Abordagem Clássica. Taylor e Fayol. Milton Henrique do Couto Neto

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Texto

(1)

Abordagem Clássica

Taylor e Fayol

Milton Henrique do Couto Neto miltonh@terra.com.br

(2)

Desdobramentos da Abordagem Clássica

Abordagem Clássica da Administração Administração Científica Teoria Clássica Ênfase nas tarefas Ênfase na estrutura Taylor Fayol

(3)

Abordagem Clássica

Consequências da Revolução Industrial

• crescimento acelerado e desorganizado das

empresas;

• busca pela substituição do empirismo e da

improvisação;

• necessidade de aumentar a eficiência e competência

das organizações;

• obter melhor rendimento possível dos seus recursos;

• para resistir a concorrência e competição que se

(4)

Administração Científica

Taylor

 Chão de Fábrica  Ênfase das Tarefas  De baixo para cima

Teoria Clássica

Fayol

 Funções Administrativas  Ênfase na Estrutura

 De cima para baixo

Frederick Winslow Taylor E.U.A.

1856 - 1915

Henri Fayol França 1841 - 1925

(5)
(6)

O operário médio produzia muito menos

do que era potencialmente capaz com o

equipamento disponível.

Porque?

Os salários eram fixos e quem trabalhava mais recebia o mesmo salário de quem trabalhava menos, portanto o funcionário acabava se acomodando, perdendo o interesse e não produzindo de acordo com a sua capacidade.

Solução

Criar condições de pagar mais ao operário que produz mais.

Pressuposto da

(7)

Primeiro Período de Taylor

Livro: Administração de Oficinas - 1903

1. O objetivo da Administração é pagar salários melhores e reduzir custos de produção.

3. Para tal objetivo, a Administração deve aplicar métodos científicos de pesquisa formular princípios e estabelecer processos padronizados que permitam o controle das operações fabrís.

5. Os empregados devem ser científicamente selecionados e colocados em seus cargos com condições de trabalho adequadas.

7. Os empregados devem ser cientificamente treinados para aperfeiçoar suas aptidões e executar uma tarefa para que a produção normal seja cumprida.

9. A Administração precisa criar uma atmosfera de cooperação com os trabalhadores para garantir a permanência desse ambiente psicológico.

(8)

Primeiros Estudos Desenvolvidos por

Taylor

• em relação ao desenvolvimento de pessoal e

seus resultados

– acreditava que oferecendo instruções sistemáticas e

adequadas aos trabalhadores, ou seja, treinando-os, haveria possibilidade de fazê-los produzir mais e com melhor

(9)

Primeiros Estudos Desenvolvidos por

Taylor

• em relação ao planejamento e a atuação dos

processos

– achava que todo e qualquer trabalho necessita, preliminarmente, de um estudo para que seja determinada uma metodologia

(10)

Primeiros Estudos Desenvolvidos por

Taylor

• em relação a

produtividade e a

participação dos recursos

humanos

– estabelecia a coparticipação entre o capital e o trabalho, cujo

resultado refletirá em menores custos, salários mais elevados e, principalmente, em aumentos de níveis de produtividade.

(11)

Primeiros Estudos Desenvolvidos por

Taylor

• em relação ao autocontrole das atividades

desenvolvidas e às normas procedimentais

– introduziu o controle com o objetivo de que o trabalho seja executado de acordo com uma seqüência e um tempo pré-programados, de modo a não haver desperdício operacional.

– Inseriu, também, a supervisão funcional, estabelecendo que todas as fases de um trabalho devem ser acompanhadas de modo a verificar se as operações estão sendo desenvolvidas em conformidades com as instruções programadas.

– Finalmente, apontou que estas instruções programadas devem, sistematicamente, ser transmitidas a todos os empregados.

(12)

Segundo Período de Taylor

Livro: Princípios da Administração Científica - 1911

 As indústrias de sua época padeciam de três males:

3. Vadiagem sistemática dos operários;

5. Desconhecimento, pela gerência, das rotinas de

trabalho e do tempo necessário para sua realização;

7. Falta de uniformidade das técnicas e métodos de

(13)

Elementos de Aplicação da

Administração Científica

 Estudo de tempos e padrões de produção;

Supervisão funcional;

 Padronização de máquinas, ferramentas,

instrumentos e materiais;

Planejamento do desenho de tarefas e cargos;

 Princípio da exceção;

Prêmios de produção pela execução eficiente das

tarefas;

(14)

Organização Racional do Trabalho

 Análise do trabalho e estudo dos tempos

e movimentos.

 Estudo da fadiga humana.

 Divisão do trabalho e especialização do operário.

