emec.mec.gov.br/modulos/visao_comum/php/avaliacao/comum_avaliacao_relatorio.php?7691a18fdd17da21de5250195bc6766e=ODE0NTc=&40bd11be25b1… 1/6 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO
Informações gerais da avaliação: Protocolo: 200711425 Código MEC: 133602
Código da A valiação: 81457
A to Regulatório: Reconhecim ento de Curso Categoria Módulo: Curso
Status: Finalizada
Intrumento: 142-Instrum ento de Avaliação para Fins de Reconhecim ento de Cursos Superiores deTecnologia Tipo de A valiação: Avaliação de Regulação
Nome/Sigla da IES:
FACULDADE DE TECNOLOGIA RADIAL SANTO ANDRÉ - FATEC RADIAL
Endereço da IES:
5042 - Unidade SEDE - Rua das Esm eraldas, 67 Jardim . Santo André - SP. CEP:09000-000
Curso(s) / Habilitação(ões) sendo avaliado(s): COMÉRCIO EXTERIOR
Informações da comissão: N° de A valiadores: 2
Data de Formação: 14/12/2010 15:15:35 Período de Visita: 20/02/2011 a 23/02/2011
Situação: Visita Concluída
Avaliadores "ad-hoc":
450.769.010-20 (Querte T. Conzi Mehlecke) -> coordenador(a) da com issão 977.549.860-00 (Ana Sara Castam an)
CONTEXTUALIZAÇÃO Instituição:
A Faculdade de Tecnologia Radial de Santo André, situada à Rua das Esm eraldas, n. 67, Bairro Jardim , na cidade de Santo André (SP), foi credenciada pela Portaria MEC n. 71, de 12 de janeiro de 2004, e está inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob n. 02.608.755/0005-22. É m antida pela IREP – Sociedade de Ensino Superior Médio e Fundam ental Ltda., pessoa jurídica de direito privado, com fins lucrativos, com sede e foro à Rua Prom otor Gabriel Netuzzi Perez, n. 108, Bairro Santo Am aro, na cidade de São Paulo (SP). Inscrita no CNPJ/MF sob n. 02.608.755/0001-07, a m antenedora é presidida por Eduardo Alcalay.
A história da Radial com eçou em 1962, com a oferta de cursos preparatórios em São Paulo. Em 1970, tornou-se a prim eira escola do estado a oferecer cursos técnicos de nível m édio. Em 1989, deu os prim eiros passos na educação superior, com os cursos de Processam ento de Dados, Adm inistração, e Ciências Contábeis. Em 1990, abriu os cursos de Engenharia, Com unicação Social, e Direito. Em 2001, foi credenciada com o Centro de Educação Tecnológica, sendo a prim eira instituição privada a oferecer cursos tecnólogos. Em 2004, com base no potencial econôm ico e de m ercado da região, solicitou o credenciam ento do Centro de Educação Tecnológico Santo André, que deu origem à Faculdade de Tecnologia Radial Santo André (FATEC RADIAL), com a oferta de cursos superiores de tecnologia. Em 2007, a m antenedora passou a fazer parte do grupo Estácio Participações S.A.
A m antida é dirigida pela professora Márcia Maria da Graça Costa (diretora acadêm ica) e pela diretora adm inistrativo Fabíula Assunção Barreulla. Atualm ente, oferece 5 (cinco) cursos superiores de tecnologia: Gestão Financeira, Marketing, Logística, Com ércio Exterior e Recursos Hum anos. A IES oferece o curso de pós-graduação Lato Sensu MBA em Gestão Em presarial e conta, atualm ente, com 867 estudantes de graduação.
A IES assum e com o m issão “enriquecer vidas por m eio da aprendizagem ”. Para isso, propõe-se fornecer ensino e form ação profissional para grande núm ero de alunos, tendo com o princípio que seus cursos de graduação estão inseridos em um cenário de ensino superior dem ocratizado e voltado à população de baixa renda e, em consonância, oferta cursos que objetivam preparar os egressos para o m ercado de trabalho.
