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V A es»Clube de Pnoenharia: uma visão particular
V
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da cidade do Rio dn Janeiro (iñ flí~19Cl)
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\s)nurusto filarinho Baptista
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}Universidade. Federal de Rio de Janeiro
Institute de Pesquisa e Planejamento Urbano
Curse de Pos
-
T.raduar.uo eme Serional
"
Planejamento eUso
do Solo Urbano"
-
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(A -A • * • i 13 ,A ; -i i » 'c
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Introducao: mO
G
-O
r1;-. G/MO
:O
C impacto sentido pola cidado de Rio de janeiro,
rcstade de século
quando da ex,
o
pansao dasrela
ções capitalistas, na 2ß VTV
/A4.A) provocou
o
urna s
é
rie de mudanças
e urn processo profunde,de transformação da cidade.
Com o objetivo de organiza
-
la,
tornou
-
seessencial
para c desenvolvimen-to das
rela
ções capIV
essas relações#
/ <v
ernplo: precarias condiçoes s
; mag.
,
alem disso, era fundamentalmente necessário repensaO
*>
o
c
¿4\\'/r.
alistas adequava cidade a nova realidade engendra
-Era preciso superar as deficiencias encentradas
estrutura f
í
sica caó
*,"r •-U UÖ
f-S ' kMO
da por1
O
(
por tica,
etc.
, nela rr.'s anitarias,
O
o
__
! 'O
la enquantoespaço cu local ideal de reprodução das rela
çõ
esacreditamos
capitalis
-que um dos
reflexos
mais significati\
O
'0
m
E
nesse sentido,
*N J‘
vos dessa necessidade foi a funda
ç
ao doO
tas•G
o
Clubede Encenharia
.
• Pela ota de inaugura
çã
o do Clube em 24
/
12/
1380,
verificamosO
o
i?
O
queesta
associaçao organizada por engenheiros,
nacionais e sstrangei-como também por industriais e f
Î
O
abricantps ligados aos ramos da en
-.
.
. • • o«*A..çennariãj "tinha corno objetivo transformar
-
sc D M ponto de toarvj.&o&e;.
;
nuírhf"
excelente
meio de facilitar ce negocios o ao* técnicas ros
,
o
c
o
mesmo tempo, um foce
resultando
portanto o enclarecimen-onde
c
I Vse discutirão
,
as
questseste dé
las
,
de todo conveniente, principalmente cuando submetida.à
opini
-ac publica
"
.
Sao muitas"
as vantagens reais e patentes que urna associagao como esta poden resultar n
ã
o so para o engrandecimentotamben para o hora
-
estar daclasse
dos engenheiros o para a prosperidadedos ramos de com
é
rcio que mais intimamente achao lirados aos interesses<* portanto
,
urna profunda intenção
do Clube de Enge-
*tornar
-
se uma associaç
ao
empenhada em favorecer o pleno desejnvolvimento
da atividade econó
mica do paí
s.
/ «V
janeiro
nesse
periodo,
corn
a integração doc
c
c
c
' 1c
f s do paiG CGMO S-fic
Ûc
c
%
c
f É du enoenharia"
.
Ka,
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8 nharia er;, *1c
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£ cidade do Rio dec
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f
e
** ¿AAA ‘T
&O
¿U
yboGU
Y
K
-M*
OVAAÃtf-
UA/aBrasil na economia internacional
,
de forma dependente,
foi palco da ex-•V
atividades que pretendiam aperfeiçoar
,
se nao implan;ennatureza urbana essenciais para o dcsenvolvimen,
*
to da
economia
agro-
exportadora sustentada pelo cafe.
i
G
nansãà o cie variasalguns serviços de
O
tar,
(
Corn efeito, a inG
y-~ IN# G_
ternalizagao dos processes de comercializarão e da financiamento do ca
-fé
,
e nais a formanao de um mercado interne,
estimularam a ampliação\ / A
a
propria
dinámica da vida urbana,
corno o sorvieo• » **
da
gas
,
transporte urbano,
saneamento
o edificação.
"/SI
t ^
formação íto Clubs do Engenharia ira significar a constitui
-ção da um organismo capaz de conhecer e de planejar o desenvolvimento' 9
o
c
1G
dos serviços ligados TO
»*
c
1*i
c
Sendo urna entidade composta
,
na sua maioria,
por elementos’dos de um conhecimento cientifico
,
adequado para intervir sobreC
da cidade.
C
dotaa
r
cidade
,
torneu-
se utr*
co
'rporacao apta a indicar as formas
corretas
de sudo sanitario vivido pelo
t
N
'
O
peracao
do pessimoesta
Rio de Janeiro,
transfer;
mando
-
ss nurna associaçac de apoio e propagaçã
o da nova ordem,
baseada 1r s G »% » m m
nas relações capitalistas
.
r f *
t Clube do Engenharia se destacara no cenário politico
-
social.
—
*oa entao Corte do Imperio, e mais tarde Capital Federal
,
pelade dois fatores
.
Em 12 lugar pela inoperanciaxidade na
elaborar
ão de projetos e obras demelhoramento
para cidade,
sendo
eï
e o principal responsável pala manutençã
o dodebate sobre
«•W +
e nao o poder publico
.
O
i ! reumao r G o ineficacia da rnunicipao
_
!O
o
o sa-c
Mneamento o. urbanizando do Rio de
Janeiro
,
Clube nao foi somente uma entidade profissional
,
G
EI. cm vAvSI
2s lurar
,
ouma associaoac de classe
,
i
mas sim
G
mi
preocupada em dotar a cidade segunde seus in
-Ö3 m M teresses• t &
c
dosso trabalhoé
uma tentativa de compreensã
o do panel do *
Clube de Engenharia na discuss
ã
o sobre anecessidade
desanear
e
embelezar
a cidade do Rio de
Janeiro
parte apresentamos alguns pareceres
planes s projetos
elaborados
paraparte
,
nos dotemos mais específicamente nas
discussõ
es*
gresso de Engenharia e Industria
,
organizado pelo Clube,
ondetr
-
tou-
scc
r
L
c
*na virada dos soculos
XIX
e YV Na primeiraAA• (
emitidos pelo Clube relativa aos f
a melhoria da cidade# 3a na segundai
ocorridas no Con
G
O
Rio de Janeiro
.
m
O
C
O
I
-
Part
í?O
O
o
o
/ IVG Clube de Engenharia funcionou corno
or
gao de consultoria,po
-sicionando
-
se favoravelmente ou nao,
quanto a aceitaç ao dos planosEm
1082 o ulinisterio dosenvia ao Clube um pedido de consulta
,
no qual diz oO
O
eo
projetos relativos ao melhoramento da cidade.
