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Primeiro Inquérito Municipal à Violência Domés8ca e de Género no Concelho de Lisboa. Julho de 2017

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(1)

Primeiro Inquérito Municipal à

Violência Domés8ca e de Género no

Concelho de Lisboa

Julho de 2017

(2)

Objec8vos do estudo

Análise da violência interpessoal domés6ca e de género, para mulheres e

homens, no município de Lisboa, em relação a:

• 

Avaliação das prevalências dos vários 6pos de violência;

• 

Caracterização espácio-temporal e sociocultural do contexto onde a

violência ocorre, bem como da reacção das ví6mas;

• 

Caracterização biográfica, económica e sociocultural das ví6mas e

autores;

• 

Caracterização do fenómeno da violência domés6ca e de género ao

nível da freguesia;

• 

Obtenção de informação que permita apoiar a intervenção e a

definição das polí6cas municipais.

(3)

Metodologia

Amostra de 2616 pessoas (1314 mulheres e 1302 homens), esta6s6camente

representa6va das mulheres e homens com 18 ou mais anos residentes no

concelho de Lisboa, para uma margem de erro de 2% e um nível de confiança

de 95%, com desagregação por freguesia, sexo e idade.

A margem de erro para a es6mação da prevalência por sexo é de 3% e de 10% para a freguesia.

Ques6onário semelhante para mulheres e homens e idên6co ao de 2007

(permi6ndo a comparabilidade dos dados).

Ques6onário aplicado presencialmente, porta-a-porta, nas 24 freguesias de

Lisboa (

com sete pontos de entrada por cada freguesia

).

O trabalho de campo foi assegurado por dois grupos de inquiridores/as

-

mulheres e homens, conforme a amostra a inquirir -

especificamente formados/as para

(4)

Equipa

Inves8gação:

Manuel Lisboa (Coordenação)

Ana Lúcia Teixeira

Rosário Rosa

Dalila Cerejo

Consultores/as:

Beatriz Calado

Eduarda Ferreira

Elisabete Brasil

Elza Pais

Fá6ma Miguens

Joana Peres

Karin Wall

Lúcia Amante

Luís Bap6sta

Luísa Vicente

Miguel Vale de Almeida

Paulo Côrte-Real

(5)

Resultados

Prevalências e 6pos de violência

Contexto social da vi6mação

Impacto na vida das ví6mas

Reacção das ví6mas

Condicionantes da reacção das ví6mas

Propostas de medidas

(6)

Prevalências e 6pos de

violência

(7)

Lista dos actos de violência psicológica objecto de

inquirição

•  tentaram meter-lhe medo através de gritos ou ameaças verbais, escritas ou gestuais •  foi acordado/a a meio da noite, para lhe meter medo •  alguém tentou meter-lhe medo par6ndo a loiça, a mobília ou outros objectos, ou a6rando comida ao chão •  alguém rasgou e/ou re6rou os seus documentos de iden6ficação pessoal ou as suas roupas •  foi alvo de ameaças e chantagem do 6po “mato-te” ou ‘mato-me’, que o/a deixaram assustado/a •  ameaçaram deixar de lhe dar dinheiro para a casa e para os filhos •  ameaçaram 6rar-lhe os seus filhos ou fazer-lhes mal ou a outras pessoas que lhe são queridas ou a um animal de es6mação •  ameaçaram danificar a sua propriedade, tal como riscar o carro, destruir objectos que lhe são queridos ou deitar fogo à sua casa •  ameaçaram com armas de fogo ou brancas •  tentaram controlar a sua vida com o objec6vo de isolá-lo/a •  foi impedido/a de usar dinheiro e/ou contas bancárias e/ou u6lizaram sem o seu consen6mento dinheiro, cartões bancários e/ou poupanças •  tentaram dificultar o seu contacto com outras pessoas, como por exemplo trancá-lo/a em casa, re6rar o telefone/telemóvel, as chaves de casa ou do carro •  maltrataram ou receberam mal os seus familiares ou amigos, com o objec6vo de os afastar de si •  foi pressionado/a a deixar o emprego ou carreira para que fique só em casa, contra a sua vontade •  foi pressionado/a a ser mais ambicioso/a em relação aos seus estudos ou carreira, contra a sua vontade •  foi alvo de comportamentos, palavras e/ou insultos com o objec6vo de o/a ofender, humilhar ou fazer sen6r-se diminuído/a como por exemplo dizerem mal de tudo o que você faz ou chamaram-lhe burro/a (em público ou em privado) •  fizeram comparações nega6vas entre si e outras pessoas, com o objec6vo de afectar a sua autoes6ma e autoconfiança •  foi alvo de comentários nega6vos à sua aparência psica ou condição psica, com o objec6vo de o/a humilhar •  proibiram ou obrigaram a usar determinado penteado/roupa/maquilhagem •  foi alvo de comentários nega6vos rela6vamente à forma como vive a sua sexualidade ou ao seu desempenho sexual •  foi alvo de insultos rela6vos à sua vida sexual/amorosa/conjugal (atribuírem amante/s a si ou ao seu/sua parceiro/a, ser ou ter sido pros6tuto/a, atribuírem-lhe contactos, relações homossexuais como meio de insulto) •  lançaram suspeitas de infidelidade infundadas sobre si •  alguém tentou denegrir a sua imagem, ameaçá-lo/a ou humilhá-lo/a publicamente através de redes sociais (facebook, twiser, sms, outras)

