O PROCESSO DE PLANEAMENTO DE DEFESA DA OTAN PONTO DE SITUAÇÃO

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Texto

(1)

2011/12/17

O P

ROCESSODE

P

LANEAMENTODE

D

EFESADA

OTAN – P

ONTODE

S

ITUAÇÃO

Pedro Santos Jorge[1]

O presente artigo visa fazer um ponto de situação do corrente processo de planeamento de defesa da OTAN (Nato Defence Planning Process - NDPP), dando

conhecimento da fase atual do mesmo e perspetivando os passos seguintes, com vista ao enquadramento da situação nacional.

Pretende-se inicialmente introduzir o NDPP, relacionando-o com o antigo processo de planeamento da OTAN (Defence

Planning Process - DPP). Seguidamente enquadrar e descrever a fase do NDPP em que nos encontramos, concluindo posteriormente com os passos que se lhe seguirão, evidenciando as previsíveis consequências a nível nacional. Finalmente tecer e expor algumas considerações. Desenvolvimento

Situação atual do processo de planeamento de defesa da OTAN (NDPP).

O NDPP é um processo contínuo através do qual a OTAN pretende influenciar as nações aliadas a disponibilizar, quando requeridas, forças e capacidades passíveis de conjuntamente possibilitar o sucesso das missões da Aliança decorrentes do seu nível de ambição (LoA) que, por sua vez, decorre da Orientação Política (Political Guidance) aprovada em março de 2011 e que por sua vez decorre do conceito estratégico (Strategic Concept) aprovado na cimeira de Lisboa em novembro de 2010. O NDPP almeja um planeamento de curto a longo prazo (6-30 anos) e está estruturado em cinco fases:

Fase 1: Estabelecimento da orientação política; Fase 2: Determinação dos requisitos;

Fase 3: Distribuição dos requisitos e implementação de objetivos às nações; Fase 4: Facilitação;

Fase 5: Revisão dos resultados.

Dado que o NDPP é um processo recente, que substituiu o anterior processo de planeamento de defesa (DPP), foram iniciadas simultaneamente as fases 1 e 5 de modo a que concorrentemente à aprovação da vigente orientação política fosse efetuada uma análise da situação atual com vista a obter o mais detalhadamente possível o inventário de forças e capacidades da Aliança, revisão esta que foi efetuada através do Defence Planning Capability Survey (DPCS 2010), que em Portugal foi concluído em maio último.

Atualmente, e já no final da segunda fase, decorre a identificação do conjunto de capacidades necessárias (Capability Requirements), quantitativamente e qualitativamente, para a prossecução do nível de ambição da Aliança, que se define em termos gerais na possibilidade de, simultaneamente, realizar duas grandes operações conjuntas (Major Joint Operations) concorrentemente com seis operações conjuntas menores (Smaller Joint Operations) em quaisquer dos ambientes, terrestre, marítimo e aéreo. O processo de determinação de necessidades (Capability Requirements Review -CRR) tem como produtos finais o conjunto mínimo de capacidades necessárias (Minimum

Capability Requirements – MCR) e a lista de deficiências prioritárias (Priority Shortfall Areas – PSA). Estes dois produtos serão a base de trabalho para o início da terceira fase, altura em que os MCR serão distribuídos (Apportionment) pelas nações e organismos da Aliança sob a forma de conjuntos de objetivos (Target Packages - TP). As PSA serão igualmente transformadas em objetivos (Targets), sendo distribuídas ou rateadas pelas nações.

Os critérios de atribuição de um determinado target a qualquer das nações são os seguintes: Coerência com o ciclo anterior (Force Goals 2008);

Inventários das nações; Contribuições de cada nação;

Consideração das valências de cada nação; Situação económica de cada nação;

(2)

Dar prioridade à atribuição de targets que incrementem o atual processo de transformação da Aliança.

No culminar da fase 3 do NDPP, a aceitação dos targets pelas nações será efetuada inicialmente através de reuniões bilaterais (Joint Consultations) e posteriormente através de reuniões

multilaterais (Multilateral Examination), nas quais o processo de decisão será baseado no consenso-menos-um (concensus-minus-one), significando que, mesmo que uma nação não concorde com a atribuição de um ou mais targets, apenas alcançará os seus desígnios se obtiver o apoio de pelo menos outra nação.

Durante as reuniões bilaterais, que se realizarão entre agosto de 2012 e janeiro de 2013, pretender-se-á obter uma perspetiva inicial das intenções das nações relativamente ao aceitar ou não de cada um dos targets que a Aliança pretende atribuir.

