OBESIDADE:
OBESIDADE:
Fisiologia,
Fisiologia,
avalia
avalia
ç
ç
ão e prescri
ão e prescri
ç
ç
ão de
ão de
exerc
exerc
í
í
cios f
cios f
í
í
sicos
sicos
aula 1
Prof. Dra. Bruna Oneda
[email protected]
Atividade Física Adaptada e Saúde
Tecido adiposo
Tecido adiposo
Adipócito
Reserva energética
Manutenção da temperatura corpórea
Tecido metabolicamente ativo
Adipócito
Adiponectina
TNF
α
Interleucina - 6
Leptina
Resistina
Adipocitocinas
Adipocitocinas
Adipocitocinas
Adipocitocinas
-
-
Leptina
Leptina
• Concentração varia de acordo com a quantidade
de tecido adiposo.
• Na obesidade, os níveis de leptina
estão
aumentados.
• Efeitos no controle do apetite, controle da massa
corporal, reprodução, angiogênese, imunidade,
cicatrização e função cardiovascular.
Adipocitocinas
Adipocitocinas
-
-
Adiponectina
Adiponectina
• Modula vários processos metabólicos, incluindo a regulação da glicemia
e o catabolismo de ácidos graxos.
• Exclusivamente secretada pelo adipócito.
• Níveis plasmáticos inversamente relacionados com o percentual de
gordura corporal em adultos.
• Níveis reduzidos em diabéticos, se comparados aos não-diabéticos.
• A perda de peso corporal aumenta significativamente a sua
concentração no plasma.
• Exerce parte de seus efeitos de perda de peso pelo cérebro. Esta ação
é similar a da leptina mas os dois hormônios tem ações complementares,
e podem ter efeitos aditivos.
Adipocitocinas
Adipocitocinas
-
-
Resistina
Resistina
• Produzida pelos adipócitos e pelos monócitos
• Tem propriedades pró-inflamatórias
• Promove resistência a insulina por aumento da
glicogênese hepática
• Também exerce efeito no tecido muscular
esquelético e adiposo: modulação negativa nas
etapas da sinalização da insulina para captação
da glicose
Adipocitocinas
Adipocitocinas
–
–
Interleucina
Interleucina
6 (IL
6 (IL
-
-
6)
6)
• Produzida pelos adipócitos e macrófagos
• Tem propriedades pró-inflamatórias
• Tem ação no metabolismo de carboidratos e
lipídios (aumenta lipólise)
• Sua secreção é aumentada em obesos
Adipocitocinas
Adipocitocinas
–
–
TNF
TNF
α
α
• Age diretamente nos adipócitos produzindo
inibição da lipogênese e aumento da lipólise
• Secreção aumentada em obesos
• Está envolvida no processo inflamatório de
aterogênese
Prote
Prote
í
í
na C reativa (PCR)
na C reativa (PCR)
• Marcador inflamatório e independente preditor
de risco para doenças cardiovasculares
• Elevada expressão nos depósitos de gordura
abdominal, visceral e subcutâneo
A
A
ç
ç
ão das catecolaminas e da insulina
ão das catecolaminas e da insulina
no tecido adiposo
no tecido adiposo
Catecolaminas (adrenalina e noradrenalina): potentes
ativadores da lipólise.
Agem nos adrenoreceptores
β
estimulando atividade
da lipase hormônio sensível
Agem como fator inibitório sobre adrenoreceptores
α
que possuem ação anti-lipolítica
Insulina: Papel lipogênico
Promove estoque de triglicerídeos
Fatores de influência
Fatores de influência
GEN
GENÉ
ÉTICOS
TICOS
AMBIENTAIS
AMBIENTAIS
OBESIDADE
OBESIDADE
DIST
DISTÚ
ÚRBIOS END
RBIOS ENDÓ
ÓCRINOS
CRINOS
Menos de 5%
Menos de 5%
Prevalência nos EUA
Prevalência nos EUA
Prevalência de obesos em adultos de 20-74 anos ajustado por idade e sexo
Heart Disease and Stroke Statistics 2008- Update A Report from the American Heart Association Statistics Commitee and Stroke Statistics Subcommitee
Prevalência no Brasil
Prevalência no Brasil
Estudo Nacional de Despesa Familiar e Pesquisa de Orçamentos Familiares
Prevalência no Brasil
Prevalência no Brasil
Estudo Nacional de Despesa Familiar e Pesquisa de Orçamentos Familiares
Diagn
Diagn
ó
ó
stico
stico
• Cálculo do índice de massa corporal
• Cálculo do percentual de gordura
peso (kg)
peso (kg)
altura
altura
22(m)
(m)
Organização Mundial de Saúde, 1998
obeso
obeso
IMC
IMC
≥≥≥≥
≥≥≥≥
30
30
sobre
sobre
-
-
peso
peso
IMC 25
IMC 25
–
–
29,9
29,9
normal
normal
IMC 18,5
IMC 18,5
–
–
24,9
24,9
abaixo do peso
abaixo do peso
IMC < 18,5
IMC < 18,5
Distribui
Distribui
ç
ç
ão regional de gordura
ão regional de gordura
X
X
ANDR
ANDRÓ
ÓIDE
IDE
GIN
GINÓ
ÓIDE
IDE
Distribui
Distribui
ç
ç
ão regional de gordura
ão regional de gordura
Obesidade central (Tipo andróide)
Maior risco à saúde
Predominância de gordura na
região
abdominal.
Obesidade periférica (Tipo ginóide)
Menor risco á saúde
Predominância de gordura na região dos quadris.