/ ^ Meçccics do Imperio
o
o
fto
inclusas propostas apresentada porBellis
-U
.
SG.
sequinte,
"
remeto ao
Cia
.
,
Guilherme Cones e Guilherme Greenhalgh para G saneamento ?a firn de que o Clube de Engenharia sirvar
-z
sinr.o
o
'—
o
da Lacoa Rodrico de Freitas,
sc dar parecer sobre os planos a que elas sa referem
.
. * *
zelo
dppsacorpora
Çác , pelos interesses públicos espero que prestara(
Do reconhecido
•*
O
o
habilitando o Governo pararesolver sobre aquele im
-mais este serviço
,
O
©
IV
A partir dessa colocaçao verificamos que o Clube 1
funcionou como uma
entidade
que emitia parecer sem ter vote deliberati-vo
,
habilitando G governo sobre determinadas questõ
es, basicamente té
c
-nicas
,
para a implantarlo ou aperfeiçoamento de algumas obras necessá
-
*Nesse sentido
,
assim corno os medi.portante assunto"
.
O
:
o
o
rias para c desenvolvimento do j
^
ais.
cos higienistas
,
os engenheiros també
m pretenderamcolocar
-c
se como por-tadoras de um
conhecimento cient
í
fico apto*
sanitarias da cidade
,
medidas indicadas anteriormente pelos higienistas
.
das propor
çõ
es o Clube de Engenharia procurou desempenharuma atividade
A diferença con
a responderas
necessidades
nfc medida que somente eles poderiam realizar ás
-
Trar-(
J
o
Guardandoas devi
-o
c
o
analoça a da Academia de medicina do Rio de Oaneiro.
site que esta ultima procurou apontar as
_
_
Î
c
causas
da insalubridade prssejno modo de
execu
ç
ac,
pia-
'e prazos das obras.; enfim
,
todos oselementos
té
cnicos*
te na cidade
,
enquanto coube ao Clube orientarc
( )
nos de crç^ment
o
necessários para realização de um projeto d estas duas associaç.oes preparam o governe
,
malhoràmento, Na verdade
,
e mais importante ainda
,
dire,cienaram e impulserait! solu
çõ
es para o problema de saneamento dacidade'
O
c
segundo seus interesses de classe.
Nessa
sentido
,
la formaçao de uma nova mentalidade sobre o papel da cidade
,
ram seus interesses e projeto social para todo o
carioca
.
foram responsáveis pe.
G consacra conjunto da sociedade
'
O
o
o
o
n
w
O
o
o
0
r d e 1 8 8 3 o C l u b e d e E n g e n h a r i a d a p a r e c e r s o b r e o c n t a d o p o r P a u l o J o s e P e r e i r a,
, s o c i o, a l i a s d e C l u b e,
b a s i c a m e n t e,
a r s e d i f i c aça o,
p o r p a r t e,
d a c i d a d e d o R i o d e / . ( »v a l a r g a n d o s u a s e s t r e i t a s r u a s e d a n d o a o s p r e d i o s d i s p o s iç õe s n o d e m o d o a p r o p o r c i o n a r-
l h e s m e l h o r e s a c o m o d aço e s,
s a t i s f a z e n d o a c G p r o j et o a r ire sen t u,
a indu.,
c a d a p r e d i o e m r e l aça o a s s u a s d i m e n -P a r a r e a l i z a e a o d e s s e p r o j e t o o r e q u e r e n, t o o r g a n i z a r a u m a e m p r e s a,
p a r a q u a i s o l i c i t a d i v e r s o s f a v o r e s a c c o v e r p r i v i l e g i o e x c l u s i v o p a r a o .s i s t e m a d e e d i f i c aç ão j / d o,
d i r e i t o d e d e s a p r o p r i aç ão p o r u t i l i d a d e' .'p u b l i c a j d u r a n t e o p r a z o d e I D a 2C a n o s.
«V IV / r i a o d a c o m i s são r e s p o n sáv e l p e l o p a r e c e r s o b r e c a o d o c i d a d e,
o m e s m o c o m p r e e n d e um m e l h o r a m e n t o d e g r a n d e u t i l i d a d e a c i d a d e,
c o i s o b j e t i v a p r o m o v e r a c o m o d i d a d e d e s e u s h a b i t a n t e s eO
E m f ev e r e i1"0O
VJ q u e p r o j e t e a p r e so
IVO
p r e p o e.
3a-o
n e i r o,
o
O
v a s,
o
m e s m e t e m p o a s e x i g e n c i a s d a h i g i e n e.
<v p a r t i c u l a r i d a d e n a d i s p o s iç ão c l a s s e p r aça s.
UíTíCío
QEO
w s oe s n o s e n t i d L.o
i1‘j'•o
*o
n o; p r i m e i r o,
s e o u nw-o
e t e r c e i r o,
g a r a n-N a o n i
-O
7/0 e t i a d e j u r o s n a r a z a o d eo
o
% o p l a n o p a r a r e e d i f i c a-o
ïo
o
p a r ao
c o n c a r r e r a e n o r m e n t e p a r a s u a s a l uc r i d a d o,
c o n s e q u ê n c i a d a s u p e r aç ão Mo e n t a n t o,
a c o m i s são’
ï'
io s e u e n t e n d e r,
o d e d e s a p r o p r i aç ão d o v e s e r c o n c e d i d o com c e r t a s r e s t r iç õe s,
U J ) A IV d a s r i a s c o n d iço e s h i g ién i c a s n a s e d i f i c aç õe s, d i s c o r d a q u a n t o a o s a u x i l i o s r e q u e r i d o s a o g o v e r n o.