 Desenho de cargos e de tarefas.  Incentivos salariais e prêmios de

produção.

 Conceito do homo economicus.

 Condições ambientais de trabalho, como iluminação, conforto etc.

 Padronização de métodos e de máquinas.  Supervisão funcional.

(15)

Organização Racional do Trabalho

Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos.Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos.

 Estudo da fadiga humana.

 Divisão do trabalho e especialização do operário.  Desenho de cargos e de tarefas.

 Incentivos salariais e prêmios de produção.  Conceito do homo economicus.

 Condições ambientais de trabalho, como iluminação, conforto etc.

 Padronização de métodos e de máquinas.  Supervisão funcional.

(16)

ORT – Estudo dos Tempos e Movimentos

VANTAGENS:

Elimina movimentos inúteis e os substitui por

outros mais eficazes;

Racionaliza a seleção e treinamento do pessoal;

Melhora a eficiência do operário e o rendimento

da produção;

Distribui uniformimente o trabalho, para que não

haja períodos de falta ou excesso de trabalho.

(17)

ORT – Estudo dos Tempos

e Movimentos

OBJETIVOS:

Eliminação de todo o desperdício de

esforço humano;

Adaptação dos operários à própria

tarefa;

Treinamento dos operários para

melhor adequação a seus trabalhos;

Maior especialização das atividades;

Estabelecimento de normas detalhadas

de execução do trabalho.

(18)

Movimentos Elementares

1. Procurar 2. Escolher 3. Pegar 4. Transportar vazio 5. Transportar cheio

6. Posicionar (colocar em posição)

7. Preposicionar (preparar para colocar em posição)

8. Unir (ligar ou anotar) 9. Separar 10. Utilizar 11. Soltar a carga 12. Inspecionar 13. Segurar 14. Esperar inevitavelmente 15. Esperar quando evitável 16. Repousar

17. Planejar

Therblig

 Anagrama de Gilbreth Frank Gilbreth – engenheiro

americano que acompanhou Taylor

(19)

Movimentos Elementares

Pegar

Pegar

o parafuso;

Transportá-lo

Transportá-lo

até a peça;

Posicioná-lo

Posicioná-lo

;

Pegar

Pegar

e;

Transportar

Transportar

a chave de fenda até o parafuso;

Utilizá-la

Utilizá-la

e;

(20)

Organização Racional do Trabalho

 Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos.

Estudo da fadiga humana.Estudo da fadiga humana.

 Divisão do trabalho e especialização do operário.  Desenho de cargos e de tarefas.

 Incentivos salariais e prêmios de produção.  Conceito do homo economicus.

 Condições ambientais de trabalho, como iluminação, conforto etc.

 Padronização de métodos e de máquinas.  Supervisão funcional.

(21)

ORT – Estudo da Fadiga Humana

A fadiga predispõe o trabalhador para:

Diminuição da produtividade e da qualidade

do trabalho;

Perda de tempo;

Aumento da rotatividade de pessoal;

Doenças e acidentes;

(22)

Organização Racional do Trabalho

 Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos.  Estudo da fadiga humana.

Divisão do trabalho e especialização do operário.Divisão do trabalho e especialização do operário.

 Desenho de cargos e de tarefas.

 Incentivos salariais e prêmios de produção.  Conceito do homo economicus.

 Condições ambientais de trabalho, como iluminação, conforto etc.

 Padronização de métodos e de máquinas.  Supervisão funcional.

(23)

ORT – Divisão do Trabalho e

Especialização do Operário

Cada operário Vários operários Vários operários

desempenha desempenham em desempenham em série

a tarefa total paralelo partes da tarefa partes da tarefa total

(24)

ORT – Divisão do Trabalho e

Especialização do Operário

Cada operário passou a ser especializado na

Cada operário passou a ser especializado na

execução de uma única operação ou tarefa, de

execução de uma única operação ou tarefa, de

maneira contínua e repetitiva.

(25)

Organização Racional do Trabalho

 Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos.  Estudo da fadiga humana.

 Divisão do trabalho e especialização do operário.

Desenho de cargos e de tarefas.Desenho de cargos e de tarefas.

 Incentivos salariais e prêmios de produção.  Conceito do homo economicus.

 Condições ambientais de trabalho, como iluminação, conforto etc.

 Padronização de métodos e de máquinas.  Supervisão funcional.

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ORT – Desenho de

Cargos e Tarefas

TAREFA

TAREFA

– Toda atividade executada por uma pessoa no seu

trabalho dentro da organização.

CARGO

CARGO

– Conjunto de tarefas executadas de maneira cíclica ou

repetitiva.