Í
Í
ndice cintura quadril (ICQ)
ndice cintura quadril (ICQ)
circunferência da cintura
circunferência da cintura
circunferência do quadril
circunferência do quadril
Baixo
ICQ < 0,8
ICQ < 0,8
ICQ < 0,9
ICQ < 0,9
Moderado
ICQ 0,8
ICQ 0,8
–
–
0,85
0,85
ICQ 0,9
ICQ 0,9
–
–
1
1
Alto
ICQ > 0,85
ICQ > 0,85
ICQ > 1
ICQ > 1
Risco
Mulheres
Homens
Circunferência da cintura (CC)
Circunferência da cintura (CC)
homens CC > 102 cm
mulheres CC > 88
Valores de referência
Europeus
homens CC > 94 cm
mulheres CC > 80
População brasileira???
OBESIDADE E COMPLICAÇÕES À
SAÚDE
Complica
Complicaç
ções
ões à
à
Sa
Sa
úde
ú
de
OBESIDADE
Acidente vascular cerebral
Hipertensão
Doença
Cardíaca
Hiperlipidemia
Diabetes melito não
insulino
dependente
Osteoartrite
Distúrbios de humor
Distúrbios do
sono
Distúrbios
alimentares
Gota
Doença da
vesícula bliar
Alguns tipos de
câncer
Bouchard, C, 2003SINDROME METABÓLICA
S
Sí
índrome metab
ndrome metabó
ólica
lica
É um transtorno representado por um conjunto
de fatores de risco cardiovascular usualmente
relacionados à deposição central de gordura e à
S
Sí
índrome metab
ndrome metabó
ólica
lica
• Hipertensão arterial
• Resistência à
insulina, intolerância à
glicose/ diabete do tipo 2
• Obesidade visceral
• Dislipidemia
Obesidade abdominal por meio de
circunferência abdominal
Componentes da SM segundo NCEP
Componentes da SM segundo NCEP
-
-ATP III
ATP III
Homens >102
Mulheres >88
Triglicerídeos
≥
150mg/dL
Componentes da SM segundo NCEP
Componentes da SM segundo NCEP
-
-ATP III
ATP III
HDL colesterol
Homens: <40mg/dL
Mulheres: <50mg/dL
Pressão arterial: ≥130mm Hg ou ≥85 mm Hg
Glicemia de jejum:≥110
mg/dL
Mortalidade em SM
Mortalidade em SM
Chart 15-1. Mortality rates in US adults, 30 to 75 years of age, with MetS, with and without DM and preexisting CVD. (NHANES II 1976–1980 Follow-Up Study [average of 13 years of follow-up).
Rela
Rela
ç
ç
ão da obesidade com doen
ão da obesidade com doen
ç
ç
as
as
crônicas
crônicas
--
Diabetes
Diabetes
--
Colesterol
Colesterol
--
Hipertensão
Hipertensão
--
Doenç
Doen
ças cardiovasculares
as cardiovasculares
OBESIDADE E DIABETES
Risco de diabetes ajustado para idade
Risco de diabetes ajustado para idade
de acordo com IMC
de acordo com IMC
Homens
Mulheres
Sharma AM & Chetty, VT. Acta Diabetol, 42: S3-S8, 2005
Difusão de cels pancreáticas
Tecido adiposo visceral
Ácidos graxos livres
Resistência à insulina
Insulina
+
+
Neoglicogênese
captação de glicose
Fígado
Músculo
Pâncreas
Tecido
adiposo
LÍPIDES PLASMÁTICOS
Lípides plasmáticos
Triglicérides:
lipídeos simples formados por ácido
graxos e glicerol
Desejado: <150mg/dL
Colesterol:
VLDL- lipoproteína de muito baixa densidade
LDL- lipoproteína de baixa densidade
HDL – lipoproteína de alta densidade
Gordura visceral
Gordura visceral
Á
Á
cidos graxos livres
cidos graxos livres
M
M
ú
ú
sculo
sculo
Glicemia
Glicemia
Hiperinsulinemia
Hiperinsulinemia
Capta
Capta
ç
ç
ão de
ão de
glicose
glicose
LDL
LDL
Triglic
Triglic
é
é
rides
rides
VLDL
VLDL
TG
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
TG
TG
CE
CE
TG
TG
CE
CE
TG
TG
CE
CE
LLP
HDL
HDL
Fígado
HIPERTENSÃO ARTERIAL
Prevalência de HAS de acordo com peso
Prevalência de HAS de acordo com peso
n=1213 indivíduos
Cercato C et al. Ver Hosp Clín Fac Med S 59(3):113-118, 2004
18,9
24,9
45,3
53,6
63,3
0
10
20
30
40
50
60
70
18,5-24,9
25-29,9
30-34,9
35-39,9
> 40
Risco de HAS de acordo com peso
Risco de HAS de acordo com peso
n=1213
Cercato C et al. Ver Hosp Clín Fac Med S 59(3):113-118, 2004
1
1,3
5,9
8,6
14,8
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18,5-24,9
25-29,9
30-34,9
35-39,9
> 40
Difusão de células
pancreáticas
Tecido adiposo visceral
Ácidos graxos livres
HIPERINSULINEMIA
HIPERINSULINEMIA
Atividade simp
Atividade simpá
ática
tica
Reabsor
Reabsorç
de Na
de Na
ção
ão
Fator de
Fator de
crescimento
crescimento
vascular
vascular
HIPERTENSÃO ARTERIAL
DOEN
Doen
Doen
ç
ç
a cardiovascular
a cardiovascular
Marcadores
IMC
Relação cintura
quadril
Circunferência
cintura
IMC e risco de doen
IMC e risco de doen
ç
ç
a cardiovascular
a cardiovascular
obeso classe III
obeso classe III
obeso classe II
obeso classe II
obeso classe I
obeso classe I
sobre
sobre
-
-
peso
peso
Normal
Normal
abaixo do peso
abaixo do peso
IMC
IMC
≥≥≥≥
≥≥≥≥
40
40
IMC 35
IMC 35
–
–
39,9
39,9
IMC
IMC
30
30
–
–
34,9
34,9
IMC 25
IMC 25
–
–
29,9
29,9
IMC 18,5
IMC 18,5
–
–
24,9
24,9
Muito Grave
Muito Grave
Grave
Grave
Moderado
Moderado
Aumentado
Aumentado
M
M
é
é
dio
dio
Baixo
Baixo
Organização Mundial de Saúde, 1998
4.5
0.0
0.5
1.0
1.5
2.0
2.5
3.0
3.5
4.0
<
1
9
.0
1
9
.0
-2
1.
