos últimos

anos) e o 4º maior produtor de diamantes (em valor), com uma quota mundial de 12%

.

É o maior produtor de

anos) e o 4 maior produtor de diamantes (em valor), com uma quota mundial de 12%

.

É o maior produtor de

metais do grupo da platina, que representaram 17% das exportações nacionais de mercadorias.

Em termos de comércio internacional, em 2012, os principais clientes foram a China, os EUA, o Japão e a

Alemanha e em termos de mercadorias destacam-se o ouro, a platina, o carvão, os automóveis e os diamantes.

(6)

Integração Internacional

Integração Internacional

DO SUL

ABAD – Banco Africano de Desenvolvimento

É um banco multinacional de desenvolvimento, criado em 1964 do qual são membros 53 países africanos. É financiado por 24 países europeus, americanos e asiáticos sendo a sua missão fomentar o desenvolvimento económico e o

asiáticos, sendo a sua missão fomentar o desenvolvimento económico e o progresso social em África. www.afdb.org/

SADC – Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral

Foi criada em 1992 e consiste numa Organização sub-regional de integração económica de países da África Austral. A missão desta comunidade é promover o p p desenvolvimento sustentável, o crescimento económico e desenvolvimento sócio-económico, através de sistemas eficientes de produção, de uma maior cooperação e integração, promovendo a paz e a segurança, para que a região seja um player competitivo e eficaz nas relações internacionais. Tem actualmente 15 membros, Angola, Botswana, Rep. Democrática do Congo, Lesoto, Madagáscar, Malawi, Maurícias Moçambique Namíbia África do Sul Suazilândia Seicheles Tanzânia Maurícias, Moçambique, Namíbia, África do Sul, Suazilândia, Seicheles, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabué. África do Sul influência bastante a SADC e é uma plataforma privilegiada de acesso a outros mercados da região. www.sadc.int/

ACDC – Acordo de Comércio, Desenvolvimento e Cooperação

Este Acordo pretende atingir vários objectivos: o reforço do diálogo entre as partes, p g j ç g p o apoio à África do Sul no âmbito do seu processo de transição económica e social, a promoção da cooperação regional, a integração económica do país na África Austral e na economia mundial, bem como a expansão e a liberalização do comércio das mercadorias, dos serviços e dos capitais entre as partes. O ACDC estabelece um regime comercial preferencial entre a UE e a África do Sul, com a instauração progressiva de uma zona de comércio livre relativa à livre circulação de

Fontes: CIA, AICEP, Comissão Europeia.

instauração progressiva de uma zona de comércio livre relativa à livre circulação de mercadorias. O acordo abrange cerca de 90% das trocas comerciais bilaterais actuais entre ambas as partes.

(7)

Contexto Económico do País

Estrutura Sectorial

C

é i I

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id d

Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades

Apoio à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium

Oferta Internacional do GBES

Contactos

(8)

Estrutura Sectorial do PIB

Estrutura Sectorial do PIB

Destacado peso do sector industrial no PIB da África do Sul.

DO SUL

Repartição do VAB por setores 2013 (1º trimestre)

2.2%

A i lt fl t Agricultura, pescas e florestas

5.5% Mineração 6.3% Serviços Pessoais 15.7% Serviços Públicos 16.5% Indústria Transformadora 24.7% 3.5% 1.9% Electricidade, gás e água Serviços Financeiros e Imobiliário Construção 13.5% Turismo e Comércio F t S th Af i St ti ti 10.1% Transporte e Comunicações Turismo e Comércio

(9)

Estrutura sectorial da economia (I)

ÁFRICA

Estrutura sectorial da economia (I)

DO SUL

O sector bancário da África do Sul encontra-se bastante desenvolvido, podendo ser considerado ao nível da banca europeia. O setor bancário é composto por 19 bancos, e 12 sucursais de bancos estrangeiros. No entanto, o setor é ainda bastante concentrado, com apenas 4 bancos a representarem 86% d t t l d ti D t “Th St d d B k f S th Af i ” t d 24 6% 86% do total de ativos. Destaca-se o “The Standard Bank of South Africa”, com a quota de 24.6% em termos de depósitos, e de 26% em termos do crédito concedido (no final de 2011), banco que se posiciona no ranking mundial na posição 112. os rácios capitalização dos bancos encontram-se claramente a cima dos níveis regulatórios exigidos, com uma média de 14.1% para o rácio de RWC ( i k i ht d it l) d 11 8% Ti 1 N fi l d 2011 f íli t 34 3% d (risk weighted capital) e de 11.8% no Tier 1. No final de 2011, as famílias concentravam 34.3% do crédito concedido.

