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Adriana Nunes Nogueira

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Academic year: 2021

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REFORMULAÇÃO CURRICULAR DO PROERD

NOGUEIRA, Adriana N. Orientador: Prof.Dr. Alípio Casali Mestranda Resumo

A pesquisa propõe refletir a reformulação curricular do PROERD – Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência da Polícia Militar do Estado de São Paulo para prevenção ao uso de drogas, sua proposta de estímulo à autonomia, criticidade, cidadania e verificar se o currículo é emancipador, participativo, e se desperta amorosidade. O estudo apóia-se em Giroux (1997, p. xvii): “as escolas devem ser compreendidas como esferas públicas democráticas”, e Apple (2006, p. 40) por entender o espaço escolar como favorecedor do desenvolvimento do indivíduo. Pinsky (2004, p.111) e Marques (2006, p.28), pois prevenção eficaz é a organizada em estratégias pedagógicas curriculares visando o cuidado de si, na qual o consumo de drogas é um dos aspectos. A pesquisa qualitativa foi realizada por análise de conteúdo, levantamento das principais bibliografias, legislações, normas e currículos que norteiam a aplicação do Programa. Também foram feitos acompanhamentos das aulas dadas pelos policiais.ResultadosO currículo destinado às 4as séries prioriza a abertura de comunicação para re-significar o cotidiano de maneira saudável sem uso de drogas ou violência. O que ocorre durante as aulas é o respeito à diversidade, à reflexão o auxiliar para propiciar um ambiente saudável, através do respeito ao aluno. O currículo é, portanto, libertador, crítico, emancipador, tem amorosidade e é reflexivo pela mescla de seu conteúdo à metodologia de facilitação. Há um esforço conjunto e horizontal da escola, família e polícia que se dá pela afetividade, capaz de produzir um ambiente propício à amizade, ao respeito, à informação, harmonia e aprendizagem através do currículo.

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Introduzindo a discussão

O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência - PROERD é uma iniciativa da Polícia Militar do Estado de São Paulo para prevenção ao uso de drogas por jovens da pré-escola até o ensino médio, representando um esforço entre as escolas, pais e polícia. É desenvolvido em 55 países para 60 milhões de crianças por ano. No Brasil, todos os Estados desenvolvem o PROERD. É baseado no programa americano chamado D.A.R.E. – “Drug Abuse Resistance Education”, passando por adaptações que possibilitaram sua aplicação à realidade brasileira.

Criado em 1983 nos Estados Unidos começou como um programa de parceria entre a Polícia de Los Angeles e o Distrito Escolar daquela cidade. Era desenvolvido em 17 lições por um semestre letivo para crianças de 09 a 12 anos, tendo como objetivos desenvolver noções de cidadania, prevenir o uso de drogas e auxiliá-los a desenvolverem técnicas eficazes para a promoção dos valores essenciais a uma vida com qualidade. No Brasil, cerca de 1200 instrutores em todos os Estados Brasileiros aplicam o Programa, sendo 663 em São Paulo, todos formados pela PMESP.

Os currículos foram revisados a partir de 2000. As atualizações resultaram no currículo de 10 lições para as 4as séries, alvo de reflexão no presente trabalho. Foram feitas mudanças na metodologia e estrutura das lições.

Referencial teórico

A presença do policial em sala atuando preventivamente vem impactando profissionais da educação, porém, há na aplicação do PROERD uma dimensão pedagógica capaz de se antecipar às próprias especificidades da profissão policial militar. Isto se deve à maneira como o currículo é elaborado e ao seu conjunto de métodos utilizados para sua aplicação.

Assim, constitui o pensamento central deste trabalho a concepção de GIROUX (1997, p. xvii), ao afirmar que “as escolas devem ser compreendidas como esferas públicas democráticas, que abrangem redes públicas como escolas, organizações políticas, igrejas, movimentos sociais que ajudam a construir princípios e práticas sociais democráticas através de debates, diálogo e troca de opiniões”.