16/09/13 e-MEC - IES
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Cerca de 60% dos R$ 13 bilhões do PIB de Santo André advém da área de serviços. Dessa form a, seus cursos atuais, e os recém autorizados (Adm inistração, Pedagogia, Redes de Com putadores e Análises e Desenvolvim ento de Sistem as), estão alinhados ao perfil econôm ico da região e, a licenciatura se justifica pela m udança na legislação, que estabelece obrigatoriedade da licenciatura para todos os profissionais que atuarem na educação pública m unicipal.
Curso:
O Curso Superior de Tecnologia em Com ércio Exterior foi autorizado pela portaria n. 2.436, de 11 de julho de 2005 e, oferece 200 (duzentas) vagas anuais, m ediante processo seletivo, sendo 50 (cinquenta) pela m anhã e 150 (cento e cinquenta) à noite. O PPC apresenta o regim e escolar com o sem estral, com m atrícula seriada. A integralização do curso, no seu currículo-padrão, pode ser feita, no m ínim o, em quatro sem estres ou, no m áxim o, em oito períodos. O curso totaliza 1600 horas/relógio. Há a possibilidade de certificação interm ediária entre os m ódulos:
Form ação Básica + Sistem as de Im portação e Exportação= Assistente de Im portação e Exportação Form ação Básica + Logística Internacional= Analista De Com ércio Exterior
Form ação Básica Gerencial + Operações Financeiras Internacionais= Supervisor em Com ércio Exterior
O curso Tecnólogo em Com ércio Exterior tem 16 professores alocados no sistem a EMEC. No entanto, desses, dois se desligaram da instituição e outros dois que não constam no sistem a foram contratados para substituí-los. Conform e o PPC o curso tem com o objetivo geral a form ação de um profissional crítico com capacidade de leitura dos diferentes contextos e da im portância das atividades ligadas ao Com ércio Exterior no desenvolvim ento do m undo globalizado. Objetiva especializar profissionais em técnicas de m arketing internacional, logística, aduaneira, câm bio, custos e tributária.
SÍNTESE DA AÇÃO PRELIMINAR À AVALIAÇÃO Síntese da ação preliminar à avaliação:
Síntese da ação prelim inar à avaliação:
A Com issão de Avaliação, núm ero 81457, designada para realizar a Avaliação de “Reconhecim ento de Curso Tecnólogo em Com ércio Exterior” da IES, durante o período prévio à visita (ocorrida de 20 a 23 de fevereiro de 2011), analisou a docum entação constante no sistem a e-MEC e, a partir daí, elaborou o roteiro para avaliação in loco.
A citada Com issão observou que:
- A Instituição (FACULDADE DE TECNOLOGIA RADIAL SANTO ANDRÉ (FATEC RADIAL)) anexou em abas do sistem a e-MEC inform ações correspondente ao seu PDI, PCC, o qual contem pla, no seu escopo, um resum o do Projeto Pedagógico Institucional bem com o o Projeto do Curso.
- A IES apresentou os relatórios da auto-avaliação institucional, que estão apensados no Sistem a e-MEC e contem plam as dez dim ensões do SINAES.
- Adicionalm ente foram utilizadas inform ações colhidas durante a visita in loco e durante as entrevistas realizadas com gestores, m em bros da CPA, representação dos docentes, discentes e servidores técnico-adm inistrativos. - PPC do Curso Tecnólogo em Com ércio Exterior está de acordo com o PDI atendendo aos aspectos gerais. - O corpo docente é qualificado e tem larga experiência fora do contexto acadêm ico.
- As instalações visitadas correspondem e atendem as necessidades do corpo docente e discente.
- A proposta de reconhecim ento do curso de Com ércio Exterior está respaldado na legislação em vigor, pois o nom e do curso encontra-se no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia. O curso possui carga horária m ínim a prevista no catálogo e a com posição do NDE está de acordo com os requisitos de titulação e regim e de trabalho preconizados pelos padrões de qualidade estipulados no instrum ento.