Nas reuniões multilaterais, que estão previstas ocorrer na primavera de 2013, serão atingidas as decisões finais, através do já referido consenso-menos-um. Nestas reuniões as nações terão a possibilidade de apresentar as suas objeções e de, no caso de pretenderem negar a receção de um ou mais targets, tentarem convencer pelo menos uma das outras nações, tendo em vista o atingir dos seus objetivos.

Perspetiva futura nacional.

Decorrente do evoluir do NDPP, nomeadamente do trabalho a ser efetuado na próxima fase, perspetiva-se que a atribuição dos targets, tal como exposto anteriormente, seja coerente com o anterior processo de planeamento, ou seja, que os futuros targets sejam decorrentes dos anteriores FG08, desde que não tenham sido alcançados de um modo coerente e definitivo. A estes, serão também adicionados novos targets que estejam relacionados com as prioridades resultantes do conceito estratégico e da orientação política atual, (Cyberdefence, Stabilization and Reconstruction, ISTAR, etc.).

Decorrente da previsão do Orçamento de Estado para 2012, e face à imperiosa necessidade de cumprimento dos compromissos estatais decorrentes da ajuda internacional, na rúbrica relacionada com a defesa antecipa-se um decréscimo adicional de 20% nos valores a serem inscritos na Lei de Programação Militar, redução esta que ainda acresce à redução anteriormente definida de 40%. Decorrendo desta forte possibilidade, e em resultado da análise ao sucesso obtido na prossecução dos nossos compromissos com a OTAN, no que aos objetivos de força de 2008 (Force Goals 2008 -FG08) diz respeito, em que, aproximadamente, apenas 27% dos mesmos terão sido alcançados, é previsível que haja uma diminuta capacidade nacional de cumprir com o acordado com a Aliança e, inclusivamente, manifestado no último DPCS10.

Conclusão

Perspetiva-se deste modo que nas reuniões bilaterais e multilaterais que se realizarão no decurso da fase 3 do NDPP, Portugal, seja confrontado com os factos supra expostos e por esse motivo, muito dificilmente disporá de capacidade negocial significativa para alcançar diplomaticamente os seus objetivos, caso se conclua da necessidade de rejeitar um ou mais dos futuros targets. A aprovação de uma Diretiva Ministerial De Planeamento De Defesa Militar que esteja em linha com as orientações políticas atuais e a revisão da Lei de Programação Militar, serão assim fundamentais para se tentar convencer as nações aliadas da intenção Portuguesa de não descurar estes temas, salvaguardando eventualmente a posição nacional.

[1] Oficial de Marinha

112 T

EXTOS

R

ELACIONADOS

:

2012/06/21

F

ORÇAS

A

RMADAS EASUARAZÃODE SER

. U

MPROCESSO PEDAGÓGICO

.

Jorge Sêrro Prazeres

2012/06/14

F

ORÇAS

A

RMADAS PORTUGUESASEM DEBATE

. U

MPROCESSO PEDAGÓGICO Jorge Sêrro M. Prazeres[1]

2012/04/20

(3)

Pedro Santos Jorge[1] 2012/03/28

A D

ESPESACOMAS

F

ORÇAS

A

RMADAS EALINGUAGEM DOSNÚMEROS João Pires Neves[1]

2012/02/08

A D

EFESA

E

CONÓMICAEM

P

ORTUGAL Nuno Silva Domingos[1]

2012/01/26

T

HE VIRTUESOFDEBATINGDEFENCEPOLICY Tiago Fernandes Mauricio[1]

2011/11/10

O

SCOMENTADORESPOLÍTICOS EAINSTITUIÇÃOMILITAR José M. Castanho Paes[1]

2011/11/04

A

GRANDE OPORTUNIDADE Alexandre Reis Rodrigues 2011/06/28

A

NOVAESTRUTURADA

NATO. A

LGUÉM GANHOU

?

