Respostas do “CICLO DE ESTUDOS
Respostas do “CICLO DE ESTUDOS PAPARA RA AAPRAAPR ””
1. Trace um paralelo de vossa expectativa quanto a Maç
1. Trace um paralelo de vossa expectativa quanto a Maç antes e depoisantes e depois da Inic
da Inic ..
Enquanto profano, sempre tive pelo tema Maç
Enquanto profano, sempre tive pelo tema Maç uma certa curiosidade, e queuma certa curiosidade, e que depois se tornou em
depois se tornou em interesse propriamente dito. A curiosidainteresse propriamente dito. A curiosidade talvez pelosde talvez pelos mistérios e segredos, tão propalados pelos meios de comunicação do mundo mistérios e segredos, tão propalados pelos meios de comunicação do mundo profano. O interes
profano. O interesse, aparecese, apareceu primeiramente em razãu primeiramente em razão de meu avô pao de meu avô paterno ter terno ter sido M
sido M , a questão da, a questão da enemer!nc
enemer!ncia e por fim a possiia e por fim a possiilidade de adquirir coilidade de adquirir con"ecimentos filos#ficn"ecimentos filos#ficosos tamém foram fatores de grande motivação.. Ap#s ter sido sondado pelo meu tamém foram fatores de grande motivação.. Ap#s ter sido sondado pelo meu $adrin"o, resolvi por conta pr#pria estudar e investigar mais a fundo o tema, o $adrin"o, resolvi por conta pr#pria estudar e investigar mais a fundo o tema, o que acaou me motivando ainda mais a candidatar%me e sumeter%me aos que acaou me motivando ainda mais a candidatar%me e sumeter%me aos des&gnios da Maç
des&gnios da Maç .. Ap#s a 'nic
Ap#s a 'nic , passamos a con"ecer os primeiros segredos, o , passamos a con"ecer os primeiros segredos, o processoprocesso ritual&stico, os primeiros ensinamentos, os deveres, os direitos, os
ritual&stico, os primeiros ensinamentos, os deveres, os direitos, os princ&pios eprinc&pios e assim por diante. Mas o que mais me c"amou a atenção é a forma fraternal de assim por diante. Mas o que mais me c"amou a atenção é a forma fraternal de tratamento entre os 'rmãos e
tratamento entre os 'rmãos e a preocupação com oras assist!nciais. (omoa preocupação com oras assist!nciais. (omo Apr
Apr todatoda
aquela curiosidade e interesse inicial, transformou%se a cada sessão que aquela curiosidade e interesse inicial, transformou%se a cada sessão que participei, numa g
participei, numa grande vontade de rande vontade de estudar e conestudar e consequentemensequentemente emte em aprofundar%m
aprofundar%me ainda mais no e ainda mais no tema Maçtema Maç regularidade, proceden
regularidade, procedendo a leitura do a leitura de artigos e livros. de artigos e livros. +oe posso afirmar que,+oe posso afirmar que, com certeza, as e-pectativas forma plenamente satisfeitas e me sinto
com certeza, as e-pectativas forma plenamente satisfeitas e me sinto perfeitamente integ
perfeitamente integrado /orado /o∴∴ e ao conv&vio dos ''r e ao conv&vio dos ''r ∴∴..
2. Sois Maç 2. Sois Maç
MM
MM∴∴''''∴∴((∴∴00∴∴MM∴∴1 1 ∴∴..
3. Para entrar na Maç
3. Para entrar na Maç iniciastes a vos preparar pelo coração. Porque ?iniciastes a vos preparar pelo coração. Porque ?
$ara que possamos livremente praticar a solidariedade fraternal, promover a $ara que possamos livremente praticar a solidariedade fraternal, promover a igualdade e uscar a lierdade. 2evemos elevar nossos coraç3es com tranquilo igualdade e uscar a lierdade. 2evemos elevar nossos coraç3es com tranquilo fervor e serena esperança, 2ivindade 4uprema, repetindo sempre
fervor e serena esperança, 2ivindade 4uprema, repetindo sempre 5
5∴∴55∴∴AA∴∴22∴∴66∴∴. Assim pois, preparado o esp&rito do verdadeiro M. Assim pois, preparado o esp&rito do verdadeiro M
M
M . Mas o fato de possuir vários amigos MM. Mas o fato de possuir vários amigos MM
, ainda que não saia
, ainda que não saia )ler* e )escrever* , somente )soletrar* , )ler* e )escrever* , somente )soletrar* ,
, o que aliás ten"o feito com certa , o que aliás ten"o feito com certa
..
para para
perceer a ci!
perceer a ci!ncia e o carátencia e o caráter, os atriur, os atriutos e a perfeição do tos e a perfeição do 55 AA 66 ele saerá dar, na medida usta, desempen"o aos seus deveres na vida social. ele saerá dar, na medida usta, desempen"o aos seus deveres na vida social. 'mportante ressaltar que mesmo nos preparando pelo coração, não podemos 'mportante ressaltar que mesmo nos preparando pelo coração, não podemos dei-ar de ouvir a
dei-ar de ouvir a voz da razão e ter voz da razão e ter soretudo consci!ncsoretudo consci!ncia do compromissoia do compromisso assumido.
assumido.
4. Porque para ser M
4. Porque para ser M ! necess"rio ser #livre# e de #$ons costumes% ?! necess"rio ser #livre# e de #$ons costumes% ?
4er livre quer dizer
4er livre quer dizer sem compromissos que iniam o cumprimento dassem compromissos que iniam o cumprimento das origaç3es MMaç
origaç3es MMaç
significa apenas um mero comportamento, uma moral ou
significa apenas um mero comportamento, uma moral ou conduta, mas sim umconduta, mas sim um universo de práticas das virtudes que conduzem o ser
universo de práticas das virtudes que conduzem o ser "umano a uma vida"umano a uma vida espiritual. Essas são portanto as condiç3es e-igidas para que um profano espiritual. Essas são portanto as condiç3es e-igidas para que um profano ingresse na Maç
ingresse na Maç é uma Ordé uma Ord , qual não, qual não podem perten
podem pertencer senão "omecer senão "omens livres e de onns livres e de ons costumes, qs costumes, que seue se comprometem não s# a pôr em
comprometem não s# a pôr em prática um ideal de prática um ideal de paz, como tamém levantar paz, como tamém levantar templos virtude e
templos virtude e cavar masmorras ao v&cio. A afirmacavar masmorras ao v&cio. A afirmação )livre e ção )livre e de onsde ons costumes* não quer dizer que admitamos que o
costumes* não quer dizer que admitamos que o "omem possa viver em"omem possa viver em escravidão. O "omem, emora em lierdade pode estar sueito
escravidão. O "omem, emora em lierdade pode estar sueito a certasa certas conting!ncia
conting!ncias que o s que o privem, momentaneameprivem, momentaneamente, de parte nte, de parte dessa lierdade e, odessa lierdade e, o que é pior, o tornem escravo de
que é pior, o tornem escravo de suas pr#prias pai-3es e preconceitos. 8,suas pr#prias pai-3es e preconceitos. 8, precisamente
precisamente, desse ugo que , desse ugo que se deve liertase deve liertar todo "omem que prer todo "omem que pretendatenda ingressar em nossa 'nstituição.
ingressar em nossa 'nstituição.