DOCENTES Nome do Docente Titulação Regime
Trabalho VínculoEmpregatício Tempo de vínculo initerrupto dodocente com o curso Benedito Augusto da
Silva Mestrado Parcial CLT 96 Mês(es)
Claudinei de Araujo
Bandeira Mestrado Integral CLT 36 Mês(es)
Daniel Isidro Martinez
Santiago Especialização Horista CLT 24 Mês(es)
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Filho Mestrado Integral CLT 48 Mês(es)
Hum berto Fascini Mestrado Integral CLT 36 Mês(es)
MARIA DO CARMO P.
SERVIDONI Mestrado Parcial CLT 48 Mês(es)
Mauricia Antonia de
Andrade Maciel Mestrado Parcial CLT 60 Mês(es)
Ram iro Gom es do Paço Especialização Integral CLT 36 Mês(es)
Reinaldo do N Lucchesi Mestrado Integral CLT 48 Mês(es)
ROBERTO PADILHA MOIA Mestrado Parcial CLT 48 Mês(es)
Rony Cachola de
Carvalho Especialização Horista CLT 36 Mês(es)
WALTER DE MENDONÇA Mestrado Parcial CLT 48 Mês(es)
ZIna Herm inia Medici
Lucio de faria Especialização Integral CLT 36 Mês(es)
CATEGORIAS AVALIADAS Dimensão 1: Organização Didático-Pedagógica
1.1. Categoria de análise: Projeto Pedagógico do Curso: aspectos gerais (Fontes de consulta: PPC25, PDI22, DCNs4, entre outros)
1.1.1. Contexto Educacional 4
1.1.2. Autoavaliação 5
1.1.3. Objetivos do Curso 5
1.1.4. Perfil profissional do egresso (imprescindível) 5
1.1.5. Núm ero de Vagas 4
1.2. Categoria de análise: Projeto Pedagógico do Curso: form ação (Fontes de consulta: PPC e DCNs)
1.2.1. Estrutura Curricular 4
1.2.2. Conteúdos Curriculares (imprescindível) 4
1.2.3. Metodologia 4
1.2.4. Atendim ento ao discente 5
CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 1
1.1.1. O PCC considera e atende plenam ente ao desenvolvim ento econôm ico e a dem anda do setor produtivo da região, a população do ensino m édio e técnico local, a política institucional de expansão para a área tecnológica, bem com o a im plem entação das políticas institucionais do PDI para o curso de m aneira excelente.
1.1.2. Foram excelentem ente im plem entadas ações acadêm ico-adm inistrativas em decorrência dos relatórios produzidos pela auto avaliação e pela avaliação externa. A avaliação tem , segundo os representantes discentes e egressos, credibilidade, já que seus resultados são disponibilizados e deles decorrem m edidas de solução aos problem as apontados. Os instrum entos avaliativos são construídos de m aneira que possam diagnosticar as potencialidades, bem com o diagnosticar as fragilidades, para que sejam im plem entadas ações que visem fortificar os pontos fracos pontados. Além das avaliações via form ulário a IES faz entrevistas com os discentes para com plem entar as avaliações via form uários.
1.1.3. Os objetivos do curso expressam de form a excelente os com prom issos institucionais de form ação tecnológica e hum ana bem com o as dem andas do setor de com ércio exterior da região.O curso tem com o objetivo geral a form ação de um profissional crítico com capacidade de leitura dos diferentes contextos e im portância das atividades ligadas ao Com ércio Exterior.
1.1.4.O perfil profissional do egresso expressa de form a excelente as com petências profissionais tecnológicas do egresso do curso. O curso visa a form ação de profissionais com conhecim entos m ultidisciplinares, capacitados a atuar no com ércio exterior tendo um a visão integradora possibilitando a com preensão da interface dos processos de gestão internacional.
1.1.5.A m édia do núm ero de vagas ofertadas nos últim os dois anos corresponde plenam ente à dim ensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES no âm bito do curso. São ofertados 50 vagas no m atutino e 150 noturno.
1.2.1 A estrutura curricular do curso apresenta plena flexibilidade, interdisciplinaridade, atualização com o m undo do trabalho e articulação da teoria com a prática. Atualm ente 56 alunos estão efetivam ente m atriculados no curso. O PPC contem pla a form ação hum anística, consistente e voltada à sustentabilidade social, am biental e das organizações.