O
o
Mc
I-
*-
» d i r a i t-
p o i so
o
/V# c o n s t i t u i u m a e x c eç ão a o s a g r a d o d i r e i t o d e p r o p r i e d a d e,
/ c o n s i d u r u q u e s o d e v a m s o r c o n c e d i d o s o s f a v o r e s d a q u a l d o i s s i n n a t a r i c G e rón i m o 3a r d i m e P e r e i r a P a s s o s.
n e s s e
s e n t i d o,
a p o n t a d o s p e l a G o m i s-
' s d es te p a r a c e r pa r Q u a n t o o p r i v x l e n i o e x c l uO
o
s a o d e l e i h o r a m e n t o d e 1O
Cn.j7Ic>_),,
C
» » * T 1 r»'r -Va. a.yardin * :,
( rsj siv.o r e f e r e n t e a o s i s t e m a d e r e e d i f i c aça o p r o p o s t o d o s p r e d i o s em r e l aç ão a s s u a s d i m e n sõ
e s,
p a r a a s d i s p o s iç õe s a c o m i s são n a o j u l g a 1O
rw IV u m a o ^*\ oCXO
i d e i a IV Corn r e l aç ão a g o r a r i noV« , dasaa mcdo,
o e s a ccnse1h.a essa madid a,o
IV tià dO j u r o s,
"
p e n s a a c o m i s são q u e e s s e r e c u r s o d e v e s e r r e s e r v a d o a o s m e l h o r o-
e n t a s d e o u t r o o r d e r n,
O
co nce r n e n t&s a o de s onvo1v i m o nt o da n q u e-o
o
z a p u b1f c p e r f e iço a m e n t o d o s m e i o s d e t r a n s p o r t e s,
r a.l,
o d o s s i s t e m a s cí ó p r o d u ç ão.
p e i o C i q u a n d o d e i n -uO
(V /V» L i m i t a d o s corno s a o o s r e c u rc a r e s s e
c vc
^ ' -, r . n a o c l i c i t oo
SCS 0 0 uSta 0-cü,
ap1i.ca-1o s intl i s t i r)taniente a todos oc m e l h cc
f Mr a m e n t o s c e q u e carece o p a i s cu c a d a urna nU-<-«w s u a c i r c u n s c r iç õe s: c u m p r e
O
o
o
c
lo?
o
*
«
*
Q
O
o
' ïo
no seu desenvolvi-
Íaos que mais diretamente podem influir
ato desta comiss
ã
o nao ter considerado o saneamentoreserva
-
rosO
vOV fmento osral,T
.
C •O io
o
Corte como uma prioridade para c desenvolvimento geral do puquest
ã
o aindaé
compreendida como um problema local,
res.Ü2
-S,
d a
O
monstra que esta
trito a cidade do Rio de Daneiro
,
nao cabendo,
desse modo ao governo econjunto do pais arcar corn
O
o
o
ïas despesas para execunao das obras
No
entante
? a questão do sonsamente•
r
Janeiro loco se
convertera
em objeto de interesse nacional,
4 nem ac
o
nela cidade.
de reformas exigiciasO
c
T dc Rio deO
sua'transfcrrnaçao representara
,
particularmente durante a reforma urba-* elo prefeito Pereira Passos
,
nos primeiros anos do secu-o
*
o
na empreendida PO
/pansac s desenvolvimento geral do pais
.
no
eixo
-
principal deTendo a Inspetcria
Geral
derelatarlo nc qual procura identificar
os.
melhoramen-lo . oy t \A¡f
O
L•A r m i s t e r i o do i g i e n e enviado ao l\ Ii ;c
Imperio err 1oG6 umö
tas indispensáveis para o saneamento da cidade
,
*oconselho
diretor do *relatorio e
O
o
Clube de Engenharia loconomeou
um&acomissuo para estudar ointerpor part-cr sobre o melhor meio de sanear o Rio de Janeiro
.
Sec uncomissão do Clube
,
o trabalho proposto pela Inspetcria do Higiene1O
do aO
mostrou
todos os melhoramentos de que carecia a cidadepara
orestabelje
cimento dc sou bem estado sanitario
.
Entretanto
,
observa a comissã
o do>V /
Clube qua nao sendo possivel a pronta, realizaçao de todos os melhora
-
'O
*!
O
o
mentes
,
era vista do estado precario das finanças de país,
selecionar us obras mais indispensáveispropces
-
se:O
•aO
e urgentes indicadas pela Inspe,C prirneirc melhorament
. ^ ?
consista na complementarão das obras do abastecimento de agua
,
O
toria de-
"irions fina aconselhado para esse ii L-O
c
de modo’O
a fornecer* diariamente um volume correspondente a 3ü01itros no mínimo ’IV ^
^
Sao tamben urgentes o dessecamento dos pantanos
,
-O
por habitante«
_
IO
o s¿o
neamentc
das praias e daLagoa
Rodrigo de Froit&s;
o arrasamentomorros do Castelo
,
Santo antonio e Senado,
des
O
Asein dispendio para o Estado
;
a
constru
ção dc um cais pelo literal dabaia
; oalaraamento
e abertura’O
o
o
esse fim
,
rw~îOf i rnas per empresas, orcanizadas para rriec!5.untB foyeres conce
-o
•v
o
didos pelo governo.
De acordo com a corai®sao do Clube,
basta tor emO
/N*vista H~ ventilaçue da parte oa cidade onde muxs s o condensa a popula
-: U.
O
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3 a a CD CX D_
CD o. o H* d Q. 0 ~b «O Cu-
b a. o ex co o Pi cr a tv{ a o ; d d O a. c. ir © U c 0í GO H* CD 13 a G O) CD í. i O 0 en a X CO co (J) Q CD H-
CX (D Oí 00 h~» te ir a o G d o d o < a. cu d en in H *o o « d o C/3 CO O o (—
1 o i—
i CD ct CD CD d ~ b C * en H-
\ TJ Pb oj- eo CX H* H* n r o 13 CO H* G d* D) O o l—
.l» a. < d ¿ co H* a > co c en-
a B O TJ CD co H* ‘0 < CX d O '1 Ci-
ro P1 CD C CO (;0 TJ O co CX d O P* ex CD 03 C-
.
0 d íi 0 ro M w Ci-
pj 3 CD CD X 03 CX V«.
