UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS
DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS
MEMORIAL DE ATIVIDADES ACADÊMICAS (MAA)
Promoção à Classe E com denominação de Professor Titular da Carreira do Magisterio Superior
Angela da Veiga Beltrame
(SIAPE 1159742)SUMÁRIO
Apresentação
1. Formação escolar, graduação e período pré-UFSC 2 . Período entre 1992 até a atualidade (UFSC)
3. Relação dos comprovantes da titulação, atuação acadêmica e profissional 4. Disciplinas ministradas na graduação e na pós-graduação
5. Orientações de Doutorado concluídas 6. Orientação de Doutorado em andamento 7. Orientações de Mestrado concluídas
8. Orientações de Trabalho de conclusão e de Estágio de conclusão de curso 9. Orientações de Estágio supervisionado concluídas
10. Orientações de bolsistas de Iniciação científica e Monitorias 11. Livros publicados
12. Capítulos de livros publicados
13. Artigos completos publicados em periódicos
14. Artigos completos publicados em anais de congressos 15. Resumos expandidos publicados em anais de congressos 16. Resumos simples publicados em anais de congressos 17. Coordenação de Projetos de pesquisa com finaciamento
18. Coordenação e participação em Projetos de pesquisa sem finaciamento 19. Coordenação de Projeto de ensino
20. Coordenação e participação em Projetos de extensão 21. Participação em bancas de Teses de doutorado 22. Participação em bancas de Dissertações de mestrado
23. Participação em bancas de Qualificação de doutorado e de mestrado 24. Participação em bancas de Trabalho de conclusão de curso de graduação 25. Participação em bancas de Concursos
26. Palestras e Cursos oferecidos 27. Exercicio de cargos administrativos 28. Organização de eventos
29. Produção de Videos didáticos e informativos 30. Artigos em Revistas (Magazine)
31. Comendas ANEXO (CD)
APRESENTAÇÃO
Este Memorial de Atividades Acadêmicas (MAA) foi elaborado de acordo com a normativa no. 40/CUn/2014, de 27 de maio de 2014, com a Resolução Normativa no.69/Cun, de 31 de maio de 2016 e com a Resolução Normativa no.76/CUn, de 17 de junho de 2016, que normatizam a progresssão dos docentes da UFSC à classe E (Titular). Este MAA, portanto, é um documento que salienta os feitos marcantes e méritos do docente nas atividades de ensino, pesquisa, extensão e administração, com caráter descritivo, analítico e quantitativo.
As duas primeiras partes constam da narrativa sobre minha trajetória acadêmica e profissional, sendo que a primeira trata da minha formação escolar, da graduação e do período entre os anos de 1985 a 1991 (pré-UFSC). A segunda parte trata do período desde 1992 até 2016, compreendendo 24 anos como docente na UFSC.
Assinalei em negrito uma palavra-chave em cada parágrafo, como uma síntese daquele assunto, no sentido de facilitar a leitura,
As demais partes constam da relação de comprovantes das atividades desenvolvidas e citadas nas duas partes iniciais, numerados em ítens. Os respectivos comprovantes desses ítens, estão numerados conforme o texto e foram escaneados. Os arquivos digitais encontram-se gravados no CD, anexo à este documento.
1. FORMAÇÃO ESCOLAR, GRADUAÇÃO E PERÍODO PRÉ-UFSC
Nasci em 17 de dezembro de 1962 em São Paulo (SP) e sou a terceira, de quatro filhas. Iniciei minha escolaridade em São Paulo (SP) e em 1971, vim com minha família morar em Florianópolis, onde conclui o ensino básico no Colégio Coração de Jesus (hoje Colégio Bom Jesus). Neste tempo, iniciei minha formação em piano com aulas particulares. Realizei o curso fundamental e médio no Colégio Catarinense, onde conclui o curso técnico de Auxiliar de Laboratório de Análises Químicas (item 3.1). Ao realizar este curso, despertou-me o interesse de desenvolver pesquisa científica.
Iniciei, em 1981, a graduação em Agronomia na UFSC, onde pude colocar em prática este interesse, por meio de bolsas de trabalho durante três anos (ítem 3.2). Em seguida obtive bolsa de Iniciação científica do CNPq por mais de um ano (ítens 3.5 e 3.6), atuando em pesquisa de melhoramento genético de milho, aveia e sorgo granífero, sob a orientação do Prof. Dr. Rubens Onofre Nodari (CCA/UFSC). Isto me permitiu publicar três resumos em congresso de iniciação científica (item 3.3) e participar também da organização do mesmo em 1983 (ítem 3.4). Esta experiência em pesquisa científica me forneceu aprofundamento em genética, que mais tarde pude aproveitar ao lecionar Biogeografia na UFSC.
Conclui a graduação em Agronomia em 1985 (ítem 3.7), simultanenamente com o curso técnico em piano, que fiz em paralelo (ítem 3.8), mas neste caso apenas como hobbie.
Neste mesmo ano e no seguinte trabalhei como professora de Técnicas em Atividade Agrícola, junto à Fundação Catarinenese do Bem Estar do Menor (ítem 3.9). Ainda em 1986 fui contratada como professora de ensino superior (horista) pelo Departamento de Fitotecnia da UFSC, durante um semestre (ítem 3.10). Após esta experiência como professora universitária tomei a decisão de me dedicar à carreira acadêmica, voltada para atividades de docência relacionada à área ambiental.
Iniciei em 1987 o curso de mestrado em Utilização e Conservação de Recursos Naturais, junto ao Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSC. Busquei um tema para a dissertação que conciliasse conhecimentos que eu trazia da graduação em Agronomia com a visão da Geografia. Nesta época, a ACARESC (atual EPAGRI - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de SC)
estava iniciando o Programa de Microbacias no Estado de Santa Catarina e buscava aplicar metodologia voltada ao planejamento do uso da terra Foi neste sentido que desenvolvi meu projeto de dissertação.
Em 1988 me casei com Elpídio Beltrame, também agrônonomo, grande amigo e companheiro, pai de meus dois filhos, Eduardo e Beatriz.
Nesta época, obtive bolsa de mestrado pelo CNPq e concluí as primeiras publicações, já com uma perspectiva geográfica e ambiental, a partir de resultados iniciais de minha pesquisa (itens 14.14, 14.15 e 16.32). Em maio de 1990 defendi minha dissertação, intitulada “Proposta metodológica para o diagnóstico do meio físico com fins conservacionistas, de pequenas bacias hidrográficas – um estudo da bacia do rio do Cedro (Brusque/SC)”. Fui orientada pelo Prof. Pedro Hidalgo Ramirez (Centro Interamericano de Densenvolvimento de Águas e Terras - Venezuela) e coorientada pelo Prof. Dr. Odair Gercino da Silva (Depto. Geociências/UFSC) (item 3.11). A banca recomendou a publicação da dissertação em forma de livro, o que se concretizou 4 (quatro) anos depois (item 11.5). Posteriormente, já como professora da UFSC, este trabalho foi base para duas pesquisas que orientei: uma dissertação de mestrado (item 7.14) e dois trabalhos de conclusão de curso (itens 8.27 e 8.33). Esse livro inspirou também duas dissertações de mestrado (ítens 22.18 e 22.27) e uma tese de doutorado (item 21.6), de cujas bancas participei.
