Professor Dr. Bruno Anderson Matias da Rocha
Universidade Federal do Ceará
Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular
Graduação em Biotecnologia
Linha de Pesquisa: Biologia Estrutural de
Macromoléculas
Área de Concentração: Cristalografia de Proteínas
Apresentação
• Graduação (UECE):
– Licenciatura em Ciências Biológicas (1999-2002)
– Bacharelado em Ciências Biológicas (2003-2004)
• Biotecnologia Vegetal (Cultura de Tecidos) - EMBRAPA
• Biotecnologia Vegetal (Cultura de Tecidos) - EMBRAPA
• Mestrado em Bioquímica (DBBM-UFC)
2003-2005 (Biologia estrutural de proteínas)
• Doutorado em Bioquímica (DBBM-UFC)
Atividade Docente
• Universidade Regional do Cariri (2005-2007)
• Universidade Federal de Alagoas (2008-2010)
• Universidade Federal do Ceará (2010 - Atual)
• Universidade Federal do Ceará (2010 - Atual)
– Introdução à Bioquímica
– Biofísica
• Mestrado em Biotecnologia(UFC/Sobral)
– Professor Colaborador
• Programa de Pós-Graduação em Química e
Biotecnologia (UFAL)
– Professor Permanente (Orientador de Mestrado)
– 2 mestrandos
Ferramentas de auxílio ao
ensino
Lectinas
Animais
Biomol-Lab
Lectinas
Vegetais
Lectinas
de Algas
Bioinformática
Biologia
Molecular
Molecular
Atividades
Biológicas
Biologia
Estrutural
Química de
Proteínas
Moléculas-Alvo
• Lectinas
• Fosfolipases A
2
de Venenos de
Serpentes
Serpentes
• Hemoglobinas de Répteis
• Marcadores de Doenças
Cardiovasculares
Considerações Gerais
•
Proteínas de origem não-imune com pelo menos um sítio
de ligação não catalítico que reconhecem e interagem de
forma reversível com carboidratos (Peumans & Van
Damme, 1995).
•
Grupo heterogêneo de proteínas
– Propriedades bioquímicas
– Atividades biológicas
– Atividades biológicas
•
Infecção, fertilização, câncer, transporte protéico e
embriogênese (Gabius & Gabius, 1997).
•
Ferramentas importantes
– Biologia
– Histologia
– Medicina
Aspectos Estruturais
Lectina de Canavalia ensiformis (1CVN) (NAISMITH & FIELD,
1996). (a) Visão geral da estrutura quaternária da lectina com os
sítios de ligação a açúcar interagindo com um trimanosídeo. (b) Sítio
de ligação a metais (Ca
2+e Mn
2+) e interações que estabilizam o sítio
Ligantes Hidrofóbicos
Sítios de Ligação a Compostos do Metabolismo Vegetal. (a)
Sítio de ligação ao aminoácido não-protéico ácido α-aminobutirico
na lectina na lectina de Canavalia gladiata (PDB 1WUV). (b) Sítio
hidrofóbico de ligação à adenina da lectina de Dolichos biflofus
(PDB 1BLQ).
Técnicas de Resolução de Estrutura de
Proteínas
Cristalografia de Raios X
Ressonância Magnética Nuclear
Modelagem Molecular
PASSOS PARA A RESOLUÇÃO DE
ESTRUTURAS DE PROTEÍ)AS POR
CRISTALOGRAFIA DE RAIOS X
1
o
PASSO
2
o
PASSO
3
o
PASSO
4
o
PASSO
5
o
PASSO
6
o
PASSO
Gota:2µ
µ
µ
µL/2µ
µ
µL
µ
Poço: 500 µ
µ
µ
µL
Cristalização de Proteínas
Tris-HCl pH 8,0 10 mM com CaCl2 e MnCl2
12 mg/mL
Screen I e II
suspensa
Gota
CRLI
Sala de Cristalização
BioMol-Lab/UFC
(Julho/2003)
Câmaras de
Cristalização
Cristal de lectina
Cristalização
Análise de
Cristais
BioMol-Lab
Cristal de Proteína
Cristal de Proteína
Raios X
Raios X
Padrão de Difração
Padrão de Difração
Integração das Imagens
Integração das Imagens
Coleta de dados de difração de Raios X
Kit de
Cristalização
ou
Laboratório Nacional da
Luz Síncrotron - LNLS
Estrutura Tridimensional da
PPL2
Barril (β/α)8
Laboratório de
Espectrometria de Massas
BioMol-Lab
Lectina de Canavalia boliviana
M/z 50 100 150 200 250 300 350 400 450 500 550 600 650 700 750 800 850 900 950 1000 1050 1100 1150 1200 1250 % 0 100 Cboliviana Tripsina20090820_Cbol_trip_001 MaxEnt 3 99 [Ev60734,It50,En1] (0.050,200.00,0.200,1400.00,2,Cmp) 2: TOF MSMS 555.30ES+ K Y L G T T A S L G V yMax 840.44 y8 682.38 y6 310.18 y2 86.10 L 84.08 136.08 Y 242.11 a3 185.09 240.14 198.09 292.17 480.28 y4 382.17 345.21 400.19 a5 453.27 581.33 y5 513.27 570.31 619.40 753.41 y7 683.42 822.45 763.42 821.49 1010.55 y10 841.49 959.49 850.43 937.46 1139.531161.72 1035.55 1175.69
gamma
alpha
beta
Lectina de Dioclea wilsonii
M/z
100 200 300 400 500 600 700 800 900 1000 1100 1200 1300 1400 1500 1600
%
0 100
80 ug proteina/ 1:25 enzima M GuHCl sem bicarbonato
20091019_Dwilsonii_trip_promega_02 MaxEnt 3 110 [Ev-310958,It50,En1] (0.050,200.00,0.200,1400.00,2,Cmp) 3: TOF MSMS 757.37ES+
E T N T I L SWSFTSK bMax K S T F S W S L I T N TE yMax 842.41 y7 410.17 335.20 y3 140.07 198.09 428.18 569.30 y5 541.27 755.38 y6 654.35 824.40 937.49 843.47 1068.58 y9 956.56 1050.57 1169.63 y10 1069.65 1283.69 y11 1170.71 1284.61 1477.731509.90 1647.92
Projetos
• Projeto Universal: Estudos estruturais das
interações entre lectinas de leguminosas e
ligantes hidrofóbicos do metabolismo especial,
hormônios vegetais e aminoácidos não
protéicos. (Edital MCT/CNPq 14/2009
protéicos. (Edital MCT/CNPq 14/2009
-Universal - Faixa A)
• Projeto Jovens cientistas em Nanotecnologia:
Desenho de drogas antiinflamatórias com base
em estudos cristalográficos e utilização de
pontos quânticos (Edital MCT/CNPq nº 62/2008
- Jovens Pesquisadores - Nanotecnologia).
