Modelos de Avaliação
de Risco de Crédito:
Paradigmas para a Realidade do Brasil
Programa:
1. Metodologias de Cálculo de Risco de Crédito 2. Modelos Estruturais
3. Modelos baseados em Marcação-a-Mercado 4. Modelos Atuariais
5. Basiléia II
6. Uso de Paradigmas no Brasil 7. Tratamento de Securitizações 8. Perspectivas
O primeiro modelo estrutural: o modelo de Merton de 1976
Modelo de Merton (1976)
t t tdV
dt
dw
V
=
µ
+
σ
O modelo de Merton é uma “caricatura” de modelo de uma empresa em um mundo ideal de
Modigliani-Miller...
O valor dos ativos Vt é observável e segue um
processo difusivo geométrico.
As ações (Equity) St são negociadas no mercado e sua
volatilidade é conhecida.
A empresa é financiada pelo Patrimônio líquido e por um “título de renda fixa de cupom zero”, Dt, que vence em T e tem valor de face F. Sob as hipóteses de
Modigliani-Miller, vale Vt = St+ Dt.
PREMISSAS TEÓRICAS Vt F t t t
dV
dt
dw
V
=
µ
+
σ
t t tV
=
D
+
S
Modelo de Merton ( ) ( ) 1 2 2
(
)
(
)
(
)
t r T t r T t t t B P DN
d
D
F e
N
d
F e
V
N d
− − − −
−
=
−
−
−
1
42 4
3
1
424
3
1 4 4 42 4 4 43
LGD No modelo de Merton, os parâmetros de risco são endógenos... ( )(
1)
(
)
r T t tN
d
LGD
Fe
V
N d
− −−
=
−
2
(
)
P D
=
N
−
d
O modelo de Black-Scholes-Merton para opções e a relação de
Modigliani-Miller podem ser usados para calcular o valor da dívida, dos valores da ação e do valor da empresa endogenamente. fornece o valor da dívida também de forma endógena:
O apreçamento dos instrumentos financeiros em modelos estruturais é completamente endógeno.
O modelo depende da volatilidade do valor de seus ativos, esta, por sua vez, calculada a partir da volatilidade do valor de suas ações, pressupondo mercados líquidos para as
ações !!!
A estrutura dos passivos é caricatural e dada por um único valor em um único Duration.
Modelo de crescimento do valor dos ativos é simples. Como calcular a taxa de crescimento ?
Modelo assume taxa de juros constante. Como incorporar uma estrutura a termo de taxas de juros volátil ?
Etc.
Distância ao Default (DDi) :
“Metodologia KMVTM: DISTANCE TO DEFAULT”
i 2 o V 1 log T 2 i V i T i T V D DD T µ σ σ + − =
O modelo de Merton sugere o uso de DD (
“Distance-to-Default”) como uma métrica que pode ser usada como
Mapeamento DD-EDF 0,01 0,00 0,00 9,90-10,0 ... ... ... ... ... ... ... ... 0,47 0,45 0,40 4,00-4,10 ... ... 39,72 T= 2 anos (%) ... ... 38,23 T= 1 ano (%) ... ... 43,98 T= 3 anos (%) ... ... 0-0,10 DD
Baseado em informações históricas de uma grande amostra de empresas ao longo de um extenso período, estima-se a proporção
de firmas de um dado intervalo de DD, que
entraram em default em 1, 2, 3, ..., n anos.
As probabilidades estimadas deixam de ser endógenas, passando a depender das
frequências reais de default. Estas
probabilidades são chamadas de “EDF”:
PD
Mapeamento DD-EDF
Difícil uso no Brasil:
Mercados Líquidos para Ações das empresas
(amostra consistindo de um reduzido número de
empresas com ações listadas na BOVESPA )
Mercados Líquidos de Dívidas
Disponibilidade, Complexidade e Transparência de informações contábeis
Modelo KMVTM: É uma metodologia que está baseada na
Paradigmas
Vamos ser menos ambiciosos...
Se temos o “risco” (PD+LGD) dos
ativos de um portfólio de dívidas,
qual o risco agregado do portfólio ?
Paradigmas de mensuração de Risco de Crédito
Evento de default
Evento de default
Incerteza no que é obtido Incerteza no que é perdido
MODELOS DE VAR DE CRÉDITO Modelos de Gestão de Risco de Crédito
CREDITMETRICS
1997, RMG 1997, CSFB Modelos ProprietáriosCREDITRISK+
KMV/Moody’s
Outros modelos
Modelo de Vasicekde 1-fatorParadigmas de Cálculo de Risco de Crédito
Modelos de Gestão de Risco de Crédito com Paradigma Atuarial
Distribuição de incerteza é no Valor da Carteira
KMV/Moody’s
CREDITMETRICS CREDITRISK+
Modelos de Gestão de Risco de Crédito com Paradigma MTM
Distribuição de incerteza é na Perda da Carteira
Difícil aplicação onde não existem mercados líquidos de dívidas !!!!