C .O O CD CL H* P n O 2 H-
3 CX O CO Hj O H vi c¡* < a o co H rx H» io. n ex o o c X* o- 0 H! CX 0 CD ex a co P ca C* en o P t- . 0'' 13 G a-
'-J H» CD O £ }-I. O O c O D c ^-IJ O »» to c !-—
* GO TJ CD CL O O d D G D- O CO I C O TJ n O .G d cr d H < !-J» ri-
0 TJ H* P d X a CD CO B a. G GO c:_
n CD H* c c O %-» 0 IQ 00 en o ex G 2 CX Q G H* 2 0 O CO rp 0 Q. 1-* TJ co a- r;\ r 0 CD !—
* O CD Q -b H Q. PJ D d 00 CX 0 ci- CO P‘ r-J !-* a* C 2 O P - O T) ri-
0 O C n 0 p3 O CD H* et -Tí 0 CO n> d-
D 3 O d* 0 G Q\ pi C. H» Q 10 c+ P’ et CO 0 o CL 00 00 d a 0v (0 h*4 d Q P-4 d CO * d-
CL CO o>e Q n CG t G> n O V* W G> co %.. O c G H* r\ d O% '0 P D O C’ c. CX ::r P co co O 0. H* H-
2 0 £ O H-
J~î. d V« c CX G ¡..i. a V> -b H-
Vï OO cr a H» n—
J :rJ c c D 0 CD c H« D O CX OD 2 CD (O d £ o LL D_
CD d O O n h-4 00 0 oo 2 H r~ i en co a 2 en CD 2 C I > 0 c-
O 3 H * C Di 00-
D CO G I H» rr rr •—
n n. «o en 3 Ci CO ci* ex ri-
cC ex rn a. w»s r* 0 D P G 2 CO CL P! en 3 en D G - n j œ c «2 O O CD H* O C G. I-4-
2 H* G c+ n et 0> 0 O P* CD 2 C O . O D-
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ra Li H* rt* D- ex a. n H-
G c * :-
V* c î 0 Q D_
CL ci--
P G- “b D CX T 2 n Q L3 P: c+ H O C D G C P 3 O 3 ri* r*. C c: c p G T D. h '* i-t P 2 O G i-J 0 CL CX 3 O G H-
Cs C rr CO • 3 O O Vt G P 3.
O G 3 rr O D-
D D CO r* et O C-
P o C G 00 G-' ¡ -Í T en 2 co CÍ-
rr P 00 2 3 0 co 0 o ta co CD CO\ P co a* G 0 T co V* 2 P P G Qs hi TJ Q G 0 G2 H 0 H C C en 3 G r? G O 3 è-J p.
2 D CX H* ri* rr rt-
H* C-0 ct ti 3 Ci p) C+* P:% 2 tv xj P n H* d* D-
î* 1 CD D cr O CO G CI) H-
hJ CL p.
D r' -H* a P d* G 0 O Vi a> o ex G o 00 o 3*- G CD O CX 2 co n : o 2 d 3 G ta H 3 c p\ C 3 r-
: n G n c G C U ri-
3 C ri-
d CO G d G 2 a c C ¡ Q V» s* rt-
O O 00 c+ •n CO r P P Q }—
1 G 00 p cx H* Tl O 0 d LJ 2 ti t-i en 3 Cl. d oa P G_
CX d "T* 3 C CL O 0 PJ en - P-
n V» P¡ P D d P N P P\ H* 0 r> < Q 0 0 G G •— -C G O co r i—
.
o et 2 P et LJ O i-i C0 » G oo d n n < G rn- d C. H* îi G co P n. Pi- co .a. P’ c C+ 00 H* P-- 3 h4* co G G en & c r T G 00 P i O- CD 0 G C P •2 M H* CJ 0}i 3 ,!—
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Q n C'- <D C G A G rn O 0 P * C' O G O T - en G cr N ex 2 Q n H* C 0 G d 00 <r. •v—
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PJ O T H* a H* G H-
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en co m 3 OO H H* a ‘O 00 a co 3 3 3 r-> -f> G a i 3 H 2 O C H» V7i r Pi > co ÙO d* O C P \ o G oo a o C Q pv.
G 13I O co P i—
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V G O CO H-
et -j C H» P> ;-j. C0 C H 1-1 CO a CL CO G O -* d P CO <D co o o 3 a 3 n et 0 G. CO o. "b G en Q en O T a a• r-
> T G <n CO 1-5 i—
« G CD O O H-
G O CD £1 CD d* XJ. C0 3 H -r M O ex o V' î'*• G ' 1 -? H* CL hi H* eu 3 ex 3 C d* - g* G et C n ex n CD ry H f i. G. CD CO o: 3 ni i-j H* T G d O J o o c CD a CD en H* -b 0 P rr 0« a co G n 0 G ta "O C H d C l T œ 0 i- ca 0 co ~b H* 1-5 ri-
cx C0 C\ hi H* V« C0 P H at c: G W H» CO G p-
rr c * f- 10 T 13! CO 0 n et d pi CD 0 OO 3 TJ 00 c 3 et et 1-J o o n h** a G». c i-i 1-5=
# G H* Vu CX 00 2 in P^
< Ce a ~a c o v> o p CG c+ :Í CD n H* r* 0 en G C0 D-
H -40 P' Ci. 0 O H# P h-
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r CL Q. h-» n H* a T o G a o C G +9 oo 3 Pi et h*» J-.4 co o f-j I—
4 0 o £' ti et G a 3 3 • PJ ex o H* o CL O Or O f-J. ~h V» en a 1*5 ci-
rr 0 a cr co a » 3 a /-»"V G 0 0- H-
en o T* n rr.i a T hJ G G - C P 0 0\ rH i-i N PD i ex i--* co r: / G- C d T et en a -3 c t—
4 * 1*5 0 a O a o (O ri* O G G d l—
1—
i O G r o o 3 t-j H* 0 00 cO P O \Ht-
PJ î-5 < c H* co C co H» P\ P en CL 3 D-
H» C. ‘oo d c+ TJ 0 V)\ O d 33 rh Hj r: H. o P> œ et cr p.' “3 P e Hs > 3 d* V» G en d CO d* O\ p P -G h-4 0 O p.
CJ.
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0) p) D) C a G O 00 e o en H» H* Q. o n c V* ro Pi c et en H* d N et TJ CT) \ 3 3 o n H* G 3 T .O CL P V* O C o H* l 4 p.