Neste mesmo ano, tive oportunidade de realizar um curso prático em pedologia, com professores da USP e professores franceses do Convênio USP-CAPES/COFECUB, na localidade de Sorocaba do Sul (Biguaçú/SC). Ali conheci meu futuro orientador de doutorado, Prof. Dr. José Pereira de Queiroz Neto, do Departamento de Geografia da USP e conheci também a área de estudos onde desenvolveria minha pesquisa de tese.
Meu doutorado teve início em 1991. Naquele ano concluí as disciplinas necessárias, publiquei resultados ainda da dissertação (itens 13.13, 14.12, 14.13 e 30.2) e um resumo relacionado à minha tese (ítem 16.31), apresentado em uma Mesa Redonda que participei, realizada em Caen (França), com o tema “Organização e dinâmica da cobertura pedológica e sua importância para a compreensão da morfogênese”.
Em 1992 nasceu meu filho Eduardo e após vinte e dois dias, realizei o concurso para provimento do cargo de professora da UFSC, no campo de
conhecimento de Climatologia e Biogeografia. Este concurso possuía duas vagas, sendo que minha saudosa colega Profa. Dra.Magaly Mendonça, tendo sido também aprovada, assumiu a área de Climatologia e eu assumi a área de Biogeografia. Tomei posse como professora efetiva da UFSC na data de 05 de agosto de 1992 (item 3.12), atividade que assumo com grande satisfação até a data de hoje.
2 . PERÍODO ENTRE 1992 ATÉ A ATUALIDADE (UFSC)
Assumi a docência na UFSC lecionando nos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Geografia, as disciplinas Biogeografia I que, em síntese, trata dos princípios de distribuição e adaptação dos organismos na Terra, e Biogeografia II, onde se inclui o estudo da evolução da vida desde as origens e a caracterização dos biomas atuais (item 4). Estas disciplinas são de conteúdo muito amplo e requerem certo embasamento em botânica, genética, evolução, bioclimatologia, ecologia, paleontologia, tectônica de placas, pedologia, cobertura vegetal do mundo, do Brasil e de Santa Catarina, dentre outras áreas. Embora trabalhosa a síntese e na integração dos conteúdos, estes são extremamente interessantes. Consegui perceber uma grande afinidade entre disciplinas que realizei na graduação em Agronomia, no mestrado e no doutorado em Geografia, que me deram suporte teórico e prático para a docência. Estes aspectos foram grandes motivadores, desde o início de minha carreira como professora da UFSC.
Em 1993 fui contemplada com recursos financeiros do Fundo Nacional do Meio Ambiente/Ministério do Meio Ambiente, para o projeto de pesquisa “Solo x Meio Ambiente” (item 17.3 e 18.4). Além de ter financiado parcialmente as análises de minha tese, o referido projeto era mais amplo. Destinava-se a diagnosticar aspectos físicos e químicos do solo, avaliando os processos de degradação a partir do uso agrícola e os seus reflexos sobre a situação sócio-econômica da comunidade local (Sorocaba do Sul /Biguaçú/SC). São frutos deste projeto de pesquisa, 2 (dois) projetos de iniciação científica (itens 10.12 e 10.13), a orientação de um trabalho de conclusão de curso (ítem 8.33), a participação de diversos alunos bolsistas nas pesquisas que resultaram na publicação de 11 (onze) resumos em eventos (itens 16.19 a 16.23 e 16.26 a 16.30) e a oferta de um curso de técnicas de laboratório de análise de solo (item 26.10).
Deste projeto resultou também a montagem integral do Laboratório de Pedologia do Depto. de Geociências/UFSC, do qual sou coordenadora desde sua inauguração em 1994 (item 27.15). Este laboratório tem sido importante na oferta da disciplina optativa Pedologia (GCN 7904) (itens 4.14 e 4.16a); apoia disciplinas e atividades de alunos de graduação e pós-graduação em temas relacionados à biogeografia, pedologia, geomorfologia, geologia e paleontologia; dá suporte em análises laboratoriais de solos (granulometria, densimetria, porosidade total e teor de
matéria orgânica); oferece apoio em atividades de campo, através de equipamentos disponíveis para empréstimo; disponibiliza espaço para leitura e atendimento individual ou pequenas reuniões. Está previsto, para breve, a mudança deste laboratório para o novo prédio do CFH/UFSC.
Ainda em 1993, coordenei um projeto de extensão, com apoio financeiro do Departamento de Extensão da UFSC. Os alunos de Biogeografia participavam de aulas de campo no município de Lauro Muller/SC, para reconhecimento do uso da terra e dos problemas ambientais existentes ao longo da estrada do Rio do Rastro (item 20.15). Este foi o primeiro de vários projetos de extensão que coordenei, voltado às questões ambientais.
Em 1995 engravidei de Isabel, mas esta filha veio a falecer horas após o nascimento por cesariana, em função de cardiopatia congênita. Por causa deste fato, a UFSC me concedeu 25 dias de licença médica. Solicitei, então, trancamento do doutorado junto à USP, pois não estava em condições emocionais de finalizar a tese naquele ano. Continuei com minhas atividades docentes, pois ainda estava cumprindo Estágio Probatório na UFSC. No primeiro semestre de 1996, consegui licença de 6 (seis) meses para concluir minha tese (item 4.3). Poucos dias após finalizar esta licença e voltar a lecionar nasceu minha filha Beatriz e obtive mais 4 (quatro) meses de licença, desta vez devido à maternidade. Este período, apesar de usá-lo nas atribulações maternas, também ajudou para concluir meu doutorado.
Em 1997 defendi minha tese intitulada “Estudo das propriedades físicas do solo, visando conhecer seu funcionamento hídrico (Sorocaba do Sul/SC)”, (item 3.13). Dela resultaram as publicações citadas nos ítens 13.11, 13.12, 15.2, 16.10 e 16.17.
A partir de então pude me dedicar mais à Biogeografia, especialmente no aperfeiçamento da exposição dos conteúdos em sala e das práticas de campo. Coordenei meu primeiro projeto de ensino “109/FUNGRAD/97” (ítem 19.3), seguido pelo “164/FUNGRAD/99” (ítem 19.2), ambos voltados à aquisição e elaboração de materiais didáticos, como slides, aquisição e produção de vídeos (ítem 29), bibliografias e cartografia especializada para a Biogeografia. Lecionar esta disciplina exige muita informação visual sobre os biomas e as diversas formas de adaptação dos organimos ao meio em que vivem e também sobre a história da vida na Terra.
Com a execução desses projetos pude melhorar a qualidade das aulas e atrair mais a atenção dos estudantes para o assunto apresentado em sala. Dentre
as bibliografias que utilizava, destaco “Introdução à Biogeografia”, texto síntese de um curso oferecido na Universidade do Rio de Janeiro em 1945, pelo Prof. Pierre Dansereau (Universidade de Quebéc/Canadá). O conteúdo desse curso foi publicado em 1959, no Boletim Nacional Geográfico nos 149 e 151 pelo IBGE. Embora com contúdo preciso e sintético, este necessitava de atualização e da citação de exemplos brasileiros. Foi quando me despertou o interesse em produzir meu próprio texto, com todo o conteúdo da disciplina.
Este fato culminou com uma licença de capacitação em 2004 (item 4.8), para me dedicar a redação de um livro didático em coautoria com outro professor de Biogeografia, Dr. Ricardo Ad’Víncula Veado, da UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina). Produzimos, então, um livro com o conteúdo de Biogeografia, porém faltou tempo para editá-lo com todas as ilustrações pretendidas. Posteriormente, aceitamos resumir o conteúdo e publicá-lo sem as figuras (item 11.1). Este é um dos textos que utilizo atualmente.