&. 'uais as (erramentas do )pr
&. 'uais as (erramentas do )pr ? * que sim$oli+am?? * que sim$oli+am?
O mal"o e o
O mal"o e o cinzel. simolizam as ferramentas com as quais o Apr cinzel. simolizam as ferramentas com as quais o Apr ∴∴ deverá deverá
traal"ar a $
traal"ar a $∴∴77∴∴ para toná%la perfeita 9$ para toná%la perfeita 9$ ((∴∴ ou $ ou $∴∴$$∴∴:, ou sea, devemos:, ou sea, devemos
traal"ar nosso ser interiormente para nos aperfeiçoarmos. O mal"o traal"ar nosso ser interiormente para nos aperfeiçoarmos. O mal"o é oé o emlema do traal"o e da
emlema do traal"o e da força material, auda a derruar força material, auda a derruar ostáculos e superar ostáculos e superar as dificuldades. O cinzel é o
as dificuldades. O cinzel é o emlema da escultura, da arquitetura e emlema da escultura, da arquitetura e das elas%das elas% artes, seu uso seria quase nulo sem
artes, seu uso seria quase nulo sem o concurso do mal"o. O o concurso do mal"o. O mal"o simoliza amal"o simoliza a vontade ativa do Apr
vontade ativa do Apr e o cinzel significa e o cinzel significa o discernimento na investigação.o discernimento na investigação.
,. 'ual o sim$olismo do )v
,. 'ual o sim$olismo do )v de )prde )pr ..
2urante a cerimônia da 'nic
2urante a cerimônia da 'nic , o M, o M é revestido com um Avé revestido com um Av s&molo do traal"o. Assim como os
s&molo do traal"o. Assim como os antigos pedreiros utilizavam seu Avantigos pedreiros utilizavam seu Av 2
2 ,,
, sem restriç3es morais e
, sem restriç3es morais e mentais. 2e 7ons (ostumes, nãomentais. 2e 7ons (ostumes, não
por intermédio da 'nic
por intermédio da 'nic . Maç. Maç
ranco, ranco,
como proteção, simolicamente o M , usa o seu Av para realizar seus traal"osos rotineiros. O Av constitui o essencial dos adornos do M é ranco e sem nen"um enfeite, sendo utilizado sempre com a aeta levantada. O avental lemrará ao M que ele deve ter uma vida ativa e laoriosa, é o emlema do traal"o. ;o grau de Apr epigastro, onde situa%se o ponto mais sens&vel do corpo "umano. Ao atingir o grau de M
por um outro, com as cores do rito, normalmente vermel"o e<ou azul.
-. xplique o sim$olismo da P /
A $
quando um "omem é r>stico, ignorante e mal%educado, que não passa de uma $ , a $ s&molo que representa a necessidade do esquadreamento, ou sea, do desastamento das arestas dessa pedra que ocorre com paci!ncia e com o tempo estaelecido, até ver essa pedra transformada em pedra urilada. A $ 7∴ simoliza portanto as imperfeiç3es do esp&rito e do
coração que o M deve se esforçar por corrigir.
0. 'uais são os trs deveres de um M
O primeiro é o sil!ncio asoluto acerca dos assuntos tratados ou que virão a ser tratados e con"ecidos na /o∴. O segundo é vencer as pai-3es ign#eis,
que desonram o "omem e o tornam desgraçado. O terceiro e >ltimo é o de conformar%se em tudo com as leis MMaç e de sumeter%se a tudo que for determinado em nome da associação.
. * que sim$oli+a a corda de 01 ns ?
A corda de ?@ n#s tem sua origem nos canteiros medievais. (anteiros eram os artesãos dedicados ao traal"o em (antaria, que consistia em esquadrear a $∴7∴, criando os seus cantos e transformando%a em $∴(∴. Os canteiros
costumavam cercar o seu local de traal"o com estacas de madeira, nas quais prendiam argolas de ferro, que se ligavam uma s outras, por aros de mesmo
metal. Essa cadeia assim formada, tin"a uma aertura na parte ocidental, por onde se ingressava no recinto. A corda de ?@ n#s é uma lemrança dessa maneira de cercar o local das oras= a sua aertura, nos dois lados da porta ocidental do templo, significa que a Ord Maç é dinmica e progressista,
, quando em /o
, sendo que no grau de Apr
, a aeta levantada protege o
M∴, esse Av∴ é trocado
7∴ é o s&molo do Apr ∴M , como o é de todo "omem= diz%se que
7∴. ;a Maç 7∴ é um
estando sempre aerta para novas idéias, que possam contriuir para a
evolução do "omem e para o progresso racional da "umanidade, á que quem não pode ser receido M o "omem que reeita novas idéias, em enef&cio de um conservadorismo rançoso, muitas vezes dogmático e, por isso mesmo, profundamente destrutivo.
1. * que entendeis por Inic
8 o primeiro contato com a 'nstituição, com a Ord . Através da 'nic∴ é que
são passadas as primeiras noç3es, os mistérios e os ritos cerimoniais. A 'nic∴
é um princ&pio de um camin"o descon"ecido, tril"ado com lierdade e om senso. (om o simolismo da 'nic∴ é que começamos a ter contato com a
Ord Maç∴. A privação dos metais faz%nos lemrar o "omem, antes da
civilização, em seu estado natural, quando descon"ecia as vaidades e o orgul"o. A oscuridade por traz da venda, figura o "omem primitivo, na
ignorncia de todas as coisas, so as trevas do mundo profano, fazendo sentir a necessidade da adicação das vaidades e dos preconceitos e da usca da
instrução como alicerce da moral "umana. Os ru&dos e trov3es significam o caos que precedeu a formação dos mundos e, moralmente, os primeiros anos do "omem e os primeiros tempos da sociedade, quando as pai-3es, sem as peias da razão e das leis, conduziam a e-cessos condenáveis. O ru&do de armas
representa a idade da amição, as lutas sociais antes do equil&rio e da acomodação, as lutas que o "omem tem de enfrentar para oter seu lugar na sociedade. As facilidades da terceira viagem representam finalmente, a paz e a tranquilidade resultantes da ordem e da moderação das pai-3es do "omem que atinge a idade da maturidade e da refle-ão. As purificaç3es pela água e pelo fogo significam que, para estar em condiç3es de receer a luz da verdade, precisa o "omem desvencil"ar%se de todos os preconceitos sociais ou de
educação e entregar%se usca da saedoria com sinceridade, coragem e
perseverança, simolizadas pelas tr!s portas onde ate o ne#fito 94ul, Ocidente e Oriente:. As espadas que o ne#fito v! ao receer a /uz representam raios da /uz da Berdade que ofuscam a visão intelectual de quem não está preparado, por s#lida instrução para recee%la.
11. xplicai o sim$olismo das trs 55ia6 que o candidato 7 Inic reali+a ?