(8)

Lista dos actos de violência Psica objecto de inquirição

•  agarraram-no/a, torceram-lhe o braço, deram-lhe bofetadas, murros, pontapés, arranhões, beliscões ou mordidelas com o objec6vo de o/a magoar •  foi alvo de cabeçadas, com o objec6vo de o/a magoar •  foi alvo de socos no peito, com o objec6vo de o/a magoar •  foi alvo de queimaduras ou cortes, com o objec6vo de o/a magoar •  foi alvo de empurrões com o objec6vo de o/a magoar (pela escada abaixo, contra objectos, etc.) •  foi alvo de puxões de cabelos, com o objec6vo de o/a magoar •  bateram-lhe com a cabeça contra a parede ou contra o chão •  apertaram-lhe o pescoço, com o objec6vo de o/a magoar •  deram-lhe sovas •  foi fechado/a em casa, e/ou proibido/a de sair ou de contactar com o exterior por qualquer meio, sem ser acidental •  foi levado/a, sem o seu consen6mento, para outros locais com o objec6vo de o/a maltratar psica ou sexualmente ou exigir dinheiro •  recusaram ajuda em caso de doença ou outro problema de saúde, podendo isso pôr em risco a sua vida •  foi alvo de algum acto com o objec6vo de o/a matar •  foi ou é ví6ma de comportamentos intencionais por parte de outrem, que tenham 6do ou tenham como objec6vo levá-la a uma situação de suicídio

(9)

Lista dos actos de violência sexual objecto de inquirição

•  foi fotografado/a ou filmado/a nua ou em acto sexual ou exibiram, sem o seu consen6mento, por exemplo em redes sociais, uma imagem sua (fotografia, filme) •  tentaram reproduzir consigo, pela força, o que vêem em filmes, revistas pornográficas ou actos pra6cados com outras pessoas (por exemplo, em contexto de pros6tuição) •  tentaram realizar consigo, contra a sua vontade, actos de sodomia ou formas de relações sexuais sadomasoquistas •  outra pessoa lhe exibiu os seus órgãos sexuais, de modo a sen6r-se ofendido/a •  6veram ou tentaram ter algum acto sexual consigo usando a força ou ameaçando magoá-lo/a a si ou alguém próximo de si •  foi forçado/a por alguém (relação amorosa, contexto de trabalho) a pra6car actos sexuais em troca de dinheiro ou favores •  foi forçada a interromper uma gravidez ou a prosseguir com uma gravidez não desejada •  foi obrigado/a a ter relações sexuais sem protecção •  disseram-lhe frases de duplo sen6do ou obscenidades com o propósito de o/a assediarem •  exibiram-lhe, contra a sua vontade, fotografias, revistas ou filmes de cariz sexual que considerou ofensivos •  enviaram-lhe mensagens escritas, e-mails, sms com o propósito de o/a assediarem •  alvo de tenta6vas de contacto psico com conotação sexual (apalpões, tenta6va de beijar sem consen6mento)

(10)

Prevalência de vi8mação Psica, psicológica e sexual

(M e H, %)

