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Aula 1 - Apresentacao_Introducao

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(1)

Thiago Augusto Alves

(2)

Professor

Nome: Thiago Augusto Alves

Graduação: Bacharelado em Sistemas de

Informação pela Faculdade COTEMIG –

2004-2007

Pôs Graduação Lato Sensu:

Gerenciamento de Projetos de Software

pela PUC Minas – 2009- Junho de 2010.

(3)

Professor

Atuação Profissional:

Consultor Freelance de Analise de Sistemas

desde 2008;

Consultor Freelance de Gerencia de Projetos

desde 2009;

(4)

Distribuição de Pontos

Primeiro Bimestre

Segundo Bimestre

Tipo

Pontos

Prova

7

Trabalhos

3

Tipo

Pontos

Prova

7

Trabalhos

3

(5)

Datas Importantes – Segunda Feira

Data

Tema

26/09/2016 a 30/09/2016

Apresentação do Primeiro Trabalho

26/09/2016 Primeira Avaliação

14/11/2016 a 18/11/2016

Apresentação do Segundo Trabalho

21/11/2016 a 24/11/2016

SIP

28/11/2016

Segunda Avaliação

12/12/2016 a 14/12/2016

Avaliação Segunda Chamada

19/12/2016 a 22/12/2016

Exame Final

OBS. As datas estão com possíveis alterações de acordo com o calendário da

faculdade.

(6)

Dicas de Ouro...

1.

Sempre lembre seu RA, isso ajuda a

lançar sua nota;

2.

Sempre se identifique para o seu

professor, isso ajuda ele “a te ajudar”;

3.

Não deixe nada para ultima hora,

acredite que isso faz diferença;

4.

Regularize o mais rápido possível a sua

(7)

Pontuação

1.

Trabalhos Peso 3 Valor 10 = 3 Pontos;

2.

Provas Peso 7 Valor 10 = 7 pontos;

3.

Pesos dos Bimestres:

1.

Primeiro Bimestre Peso 4;

(8)

Contato

https://sites.google.com/site/thiagoaalves/

[email protected]

No assunto especificar seu nome e o nome

da disciplina e a sala.

(9)

Disciplina

(10)

Bibliografia Básica Padrão

MACHADO, Francis Berenger e

MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de

Sistemas Operacionais, 4a. edição.

Ed. LTC, 2013

(11)

Bibliografia Complementar

Noticias a relacionados ao tema;

Artigos relacionados ao tema;

(12)

Reflexão

O que você entende por Sistema

Operacional?

Qual e o seu conhecimento com relação

ao Tema?

(13)

13

1.1 INTRODUÇÃO

Antes de começarmos a estudar os

conceitos e os principais componentes de

um sistema operacional, devemos saber

primeiramente quais são suas funções

básicas.

(14)

14

1.1 INTRODUÇÃO

Por mais complexo que possa parecer, um sistema

operacional é apenas um conjunto de rotinas executado

pelo processador, da mesma forma que qualquer outro

programa. Sua principal função é controlar o funcionamento

do computador, como um gerente dos diversos recursos

disponíveis no sistema.

(15)

15

1.1 INTRODUÇÃO

O nome sistema operacional não é único para designar

esse conjunto de programas. Nomes como monitor,

executivo,

supervisor

ou

controlador

possuem,

normalmente, o mesmo significado.

Um sistema operacional possui inúmeras funções e

resumimos essas funções, basicamente, em duas, descritas a

seguir:

(16)

1.2 FUNÇÕES BÁSICAS

1.

Facilidade de acesso aos recursos do sistema

2.

Um sistema de computacão possui diversos dispositivos,

como monitores de vídeo, impressoras, unidades de

CD/DVD, etc. Quando utilizamos um desses dispositivos,

não nos preocupamos com a maneira como é realizada

esta comunicação e os inúmeros detalhes envolvidos.

3.

Para a maioria de nós uma operação cotidiana, como, por

exemplo, a leitura de um arquivo em um Pendrive, pode

parecer simples. Na realidade, existe um conjunto de

rotinas específicas, controladas pelo sistema operacional,

responsável por acionar a cabeça, a de leitura e gravação

da unidade de disco, posicionar na trilha e setor onde

estão os dados, transferir os dados do disco para a

memória e, finalmente, informar ao programa a chegada

dos dados.