Em outros tempos as provas de 'nic eram f&sicas e reais, porém na Maç∴
moderna elas são puramente sim#licas. Os mais antigos rituais MMaç
levavam em conta a purificação pelos quatro elementos da natureza C a terra, o ar, a água e por >ltimo o fogo. O primeiro elemento é a terra, o dom&nio
suterrneo onde se desenvolvem os germes e as sementes. Ela é representada pela (am de 11efl de 11efl ,
representa esotéricamente, o >tero da mãe 0erra, do qual o iniciado nasce para a /uz, ou a tuma do qual ele renasce para a nova vida, ou sea, todo o
simolismo visa com que o recipiendário volte para o seu ser, morra para o v&cio, pai-3es, preconceitos e maus costumes, e com isso nasça para os princ&pios da Maç∴. Ap#s passar pela (am de 11efl
tr!s viagens, pelo ar, pela água e pelo fogo, que simolizam as viagens feitas pelos antigos fil#sofos, fundadores de mistérios, para adquirir novos
con"ecimentos. As viagens estão diretamente ligadas aos quatro elementos, que á eram con"ecidos desde a antiguidade. 4empre se admitiu que o "omem se comp3e não s# de um corpo e de uma alma, mas sim de quatro partes
distintas, as quais c"amamos na terminologia latina C 4$'1'064, D;'M64, ME;4 e (O1$64, que correspondem a um dos elementos na seguinte ordem C fogo, água, ar e terra. As purificaç3es que acompan"am tais viagens lemram que o "omem nunca é suficientemente puro para c"egar ao templo da filosofia.
A primeira viagem, com seu ru&do e com seus trov3es, representa o segundo elemento, o ar, que com seus meteoros e cont&nuas flutuaç3es, é o emlema da vida, sueita a contradit#rias variaç3es. O ar é s&molo da vitalidade ou da vida. Esta viagem representa tamém, o progresso de um povo.
A segunda viagem leva%nos purificação pela água. A água em que
mergul"amos as mãos é uma imagem do vasto oceano que an"a as praias dos continentes e il"as. O oceano para n#s significa o povo, a cuo serviço
dedicam%se os verdadeiros Maçons.
A terceira viagem, a prova do fogo, é o >ltimo modo de purificação sim#lica. O fogo, cuas c"amas sempre simolizaram aspiração, fervor e zelo, nos fará lemrar que deveremos aspirar a e-cel!ncia e a verdadeira gl#ria e traal"ar
, onde está o recipiendário. A (am
com dedicação pelas causas em que nos empen"amos, soretudo as do $ovo, da $átria e da nossa Ord∴.
12. 'ual ! o sim$olismo da Taç Sa6
;a sessão de 'nic∴, o iniciado recee uma taça para eer, primeiramente
uma eida doce, que se torna amarga depois. 0rata%se de um s&molo de transição entre o mundo profano e o mundo das realidades transcendentais. A eida amarga é o emlema dos males da vida e dos ostáculos que precedem
a 'nic ou descoerta da verdade. O simolismo representado inicialmente pela eida doce, que em seguida torna%se amarga, serve tamém para lemrar
ao iniciado, de que o "omem sáio e usto deve gozar dos prazeres da vida com moderação. A amargura da taça faz manter vivo em nossa mente a lemrança que nem tudo na vida é prazer e doçura, pelo que devemos estar sempre preparados para não sermos surpreendidos pelos amargores e pelos sofrimentos
13. xplicai o sim$olismo da romã.
Encimando as colunas, v!em%se em cada uma delas tr!s romãs, sendo uma entreaerta para que apareçam as sementes. A romã simoliza a união dos MM representados pelas suas sementes unidas em loco. As romãs
simolizam a multiplicação e a união. O grande n>mero de grãos que o fruto da romanzeira contém, fez com que fosse adotado, na simologia popular, como representante da fecundidade. As 1omãs, com mil"ares de sementes contidas no mesmo fruto, emora em diversos compartimentos, simolizam, que por mais multiplicado que sea, constitui uma s# fam&lia.
14. 'uais são as trs 6randes 88ol que sustentam uma 9o: ?
A ônica % a 4aedoria= a (or&ntia % a 7eleza= a 2#rica % a Força, tamém c"amadas de Minerva, B!nus e +ércules. A (ol 2#rica é curta e maciça, ela evoca a idéia de força e grandeza. A ônica é mais eselta e graciosa. A
(or&ntia é a mais onita e adornada. (ostuma%se considerar a (ol 2#rica como o s&molo do "omem, enquanto a (ol ônica simoliza a mul"er. Em /o a (ol da 4aedoria é representada pelo Ben
Força é representada pelo $rimeiro Big , no 4etentrião ou ;orte e a da 7eleza é representada pelo 4egundo Big
?
M , no Oriente, a da
4ustentam portanto a /o∴ tr!s grandes ((ol C 4aedoria, Força e 7eleza
94apientia, 4alus, 4tailitasC 4∴ 4∴ 4∴: colocadas, respectivamente, no
Oriente, no Ocidente e no 4ul, sendo%l"es atriu&das as tr!s ordens gregas da nore ArquiteturaC ônica, 2#rica e (orintia.
A 4aedoria 9 4apientia : representada pela estátua de Minerva, simoliza a procura da Berdade, oeto maior do verdadeiro M
representada pela estátua de +ércules, simoliza a Ação, a serviço da +umanidade e por fim a 7eleza 9 4tailitas : representada pela estátua de B!nus, simoliza a 7eleza Moral, que confere estailidade ao caráter.
(onstituem as 0r!s /uzes da /o∴, os tr!s pilares sim#licos do 0emplo de
4alomãoC O Ben∴ 94aedoria :, o @° Big∴ 9 Força :, o G° Big∴ 9 7eleza :. A
saedoria deve nos orientar nos camin"os da vida= a força a nos animar e sustentar em todas as dificuldades e a eleza para adornar todas as nossas aç3es, nosso caráter e nosso esp&rito.
O 6niverso é o 0emplo da 2ivindade, a quem servimos= a saedoria a força e a eleza estão em volta de seu trono, como pilares de suas oras, e sua saedoria
é infinita= sua força onipotente e a eleza se manifesta em toda a natureza, pela simetria e pela ordem.
Essas tr!s ((ol representam, aindaC
a: 4alomão, pela saedoria em construir, completar e dedicar o 0emplo de erusalém ao serviço de 2eus=
: +iram, rei de 0iro, pela Força que deu aos traal"os do 0emplo, fornecendo "omens e materiais=
c: +iram Aif, por seu primoroso traal"o em adorná%lo, dando%l"e 7eleza sem par.
0odo esse simolismo nos ensina que, na ora fundamental de nossa construção moral, devemos trazer para a superf&cie e para a luz, todas as possiilidades individuais, despoando%nos das ilus3es da personalidade. E,
nesse traal"o, s# poderemos ser 4áios se possu&rmos Força, porque a 4aedoria e-ige sacrif&cios que s# podem ser vencidos pela Força= mas ser 4áio com Força, sem ter 7eleza, é triste, porque á a 7eleza que are o mundo inteiro nossa sensiilidade.
1esumindo temos C
4aedoria 9 4apientia : % ônica % Minerva % 4alomão % $rocura da Berdade % Ben∴ .
Força 9 4alus : % 2#rica % +ércules % +iram, rei de 0iro % Ação % @° Big∴ .
7eleza 94tailitas: % (or&ntia % B!nus % +iram Aif % 7eleza Moral % G°
Big∴ .
1&. 8ite pela ordem as partes que comp;em uma Ses con ?