9
22
.0
-2
4.
9
2
5
.0
-2
6
.9
27
.0
-2
8.
9
29
.0
-3
1.
9
≥≥≥≥
32
R
is
c
o
r
e
la
ti
v
o
IMC
IMC
Manson et Al, N. Engl. J. Med, 333: 677-85, 1995
IMC e risco de doen
IMC e risco de doen
ç
ç
a cardiovascular
a cardiovascular
CC e risco de doen
CC e risco de doen
ç
ç
a cardiovascular
a cardiovascular
NIH Obes. Res. 6 (supll 2), 1998
extremamente
alto
extremamente
alto
≥≥≥≥
40
Obeso III
muito alto
muito alto
35 – 39,9
Obeso II
muito alto
alto
30-34,9
Obeso I
alto
aumentado
25 - 29
Sobrepeso
--18, 5- 24,9
Normal
--< 18,5
Baixo peso
M > 88 cm
M
≤≤≤≤
88cm
IMC, kg/m
2H > 102 cm
H
≤≤≤≤
102 cm
GASTO ENERGÉTICO
Equil
Equilí
íbrio Energ
brio Energé
ético
tico
Efeito T
Efeito T
é
é
rmico dos Alimentos
rmico dos Alimentos
Responsável por 8 a 15% do gasto energético diário
Gasto imediato: digestão, absorção e assimilação de
macronutrientes
Gasto tardio: aumento da ANS que aumenta a
concentração de insulina
Taxa de Metabolismo Basal
Taxa de Metabolismo Basal
Responsável por 50 - 60% do gasto energético diário
Influenciada por sexo, idade e massa livre de gorduras
Em repouso gasto é de 3,5 ml/min
Gasto energ
Gasto energ
é
é
tico com atividade f
tico com atividade f
í
í
sica
sica
Atividades cotidianas
Atividade Física Programada
Medida do gasto energ
Medida do gasto energ
é
é
tico
tico
-
-Espirometria
Espirometria
Consumo de 1L de O
2 =
4,09 a 5,05 kcal de energia
Rela
Relaç
ção entre valores de VCO
ão entre valores de VCO
22e VO
e VO
22Estimativa do gasto energ
Estimativa do gasto energé
ético e tipo de substratos
tico e tipo de substratos
predominantemente utilizado
predominantemente utilizado
R =
VCO
2VO
2Medida do gasto energ
Equivalente T
Equivalente T
é
é
rmico
rmico
do Oxigênio para R
do Oxigênio para R
não
não
proteico
proteico
Kcal por L do O2 R 5,010 0,97 5,022 0,98 5,035 0,99 4,973 0,94 4,985 0,95 4,998 0,96 5,047 1,00 4,961 0,93 4,948 0,92 4,936 0,91 4,924 0,90 4,911 0,89 4,899 0,88 4,887 0,87 4,875 0,86 4,862 0,85 4,850 0,84 4,813 0,81 4,801 0,80 4,788 0,79 4,776 0,78 4,764 0,77 4,750 0,76 4,739 0,75 4,727 0,74 4,714 0,73 4,702 0,72
Zuntz, H in McArdle et al, 1995
Valor cal
Valor cal
ó
ó
rico do substrato energ
rico do substrato energ
é
é
tico
tico
1,0
0,9
0,8
0,7
R
CARBOIDRATO
MISTURA: CARBOIDRATO
+ GORDURA
GORDURA
Valor cal
Valor cal
ó
ó
rico do substrato energ
rico do substrato energ
é
é
tico
tico
Então:
1L de O
2
fornece aproximadamente 5 Kcal
VO
2
max 50ml/Kg/min
Uma pessoa de 70Kg:
50x70= 3500mlO
2
/min
3,5LO
2
/minX 5 Kcal = 17,5 Kcal/min
TRATAMENTO DA OBESIDADE
Estrat
Estrat
é
é
gia de Tratamento
gia de Tratamento
–
–
crian
crian
ç
ç
as (1 aos 10 anos)
as (1 aos 10 anos)
Fatores preditores de excesso de peso Estratégias Terapêuticas Pré-sobrepeso com riscos Sobrepeso pré-clínico Sobrepeso clínico
- História familiar positiva - Alterações genéticas - Distúrbio hipotalâmico - Taxa metabólica baixa - Mãe diabética -Aconselhamento familiar - Reduzir inatividade -Terapia de mudança comportamental familiar - Exercícios físicos - Dieta hipocalórica e hipolipídica -Tratamento das comorbidades - Exercícios físicos - Dieta hipocalórica e hipolipídica
Bray, GA. Contemporary Diagnosis and Management of Obesity. Newtown, Pa: Hanbooks in Health Care Co; 1998
Estrat
Estrat
é
é
gia de Tratamento
gia de Tratamento
-
-
11 aos 60 anos
11 aos 60 anos
Fatores preditores de excesso de peso Estratégias Terapêuticas Pré-sobrepeso com riscos Sobrepeso pré-clínico Sobrepeso clínico