A participação de 8 (oito) bolsistas monitores na disciplina de Biogeografia (itens 10.1, 10.4 a 10.7, 10.9 a 10.11) também foi importante, pois, além de darem suporte aos alunos, atendiam na execução dos projetos de ensino (FUNGRAD). Eles também davam suporte aos trabalhos de campo da disciplina, que foram se aperfeiçoando e disso resultaram publicações (itens 13.9, 15.1, 16.13, 16.24 e 16.25) e em minha participação em uma mesa redonda em congresso (item 26.4).
A partir de 1999 iniciei uma série de projetos de extensão dedicados a professores e alunos da rede pública municipal, voltados ao ensino do tema transversal meio ambiente, conforme consta nos Parâmetros Curriculares Nacionais do MEC de 1997. Estes projetos contaram com a participação de vários bolsistas de extensão, que desenvolviam programação em sala de aula e também utilizavam o bairro como laboratório de ensino. Dentre as escolas contempladas, cito a escola do Retiro da Lagoa, a escola da Costa da Lagoa (item 20.14), a escola Hilda Theodoro Vieira no bairro Trindade (item 20.13), a escola Jurema Cavalazzi no bairro José Mendes (item 20.12), a escola Anísio Teixeira no bairro Costeira (item 20.11) e a escola Pe. João Alfredo Rhor no bairro Córrego Grande (item 20.10). Desses projetos resultaram diversas publicações citadas nos ítens 13.10, 14.10, 16.5, 16.6, 16.7, 16.11, 16.12, 16.14 e 16.15. Também tive a oportunidade de orientar 8 (oito) trabalhos de conclusão de curso relacionados a este tema (ítens 8.10, 8.11, 8.15, 8.20, 8.24, 8.25, 8.28 e 8.29).
Seguiu-se ao estudo do tema tranversal meio ambiente o estudo do bairro como laboratório de ensino. Estes projetos deram apoio à três trabalhos de conclusão de curso (item 8.22, 8.29 já citado acima e 24.34), que geraram a produção de cartilhas através de projetos de extensão (itens 20.6 , 20.8 e 20.9). Estas cartilhas foram elaboradas com linguagem facilitada, para atender jovens a partir de 11 anos e foram apresentadas nas respectivas escolas dos bairros que descrevem. São elas: “Conhecendo o Bairro Córrego Grande” (item 11.2), “Conhecendo o Parque Municipal das Dunas da Lagoa da Conceição” (item 11.3) e “Conhecendo o Bairro José Mendes” (item 11.4). Encontra-se em finalização a cartilha “Conhecendo o Parque do Córrego Grande” (item 20.1 e 20.2). Atualmente ainda utilizo estas cartilhas como modelos para alunos da graduação, quando saliento a necessidade de adequação da linguagem para alunos do 6o ano do ensino fundamental, pois considero este aspecto essencial na compreensão dos conteúdos de Geografia nesta faixa etária.
Em 1998 tive a grata satisfação de conhecer pessoalmente Prof. Dansereau, então com 89 anos e muita disposição. Realizei com ele e outros colegas algumas saídas de campo, onde destaco a visita ao Parque Botânico Morro do Baú em Ilhota/SC, que já tinha conhecido anos antes (item 30.1) e a visita ao Parque Estadual do Rio Vermelho em Florianópolis. Neste último, onde se descortina um grande reflorestamento de pinus em ambiente original de restinga, ele expressou sua surpresa ao reconhecer espécies nativas sob a floresta, que tentam superar a competição com este pinheiro exótico.
A partir deste encontro me interessei em pesquisar com mais detalhe a distribuição e a possibilidade de contaminação do pinus na Ilha de Santa Catarina (itens 17.2 e 18.13). Orientei nesta temática uma dissertação de mestrado (item 7.13), 2 (duas) bolsistas de iniciação científica do CNPq (itens 10.3 e 10.8) e 4 (quatro) trabalhos de conclusão de curso de graduação em Geografia (itens 8.18, 8.26, 8.30 e 8.31). Resultaram destas pesquisas as publicações dos ítens 12.4, 14.9, 14.11, 16.2, 16.3, 16.4, 16.8 e 16.16.
Em 1998 fui designada a assumir orientandos de mestrado (ítem 3.14) e posteriormente de doutorado, junto ao Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSC, onde atuei nos 16 anos seguintes. Iniciei efetivamente minhas atividades na pós-graduação lecionando a disciplina Biogeografia Aplicada e posteriormente outras (itens 4.17 a 4.22).
Dentre os orientandos que tive até o momento, a grande maioria eram geógrafos, mas também muitos biólogos, uma turismóloga e um agrônomo. Com esta “diversidade de bagagens”, nunca tentei impor um tema de pesquisa, mas conciliar os interesses de investigação deles à minha experiência profissional. E disso resultou uma convivência sempre muito produtiva e prazeirosa, que se expressou em pesquisas relacionadas às unidades de conservação (especialmente parques) e à legislação ambiental. Isto se evidencia nos títulos das dissertações (item 7), de trabalhos de conclusão de graduação (itens 8.4, 8.5, 8.12, 8.16, 8.17, 8.23 e 8.34), uma pesquisa de iniciação científica (item 10.2), em publicações (itens 12.2, 13.4, 13.5, 13.7, 13.8, 14.4, 14.5, 14.8, 16.8 e 16.9), na minha participação em um projeto de pesquisa (item 18.2) e dois de extensão (item 20.3 e 20.5).
Continuei estudando também temas puramente biogeográficos, onde saliento a dissertação de mestrado sobre os vertebrados das ilhas do litoral central de SC (item 7.6), 4 (quatro) trabalhos de conclusão de curso (ítens 8.7, 8.19, 8.21 e 8.32), as publicações dos itens 13.3, 14.7 e 16.1, um encontro de campo dedicado à palinologia (item 20.7) e minicursos em eventos de Geografia (itens 26.6 a 26.9).
Sobre cargos administrativos, até o ano de 2005 havia assumido a sub-coordenação do Curso de Geografia (item 27.16), a sub-chefia do Departamento de Geociências (item 27.13) e a sub-coordenação do Programa de Pós-Graduação em Geografia (27.11), além de ter sido coordenadora de Extensão deste Departamento durante 6 (seis) anos consecutivos (item 27.12). Também fui membro do Colegiado do Curso de Geografia por mais de 4 (quatro) anos (itens 27.8 a 27.10). Entre 2005 e 2009 assumi a coordenação do Curso de Graduação em Geografia durante duas gestões consecutivas (itens 27.5 a 27.7).
Neste período coordenei a elaboração do novo Projeto Político Pedagógico dos Cursos de Bacharelado e de Licenciatura em Geografia da UFSC (item 19.1), que culminou com a Reforma Curricular implementada em 2007 e ainda em vigor, embora com ajustes. Neste período, em função da sobrecarga de 10 (dez) horas semanais desta coordenadoria, foi necessário reduzir a minha carga horária em sala de aula, as atividades de pesquisa e de extensão.
No fim de 2007 meu esposo veio a falecer. Meus filhos estavam então com 11 e 15 anos. Por esse motivo, o ano de 2008 foi muito difícil para mim. Meu trabalho junto ao Departamento de Geociências foi um grande refúgio.