6ma sessão econômica, comp3e%se das seguintes partes e ordem C @% Entrada no 0emplo=
G% Aertura ritual&stica=
H% /eitura e aprovação da Ata= I% /eitura e destino do e-pediente= J% 4aco de propostas e informaç3es= K% Ord do dia=
L% Entrada de visitantes de //o co%irmãs= ?% 0empo de Estudos=
% 0ronco de 7enefic!ncia=
@N% $alavra a em da ordem em geral e do quadro em particular= @@% Encerramento ritual&stico.
1,. 'ual ! o sim$olismo do Pavimento de Mosaico ?
O c"ão em -adrez preto e ranco é s&molo da diversidade de raças unidas pela Maç∴, s&molo dos contrários, em e mal, esp&rito e corpo, luz e trevas.
$ode ser ainda considerado como uma variedade do solo terrestre, formado de pedras rancas e pretas unidas por um mesmo cimento, simoliza a união de
todos os MM do gloo, apesar da diferença de cores, dos climas e das
opini3es pol&ticas e religiosas= elas são uma imagem do em e do mal de que o c"ão da vida está semeado.
1-. 'uais as trs 6randes 99u+ da Maç ?
As tr!s grande luzes da Maç∴ são C o /∴ da /∴, O Esq∴ e o (omp∴. O
/∴da /∴ tem entre seus oetivos regular a nossa conduta no lar, no traal"o
e na sociedade . O Esq∴, que é formado pela reunião da "orizontal e da
vertical, simoliza a equidade, ou sea o equil&rio resultante do ativo com o passivo.O Esq∴ representa tamém a retidão de caráter. O (omp∴ simoliza
o esp&rito e o Esq∴ a matéria. O (omp∴ descreve um c&rculo, uma figura
perfeita, e portanto representa a perfeição. ;os tr!s primeiros graus da Maç∴
9graus primordiais e perfeitos:, o Esq∴ e o (omp∴ são colocados sore o
altar de tr!s diferentes modos. ;o primeiro grau, o Esq∴ é colocado por sore
o (omp∴, simolizando a matéria dominando o esp&rito. ;o segundo grau o
Esq∴ é entrecruzado com o (omp∴, simolizando que tanto a matéria como
o esp&rito estão em equil&rio de forças. ;o 0erceiro grau o Esq∴ é colocado
deai-o do (omp∴, simolizando que o esp&rito sorep3e%se a matéria e a
transcende.
10. * que entendeis por Templo ?
;a literatura Maç "á controvérsias a respeito das designaç3es respectivas de )0∴* e de )/o∴*. $ara uns, a /o∴ é o pr#prio 0∴, para outros, ele é apenas
um grupo de MM , para outros ainda, a /o∴s# e-iste quando os MM
estão reunidos, dei-ando de e-istir em seguida. $ara mim 0∴ é a realização
material do quadro da /o∴. 4imolicamente ele é orientado como as 'greas C
a entrada a Ocidente, a cadeira do Ben∴M a Oriente, ao seu lado direito
voltado para o 4ul e consequentemente ao seu lado esquerdo voltado para o ;orte. O 0∴ pode%se assim dizer somos n#s mesmos, quando nos reunimos
com nossos ''r ∴.
1. xplicai o sim$olismo da 8am de <<e(l ?
A (am∴de 11efl∴ tem por oetivo sim#lico levar o profano, como o
pr#prio nome á diz, a uma refle-ão, para que o mesmo ten"a a oportunidade de decidir se realmente desea ingressar na Maç∴. (omo simolismo pode%se
dizer que seria o divisor de águas , antes e depois da Maç∴ é um lugar para
meditar e fazer%se um e-ame de consci!ncia plena. ;a (m de 11efl profano não se entrega a refle-3es, mas sim faz uma refle-ão, no sentido de
)volta* sore si mesmo, á que significa que está prestes a nascer de novo. A (m de 11efl , representa esotéricamente, o >tero da mãe 0erra, do qual o iniciado nasce para a /uz, ou a tuma do qual ele renasce para a nova vida, ou sea, todo o simolismo visa com que o recipiendário volte para o seu ser, morra para o v&cio, pai-3es, preconceitos e maus costumes, e com isso nasça
para os princ&pios da Maç de 11efl , encontramos a palavra B'01'O/, que significa )Bisita 'nteriora 0errae, 1ectificandoque, 'nvenies Occultum /apidem*, ou sea, )Bisita o interior da 0erra e, retificando, encontrarás a $edra Oculta*. 0rata%se portanto de um convite procura do Ego profundo, que nada mais é do que a pr#pria alma "umana, no sil!ncio e na meditação. 0odo o simolismo da (m de 11efl está relacionado com o "ermetismo. 0rata%se da primeira fase da 5rande Ora C a da )$utrefação*, realizada não apenas no Ovo filos#fico artificialmente criado pelo "omem, mas pela ;atureza operante, no casulo da crisálida adormecida, a lyse (*)de onde sairá a maravil"osa oroleta.
(*) 2e lusis, decomposição, liquefação, mudança de estado. 2. 'ual o si6ni(icado do Sin de *rd e do Sin
O 4in∴ de Apr ∴, como todos os sinais MMaç , compreende dois gestos
distintos C o 4in∴ de Ord∴e o 4in∴ propriamente dito. )(olocar%se em ord∴
) é colocar a mão direita estendida so a garganta, os quatro dedos cerrados e o polegar afastado formando o Esq∴. )Fazer o 4in∴* é levantar a mão
perpendicularmente garganta, levá%la até o omro direito e faz!%la voltar posição normal ao longo do flanco direito. Esse sinal é c"amado comumente
de )gutural* e significa que o M preferiria ter a garganta cortada a revelar os segredos que l"e foram confiados. +á outras interpretaç3es, tais como, de que o Apr ∴ ao fazer o sinal, estaria de posse dele mesmo e se prop3e a ulgar tudo
com imparcialidade.
21. 'ual ! o sim$olismo da *rla =ent ?
A Orla 2ent∴ mostra%nos o princ&pio da atração universal, simolizando no
Amor. 1epresenta, com seus m>ltiplos dentes, os planetas que gravitam em torno do 4ol= os povos reunidos em torno de um c"efe= os fil"os reunidos em volta dos pais, enfim, os MM unidos e reunidos no seio da /o∴, cuos
ensinamentos e cua Moral aprendem para espal"ar aos quatro ventos do Ore.
22. 'uais são os quatro elementos da >ature+a ? xplicaios.
A terra, a água, o ar e o fogo. A terra é o primeiro dos elementos da natureza, trata%se de um mineral de m>ltiplos aspectos e constitui a parte principal do
. 2entre as inscriç3es que e-istem na (m
gloo terrestre, simoliza as dificuldades que um M enfrenta durante a sua vida. A água simoliza a purificação sim#lica da alma, nos recorda a
temperança, o om senso e a prud!ncia. O ar simoliza a vida, representado pelos ru&dos e trov3es, significam os tumultos de nossas pai-3es, nossas
fraquezas, e dos comates que somos constantemente forçados a travar, isto é, todas as dificuldades que encontramos em nosso camin"o. O fogo s&molo de purificação, oposto ao da água, o fogo destr#i, suprime e aniquila, reduzindo
tudo a cinzas, o fogo é o elemento mais ativo nas purificaç3es.
23. *nde tem assento o 5en o 1o 5i6 o *rad o
Sec e o 8@anc ?