-História familiar positiva de obesidade e diabetes - Doença endócrina (síndrome ovário policístico) - Multípara - Abandono do tabagismo - Casamento - Medicações - Reduzir o estilo de vida sedentário - Dieta hipocalórica e hipolipídica - Correção postural -Terapia comportamental - Dieta hipocalórica e hipolipídica - Reduzir o estilo de vida sedentário -Tratamento das comorbidades - Tratamento medicamentoso -Reduzir o estilo de vida sedentário -Dieta hipocalórica e hipolipídica
-Terapia comportamental - Cirurgia bariátrica
Bray, GA. Contemporary Diagnosis and Management of Obesity. Newtown, Pa: Hanbooks in Health Care Co; 1998
Estrat
Estrat
é
é
gia de Tratamento
gia de Tratamento
-
-
61 aos 75 anos
61 aos 75 anos
Fatores preditores de excesso de peso Estratégias Terapêuticas Pré-sobrepeso com riscos Sobrepeso pré-clínico Sobrepeso clínico -Menopausa - Declínio do hormônio do crescimento - Declínio da testosterona - Abandono do tabagismo - Medicações - Poucos indivíduos permanecem neste subgrupo -Terapia comportamental - Dieta hipocalórica e hipolipídica - Reduzir o estilo de vida sedentário -Tratamento das comorbidades - Tratamento medicamentoso -Reduzir o estilo de vida sedentário -Dieta hipocalórica e hipolipídica -Terapia comportamental - Cirurgia bariátrica
Bray, GA. Contemporary Diagnosis and Management of Obesity. Newtown, Pa: Hanbooks in Health Care Co; 1998
Tratamento
Tratamento
Dieta
Dieta
Medicamento
Medicamento
Cirurgia
Cirurgia
DIETA
DIETA
Dieta
Dieta
Apresenta bons resultados a curto prazo
Difícil de ser mantida por longos períodos
A longo prazo tem efeitos reduzidos
Efeito negativo sobre o metabolismo basal
Redução de aproximadamente 500 a 1000 kcal da
ingestão diaria total
Dietas de
Dietas de
baixo teor de gordura,
baixo teor de gordura,
mediterrânea
mediterrânea
e baixo teor de carboidratos
e baixo teor de carboidratos
Baixo teor de gordura:ingesta de 1500 kcal/dia para mulheres e 1800 kcal para homens – 30% das calorias de
gorduras, 10% gordura saturada, 300mg colesterol/dia
Mediterrânea:rica em vegetais, pouca carne vermelha 30-45 g de azeite de oliva e oleaginosas. Ingesta de 1500 kcal/dia para mulheres e 1800 kcal para homens – máx 35% das calorias de gorduras.
Baixo teor de carboidratos: 20g de carboidratos por 2 meses, com aumento gradual de no máx 120g/dia Shai, I et al. The New England Journal of Medicine, 359,3: 229-241,2008
322 homens 40-65 anos IMC:±31 kg/m2
Dietas de baixo
Dietas de baixo
teor de gordura,
teor de gordura,
mediterrânea
mediterrânea
e baixo teor de carboidratos
e baixo teor de carboidratos
Dietas de baixo
Dietas de baixo
teor de gordura,
teor de gordura,
mediterrânea
mediterrânea
e baixo teor de carboidratos
e baixo teor de carboidratos
Shai, I et al. The New England Journal of Medicine, 2008; 359,3: 229-241.
Dietas de baixo
Dietas de baixo
teor de gordura,
teor de gordura,
mediterrânea
mediterrânea
e baixo teor de carboidratos
e baixo teor de carboidratos
Shai, I et al. The New England Journal of Medicine, 2008; 359,3: 229-241.
RESTRI
RESTRI
Ç
Ç
ÃO ALIMENTAR
ÃO ALIMENTAR
X
X
REEDUCA
REEDUCA
Ç
Ç
ÃO ALIMENTAR
ÃO ALIMENTAR
DIETA + EXERC
Efeito da Dieta + Exerc
Efeito da Dieta + Exerc
í
í
cios f
cios f
í
í
sicos
sicos
Diminuiç
Diminui
ção de peso maior
ão de peso maior
Diminui
Diminuiç
ção de gordura maior
ão de gordura maior
Manutenç
Manuten
ção da massa magra
ão da massa magra
Diminui
Diminuiç
ção de gordura abdominal
ão de gordura abdominal
Maior diminui
Maior diminuiç
ção do risco cardiovascular
ão do risco cardiovascular
Ross et al.,J Appl Physiol, 1996; 81 (6) :2445-2455.