Q P> O d D) P) 0 . p»4 d CL 0) • C 1 3 C |P X G CO G I G o ! IG P1 G 1(0 [G i a |H* I d en G ! Co « -i -<*(
5
WO
>
\
(äMS
in^
O
US?.
o
/o
f rslatorioT se restringiu em acompanhar o C trabalho da comissãoo
veres*o
da Inspetoria de Higiene,
nada dizendo sobre o meio mais conveniente dese realizarem as obras
,
seu custo e prazo de execução.
Distinta e bem: 4¡
O
\
o
«N*O
discriminada,
corno se acham as esferas de açao do higienista e do ojengs-nheiro
em
questão de saneamento das cidades,
cabendo ao primeiro estu-
'e ao outro
,
apresentar os meí'V
deveria a comissão do Clube ter se ocupado dos
tres
O
o
dar e indicar as cousas de insalubridade
,
os de
removedlas
^
elementos que diretamente afetam a engenharia, isto
é
,
o plano,
oorça
-o
o
o
O
* /HJÖ
mento e o prazo para a realização dos melhoramentos apontados pela Ins-a comissão mostrou
-
se bastante dogmáticar> fA
-
•Para o critico
,
petori
divergir das medidas mencionadas no relatorio quanto ao canal do mangue
/ .
A
e recomendada, por varios engenheiros como
providencia urgente e indis
-
,'*
pensavel para o
saneamento
da cidade,rao dos cadáveres sobre a remoção dos cemit
érios
,
üG •O
c
o
A respeito• da vantaoemW da crema
-O
c
afirma Ffianoel deCar
-r
valho que a comissão
"
deixou completamente- o terreno pratico
,
rw
que devem ser debatidas questões desta
natureza
,
parte de uma associa
çã
o de engenheirosdo do sentimentalismo
"
.
único
em
VJ
C
esqueceu
-
se que fazia’C
o deslizou
-
se pelo plano inclina.Segundo
ele
seria bastante elevado©
o custo pa
-\J
C
cencretixaçao dos melhoramentos apontados pela Inspetoria,
implicando entre outras obras
,
' /
area
onde esta localizada aru e exigidos
O
par ^i o saneamento da cidade,
no arrasa -(mente dos
morros
;
nodessecamentc
de todacidade
;
na destruição dovastos
quarteirõescomercio
,
onde a desapropriaçãoc
o
compreendidos no
centre
dc s()
e oneresissima
,
para abertura de novasL
.c
Aíe pra
ç
as bem orientadas;
ruas ria
construi
;
ao de um cais bordando todo cC
literal; no desenvolvimento
O
e correção da rede de esnoto,cañáis;e na mudança dos hospitais
para fora da cidade
.
de
e remoraow
Dai resultaria a
de um local cheio
-
de defeitos e de grandes obsnaturais num terreno apropriado para se levantai' uma nova cida
*»
*
o
transformação da cidade,
O
o
taculcO
Todavia
,
lembrar IT
.anoel
dc Carvalho quenem
mesmo
a propria Inspe-toria de Higiene garants inteiramente que as epidemias desaparecer
ã
oper completo
,
apesar dos altos recursos que seriam investidos na execu-•'W Çào do seu plano
.
d e•o
i aO
Diante dessa incerteza, quanto a solução definitiva»O
o
o
'-.I ;V
C
o
o
o
e p o r a c r e d i t a r q u e o m au e s t a d o * t íc p r o b l e m a d e s a n e a m e n t o d a c i d a d e,
s a n i t a r i o d a C o r t e s e j a c o n s e q uên c i a d o g r a n d e a u m e n t o d e p o p u l aç a oO
O d oo
R i o d e C a n e i r o,
b l a n cG1 d e C a r v a l h o p r o p o s a m u d a nça d a c a p i t a l d o I m p o r t c p a r a uma n o v a a r e a.
E s s a s o l uç ão,
d e a c o r d o com p i o,
p r o p o r c i o n a r i aO
o
urnao
«V r e d uç ão d a p o p u l aç ão d a C o r t e,
p o i s o b r i g a r i a o d e s l o c a m e n t o súb i t a d e *O
d e ICC n i1 l i g a d a a a d m i n i s t r aç ão g e r a l p a r a n o v a C a p i t a l,
s a n i tá
r i a aO
c e r c a p e s s o a so
d a c i d a d b.
E s s a p r o n o s t a,^e n t r e t a n t o
l o r e f o i c e n s u r a d aV-/ p o r» n a o c o n s t i t u i r um m e l h o r a m e n t o n a -Iconscquente me1hora nas condicoes
e u m a
o
o
O
rã c s a n e a m e n t o d o R i o d e J a n e i r o,
p o i s a c i d a d e n a o p o d e r i a d i s p e n s a r,
* d o s m e l h o r a m e n t o s r e c l a m a d o s s a p o n t a d o s p e l a X n s p e t o r i a !O
a i n d a 0.1oSd.mPo
C e r a l d e h i g i e n e.
í
O
Com o o b j e t i v o dc f i r m a r p a r e c e r d e um p r o j e t o d e m e l h o r a m e n -/ / t o o r g a n i z a d o p o r R o s e B r a n t d e C a r v a l h o e F r a n c i s c o d e G o e s p a r aO
cida-c
V.
o C l u b e d e E n g e n h a r i a c o n s i d e r o u e s t e b e t a d e l i m i t a d o,
c o n q u a n t o t r a r o j e t e p a r c i a l q u e p r e t e n d e a p e n a s a a b e r t u r a d e um g r a n -ate .b o u l e v a r d em l i n h a r e t a ccm 2D m e t r o s d e l a r g u r a e 1 5 3C d e c o m p r i m e n ri ••0;O
t~r~s e d e um n «rc
c
t o l i r a n d o c> C u r n n o d a A c l a m a r i a a C a i x w I W o. DTacwuá d e C s tüc iü d e S a,
r e s p o j i d e p e r f e i t a m e n t e a n e c e s s i d a d e d e c o mo d i d a d e,
d u h i g i e n e e d e o m b e l e z a-c
m e n t o d a c i d a d e,
s e m c o m p r o m e t e r a b s o l u t a m e n t e em n a d a a o r c a n i z a c a o’
O
f u t u r a d e um. p l a n o m a i s c e r a l.