Na primavera de 2008 Santa Catarina foi assolada com altos índices de pluviosidade, resultanto em deslizamentos de encostas. A Defesa Civil Estadual em conjunto com o Centro de Pesquisas em Desastres/UFSC, coordenou o projeto “Respostas aos Desastres de novembro de 2008” (item 20.4). Fui convidada a participar, avaliando áreas rurais e urbanas submetidas ou susceptíveis à deslizamentos. Esta minha experiência foi extremamente enriquecedora profissionalmente e também muito gratificante do ponto de vista pessoal. Dela resultou a orientação de uma dissertação de mestrado (ítem 7.3), um trabalho de conclusão de curso (item 8.9), duas publicações (itens 14.3 e 14.6) e também de minha participação em um curso de sensibilização à desastres desta ordem (ítem 26.5).
Desde as primeiras orientações de mestrado fui me envolvendo aos poucos com temas relacionados ao estudo das paisagens geográficas, associado ao desenvolvimento. Já havia estudado com orientandos as paisagens do Planalto Catarinense transformadas pelo pinus (item 7.13), as paisagens de Ibiraquera (Imbituba/SC) (item 7.9), de São Bonifácio (SC) (item 7.8), do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro (SC) (item 7.10) e de Maquiné (RS) (item 7.5), de Itapema (SC) (item 7.4) e deo Distrito de Ratones (Florianópolis/SC) (ítem 7.11), ransformadas pela atividade de pequenos agricultores e por outros usos. Muitas vezes, estas pesquisas estavam também associadas à áreas de preservação permanente ou à unidades de conservação (itens 7.7, 7.12, 13.6 e 13.8).
Em 2009 assumi dois orientandos de doutorado (itens 5.1 e 5.2), cujas pesquisas também estavam ligadas ao tema paisagem e desenvolvimento. Considerei estas oportunidades, como bons motivos para eu me aperfeiçoar neste tema em um estágio pós-doutoral.
Entre 2009 e 2011 assumi a chefia do Departamento de Geociências (item 27.4). Em função da implantação dos cursos graduação em Oceanografia e graduação em Geologia realizamos, durante a minha gestão, 13 (treze) concursos para professor adjunto para atendimento destas novas demandas.
Após a finalização da gestão na chefia do departamento, obtive licença para realizar estágio pós-doutoral junto ao Departamento de Geografia da Universidade Autônoma de Barcelona (UAB) (item 4. 13). O tema de estudo foi “Estratégias de gestão de paisagem em Parques Naturais da Catalunha, como ideias para a tomada de decisões sobre o Parque Estadual Serra do Tabuleiro (Santa Catarina/Brasil)”
(item 17.1). A pesquisa contou com a supervisão do Prof. Dr. Albert Pelachs Mañosa (item 3. 15). Durante este perído, me senti livre como uma estudante de pós-graduação com dedicação exclusiva para pesquisar, o que fiz com grande prazer. Foi uma oportunidade rara em minha vida profissional, entrevistar pecuaristas tradicionais no Parque Natural Altos Pirineus, na Catalunha. Percebi com clareza o quanto ainda temos para avançar no Brasil quanto à gestão de unidades de conservação, especialmente na conciliação dos interesses sobre o uso desses espaços de natureza protegida. Neste sentido, a Europa está bem adiante por aprender com a própria história, com perda da cultura viva e dos modos de vida tradicionais, o que ainda temos aqui. Apresentei os resultados desta pesquisa em conferência no Departamento de Geografia da UAB (item 26.2), na XXXIV Semana de Geografia da UFSC (item 26.1) e publiquei nos anais do XV Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada (item 14.2).
Esta pesquisa abriu fronteiras de pesquisa para meus três orientandos de doutorado. Dois deles realizaram estágio sanduiche na UAB (Espanha) com o Prof. Albert, sendo que um deles em regime de cotutela (item 5.2 e 6.1). O tercerio orientando, já doutor (item 5.1) e professor da UFSC, pretende realizar lá o seu estágio pós-doutoral. As novas ideias que eu trouxe do estágio pós-doutoral, refletiram positivamente também sobre as pesquisas de duas orientandas de mestrado (itens 7.1 e 7.2) e três orientandos de trabalho de conclusão de curso (itens 8.1, 8.2 e 8.3).
Entre 2013 e 2016 desenvolvi com graduandos e pós-graduandos um projeto congregando as pesquisas em “Paisagem e Desenvolvimento” (item 18.1), por mim orientadas e em andamento, de modo a realizar trocas de experiências entre eles. No momento estamos organizando uma homepage do projeto1. Disponibilizaremos e divulgaremos online as teses, dissertações e trabalhos de graduação que realizamos nesta área. Divulgaremos também as publicações produzidas a partir dessas pesquisas mais recentes (itens 12.1, 13.1 a 13.4, 14.1).
Senti a necessidade de me aprofundar na língua inglesa, na intensão de dar mais amplitude às nossas fronteiras de pesquisa, o que fiz em 2016 por meio da licença à capacitação de 74 dias na Austrália (item 4.16). Todavia, não sinto ainda que tenha sido suficiente, por isso continuo esta capacitação em curso na própria UFSC.
Tenho me dedicado mais, ultimamente, à disciplina Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso, a qual já lecionei por 11 semestres (item 4). Ali posso aproveitar toda esta experiência que obtive nestes anos de docência orientando pesquisas, para então atender e motivar os graduandos na elaboração de seu primeiro projeto de pesquisa.
Há uma atividade que, como docente, ressalto como uma das mais nobres e essenciais que nos cabe, que também nos toma bastante tempo e principalmente nossa atenção criteriosa. Refiro-me à participação em bancas. Nesta trajetória, participei de 59 bancas de trabalho de conclusão de curso (item 24), 35 bancas de qualificação de mestrado e doutorado (item 23), 31 bancas de defesa de dissertação (item 22) e 8 (oito) bancas de defesa de tese de doutorado (item 21).
Outra atividade que nos demanda bastante energia é a organização de enventos. Tenho me dedicado em particular na organização de Semanas de Geografia (item 28), evento promovido pelo Departamento de Geociências.
Vejo que na vida profissional e pessoal, tudo se desenvolve em cíclos. Tambem tem sido assim com minhas atribulações maternas, que se transformaram e reduziram naturalmente com o passar dos anos. Meu filho Eduardo, hoje com 24 anos é graduado em Biofísica, trabalha em uma companhia de biotecnologia (Ginkgo Works) em Boston (EUA) e se prepara para realizar seu doutorado em Bioengenharia no Instituo de Tecnologia da Califórnia (Caltech), onde conquistou uma vaga. Minha filha Beatriz está com 20 anos, estuda Design Gráfico na UDESC (Universidade do Estado de SC) e realiza estágio na empresa Infotickets (Florianópolis).
Finalizo, salientando o que de mais precioso posso destacar desta minha jornada até o momento, que são as relações humanas que desenvolvi. Lecionei, neste período por 46 semestres, atendendo mais de 1.500 estudantes como alunos em disciplinas; foram atendidos 35 orientandos em seus trabalhos de conclusão de curso, 14 mestrandos e 3 (três) doutorandos em suas pesquisas acadêmico-científicas. O que recebi deles em termos de conhecimentos, de socialização e de troca de experiências é inestimável. Tenho comigo o sentimento de que a função da docência é muito gratificante e por isso deixo aqui meu reconhecimento por todos com quem já tive, ou que ainda tenho, a oportunidade de conviver neste percurso.