O Ben∴M tem assento no Oriente, so o dossel, num estrado de tr!s
degraus, onde estão o trono e o altar.
O @o Big∴tem assento no Ocidente, frente da coluna do norte.
O Go Big∴tem assento no Ocidente, unto coluna do sul, ao meio dia.
O Orad∴ tem assento no Oriente, pr#-imo alaustrada, ao lado direito do
Ben∴.
O 4ec∴ tem assento no Oriente, pr#-imo alaustrada, ao lado esquerdo do
Ben∴.
O ("anc∴ tem assento no Ocidente, unto coluna sul, pr#-imo
alaustrada.
24. 'uantos o(iciais dever ter uma lo: ?
6ma /o∴ Maç∴ deverá possuir preferencialmente vinte Oficiais, em pleno
gozo de seus direitos, devendo ser presidida por um deles, denominado Benerável. Os demais ocuparão os cargos de @o e Go Bigilante, Orador,
4ecretário, 0esoureiro, ("anceler, +ospitaleiro, Mestre de (erimônias, @o e Go
2iácono, E-perto, $orta 7andeira, $orta Estandarte, (oridor 'nterno, (oridor E-terno, Mestre de +armonia, Arquiteto, Mestre de 7anquete e 7iliotecário. ;o entanto, para funcionar deve ter no m&nimo sete MM MM .
2&. * que ! preciso para que uma 9o: se:a Austa Per(eita e <e6ular ?
6ma /o∴ Maç∴ deve ser usta e perfeita quanto ao traal"o, e mais, regular
quanto administração. 1egular significa regularidade na origem da /o∴, ou
sea, deve ser regularmente fundada por uma 5rande /o∴, devidamente
recon"ecida. $ara que sea usta, $erfeita e 1egular, é preciso que tr!s a governem, cinco a compon"am e sete a completem. Outro conceito é que a /o∴ é usta quando estão presentes sete oreiros e é $erfeita quando o /∴ da
/∴ está aerto sore o Altar. 1egular é aquela que pertence a uma oedi!ncia
Maç∴ regular e recon"ecida.
2,. 'ual e o si6ni(icado do 9 da 9 para os MM ?
O /∴da /∴ tem por oetivo regular a nossa conduta no lar, no traal"o e na
sociedade. O Esq∴, s&molo da retidão, nos ensina a permanecermos fiéis para
com os nossos semel"antes, e o (omp∴, que representa a ustiça, ensina onde
começam e onde terminam os nossos direitos. 0em como significado um )/ivro 4agrado* para a Maç∴. O /∴da /∴ que fica unto ao altar, tem um
conte>do filos#fico e m&stico que se austa vida.
2-. * que ! preciso para que uma lo:a se:a Austa Per(eita e <e6ular ?
6ma /o∴ Maç∴ deve ser usta e perfeita quanto ao traal"o, e mais, regular
quanto administração. 1egular significa regularidade na origem da /o∴, ou
sea, deve ser regularmente fundada por uma 5rande /o∴, devidamente
recon"ecida. $ara que sea usta, $erfeita e 1egular, é preciso que tr!s a governem, cinco a compon"am e sete a completem. Outro conceito é que a /o∴ é usta quando estão presentes sete oreiros e é $erfeita quando o /∴ da
/∴ está aerto sore o Altar. 1egular é aquela que pertence a uma oedi!ncia
Maç∴ regular e recon"ecida.
20. m proporção ao taman@o da 9o: ?
O templo, de forma retangular 9quadrilátero olongo:, presta%se perfeitamente disposição interior e representa o camin"o que leva do Ocidente ao Oriente. 4eu comprimento vai do Ocidente ao Oriente= sua largura, do 4etentrião ao meio dia= sua altura, do ;adir ao enite. Ele é dividido, no sentido
longitudinal, ou de seu maior ei-o, em tr!s partes C o Oriente, o Ocidente e o Ptrio. Emora as dimens3es sim#licas de um templo Maç representam a
0erra, ele deve, untamente com o átrio, ter materialmente, um comprimento igual ao triplo da largura, ou sea, tridimensionalmente, ele deve ser formado por tr!s cuos, ou se a altura não comportar, por tr!s paralelep&pedos 9oriental,
ocidental e intermediário:= o comprimento da parte ocidental deverá ser uma vez e meia que o Oriente, e o Ptrio deve ser igual metade do Oriente.
2. 'uantos e quais são os postulados MaçBnicos ?
4ão nove os postulados a saer C
' % a e-ist!ncia de um princ&pio criador C o 5∴ A∴ 2 6∴=
'' % o sigilo=
''' % o simolismo da Maç∴ Operativa=
'B % a divisão da Maç∴ 4im#lica em tr!s graus=
B % a lenda do 0erceiro 5rau e sua incorporação aos 1ituais= B' % a e-clusiva 'nic∴ de "omens=
B'' % a proiição de controvérsias sore matéria pol&tico%partidária, religiosa ou racial, dentro do templo ou fora deles, em seu nome=
B''' % manutenção das 0r!s 5randes /uzes da Maç∴ C o /∴ da /∴, o Esq∴ e
o (omp∴, sempre vista, em todas as sess3es das //o∴ e (orpos=
'Q % o uso do Av∴.
3. * que si6ni(ica a Pal Sa6
;∴v∴ p∴d∴s∴s∴ 9não vo%lo posso dar sem soletrar:, dai a p∴ let∴ que eu
v∴d∴ a seg∴9dai a primeira letra que eu vos darei a segunda:. A $alavra
4agrada de Apr ∴ não é pronunciada, mas apenas soletrada, porque o Apr ∴
não sae ler nem escrever e s# pode soletrar. 7OO significa )em força*.
31. 'ue idade tendes ?
00r ∴ AA∴.
32. 'uais são as :ias mveis de uma 9o: ? Porque ?
4ão tr!s as #ias m#veis, tamém con"ecidas como #ias da Ord∴ C o Esq∴,
que representa a moralidade e tamém a ação do "omem sore a matéria e sore si mesmo= o ;∴, que representa a igualdade e o $r ∴, que é o s&molo
da retidão. Essas #ias adornam os colares do Ben∴ e dos dois vigilantes.
("amam%se m#veis porque passam de um 'r ∴ para o outro, de acordo com as
funç3es que l"es são atriu&das.
33. 'uais são as Aias (ixas de uma 9o: ?
As #ias fi-as tamém são em n>mero de tr!s C a $∴ 7∴, a $∴ (∴ e a $r ∴
da /o∴, que correspondem respectivamente, aos graus de Apr ∴, (omp∴ e
MM∴. A $∴7∴serve para nela traal"arem os AApr ∴, marcando%a e
desastando%a, até que sea ulgada polida pelo Ben M∴ da /o∴. A $∴
7∴ é o material retirado da azida, no estado da natureza, até que, pela
constncia e traal"o do Or ∴, fique na devida forma, para poder entrar na
construção do edif&cio. Ela representa a intelig!ncia, o sentimento do "omem no estado primitivo, áspero e despolido, e que nesse estado se conserva até que, pelo cuidado de seus pais e instrução dos MM∴, adquire educação lieral
e virtuosa, tornando%se fonte de cultura, capaz de fazer parte de uma sociedade civilizada.