P r e o c u p a d o em e s t i m u l a r p r o j e t o s d e me-c
c
rw I b e r a m e n t e como c o n d iç ão p a r a s u p e r aç ão d a s d e f i c i e n c i a s é d o s v i c i o s * e n c o n t r a d o s n a c i d a d e,
o s r e s p o n sáv e i s p e l o p a r e c e r a p o i a m a i n t e r v e nO
_
TO
o
„a o d a i n i c i a t i v a p a r t i c u l a r n e s t a a r e a,
p o i s q u e c o n s i d e r a m •u n t e, "n e c e sO
s i d u d e e u r g e n t e i r p o u c o a p o u c o c o r r i g i n d o,
d e a c o r d e com «s i d e i a s * O m o d e r n-
s,
o s e r r o s a c u m u l a d o s n ac o n s t r u
ç ão d a n o s s a c i d a d e peia i c n o A f A r a n c i o d e s t n e s t r e r d e-
o b r a s,
a v i d e z d e s p r o p r i e tár i o s e n i g l i g e n c i a d a s tv * * n a o h a n e g a-
l o j A I V c o m p e t e n c i a e t a c d e s n a t u r a d a s e a c h * b e m e q u e a i n i c i a t i v aO
__
Iu
O
n os sa s m u n i c i p a l i da u es,
j a q u e o G o v e r n o c a r e c e f *V e n t r e n o s a i n s t i t u iç ão m u n i c i p a l,
n e s s a o b r a d c me -d ec
o,
O
clO
p a r t i c u l a r a e l a s e s u b s t i t u a,
com q u e t a n t o e i n c e s s a n t e, s e p r e o c u p a m a s t a m bém n e s s a p a s s a r e m a n r e o a s c a u s a s p r e j u d i c i a i s,
r e.
o
o
I b e r a m e n t e e a f o r m o s t a m e n t o,
, * \ c a p i t a i s e u r o p e i a s".
c u p a n a o d o s a u t o r e s d o p a r e c e r em i d e n t i f i c a rO
<§) E i n t e r e s s a n t e n o t a rO
o
c
o
/nna
o
i2mD
f
O
r%0*Sd
O
lativO. C construção queoresidiram
. a formanao e desenvolvimento da ci-‘ >
refere
-
se ao eniprero dos iV:estre-
de-
obras na d ade.
primeira causa,
serení dotados do conhecimento
-
frientificc paraproprio aos engenheiros e arquitetes
,
foram 1/ >V
os responsáveis pelas imperfeições e degradações
n secunda causa, trata
-
se da avijetivande tirer maior lucro possível
construçãoj estes por nao
exercerem essa atividade
,
.
0
estiomatizados comoO
o
<v existentes na cidade.
das construções—
'dez dos proprietaries que o1
cons
t-/
>
-truiram habitações
,
destinadas principalmente a população maiscarente
»/
t 'V ^
pele
menor
custo possível,
resultando dessa equaçac,constru
ções sem
D
O
O
rã Aoualquer condição higiénica ou de comodidade
,
o que contribuiu em muitoL
como
uxtimacausa
para a péssima*da cidade
.
para c
estado
insalubresituação sanitaria da cidade
,
atribuiu-
se ac desleixo da municipalidade(W f
ac nao fazer cumprir um codinc de postura concernente as questecs de
7
construção
D
Quando solicitado pelo snrer heiro rthur Sauer a dar parecer
sobre seu projeto de
saneamento
dus habitações de operá
rios,
i»
O
prcleta-
*a Clube considerou uma necessi
improscendivol a substituição dos cortiços e
rios e empregados subalternos
,
na cidade,
dado publica i IV
o
estalaeens
daO
Corte,
por outcas
habitaçõ
es
-
salubres
,
bem divididas e orientadas,
comolube, a censtruç ao de *
trara
grandes vantagensO
o
também,
ádequatíamente
' agrupadas,sãs perfsitamente higié
nicas
,
Conforme o rU. Cu
por baixo prego
,
!O
para a classe pobre
,
ccor
trtbuindòem
muitocom
a melhoria dascort
íi-c
goes sanitarias da- cidade.
Apesar de fazeralgumas
pequenas restriçõeso Clube de Egenhuria se posiciona
favoralmente
aO
técnicas
,
aprevaçao doO
©
o
projeto.
*v
Em
13G8 foi formada uma comissão no Clubs de Engenharia para« respeite do projeto de postura sobre
O
emitir parecer
constru
ções,
rec de daneiro
,
elaborado-
»O
constru
ções
e aformoseamento d a cidade d ula Corrdssac de Saude
p
-
»*iX mim
P£
s Cbras da
Camara
hunicipal.
Segundo a comissãoou
-
—
ubs,
c piQjöbo de pos'cura ten, corno objetivoprincipal favorecer a
vsntij.ag.ao dos edificios
,
urna das ccndiçoesnecess
árias para garantir aO
c
O
HZ'
o
~
0. F.
d TECA I P P U £O
s aú
d e p u b l i c a d a c i d a d e; t o d a v i a d i s p o s iç õe s c o m o a d e i n d e f e r i r p e cíi-o
«*/o
l i c e nça p a r ac o n s t r u
ç ão d c c a s a c e m m e n o s d e 12 m e t r o s d e f r e n t e c o n d iç õ
e s a q ue s e d e v e m s u b o r d i n a r o s a l i c e r c e s,
d u s d eO
c u û d o d e t e r m i n a r a so
IV r e o r a s d e h a b i tí áb d l i d a d e e o u t r a s m a i s, * p u b l i c a,
a s d i m e n sõe s d a s o r e a s,
a s a Cü -n a m e d i d a e m^
l e-
’
O
c a m o r o i u d i c u n d o n a p r a t i c a a p r o p r i a s a u d e v a n d e e x t r a o r d i n a r i a m e n t e o p r eço d u s c o n s t r uç õe s e r e c o n s t r uç õe s,
p r o -v o c a rá
o a u m e n t o d o s a l u g u e i s,
o u a f u g a d e s c a p i t a i s q u e b u s c a m c o l o c a.O
/wO
o
o
»V o q u e d e t e r m i n a r a d e u m a m a n e i r a o u d e o u t r a,
f r j a c o n s t r u i d a s d e v i d o ç a o n e s s a a t i v i d a d e; n ac
A »V rN# d e g r a d a g a o d a s c e n d iço e s h i g ién i c a s d a s c a s a s a oo
s s o a s n e l a s.
l u b e,
m a s s o c i a i s d e v e-
s e p r o c u r a r c p o s s i v e l e m a c o i d e a l o u a f a n t a s i a.
