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REGULADORES MR 12 AKROS - MR 12 NIKO S

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Academic year: 2021

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REGULADORES

MR 12 AKROS - MR 12 NIKO S

I N T RO D U Ç Ã O

Pa rabéns por ter escolhido a confiança de um regulador Mares.

Seu regulador foi realizado com processos de fa b ricação e materiais aper-feiçoados graças à quinze anos de pesquisa e evolução contínu a .

As técnicas mais sofisticadas associam-se à garantia que cada componente do seu regulador foi testado no nosso ultra m o d e rno estabelecimento de Rapallo - Itália. Isto significa “ c o n f i a n ç a ”, uma característica fundamental para cada produto de mergulho em TODOS os produtos MARES.

Este manual é um guia para mergulhadorees ex p e ri e n t e s, não é um manual de i n s t ruções para iniciantes.

A DV E RT Ê N C I A

O equipamento de mergulho deveria ser utilizado somente por mer-gulhadores adequadamente preparados. Em cursos de treinamento os Instrutores Habilitados ensinam como utilizar este regulador. Para garantir a máxima segurança, a manutenção deste equipamento d everia ser confiada somente à MARES ou a um CENTRO DE AS-SISTÊNCIA AU TORIZADO MARES.

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C E RTIFICADO CE

Os reguladores Mares descritos neste manual fo ram testados e certificados pelo Organismo de Prova Notificado N° 0426 Istituto Ricerca Breda - TÜV Italia/TÜV Baye rn - Viale Sarca 336 Milão (Itália) confo r-me a diretriz 89/686 CEE de 21 de dezembro de 1989. As modalidades de testes fo ram executadas de acordo com a disposição EN 250, em aplicação da mesma diretriz, que estabelece as condições de emis-são no mercado e os requisitos essenciais de segurança dos Dispositivos de Proteção Individual (DPI). M o d e l o Águas não fri a s Águas fri a s M a r c a

(acima de 10°C) (abaixo de 10°C)

MR 12 AKROS INT/DIN a p r ova d o a p r ovado versão CWD CE 0426

MR 12 NIKOS INT/DIN a p r ova d o — — — — — 9 5

REFERÊNCIAS À EN 250 - OBJETIVO - DEFINIÇÕES - LIMITA Ç Õ E S

O b j e t i vo : os requisitos e os testes estabelecidos no Padrão EN 250 servem para garantir o níve l mínimo de segurança de funcionamento dos reguladores para mergulho a uma profundidade máxima de 50 m. Scuba - Definição (EN 132): Aparelho para mergulho com regulador de circuito aberto e ar comprimido contido em um cilindro.

Scuba - Equipamento mínimo (EN 250): a) Cilindro/s de ar

b) Regulador

c) Dispositivo de segurança, ex .m a n ô m e t r o / c o m p u t a d o r, ou reserva, ou alarm e

d) Sistema de suporte e tra n s p o rt e, ex .s u p o rte a ser colocado nas costas e/ou tira s, colete equilibra d o r e) Bocal (ou máscara de rosto inteira ou capacete para mergulhadores)

f) Instruções de opera ç ã o Limitações (EN 250)

- Reguladores para águas frias - tempera t u ra da água infe rior à +10°C - Reguladores para águas mornas - tempera t u ra da água superior à +10°C - Profundidade máxima: 50 metros

S C U BA - Grupos Componentes (EN 250): O SCUBA é constituído por componentes como cilindros,

r e g u l a d o r, manômetro, colete equilibra d o r. O regulador Mares descrito neste manual pode ser utilizado com qualquer componente de SCUBA, certificado de acordo com a diretriz CEE 89/686. O ar contido nos cilin-dros deve satisfa zer os requisitos de ar respirável estabelecidos pelo Padrão CEN EN 132 - Apêndice A. PRINCÍPIOS GERAIS DE FUNCIONAMENTO

Os reguladores reduzem a pressão do ar dos cilindros a uma pressão interm e d i á ria adequada à respira ç ã o. Os reguladores modernos efetuam esta operação utilizando dois estágios ligados entre si através de uma m a n g u e i ra . O primeiro estágio tem a tarefa de fo rnecer ao segundo estágio uma pressão reduzida e sobre-tudo constante, apesar da grande va riação à qual a pressão nos cilindros está submetida durante o mer-gulho (em geral mais de 200 bar). O segundo estágio tem a tarefa de levar a pressão até o nível da pressão ambiente e de fo rnecer ar ao mergulhador somente em conseqüência de um ato inspira t ó ri o. Cada estágio do regulador contém uma válvula intern a .Q u a n d o, no regulador, ocorre um desequilíbrio de pressão dev i d o à ex t ração de ar provocada pelo mergulhador (inicia o ato inspira t ó rio), as válvulas se abrem e deixam o ar sair até a pressão alcançar o equilíbrio (fim do ato respira t ó ri o ) .