A $∴(∴ ou $∴$∴ é o material perfeitamente traal"ado de lin"as e ngulos
retos, que o (omp∴ e Esq∴ mostram estar tal"ado de acordo com as
e-ig!ncias da Arte. Ela simoliza o saer do "omem no fim da vida, quando a aplicou em atos de piedade e virtude verificáveis pelo Esq∴ da $alavra 2ivina
e pelo (omp∴ da pr#pria consci!ncia esclarecida.
A $r da /o∴serve para o M M∴ traçar e desen"ar os planos e proetos
das oras, o que, simolicamente e-prime que os MM∴ guiem os AApr ∴, no
traal"o indicado por ela, delineando o camin"o que eles devem seguir para o aperfeiçoamento, a fim de progredirem nos traal"os da Arte 1eal.
34. 'ue nCmeros comp;em uma 9o: ?
A ("ina, a Rndia, a 5récia, mesmo antes de $itágoras, con"eceram e
empregaram a ci!ncia dos n>meros e seu simolismo. Os n>meros se prestam, facilmente, a se tornarem s&molos, figuras das idéias simples e de suas
relaç3es. E toda a doutrina das relaç3es morais e de ligação indestrut&vel com o mundo material, isto é, a filosofia, foi sempre, e-posta por um sistema numérico e representada por n>meros. ;as //lo tr!s são os n>meros que a comp3em C tr!s, cinco e sete.
3&. Porque ra+ão o nCmero trs comp;e uma 9o: ?
O n>mero tr!s é o n>mero da /uz 9 fogo, c"ama e calor :. 4endo a unidade da vida, do que e-iste por si pr#prio, do que é perfeito e tamém, a representação da divindade, inclusive através do 2elta /uminoso, que se encontra no Or ∴ e
que é s&molo do )4E1* e da )B'2A*, não s# por seus tr!s lados iguais, mas tamém, pela letra "eraica 'S2, que nela ril"a e que é a primeira letra do tetragrama 'S2%+8%BAB%+8, que forma o nome do inefável 2eus. ;a Maç∴
temos ainda as tr!s grandes colunas que sustentam a Oficina 9a da 4aedoria, a da 7eleza e a da Força:, que são as 0r!s 5randes /uzes, a primeira no Or ∴, a
segunda no Oc∴ e a terceira , no sul, de acordo com as tr!s portas do templo
de erusalém. Outra razão atriu&da ao n>mero tr!s seria porque tr!s foram os MM∴ na construção do 0∴ de 4alomão.
;a Maç∴ sim#lica, o n>mero tr!s tem uma notável influ!ncia esotérica. 8
por essa razão que o ternário se manifesta constantemente nos seus emlemas. O n>mero tr!s representa nos augustos mistérios da ordem, o princ&pio geral de todas as coisas, s# podendo e-istir um n>mero &ntegro, e esse é o dez. O algarismo um e o zero, formam o n>mero dez, pois como se v!, esse n>mero é composto de tr!s vezes tr!s, formando nove, que com mais um, forma dez. Esotéricamente, o n>mero um simoliza a unidade, isto é, o 5∴ A∴ 2 6∴,
e o algarismo zero representa o infinito. A unidade é o princ&pio dos n>meros, mas a unidade não e-iste pelos outros n>meros. 0odos os sistemas religiosos orientais começaram por um ser primitivo, conquanto esta astração não ten"a, positivamente, uma e-ist!ncia real, tem, contudo, um lado positivo, que o
isto é, o deseo ou a ação de sair do asoluto, a fim de entrar no real %
considerado por n#s correto. ;os sistemas pante&stas, nos quais a divindade é confundida como unidade, com o todo, ela tem o nome de unidade. A unidade s# é compreendida por efeito do n>mero dois= sem este, ela torna%se id!ntica ao todo, isto é, identifica%se com o pr#prio n>mero.
A natureza do n>mero dois, em sua relação com a unidade, representa a
divisão, a diferença. O ne#fito não deve estacionar no n>mero G, porque sendo o inário s&molo dos contrários, da divisão, seria condenar%se luta estéril oposição, contradição sistemática= ficaria, em suma, escravo desse princ&pio de divisão, que a Antiguidade simolizou e estigmatizou so o nome de
TinimigoT 9Agramaniu, ("eitan, 4atan, Mara, etc.: cua influ!ncia s# pode ser evitada quando se promove a conciliação dos antagônicos, condensando no 0ernário, o 7inário e a 6nidade, otendo%se o n>mero H.
A diferença, o desequil&rio, o antagonismo que e-istem no n>mero G, cessam, repentinamente, quando se l"e aunta uma terceira unidade. A instailidade da divisão ou da diferença, aniquilada pelo acréscimo de uma terceira unidade, faz com que, simolicamente, o n>mero H se converta, tamém, em unidade. A nova unidade, porém, não é unidade vaga, indeterminada na qual não "ouve intervenção alguma= não é uma unidade id!ntica com o pr#prio n>mero, como se dá com a unidade primitiva= é uma unidade que asorveu e eliminou a unidade primitiva, verdadeira, definida e perfeita,. Foi assim que se formou o n>mero tr!s, que se tornou a unidade da vida, do que e-iste por si pr#prio do que é $erfeito.
(omo o 2elta /uminoso e 4agrado, os tr!s pontos que o M∴ deve se orgul"ar
de apor ao seu nome, são emlemas dos mais respeitáveis= representar todos os ternáculos con"ecidos.
3,. o nCmero cinco Porque ?
A numerologia m&stica Maç∴ tamém mostra influ!ncias $itag#ricas, emora
a sua maior fonte seam os te-tos caal&sticos +eraicos. A dualidade )corpo* e )alma* do Orfismo e $itagorismo é encontrada em toda e-tensão da doutrina m&stica Maç∴. A Estrela de cinco pontas, $entagrama 9cinco letras:, ou
$entalfa 9cinco princ&pios:, que a partir dos meados do século QB''', passou com o nome de Estrela Flameante, a fazer parte dos s&molos Maç∴, é de
origem $itag#rica, representando, na Maç∴, a mesma coisa que no
$itagorismo C como Estrela +ominal, representa o "omem em sua alta
espiritualidade. Outra razão atriu&da ao n>mero cinco seria porque o "omem possui cinco sentidos.
3-. 'uais são os cinco sentidos ?
Audição, olfato, visão, paladar e tato.
30. Porque ra+ão o nCmero sete comp;e uma 9o: .
;o 1EAA um dos n>meros m&sticos mais utilizados é o n>mero sete. 8 um n>mero m&stico do M M∴, que simoliza a perfeição alcançada na evolução
espiritual. O misticismo "eraico foi, sem somra de d>vidas, aquele que mais sus&dios trou-e concretização da m&stica transcendental Maç∴, e no seu
simolismo dos n>meros o n>mero sete é o n>mero sagrado. Os +ereus tamém o consideram sagradoC 2eus santificou o sétimo dia= sete eram os raços do candelaro 9Menora":, sete os pãezin"os ázimos, sete os dias de
consagração dos sacerdotes, etc. A e-pressão )sete vezes sete*, muito encontrada na 7&lia, indica um n>mero indefinido de vezes, que se sup3e perfeito e total. 4ete tamém são as ci!ncias lierais que o M é origado a
con"ecer.