(17)

1.2 FUNÇÕES BÁSICAS

4.

O sistema operacional, então, serve de interface entre o

usuários e os recursos diponíveis no sistema, tornando

esta comunicação transparente e permitindo ao usuário

um trabalho mais eficiente e com menores chances de

erros.

5.

Este conceito de ambiente simulado, criado pelo sistema

operacional, é denominado máquina virtual (virtual

machine) e está presente, de alguma forma, na maioria dos

sistemas atuais.

6.

É comum pensar-se que compiladores, linkers, bibliotecas,

depuradores e outras ferramentas fazem parte do sistema

operacional, mas, na realidade, estas facilidades são apenas

utilitários, destinados a ajudar a interação do usuário com

o computador.

(18)
(19)

Compartilhamento de recursos de forma organizada e protegida

Quando pensamos em sistemas multiusuário, onde vários usuários podem

estar compartilhando os mesmos recursos, como, por exemplo, memória e

discos, é necessário que todos tenham oportunidade de ter acesso a esses

recursos, de forma que um usuário não interfira no trabalho do outro.

Se imaginarmos, por exemplo, que uma impressora possa ser utilizada por

vários usuários do sistema, deverá existir algum controle para impedir que a

impressão de um usuário interrompa a impressão de outro. Novamente, o

sistema operacional é responsável por permitir o acesso concorrente a esse e a

outros recursos, de forma organizada e protegida, dando ao usuário a impressão

de ser o único a utilizá-los.

O compartilhamento de recursos permite, também, a diminuição de custos,

na medida em que mais de um usuário possa utilizar as mesmas facilidades

concorrentemente, como discos, impressoras, linhas de comunicação etc.

Não é apenas em sistemas multiusuário que o sistema operacional é

importante. Se pensarmos que um computador pessoal nos permite executar

várias tarefas, como imprimir um documento, copiar um arquivo pela internet ou

processar uma planilha, o sistema operacional deve ser capaz de controlar a

execução concorrentes de todas essas tarefas.

(20)

Compartilhamento de recursos de forma organizada e

protegida

Quando pensamos em sistemas multiusuário, onde

vários usuários podem estar compartilhando os mesmos

recursos, como, por exemplo, memória e discos, é

necessário que todos tenham oportunidade de ter acesso

a esses recursos, de forma que um usuário não interfira

no trabalho do outro.

Se imaginarmos, por exemplo, que uma impressora

possa ser utilizada por vários usuários do sistema, deverá

existir algum controle para impedir que a impressão de

um usuário interrompa a impressão de outro. Novamente,

o sistema operacional é responsável por permitir o acesso

concorrente a esse e a outros recursos, de forma

organizada e protegida, dando ao usuário a impressão de

ser o único a utilizá-los.

(21)

O compartilhamento de recursos permite,

também, a diminuição de custos, na medida em

que mais de um usuário possa utilizar as mesmas

facilidades concorrentemente, como discos,

impressoras, linhas de comunicação etc.

Não é apenas em sistemas multiusuário que o

sistema operacional é importante. Se pensarmos

que um computador pessoal nos permite

executar várias tarefas, como imprimir um

documento, copiar um arquivo pela internet ou

processar uma planilha, o sistema operacional

deve ser capaz de controlar a execução

concorrentes de todas essas tarefas.

(22)

Um computador, visto somente como um gabinete composto de

circuitos eletrônicos, cabos e fontes de alimentação (hardware), não

tem nenhuma utilidade. É através de programas (software) que o

computador consegue armazenar dados em discos, imprimir relatórios,

gerar gráficos, realizar cálculos, entre outras funções. O hardware é o

responsável pela execução das instruções de um programa, com a

finalidade de se realizar alguma tarefa.

Uma operação efetuada pelo software pode ser implementada em

hardware, enquanto uma instrução executada pelo hardware pode ser

simulada via software. Esta decisão fica a cargo do projetista do

computador em função de aspectos como custo, confiabilidade e

desempenho. Tanto o hardware como o software são logicamente

equivalentes, interagindo de uma forma única para o usuário.

(23)

Partindo desse princípio, podemos considerar o computador

como uma máquina de níveis ou camadas, onde inicialmente

existem dois níveis: o nível 0 (hardware) e o nível 1 (sistema

operacional). Desta forma, o usuário pode enxergar a máquina

como sendo apenas o sistema operacional, ou seja, como se o

hardware não existisse. Esta visão modular e abstrata é chamada

máquina virtual.