O PRIMEIRO ESTÁGIO

Pa ra que o 2° estágio possa funcionar corretamente, o 1° estágio deve fo rnecer ar com uma pressão inter-m e d i á ria adequada e sobretudo constante. Esta característica típica de todos os priinter-meiros estágios MARES é fundamental para obter uma ótima afinação do 2° estágio capaz de garantir o melhor rendimento dura n t e todo o mergulho e independentemente da pressão contida nos cilindros. Todos os primeiros estágios Mares são disponíveis com adaptador DIN 477 ou adaptador internacional YOKE CGA 850 de acordo com o Padrão CEN-EN 250 para a conex ã o.

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MR 12

A série de reguladores MR12 tem uma longa história de sucessos. G raças a uma ex p e riência direta de mais de dez anos esta série passou todos os testes e conquistou a confiança de mergulhadores fa m o s o s, profis-sionais e esport i s t a s. O regulador MR12 original foi apresentado em 1966, deixando o espaço a gera ç õ e s f u t u ras com características inova d o ras e rendimento sempre melhor. H o j e, o nome MR12 identifica um dos p rimeiros estágios mais ava n ç a d o s, e tecnologicamente equilibra d o s. MR12 é um primeiro estágio de dia-f ragma capaz de dia-fo rnecer uma pressão constante e um alto dia-fluxo de ar também nas condições mais didia-fíceis. P r ovido de uma proteção contra os choques, possui o novo sistema DFC (Dynamic Flow Control) para balancear a pressão na fase de inspira ç ã o.

O 1° estágio MR12 é provido de 1 saída de alta pressão com conexão HP de 7/16” U N F, 1 saída DFC de 3/8” UNF para a conexão do 2° estágio e 4 saídas de baixa pressão de 3/8” UNF para o Octopus, LP inflator, etc.

SISTEMA DFC

O sistema DFC presente nos primeiros estágios MR12 e MR22 permite reduzir ao mínimo a queda de pres-são que ocorre em todos os primeiros estágios de reguladores em geral durante a inspiração (Fig. 2 ) .E s t e fenômeno é tanto mais perceptível quanto mais fo rte é o fluxo de ar pedido ao regulador. Por conseguinte, p rincipalmente em profundidades elevadas e em condições ex t r e m a s, o esforço de inspiração do regulador será muito menor.

Nos primeiros estágios MR12 e MR22 o sistema DFC está presente na saída principal de baixa pressão. A s o u t ras saídas (para Octopus, LP inflator, etc.) têm um funcionamento norm a l .

KIT CWD (o p c i o n a l )

Em condições part i c u l a rmente ri g o r o s a s, em caso de uso profissional em águas frias ou poluídas, os pri m e i-ros estágios MR12 e MR22 podem ser equipados com o Kit CWD que isola completamente do contato com a água todas as partes internas do 1° estágio. O Kit CWD deve ser instalado ex c l u s i vamente por um centro de assistência autorizado MARES.

DADOS TÉCNICOS PRIMEIROS ESTÁGIOS

M AT E R I A I S MR 12

C o r p o / ” yo k e ” B r o n ze cromado

M o l a s Aço inox i d á ve l

A s s e n t o Elastômero vulcanizado de alta resistência

V á l v u l a B r o n ze niquelado

N° SAÍDAS ALTA PRESSÃO 1

N° SAÍDAS BAIXA PRESSÃO 5

PESO (sem as mangueiras) (gr. ) 6 1 0

PRESSÃO INTERMEDIÁRIA A 200 BA R 9 , 8 - 1 0 , 2

PRESSÃO INTERMEDIÁRIA A 35 BA R 9 , 8 - 1 0 , 2

SISTEMA DFC S I M

D I S P O N I B I L I DADE KIT CWD S I M

O SEGUNDO ESTÁGIO

O segundo estágio deve fo rnecer ar à pressão ambiente ex c l u s i vamente durante o ato inspira t ó ri o. O esque-ma do 2° estágio na Fig. 3 ilustra esta função. Quando o mergulhador inspira, a pressão no interior do segundo estágio diminui provocando uma diferença de pressão (desequilíbrio) no diafra g m a . Po rt a n t o, o dia-f ragma se dobra para o interi o r, empurrando para baixo a alavanca de alimentação e abrindo a válvula do segundo estágio. O ar continua fluindo no interior do segundo estágio (e para o mergulhador) até ele para r de inspira r. A pressão então aumenta e empurra o diafragma na direção oposta, isto permite à válvula de se fechar e interromper a alimentação.