3. RELAÇÃO DOS COMPROVANTES DA TITULAÇÃO E ATUAÇÃO ACADÊMICA E PROFISSIONAL
3.1. Certificado de conclusão do curso Auxiliar de Laboratório de Análises Químicas – Colégio Catarinense (ensino médio), 1980.
3.2. Bolsa de Trabalho do Departamento de Assuntos Estudantis/UFSC, de 1981 a 1984.
3.3.Autora dos trabalhos “Competição de cultivares de Sorgo Granífero (Sorghum
bicolor L. Moench) no litoral de Santa Catarina”, “Comportamento de novos
genótipos de aveia em Santa Catarina” e “Aveia: análise preliminar do rendimento” – III Congresso Brasileiro de Iniciação Científica, CCA/UFSC, 1983.
3.4. Membro da Comissão Organizadora do III Congresso Brasileiro de Iniciação Científica, CCA/UFSC, 1983.
3.5. Bolsa de Iniciação Científica do CNPq, 1984. 3.6. Bolsa de Iniciação Científica do CNPq, 1985. 3.7. Conclusão do Curso de Agronomia, UFSC, 1985.
3.8. Conclusão do Curso Técnico em Piano, Conservatório Brasileiro de Música/RJ, 1985.
3.9. Professora de Técnica em Atividade Agrícola da Fundação Catarinense do Bem Estar do menor, 1985-86.
3.10. Professora de Ensino Superior (horista) do Depto. de Fitotecnia/CCA/UFSC, 1986.
3.11. Histório Escolar do Curso de Mestrado em Geografia da UFSC, 1987-1990. 3.12. Certificado de Habilitação para professor Assistente do Depto. Geociências/CFH/UFSC, 1992.
3.13. Histório Escolar do Curso de Doutorado em Ciências na área de Geografia Física da USP, 1997.
3.14. Designação como orientadora do programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSC, 1998.
4. DISCIPLINAS MINISTRADAS NA GRADUAÇÃO E NA PÓS-GRADUAÇÃO Graduação: 4.1. 1992.2 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 1993.1 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) GCN 5503 – Fotointerpretação 2 (1 crédito) 1993.2 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) GCN 5503 – Fotointerpretação 2 (1 crédito) 1994.1 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 4.2. 1994.2 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 1995.1 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 1995.2 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) GCN 5503 – Fotointerpretação 2 (1 crédito)
4.3. 1996 (licença de 6 meses para doutorado; licença 4 meses à maternidade) 4.4. 1997.1 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 4.5. 1997.2 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5813–TCC Projeto (4 créditos) 1998.1 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 1998.2 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 1999.1 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 4.6. 1999.2 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 2000.1 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos)
2000.2 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 2001.1 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 4.7. 2001.2 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 2002.1 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 2002.2 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 2003.1 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 2004.1
4.8. Licença à capacitação de 90 dias para redação de livro didático 4.9. GCN 5405 - Biogeografia 1 (1 crédito) GCN 5505 - Biogeografia 2 (1 crédito) 2004.2 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 2005.2 GCN 5405 - Biogeografia 1 (4 créditos) GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 4.10. 2006.1 GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 2006.2 GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 2007.1 GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) 2007.2 GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) GCN 5813 – TCC projeto (4 créditos) 4.11. 2008.1 GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) GCN 5813 – TCC projeto (4 créditos) 2008.2 GCN 5505 - Biogeografia 2 (4 créditos) GCN 5813 – TCC projeto (4 créditos) 2009.1
GCN 7401 - Biogeografia Básica (6 créditos) GCN 5813 – TCC projeto (4 créditos)
2009.2
GCN 7401 – Biogeografia Básica (6 créditos) 4.12. 2010.1
2010.2
GCN 7401 - Biogeografia Básica (3 créditos) 2011.1
GCN 7401 - Biogeografia Básica (4 créditos)
4.13. 2011.2 e 2012.1 – Licença de 9 meses paraestágio pós-doutoral em Barcelona (Espanha)
4.14. 2012.2
GCN 7401 - Biogeografia Básica (6 créditos) GCN 7904 – Biogeografia Aplicada (6 créditos) 2013.1
GCN 7401 - Biogeografia Básica (6 créditos) GCN 7924 – Pedologia (6 créditos)
2013.2
GCN 7401 - Biogeografia Básica (6 créditos) GCN 7904 – Biogeografia Aplicada (6 créditos) 4.15. 2014.1
GCN 7401 - Biogeografia Básica (6 créditos) GCN 5813 – TCC projeto (4 créditos)
2014.2
GCN 7401 - Biogeografia Básica (6 créditos) GCN 5813 – TCC projeto (4 créditos)
2015.1
GCN 7401 - Biogeografia Básica (6 créditos) GCN 5813 – TCC projeto (4 créditos)
2015.2
GCN 7401 - Biogeografia Básica (6 créditos) GCN 5813 – TCC projeto (4 créditos)
2016.1
GCN 7401 - Biogeografia Básica (6 créditos – turma Geografia) GCN 7401 - Biogeografia Básica (6 créditos – turma Museologia) GCN 5813 – TCC projeto (4 créditos)
2016.2
4.16. Licença à capacitação de 74 dias para curso 4.15. GCN 7401 - Biogeografia Básica (6 créditos)
GCN 5813 – TCC projeto (4 créditos) Pós-Graduação:
4.17. 1999.1
GCN 3330 – Biogeografia Aplicada para Pós-Graduação (60 horas semestrais)
4.18. 2000.1
GCN 3330 – Biogeografia Aplicada para Pós-Graduação (60 horas semestrais)
4.19. 2003.1
GCN 3336 – Tópicos Especiais em Utilização e Conservação de Recursos Naturais – prática em Biogeografia para Mestrado e Doutorado (60 horas semestrais)
4.20. 2007.2
4.21. 2008.2
GCN 3505031 - Tópicos Especiais em DRU/UCRN – Abordagens em Processos Educativos Mestrado e Doutorado (15 horas semestrais)
4.22. 2010.2
GNC 410023 – Tópicos Especiais eum UCRN – Biogeografia e qualidade de água.