INCT NanoBioSimes
www.nanobiosimes.ufc.br
www.nanobiosimes.ufc.br
Nanostructures and Nanobiomolecular
Modeling
Arranjo Institucional
UFC, UECE, CEFET - Fortaleza UFMA, CEFET – São Luis
UFPA - Belém UFRN-Natal UFAL-Maceió UFC-Sobral UNIFRA-Santa Maria URCA-Crato-CE
• Coordenado e sediado no NE
• 11 Instituições
• 41 Pesquisadores principais
www.nanobiosimes.ufc.brPublicações
1. Purification and Partial Characterization of a New Pro-Inflammatory Lectin from Bauhinia bauhinioides Mart (Caesalpinoideae) Seeds. Protein and Peptide Letters, v. 18, p. 396-402, 2011.doi: 10.2174/092986611794653987
2. Umbelliferone induces changes in the structure and pharmacological activities of Bn IV, a Phospholipase A2 isoform isolated from Bothrops neuwiedi. Toxicon (Oxford), v. 57, p. 851-860, 2011. doi:10.1016/j.toxicon.2011.02.024
3. Structural basis for both pro- and anti-inflammatory response induced by mannose-specific legume lectin from Cymbosema roseum. Biochimie (Paris. Print), p. 806-816, 2011.doi:10.1016/j.biochi.2011.01.006
4. Effect of Lectins from Diocleinae Subtribe against Oral Streptococci. Molecules (Basel. Online), v. 16, p. 3530-3543, 2011. doi:10.3390/molecules16053530
5. Toxicity of some glucose/mannose-binding lectins to Biomphalaria glabrata and Artemia salina. Bioresource Technology, v. 101, p. 794-798, 2010.doi:10.1016/j.biortech.2009.07.062
6. Structure of a lectin from Canavalia gladiata seeds: new structural insights for old molecules. BMC Structural Biology 7, 52, 2007. (Online)doi: 10.1186/1472-6807-7-52
7. Structural analysis of Canavalia maritima and Canavalia gladiata lectins complexed with different dimannosides: new insights into the understanding of the structure-biological activity relationship in legume lectins. Journal of Structural Biology, 2007. (in press) doi:10.1016/j.jsb.2007.07.012
8. Crystal structure of a lectin from Canavalia maritima (ConM) in complex with trehalose and maltose reveals relevant mutations in ConA-like lectins. Journal of Structural Biology, EUA, 2006.doi:10.1016/j.jsb.2006.03.011
9. cDNA cloning and 1.75 A crystal structure determination of PPL2, an endochitinase and N-acetylglucosamine binding hemagglutinin from Parkia platycephala seeds. Febs Journal, Inglaterra, 273, 3962-3974, 2006.
doi:10.1111/j.1742-4658.2006.05400.x
10. Crystallization and preliminary X-ray diffraction analysis of the lectin from Dioclea rostrata Benth seeds. Acta Crystallographica F62, 166-168, 2006.doi:10.1107/S1744309106001801
11. Native crystal structure of a nitric oxide-releasing lectin from the seeds of Canavalia maritima. Journal of Structural Biology, EUA, 152, 185-194, 2005.doi:10.1016/j.jsb.2005.07.012
Cristalização de Proteínas
Purificação da fração inativa
de uma fosfolipase A
2de
veneno de serpente.
Protein Data Bank
Deposit
3JU9 – Canavalia brasiliensis seed lectin
Deposition Date: 2009-09-14 - unreleased
3A0K – Cymbosema roseum mannose-specific lectin
DOI:
10.2210/pdb3a0k/pdb
3MLM – Lys49-PLA2 from Bothrops neuwiedi
Deposition Date: 2010-04-17 - unreleased
α26 α26 β14 β14 β12 β12 α16 α13 β14 β14 β1