Efeito da Dieta + Exerc
Efeito da Dieta + Exerc
í
í
cios f
cios f
í
í
sicos
sicos
apenas dieta Dieta + ex aerobio Dieta + ex resistido
R
e
d
u
c
a
o
re
la
ti
v
a
d
e
t
e
c
id
o
a
d
ip
o
s
o
s
u
b
c
u
ta
n
e
o
V
o
lu
m
e
(
%
)
Efeito da Dieta + Exerc
Efeito da Dieta + Exerc
í
í
cios f
cios f
í
í
sicos
sicos
Ross et al.,J Appl Physiol, 1996; 81 (6) :2445-2455. apenas dieta Dieta + ex aerobio Dieta + ex resistido
R
e
d
u
c
a
o
d
o
t
e
c
id
o
v
is
c
e
ra
l
e
s
u
b
c
u
ta
n
e
o
V
o
lu
m
e
(
%
)
EXERCÍCIOS FÍSICOS
Caracter
Caracterí
ísticas do exerc
sticas do exercí
ício
cio
Fatores determinantes para um programa de atividade
Fatores determinantes para um programa de atividade
f
fí
ísica para o controle da obesidade
sica para o controle da obesidade
- TIPO
- INTENSIDADE
- DURAÇÃO
- FREQUÊNCIA
Tipo de exerc
Tipo de exercí
ício
cio
AER
AERÓ
ÓBIO
BIO
RESISTIDO
RESISTIDO
Exerc
Exercí
ícios aer
cios aeró
óbios
bios
OBJETIVOS:
OBJETIVOS:
--
Provocar um desequil
Provocar um desequilí
íbrio no balan
brio no balanç
ço cal
o caló
órico (balan
rico (balanç
ço
o
cal
caló
órico negativo)
rico negativo) –
–
efeitos na composi
efeitos na composiç
ção corporal;
ão corporal;
--
Melhorar a capacidade respirat
Melhorar a capacidade respirató
ória;
ria;
--
Atuar nos fatores de risco cardiovascular
Atuar nos fatores de risco cardiovascular
Intensidade
Intensidade
Romjjn JA. et al. Am. J. Physiol, 1993; 265:E380-91
0
0.2
0.4
0.6
0.8
1
1.2
1.4
1.6
1.8
2
0
15
30
45
60
75
90
105 120
A
G
L
(
m
m
o
l.
L
-1
)
0
0.2
0.4
0.6
0.8
1
1.2
1.4
1.6
1.8
2
0
15
30
45
60
75
90
105 120
Tempo (min)
Tempo (min)
A
G
L
(
m
m
o
l.
L
-1
)
25% VO
2max
65% VO
2max
85% VO
2max
25% VO
2max
65% VO
2max
85% VO
2max
CAPTAÇÃO DE AGL
Intensidade
Intensidade
Todo exercício promove gasto energético.
A queima de gordura durante o exercício é exarcebada
Exerc
Exercí
ícios at
cios até
é
65%
65% do
VO
VO
22má
m
áx
x
Exercícios
prolongados
Exerc
Exerc
í
í
cio aer
cio aer
ó
ó
bio
bio
vs
vs
exerc
exerc
í
í
cio anaer
cio anaer
ó
ó
bio nos
bio nos
fatores de risco cardiovascular de adultos
fatores de risco cardiovascular de adultos
Moreira, MM,et al. Arq Bras Cardiol, 2008;91(4):200-206
CO – controles
ET – Treinamento aeróbio – 10% abaixo do limiar anaeróbio – CONTINUO IT- Treinamento anaeróbio – 20% acima do limiar anaeróbio 2:1 min - INTERMITENTE 3x/semana por 12 semanas
Exerc
Exerc
í
í
cio aer
cio aer
ó
ó
bio
bio
vs
vs
exerc
exerc
í
í
cio anaer
cio anaer
ó
ó
bio nos fatores
bio nos fatores
de risco cardiovascular de adultos
de risco cardiovascular de adultos
G
lic
o
s
e
p
la
s
m
á
ti
c
a
m
g
.d
L
-1 CO – controlesET – Treinamento de aeróbio – 10% abaixo do limiar anaeróbio - CONTINUO IT- Treinamento anaeróbio – 20% acima do limiar anaeróbio 2:1 min - INTERMITENTE 3x/semana por 12 semanas
a p<0,05 comparado ao CO, b p<0,05 comparado ao PRÉ
Moreira, MM,et al. Arq Bras Cardiol, 2008;91(4):200-206
Exerc
Exerc
í
í
cio aer
cio aer
ó
ó
bio
bio
vs
vs
exerc
exerc
í
í
cio anaer
cio anaer
ó
ó
bio nos
bio nos
fatores de risco cardiovascular de adultos
fatores de risco cardiovascular de adultos
Moreira, MM,et al. Arq Bras Cardiol, 2008;91(4):200-206
CO – controles
ET – Treinamento aeróbio – 10% abaixo do limiar anaeróbio IT- Treinamento anaeróbio – 20% acima do limiar anaeróbio 2:1 min 3x/semana por 12 semanas
a p<0,05 comparado ao CO, b p<0,05 comparado ao PRÉ
C o le s te ro l to ta l (m g .d L -1) T ri g lic é ri d e s (m g .d L -1)
Efeito da intensidade do treinamento na
Efeito da intensidade do treinamento na
gordura visceral e composi
gordura visceral e composi
ç
ç
ão corporal
ão corporal
Irving,BA. Med Sci Sports Exerc. 2008; 40(11): 1863–1872 controle Intens.baixa Intens.alta controle baixa
Intens. alta Intens. 27 mulheres IMC 34±6 Kg/m2 Treinamentos: abaixo e acima do limiar de lactato 5x/semana por 16 semanas