5. ORIENTAÇÃO DE DOUTORADOS CONCLUÍDOS
5.1. Orlando Edinei Ferretti. Os espaços de natureza protegida na ilha de Santa Catarina, Brasil. 2009. Tese (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina 5.2. José Giovani Farias. Do pasto à paisagem. 2009. Tese (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
6. ORIENTAÇÃO DE DOUTORADO EM ANDAMENTO
6.1. Deisiane dos Santos Delfino. Gestão da Paisagem na APA da Baleia Franca. 2013/1. Tese (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina em regime de cotutela com a Universidade Autônoma de Barcelona
Observação:
Os itens a seguir estão ordenados cronológicamente do mais recente para o mais antigo
7. ORIENTAÇÃO DE MESTRADOS CONCLUÍDOS
7.1. Talita Laura Góes. Paisagem da Planície Entre-mares e potenciais de corredores ecológicos. 2013. Dissertação (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
7.2. Valeska Marquette. Valores da paisagem do Morro itacolomi. 2013. Dissertação (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
7.3. Cláudio Henschel de Matos. Proposta de zona de amortecimento e áreas de risco no entorno do Parque Botânico do Morro do Baú (Ilhota/SC). 2010. Dissertação (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
7.4. Cristina Covello. A paisagem de Itapema: estudo da geodiversidade para a educação ambiental e o geoturismo. 2009. Dissertação (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
7.5. Marco Aurélio Perotto. A influência da legislação ambiental no uso e conservação da bacia hidrográfica do rio Maquiné (RS), no períodode 1964 a 2004. 2007. Dissertação (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
7.6. Alexandre Filippini. Biogeografia dos vertebrados de Ilhas de Santa Catarina: destaque em aves marinhas e costeiras. 2006. Dissertação (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
7.7. Eduardo Hermes da Silva. As transformações do território a partir dos processos de criação e planejamento do Parque Estadual Fritz Plaumann (Concórdia/SC). 2005. Dissertação (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
7.8. Gisele Garcia Alarcon. Transformação da paisagem em São Bonifácio-SC: A interface entre a percepção de agricultores familiares, as práticas de uso do solo e aspectos da legislação ambiental. 2005. Dissertação (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
7.9. Rodrigo Rodrigues de Freitas. Mudanças na paisagem da Lagoa de Ibiraquera e a gestão da sua fauna silvestre. 2005. Dissertação (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
7.10. Fabiana Britto de Azevedo Maia. Análise do turismo em relação ao uso público do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, no município de Santo Amaro da Imperatriz, SC. 2004. Dissertação (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
7.11. Carlos Alberto Vieira. Distrito de Ratones, Florianópolis, SC: a comunidade tradicional e suas relações ambientais. 2003. Dissertação (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
7.12. Eliâne Carin Hadlich. O Uso do solo nas áreas de Mata Ciliar nas Bacias Hidrográficas dos rios Dona Luiza e Ribeirão Matilde, no município de
Atalanta/SC. 2002. Dissertação (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
7.13. Estelamaris Agostini. Da Araucária ao Pinus: Uma análise geográfica paras o Planalto Catarinense. 2001. Dissertação (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
7.14. Moises Alan Pereira. Diagnóstico sócio ambiental do Parque Municipal da Lagoa do Peri. 2001. Dissertação (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8. ORIENTAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO
8.1. Yuri Ramos Santos Lima. As transformações ao longo do Rio Córrego Grande a partir da criação do parque linear. 2015.Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.2. Driele de Jesus Carneiro. Fatores determinantes da expansão urbana sobre o manguezal da Tapera, Florianópolis - SC. 2014.Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.3. Diana Soares. As consequencias da criação da APA do Entorno Costeiro nas imediaçòes do Rio da Madre – Baixada do Massiambú - Palhoça. 2014.Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.4. Talita Laura Góes. Transformações da cobertura vegetal do Parque Ecológico Municipal Joâo Davi Ferreira Lima e sua importância como área verde para Florianópolis/SC. 2011. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.5. Regiane Sbroglia. O zoneamento, conflitos e recategorização do Parque Municipal da Lagoa do Peri - Florianópolis/SC. 2010. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.6. Fabricio Roberto Pacheco. O cinema como complemento metodológico no ensino de geografia. 2009. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.7. Luiz Prates da Fonseca Junior. Avaliação Fitofisionômica da vegetação de restinga do Parque Municipal da Lagoa do Peri. 2009. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.8. Simone Lazzaretti. Geografia & moda. 2009. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.9. Gabriel Muniz de Araújo Lima. Análise preliminar da correlação entre vegetação e movimento de massa na bacia do Braço do Baú - Municipio de Ilhota/SC. 2009. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.10. Juliana Gonzaga Santos. Mapeamento das ações de educação ambiental realizado pelas juventudes da UFSC como subsídios para a elaboração de estratégicas e espaços de articulação e participação. 2008. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.11. Elisani Rocha. Possibilidades da prática de Educação Ambiental inserida na matriz curricular. 2008. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.12. Isaac M. Pedro.Educação ambiental em unidade de conservação: Parque Municipal da Lagoa do Peri. 2009.Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.13.Francisco A. da Veiga Lima. Estágio Supervisionado no IPUF – Plano Diretor. 2008. (Geografia) Universidade Federal de Santa
8.14. Filipe Timoner Junqueira. Caminho histórico Costa da Lagoa/Ratones: uma análise dos impactos e pontos de interesse. 2008. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.15. Ana Paula Nunes Chaves. O uso de diferentes linguagens no ensino de geografia. 2007. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.16. Glauco Ladik Antunes. O uso do solo e suas transformações no entorno da localidade Lagoa Pequena – Distrito do Campeche, Florianópolis, SC. 2007. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.17. Cristiane Müller. Zoneamento do Parque Municipal do Manguezal de Palhoça e a legislação ambiental. 2007. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.18. Alessandra Giovelli. Mudanças na paisagem da área do Parque do Rio Vermelho. 2007. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.19. Cristina Covello. Avaliação Fitofisionômica da vegetação de restinga e dunas no Distrito do Campeche. 2006. (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.20. Flávia Gonçalves de Oliveira. O desenvolvimento do tema transversal meio ambiente nas 5as séries do Instituto Estadual de Educação. 2006. (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina.