38.0%

42.5%

0%

20%

40%

60%

80%

100%

Mulheres

Homens

Inquérito Municpal Lisboa, 2016

Inquérito Nacional, 2007

50.3%

61.9%

0%

20%

40%

60%

80%

100%

Mulheres

Homens

n=806

n=661

(11)

28.0%

22.8%

26.0%

10.8%

0%

10%

20%

30%

40%

violência domés6ca

violência nas relações

de in6midade

M

H

Prevalência de violência domés8ca e nas relações de

in8midade (M e H, %)

n=339

n=368

n=300

n=140

(12)

Prevalência de violência Psica/psicológica/sexual

MULHERES

9 freguesias

com valores

mais elevados

de prevalência

de violência

psica/

psicológica/

sexual

(13)

Prevalência de violência Psica/psicológica/sexual

HOMENS

4 freguesias

com valores

mais elevados

de prevalência

de violência

psica/

psicológica/

sexual

(14)

Violência psicológica no total de ví8mas (M e H, %)

Actos mais frequentes

[M,

H

] Gritos ou ameaças verbais, escritas ou gestuais

[M] Comportamentos, palavras e/ou insultos com o

objec6vo de ofender, humilhar ou diminuir

[M] Comparações nega6vas com outras pessoas, com o

objec6vo de afectar a auto-es6ma e auto-confiança

84.9%

56.9%

0%

20%

40%

60%

80%

100%

Mulheres

Homens

Mulheres

561 das 661 ví6mas sofreram violência psicológica

Homens

459 das 806 ví6mas sofreram violência psicológica

(15)

Actos mais frequentes

[M,

H

] Agarrar, torcer o braço, bofetadas, murros, pontapés,

arranhões, beliscões ou mordidelas

19.7%

41.2%

0%

20%

40%

60%

80%

100%

Mulheres

Homens

Violência Psica no total de ví8mas (M e H, %)

Mulheres

130 das 661 ví6mas sofreram violência psica

Homens

332 das 806 ví6mas sofreram violência psica

(16)

Actos mais frequentes

[M,

H

] Tenta6vas de contacto psico com conotação sexual

[M,

H

] Frases de duplo sen6do, com conotação sexual em que se

tenha sen6do ofendido/a

[M,

H

] Mensagens escritas ou telefónicas com o propósito de

assediar

28.6%

26.3%

0%

20%

40%

60%

80%

100%

Mulheres

Homens

assédio

assédio

Violência sexual no total de ví8mas (M e H, %)

Mulheres

189 das 661 ví6mas sofreram violência sexual

Homens

212 das 806 ví6mas sofreram violência sexual

(17)

Contexto social da

vi6mação

(18)

Idade

Mulheres

Vi6mação transversal a todas as idades

Homens

Ví6mas, em média, mais novas que as não ví6mas

Nível de escolaridade

Mulheres e Homens

Vi6mação transversal

Desemprego

Mulheres e Homens

Maior vulnerabilidade (violência Física e Psicológica)

(19)

Espaço de ocorrência dos actos de violência (M e H, %)

Mulheres

Homens

Privado

56.0%

Público

40.4%

Outro

3.6%

Privado

42.8%

Público

55.2%

Outro

2.0%

(20)

Autoria dos actos de violência: sexo (M e H, %)

Mulheres

Homens

Agressores

homens

53.3%

Agressoras

mulheres

46.7%

Agressores

homens

83.5%

Agressoras

mulheres

16.5%

Nota: A unidade de observação são os actos de violência referidos e não as pessoas ví6mas (uma pessoa pode referir

(21)

Autoria dos actos de violência: relação/parentesco (M e H, %)

48.6%

16.0%

10.0%

5.8%

5.3%

4.0%

3.7%

1.3%

1.7%

1.4%

17.6%

22.4%

7.2%

14.5%

3.1%

13.7%

7.6%

6.0%

2.2%

2.5%

(ex)parceiro/a

desconhecido/a

colega de trabalho

pai, mãe

chefe hierárquico/a

amigo/a

vizinho/a

colega da escola

outra pessoa

outro familiar

Mulheres

Homens

(22)

Impacto na vida das

ví6mas

(23)

De que modo a sua vida foi afectada pelos

acontecimentos? (M e H, %)