SISTEMA

Maiores bancos a operar na África do Sul 2011 Repartição setorial do crédito,

FINANCEIRO

Maiores bancos a operar na África do Sul, 2011

Total de Activos

(USD mil milhões)

Ranking Mundial Tier 1 ROE (%) Mkt Share do total de depósitos (%) 2011 (Percentagem) Comércio Minas 3.7 Outros Standard Bank Group

FirstRand Bank Holdings

183.3 102.3 112 121 18.3 20.7 (%) 24.6 19.2 Famílias 34.3 Interm. fi i Indústria Extrativa 4.3 Comércio, hotelaria e restauração 4.0 16.8 F t FMI “Th B k ” EIB

Absa Group Limited Nedbank Group Limited

96.6 79.5 -178 14.9 7.0 21.9 21.0 financeira e seguros 25.2 Imobiliário 6.3 Serviços comunitários ,sociais e pessoais 5.4 Fontes: FMI, “The Banker”, EIB.

(10)

Estrutura sectorial da economia (II)

Estrutura sectorial da economia (II)

DO SUL

O sector agrícola, das pescas e floresta e caça representou, em 2012, cerca de 2.2% do PIB de África do Sul (o que compara com 7.1% em 1970).

A agricultura é um importante sector para o relançamento da economia sul africana pretendendo-se a valorização da cadeia agrícola e o desenvolvimento do sector agroalimentar.

valorização da cadeia agrícola e o desenvolvimento do sector agroalimentar.

No sector agrícola destaca-se o vinho, ocupando o país, em 2012, o 9º lugar do ranking mundial de produção, o que correspondeu a uma quota mundial de 4%.

Produção mundial de vinho 2012 Ranking Mundial na produção de

AGRICULTURA

E

41.4 40.1 30.4

Produção mundial de vinho, 2012 produtos agrícolas (valor), 2011

3 Raízes de chicória Rank mundial Produtos

AGROALIMENTAR

20.5 14.9 12.7 12.6 11.8 10.0 9.0 6.1 3 3 3 2 2 9 3 Raízes de chicória 3 Toranja 7 Peras 7 Milho verde 3.3 3.2 2.9 França Itália Espanha EUA China Austrália Chile A rgentina c a do Sul A

lemanha Portugal Roménia Grécia

Bras il 9 Milho 9 Tremoços 10 Sisal 11 Laranjas

Fontes: FMI, Organisation Internationale de la Vigne et du Vin (OIV) , Food and Agricultural Organization (FAO).

A

Áfri

c A

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(11)

Estrutura sectorial da economia (II)

ÁFRICA

Estrutura sectorial da economia (II)

DO SUL

África do Sul é um importante produtor de veículos e suas componentes, exportando cerca de 10% dap p p , p produção interna. Ainda que a produção de automóveis tenha descido 12%, em 2012, o país é o maior produtor do continente africano, e as exportações de veículos representaram cerca de 8% das exportações sul africanas de mercadorias.

A indústria extrativa tem um peso preponderante no PIB sul africano. Em 2011, o sector mineiro contribuiu 8.8% para o PIB do país, estimando-se que com os efeitos indiretos esta contribuição ascenda a 18%. Este sector empregou cerca de 513.2 mil pessoas, representando um efeito multiplicador na economia muito importante, também ao nível das indústrias relacionadas, do investimento e das exportações, onde os setor mineiro representou 37% do total das exportações de mercadorias (em 2011) Em 2011 a África do Sul foi o 5º maior produtor de ouro com um share mundial

INDÚSTRIA

mercadorias (em 2011). Em 2011, a África do Sul foi o 5 maior produtor de ouro com um share mundial de 6.8% (tem vindo a reduzir os níveis de extração nos últimos anos) e o 4º maior produtor de diamantes (em valor), com uma quota mundial de 12%. É o maior produtor de metais do grupo da platina, que representaram 17% das exportações nacionais de mercadorias.

Contribuição do sector mineiro para o

15 7% 19.8% 19.7% Nambía Outros 4% Zimbabué 3% Austrália 2% RD Congo 1% Contribuição do sector mineiro para o

investimento fixo privado, 2002, 2004, 2009, 2011 Produção de diamantes, 2011

15.7% 10.8% Botswana 27% Rússia África do Sul Angola 8% Nambía 6%

Fontes: FMI, Organisation Internationale des Constructeurs d’Automobiles” (OICA), National Association of Automobile Manufacturers of South Africa, Chamber of Mines of South Africa.