Alexandre Reis Rodrigues

2011/06/06

R

ACIONALIZAR

,

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?[1]

Alexandre Reis Rodrigues

2011/02/21

M

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M CONCEITOPÓS

-

MODERNODE UTILIZAÇÃODOPODERMARÍTIMO

[1]

Nuno Sardinha Monteiro e António Anjinho Mourinha[2]

2010/11/16

A NATO

E

P

ORTUGAL

. A

LINHAMENTOSPARAUM NOVO

C

ONCEITO

E

STRATÉGICO DA

A

LIANÇA Luís Brás Bernardino[1]

2010/09/15

S

UBMARINOS

- F

ACTOS EARGUMENTOS

*

Texto do CDS

2010/07/11

O

INSTRUMENTOMILITARCOMOPRODUTORDE

S

EGURANÇAE

D

ESENVOLVIMENTONOS

P

AÍSESDE LÍNGUAPORTUGUESA

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ONTRIBUTOSPARAUMAESTRATÉGIADE

S

EGURANÇANACIONAL

[1]

Luís Brás Bernardino[2]

2010/07/10

U

MAPOLÍCIAÚNICA

?[1]

Paulo Pereira de Almeida[2] 2010/06/16

A

S

NOVAS

TAREFASDAS

F

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IÇÕESDE VINTE ANOSDE MISSÕESEM ZONAS DE CRISE

”[1]

Alexandre Reis Rodrigues 2010/05/15

F

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- U

MAESTRATÉGIADE MUDANÇA

[1]

Alexandre Reis Rodrigues

2010/04/28

E

NERGIA

,

UM TEMACENTRALDE

S

EGURANÇAE

D

EFESA Alexandre Reis Rodrigues

2010/03/14

A S

OBERANIADOS

E

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REALIDADEPORTUGUESA

[1]

João Pires Neves[2]

(4)

2009/12/13

Q

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P

ORTUGALE DA

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EGURANÇA

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Luís Brás Bernardino[1] 2009/12/06

Q

UE FARIAMOS EUROPEUSSEM A

NATO?[1]

Alexandre Reis Rodrigues

2009/09/28

S

EGURANÇA

N

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I

NFORMAÇÕESEAS

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[1]

Jorge Silva Carvalho[2]

2009/09/16

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STADO EA

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AÇÃO João Brandão Ferreira

2009/05/22

P

ARLIAMENTARY

C

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A

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F

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P

ORTUGAL

[1]

Inês de Carvalho Narciso[2]

2009/04/27

C

OMBATEAO

B

IOTERRORISMO

. P

RIORIDADENACIONAL

?[1]

Alexandre Reis Rodrigues

2009/01/20

A

REORGANIZAÇÃO DAESTRUTURASUPERIORDA

D

EFESA

[1]

Alexandre Reis Rodrigues

2008/11/18

C

RISENA

I

NSTITUIÇÃO

M

ILITAR João Brandão Ferreira

2008/10/31

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STADO Alexandre Reis Rodrigues

2008/07/02

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ARAQUESERVEM

?

Alexandre Reis Rodrigues

2008/06/26

S

UBVERSÃOECONTRA

-

SUBVERSÃO

[1]

Francisco Proença Garcia[2]

2008/06/20

U

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R

EFORMAMAL EXPLICADA

[1]

Alexandre Reis Rodrigues

2008/03/10

U

M

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ORTUGUÊS

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OLÉGIO

M

ILITAR João Brandão Ferreira

2008/02/13

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ONJUNTO Alexandre Reis Rodrigues

2008/02/11

R

EFORMANECESSÁRIA

?

João Ferreira Barbosa 2007/12/10

S

EGURANÇA

: V

ISÃO

G

LOBAL

. A

PERSPECTIVADAS

I

NFORMAÇÕES

[1]

Jorge Silva Carvalho

2007/11/15

(5)

José Castanho Paes 2007/10/04

A G

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N

ACIONAL

R

EPUBLICANA

(GNR)

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M

ISSÕESDE

P

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[1]

Francisco M. Rodrigues[2]

2007/10/03

A I

NDÚSTRIADE

D

EFESA

– E

NQUADRAMENTO

G

ERAL

[1]

José Silva Cordeiro[2]

2007/08/03

O C

ÓDIGODO

S

ILÊNCIO Alexandre Reis Rodrigues 2007/06/18

D

ECOMO

O

PINARCOM

C

REDIBILIDADEACERCADAS

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ONSIDERAÇÕES FINAIS João Pires Neves[1]

2007/06/11

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João Pires Neves[1]

2007/06/04

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João Pires Neves[1] 2007/05/29

D

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AIORDECLARAROS RENDIMENTOS

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João Brandão Ferreira

2007/05/28

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João Pires Neves[1]

2007/05/20

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OTIVAÇÃO

(III)

João Pires Neves[1]

2007/05/14

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ORÇAS

A

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P

ESSOAL

(II)