Excelente aplicação para mercados ilíquidos de dívidas !
CreditMetrics
TM 3 2 1 3 2 1 3 2 1 3 2 1 3 2 1 3 2 1 1.00 0.00 0.00 3 0.15 0.70 0.15 2 0.02 0.03 0.95 1 3 2 1 P 1.00 0.00 0.00 3 0.15 0.70 0.15 2 0.02 0.03 0.95 1 3 2 1 P 0.95 0.95 0.15 0.15 1.00 1.00 0.03 0.03 0.02 0.02 0.70 0.70...
CreditMetricsTM
Apreçamento é feito totalmente via preços de mercado. Utiliza-se matrizes de transição de ratings
Todos os elementos de um rating específico são exatamente iguais
As correlações são tratadas via modelo de retornos setoriais
Fácil aplicação na existência de mercados de títulos de crédito líquidos (“corporates” ou debêntures)
Transições entre Ratings N N-1 ... i ... 5 4 3 2 1 N N-1 ... i ... 5 4 3 2 1 N N-1 ... i ... 5 4 3 2 1 N N-1 ... i ... 5 4 3 2 1 N N-1 ... i ... 5 4 3 2 1 N N-1 ... i ... 5 4 3 2 1 N N-1 ... i ... 5 4 3 2 1 N N-1 ... i ... 5 4 3 2 1
Transições entre Ratings
( , )= ( ( )
|
( )
)
ij
Matriz de Transição de Ratings
Matriz de Transições de Ratings
3 2 1 3 2 1 3 2 1 3 2 1 3 2 1 3 2 1 1.00 0.00 0.00 3 0.15 0.70 0.15 2 0.02 0.03 0.95 1 3 2 1 P 1.00 0.00 0.00 3 0.15 0.70 0.15 2 0.02 0.03 0.95 1 3 2 1 P 0.95 0.95 0.15 0.15 1.00 1.00 0.03 0.03 0.02 0.02 0.70 0.70 ...
Valor t=0 t=1 ano Rating Inicial é o Rating 1 Uso as curvas de desconto para o rating 2… Rating Final é o Rating 2 1.00 0.00 0.00 3 0.15 0.70 0.15 2 0.02 0.03 0.95 1 3 2 1 P 1.00 0.00 0.00 3 0.15 0.70 0.15 2 0.02 0.03 0.95 1 3 2 1 P
Valor t=0 t=1 ano Estrutura a Termo de Taxas de Juros em t=0 para cada Rating Estrutura a Termo de Taxas de Juros em t=1 ano para cada Rating
Curvas Spots dos ratings
Curvas forward dos ratings
Taxas de desconto em 1 ano
CreditMetricsTM
Difícil uso, mas não impossível, no Brasil:
Mercados Líquidos para Equity da empresa
Matrizes de Transição de Ratings
Curvas de Desconto para cada Rating
Escolhas de Indices Setoriais e criação de um
modelo de retornos ( correlações)
Modelo CreditMetricsTM: É uma metodologia que está
baseada na existência de mercados líquidos para ações de empresas.
CreditRisk+
TMD ist rib uição d e Perd as d a C art eira
-0,20% 0,00% 0,20% 0,40% 0,60% 0,80% 1,00% 1,20% 0 20.000.000 40.000.000 60.000.000 80.000.000 Perd a m m j j j=1 j=1 - +
G(z)=e
j zν µ µ∑
∑
Modelo atuarial: 2 estados
Default do Contrato
Solvência do Contrato
Contrato
Modelo Atuarial de Default
Assumir que os eventos de default do portfólio são pi
Modelo atuarial: 2 estados
1
0
i
=
I
se default ocorrese default não ocorre
Função Indicadora de Default
n
i i
VaR de Crédito
Perda Esperada
Perda Inesperada
$
%
Qual a perda máxima, dentro de um nível de confiança, e dentrode um horizonte de risco T, de uma carteira de instrumentos de dívida com risco de default de pagamentos de obrigações dentro do horizonte T ?
Abordagem Atuarial
O modelo CreditRisk+ trata um fluxo temporal de exposições financeiras
como uma carteira de créditos individuais, cada
um deles com uma probabilidade de default
...
E
E
...
E
Estrutura a Termo do Risco de Crédito t=0 t=1 t t=T
( )
j
t
p
Em modelos de paradigma atuarial é fundamentalmente importante que as probabilidades de default expressem a estrutura a termo do risco de crédito e descrevam o risco de default do período em questão...