B u s P a r a a c o m i s são d o m a i o r a c u m u l o d e r* i: n a s r e f o r -r->e> L.
hC 4O
% A. o b e m p e re s t a
u l t i m a f o r m a e p r e p a r a r a d i f u s a o d e: m a l"
.
c o n c l u i q u e e s t e p r o j e t o d e p o s t u r C o r n e f e i, n a o m o r e n o a p r o v aç ão p o r s e r e x , c e s s i v o,
i n e f i c a z,
a n t i-
e c o n o m.íc o e s e m g a r a n t i a p a r a o d i r e i t o,
e m m u i c a r n* <V •t-r~. 5O
O
t a s d a s s u a s d i s p o s iç õe s.
P e r s e g u i n d o s u a p r e t e nça e d e r e s o l v e r o s p r o b l e m a s r e l a t i v e s »O
O
a o m e l h o r a m e n t o d o R i o d e d a n e i r c,
o C l u b s d e E n g e n h a r i a i n d i c o u, c o r n o ^ P p r o v i d e n c i a i n d i s p e n sáv e l ryt a s u b s t i t u i r s e d o c a lça m e n t o p r e s e n t e n a c i d a a o e x p r i m i r p a r e c e r s o b r e o p r o j e t o d e c a lça m e n t o a r i a C o s t a e m10.93
,
m a n i f e s t o u-
s c f r a c a m e n t e f a v e rá
-a s f -a l t o p r o p o s t o p e l o r e q u e r e n t e, 'a p e s a r q u a n t o a o m e l h o r s i s t e m a d e c a l ça m e n t o p a V a c r e d i t a a c c m i s s a o r e sp o n, c a i r a m e n t e d e a s f a l t o s a i t r i u n f a n t e d e- t o d a s r,a u o b s t a r t e,
d e.
n n v_
a« o p r e s e n t a d o p o r v e l a a d oç a o d c c a lça m e n t o d e d e h a v e r m u i t a s c o n t r o v e r s i tO
A/O
o
.asO
r a c i d a d e,
dév i d e a s i t u a r a o d o s e u s u b s o l o,
r s^v e l p e l o p a r e c e r q u e oO
o
Io
a s p r o v a s,
"
q u e r s o b o p o n t e d e v i s t a e s tét i c o,
q u e r s o b o p o n t o d e v i s.
* o l a d o téc n i c o o u o l aO
o
/» A t a h i g i e n i c e,
q u e r s o c o n s i d e r o ÜL o c ei o m i c o d aO
~
q u e s t a o".
A/ s istornA•de ca1rani o ntc s u s t n a a a p t a a s c o n d i c o e s d e s p aís e s c e r a a r e l a e C u1 n a o s o T c o r.i c g a n h& o e l a s t i c i d a d e n e c e s s s-s o t
a a g a o d o a l t a s t e m p e r a t u r a s; !O
t r o p i c a l p e r d e a p r o p r i e d a d e d o i n f l a m a r-
s e,
O
5, n a m e d i d a PíA q u e o a s f a l t o m i s t u r a d oO
O
V n a p a r o d i l a t a rO
sem
f e n d e r-
s e.
r\G
A/ d o st e p a r c c i-r,
a q u e s t a o d o m o l h o r s i s t e m a d e c a l ça m e n t o
m u i t a s d i s c u s sõe s,
r*> r' *“**•*> a C u U i p a r o c i -d a -d e c o n t i n u a G wüd u m o t i v o d eO
a l i a s e s s e s e n um d o sc
o
o
_
KJ
O
o
G
O
rpontos debatidos pelo
Coneresso
de Engenharia e Industria unos mais tari
'
O
de
.
o
,.c
C Presidente de Clube dr; Engenharia,
Oliveir-
Bulhoes pronun-A
cicu una
conferencia
,
na qual ele questionO
os encargos necessários pu
-O
c
<v
O
ra realxzucao dos meios indicados para o saneamento da cidade,
elaborao
dos por una comissão nomeada pelo Prefeitodo Distrito Federal err
.
1896.
O
\A# •K.t
Ma sua opinião
,
a sugestão de emprestimor.exterior na ordern de 6.000.
ODO»V Ai
esterlinos proposto pela comissão
,
corn u garantia da Uniao,
auxiliando-«•A» *
se o pagamento dos juros e amortizaç ao desse omprestimo com novos impes,
tos sobre a propriedade prédial
,
implicara num elevado custo a socieda-o
o
c
o
c
o
,!ant; s do propor o lunnumerto
de orando emprestir
.
no, antes ce aumer.-dc:
o
O
tar os impostos a população,
ja tao sobrecarregada,
deveriauvaliur os recursos municipais existentes
,
.
/'
tremas des grandes e onerosissimos emprestirnos
,
a Cümissao
c
recorrer
as medidas ex,existera recursos pura '
ir suesssivurnente realizando alo•**uns dos melhoramentos urcantesw/ de
(
convera dize-
lo)
jato
,
e ant.es devora ser feitos- cautelosamente,
•a exemplo Ido que se sen¡ ®•O
Ö
o
quec
nao podem ser executados de um
O
carecemos, os quais soo
temO
praticado'
e continua a fázer
-
se em todas as grandes capiteis do mundoO
(§> civilizado"
.
O
E
sugue dizendo,
"
naocansaremos
de repetir que o sansa-
1O
mente
do Riode Faneire
,
devendo ser constituido por varias obras,
tra-balhos a medidas de policia sanitaria
,
N /
nao pecamos escapar -as indispensavei
independentes urr
.
-
s dasoutras
,
’• ‘
«-f ''S*,
interrupta fis
-a principiar pelas mais simples e
elementares
.