2002 2004 2009 2011

19% Canadá

18% 12%

(12)

Estrutura sectorial da economia (III)

Estrutura sectorial da economia (III)

DO SUL

O acelerado crescimento na procura de electricidade levou a que o Governo sul africano esteja a apostar na expansão e desenvolvimento do sector energético. A economia sul africana é muito depende do carvão: representa 69% da energia primária consumida no país e cerca de 81% da produção de electricidade. É o 9º país no ranking mundial de reservas de carvão e o maior em África detendo 95%

d t t l d 9º d ki di l 6º i t d d d

do total de reservas, o 9º do ranking mundial, e o 6º maior exportador do mundo.

África do Sul possui a 2ª maior refinaria do continente africano em termos de capacidade (tem capacidade para produzir 486 mil barris de petróleo por dia), apenas ultrapassada pela capacidade de refinação existente no Egipto (726.5 mil barris por dia).

A Eskom é responsável pela produção de 95% da electricidade do país (a maior parte em centrais a carvão). Em 2010, a produção de electricidade ascendeu a 241 TWh, cerca de 94% correspondeu a centrais a carvão, seguindo-se a central nuclear de Koeberg em Cape Town (5.3%) e as centrais hídricas (0.9%).

Á

ENERGIA

Ainda que o país possua uma cobertura de rede eléctrica de cerca de 75% (a mais elevada de África Subsahariana), nas zonas rurais esta percentagem é apenas de 55%. O Governo tem um importante programa para incrementar a cobertura eléctrica do país, The Integrated National Electrification

Program (INEP), estando previstos importantes investimentos ao nível da rede.

África do S l é m e portador líq ido de electricidade para os países i inhos atra és da So thern África do Sul é um exportador líquido de electricidade para os países vizinhos, através da Southern African Power Pool (SAPP)1, com destaque para Moçambique, a Zâmbia e o Zimbabué.

O Departamento de Energia tem definido um plano de investimento – Integrated Resource Plan for

Electricity (2010-2030), que prevê elevados investimentos no sector eléctrico, nomeadamente em

centrais a carvão mas também em projectos de produção de electricidade através de fontes de energia centrais a carvão , mas também em projectos de produção de electricidade através de fontes de energia renováveis.

1 Southern African Power Pool - criada em 1995, com o principal objectivo de garantir o fornecimento de energia eléctrica aos seus países membros, de acordo com a utilização racional dos recursos naturais e

implementando estratégias de desenvolvimento sustentável. São membros a Eskom, a Electricidade de Moçambique, a Botswana Power Corporation, a Electricity Supply Commission of Malawi, a Empresa Nacional de Electricidade (Angola), a Lesotho Electricity Corporation, a Nam Power (Namíbia), a Societe National d' Electricite (República Democrática do Congo), a Swazilandia Electricity Board (Suazilândia), a Tanzania Electric Supply Company Limited (Tanzânia), a Zâmbia Electricity Supply Corporation Limited (Zâmbia), a Zimbabwe Electricity Supply Authority (Zimbabué), a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (Moçambique) e a Motraco (M bi )

Fontes: FMI, International Energy Agency (EIA), Department Energy Republic of South Africa. (Moçambique).

(13)

Estrutura sectorial da economia (IV)

ÁFRICA

Estrutura sectorial da economia (IV)

O Turismo apresenta-se como um importante sector da economia de África do Sul, tendo representado,

DO SUL

p p , p ,

em 2012, 3.2% do PIB diretamente, e 9.8% indiretamente. Também ao nível do emprego, este sector apresenta uma importância relevante, tendo empregue, em 2012, cerca de 1.4 milhões de pessoas (emprego directo e indirecto), 10.3% do total.

Em 2011, a África do Sul posicionava-se, no ranking mundial dos destinos turísticos, em 31º lugar, o 2º destino mais visitado do continente africano (depois de Marrocos).

O número de turistas estrangeiros que visitam o país apresenta uma clara tendência de crescimento nos últimos anos, registando um crescimento notório de 10.2%, em 2012, face a 2011. As perspetivas de crescimento no número de turistas são bastante promissoras para a região da África Austral, projetando-se

d d (f ) bé í l d

um aumento de 60% para 2020 e de 130% para 2030 (face a 2010). Também ao nível das receitas, a performance é bastante positiva, apresentando um crescimento médio, entre 2005 e 2012, de 4.2%, ascendendo a USD 10 mil milhões, o que representou 2.6% do PIB.