DESENHAR UM CARGO

DESENHAR UM CARGO

– Especificar seu conteúdo (tarefas), os métodos de

executar as tarefas e as relações com os demais cargos

existentes.

(27)

Vantagens na Simplificação do Desenho de

Cargos

1. Admissão de empregados com qualificações mínimas e salários menores para reduzir os custos de produção

• Minimização dos custos de treinamento

• Redução de erros na execução para diminuir rejeições e refugos • Facilidade na supervisão para que cada supervisor possa

controlar mais facilmente sua equipe

• Aumento da eficiência do trabalhador permitindo maior produtividade.

(28)

Organização Racional do Trabalho

 Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos.  Estudo da fadiga humana.

 Divisão do trabalho e especialização do operário.  Desenho de cargos e de tarefas.

Incentivos salariais e prêmios de produção.Incentivos salariais e prêmios de produção.

 Conceito do homo economicus.

 Condições ambientais de trabalho, como iluminação, conforto etc.

 Padronização de métodos e de máquinas.  Supervisão funcional.

(29)

ORT – Incentivos Salariais e

Prêmios de Produção

Remuneração baseada na produção de cada operário

O operário que produz pouco ganha pouco e o que

produz mais, ganha na proporção de sua produção

O estímulo salarial adicional para que os operários

ultrapassem o tempo padrão

tempo padrão

é o prêmio de

(30)

ORT – Incentivos Salariais e Prêmios de

Produção

Peças Produzidas e Nível de Eficiência

Re m un er aç ão 100% 110% Prêmio de Produção

(31)

Organização Racional do Trabalho

 Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos.  Estudo da fadiga humana.

 Divisão do trabalho e especialização do operário.  Desenho de cargos e de tarefas.

 Incentivos salariais e prêmios de produção.

Conceito do Conceito do homo economicushomo economicus..

 Condições ambientais de trabalho, como iluminação, conforto etc.

 Padronização de métodos e de máquinas.  Supervisão funcional.

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ORT – Conceito de Homo Economicus

Toda pessoa é concebida como influenciada

exclusivamente por recompensas salariais,

econômicas e materiais.

 O Homem não trabalha por que gosta, mas como meio de ganhar a vida;

 O homem é motivado a trabalhar pelo medo da fome e pela necessidade de dinheiro para viver;

 As recompensas salariais e os prêmios de produção influenciam os esforços individuais do trabalho, fazendo com que o trabalhador desenvolva o máximo que suportar fisicamente para ganhar mais;  Uma vez selecionado científicamente o trabalhador, ensinado o

método de trabalho e condicionada sua remuneração à eficiência, este passaria a produzir o máximo dentro de sua capacidade física.

(33)

Organização Racional do Trabalho

 Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos.  Estudo da fadiga humana.

 Divisão do trabalho e especialização do operário.  Desenho de cargos e de tarefas.

 Incentivos salariais e prêmios de produção.  Conceito do homo economicus.

Condições ambientais de trabalho, como iluminação, Condições ambientais de trabalho, como iluminação,

conforto etc.

conforto etc.

 Padronização de métodos e de máquinas.  Supervisão funcional.

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ORT – Condições de Trabalho

• Adequação de instrumentos e ferramentas de trabalho

e de equipamentos de produção para minimizar o

esforço do operador e a perda de tempo na execução

da tarefa;

• Arranjo físico das máquinas e equipamentos para

racionalizar o fluxo da produção;

• Melhoria do ambiente físico de trabalho de maneira

que o ruído, a ventilação, a iluminação, o conforto no

trabalho não reduzam a eficiência do trabalhador;

• Projetos de instrumentos e equipamentos especiais,

como transportadores, seguidores, contadores e

utensílios para reduzir movimentos inúteis.

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Organização Racional do Trabalho

 Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos.  Estudo da fadiga humana.

 Divisão do trabalho e especialização do operário.  Desenho de cargos e de tarefas.

 Incentivos salariais e prêmios de produção.  Conceito do homo economicus.

 Condições ambientais de trabalho, como iluminação, conforto etc.

Padronização de métodos e de máquinas.Padronização de métodos e de máquinas.

(36)

ORT - Padronização

– Máquinas e equipamentos; – Ferramentas e instrumentos de trabalho; – Matérias-primas e componentes;

Para reduzir

– Variabilidade e; – Diversidade no processo produtivo;

E daí

– Eliminar o desperdício; – Aumentar a eficiência.

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Organização Racional do Trabalho

 Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos.  Estudo da fadiga humana.

 Divisão do trabalho e especialização do operário.  Desenho de cargos e de tarefas.