Na realidade, um computador não possui apenas dois níveis, e

sim tantos níveis quanto forem necessários para adequar o

usuário às suas diversas aplicações. Quando o usuário está

trabalhando em um desse níveis, não necessita da existência das

outras camadas, acima ou abaixo de sua máquina virtual.

Atualmente, a maioria dos computadores possui a estrutura

mostrada na Figura, podendo conter mais ou menos camadas. A

linguagem utilizada em cada um desses níveis é diferente, variando

da mais elementar (baixo nível) à mais sofisticada (alto nível).

(24)

Figura - Visão modular do computador pelo usuário. Figura - Máquina de níveis.

1.3 MÁQUINA DE CAMADAS/NÍVEIS

Sistema Operacional Hardware Aplicativos Utilitários Sistema Operacional Linguagem de Máquina Hadware Dispositivos Físicos Microprogramação

(25)

Hardware, Software e Comunicação

Hardware

Sistema

Operacional

Software de

Suporte

Software Aplicativo

(26)

Pra quê software básico?

O que acontece quando ligamos o computador?

E quando “clicamos” num ícone?

Como funcionam dois programas ao mesmo tempo?

E se estiverem cooperando mas em máquinas

diferentes interligadas em rede?

Como ocorre o mapeamento de discos?

E se dois programas quiserem usar o mesmo

(27)

Conceitos Básicos

Introdução aos Sistemas Operacionais

O que é um sistema operacional?

Um gerenciador de recursos.

- Permite uma utilização simples, eficaz e

segura dos recursos do sistema computacional

- Oferece uma interface para o usuário

Que recursos são esses?

(28)

Conceitos Básicos

Tarefas do S.O.

Permite o armazenamento e recuperaçao de informações;

Isola detalhes de hardware;

Controla o fluxo de dados entre componentes;

Permite que um programa seja executado sem interferência de outros;

Permite cooperação entre programas;

Interage com o(s) usuário(s);

Escalona e controla recursos;

Responde a erros do sistema;

(29)

Evolução dos Sistemas Operacionais -> Hardware

Programa e Job X Processo e Subprocesso X Tarefa e Thread.

Tipos de Sistemas Operacionais:

Monoprogramáveis / Monotarefa

Multiprogramáveis / Multitarefa

Multiplos Processadores

(30)

SISTEMAS MONOPROGRAMÁVEIS/MONOTAREFAS

Execução de um único programa (JOB).

Relacionados ao surgimento dos mainframes -> PCs, estaçoes de trabalho

Todos recursos do sistema ligados a apenas uma tarefa

SISTEMAS MULTIPROGRAMÁVEIS/MULTITAREFA

Mais complexos e eficientes que os monoprogramáveis.

Vários programas dividem os mesmos recursos.

Sistema Operacional gerencia o acesso concorrente aos recursos e dispositivos.

Aumento de produtividade

Mais de um usuário pode interagir com o sistema.

Sistemas Monousuários X Multiusuários

(31)

SISTEMAS MULTIPROGRAMÁVEIS/MULTITAREFA

Sistemas Batch

Execução Sequencial.

Os JOBS não exigem interação com o usuário, como

compilação, sorts, backups.

Sistemas de Tempo Compartilhado (Sistema On-line)

Interação usuário – Vídeo, Teclado, Mouse, etc..

Usuário comunica direto com o Sistema Operacional.

Cada usuário possue fatias de tempo dos recursos,

aparentando estarem dedicados

Sistema de Tempo Real

Tempos de respostas devem estar dentro de limites rígidos.

Recursos dedicado ao Programa de maior prioridade,

(32)

SISTEMAS COM MÚLTIPLOS PROCESSADORES

 Uma ou mais CPUs interligadas, trabalhando em conjunto.

 Fator Chave = Comunicação entre CPUs e grau de compartilhamento dos

recursos.

 Sistemas Fortemente Acoplados X Fracamente Acoplados

SISTEMAS FORTEMENTE ACOPLADOS

 Vários processadores compartilhando única memória e apenas um Sistema

Operacional

 Vários programas podem ser executados ao mesmo tempo  Um programa pode ser dividido em subprogramas.

 Ampliação da capacidade, adquirindo apenas novos processadores, menos custos.