0%

20%

40%

60%

80%

100%

Mulheres

Homens

Nada afectada

Pouco afectada

Razoavelmente

afectada

Muito afectada

NS/NR

Razoavelmente/muito afectada

52,8%

Razoavelmente/muito afectada

32,0%

(24)

Consequências da violência (M, %)

Vida quo8diana

• 

Mudou alguns dos seus hábitos/ro6nas de vida (52,9%)

• 

Ficou com medo de se deslocar sozinha (29,1%)

• 

Passou a ter menos tempo para si (22,2%)

Saúde

• 

Desenvolveu problemas psicológicos (35,7%)

• 

A sua sexualidade ficou afectada (11,0%)

• 

Teve/tem pensamentos sobre acabar com a sua vida (4,9%)

• 

Foi sujeita a internamento(s) hospitalar(es) (2,3%)

Habitação

• 

Mudou de residência (16,8%)

Emprego/Escola

• 

Mudou de emprego/escola (11,4%)

• 

Perdeu o emprego/reprovou o ano escolar (3,8%)

Sociabilidades

• 

Distanciou-se das pessoas (41,5%)

(25)

Não caminhar no bairro à noite por medo (M por

vi6mação, %)

5.4%

11.8%

0%

5%

10%

15%

não ví6ma

ví6ma

(26)
(27)

Reacções aos actos referidos (M, %)

62.3%

0%

20%

40%

60%

80%

Não fez nada

28.6%

33.6%

1.4%

6.4%

1.5%

12.0%

Desabafou

Reagiu verbal ou fisicamente

Contactou Saúde

Contactou Polícia

Contactou ONG

Outra

(28)

“Já alguma vez tentaram meter-lhe medo através de gritos ou

ameaças verbais, escritas ou gestuais?”

Reacções das mulheres ví6mas (N=252)

46.4%

26.2%

11.5%

6.3%

4.0%

4.0%

0.8%

0.8%

0%

10%

20%

30%

40%

50%

Não fez nada

Reagiu com insultos verbais

Desabafou ou pediu ajuda a alguém

Outra situação

Reagiu com agressões psicas

Contactou com Forças Policiais

Contactou com organizações/en6dades

de apoio à ví6ma

NS/NR

Nota: A unidade de observação são os actos de violência referidos e não as pessoas ví6mas (uma pessoa pode referir

(29)

“Alguma vez a ameaçaram com armas de fogo ou brancas?”

Reacções das mulheres ví6mas (N=79)

36.7%

25.3%

19.0%

12.7%

6.3%

0%

10%

20%

30%

40%

Não fez nada

Contactou com Forças Policiais

Reagiu com insultos verbais

Desabafou ou pediu ajuda a alguém

Reagiu com agressões fisicas

(30)

“Já alguma vez ?veram ou tentaram ter algum acto sexual consigo

usando a força ou ameaçando magoá-la a si ou a alguém próximo de si?”

Reacções das mulheres ví6mas (N=12)

6

2

1

1

1

1

0

1

2

3

4

5

6

7

Não fez nada

Contactou com Forças Policiais

Desabafou ou pediu ajuda a alguém

Reagiu com insultos verbais

Reagiu com agressões psicas

Outra

Nota: A unidade de observação são os actos de violência referidos e não as pessoas ví6mas (uma pessoa pode referir

(31)

Percepção de risco de vida por parte das ví8mas (M, %)

12.0%

86.2%

1.8%

0%

20%

40%

60%

80%

100%

Sim

Não

NS/NR

(32)

Condicionantes da reacção

das ví8mas:

- En6dades a contactar

- Contexto sociocultural

(33)

Mo8vo para não contacto com en8dades (M, %)

18.0%

14.1%

13.1%

10.2%

8.2%

7.8%

6.8%

6.3%

5.3%

0%

5%

10%

15%

20%

Não achou suficientemente grave/importante

Achava que não iam fazer nada para a ajudar

Sen6a vergonha/embaraço/culpa com a situação

Achava que as coisas iam melhorar/reconciliação

Tinha medo que não acreditassem em si

Desconhecia o que podia fazer/quem podia contactar

Outra situação

Gostava do/a parceiro/a

Receio que as agressões piorassem

(34)