 Incentivos salariais e prêmios de produção.  Conceito do homo economicus.

 Condições ambientais de trabalho, como iluminação, conforto etc.

 Padronização de métodos e de máquinas.

(38)

Supervisor de Manutenção Supervisor de Produção Supervisor de Qualidade

Operário A Operário B Operário C Operário D

(39)

Princípios da Administração Científica

1.

1.

Princípio de Planejamento

Princípio de Planejamento

– Substituir no trabalho o critério individual do

operário, a improvisação e a atuação

empírico-prática, por métodos baseados em procedimentos

científicos.

(40)

Princípios da Administração Científica

1.

1.

Princípio de Preparo

Princípio de Preparo

– Selecionar científicamente os trabalhadores de

acordo com suas aptidões e prepará-los e

treiná-los para produzirem mais e melhor;

– Preparar também as máquinas e equipamentos

através de arranjo físico e disposição racional das

ferramentas e materiais.

(41)

Princípios da Administração Científica

1.

1.

Princípio de Controle

Princípio de Controle

– Controlar o trabalho

para se certificar de

que este já está sendo

executado de acordo

com os métodos

estabelecidos e

segundo o plano

previsto.

(42)

Princípios da Administração Científica

1.

1.

Princípio da Exceção

Princípio da Exceção

– Distribuir distintamente atribuições e

responsabilidades para que a execução do trabalho

seja disciplinada;

– Tudo o que ocorre dentro dos padrões normais não

deve ocupar a atenção do administrador, que deve

verificar as ocorrências que se afastem dos padrões;

(43)

Princípios da Administração Científica

1.

1.

Princípio da Exceção

Princípio da Exceção

– Decisões frequentes devem ser transformadas em

rotinas e delegadas aos subordinados, deixando

problemas mais sérios e importantes aos

superiores.

Delegação

(44)

Princípios da Administração Científica

1.

1.

Princípio da Exceção

Princípio da Exceção

Ocorrências Fr eq uê nc ia Q1 Q2 Q3 Região da Normalidade Exceções Exceções Exceções Exceções Delegada aos Subordinados Superior Superior

(45)

Críticas a Administração Científica

• Mecanicismo da Administração Científica

– O homem deveria produzir como uma máquina ou

robô, uma vez que Taylor procurava, sem

conhecer devidamente o organismo humano,

conseguir o rendimento máximo

máximo, quando deveria

perseguir o rendimento ótimo

ótimo

.

(46)

Críticas a Administração Científica

• Superespecialização do

Operário

– O fracionamento das

tarefas privam o operário

da satisfação no trabalho,

e, o que é pior, violam a

dignidade humana.

(47)

• Visão Microscópica do Homem

– Com uma concepção negativista do homem (na

qual as pessoas são preguiçosas e ineficientes),

Taylor ignora que o trabalhador é um ser humano

e social;

– A Administração Científica considera o homem

apenas em termos de suas relações com seus

instrumentos de trabalho e com seus superiores,

deixando de lado a questão social e informal da

relação humana.

(48)

Críticas a Administração

Científica

• Ausência de Comprovação Científica

– Usou-se pouquíssima pesquisa e experimentação

científica;

– O conhecimento foi alcançado pela evidência e

não pela abstração;

– Os aspectos mais importantes referem-se ao

como

(49)

Críticas a Administração Científica

Abordagem Incompleta da Organização

Abordagem Incompleta da Organização

Por não considerar os aspectos informais, nem os

Por não considerar os aspectos informais, nem os

aspectos humanos da organização, a Administração

aspectos humanos da organização, a Administração

Científica é considerada incompleta, parcial e

Científica é considerada incompleta, parcial e

inacabada.

(50)

Críticas a Administração Científica

• Limitação do Campo de Aplicação

– Taylor se restringiu aos problemas de produção

localizados na fábrica, não considerando os

demais aspectos da vida de uma empresa, como

financeiros, comerciais, etc.

(51)

Críticas a Administração Científica

• Abordagem Prescritiva e Normativa

– A Administração Científica se preocupa em

prescrever princípios como receituário

suficiente para todas as cisrcunstâncias, como

se fossem soluções enlatadas que regem o

como fazer

como fazer quando deveria, primeiramente,

explicar seu funcionamento

(52)

Críticas a Administração Científica

• Abordagem de Sistema

Fechado

– A Administração Científica

visualiza as empresas como se

elas existissem no vácuo, ou

como se fossem entidades

autônomas, absolutas e

hermeticamente fechadas a

qualquer influência vindo de fora

delas;

– Só visualiza o que ocorre dentro

da organização.

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Referências

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