TURISMO

Chegadas de turistas estrangeiros 2000 2005 Chegadas de turistas estrangeiros, 2000, 2005,

2008-2012 (Milhões) Mercados emissores de turistas, 2012

9.6

9 2 Zâmbia

6.4 milhões 2.5 milhões

˘frica Extra ˘frica

5.9 7.4 7.0 8.1 8.3 9.2 Zimbabué 27.8% S ilâ di Botswana 6.8% Namíbia 3.0% 2.5% Malawi 2.1% Outros5.3% RU 17.5% EUA Outros 35.9% 2000 2005 2008 2009 2010 2011 2012 Lesoto 24.3% Moçambique 16.6% Suazilândia 11.5% 13.0% Alemanha 10.6% China 5.3% França 4 9% Austrália 4.9% Holanda 4 7% ¸ndia 4.3%

(14)

Estrutura Sectorial

C

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Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades

Apoio à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium

Oferta Internacional do GBES

Contactos

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Comércio Internacional – Parceiros

ÁFRICA

Comércio Internacional Parceiros

Importações sul africanas por país 2012

Exportações sul africanas por país 2012

DO SUL

Importações sul africanas por país, 2012

Exportações sul africanas por país, 2012

Ranking País 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%) Ranking País 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%) 1 China 11 384.0 14.4 12.8 2 Alemanha 7 961.7 10.1 3.2 3 Arábia Saudita 6 126 0 7 8 18 4 1 China 7 885.3 11.7 21.0 2 Areas, nes 7 013.1 10.4 126.6 3 EUA 5 899 8 8 7 1 4 3 Arábia Saudita 6 126.0 7.8 18.4 4 EUA 5 830.3 7.4 5.3 5 Japão 3 595.1 4.5 -1.3 3 EUA 5 899.8 8.7 1.4 4 Japão 4 210.1 6.2 -3.9 5 Alemanha 3 246.5 4.8 -2.7 6 índia 3 575.5 4.5 22.5 7 Nigéria 2 896.9 3.7 17.5 6 índia 2 857.9 4.2 23.8 7 Reino Unido 2 611.6 3.9 -6.1 8 Reino Unido 2 734.8 3.5 -0.6 9 Angola 2 181.1 2.8 12.7 10 Tailândia 2 100 5 2 7 14 4 8 Holanda 2 366.5 3.5 2.4 9 Zâmbia 2 088.8 3.1 15.0 10 Zimbabwe 1 897 3 2 8 16 8 10 Tailândia 2 100.5 2.7 14.4 … … … 54 Portugal 123.3 0.2 3.4 10 Zimbabwe 1 897.3 2.8 16.8 … … … 66 Portugal 65.6 0.1 -16.7 Fonte: UNComtrade.

(16)

ÁFRICA

e exportadas (Mundo)

DO SUL

Top 10 das importações sul africanas, 2012

Top 10 das exportações sul africanas, 2012

Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%)

2709 - Óleos brutos de petróleo ou de minerais

Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%)

7108 - Ouro incluído o ouro platinado em formas brutas 2709 - Óleos brutos de petróleo ou de minerais

betuminosos 12 254.7 15.5 9.0 2710 - Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos

(exceto óleos brutos) 4 556.4 5.8 14.0 8703 - Automóveis de passageiros e outros veículos

7108 - Ouro, incluído o ouro platinado, em formas brutas

ou semimanufaturadas ou em pó 6 744.1 10.0 333.8 7110 - Platina, incluídos o paládio, o ródio, o irídio, o

ósmio e o ruténio, em formas brutas ou semimanufaturadas ou em pó

6 174.4 9.2 -2.9

2601 Mi é i d f t d i l íd p g

automóveis principalmente concebidos para transporte de pessoas

4 025.5 5.1 4.6 8517 - Aparelhos elétricos para telefonia ou telegrafia,

por fios, incluídos os aparelhos telefónicos por fio, combinados com auscultadores sem fio

2 387.4 3.0 5.6 8471 - Máquinas automáticas para processamento de

2601 - Minérios de ferro e seus concentrados, incluídas

as pirites de ferro ustuladas (cinzas de pirites) 5 840.5 8.7 38.0 2701 - Hulhas; briquetes, bolas e combustíveis sólidos

semelhantes, obtidos a partir da hulha 5 447.3 8.1 17.3 8703 - Automóveis de passageiros e outros veículos

8471 - Máquinas automáticas para processamento de dados e suas unidades; leitores magnéticos ou óticos, máquinas para registar dados

1 552.9 2.0 7.4

3004 - Medicamentos 1 442.1 1.8 11.0

8703 - Automóveis de passageiros e outros veículos automóveis principalmente concebidos para transporte de pessoas

2 793.1 4.1 7.8

7202 - Ferro-ligas 2 770.0 4.1 0.8

8704 - Veículos automóveis para transporte de

mercadorias, incluídos chassis com motor e cabine 1 258.8 1.6 4.3 8708 - Partes e acessórios para tratores, autocarros,

automóveis de passageiros, veículos automóveis para transporte de mercadorias e veículos automóveis