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A K ROS (regulador MR12 AKRO S )

O segundo estágio AKROS foi projetado para garantir o maior rendimento em todas as condições de utilização. G raças ao sistema V. A . D. ( Vo rt ex Assisted Design) e a um novíssimo defletor móvel, ele garante um esfo r ç o r e s p i ra t ó rio extremamente reduzido, tanto na inspiração quanto na ex p i ra ç ã o, em todas as profundidades. A s p a rtes metálicas adicionais, junto com o novo by-pass com barbatanas, permitem uma melhor troca t é rmica com o ex t e rior e portanto um rendimento superior até em águas fri a s.

A alavanca recoberta de PTFE autoadesivo e a mangueira “ H i - F l ow ” completam o alto rendimento deste r e g u l a d o r.

N I KOS (regulador MR12 NIKO S )

O segundo estágio NIKOS utiliza o sistema Ve n t u ri otimizado que, graças ao atento estudo dos fluxos de ar, às provas efetuadas no simulador de mergulho e aos testes de imersão aos quais foi submetido, permite um e s forço de respiração extremamente baixo. A l avanca recoberta de PTFE autoadesivo e mangueira Hi-Flow p a ra um rendimento melhor.

Sistema V. A . D.

O segundo estágio AKROS utiliza o sistema V. A . D. ( Vo rt ex Assisted Design), sistema ex c l u s i vo e patenteado pela Mares. G raças a este sistema que garante baixo esforço de respiração a qualquer profundidade, o ar que entra pela mangueira passa através da válvula do segundo estágio e se encaminha, através do peque-no tubo by - p a s s, diretamente para o bocal (fig. 4), onde é fo rmado um efeito tipo turbilhão chamado “ vo rt ex ” . Este efeito cria uma área de depressão fa zendo com que o diafragma do segundo estágio seja abaixado d u rante a inalação, aumentando assim a sensibilidade do regulador.

O novíssimo defletor móvel (patenteado) contri bui também para um rendimento mais eleva d o. De fa t o, d u rante a inalação assume uma posição mais inclinada, endereçando o ar diretamente para o bocal, quanto maior for o fluxo de ar pedido. D u rante a ex p i ra ç ã o, ao contrári o, o defletor posiciona-se automaticamente de acordo com a direção do fluxo e não constitue então um obstáculo à saída do ar.

DADOS TÉCNICOS SEGUNDOS ESTÁGIOS

MR 12 AKRO S MR 12 NIKO S

M a t e ri a l Tecnopolímero refo r ç a d o Tecnopolímero refo r ç a d o p a rtes metálicas

V á l v u l a B r o n ze cromado - Te c n o p o l í m e r o A l avanca de alimentação Aço inox i d á vel - Recoberto de PTFE

Ta m p a Po l i c a r b o n a d o

M o l a s Aço inox i d á ve l

D i a f ra g m a s S i l i c o n e

Válvula de descarga S i l i c o n e

A s s e n t o Elastômero vulcanizado alta resistência

B o c a l S i l i c o n e

PESO (sem mangueira) (gr. ) 2 2 5 2 2 0

V. A . D. S I M N Ã O D E F L E TOR MÓVEL S I M N Ã O R E N D I M E N TO - NORMAS CEN S I M S I M R E N D I M E N TO - NORMAS US NAV Y S I M N Ã O MANGUEIRA “ H I - F L OW ” S I M S I M C O M P R I M E N TO MANGUEIRA (2° estágio)(cm) 8 0 8 0 C O M P R I M E N TO MANGUEIRA (Octopus)(cm) 1 0 0 1 0 0

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USO E MANUTENÇÃO

CONEXÃO DA MANGUEIRA AO 1° ESTÁGIO

A conexão das mangueiras dos acessórios deve ocorrer de maneira que o o’ring não seja danificado. T i ra r com a chave adequada a tampa de vedação do 1° estágio; rosquear o terminal da mangueira nas saídas do 1° estágio, apertando com delicadeza mas com firm e z a .