Para tanto a m atriz curricular é estruturada e baseada em projetos e desenvolvim ento de com petências. A Estrutura Curricular é com posta de 4 m ódulos, um por sem estre, 4 sem estres, 1600 horas no total.
1.2.2. Os conteúdos curriculares possibilitam plenam ente o desenvolvim ento do perfil profissional, considerando os aspectos: com petências tecnológicas do egresso e cargas horárias.
Os conteúdos curriculares, da Matriz Curricular em 2010/2011 foram m odificados.
1.2.3.As práticas pedagógicas do curso estão com prom etidas, de form a plena, com a interdisciplinaridade, a contextualização, com o desenvolvim ento do espírito científico e com a form ação de sujeitos autônom os e cidadãos.Todas as disciplinas constantes na Matriz Curricular com preendem m etodologias e tecnologias associadas aos instrum entos, técnicas e estratégias.
1.2.4. O curso possui program as sistem áticos de excelente atendim ento ao discente, considerando os aspectos: atendim ento extra-classe, apoio psicopedagógico e atividades de nivelam ento e ouvidoria.
16/09/13 e-MEC - IES
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Conceito da Dimensão 1 5
Dimensão 2: Corpo Docente
2.1. Adm inistração Acadêm ica (Fontes de consulta: PPC, PDI e dem ais docum entos institucionais)
2.1.1. Com posição do Núcleo Docente Estruturante - NDE 18 5
2.1.2. Titulação do NDE 3
2.1.3. Experiência profissional do NDE 5
2.1.4. Regim e de Trabalho do NDE 18 (Considerar apenas as horas destinadas para as
atividades da Mantida à qual pertence o curso) 3
2.1.5. Titulação, form ação acadêm ica e experiência do coordenador do curso 5
2.1.6. Regim e de trabalho do coordenador do curso 5
2.1.7. Com posição e funcionam ento do colegiado de curso ou equivalente 4 2.2. Perfil dos Docentes (Fonte de consulta: PPC e docum entação própria da IES)
2.2.1. Titulação do corpo docente (imprescindível) 3
2.2.2. Regim e de trabalho do corpo docente (Considerar apenas as horas destinadas para as
atividades da Mantida à qual pertence o curso) 5
2.2.3. Tem po de experiência de m agistério superior ou experiência na educação profissional
(considerar ensino técnico e tecnológico) (imprescindível) 5
2.2.4. Tem po de experiência profissional do corpo docente (fora do m agistério) 5 2.3. Condições de trabalho (Fontes de consulta: PDI e Term os de Com prom isso assinados pelos
docentes com a IES)
2.3.1. Núm ero de alunos por docente equivalente a tem po integral 19 5
2.3.2. Núm ero de alunos por turm a em disciplina 5 teórica 3
2.3.3. Núm ero m édio de dispciplinas por docente 4
2.3.4. Pesquisa, produção científica 23 e tecnológica 3
CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 2 Quanto a Dim ensão 2, constatou-se que:
2.1.1. O NDE é com posto por seis docentes do curso e m ais o coordenador, sendo que todos participam plenam ente da im plem entação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso.
2.1.2. Todos os integrantes do NDE têm titulação acadêm ica obtida em program as de pós graduação stricto sensu, em nível de Mestrado e lato senso, Especialização.
2.1.3. Há experiência profissional com provada, no eixo tecnológico do curso fora do m agistério. Os docentes do núcleo docente estruturante têm até 15 anos de experiência fora do m agistério superior.
2.1.4. O Regim e de trabalho dos integrantes do NDE é parcial e integral.
2.1.5. O coordenador é Mestre e tem experiência de gestão fora do m agistério e no m agistério superior. 2.1.6. O Regim e de trabalho do coordenador do curso é parcial.
2.1.7. A Com posição e funcionam ento do colegiado de curso é com posto por todos os professores nele lotados e que se reúne sob a presidência do coordenador. A participação do Coordenador e dos docentes em Colegiado de curso está docum entada e estabelece a colaboração do corpo docente em assuntos principalm ente de natureza didático-pedagógica. As atribuições do coordenador e do Colegiado são as estabelecidas em Regim ento. Esses dados foram confirm ados na visita in loco.