995.9 1.3 4.2

8704 - Veículos automóveis para transporte de

mercadorias, incluídos chassis com motor e cabine 2 110.1 3.1 17.6 8421 - Centrifugadores, incluídos os secadores

centrífugos e aparelhos para filtrar ou depurar líquidos ou gases

1 684.4 2.5 -6.4 8429 - Bulldozers, angledozers, niveladoras,

raspo-transportadoras "scrapers", pás mecânicas, escavadoras, carregadoras e pás carregadoras

940.0 1.2 1.1

8406 - Turbinas a vapor 810.6 1.0 80.7

2710 - Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos

(exceto óleos brutos) 1 468.1 2.2 13.3 7102 - Diamantes, mesmo trabalhados mas não

montados nem engastados 1 352.4 2.0 -5.8

(17)

Comércio Internacional – Relações bilaterais

ÁFRICA

com Portugal (I)

DO SUL

Balança de mercadorias e serviços de Portugal

com a África do Sul, 2007, 2011 e 2012

(EUR milhões) Taxa de Crescimento Médio Anual (TCMA)

TCMA07-12das exportações = 3.3% TCMA07-12das importações = -17%

Em 2012, 575 sociedades exportavam mercadorias Saldo superavitário EUR 42.5 milhões Importações Exportações mercadorias para a África do Sul

313 54º (share: 0.1%) 39º (share: 0.2%) Importações Serviços (37%) Serviços (39%) +41% 141 147 166 144 123 64 46 1 047Merc. (63%) Merc. (61%) Em 2011, 534 sociedades exportavam mercadorias para a 102 77 46 2012 2012

Exportações de mercadorias e serviços Importações de mercadorias e serviços

mercadorias para a África do Sul

2007 2011 2012 2012 2012

Ranking e share enquanto cliente e fornecedor de Portugal (mercadorias)

(18)

ÁFRICA

(mercadorias) com Portugal (II)

T

10 d

t

õ

t

Áf i

d S l 2012

T

10 d

i

t

õ

t

d Áf i

d S l 2012

DO SUL

Top 10 das exportações portuguesas para a África do Sul, 2012

Top 10 das importações portuguesas da África do Sul, 2012

Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%) Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%)

0805 - Citrinos, frescos ou secos 27.0 35.0 39.8

0303 - Peixes congelados (exceto os filetes de peixes e

outra carne de peixes da posição 0304) 14.4 18.6 7.5 3902 P lí d il d t l fi

4503 - Obras de cortiça natural 5.1 5.0 -13.4

4504 - Cortiça aglomerada, com ou sem aglutinantes, e

suas obras 4.4 4.3 3.0 7311 - Recipientes para gases comprimidos ou

3902 - Polímeros de propileno ou de outras olefinas, em

formas primárias 7.5 9.7 58.2

0808 - Maçãs, peras e marmelos, frescos 4.2 5.5 5.7 0307 - Moluscos com ou sem concha vivos frescos

p p g p

liquefeitos, de ferro fundido, ferro ou aço (exceto contentores, especialmente concebidos ou equipados,

3.9 3.9 -5.4

3904 - Polímeros de cloreto de vinilo ou de outras

olefinas halogenadas, em formas primárias 3.4 3.3 93.3

7308 - Construções e suas partes (pontes e elementos 0307 - Moluscos, com ou sem concha, vivos, frescos, refrigerados, congelados, secos, salgados ou em salmoura

3.6 4.6 2.0

8704 - Veículos automóveis para transporte de

mercadorias, incluídos chassis com motor e cabine 3.4 4.5 -30.9 7308 - Construções e suas partes (pontes e elementos

de pontes, comportas, torres, pórticos, pilares colunas, armações, extruturas para telhados, portas e janelas)

3.4 3.3 169.1 8504 - Transformadores elétricos, conversores elétricos

estáticos (por exemplo: retificadores) e bobinas de reactância e de autoindução

3.2 3.1 29.2 5903 T id i d tid b t

0806 - Uvas, frescas ou secas 1.8 2.4 -6.2

0304 - Filetes de peixes e outra carne de peixes (mesmo

picada), frescos, refrigerados ou congelados 1.8 2.3 -22.5 5903 - Tecidos impregnados, revestidos, recobertos ou

estratificados com plástico (exceto telas para

pneumáticos fabricadas com fios de alta tenacidade de

2.9 2.9 352.2 2403 - Produtos de tabaco, manufaturados, incluídos

seus sucedâneos manufaturados (exceto charutos, cigarrilhos e cigarros)