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Também se recorreu a APPLE (2006, p. 40) por entender o espaço escolar como o meio capaz de auxiliar o desenvolvimento do indivíduo como cidadão. A escola detém fundamental importância pelas relações e difusão do conhecimento que, por sua vez refletem indivíduos mais comprometidos com o bem comum ou não, variando-se a formação a partir de currículos ocultos ou impostos pelo poder dominante.

Por se tratar de um Programa que permeia também a saúde buscamos Pinsky (2004, p.111) e Marques (2006, p.28), pois afirmam que atualmente se fala em estratégias para a prevenção visando o cuidado de si, na qual o consumo de drogas é somente um dos aspectos abordados. Essas estratégias necessitam serem pedagógicas e propiciar uma relação horizontal entre os participantes. Destaca a importância de levar o tema “drogas” à sala de aula, ocupando tempos de aula no cotidiano escolar. Isto se deve ao fato da criança e o adolescente serem mais vulneráveis à influência do meio em que vivem.

Objetivos

A partir dos pressupostos descritos propõe-se refletir sobre os principais aspectos do atual currículo e sua concepção com a postura do policial militar, verificando se há promoção de autonomia, pensamento crítico e cidadania de acordo com o levantamento teórico e documental realizado.

Para tanto, foi preciso verificar como o currículo foi organizado em relação aos seus conteúdos, meios e métodos, se pode ser considerado emancipador, participativo, crítico, político, se contém ou desperta amorosidade.

Metodologia

A presente pesquisa utiliza a abordagem qualitativa para compreender o que o atual currículo PROERD promove em sala de aula, através de análise de conteúdo das bibliografias e artigos já publicados sobre o PROERD, demandando uma imersão no contexto cultural do Programa e suas relações nas forças policiais, escolas e comunidades. Para caracterizar a pesquisa qualitativa, buscou-se Chizzotti (2006, p. 114) quando se refere à importância do pesquisador emergir nas circunstâncias e contexto da pesquisa, considerando os instrumentos documentais, resultados do trabalho individual.

Para compreensão do contexto policial militar e da relação polícia–escola realizou-se um levantamento dos principais estudos sobre o PROERD, bibliografia, legislações, normas e

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currículos que norteiam o ensino e a formação de instrutores do Programa. Também foram feitos acompanhamentos das aulas dadas pelos policiais e pesquisas nos manuais que eram utilizados após 1993 e nos manuais publicados em 2004 para orientação dos policiais militares na aplicação do PROERD junto às 4as séries do ensino fundamental, já que descrevem integralmente os currículos a serem utilizados nas escolas.

Desenvolvimento

A importância de investir em prevenção ao uso de drogas é cada vez mais evidente. No Brasil, existe uma tendência de crescimento do uso de drogas pelos estudantes. Em estudo realizado por Carlini (2004, p. 291), há aumento do uso de solventes entre adolescentes e 12,6% dos alunos com idade entre 10 e 12 anos e 23,2% na faixa etária de 13 a 15 anos já consumiram droga pelo menos uma vez na vida. Outros estudos indicam que a idade mais precoce do uso de substâncias psicoativas gira em torno de sete anos (Pinsky 2004, p.40).

Uma das possíveis causas da redução do uso de drogas em outros países é o investimento em projetos de prevenção. No Brasil, os projetos de prevenção têm sido implantados há relativamente pouco tempo.

Além do benefício proporcionado pelos programas de prevenção, é muito importante salientar também o aspecto econômico destas ações. Para um investimento proporcional a R$ 2,30 em programas de prevenção, R$ 23,00 (PINSKY, 2004, p.111) seriam gastos em tratamento, isso sem contar os prejuízos que atingem os familiares dos dependentes químicos.

O objetivo do PROERD – Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência é prevenir o uso de drogas, através de um currículo voltado à conscientização dos seus efeitos legais, sociais e fisiológicos, e encorajar e permitir às crianças em idade escolar desenvolverem alternativas para confiarem em suas escolhas.