3. 'uais são as cincias li$erais ?
O 0éto das //o∴ MMaç∴ representa a a#ada (eleste, de cores variadas. A
A#ada decorada com o 4ol, a /ua, os $lanetas e as (onstelaç3es, é
sustentada por @G colunas que representam os @G s&gnos do od&aco, isto é, as @G constelaç3es que o 4ol, percorre no espaço de um ano. As sete estrelas que aparecem na A#ada (eleste, em torno da /ua, simolizam as sete (i!ncias /ierais que o M∴é origado a con"ecer C a 5ramática, a 1et#rica, a /#gica, a
Aritmética, a 5eometria, a M>sica e a Astronomia.
4. * que ! um M ?
M∴é ter consigo a crença em 2eus, o 5∴A∴2
diuturnamente a virtude e a caridade. A virtude é o maior e-erc&cio perfeição da razão, a integridade, a "armonia e a usta alança dos afetos= a sa>de, a força e a eleza da alma. A caridade é quase semel"ante virtude e deve ser consagrada por todo om e verdadeiro M
6∴, ser "onrado e praticar
digno sentimento, é poderoso incentivo na realização das aç3es mais "er#icas e desinteressadas, pois é saido que o "omem de "onra procede sempre em, porque o mal l"e repugna pr#pria consci!ncia.
41. * que ! a Maç ?
8 uma instituição essencialmente iniciática, filos#fica, filantr#pica, progressista e evolucionista. proclama a preval!ncia do esp&rito sore a
matéria. $ugna pelo aperfeiçoamento moral, intelectual e social da "umanidade, por meio do cumprimento infle-&vel do dever, da prática
desinteressada da enefici!ncia e da investigação constante da verdade. 4eus fins supremos são C /ierdade, 'gualdade e Fraternidade.
42. 'uais são os princDpios da Maç ?
4eus princ&pios são a /ierdade, a 'gualdade e a Fraternidade. /ierdade de consci!ncia, Fraternidade entre os "omens e 'gualdade como força do
progresso.
43. 'uais são os deveres de um M
4ão onze os deveres do M∴ a saer C
' % oedecer lei e aos poderes constitu&dos da Federação=
'' % frequentar com assiduidade, os traal"os da /o∴ e (orpos a que
pertencer=
''' % aceitar e desempen"ar funç3es e encargos MMaç que l"e forem cometidos=
'B % satisfazer, com pontualidade, contriuiç3es pecuniárias ordinárias e
e-traordinárias que l"e forem cometidas legalmente, inclusive as concernentes previd!ncia social Maç∴=
B % recon"ecer como 'r ∴ todo M∴ e prestar%l"e, em qualquer circunstncias,
a proteção e auda de que carecer, principalmente contra as inustiças de que for alvo=
B' % prestar s vi>vas, irmãs solteiras, ascendentes e descendentes necessitados de seus ''r ∴, todo au-&lio que puder=
B'' % não divulgar, pelos #rgãos de comunicação, assunto que envolva o nome do 5rande Oriente do 7rasil, sem prévia permissão do 5rão%Mestre 5eral, salvo assuntos de natureza administrativa, social, cultural e c&vica=
B''' % não revelar a profano, a M∴ irregular ou M∴ ausente qualquer assunto
que implique na quera do sigilo Maç ou assunto restrito a con"ecimento ou discussão apenas em lo =
'Q % "aver%se sempre com proidade, praticando o em, a tolerncia e a solidariedade "umana=
Q % sustentar, quando no e-erc&cio do mandato de representação popular, a posição da Maç∴ ante os prolemas sociais, econômicos ou pol&ticos, tendo
sempre presente o em%estar do +omem e da 4ociedade=
Q' % comunicar /o∴ os fatos que c"egarem ao seu con"ecimento sore
comportamento irregular de 'r ∴, no mundo profano ou Maç∴.
44. *nde tra$al@a o )pr M ?
O Apr M traal"a na $ 7 9s&molo do Apr ∴ M∴:, diz%se que quando
um "omem é r>stico, ignorante e mal%educado, que não passa de uma pedra ruta. ;a Maç∴, a $∴7∴ é um s&molo que representa a necessidade do
esquadreamento, ou sea, do desastamento das arestas dessa pedra que ocorre com paci!ncia e com o tempo estaelecido, até ver essa pedra transformada em $∴(∴. A $∴ 7∴ simoliza portanto as imperfeiç3es do esp&rito e do coração
que o M∴ deve se esforçar por corrigir. O Apr M traal"a nas //o∴
Azuis, ou tamém c"amadas Oficinas 4im#licas. ;o 1EAA 95rande /oa da França:, os tr!s primeiros graus 9Apr ∴, (omp∴ e M M∴:, são regidos pela
5rande /o∴. 4endo o @° grau o alicerce da filosofia sim#lica, resumindo ele
toda a moral Maç∴ de aperfeiçoamento "umano, compete ao Apr ∴ o traal"o
de desastar a $∴7∴, isto é, desvencil"ar%se dos defeitos e pai-3es, para
poder concorrer construção moral da "umanidade, que é a verdadeira Ora da Maç∴.
4&. * que entendeis por des$astar a P ?
$∴7∴é o s&molo da imperfeição do pr#prio esp&rito que o M deve corrigir.
4ignifica dedicar%se aos princ&pios fundamentais da Maç∴ universal,
procurando, através de sua filosofia, doutrina, s&molos, alegorias e seus ensinamentos, o aprimoramento interior. O desastamento equivale ao
aprendizado= lentamente o Apr adquirirá formas definidas= paulatinamente
ele desastará essa pedra, para finalmente dar%l"e polimento= refletirá nela então, a sua nova personalidade.
4,. *nde rece$eis o vosso sal"rio ?
;a Maç∴ salário é a recompensa do esforço e da oa vontade. O M∴ recee
periodicamente o seu salário com o significado de premiação= esse pr!mio corresponde ao receimento de maiores con"ecimentos. O salário é portanto intelectual e espiritual, e o M ass&duo aos seus traal"os é digno de receer o salário Maç∴, como um direito a que faz us.
4-. * que se (a+ em 9o: ?
;uma /o∴ devemos comater o 2espotismo, a 'gnorncia, os $reconceitos e
os Erros. 2evemos glorificar a Berdade e a ustiça. 2evemos levantar 0emplos virtude e cavar masmorras ao v&cio.
40. * que si6ni(ica o =elta 9uminoso colocado no *r e o ol@o que nele existe ?
O 2elta /uminoso é um pol&gono geométrico que lemra a sant&ssima
0rindade e traz consci!ncia toda gama tridimensional sim#lica da tr&ade. O 2elta /uminoso é um oeto, mas ao mesmo tempo uma invocação, uma vez que, permanecendo na escuridão, ao arirem%se os traal"os da /o∴, l"e é
dado a luz. (omo s&molo é portanto uma "omenagem que o "omem faz a 2eus, atraindo a sua presença. O ol"o que nele e-iste, ao seu centro, é a de um vigilante, que deve nos acompan"ar em tudo, mesmo fora do templo. O ol"o é portanto para o M , uma advert!ncia C ele nada faz sem ser oservado e assim pauta sua vida pela retidão. ;a Maç∴ o tringulo ou 2elta 4agrado é colocado
entre o 4ol e a /ua, da& resulta que o ol"o contido nesse tringulo não deveria ser representado so a forma de um ol"o ordinário, direito ou esquerdo, pois são na realidade o 4ol e /ua que correspondem ao ol"o direito e ao ol"o esquerdo do "omem universal, na medida em que este se identifica com o macrocosmo.