2.6 2.6 26.2

2809 - Pentóxido de difósforo; ácido fosfórico; ácidos

polifosfóricos, de constituição química definida ou não 1.3 1.7 n.d. 2106 - Preparações alimentícias, não especificadas nem

compreendidas noutras posições 1.2 1.6 79.7 8537 - Quadros, painéis, consolas, cabinas, armários e

outros suportes, com dois ou mais aparelhos das posições 8535 ou 8536, para comando elétrico ou

2.5 2.4 29.2 3921 - Chapas, folhas, películas, tiras e lâminas, de

plástico, reforçadas, estratificadas, associadas a outras matérias

2.0 2.0 10.5

(19)

Oportunidades de exportação de mercadorias (I)

ÁFRICA

Oportunidades de exportação de mercadorias (I)

Conjunto de produtos (mercadorias) identificadas como necessidades (importações) sul africanas, com capacidade portuguesa de produção e exportação, representando oportunidades para aumentar

Á

DO SUL

o volume de exportações portuguesas para a África do Sul.

Top 10 das Oportunidades de exportação para a África do Sul

8481 - Torneiras e válvulas e dispositivos semelhantes, para

canalizações, caldeiras, reservatórios, cubas e outros recipientes, e suas partes

9403 - Móveis e suas partes, não especificadas nem compreendidas

7326 - Obras de ferro ou aço, não especificadas nem compreendidas

noutras posições (excepto moldadas)

1507 - Óleo de soja e suas fracções, mesmo

refinados mas não quimicamente modificados

6404 - Calçado com sola exterior de borracha, plástico, couro

t l tit íd t i d té i tê t i

9403 Móveis e suas partes, não especificadas nem compreendidas

noutras posições (excepto assentos e mobiliário para medicina, cirurgia, odontologia ou veterinária)

refinados, mas não quimicamente modificados

3920 - Chapas, folhas, películas, tiras e lâminas, de plástico

ã l l ã f d t tifi d t

natural ou reconstituído e parte superior de matérias têxteis

8419 - Aparelhos e dispositivos, mesmo aquecidos

electricamente, tais como o aquecimento, cozimento, torrefacção; aquecedores de água não eléctricos

8409 - Partes reconhecíveis como exclusiva ou

principalmente destinadas aos motores de pistão não alveolar, não reforçadas nem estratificadas, sem suporte,

nem associadas a outras matérias

F t UNC t d OCDE ES R h R h S t i l

3808 - Insecticidas, rodenticidas, fungicidas, herbicidas, inibidores

de germinação e reguladores de crescimento para plantas, desinfectantes e produtos semelhantes

8516 - Aquecedores eléctricos de água, incluídos os de imersão; aparelhos

eléctricos para aquecimento de ambientes principalmente destinadas aos motores de pistão

(20)

Oportunidades de exportação de mercadorias (II)

Oportunidades de exportação de mercadorias (II)

Top 10 das Oportunidades de exportação para a África do Sul

DO SUL

Top 10 das Oportunidades de exportação para a África do Sul

(Valores e ranking das importações sul africanas mundiais)

Produtos (N.C. 4) 2006 (EUR Milhões) 2011 (EUR Milhões) TCMA06-11 (%) Rank 2011 Share (%) 8481 - Torneiras e válvulas e dispositivos semelhantes, para canalizações, caldeiras,

reservatórios, cubas e outros recipientes, e suas partes 219.1 299.9 6.5 27 0.4

1507 - Óleo de soja e suas frações, mesmo refinados, mas não químicamente modificados 102.5 268.1 21.2 37 0.4

8419 - Aparelhos e dispositivos, mesmo aquecidos eletricamente, tais como o

aquecimento, cozimento, torrefação; aquecedores de água não elétricos 152.4 255.0 10.8 41 0.4

3808 - Inseticidas, rodenticidas, fungicidas, herbicidas, inibidores de germinação e

reguladores de crescimento para plantas, desinfetantes e produtos semelhantes 134.0 241.0 12.5 42 0.3

8516 - Aquecedores elétricos de água incluídos os de imersão; aparelhos elétricos para 8516 Aquecedores elétricos de água, incluídos os de imersão; aparelhos elétricos para

aquecimento de ambientes 165.3 230.5 6.9 46 0.3

8409 - Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos motores de

pistão 150.9 221.4 8.0 47 0.3

3920 - Chapas, folhas, películas, tiras e lâminas, de plástico não alveolar, não reforçadas

143 2 204 4 7 4 53 0 3

nem estratificadas, sem suporte, nem associadas a outras matérias 143.2 204.4 7.4 53 0.3

6404 - Calçado com sola exterior de borracha, plástico, couro natural ou reconstituído e

parte superior de matérias têxteis (exceto calçado com características de brinquedo) 92.9 172.5 13.2 69 0.2

9403 - Móveis e suas partes, não especificadas nem compreendidas noutras posições