O currículo propõe desenvolver atividades na escola para a promoção ações preventivas sobre drogas e à violência, apoiando a família, estudantes e professores. É aplicado de forma divertida, além de oferecer atividades interativas em grupos cooperativos, e também para estimularem os estudantes a resolverem os problemas de sua vida em conjunto.

Seu currículo ainda propicia a discussão de estratégias para desenvolvimento de competências sociais, cidadania, habilidades de comunicação, auto-estima, tomada de

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decisões, resolução de conflitos, e alternativas positivas para evitarem o uso de drogas e prática da violência.

Por que na escola? Por se tratar do local que oferece oportunidades prazerosas às crianças, desde o tratamento afetivo entre professor e aluno, até atividades lúdicas e educacionais, que fazem com que as crianças sintam-se envolvidas em um grupo, de maneira útil e agradável.

As atividades previstas são desenvolvidas através de uma metodologia específica para que o estudante seja capaz de refletir e agir. A mescla entre conteúdo e prática é que determina as ações do PROERD em sala de aula. Sua proposta acolhe o que destaca Giroux (1997, p. 68):

Deve-se ensinar aos estudantes a prática de refletir sobre a prática. Uma maneira de fazer isso é avaliar cada experiência de aprendizagem, sempre que possível, com respeito às conexões com a totalidade sócio-econômica mais ampla.

Os materiais utilizados pelo policial são fornecidos pela Diretoria de Ensino da Polícia Militar. Não é auto-explicativo. O policial deve freqüentar o curso de formação de instrutores, onde são discutidos temas como “cultura jovem-tendências atuais”, “toxicologia”, “desenvolvimento infantil”, “didática e habilidades gerenciais”, dentre outros assuntos. Os materiais são auxiliares na aplicação do PROERD e um apoio que permite o acréscimo de atividades de forma a se adaptar para a consecução dos objetivos curriculares propostos.

A tônica do trabalho em grupo e o estímulo à participação resultam num menor destaque ao policial, diminuindo a verticalização do processo ensino-aprendizagem. Isto é importante, pois divididas responsabilidades ao mesmo tempo em que todos se integram, quem ganha força é o grupo, e não a imagem de policial dominador, aspecto prejudicial ao pensamento autônomo e crítico para a ação (GIROUX, p. 70).

As lições são apoiadas por livros com linguagem apropriada para cada idade, desenvolvido com temas afetos da realidade sócio-cultural, além de possuírem instruções e direcionarem esforços para que os estudantes desenvolvam capacidades necessárias a melhorar sua realidade.

O currículo utiliza modelos de tomada de decisão, onde os estudantes devem definir o problema, estabelecer alternativas de solução, aplicar uma delas e refletirem sobre o que decidiram. Também passam a refletir sobre as lições por aprendizagem cooperativa e escuta

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ativa, as chamadas “ferramentas da facilitação”. A “facilitação” está descrita em material específico, explorado na disciplina “didática e habilidades gerenciais”, do curso de formação de instrutores PROERD para que seja empregado em sala de aula.

O policial estimula a participação para obter a prática crítica e emancipadora. Refletem sobre drogas e seus efeitos, saúde, lazer, influência da mídia, cidadania, e o fortalecimento de fatores de proteção em detrimento aos fatores de risco. Também está prevista a participação de um pedagogo para acompanhar a aplicação do PROERD. O professor participa ativamente, constituindo-se elo entre o policial e o estudante, apoiando o instrutor em sala de aula. Também devem trabalhar em colaboração para assegurar que os problemas, questões e dúvidas das crianças sejam resolvidas a tempo e de forma apropriada.

Os fatores de risco são os que favorecem o uso de drogas e os de proteção os que minimizam sua utilização: a principal causa apontada como motivadora de experimentação é a curiosidade (mais mencionada pelos alunos de escolas públicas), seguida pela pressão dos amigos e como forma de esquecer os problemas (mais citado pelas escolas particulares) (GREA, 2003, p. 15).