João Pires Neves[1] 2007/05/07

A

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ORÇAS

A

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ECESSIDADES

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RGANIZACIONAIS

(I)

João Pires Neves[1] 2007/05/06

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ÚBLICO DE

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Alexandre Reis Rodrigues 2007/04/30

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(3ª

PARTE

) (VI-B)

João Pires Neves[1]

2007/04/26

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RANDE

D

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EFESA

Grupo de Trabalho do Instituto Humanismo e Desenvolvimento[1] 2007/04/25

A

S

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ORÇAS

A

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CONOMIA Alípio Tomé Pinto[1]

(6)

2007/04/20

A

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EESTRUTURAÇÃO DAS

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João Pires Neves[1]

2007/04/16

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EESTRUTURAÇÃODAS

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João Pires Neves[1]

2007/04/14

C

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ORTUGUÊS José Castanho Paes

2007/04/09

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ROGRAMAÇÃO

M

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[V-A]

João Pires Neves[1]

2007/04/05

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I

NSTITUIÇÕES Alípio Tomé Pinto[1]

2007/04/02

A

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A

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“O

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”. O SFN

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ROGRAMAÇÃO

M

ILITAR

(V)

João Pires Neves[1]

2007/03/26

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(2004) (IV)

Autor: João Pires Neves[1] 2007/03/19

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(2ª P

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João Pires Neves[1]

2007/03/12

A

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A

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”. O S

ISTEMADE

F

ORÇASEASUA

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STRUTURA

O

RGANIZATIVA

(1ª P

ARTE

) (III)

João Pires Neves[1]

2007/03/06

A

S

F

ORÇAS

A

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RGANIZAÇÃO

”. O S

ISTEMADE

F

ORÇAS

N

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,

O

P

LANEAMENTOE AS

S

ENSIBILIDADES

(II)

João Pires Neves[1] 2007/02/27

A

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A

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RGANIZAÇÃO

”. O S

ISTEMADE

F

ORÇAS

. A G

RANDE

R

EFERÊNCIA

. (I)

João Pires Neves[1]

2007/02/16

A

S

F

ORÇAS

A

RMADAS EO

“A

MBIENTE

N

ACIONAL

” (II)

João Pires Neves[1]

2007/02/13

A (R)E

VOLUÇÃODO

P

ENSAMENTOESTRATÉGICO

[1]

João Vicente[2]

2007/02/12

A

S

F

ORÇAS

A

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A

MBIENTE

I

NTERNACIONAL

(I)

João Pires Neves[1]

2007/02/10

O C

ERCO

A

PERTA

-

SE Eduardo Silvestre dos Santos 2007/02/05

(7)

A

S

F

ORÇAS

A

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INALIDADE EA

M

ISSÃO

João Pires Neves[1]

2007/01/29

D

ECOMO

O

PINARCOM

C

REDIBILIDADEACERCADAS

F

ORÇAS

A

RMADAS João Pires Neves[1]

2007/01/09

O N

AUFRÁGIO

[1]

Alexandre Reis Rodrigues 2006/12/03

A

NTI

-

MILITARISMO

P

RIMÁRIO José Castanho Paes [1] 2006/11/30

O S

ERVIÇODE

S

AÚDE

M

ILITARNO

P

RINCÍPIODO

S

ÉCULO

XXI

EM

P

ORTUGAL João Brandão Ferreira

2006/10/22

T

ENDÊNCIAS DASCOMPONENTES TERRESTRESDAS

F

ORÇAS

A

RMADAS Miguel Moreira Freire

2006/10/01

O C

OMANDO

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F

ORÇAS

A

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ENERAL

C

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QUÍVOCOSA DESFAZER

.

Alexandre Reis Rodrigues 2006/09/21

B

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,

O

E

NSINO

S

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M

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Q

UALIDADE Casimiro Pacheco Talhinhas

2006/09/14

Q

UESTÕESQUE SEPÕEM AO

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NSINO

S

UPERIOR

M

ILITAR João Brandão Ferreira

2006/07/07

O C

OLÉGIO

M

ILITARPARAALUNOSEXTERNOS

?