Efeito da intensidade do treinamento na
Efeito da intensidade do treinamento na
gordura visceral e composi
gordura visceral e composi
ç
ç
ão corporal
ão corporal
Adaptado de: Irving,BA. Med Sci Sports Exerc. 2008; 40(11): 1863–1872 148±59* 173±73 146±49 153±51 155±71 157±71 Gordura visceral (cm2) 467±151 *% 513±163 475±138 486±143 480±73 496±80 Gordura subcutânea (cm2) 625±181*% 683±183 636±121 647±116 644±75 672±92 Gordura abdominal (cm2) 38,2±10,7* 41,0±7,2 41,8±11,2 43,1±11,5 40,1±6,3 40,4±6,2 Massa Gorda (kg) 33,4±5,6* 34,7±6,8 33,9±6,5 34,7±7,5 32,4±3,8 32,7±3,8 IMC (m/kg2) 90,0±15,6* 93,5±18,3 95,1±19,3 97,2±22,0 88,7±10,6 89,6±11,22 Peso (kg) 24,7±4,6*% 21,7±4,1 22,8±2,6* 21,0±3,5 20,9±2,8 21,6±4,1
VO2 pico (ml.kg-1.min-1)
123±15 124±16 124±10 135±17*% 130±11 129±12 PAS (mm Hg) 98,1±13,3*%# 103,7±16,8 102,6±10,4 103,8±10,6 97,5±8,0 98,2±10,0 Circ. da cintura (cm) PÓS PRÉ PÓS PRÉ PÓS PRÉ EXERCÍCIOS INTENSOS EXERCÍCIOS LEVES SEM EXERCÍCIO
*P<0,05 comparado ao basal; %Efeito significativo do tratamento (pós-pré) comparado ao grupo sem exercício P<0,05;#Efeito
significativo do tratamento (pós-pré) comparado ao grupo exercícios leves
Não houve diferença: glicose plasmática, triglicérides, PAD, % de
gordura corporal
Exerc
Exercí
ícios aer
cios aeró
óbios
bios -
-
intensidade
intensidade
recomendada
recomendada
FC treino = (FC m
FC treino = (FC má
áx
x -
-
FC
FC rep
rep) x % + FC
) x % + FC rep
rep
Teste m
Teste má
áx
x
220
220 -
-
idade
idade
Ap
Apó
ós 5
s 5´
´
repouso
repouso
50%
50% à
à
70%
70%
Frequência
Frequência
do exerc
do exercí
ício
cio
Cinco Três Duas Uma Cinco Três Duas Uma
5– 7 sessões por semana
Maior a freqüência semanal Maior gasto Energético
Dura
Duraç
ção do exerc
ão do exercí
ício
cio
Duração -
Gasto Energético
40
40 –
–
60 minutos
60 minutos
Menos de 15
Menos de 15
minutos
minutos
Pouco
Pouco
efeito
efeito
Mais de 60
Mais de 60
minutos
minutos
Cansa
Cansaç
ço
o
Lesões
Lesões
EXERCÍCIOS AERÓBIO E FATORES
DE RISCO CARDIOVASCULAR
Efeitos na gordura visceral
Efeitos na gordura visceral
Lynch NA, et al.J Appl Physiol, 2001; 90(1):99-107
M
o
d
if
ic
a
ç
ã
o
(%
)
peso corporal gordura corporal massa gorda gordura subcutânea gordura visceral Sem modificação no VO2 maxCom modificação no VO2 max
Exerc
Exercí
ício f
cio fí
ísico e pressão arterial
sico e pressão arterial
PA (principalmente em hipertensos)
PA (principalmente em hipertensos)
Redu
Reduç
ção = dieta isolada
ão = dieta isolada
0
20
40
60
80
100
120
140
160
P
A
m
m
H
g
EXERCÍCIO
PAS
PAD
*
*
CONTROLE
Blumenthal et al. Arch. Inter. Med, 2000;160:1947-1958.
Exerc
Exerc
í
í
cio f
cio f
í
í
sico e sensibilidade
sico e sensibilidade
à
à
insulina
insulina
Resistência
Resistência à
à
insulina
insulina
0
2
4
6
8
10
12
14
0
200
400
600
800
1000
Insulina plasmática ( uU/ml)
C
a
p
it
a
ç
ã
o
d
e
g
li
c
o
s
e
(
m
g
/k
g
F
F
M
/m
in
)
Antes da dieta Depois da dieta Antes do exercícioDepois do exercício Arciero et al., J. Appl. Physiol, 1999; 86(6): 1930-1935.
Exerc
Exercí
ícios resistidos
cios resistidos
OBJETIVOS:
OBJETIVOS:
--
Provocar um desequil
Provocar um desequilí
íbrio no balan
brio no balanç
ço cal
o caló
órico (balan
rico (balanç
ço
o
cal
caló
órico negativo)
rico negativo) –
–
efeitos na composi
efeitos na composiç
ção corporal;
ão corporal;
--
Aumento da massa muscular
Aumento da massa muscular
--
Atuar nos fatores de risco cardiovascular
Atuar nos fatores de risco cardiovascular
Objetivos do treinamento
Objetivos do treinamento
Hipertrofia
Maior intensidade ± 70% de 1 RM
Poucas repetições
Resistência muscular
Menor intensidade: de 40 a 60% de 1RM
Muitas repetições
Que tipo de treinamento resistido é indicado ao obeso?
Med Sci Sports Exerc, 2005; 37(2): 194-203.