Os fatores de risco e proteção variam de região para região. Assim, para que o currículo PROERD seja trabalhado de maneira eficaz, um dos pressupostos é respeitar as diferenças sociais e culturais para identificar o que é considerado risco e proteção.

O Programa é realizado em 10 lições de 45 a 60 minutos, para alunos da 4ª série, sendo a aula realizada 01 vez por semana. Também estão previstas visitas para as séries iniciais, e um novo currículo de dez lições para o ensino médio (6a série), resultando na presença freqüente do policial militar no cotidiano escolar.

As experiências trazidas em sala são utilizadas pelo policial para reflexão dos temas abordados pelo programa, pois é na escola que o aluno passa grande parte de seu dia e onde passará por diversas frustrações e momentos de bons. Nessas oportunidades, o estudante reflete sobre como desenvolver habilidades para fortalecer suas opiniões e não se deixar pressionar pelos colegas para fazer algo que não aprova. Também são trabalhadas maneiras de lidar com o estresse, bem como o respeito à diversidade.

A reflexão em grupos gera re-significações sobre as crenças inadequadas que levam a uma tolerância à violência e ao consumo de drogas, crenças estas muitas vezes já arraigadas:

Juntos, re-criam criticamente seu mundo: o que antes os absorvia, agora podem ver ao revés. No círculo de cultura, a rigor, não se ensina, aprende-se em reciprocidade de consciências, não há

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professor, há um coordenador, que tem por função dar as informações solicitadas pelos respectivos participantes e propiciar condições favoráveis à dinâmica de grupo, reduzindo ao mínimo sua intervenção direta no curso do diálogo. (FREIRE, 2007, p. 10)

Pinsky (2004, p.115) afirma ser de suma importância que o trabalho de prevenção às drogas nas escolas deve ser organizado em currículo, sendo mais eficazes quando empregados com técnicas interativas, como discussões em grupo e role-playing para pais, que permitam um envolvimento ativo no aprendizado sobre o uso nocivo de drogas.

O aproveitamento do aluno é verificado por uma revisão de perguntas e respostas que antecede uma redação a ser entregue ao policial militar instrutor. Ao término do programa é realizada uma formatura com entrega de certificados.

Um estudo realizado em 2003 sob coordenação do GREA – Grupo Interdisciplinar de Estudos Sobre Álcool e Outras Drogas, apontou que o programa não apenas orienta as crianças sobre as drogas, mas fortalece sua auto-estima. Há grande força no instrutor, pois pais, professores e estudantes consideram sua postura dinâmica e didática. Atua num sentido mais amplo de cidadania (2003, p.13).

Para o instrutor, poder desenvolver os currículos PROERD transcende a recompensa financeira e gera uma dinâmica fortalecedora do indivíduo (QUEIROZ, 2003, p.25-26):

O estudo realizado em 2008 pelo CEBRID – Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas, corroborou os resultados acima, porém, destacando que é fundamental a continuidade do PROERD em outras séries, o que vem ocorrendo de maneira esparsa, prejudicando a eficácia do trabalho. Também há perda do vínculo entre policial e escola à medida que não haja continuidade do Programa.

Destacou a necessidade iminente de mudança do currículo anterior para o atual, pois sua metodologia, possibilidade de flexibilização dos conteúdos curriculares e adaptação às

TREINAMENTO MUNDO NOVO “DO BEM” EDUCADOR RECONHECIMENTO AUTO-ESTIMA NOVO INDIVÍDUO

Contato com crianças

Nova profissão

Sociedade/família Cresce e busca

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necessidades regionais, acompanhadas da continuidade do Programa em outras séries, aumenta a probabilidade de sucesso dos currículos (CARLINI, 2008, p.63).

Hoje, o programa é aplicado em 5080 escolas, sendo 3175 no Interior, 1080 na Capital e 825 na região metropolitana (DE/PMESP, 2008).