João Brandão Ferreira

2006/06/27

O

RGULHOSAMENTESÓS António Borges de Carvalho 2006/06/08

F

ORÇAS

I

NTERNACIONAIS EM

T

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C

OMANDO Américo Silva Santos

2006/06/07

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ELAÇÕES DE

C

OMANDO

. O

UTRAPERSPECTIVA António Borges de Carvalho

2006/06/06

A GNR

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R

ELAÇÕES DE

C

OMANDO João Ferreira Barbosa

2006/06/01

R

EEQUIPAMENTOADIADO João Ferreira Barbosa 2006/05/06

O PRACE

EA

D

EFESA

N

ACIONAL João Ferreira Barbosa

2006/03/27

O C

OMANDO

S

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F

ORÇAS

A

RMADAS António Borges de Carvalho

(8)

2006/03/21

O P

RIMEIRO

T

IRO Romeu Bentes Marcelo 2006/03/04

O M

ILITARE O

C

IDADÃO EAS

R

ELAÇÕES

C

IVIL

-M

ILITARES

(II P

ARTE

)

João Brandão Ferreira

2006/03/03

O M

ILITARE O

C

IDADÃO EAS

R

ELAÇÕES

C

IVIL

-M

ILITARES

(I P

ARTE

)

João Brandão Ferreira

2006/01/22

E

XISTEM

F

ORÇASPARAAS

M

ISSÕES

?

João Nuno Barbosa

2006/01/22

C

ONVÉMNÃOPERDERCAPACIDADES João Nuno Barbosa

2005/11/24

P

ORTUGALEO

M

AR

. U

MARELAÇÃODIFÍCIL João Ferreira Barbosa

2005/11/08

P

ORTUGAL

:

OS CONFLITOSMILITARESDOS ÚLTIMOSTRINTAANOS João Brandão Ferreira

2005/07/25

P

ROPOSTADE NOVAMETODOLOGIAPARAADEFINIÇÃODO

S

ISTEMADE

F

ORÇAS Vários

2005/04/23

A

LGUMASPERGUNTASAO

M

INISTRODA

D

EFESA

[1]

Alexandre Reis Rodrigues

2005/04/22

C

APACIDADEEXPEDICIONÁRIAOUDEFESATERRITORIAL

?

Alexandre Reis Rodrigues

2005/03/22

S

EREIASNA

D

EFESA Américo Silva Santos 2005/03/21

P

OLÍTICADE

D

EFESA

N

ACIONALDO

XVII G

OVERNO

C

ONSTITUCIONAL Eduardo Silvestre dos Santos

2005/03/06

I

NDEPENDÊNCIAAMEAÇADA

?

Alexandre Reis Rodrigues 2005/02/23

U

MNOVOCICLOPARAA

D

EFESA

? [1]

Alexandre Reis Rodrigues

2005/01/02

R

EFLEXÕES PROGRAMÁTICASPARAA

D

EFESA

[1]

Grupo Trabalho Reflexão e Defesa (IHD)

2004/06/29

A

LGUNS

C

ONTRIBUTOS PARAA

D

EFINIÇÃODE UMA

P

OLÍTICADE

D

EFESA Alexandre Reis Rodrigues

2004/05/17

(9)

Rui Arrifano 2004/04/23

O

S

I

NVESTIMENTOS NA

D

EFESA Alexandre Reis Rodrigues 2003/11/18

O C

OMANDODAS

F

ORÇAS

A

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R

EVISÃO

C

ONSTITUCIONAL António Borges de Carvalho

2003/09/30

S

EGURANÇA

N

ACIONAL

-

COMPONENTE MILITAR Freitas Ribeiro Pacheco

2003/09/29

T

ELEVISÃO

P

ÚBLICA

Dr. António Borges de Carvalho 2003/06/13

U

MNOVOCICLODE PLANEAMENTO Alexandre Reis Rodrigues

2003/05/06

C

ONSIDERAÇÕESSOBREOSISTEMADE

F

ORÇAS

N

ACIONAL Alexandre Reis Rodrigues

2002/10/02

D

ISCUSSÃOPÚBLICADASBASES DO

CEDN

Alexandre Reis Rodrigues

2002/09/16

A

PROPÓSITODADISCUSSÃODASBASESDO

CEDN

Alexandre Reis Rodrigues

2002/08/21

D

EFESA

,

INTERESSES NACIONAISEAMEAÇAS Alexandre Reis Rodrigues

2001/06/20

O L

IVRO

B

RANCODE

D

EFESA

N

ACIONAL Alexandre Reis Rodrigues

2001/05/02

A R

EFORMADAS

F

ORÇAS

A

RMADAS Alexandre Reis Rodrigues

2000/05/03

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OLÍTICADE

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EFESA

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ACIONAL

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SNOVASMISSÕESDAS

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S Francisco Proença Garcia

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