(exceto assentos e mobiliário para medicina cirurgia odontologia ou veterinária) 133.0 166.2 4.6 72 0.2

F t UNC t d OCDE ES R h R h S t i l

(exceto assentos e mobiliário para medicina, cirurgia, odontologia ou veterinária) 7326 - Obras de ferro ou aço, não especificadas nem compreendidas noutras posições

(exceto moldadas) 71.1 140.8 14.6 85 0.2

(21)

Oportunidades de exportação de mercadorias (III)

ÁFRICA

Oportunidades de exportação de mercadorias (III)

DO SUL

Nuvem de Oportunidades de exportação para a África do Sul

Matérias têxteis e vestuário Obras de ferro ou aço

6005 - Tecidos de malha-urdidura

6105 - Camisas de malha, de uso masculino

6115 - Meias-calças, meias de qualquer espécie e artefactos semelhantes 7313 - Arame farpado, de ferro ou aço; arames ou tiras, retorcidos, mesmo farpados, de ferro ou aço, dos tipos utilizados em cercas

6101 - Sobretudos, japonas, gabões, capas, anoraques, blusões e semelhantes, de 7314 - Telas metálicas, incluídas as telas contínuas ou sem fim, grades e redes, 7310 - Reservatórios, barris, tambores, latas, caixas e recipientes

7317 - Pontas, pregos, percevejos, escápulas, grampos ondulados ou biselados e artefactos semelhantes, de ferro fundido,

6303 - Cortinados, cortinas, estores, sanefas e reposteiros, de qualquer matéria têxtil 6302 - Roupas de cama, mesa, toucador ou cozinha, de qualquer matéria têxtil 6301 - Cobertores e mantas, de qualquer matéria têxtil

6209 - Vestuário e seus acessórios, de matérias têxteis, para bebés

, j p , g , p , q , ,

malha, de uso masculino (excepto fatos, conjuntos, casacos e calças)

7323 - Artefactos de uso doméstico, e suas partes, de ferro fundido, ferro ou aço 7320 - Molas e folhas de molas, de ferro ou aço

, , g ,

de fios de ferro ou aço

Máquinas e aparelhos mecânicos e eléctricos

6309 - Artefactos de matérias têxteis, tais como, vestuário e seus acessórios, cobertores e mantas, roupas de cama e mesa e artigos para guarnição de interiores 6303 Cortinados, cortinas, estores, sanefas e reposteiros, de qualquer matéria têxtil

7325 - Obras moldadas, de ferro fundido, ferro ou aço, não especificadas nem compreendidas noutras posições

, p , , ç

8432 - Máquinas e aparelhos de uso agrícola, hortícola ou florestal, para preparação ou trabalho do solo ou para cultura

8474 - Máquinas e aparelhos para seleccionar, peneirar, separar, lavar, esmagar, moer, misturar ou amassar terras, pedras, minérios ou outras substâncias minerais

ólid (i l íd ó t )

8427 - Empilhadores; outros veículos para movimentação de carga e semelhantes, equipados com dispositivos de elevação (excepto carros-pórticos e carros-guindastes)

sólidas (incluídos os pós e pastas)

8442 - Máquinas, aparelhos e equipamento, para preparação ou fabricação de clichés, blocos, cilindros ou outros elementos de impressão; clichés, blocos, cilindros e outros elementos de impressão

(22)

Estrutura Sectorial

C

é i I

i

l Bil

l

P

l

O

id d

Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades

Apoio à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium

Oferta Internacional do GBES

Contactos

(23)

Apoio à Internacionalização do GBES (I)

ÁFRICA

Apoio à Internacionalização do GBES (I)

O BES é o banco nacional com maior presença internacional e com a melhor oferta internacional: pelo 7º ano

DO SUL

O BES é o banco nacional com maior presença internacional e com a melhor oferta internacional: pelo 7 ano consecutivo foi galardoado com o prémio “The Best Trade Finance Bank”.

Polónia: Subsidiária BES e BESI França: Subsidiária BES Vénétie Itália:

Banco delle Tre

Venezie Reino Unido: Sucursal BES e BESI Triângulo Estratégico: África -Brasil – Península Ibérica Espanha: Sucursal Luxemburgo: Sucursal Miami Nova Iorque: Sucursal BES e BESI

E

.U.A.