2.2.1. A Titulação do corpo docente do curso de Com ércio Exterior é com posto por 16 Professores, entre eles, Especialistas e Mestres. O regim e de trabalho do corpo docente é de 41,2% integral, 41,2% Parcial e 17,6% de horistas. O plano de carreira está protocolado e aguardando hom ologação do m inistério do trabalho.
2.2.2 O Regim e de Trabalho do corpo docente está assim distribuído: 41,2% integral, 41,2% Parcial e 17,6% de horistas.
2.2.3.O Tem po de experiência de m agistério superior ou experiência na educação profissional é um a característica evidente em todos os professores do curso Tecnológico em Com ércio Exterior.
2.2.4. O Tem po de experiência profissional do corpo docente fora do m agistério é um a característica evidente, confirm ada através da docum entação bem com o através das entrevistas.
2.3.1. A m édia de m atrículas efetuadas dividido pelo núm ero de docentes a tem po integral é de 11. 2.3.2. O Núm ero de alunos por turm a em disciplina teórica é de no m áxim o 50.
2.3.3.O Núm ero m édio de disciplinas por docente é de no m áxim o duas, considerando o núm ero atual de discentes, 56.
2.3.4. Apesar da não obrigatoriedade do desenvolvim ento da Pesquisa, o coordenador e professores incentivam a pesquisa. Quanto as produções dos docentes, os m esm os apresentam poucas produções científicas com provadas e docum entadas.
Conceito da Dimensão 2 4
Dimensão 3: Instalações Físicas
3.1. Categoria de análise: Instalações Gerais (Fontes de consulta: Decreto 5.296/2004 e PDI)
3.1.1. Sala de professores e sala de reuniões 4
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3.1.2. Gabinetes de trabalho para professores 5
3.1.3. Sala de aula 4
3.1.4. Acesso dos alunos a equipam entos de inform ática 5
3.1.5. Registros Acadêm icos 4
3.2. Categoria de análise: Biblioteca (Fonte de consulta: PPC e PDI)
3.2.1. Livros da bibliografia básica 5
3.2.2. Livros da bibliografia com plem entar 5
3.2.3. Periódicos especializados, indexados e correntes 20 . 3
3.3. Categoria de análise: Instalações e Laboratórios Específicos (Fonte de consulta: PDI, PPC, etc.)
3.3.1. Laboratórios especializados (imprescindível) 5
3.3.2. Infraestrutura e serviços dos laboratórios especializados 5 CONSIDERA ÇÕES SOBRE A DIMENSÃ O 3
Quanto a Dim ensão 3, constatou-se que:
3.1.1. As instalações destinadas aos Professores estão equipadas segundo a finalidade e atende, plenam ente, aos requisitos de dim ensão, lim peza, acústica, ventilação, ilum inação, m obiliário e lim peza. Juntam ente com a sala dos professores, em gabinete separado, encontra-se a secretaria do curso. Existem espaços institucionais reservados para reuniões.
3.1.2. O curso oferece gabinete de trabalho equipado para o coordenador de curso e para os integrantes do NDE, com com putadores conectados à internet. O espaço é com partilhado com o NDE. O atendim ento aos alunos ocorre fora da sala da coordenação.
3.1.3. As salas de aula estão equipadas segundo a finalidade e atendem aos requisitos de dim ensão, lim peza, ilum inação, acústica, ventilação, conservação e com odidade necessária à atividade proposta de form a excelente. Há um a política de conservação perm anente, verificada durante a visita in loco.
3.1.4. O curso disponibiliza laboratório de inform ática com acesso à Internet, na proporção de um com putador para até 15 alunos. Na visita. in loco percebeu-se que os com putadores são m odernos e atuais, atendendo os requisitos solicitados.
3.1.5. Existe processo de registro acadêm ico inform atizado, sendo que a utilização dos serviços disponibilizados aos docentes e discentes é pleno, atendendo aos requisitos solicitados.