8.21. Fabrício Basilio de Almeida. Caracterização de aspectos biogeográficos de ecossitemas marinho e costeiro do arquipélago de Santa Catarina - SC, como contribuição à implementação de corredores ecológicos. 2006. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.22. Franciele de Abreu Koerich. Análise sócio-ambiental do bairro Córrego Grande em Florianópolis - SC, do final da década de 1950 até os dias atuais. 2004. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.23. August Riedtmann. Alterações da cobertura vegetal no Parque das Dunas da Lagoa da Conceição. 2003. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.24. Ivanete Nardi. A prática do tema transversal Meio Ambiente nos planos de ensino de Geografia no Ensino Fundamental (3º e 4º ciclos) em Florianópolis. 2002. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.25. Luciana da Rosa Ferreira. Educação Ambiental nas escolas da rede Estadual, Municipal e Particular, no município de São José. 2002. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.26. Ivete Scandolara da Silva. Impactos da contaminação do Pinus spp. em áreas de vegetação de restinga (Lagoa da Conceição/Florianópolis). 2002 (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.27. Emerson Vieira Marcelino. Estudo evolutivo do uso do solo com fins conservacionistas da bacia do Rio do Poeta/Garopaba. 2001 (Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
8.28. Thais Andriani Rosa. Possibilidades de trabalho na 1ª série do ensino fundamental do distrito da lagoa da Conceição. 2000 (Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
8.29. Eduardo de Souza. Levantamento dos aspectos físico e humanos do bairro José Mendes com vistas à educação ambiental. 1999 (Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
8.30. Francesca Dittrich Viggiano. Diagnóstico da dispersão do Pinus spp. Na Bacia da Lagoa da Conceição – ilha de Santa Catarina. 1999 (Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
8.31. Célia Regina Seraphim Araújo. Diagnóstico dos refloretamentos na Ilha de Santa Catarina de 1963 a 1998. 1999 (Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
8.32.Luiz Henrique Fragoas Pimenta. Caracterização da fitofisionomia e geomorfologia da Unidade de Conservação Ambiental Desterro. 1999 (Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
8.33. Arnoldo Senen Cardoso. Caracterização do solo degradado a partir de processos superficiais de erosão (Sorocaba do Sul/Biguaçú - SC). 1995. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
8.34.Gílio Giacomozi Júnior.Condições da vegetação ciliar ao longo do Rio Novo – Corupá/SC. 1995. Curso (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina 8.35. Gilson João de Oliveira. A natureza do lixo urbano e a problemática do lixo na Grande Florianópolis. 1994. 1999 (Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
9. ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS
9.1. Samuel Gasperi. Estágio Supervisionado. 2005. (Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
9.2. Luiz Selmo de Souza Júnior. Estágio Supervisionado. 2003.(Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
9.3. Diego Martins Ribeiro. Estágio Supervisionado no Centro de visitantes do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. 2003 - 2004 (Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
9.4. Eric Araújo Dias. Estágio Supervisionado na FLORAM. 2002 (Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
9.5. Hermann Leonardo Oliveira França. Estágio Supervisionado na FLORAM. 2002 (Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
9.6. Raquel Alarcon Lima. Estágio Supervisionado na FLORAM. 2001 (Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
9.7.Marco Túlio M. De Moura. Estágio Supervisionado na FLORAM. 2001 (Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
9.8. André Sobelman. Estágio Supervisionado na FLORAM. 2001 (Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
9.9. Leticia Luiza Penteado Brazzetti. Estágio Supervisionado na FLORAM. 2001 (Geografia) Universidade Federal de Santa Catarina
10. ORIENTAÇÃO DE BOLSISTAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E MONITORES 10.1. Yanna D’Angelis de Carvalho Gonçalves. Monitora da disciplina GCN 7401 - Biogeografia Básica/GCN/CFH/UFSC. 2015.2
10.2. Cristiane Regina Muller. Parque do Manguezal de palhoça ocupação urbana e a legislação. 2007.Iniciação científica do CNPq (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina
10.3. Ivete Sacandolara da Silva. Impactos da contaminação biológica do Pinus spp. na bacia hidrográfica da Lagoa da Conceição, Florianópolis - SC. 2001-2002. Iniciação científica do CNPq (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina 10.4. Analice Ávila. Monitora da disciplina GCN 5405 - Biogeografia 1/GCN/CFH/UFSC. 2002.2 e 2003.1
10.5. Ivanete Nardi. Monitora da disciplina GCN 5405 - Biogeografia 1/GCN/CFH/UFSC. 2001.2 e 2002.1
10.6. Fernando Goulart Rocha. Monitora da disciplina GCN 5405 - Biogeografia 1/GCN/CFH/UFSC. 2001.1
10.7. Eduardo de Souza. Monitora da disciplina GCN 5405 - Biogeografia 1/GCN/CFH/UFSC. 2000.1 e 2000.2
10.8. Francesca Dittrich Viggianno. Diagnóstico da Dispersão do Pinus na Bacia da Lagoa da Conceiçãoe possíveis alterações na biogeografia local.1999-2000. Iniciação científica do CNPq (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina 10.9. Denise Bunn. Monitora da disciplina GCN 5505 - Biogeografia 2/GCN/CFH/UFSC. 1999.1 e 1999.2
10.10. Alexandre Bittencourt. Monitora da disciplina GCN 5505 - Biogeografia 2/GCN/CFH/UFSC. 1997.2 e 1998.1 e 1998.2
10.11. Janaina Benicá de Salles. Monitora da disciplina GCN 5505 - Biogeografia 2/GCN/CFH/UFSC. 1995.1 e 1995.2.
10.12. Giuliano Jachowicz. Análise da distribuição e comportamento hídrico dos materiais subsuperficiais de uma vertente na bacia do Rio Inferninho, localidade de Sorocaba do Sul, Biguaçú/SC. 1995. Iniciação científica (Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina. 1994 – 1995.
10.13. Andrea Cristina Andretti. Estudo da dinâmica hídrica da cobertura pedológica com base na variação de umidade e na precipitação em Sorocaba do Sul, Biguaçú/SC. Programa Bolsa de Iniciação à pesquisa da pro-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal de Santa Catarina. 1993 – 1995.
11. LIVROS PUBLICADOS
11.1. BELTRAME, A. V.; VEADO, R. A. Biogeografia. Indaial: Grupo Uniasselvi, 2010, v.1. p.306.
11.2. BELTRAME, A. V.; KOERICH, Franciele de Abreu; CHEVES, Ana Paula Nunes; VOGES, Magnun Souza
Conhecendo o Bairro Córrego Grande. Florianópolis: Departamento do Geociências/CFH/UFSC. Realização ONG Pau-Campeche. 2006, v.1. p. 41.
11.3. BELTRAME, A. V.; BUNN, Denise Aparecida; VOGES, Magnun Souza; CHEVES, Ana Paula Nunes
Conhecendo o Parque Municipal das Dunas da Lagoa da Conceição. Florianópolis: Departamento de Geociências/CFH/UFSC. Realização ONG Pau-Campeche, 2006, v.1. 31p.
11.4. BELTRAME, A. V.; SOUZA, E.; SILVA, R.
Conhecendo o Bairro José Mendes. Realização Projeto PROEXTENSÃO/2002. 2002, v.1. p. 24.
11.5. BELTRAME, A. V. Diagnóstico do meio físico com fins conservacionista de pequenas bacias hidrográficas - modelo e aplicação. Florianópolis: Editora da UFSC, 1994, v.1. p. 132.
12. CAPÍTULOS DE LIVROS PUBLICADOS
12.1. GÓES, T. L.; BELTRAME, A.V. Ecologia da paisagem da planície entre-mares, Florianópolis/SC. In: Leonice Seolin Dias; José Manuel Mateo Rodríguez; Jorge Luis Fontenla Rizo. (Org.). Biogeografia... desde a América Latina. 1ª ed.Tupã: Associação Amigos da Natureza da Alta Paulista São Paulo 2016, v.1, p. 69-90.Ref: ISBN 978-85-68242-31-5. Disponível em:
(https://www.amigosdanatureza.org.br/biblioteca/livros/categoria/cod/47 - acessado
em 11/04/2017)
12.2. HADLICH, Eliâne Carin; BELTRAME, A. V.; MELLO, Marcelo Aiub de
As matas ciliares como corredores ecológicos: estudo de caso nas bacias dos rio Dona Luiza e Ribeirão Matilde. In: Gestão integrada de Ecossitemas Aplicada a Corredores Ecológicos. 1 ed.Brasília : IBAMA - Centro Nacional de Informação, Tecnologias Ambientais e Editoração, 2006, v.1, p. 407-424.
12.3. BELTRAME, A. V.; AGOSTINI, Estelamaris
Da pecuária ao Pinus: as transformações na paisagem do planato de Lages In: Geografia Entrelaçadas - ambiente rural e urbano no sul de Santa Catarina.1 ed.Florianópolis/Criciúma : Editora da UFSC/Editora da UNESC, 2005, p. 165-192. 12.4. BELTRAME, A. V.
A palavra dos participantes In: Ecologia humana, ética e educação - A mensagem de Pierre Dansereau. 1 ed. Porto Alegre: Pallotti, 1999, v.1, p. 519-524.