48 mulheres 55±3 anos
2x/semana exercícios supervisionados:
1 dia exercícios resistidos periodizados (50 a 90% 1 RM)
1 dia exercícios isométricos
2 x/sem sem supervisão
Composi
Composiç
ção corporal
ão corporal
M
o
d
if
ic
a
ç
õ
e
s
(
%
)
Gorduracorporal Circ. abd
Exercício Controle Indice cintura/quadril
Força de MI (kg)
117,6 36,5
166,6 47,5
< 0,01
< 0,01
73,9 ± 24,2
59,0 ± 20,3
Força de MS (kg)
< 0,01
17,7 ± 9,3
20,4 ± 9,8
Massa gorda (kg)
< 0,01
52,0 ± 10,7
50,0 ± 10,1
Massa magra (kg)
< 0,01
25,4 ± 12,1
28,8 ± 12,1
% de gordura
<0,01
69,8 ± 8,3
70,4 ± 8,7
Peso (kg)
0,12
66,8 ±3,7
idade
P
Pós treino
Pré treino
Variáveis
Homens e mulheres de 61 a 77 anos
3x/semana
65-80% de 1RM
Composi
Composiç
ção corporal
ão corporal
Exerc
Exerc
í
í
cios resistidos e taxa de
cios resistidos e taxa de
metabolismo basal
metabolismo basal
Sumários dos componentes de gasto energético diário nas 2 últimas semanas
de um programa de 26 semanas de exercício resistido em homens e mulheres
de 61 a 77 anos
Hunter GR. J Appl Physiol, 2000; 89 (3) 977-84.
EXERCÍCIOS AERÓBIOS +
RESISTIDOS
Composi
Composi
ç
ç
ão corporal
ão corporal
Banz, WJ.et al, Exp Biol Med, 2003: 228:434-440
181,5±29,4
180,9±25,7
174,1±11,9*
166,5±12,4
Massa livre de gordura (lb)
25,3±6,1# 25,6±5,1 21,9 ±3,1*# 25,8±5,3 % de gordura corporal 0,99±0,04* 1,01±0,04 0,99±0,03* 1,03±0,03 ICQ 34±4 34±4 32±3 32±4 IMC (kg/m2) 47±7 47±7 48±6 48±6 Idade (anos) Pós treino Pré treino Pós treino Pré treino Aeróbio (n=11) Resistido (n=8) * P <0.05 versus pré treino
# diferença significativa entre grupo resistido e grupo aeróbio (P <0.05)
Efeitos da combina
Efeitos da combina
ç
ç
ão de exerc
ão de exerc
í
í
cios aer
cios aer
ó
ó
bios
bios
e resistidos na gordura abdominal de
e resistidos na gordura abdominal de
mulheres de meia idade
mulheres de meia idade
Park, SK et al, Joutrnal Phisiol Anthropol, 2003; 22 (3) 129-135
Treinamento aerobio: 6x/semana a 60-70% da FC max por 12
semanas, depois modificava exercícios e mantinha intensidade
ate 24 semanas
Treinamento resistido: 60% de1RM por 12 semanas e 70% de
1RM ate 24 semana
Treinamento combinado: treinamento resistido 3x/semana e
treinamento aerobio 3x/semana em dias alternados.
Composi
Composi
ç
ç
ão corporal e distribui
ão corporal e distribui
ç
ç
ão de
ão de
gordura
gordura
Park, SK et al, Joutrnal Phisiol Anthropol, 2003; 22 (3) 129-135
0,048 7,5 190,4 ±15,74 182,9 ± 16,81 Controle
Vol. de gordura viceral (cm3)
6,669** -61,8 584,2 ± 75,55 646,0 ± 91,33 Combinado 23,070** -93,0 108,6 ±17,85 201,6 ± 28,03 Combinado 20,883** -82,6 112,4 ± 10,50 195,0 ± 12,55 Aeróbio 1,575 -0,4 37,7 ± 1,64 38,1 ± 3,17 Controle Massa magra (kg) 1,706 0,9 38,4 ± 3,23 37,5 ± 4,18 Aeróbio 2,607* 5,6 43,0 ± 6,44 37,4 ± 3,62 Combinado 3,047* -23,1 578,9 ± 73,76 602,0 ± 67,31 Aeróbio 1,251 3,3 598,4 ± 68,95 595,1 ± 77,83 Controle
Vol. de gordura subcutânea (cm3)
6,290** -10,3 31,1 ± 4,44 41,4 ± 4,54 Combinado 6,734** -9,2 33,0 ± 4,49 42,2 ± 1,49 Aeróbio 3,246* 2,3 42,6 ±2,08 40,3 ± 2,08 Controle % de gordura 5,150** -6,4 61,1 ± 4,16 67,5 ± 5,10 Combinado 5,662** -4,7 59,0 ± 3,02 63,7 ± 3,58 Aeróbio 1,500 0,6 68,8 ± 1,32 65,2 ± 1,87 Controle Peso corporal (kg)
Valor t
Diferença
24 sem.