3.2.1.Os títulos indicados na bibliografia básica, atendem aos program as das disciplinas do curso, na proporção de um exem plar para até seis alunos para cada turm a, e está inform atizado, atualizando e tom bado junto ao patrim ônio da IES. Todo o acervo está catalogado de acordo com as norm as internacionais e disponíveis para consultas e em préstim os, além de inform atizado com acesso rem oto via internet pelo endereço http://www.radialsantoandre.edu.br/
3.2.2. Os títulos da bibliografia com plem entar atendem de form a excelente aos program as das disciplinas, com m ais de dois exem plares de cada título. Em visita in loco e através das entrevistas com o corpo docente e discente podem os confirm ar os dados fornecidos.
3.2.3. Há assinaturas de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a form a im pressa, inform atizada e tam bém com acervo em m ultim ídia. São assinadas 04 bases de dados de periódicos eletrônicos com acesso a aproxim adam ente 10.000 títulos com texto parcial e integral. Aplicam -se ao curso em questão as bases Revista Brasileira de Com ércio Exterior – Com ex; HSM Managem ent; Você S.A;VEJA; Portal de Pesquisa SIB. Assim , a assinatura dos periódicos atendem suficientem ente a dem anda dos alunos.
3.3.1. O Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, Com ércio Exterior, Infraestrutura recom endada é a Biblioteca com acervo específico e atualizado. Laboratório de inform ática com program as específicos e está im plem entado e em quantidade e qualidade de form a excelente.
3.3.2. Os espaços e equipam entos, serviços e a relação aluno/posto de trabalho dos laboratórios atendem às atividades desenvolvidas.
Conceito da Dimensão 3 4
REQUISITOS LEGAIS
4.1. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais Tecnológicas (Resolução CNE/CP nº 3/2002) Sim Critério de análise:
O PPC está coerente com as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionam ento dos Cursos Superiores de Tecnologia?
O PPC está coerente com as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionam ento dos Cursos Superiores de Tecnologia, Curso de Tecnologia em Com ércio Exterior. 4.2. Denom inação dos Cursos Superiores de Tecnologia (Portaria Norm ativa nº 12/2006) Sim Critério de análise:
A denom inação do curso está adequada ao Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia?
A denom inação do curso está adequada ao Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia. 4.3. Carga horária m ínim a - Catálogo Nacional dos CST – (Portaria n° 1024/2006; Resolução
CNE/CP n° 3, 18/12/2002) Sim
Critério de análise:
Desconsiderando a carga horária do estágio profissional supervisionado e do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC, caso estes estejam previstos, o curso possui carga horária igual ou superior ao previsto no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia?
O curso de Com ércio Exterior possui carga horária igual ou superior ao previsto no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, 1600h.
16/09/13 e-MEC - IES
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5.296/2004, com prazo de im plantação das condições até dezem bro de 2008) Sim Critério de análise:
A IES apresenta condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou m obilidade reduzida?
A IES apresenta condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou m obilidade reduzida.
4.5. Disciplina optativa de Libras (Dec. Nº 5.626/2005) Sim
Critério de análise:
O PPC prevê a inserção de Libras na estrutura curricular do curso com o disciplina optativa?
O PPC prevê a inserção de Libras na estrutura curricular do curso com o disciplina optativa. DISPOSIÇÕES LEGA IS
Considerações finais da comissão de avaliadores e Conceito final da Avaliação: CONSIDERA ÇÕES FINA IS DA COMISSÃ O DE A VA LIA DORES Considerações finais
Esta com issão tendo realizado as considerações sobre cada um a das três dim ensões avaliadas e sobre os requisitos legais, todas integrantes deste relatório, atribuiu, em consequência, os seguintes conceitos por Dim ensão:
DIMENSÃO CONCEITO Dim ensão 1 5
Dim ensão 2 4 Dim ensão 3 4
Em razão do acim a exposto e considerando ainda os referenciais de qualidade dispostos na legislação vigente, nas diretrizes da Com issão Nacional de Avaliação da Educação Superior-CONAES e neste instrum ento de avaliação, este o Curso de Com ércio Exterior apresenta um perfil m uito bom de qualidade.
CONCEITO FINA L 4