(33)

SISTEMAS ASSIMÉTRICOS

Um processador primário responsável pelos

demais e pelo Sistema Operacional

Outros processadores são secundários e executam

programas de usuários

Se o processador primário falhar, o sistema para.

O Sistema pode ser reconfigurado para outro

processador assumir

Utilização ineficiente do Hardware devido a

assimetria dos processadores, que não realizam as

mesmas funções.

(34)

SISTEMAS SIMÉTRICOS

Todos processadores têm as mesmas

funções.

Podem executar o Sistema Operacional

Independentemente.

Sistema Operacional e Hardware

responsáveis pela distribuição dos recursos.

Se o sistema falha, o sistema continua

rodando.

Mais poderosos que o s assimétricos, melhor

balanceamento do processamento e das

operações de I/O.

(35)

SISTEMAS MULTIPROCESSAMENTO

Uma tarefa pode ser dividida e executada, ao mesmo

tempo, por mais de um processador.

Processamento Vetorial

Permite manipulação de vetores inteiros

Possui também um processador escalar

Identifica o tipo de instrução e envia ao processador

adequado

Processamento Paralelo

Aplicação pode ser executada por mais de um processador

A aplicação precisa ser dividida em partes independentes

(36)

SISTEMAS FRACAMENTE ACOPLADOS

Possui dois ou mais sistemas de computação interligados

Cada nó possui seu sistema operacional gerenciando os recursos

SISTEMAS OPERACIONAIS DE REDES X SISTEMAS DISTRIBUIDOS

SISTEMAS OPERACIONAIS DE REDES

Cada nó possui

seu próprio Sistema Operacional, podendo eles serem diferentes

conexão à outros nós

recursos de hardware compartilhados

total independência dos outros

Caso algum nó caia, o sistema pode continuar rodando apesar de alguns

recursos indisponíveis

(37)

SISTEMAS FRACAMENTE ACOPLADOS

Cada nó possui

 Seu próprio Sistema Operacional que devem ser todos iguais.  Recursos de hardware

 Possui um relacionamento mais forte entre seus componentes

Para o usuário é como se não existisse uma rede de computadores, mas

apenas um único sistema centralizado.

Vantagem da possibilidade do balanceamento da carga (processador mais

ocioso é escolhido).

Num Cluster, qualquer usuário conectado ao mesmo poderá Ter acesso

aos dispositivos compartilhados, independente de que sistema ele está

rodando a aplicação.

Permite que a aplicação seja dividida em diferentes partes, podendo cada

uma ser processada em um sistema independente (aplicação distribuída).

Possui a vantagem da redundância, se ocorrer algum problema com algum

(38)

Reflexão

Você sabe o que é Hardware?

O que e Software?

(39)

CONCEITOS DE HARDWARE

PROCESSADOR

Também denominado unidade central de processamento (UCP), gerencia todo o sistema computacional controlando as operações realizadas por cada unidade funcional.

Cada processador é composto por uma unidade de controle, unidade lógica e aritmética, e registradores.

A unidade de controle (UC) é responsável por gerenciar as atividades de todos os

componentes do computador, como a gravação de dados em disco ou a busca de instruções na memória.

(40)

CONCEITOS DE HARDWARE

A unidade lógica e aritmética (ULA), como o nome indica, é responsável por operações

lógicas (testes e comparações) e aritméticas (somas e subtrações).

A sincronização de todas as funções do processador e realizada através de um sinal de clock. Este sinal é um pulso gerado siclicamente (inicio, meio e fim) que altera variáveis de estado do processador. O sinal de clock é gerado a partir de um cristal de quartzo que, devidamente polarizado, oscila em uma determinada frequência estável e bem determinado.

(41)

CONCEITOS DE HARDWARE

PROCESSADOR

Os registradores são dispositivos com a função principal de armazenar dados

temporariamente. O conjunto de registradores funciona como uma memória de alta velocidade interna do processador, porém com uma capacidade de armazenamento reduzida e custo maior que o da memória principal.