4. 8omo poderei recon@ecer que sois M ?
$or meio de 44in e $$ . Os 44in e 00oq são aqueles
ensinados aos AApr imediatamente ap#s o ritual de 'nic , são tr!s a saer C a de passe, a sagrada e a semestral.
, 00oq
&. * que se entende por )$ater 8olunas ?
Uuando uma /o∴ Maç∴ cessa suas atividades administrativas e lit>rgicas,
diz%se que )aateu%se colunas*. Aater colunas pode significar tamém o desinteresse para com a sua /o e o seu grupo de ''r ∴. O )aater colunas*
constitui um ato negativo e repudiado por todos, e por esse motivo é que isso não deve, em "ip#tese alguma, acontecer. O M∴ é por si , uma coluna do
0emplo e se essa coluna ruir, significará a sua morte.
&1. * que ! uma coluna 6ravada ?
(oluna gravada é toda carta, informação ou documento produzido a partir da coleta do 4aco de $ropostas e 'nformaç3es. O 4aco de $ropostas e
'nformaç3es é destinado portanto a acol"er as propostas encamin"adas por escrito, as sindicncias, os certificados de presença ou outras informaç3es das quais a /o∴ deve tomar con"ecimento. Ap#s o seu recol"imento, o Ben∴
vira o 4aco, mostra%o vazio ao Orad∴ e ao 4ecret∴o e passa a fazer a
contagem do n>mero de (olunas 5ravadas e-istentes no mesmo, depois disso comunica diretamente /o∴ quantas colunas gravadas rendeu e que ele
passará a decifrá%las.
&2. * que voc entende por 8o$rir o Templo ?
4ignifica que a /o∴ está protegida, ou sea, que o 5∴ A∴ 2 6∴ está
presente e s# ele será a real proteção. (orir o 0emplo pode ser ainda por um lado, cuidar da sua segurança e impedir qualquer inger!ncia e-terna= e por outro lado, participar dessa segurança ao dei-ar o templo. $or e-tensão, a e-pressão )corir o 0emplo* tornou%se sinônimo de )4air*. )(orir* e
)0el"ar* são e-press3es MMaç∴C no sentido pr#prio, é colocar o 0emplo ao
arigo das intempéries= no sentido figurado é proteg!%lo contra a intrusão de profanos. (aso profanos consigam entrar em uma reunião de MM∴ e se um
deles perceer isso, o (or ∴ dirá C )está c"ovendo*, isto é, o 0emplo não está
coerto.
&3. 'ual a 8rença existente entre os MM ?
A crença significa ou reflete uma convicção em alguma coisa esotérica,
m&stica ou religiosa. Maçonicamente, constitui um dogma, a Maç∴ e-ige do
fundamental de sua convicção Maçônica%filos#fica. 2eus é portanto para os maçons o 5∴ A∴ 2 6∴, e nele devemos acreditar e confiar. Entre si os
MM cultivam o amor fraterno como se fosse uma crença= trata%se de uma postura m&stica, uma vez que sem o afeto, o respeito e a amizade, nen"um
corpo Maç poderia soreviver. 8 portanto a crença em 2eus, considerado como o 5∴A∴2
s&molo mais importante da Maç∴, s&molo que deve ser estudado como os
demais, a fim de que se compreenda a Maç∴ e se construa, cada um por si, o
santuário de suas convicç3es pessoais.
&4. 'uem ! o 6uarda da 9ei no <..)..). ?
;o 1.E.A.A. o guarda da /ei é o Orad∴. A #ia do Orad∴ é um livro aerto,
simolizando que ele representa a consci!ncia da /o∴, que ele deve con"ecer
os cnones para definir a razão. O Orad∴ é o ponto de equil&rio de uma
oficina, devendo possuir a madureza de um u&zo reto a uma erudição s#lida, além é claro do vasto con"ecimento das /eis MMaç .
&&. * que ! uma peça de arquitetura ?
$eça de arquitetura é um te-to ou um traal"o, apresentado em /o∴ por um
'r ∴, no 0empo de Estudos, para deates de ordem cultural, e que propiciam
momentos de refle-ão. A peça de arquitetura deve prezar pela qualidade e não pela quantidade.
&,. * que si6ni(ica estar entre 88olu
Estar entre ((olu∴, é quando um 'r ∴ se encontra no Ocidente, posicionando%
se entre as colunas do ;orte e do 4ul.
&-. * que ! #'uit Placet# ?
)Uuit $lacet* é o documento que a /o∴ fornece a qualquer oreiro, Apr ,
(omp ou M M , que, por raz3es pessoais ou por motivo de transfer!ncia para outro oriente, desee ser desligado do quadro.
&0. * que nos ensina a <e6 de 24 Pol ?
4imoliza o dia com as suas vinte e quatro "oras. Filosoficamente a régua é instrumento destinado a construção, e sendo o n>mero GI simolismo das GI "oras, significa que o M deve pautar a sua vida dentro de uma determinada
6∴, não o vemos como um oeto de crença, mas sim, o
medida, ou sea, deve programá%la corretamente e não se afastar dela durante o dia inteiro.
&. * que si6ni(ica o Toq de )pr
O 0oq∴ de Apr ∴ é feito com a mão direita, pressionando o polegar, e por tr!s
vezes, a primeira falange do indicador daquele a quem se quer con"ecer. A falange do polegar 9 dedo de B!nus, ase do polegar instinto vital, primeira falange ungu&fera % un"a : corresponde vontade e a mesma falange do indicador 9 dedo de >piter, primeira falange % Bol>pia, segunda falange %
5l#ria, falange ungu&fera % un"a : religião. 4imolicamente, ele é o emlema da Fraternidade, da (onc#rdia e da 7oa Fé.
,. =escreva com suas palavras o aprendi+ado no 6rau.
O Apr ∴ ofuscado pela luz da 'nic os con"ecimentos adquiridos
por ele até então, s# tem valor quando enquadrados nas doutrinas MMaç $or isso durante todo o seu aprendizado, o Apr ∴ deverá colocar%se numa
atitude de )passividade receptiva*, a fim de oferecer a menor resist!ncia poss&vel aos ensinamentos que l"e serão administrados e que l"e cae
asorver. /imitando%se a ver, ouvir e calar, nem por isso dei-ará de e-ecutar como atividade a tarefa fundamental do desaste da $∴7∴.O aprendizado no
primeiro grau tem dependido muito mais do interesse individual de cada Apr ∴
do que propriamente de ensinamentos repassados pela /o∴, motivo pelo qual
gostaria de sugerir que sea elaorada uma agenda prévia de instrução para os AApr ∴ 9agenda semestral:, na qual á poderia constar por datas, qual o
assunto da instrução e o respectivo 'r ∴ que será responsável por ela. Essa
agenda prévia poderia servir como mais uma fonte de instrução e
con"ecimento dos ''r ∴ AApr ∴, servindo inclusive como refer!ncia para a
elaoração dos traal"os do grau.
.
, sente que