Perfis de valores de género

H1_D

H1_C

H1_CT

H2_C

H2_CT

H3_DT

H3_CT

H4_DT

H4_CT

H5_DT

H5_D

H5_CT

H6_DT

H6_D

H6_C

H6_CT

H7_DT

H7_D

H7_C

H7_CT

H8_DT

H8_C

H8_CT

H9_C

H9_CT

H10_C

H10_CT

H11_C

H11_CT

H12_C

H12_CT

H13_CT

H13_C

-1.5

-1

-0.5

0

0.5

1

1.5

2

Perfil mais igualitário

Perfil mais conservador

Perfil misto

MULHERES

Escolaridade elevada

HOMENS

Escolaridade baixa

(35)

Prevalência de discriminação sociocultural de género

(M e H, %) [13 indicadores]

62.8%

34.0%

0%

20%

40%

60%

80%

100%

Mulheres

Homens

n=443

n=825

(36)

Reacção ao piropo (M e H, %)

20.1%

3.1%

17.0%

11.6%

0.4%

26.2%

00%

10%

20%

30%

Incomodado/a

Ofendido/a

Feliz, elogiado/a, achou graça

Mulheres

Homens

(37)

Discriminação em função da orientação sexual (M e H, %)

Sim

34.8%

Não

56.5%

NS/NR

8.7%

Sim

53.7%

Não

NS/NR

9.8%

Evita andar de mãos dadas em espaços públicos com alguém do mesmo sexo, por receio de ser

assediado/a, ameaçado/a ou agredido/a (M e H, %)

mulheres

homens

0,8%

0,8%

0,2%

0%

1%

2%

3%

4%

Poucas vezes

Algumas vezes

Muitas vezes

3,4%

2,6%

0,3%

0%

1%

2%

3%

4%

Poucas vezes

Algumas vezes

Muitas vezes

n = 23 (1,8%)

n = 82 (6,3%)

(38)

confirmar o conhecimento que já dnhamos para a violência

domés8ca e de género a nível internacional e nacional, mas

que ainda não conhecíamos no nível concelhio

aprofundar a análise da violência ao nível da freguesia e

compreender melhor as dimensões socioculturais associadas à

violência de género

dados novos sobre: o sen8mento de insegurança associado à

violência; os factores económicos, sociais e culturais que estão

associados à violência; as dimensões que condicionam a

reacção das ví8mas, bem como as razões porque não

procuram mais as en8dades de apoio

perceber como melhorar o modelo de acção para prevenir e

combater a violência, cada vez mais próximo das pessoas,

ví8mas e não ví8mas

Síntese

(39)
(40)
(41)

Prevenção

Ví8mas

em risco

Ví6mas

Pessoas adultas não

ví6mas

Crianças e jovens

Gerações futuras

(42)

Prevenção

Ví8mas

em risco

Ví6mas

Pessoas adultas não

ví6mas

Crianças e jovens

Gerações futuras

Protecção e empoderamento

Áreas da saúde (psica e psicológica), emprego,

educação, habitação, sociabilidade

prevenção de

curto prazo

prevenção de

médio prazo

prevenção de

longo prazo

Lisboa, cidade de Igualdade

Incubadora de boas prá6cas (ex. Livros de

apoio em ATL; projecto-piloto no pré-escolar (Suécia)

Protecção imediata e apoio para evitar riscos

intervenção integrada com especial atenção nos casos de

vulnerabilidade social (ex. emprego, saúde, etc.)

Sen8mento de segurança e educação;

formação de profissionais e técnicos/as

Policiamento de proximidade; maior visibilidade às

ins6tuições da freguesia (segurança e sensibilização)

Educação para a igualdade

importância do envolvimento da escola (espaço de

violência e de socialização) e das associações

culturais e despor6vas locais

(43)

Intervenção integrada

VÍTIMA

Espaço de

resposta

imediata e

integrada

Linha directa

de apoio

de

Proximidade

Centro de Atendimento

Imediato às Ví8mas de

Violência

Espaço de serviços integrados que

ajudem a resolver o problema nas suas

múl6plas dimensões

Linha de apoio

personalizado

Para a ví6ma que

não pode ou não se

sente em segurança

para se deslocar a

Ar8culação das

organizações

existentes

Policiamento, associações

locais, juntas de freguesia

(44)

Primeiro Inquérito Municipal à

Violência Domés8ca e de Género no

Concelho de Lisboa

25 de Julho de 2017

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