Alguns registradores podem ser manipulados diretamente por instruções (registradores de uso geral), enquanto outros são responsáveis por armazenar informações de

controle do processador e do sistema operacional (registradores de uso específico). Entre os registradores de uso específico, merecem destaque:

> o contador de instruções (CI) ou program counter (PC) contém o endereço da próxima instrução que o processador deve buscar e executar;

> o apontador da pilha (AP) ou stack pointer (SP) contém o endereço de memória do topo da pilha, ,que é a estrutura de dados onde o sistema mantém informações sobre programas que estão sendo executados e tiveram que ser interrompidas;

> o registrador de status ou program status word (PSW) é responsável por armazenar informações sobre a execução de instruções, como a ocorrência de overflow.

(42)

CONCEITOS DE HARDWARE

MEMÓRIA PRINCIPAL

A memória principal, primária ou real é o local onde são armazenados instruções e dados, composta por unidades de acesso chamadas células, sendo cada célula composta por um determinado número de bits (Unidade básica de memória, sendo 0 ou 1).

O acesso ao conteúdo de uma célula é realizado através da especificação de um número chamado endereço, que é uma referência única que podemos fazer a uma célula de

memória.

A especificação do endereço é realizada através de um registrador denominado registrador de endereço de memória (memory address register – MAR).

(43)

CONCEITOS DE HARDWARE

MEMÓRIA PRINCIPAL

Outro registrador usado em operações com a memória é o registrador de dados da memória (memory buffer register – MBR). Este registrador é utilizado para guardar o conteúdo de uma ou mais células de memória, após uma operação de leitura, ou para guardar o dado que será transferido para a memória em uma operação de gravação. A memória principal pode ser classificada em função de sua volatilidade.

RAM – (Random Access Memory) – são voláteis ROM – (Read-Only Memory) – não voláteis

(44)

CONCEITOS DE HARDWARE

MEMÓRIA CACHE

É uma memória volátil de ala velocidade, porém com pequena capacidade de armazenamento. O tempo de acesso a um dado nela contido é muito menor que se o mesmo estivesse na memória principal. O propósito da memória cache e diminuir a disparidade de velocidade de acesso entre o processador e a memória principal.

Um processador pode ser projetado com diversos níveis de cache, conforme especificação do fabricante. Como exemplos, o processador da Motorola Power PC G4 possui cache de nível 2, enquanto o processador Intel Xeon MP possui cache de nível 3.

MEMÓRIA SECUNDÁRIA

A memória secundária é um meio permanente, isto é, não é volátil de armazenamento de programas e dados. Enquanto a memória principal precisa estar sempre energizada para manter suas

informações, a memória secundária não precisa de alimentação.

Caracterizam-se por ter capacidade de armazenamento superior ao da memória principal e o custo relativamente baixo, porém o tempo de acesso à memória secundária é bem superior ao da memória principal.

(45)

CONCEITOS DE HARDWARE

BARRAMENTO

O barramento ou bus é um meio de comunicação compartilhado que permite a comunicação entre as unidades funcionais de um sistema computacional. Através de condutores, informações como dados, endereços e sinais de controle trafegam entre processadores, memórias e dispositivos de E/S.

(46)

CONCEITOS DE HARDWARE

BARRAMENTO

Os barramentos são classificados em três tipos:

> Barramento processador-memória: são de curta extensão e alta velocidade para que seja otimizada a transferência de informação entre o processador e a memória.

> Barramento de E/S: Possuem maior extensão, são mais lentos e permitem a conexão de diferentes dispositivos.

(47)

CONCEITOS DE HARDWARE

PIPELINING

Pipelining é uma técnica que permite ao processador executar múltiplas instruções

paralelamente em estágios diferentes. O conceito de pipeline se assemelha muito a uma linha de montagem, onde uma tarefa é dividida em uma sequência de subtarefas,

executadas dentro de uma linha de produção.

O processador, através de suas várias unidades funcionais de pipeline, funciona de forma a permitir que, enquanto uma instrução se encontra em fase de execução, uma outra instrução possa estar na fase de busca simultaneamente.

O pipelining pode ser empregado em sistemas com um ou mais processadores, em diversos níveis, e tem sido a técnica de paralelismo mais utilizada para aumentar o desempenho dos sistemas computacionais.

(48)

CONCEITOS DE HARDWARE

ARQUITETURA RISC e CISC

A linguagem de máquina de um computador é a linguagem que é realmente entendida pelo processador. Cada processador possui um conjunto de instruções de máquina,

definido por seu fabricante, que fazem referências a detalhes, como registradores, modos de endereçamento e tipos de dados, que caracterizam um processador e suas

funcionalidades.