HIPÓTESES NO MODELO CREDITRISK+
Estrutura a Termo do Risco de Crédito
0.00% 10.00% 20.00% 30.00% 40.00% 50.00% 60.00% 70.00% 80.00% 90.00% 100.00% 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1000 P D Rating 1 Rating 2 Rating 3 Rating 4 Rating 5 Rating 6 Rating 7 Rating 8 Rating 9 Rating 10 Rating 11 Rating 12 Rating 13 Rating 14
Paradigma Atuarial
Modelo
CreditRisk+
FREQUÊNCIA:
Quantos eventos de default
ocorrem na carteira ?
SEVERIDADE:
Conhecido o número de
eventos de default, qual sua
contribuição para a perda do
portfólio ?
Conceitos do Modelo CREDITRISK+ Portólio original com múltiplas exposições
...
E
1E
2...
E
n ... ...Subportólio j com exposições em múltiplos de uma unidade
de perda L
E
j1E
jlE
jmj...
... ... ...
A determinação da perda se converte em uma questão de contagem:
Exemplo: Portfólio com N=10 ativos e com
uma unidade básica de perda de L= $500
1850 1000 2000 800 2500 1600 2000 1500 750 EAD 4 9 2 8 4 7 2 6 5 5 3 4 4 3 3 2 1 1 ν ν ν ν Ativo 1 10 8 2 6 4 3 7 9 5
Banda 1 Banda 2 Banda 3 Banda 4 Banda 5
2 Banda j 1
..
.
m(j)Bandas de Exposição e Processo de Poisson
Distribuição de Poisson 0 0,02 0,04 0,06 0,08 0,1 0,12 0,14 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 D e n s id a d e d e P ro b a b . 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 F u n ç ã o d e D is tr ib u iç ã o
Densidade de Probab. Distrib. Probab
n
-P(n) e
n!
µµ
=
A j=
p
A j ν νµ
=∑
APROXIMAÇÃO DE POISSON: Se a probabilidade de default de uma exposição é pequena, a distribuição da perda é aproximada por um processo de Poisson onde a ocorrência de mais de um evento de default é probabilisticamente desprezível.1
2 2
m(1)
Banda 1 Banda j Banda m
1 1 ... ... .. . .. . ... m(j) m(m) 2
Agregação das Perdas
Distribuição de Poisson 0 0,02 0,04 0,06 0,08 0,1 0,12 0,14 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 D en s id a d e d e P ro b ab . 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 F u n çã o d e D is tr ib uiç ão
Densidade de Probab. Distrib. Probab
Distribuição de Poisson 0 0,02 0,04 0,06 0,08 0,1 0,12 0,14 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 De ns id ad e d e P ro ba b. 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 F un ção d e D is tr ib u iç ão
Densidade de Probab. Distrib. Probab
Distribuição de Poisson 0 0,02 0,04 0,06 0,08 0,1 0,12 0,14 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 D en sid ad e d e P ro ba b. 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 F u nç ão d e D is tr ib u iç ão
Densidade de Probab. Distrib. Probab
D ist r i b uição d e Per d as d a C ar t ei r a
0,00% 0,20% 0,40% 0,60% 0,80% 1,00% 1,20% m m j j j=1 j=1 - +
G(z)=e
j zν µ µ∑ ∑
PROCESSO DEPOISSON: Usado para
medir a frequência das
perdas do portfólio
FUNÇÃO GERADORA DE PROBABILIDADE: Usada para
agregar a severidadedas perdas e
contabilizar as perdas dos buckets em uma distribuição de perda
CreditRisk+ e Correlações
No modelo CreditRisk+ correlações podem ser
introduzidas através das volatilidades das taxas de default.
O modelo se apóia sobre o paradigma de independência condicional: eventos de default são independentes
quando condicionados à realização de um valor para as taxas de default ( incerteza sobre o ciclo da economia). Uma distribuição Gamma para as taxas de default
conduz à uma forma analítica para a distribuição de perdas do portfólio.
APROXIMAÇÃO DE POISSON
Calcanhar de Aquiles do modelo
CreditRisk+
TM: A aproximação de
Poisson não funciona muito bem para
carteiras contendo muitos créditos de
baixa qualidade e prazos longos!
Como resolver este problema no Brasil ? Crédito popular ( varejo, CDC, etc.)
Altas taxas de inadimplência
Expansão das carteiras tem custo alto de provisão de créditos duvidosos
O Resgate : Método do “Ponto de Sela”
Método do Ponto de Sela
( )
1
(
)
2
L K s ste
P L t
ds
i
s
π
+∞ − −∞> =
∫
CreditRisk+ e Aproximação de Poisson
No modelo CreditRisk+ a aproximação de Poisson pode
causar distorções no cálculo do VaR se as probabilidades de default forem elevadas e/ou muito voláteis. O VaR
pode ser maior que o outstanding !