Basal
Grupo
Variável
*P <0,05, ** P < 0,01L
Lí
ípides
pides
plasm
plasmá
áticos
ticos
Park, SK et al, Joutrnal Phisiol Anthropol, 2003; 22 (3): 129-135
12,631# 0,585 Valor -F 0,88 -1,1 44,1 ± 2,42 45,2 ± 4,04 Controle HDL -C( mg/dl) 6,61** 9,2 55,4 ± 3,62 46,2 ± 2,57 Aeróbio 5,49** 9,8 52,2 ± 4,39 42,4 ± 6,81 Combinado 5,47** -63,0 85,8 ± 5,03 148,8 ± 5,82 Combinado 5,99** -44,7 101,0 ± 16,68 145,7 ± 15,07 Aeróbio 0,27 8,7 181,8 ± 27,59 173,1 ± 23,01 Controle Triglicérides (mg/dl) 10,937# 1,698 Valor -F 26,695# 1,553 Valor -F 5,99** -60,8 114,6 ± 22,66 175,4 ± 21,49 Combinado 5,74** -44,8 112,9 ± 21,25 157,7 ± 20,13 Aeróbio 1,42 -10,9 149,7 ± 14,82 160,6 ± 29,43 Controle LDL -C (mg/dl) 17,885# 1,239 Valor -F 5,58** -63,0 184 ± 21,88 247 ± 24,36 Combinado 5,69** -45,4 187 ± 23,02 232 ± 21 40 Aeróbio 1,52 4,7 240 ± 11,52 235 ± 13,35 Controle Colesterol total
Valor t
Diferença
24 semanas
Basal
Grupo
Variável
** P<0,01 comparado ao basal # P <0,01 entre gruposPRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS
6
7
Muito , muito leve
8
9
Muito leve
10
11
Regularmente leve
12
13
Algo pesado
14
15
Pesado
16
17
Muito Pesado
18
19
Muito, muito pesado
20
Exaustivo
ESCALA SUBJETIVA
DE ESFORÇO
ESCALA DE BORG
Prescri
PREVENÇÃO DO GANHO DE PESO (>3%)
Intensidade: de moderada a vigorosa
Volume: 150 a 250 min/sem
Gasto energético entre 1200 e 2000Kcal
Appropriate
Appropriate
Physical
Physical
Activity
Activity
Intervention
Intervention
Strategies
Strategies
for
for
weigh
weigh
Loss
Loss
and
and
Prevention
Prevention
of
of
weigh
weigh
Regain
Regain
for
for adults
adults
–
–
American
American
College
College
os
os Sports
Sports
medicine
medicine Position
Position
Stand, 2009
Stand, 2009
1h e 24 min/dia
5x/semana
PERDA DE PESO (>3%)
Volume: <150min/sem = resultado mínino
150 a 200min/sem = perda de peso modesta (2 a 3 Kg)
225 a 420 min/sem= reduz PP (5 a 7,5Kg) intensidade
moderada (150 min)
PREVENÇÃO DO REGANHO DE PESO (<3%)
Volume: maior é melhor
Aproximadamente 60 min de caminhada com intensidade
moderada por dia
EXERCÍCIOS RESISTIDOS
Isolado não promoveu perda de peso
Isolado ou associado a restrição dietética: aumento da
massa live de gordura
Pode aumentar a perda de peso associado com o exercício
aeróbio
Não evidências com a prevenção no REGANHO DE PESO e
nem sua relação com a DOSE
Exercícios aeróbicos de baixa intensidade:
• 20%–39% da FC reserva, ou aprox 2–4 METs
• Aproximadamente 60 min por dia
• Preferencialmente todos os dias da semana
Exercício aeróbio de intensidade moderada:
• 40%–59% da FC de reserva, ou aprox 4–6 METs
• 20–60 min por dia
• 3–5 dias da semana
Recomenda
Recomenda
ç
ç
ões
ões
Exercício aeróbio de alta intensidade
• 60%–84% da FC reserva, ou aprox 6–8 METs
• 20–60 min por dia
• 3–5 dias da semana
Exercícios resistidos e de flexibilidade
• 1–2 séries (8–12 repetições) de 8–10 exercícios de intensidade
moderada para grandes grupos musculares, 2–4 dias da semana
• Exercícios de flexibilidade para os principais grupamentos
musculares (segurar em cada posição de 10-30 segundos) pelo
menos 2–3 dias da semana (de preferência 4-7)
Recomenda
F
F
ó
ó
rmulas para c
rmulas para c
á
á
lculo do gasto energ
lculo do gasto energ
é
é
tico
tico
Cicloergômetro
VO
2= (carga x 6,12 x 1,8) + (7,0 x Peso) = ml/min
Esteira andando (até 4 mph):
VO
2= (vel. x 0,1) + (vel. x 1,8 x incl.) + 3,5 = ml.kg
-1.min
-1Ciclo: carga = Watt; Peso = Kg
Esteira: vel. = velocidade = m/min;
1 mph = 26,8 m/min; 1 km/h = 16.7 m/min
Incl = inclinação = % ; 10 % = 0,1
ACMS,2000
1 L de O
2consome 5 Kcal
EXERCÍCIOS FÍSICOS E SÍNDROME
METABÓLICA
Frequência:
3 a 6 vezes por semana
Intensidade:
40 a 85 % da Frequência cardíaca de reserva
ou 55 a 90% Frequência cardíaca máxima
ou 12 a 16 na escala Borg
Duração:
20 a 60 minutos
sedentários + fatores de risco cardiovascular
Intensidade:
50 a 70% da Frequência cardíaca de reserva
ou nível 12 a 13 na escala Borg
Duração:
30 a 60 minutos
Exerc
Exerc
í
í
cios aer
cios aer
ó
ó
bios
bios
Frequência:
2 a 3 x/semana (grandes grupos musculares)
Intensidade:
de 50 a 70% da carga máxima
nível de 13 a 15 na escala Borg
1 série / 2 séries / 3 séries
8 a 12 repetições
10 a 15 repetições para pessoas acima de 50/60 anos
Exerc
Exerc
í
í
cios resistidos
cios resistidos
Ciolac EG & Guimarães GV. Ver Bras Med Esporte, 2004;10(4):319-324.
Exerc
Exerc
í
í
cio f
cio f
í
í
sico e s
sico e s
í
í
ndrome metab
ndrome metab
ó
ó
lica
lica
Ciolac EG & Guimarães GV. Ver Bras Med Esporte, 2004;10(4):319-324.
↔ Força muscular ↔ VO2máx Tempo de exercício aeróbio máximo ou submáximo
Capacidade aeróbia ↔ Massa magra Metabolismo basal ↔ ↔ Diastólica % de gordura Composição corporal ↔ ↔ Sistólica Pressão arterial ↔ ↔ LDL colesterol ↔ ↔ HDL colesterol Lipídios séricos Sensibilidade à insulina Tolerância à glicose Metabolismo da glicose