Semestral - Ano 02
2012
DIREÇÃO GERAL:
Profa. Dra. Olga de Sá
REVISÃO:
Élcio Roefero, Regina Rodrigues Godoy Serapião
SECRETÁRIA:
Maria Aparecida S.Boncristiano
ESTAGIÁRIA:
Ana Carolina Araújo Lorena
DIAGRAMAÇÃO:
Guilherme P Ragazzo
COORDENAÇÃO DO ISPIC:
Prof. Dr. Rosinei Batista Ribeiro
COORDENAÇÃO DE PUBLICAÇÕES:
Prof. M. Sc. Elcio Roefero
IMPRESSÃO/ACABAMENTO:
IST Gráfica e Editora 12 2124-2890 / [email protected]
COORDENAÇÃO GERAL:
Claudia Lysia de Oliveira Araújo
COMISSÃO EDITORIAL: Profª. Me. Ana Beatriz Pinto da Silva Morita Profª. Me. Ciliana Antero Guimarães Silva Oliveira Profª. Me. Claudia Lysia de Oliveira Araújo Profª. Me. Fabíola Vieira Cunha Profª. Me. Katia Margareth Bitton Moura Profª. Me. Mara Filomena Falavigna Profª. Me. Regina Celia Profª. Me. Rosana Tupinambá Viana Frazili Profª. Me. Valdinéa Luiz Hertel Profª. Dra. Vanessa Brito Poveda Profª. Me. Maria Joana Martins
CONSELHO EDITORIAL: Profª. Dra. Ir. Olga de Sá
Diretora Geral das Faculdades Integradas Teresa D’Ávila.
Prof. Dr. Rosinei Batista Ribeiro
Professor Titular e Coordenador do Instituto Superior de Pesquisa e Iniciação Científica das Faculdades Integradas Teresa D’Ávila.
Profª Dra. Ana Cristina Mancussi e Faro
Professora Livre Docente E.E. da Universidade de São Paulo
Profª Dra. Maria Filomena Ceolim
Professora Livre Docente da Universidade Estadual de Campinas
Profª Dra. Cristina Maria Galvão
Professora Titular da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
Profª Dra. Maria Angela Boccara de Paula
Professora Universidade de Taubaté
Profª Dra. Maria Odete Pereira
Pós-Doutoranda PNPD/CAPES no Programa de Pós-Graduação da Escola de Enfermagem – USP Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica
REENVAP: Revista Eletrônica de Enfermagem do Vale do Paraíba. Lorena - SP, ano 02, n. 02, jan./jun. 2012 (2011 - ). ISSN: 2237-7646
Semestral
Editorial
Uma grande conquista para a Enfermagem do Vale do Paraíba
Em 2008, quando ainda desempenhava a função de coordenadora do Curso de Graduação em Enfermagem das Faculdades Integradas Teresa D’Ávila, iniciamos a discussão acerca de uma Revista de Enfermagem, por não termos ainda um periódico científico da área, na Região. Quatro anos depois, temos aí a ideia concretizada pelas professoras Ana Beatriz Morita da Silva e Cláudia Lysia de Araújo e a REENVAP torna-se uma realidade.
A REENVAP está em seu segundo número, descortinando oportunidades para que os pesquisadores, profissionais e graduandos de Enfermagem possam divulgar seus trabalhos científicos, trazendo temas diversificados e relevantes para a Enfermagem. Sinto-me honrada em abrir esta edição.
Avaliação é uma área de foco na atualidade por estar ligada à qualidade, seja ela na prestação de serviços, de técnicas ou de procedimentos, fato é que avaliar é imprescindível. Segundo Saraceno, Asioli, Gianni (1994), avaliar qualquer atividade de saúde significa comparar o que se observa na prática, com aquilo que se considera como sendo a melhor intervenção possível, no momento. Podem-se comparar as ofertas de prestação de serviço, com critérios de qualidade que definem como uma intervenção deve ser efetuada, e quais os resultados ela deveria alcançar. Avaliar é, portanto, confrontar o que vem sendo feito cotidianamente com o que deveria ser feito. Assim, dois artigos abordam o tema, sendo um voltado para o conhecimento do enfermeiro acerca de instrumentos de avaliação de risco para úlcera por pressão e outro que objetivou avaliar o processo de aprendizado em um curso de graduação em Enfermagem.
Atualmente a destinação dos resíduos gerados por serviços de saúde é uma grande preocupação, por representar um risco à saúde, além do risco ambiental. Infelizmente pratica-se muita negligência no gerenciamento desse material, como mostra um dos artigos.
Outro tema que também se relaciona à saúde das pessoas é o do uso de equipamento de proteção individual - EPI. Infelizmente muitos profissionais não têm consciência da proteção que os EPIs representam à sua saúde e à de seu cliente. Neste número são abordadas temáticas relacionadas à qualidade de vida e espiritualidade, tão em voga na pós-modernidade, período histórico, com condições sócio-cultural e estética próprias, que prevalecem no capitalismo contemporâneo.
Sabe-se também que na pós-modernidade prevalecem as patologias crônicas e esta edição traz a assistência de Enfermagem à pessoa hipertensa, na Estratégia da Saúde da Família. O texto evidencia o quanto a pessoa hipertensa e sua família precisam ser co-participantes no tratamento, para que o mesmo seja efetivo.
Uma boa leitura!
Saraceno B, Asioli F, Gianni T. Manual de saúde mental. São Paulo: Hucitec; 1994. 5.