ANTES DO MERGULHO

- Ve rificar se todas as mangueiras estão bem ligadas ao 1° estágio e que não tenham cortes nem outros vestígios de danos ou desgaste. Se conseguir afrouxar manualmente as mangueira s, isto significa que é n e c e s s á rio apertá-las novamente com uma chave antes de colocá-las sob pressão.

- Ve rificar se o 1° e o 2° estágio não apresentam danos ev i d e n t e s.

- Colocar as torn e i ras do cilindro de modo que o ar saia em direção do mergulhador.

- T i rar a tampa de proteção da entrada do primeiro estágio e colocar o “ yo ke ” no centro da conexão das t o rn e i ra s.

- Colocar o corpo do primeiro estágio de modo que a mangueira de conexão com o segundo estágio saia no ombro direito do mergulhador (Fig. 5 ) .

- Apertar com a mão o parafuso do yo ke tendo o cuidado de não danificar a o’ring posicionado na c o n exão das torn e i ra s.

- Se o regulador for provido de conexão DIN, conectá-lo às torn e i ras apertando manualmente o anel de a p e rt o.

- Ve rificar se o manômetro indica pressão ze r o.

- Abrir bem devagar a torn e i ra do cilindro, deixando entrar gradualmente o ar no regulador.

A DV E RT Ê N C I A

Não utilizar nenhum tipo de adaptador para conectar a mangueira baixa pressão a saida de alta p r e s s ã o , p o rque isto poderia provocar graves acidentes. Os componentes para baixa pressão não foram projetados para pressões superiores a 20 bar.

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A DV E RT Ê N C I A

O regulador isolado não representa um conjunto para mergulho completo (SCUBA ) , é somente uma parte dele. C o n forme a EN 250, um SCUBA completo deve incluir pelo menos o Equipa-mento Mínimo abaixo especificado:

a) Cilindro/s de ar - b) Regulador - c) Dispositivo de segurança, ex .m a n ô m e t ro / c o m p u t a d o r, o u r e s e rva , ou alarme - d)Sistema de suporte e transport e, ex .s u p o rte a ser colocado nas costas e/ou tiras, colete equilibrador e) Bocal (ou máscara completa ou capacete para mergulhador) -f) Instruções

O seu regulador Mares foi projetado para ser conforme os requisitos para ar respirável estabe-lecidos pelo Padrão CEN EN 132 - Apêndice A.

ANTES DA MONTAGEM DOS COMPONENTES DO SEU SCUBA , LEIA AT E N TAMENTE TO DA S AS INSTRUÇÕES E AS EVENTUAIS LIMITAÇÕES DE USO NELAS CONTIDA S

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A DV E RT Ê N C I A

Durante esta operação, acionar o botão de purga manual do segundo estágio. Isto permite reduzir o impacto sobre o assento de alta pressão (Fig. 6 ) . NÃO EFETUAR ESTA OPERAÇÃO EM AMBIENTES COM T E M P E R ATURA INFERIOR A 10°C.

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- Ve rificar se o manômetro indica a pressão do cilindro prevista e que esta seja suficiente para o mergulho p r o gra m a d o.

- Ve rificar se não há perdas de ar na conexão entre o cilindro e o regulador. Se identificar uma perda, esta p o d e ria ser provocada por uma montagem errada do regulador sobre as torn e i ra s, ou por um o’ring danifi-cado nas torn e i ras do cilindro.

- Pa ra garantir que a emissão de ar do regulador seja correta, ex p i rar através do bocal para expelir eve n t u a i s impurezas presentes no segundo estágio, depois disso, inspira r. Repetindo algumas ve zes esta opera ç ã o, eventuais problemas serão identificados.

DURANTE O MERGULHO

- Se um segundo estágio for utilizado com o Octopus, aconselha-se o uso protetor de bocal, para evitar a e n t rada de corpos estra n h o s.

- Quando o regulador está fo ra da boca do mergulhador, o ar pode sair. Pode-se evitar este inconve n i e n t e, v i rando de cabeça para baixo o regulador e enchendo-o de água (Fig. 7 ) . Se a saída do ar continu a r, inter-romper o mergulho.