A aproximação de Poisson é uma aproximação
estrutural: substitui um modelo de default multinomial por um modelo de Poisson. A aproximação de ponto de sela é uma aproximação numérica para o cálculo de uma distribuição de perda multinomial...
O método do Ponto de Sela não faz discretização das
O método de Ponto de Sela 1 ( ) log [ ] log[(1 ) i ] n se sL L i i i K s e p p e = = E =
∑
− +Função Cumulante de Perdas
( L ( ) ) 0 d s s t K d s − = 2 2 2 2 2 2
1
(
)
exp(
( )
( ))
( )
2
L t t t t t td K
d K
P L
t
K
t
N
ds
ds
ξ
ξ
ξ
ξ
ξ
ξ
>
=
−
+
−
Aproximação de Ponto de Sela para VaR Paramétrico
Método de Ponto de Sela & Monte-Carlo
Estudos numéricos com benchmark Monte-Carlo mostram precisão nas caudas
Variantes do método são igualmente eficazes para
cálculo do núcleo da distribuição. Usado para cálculo em estruturas de securitizações, como p.ex. para o cálculo do risco de cotas júnior e sênior de um FIDC ( Fundo de
Investimento em Direitos Creditórios )
A Aproximação de Ponto de Sela é excelente para uso em
um país como o Brasil, onde as taxas de default são bastante elevadas e voláteis. Aqui a aproximação de Poisson é de uso discutível...
Método de Ponto de Sela & Monte-Carlo
Comparação entre VaR Monte-Carlo & VaR Paramétrico Ponto de Sela
Variação entre VaR Paramétrico & Monte-Carlo ( em % Notional Portfólio )
0.0000% 0.5000% 1.0000% 1.5000% 2.0000% 2.5000% 3.0000% 0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 500 D e lt a V a R
Finalmente, comparando as
várias abordagens...
Quadro Comparativo CreditRisk+ CreditMetrics KMV Não Sim Sim Ajuste ao Risco Média Alta Muito alta
Qualidade das Saídas
Respostas Média Médio Alto Alta Média Alta Baixa Em relação ao ambiente Flexibilidade Baixo Baixo Baixa Baixa Muito Alto Custo/tempo Muito Alto Muito Alta Alta Esforço Estatístico Quantidade Informações Complexidade Entradas
Como ficam as Securitizações
(FIDC´s ) ?
Paradigmas de Cálculo de Risco de Crédito para FIDC´s
Distribuição de Perda Atuarial do Pool Securitizado
Distribuição de Retornos da Cota Júnior ( Equity)
FIDC
...
E1 E2 En
...
Pool Securitizado
Cota Júnior Cota Sênior
Distribuição de Valores da Cota Sênior ( Bond) Ativos Ilíquidos Investidor se preocupa com valor das Cotas do Fundo
Modelo de Vasicek de 1 fator
( )
p1
( )
1
x
x
ρ
ρ
−
Ν
−
Ρ
= Ν
−
Basiléia II
Modelo de Vasicek de 1-fator
É o modelo por trás do método IRB para cálculo de capital regulatório.
Por quê o modelo de Vasicek foi escolhido como motor de cálculo regulatório de risco de crédito pelo comitê da Basiléia ?
Qual a principal vantagem para os reguladores da adoção do modelo de Vasicek no acordo de capital da Basiléia do ponto de vista regulatório ?
Modelo de Vasicek de 1-fator
Modelo de Vasicek de 1-fator
( )
p1
( )
1
x
x
ρ
ρ
−
Ν
−
Ρ
= Ν
−
Distribuição de Perdas Binomial ( N=100 )
0 0,02 0,04 0,06 0,08 0,1 0,12 0,14 0,16 0,18 0,2 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 No. Defaults D e n s id a d e d e P ro b a b il id a d e rho=0 rho=1% rho=10% rho=20%
O modelo de Vasicek embute e funde duas características dos
modelos CreditMetrics e
CreditRisk+: as probabilidades de default são voláteis porquê o
score de default é correlacionado com um único fator sistêmico de risco( fator latente).
As contribuições de risco são lineares na exposição. O risco é aditivo ! ( Gordy 2001)
(
)
1 − =
Vantagens Regulatórias
VANTAGEM REGULATÓRIA DO MODELO DE VASICEK:
O modelo é
totalmente aditivo
, isto é, o capital
mínimo exigido de uma carteira é a soma das
parcelas de capital mínimo exigido para cada
operação individual. Não é possível a
arbitragem de capital regulatório
através da
alocação das exposições em sub-portfólios.
As correlações de default entre os ativos já
estão sendo levadas em conta através do
acoplamento de cada ativo com o (único) fator
de risco econômico.
Perspectivas
Estrutura de Correlações de Default Modelagem de Garantias e Colaterais Risco de Concentração