China: Escritório de representação Macau: Subsidiária Hong Kong: Subsidiária BESI Miami: Subsidiária ES Bank of Florida,

E

México: Venezuela: Sucursal Subsidiária BES Oriente Mumbai: BESI México: Escritório de representação BES e BESI Brasil: Subsidiária BESI África do Sul: Escritório de representação BES Moçambique: Moza Banco Marrocos: Banque Marocaine du Commerce Extérieur Líbia: Subsidiária Aman Bank Cabo Verde: BES Cabo Verde Argélia: Banque Extérieur d'Algérie Angola: Subsidiária BES Angola

(24)

Apoio à Internacionalização do GBES (III)

Apoio à Internacionalização do GBES (III)

A Unidade Internacional Premium (UIP) oferece serviços especializados de apoio às empresas portuguesas na exportação e/ou

DO SUL

investimento direto nos mercados internacionais, dando resposta às mais diversas solicitações nas diferentes geografias. Dispõe de cinco Desks Internacionais, geograficamente especializados, compostos por experientes gestores

multi-especialistas.

Mercados

Europa de

L

t

Á i

Mercados

Maduros &

China

Leste, Ásia

& Médio

Oriente

Norte de

África &

T

i

América

Latina

Turquia

África

(25)

Contexto Económico do País

Estrutura Sectorial

C

é i I

i

l Bil

l

P

l

O

id d

Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades

Apoio à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium

Oferta Internacional do GBES

(26)

Oferta Internacional do GBES

Oferta Internacional do GBES

DO SUL

ES Research:

I f ã d M d

Uma Oferta Global e Inovadora no Apoio à Internacionalização das Empresas Portuguesas

Banca de Investimento Grupo Multipessoal

Informação de Mercados

Estudos macro-económicos; Estudos setoriais;

Market research

Recrutamento de quadros especializados (M Search); Outsourcing, trabalho temporário, formação e

consultoria com presença em Angola e Espanha. Project Finance;

M&A;

Corporate Finance

Banca Comercial

Market research.

Capital de Risco Tranquilidade

Corporate Finance.

Business Development;

Apoio na Abertura de Conta / KYC;

Apoio controlo/centralização de tesouraria; Cobertura de Risco Cambial;

Apoio como parceiro de projetos de internacionalização;

ES Ventures;

Seguros de transporte internacional.

Apoio à Exportação/Importação; Trade Finance; Financiamento ao Importador; Garantias Bancárias / Stand By Letter of Credit.

Factoring internacional - acordo com a

ES Capital;

2bCapital; Factoring internacional acordo com a

Eurofactor para uso da respetiva cobertura europeia;

Apoio na procura de parceiros de negócio.

Espírito Santo Rockefeller Global Energy Fund.

(27)

Contexto Económico do País

Estrutura Sectorial

C

é i I

i

l Bil

l

P

l

O

id d

Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades

Apoio à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium

Oferta Internacional do GBES

(28)

Director Coordenador Miguel Frasquilho [email protected]

Director Coordenador Ricardo Bastos Salgado [email protected] g q q @ p

Francisco Mendes Palma

Head Sectoral Strategist [email protected]

Susana Barros [email protected]

Luís Ribeiro Rosa luis c rosa@bes pt

Marta Mariz

Directora de Negócio Internacional e

Instituições Financeiras [email protected]

Research Sectorial

Luís Ribeiro Rosa [email protected]

Paulo Talhão Paulino [email protected]

Conceição Leitão [email protected]

João Pereira Miguel [email protected] Desk África

Bruno Pereira

Negócio Internacional [email protected]

Patrícia Agostinho [email protected]

Salvador Salazar Leite [email protected]

Miguel Bidarra [email protected]

José Manuel Botelho [email protected]

g

Instituições Financeiras

Disclaimer

O estudo foi realizado pelo “Espírito Santo Research - Research Sectorial ” com um objetivo meramente informativo. Todo o seu conteúdo é baseado em informação disponível ao público e obtida a partir de diversas fontes, incluindo meios de informação especializados, fontes oficiais e outras consideradas credíveis. Contudo, o “Espírito Santo Research - Research Sectorial” não garante a sua exatidão ou integralidade. As opiniões expressas nesta apresentação referem-se apenas ao momento presente e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio. As informações e opiniões apresentadas não constituem nenhuma recomendação de investimento.

O “Espírito Santo Research – Research Sectorial” não aceita nenhum tipo de responsabilidade sobre quaisquer perdas ou danos provenientes da utilização desta

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publicação é permitida desde que a fonte seja expressamente mencionada publicação é permitida, desde que a fonte seja expressamente mencionada.

Referências

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e/ou presencial, conforme determinação judicial. 2) O interessado em participar do leilão via internet deverá cadastrar-se previamente no site www.lancese.com.br, com

Grupos de Trabalho ALIFINS GT Infantis VICE - COORDENADORA Renata Delavy Danone COORDENADORA Priscila Cassina Nestlé COORDENADORA Thelma Moya Abbott VICE-COORDENADORA Renata