MERGULHOS EM ÁGUAS FRIAS

De acordo com o Padrão CEN EN 250 são consideradas frias as águas com tempera t u ras abaixo de 10°C. Utilizar sempre o Kit CWD (Cold Water Diving) com os reguladores MARES. A OPERAÇÃO DE MONTA-GEM DO KIT CWD DEVERÁ SEMPRE E SOMENTE SER EXECUTA DA POR UM CENTRO DE ASSI-STÊNCIA AU TORIZADO MARES.

A DV E RT Ê N C I A

M e rgulhos em águas frias (10°C ou menos) com uma preparação técnica inadequada podem p rovocar danos graves e até a mort e. Antes de mergulhar em águas frias, se aconselha uma preparação específica efetuada com a supervisão de instrutores de mergulho habilitados. O s reguladores Mares equipados com o Kit CWD poderiam apresentar fenômenos de “ c o n ge l a-m e n t o ” pois não é possível ia-mpedir o congelaa-mento do segundo estágio ea-m qualquer situação. Neste caso, os reguladores podem não funcionar corretamente, p rovocando danos graves e até a mort e. Po rt a n t o , é necessário uma preparação adequada para prevenir ou enfrentar ev e n t u a i s p ro blemas provocados por um regulador que apresenta fenômenos de “ c o n ge l a m e n t o ” . Nestas situações devem ser tomadas as precauções abaixo especificadas:

1) Nunca use o regulador fora da água.

2) Acionar o botão de purga somente durante o mergulho levemente e por pouco tempo.

DEPOIS DO MERGULHO - MANUTENÇÃO

O regulador deve ser lavado com água doce quando ainda está em pressão. Isto permite a lavagem i n t e rna do segundo estágio, sem a introdução de impuridades nas áreas que devem perm a n e c e r estanques. Enxaguar o primeiro estágio e deixar fluir a água dentro do bocal do segundo estágio e através dos canais de descarga (bigode) para eliminar qualquer impureza. Se o regulador não estiver em pressão, não acionar o botão de alimentação durante a operação de lavagem, pois acionando-o podem entrar impurezas no assento da válvula, provocando o risco de vazamento. Para impedir a con-taminação do filtro e do primeiro estágio, não deixar entrar a água na entrada do ar do primeiro está-gio. Colocar a tampa de proteção do primerio estágio no filtro e fixá-la com o parafuso do yoke (Fig.8). Deixar secar o regulador antes de guardá-lo.

Se o regulador permanecer por longo tempo exposto à luz direta ou em ambientes com muita poeira e muita graxa, alguns componentes podem estragar.

O regulador não necessita de lubrificantes, pelo contrário, estes não devem ser utilizados durante a manutenção.

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A DV E RT Ê N C I A

O bom funcionamento do regulador depende também de uma correta manu t e n ç ã o . Po rt a n t o , aconselhamos que o regulador seja revisionado por um centro de assistência autorizado Mares pelo menos uma vez por ano. Em part i c u l a r, aconselha-se a substituição da válvula do p r i m e i ro estágio cada 2 anos de utilização ou cada 200 horas de merg u l h o .

C A RTÃO DE GARANTIA

C o m p rando o regulador Mares você recebe um cartão de garantia perm a n e n t e, de material plástico resi-s t e n t e. Neresi-ste cartão eresi-stá impreresi-sresi-so o modelo e o número de resi-série do regulador adquiri d o. É i m p o rt a n t e e s c r ever o próprio nome e sobrenome e assinar no espaço em bra n c o. C o n s e rve este cartão e em caso de m a nutenção do regulador, apresente a qualquer Centro de Assistência Au t o rizado Mares do mu n d o.

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F i g . 1 P R I M E I RO ESTÁGIO

A LTA PRESSÃO - DIAFRAGMA - PRESSÃO DA ÁGUA - PRESSÃO INTERMÉDIA

F i g . 2 DIFERENÇA DA QU E DA DA PRESSÃO INTERMEDIÁRIA EM FASE INSPIRATÓRIA - PRIMEIRO ESTÁGIO TRADICIONAL - PRIMEIRO ESTÁGIO COM DFC

F i g . 3 SEGUNDO ESTÁGIO

FLUXO DO AR - PRESSÃO INTERMEDIÁRIA - DIAFRAGMA - PRESSÃO DA ÁGUA - BAIXA P R E S S Ã O

Fig 4 SEGUNDO ESTÁGIO

TUBO BY- PASS - FLUXO DO AR - PRESSÃO INTERMEDIÁRIA - D I A F R AGMA - PRESSÃO DA Á G UA - BAIXA PRESSÃO

Referências

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