'
’c
) necessidades de i S oc
calizaçao econserva
ção,
U
O
apesar disso,
considerou de;todas as obras de melhoramentc sanitario,o:
-
nstruçâ
o de um cais bordando o litoral da aC
drenagem do subsolo
#V
dado pura suprimir a infoaguo das praias
,
c a
ci
-o
o
de urgente e ebrinatori« exe-corrigir os défaites de
O
cuc'¿o üesmo verificando a necessidadede ex
-o
*tpu Vaso.m erreo du s ení anamoí¡ios ciaC
oí¡\pai>hi CityIrn
prcvain
ents,
criticou
a 'UO
•N*a posiere da comissão de condonar em absoluto
quase que completa
.
e propor sua renovarac
o
Segunde
ole
-
,
C u.
i C i i'j G S S a n i t a r i a s d a C1dcH.'Q*
O
OGsu medidw. agravaraainda
maisf
o
o
o
o
o
o
o
ü
Parte
< ;
—
24
/
12/
19CC rG Congresso de Engenharia e Industria reunido de
cidade du Cio de Janeiro
,
evento
organizado pelo Clube_
nr
â Zt:/u.
de Engenharia corn objetivo de incentivar o progresso do pais
,
IV f A #
importantes questões técnicas
,
industriais,
económicas,
financeiras e administrativas que niais perto e diretamente interessem *
questão do
saneamento
e embele-abordcu e
deliberou sobre
ao desenvolvimento material do pais
.
nda Capital .Fédéral foi urna das principais preocupações discuti
-/ / r IV
alias
,
nossa analise se concentrara,
tao somentezarriento
das no Congresso
.
?so-brs esta tema
.
/ *V '
Responsável pela exposição introdutória
,
Castro Garbosa mi-
'
sua palestra destacando a importancia da cidade do Rio de Janeiro
’
M0 Rio de Janeiro e nao so a capital politics
*
de industria
,
deCorn efeito
,
o progresso do paí
s está
diretaseu sa
-pelo contrario
,
coj:cia
para o conjunto do país,
de nossa patria
,
como
o seu maior emporio,
de comercio,
« /3
riqueza e de civilizacao
"
.
mente associado com a melhoria das condiç
oes
de vida da cidade,
»V» / /V
neamento
nao e encarado maiscorno
uma questão local,
responderte agora a
"
um problemaquanto principal centro do pais
,
a politica deneiro materializará todos os interesses e
urn dever
,
um compromisso nacional"
.
En
}
saneamento do Rio de 3a
-vontades de civilizar
-
se*rw
de urna sociedade
,
então,
profundamente marcada pela herança colonial s£
r
E cabera a engenharia urn papel relevante dentro deste çontex
.
to
,
na medida ern que ela possibilitararies para transformação da cidade
,
de mode a garantir o conforto e comocratista
.
a execução dos trabalhos necessa
•v
.
dic'wde exigidos por urna
orar
de capital.
Messe
momento
,
a engenharia c£
cientifico
me
çara
a consolidar-
secomo
un conhecimento capaz de inter-
’
»VI
vir Contudo
,
isso nao significara,
mente
,
no afastamento dos medicos higienistas e do seu conhecimento es-sobrs o espaço urbano
.
necessaria-pecificc sobre a cidade
,
mas sim uma etapa-posterior ao processo de di-A»
agnósticasb.o
ponsabilidade agora do engenheiro:,realizar,
os
trabalhes»V*
por
eles
‘
ofetuudc e SUaS assocXaçOSS
,
na qualsera
resnecess
ários pa.1
)
o
o
superação dascausas
de insalubridades apontadas pelos médicos.
Pois*sanear uma cidade ou uma regiao e efetuar na
mesma
ostrabalhos
exici-circunst
â
ncias locais,
intervindo
o ramo ciera
o
o
la hiniene e pelasnhecimentos t
é
cnicos atinentes ao caso"
,
compreendidos nos muitos ramos cc dos nía 1 '^©
o
Mo
entanto
,
• para Castro Barbosa ha limites na e-e arte da engenhara.
•V
laboranao de
exigidos para o desenvolvimento das condições de conforto e higiene
era que algumas'
obras sao urgentíssimas e outras de
consequência do acumulo de constru
çõ
es ir/ /
distribuidas sem qualquer criterio quando da sua
*
cendrando- muitos obstáculos que impedem o livre curso c
desembara
ço daso.•
um plano único capaz de atender
aos
diversos melhoramentos<v da
O
o
cidade,
na medida e.c
lenta.
ad £quãtíaS X8eueao mais >o
na cidade,
formasac,
snO
o
o
aguas pluviais
,
do ar e a distribuição daa introdução de quaisquer melhoramentos
.
dificultando sobremodo
,
luz
,
o
o
n principal preocupaçãoCastro Barbosa para o saneamento da cidade refere
-
se aoabastecimento
de
O
o
O
JG acua potável para popularao,
no sou entender sao muitos os benefir !C
cies que resultaram par a vida e riqueza da cidacío.
Sua recularizacaoa lavagem dos esgotos
* a conservação1
C
-o
alem dp
outras
ceis-as,
rermi ra,
o
U*-I-o
«•+*dos parques
,
a manuténrso dos jardins particulares,
bem
-
estar domesticoo principalmente o
Resolver c problema da umidade
O
da população•
uso o
o
o
proveniente do solo,
realizandoventil ar.ao
-w
o enxugo do mesmo pela drenagem
,
eco no titu1rarn
-
se tarnbeni urna que5:,t¿\o 1mportantca
o
da cidade,
pa
-o
c
ra o saneamento uria-
, capital.
Sugeriu ainda, o desvio das acuas pluviais
c
para certos pontes do litoral,
dada do acumule de
de modo a preservar a parto plana da
cariai do mangue na parte mais
ci
o
ss
âs aguas,
o atejfrc doO
o
próxima da PragaXV
,
reduzindo a parte restante a galeria cobertadesti
nada principalmente a receber as infiltra
ções
O
do solo adjacente
,
e1 ccncervanao de ruas estreitas que se entrelucao nu
dads comercial o vista corno um crime
,
tornandonecess
á
rio.,como,
uma das *O
ao
circunvalarw.aoCl
-O
h,O
principais medidas para a
melhoramento
-
doR
3,o prolongamento ate o mar*Garbosa pr
£
por a
reserva
dearcas
em variosarrabaldes
para futuros parques e avo-c
o
da rua KARGdial Floriane c o prolongumBNte de outras.
Castroo
O
O
»Vnid