Conclusão

O Programa foi reconhecido pela Secretaria Nacional Sobre Drogas como “parceiro estratégico da educação” e premiado pela comunidade farmacêutica como trabalho que enaltece e estimula qualidade de vida e cidadania ao concorrer, em 2003, ao “Prêmio Racine”.

É um programa de Governo, estando em fase de estudos sua formalização junto à Secretaria Estadual de Educação, onde policiais militares integraram oficinas sobre “Práticas e Valorização das Ações Preventivas” a fim de manter o vínculo entre escolas que tiveram PROERD e seus respectivos instrutores e garantir a continuidade das discussões iniciadas pelo Programa.

O pensamento de Giroux (1997, p. 74) sobre escola democrática perpassa o dia-a-dia da aplicação do currículo PROERD na escola, pois o que se pretende é o respeito à diversidade, a reflexão libertadora e crítica, o auxiliar para propiciar um ambiente saudável de crescimento como cidadão, através de um convívio de respeito ao ritmo de cada aluno. O currículo é, portanto, essencialmente normativo, político, libertador, crítico, emancipador e reflexivo.

No Programa, prioriza-se a abertura dos canais de comunicação para significar as experiências cotidianas e torná-las relevantes para o indivíduo de maneira saudável e sem uso de drogas ou violência. Não há intenção de eliminar projetos escolares, mas oferecer sua contribuição como representante do Estado que advém da sociedade e num esforço conjunto e horizontal que se dá pelas relações afetivas e substanciais, serão capazes de produzir um ambiente propício à amizade, ao respeito, à informação, harmonia e aprendizagem através do currículo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

APPLE, M. Ideologia e Currículo. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. ______, M. Escolas Democráticas. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001.

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CARLINI, E.A. V Levantamento Nacional Sobre o Consumo de Drogas Psicotrópicas Entre Estudantes do Ensino Fundamental e Médio da Rede Pública de Ensino nas 27 Capitais Brasileiras. São Paulo: Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo, 2004.

______. Avaliação do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência em São Paulo. São Paulo: Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo, 2008.

CHIZZOTTI, A. Pesquisa Qualitativa em Ciências Humanas e Sociais. Petrópolis: Vozes, 2006.

MARQUES, A.C. e org. Guia Prático Sobre Uso, Abuso e Dependência de Substâncias Psicotrópicas para Educadores e Profissionais da Saúde. São Paulo: Prefeitura da Cidade de São Paulo, 2006.

FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. 36. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007. _______, P. Pedagogia do Oprimido. 46. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007.

GIROUX, H. A. Os Professores Como Intelectuais: rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed,1997.

LAVILLE, C. A Construção do Saber, Manual de Metodologia da Pesquisa em Ciências Humanas. Porto Alegre: Artmed, 1999.

PMRJ, Polícia Militar do Rio de Janeiro. Manual de Instrutores do PROERD, 4a série. Rio de

Janeiro: PMRJ, 1993.

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PMSC, Polícia Militar de Santa Catarina. Manual de Instrutores do PROERD, 4a série revisto

e atualizado. Florianópolis: Centro de Capacitação de Instrutores PROERD/PMSC, 2004. PMSC, Polícia Militar de Santa Catarina. Livro do estudante, 4a série revisto e atualizado.

Florianópolis: Centro de Capacitação de Instrutores PROERD/PMSC, 2004.

PMSC, Polícia Militar de Santa Catarina. Manual de Facilitação PROERD, 4a série.

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PMSP, Polícia Militar do Estado de São Paulo. Nota de Instrução n° PM3 – 003/03/07 – Normas de aplicação do PROERD. São Paulo: 3a Seção de Estado-Maior da PMSP, 2007. PINSKY, I. Adolescência e Drogas. 1. ed. São Paulo: Contexto, 2004.

QUEIROZ, S. Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência. São Paulo: GREA da Universidade de São Paulo, 2003.

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