Um programa em linguagem de máquina pode ser diretamente executado por um processador, não requerendo qualquer tipo de tradução ou relocação. Quando escrito em linguagem de máquina de um determinado processador, um programa não pode ser executado em outra máquina de arquitetura diferente.

(49)

CONCEITOS DE HARDWARE

ARQUITETURA RISC e CISC

Um processador com arquitetura RISC (Reduced Instruction Set Computer)

se caracteriza por possuir poucas instruções de máquina, em geral bastante simples, que são executadas diretamente pelo hardware. (Fácil implementação do pipeline por ter muitos registradores).

Os computadores com arquitetura CISC (Complex Instruction Set Computers) já possuem instruções complexas que são interpretadas por

(50)

CONCEITOS DE HARDWARE

ANÁLISE DE DESEMPENHO

Para avaliar o desempenho de processadores, diversas variáveis devem ser consideradas, entre as quais o intervalo de tempo entre os pulsos de um sinal de clock, conhecido como ciclo de clock.

A frequência de clock é o inverso do ciclo de clock e indica o número de pulsos elétricos gerados em um segundo.

O desempenho de um processador poder avaliado pela comparação dos tempos que processadores distintos levam para executar um mesmo programa, denominado tempo de UCP, que leva em consideração apenas o tempo para executar as instruções pelo processador, não incluindo a espera em operações de E/S.

(51)

CONCEITOS DE SOFTWARE

TRADUTOR

Nos primeiros sistemas computacionais, o ato de programar era bastante complicado, já que o programador deveria possuir conhecimento da arquitetura da máquina e programar em painéis através de fios. Esses programas eram desenvolvidos em linguagem de máquina e carregados diretamente na memória principal para execução.

Com o surgimento das primeiras linguagens de montagem ou assembly e das linguagens de alto nível, o programador deixou de se preocupar com muitos aspectos pertinentes aos hardware, como em qual região da memória o programa deveria ser carregado ou quais endereços de memória seriam reservados para as variáveis.

Apesar das inúmeras vantagens proporcionadas pelas linguagens de montagem e de alto nível, os programas escritos nessas linguagens não estão prontos para ser diretamente executados pelo processador (programas-fonte). Para isso eles precisão passar por uma etapa de conversão, onde toda representação simbólica das instruções é traduzida para código de máquina. Esta conversão é realizada por um utilitário chamado tradutor.

(52)

CONCEITOS DE SOFTWARE

INTERPRETADOR

É considerado um tradutor que não gera módulo-objeto, a partir de um programa-fonte escrito em linguagem de alto nível, o interpretador, durante a execução do programa, traduz cada instrução e a executa imediatamente.

A maior desvantagem na utilização de interpretadores é o tempo gasto na tradução das instruções de um programa toda vez que este for executado, já que não existe a geração de um código executável.

LINKER

O linker ou editor de ligação é o utilitário responsável por gerar, a partir de um ou mais módulos-objeto, um único programa executável. Suas funções básicas são resolver todas as referências simbólicas existentes entre os módulos e reservar memória para a

(53)
(54)

CONCEITOS DE SOFTWARE

LOADER

O loader ou carregador é o utilitário responsável por carregar na memória principal um programa para ser executado. O procedimento de carga varia com o código gerado pelo liker e, em função deste, o loader é classificado como sendo do tipo absoluto ou

relocável.

Absoluto: O loader necessita conhecer o endereço de memória inicial e o tamanho do módulo para realizar o carregamento, então, transfere o programa da memória

secundária para a memória principal e inicia sua execução.

Relocável: O programa pode ser carregado em qualquer posição de memória, e o loader é responsável pela relocação no momento do carregamento.

(55)

CONCEITOS DE SOFTWARE

DEPURADOR

O depurador (debugger) é o utilitário que permite ao usuário acompanhar toda a execução de um programa a fim de detectar erros na sua lógica. Este utilitário oferece ao usuário recursos como:

> acompanhar a execução do programa instrução por instrução; > possibilitar a alteração e a visualização do conteúdo de variáveis; > implementar pontos de parada dentro do programa (breakpointer); > etc.

(56)

Trabalho de Pesquisa.

Realizar um estudo comparativo entre 2

sistemas operacionais de mesmo

segmento presentes no mercado;

Apresentar Vantagens;

Apresentar Desvantagens ;

Uma Opinião Critica.

Referências

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