13. ARTIGOS COMPLETOS PUBLICADOS EM PERIÓDICOS
13.1. SILVA,A.R.; FONSECA, A. L.; RODRIGUES, C. J.; BELTRAME, A. V.
Application of ecological indicators in coastal watershed under high pressure during summer period. Revista Brasileira de Recursos Hídricos, v. 21, n.3, 2016, Porto Alegre, p. 537-548
(
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2318-03312016000300537&lng=en&nrm=iso&tlng=en – acessado em 10/04/2017)
13.2. COVELLO, C.; BELTRAME, Angela V. Metodologia adaptada para avaliação de geossítios em nível municipal - Itapema/SC. Revista Equador, v. 04,n. 3, 2015, Edição Especial 02.Teresina (UFPI), p. 1508-1515
(www.ojs.ufpi/index.php/equador/issue/view/210 - acessado em 10/04/2017)
13.3. FREITAS, Rodrigo Rodrigues de; BELTRAME, A. V.
Biogeografia e cobertura vegetal original da paisagem da lagoa de Ibiraquera. Revista Geografia (Rio Claro), v.38, 2013, p. 475 - 489
13.4. FREITAS, Rodrigo Rodrigues de; BELTRAME, A. V.
Mudanças no uso e cobertura da Terra do entorno da lagoa de Ibiraquera (Santa Catarina, Brasil), no período de 1957 a 2011. Geosul. 2012, v.27, p.77 - 97. 13.5. BELTRAME, A. V.; Sbroglia, Regiane Mara
O zoneamento, conflitos e recategorização do parque municipal da lagoa do Peri, Florianópolis/SC. Boletim de Geografia, v.30, 2012, p. 5 - 18.
(www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/BolGoegr/article/view/11542/9370 - acessado
em 09/04/2017)
13.6. ALARCON, Gisele Garcia; CAPORAL, D. S.; BELTRAME, A. V.; KARAM, K. F. Transformação da paisagem e o uso dos recursos florestais na agricultura familiar: um estudo de caso na área de Mata Atlantica. Revista Ciência Florestal, Santa Maria, abr.-jun., 2011, v.21, n. 2, p. 369-379.
13.7. ALARCON, Gisele Garcia; BELTRAME, A. V.; KARAM, K. F.
Conflitos de interesse entre pequenos produtores rurais e a conservação de áreas de preservação permanente na Mata Atlantica. Revista Floresta, UFPR, Curitiba. 2010, v.40, p. 295 - 310.
13.8. ALARCON, Gisele Garcia; BELTRAME, A. V.; KARAM, K. F.
A influência de aspectos produtivos e da legislação ambiental na transformação da paisagem: o caso da microbacia do rio Sete, São Bonifácio/SC. 2008, Geografia (Londrina), v.17, p.5 - 24, 2008.
(www.uel.br/revistas/uel/index.php/geografia/issue/view/309 - acessado em
09/04/2017)
13.9. BELTRAME, A. V.; MAIA, Fabiana Britto de Azevedo; SANTOS, Renato Reinert dos; SILVA, Ivete Scandolara da
Trabalho de Campo em Biogeografia: método e aplicação. Revista da UNIFEBE, v.1, p.39 - 47, 2003.
13.10. BELTRAME, A. V.; SOUZA, E.; SILVA, R.; BARBOSA, A. M. P.
Práticas de Educação Ambiental no Bairro José Mendes - Florianópolis. CD-Room do XX Seminário de Extensão Universitária da Região Sul, 2002, Pelotas. Revista Expressa Extensão - Edição Especial XX SEURS. Pelotas: Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Pelotas. ISSN 1414-4190 – volume 7 – Edição Especial – agosto, 2002. CD-Room, 6 p.
13.11. BELTRAME, A. V.; LUIZ, E. L.
A cobertura das colinas policonvexas da Bacia do Rio Inferninho e seu papel nos processos geomorfologicos locais. Geosul (UFSC), v.14, p.423 - 437, 1998. 13.12. BELTRAME, A. V.
O estudo dos solos em Santa Catarina e a Análise Estrutural. Revista Geosul (UFSC). , v.13, p.519 - 524, 1998.
13.13. BELTRAME, A. V.
A colonização do vale do Itajaí-Mirim e os reflexos na degradação dos seus recursos naturais renováveis. Revista Geosul (UFSC), v.12, p.91 - 100, 1991.
14. ARTIGOS COMPLETOS PUBLICADOS EM ANAIS DE CONGRESSOS 14.1. DELFINO, D.; BELTRAME, A. V.
Áreas de protección ambiental y los valores territoriales como la posibilidad de gestión en las unidades de conservación en Brasil.Actas del VII Congreso Internacional de Ordenación del Território. Madrid, 2014. 14 p.
14.2. BELTRAME, A. V.
Gestão de Paisagem em Parques Naturais nos Pirineus (Catalunha - Espanha) e na Serra do Tabuleiro (Santa Catarina - Brasil).Anais do XV Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada. Vitória: Departamento de Geografia/CCHN/UFES, 2013. v.1. p.53 - 61
14.3. MATOS, Cláudio H.; BELTRAME, Angela da Veiga; PELLERIN, Joel
Análise de distribuição de deslizamentos para elaboração de Mapa de Áreas de Risco no entorno do Parque Botânico do Morro do Baú, Ilhota, SC. In: Congresso Brasileiro sobre Desastres Naturais, 2012, Rio Claro.
Anais do Congresso Brasileiro sobre Desastres Naturais. Rio Claro: UNESP - Rio Claro.12 p.
14.4. GÓES, Talita Laura; BELTRAME, A. V.
Transformações da cobertura vegetal do parque ecológico municipal professor João David Ferreira Lima e a sua importância como área verde urbana para Florianópolis. In: XVII Encontro Nacional de Geógrafos, 2012, Belo horizonte.
Anais do XVII Encontro Nacional de Geógrafos. Belo horizonte: UFMG. 10 p.
(http://eng2012.agb.org.br/consulta?searchword=talita%20laura%20g%C3%B3es&or
dering=newest&searchphrase=all&areas[0]=autor – acessado em 11/04/2017)
14.5. FERRETTI, O. E.; BELTRAME, A. V.
Análise da gestão e manejo das unidades de conservação (UC) e de outras áres protegidas e a criação da Reserva da Biosfera em Ambiente Urbano (RBAU) na Ilha de SC. XVI Encontro Nacional de Geógrafos, 2010, Porto Alegre. Anais do XVI Encontro Nacional de Geógrafos. Porto Alegre: Associação de Geógrafos do Brasil, 2010. 12 p.
(www.agb.org.br/evento/dowload.php?idTrabalho=2021 – acessado em 07/04/2017)
14.6. LIMA, G. M. de A.; BELTRAME, A. V.
Correlação entre os movimentos de massa e a cobertura vegetal na bacia do Braço do Baú, município de Ilhota - SC. III Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação. 2010, Recife. Anais do III Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação. Recife: Universidade Federal de Pernambuco, 2010. 7 p.
14.7. COVELLO, C.; BELTRAME, Angela V. Avaliação Fitofisionômica da Vegetação de Restinga no Distrito do Campeche - Ilha de Santa Catarina. Anais do XII Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada.2007, Natal - RN. XII Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada, 2007. p. 49-68.
14.8. BELTRAME, A. V.; HADLICH, Eliâne Carin
Dona Luiza e ribeirão Matilde. XI Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada, 2005, São Paulo. Anais do XI Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada. São Paulo: FFLCH/USP, 2005. v.1. p.5144 - 5160
14.9. BELTRAME, A. V.; SILVA, Ivete S. da
Descaracterização da vegetação urbana e suburbana pela dispersão do Pinus spp. - lagoa da Conceição/Florinópolis – SC. Anais do I Seminario Nacional de Impactos Sócio-Ambientais Urbanos - Desafios e Soluções -CD-Rom de Contribuições Científico Ténicas do I SENISA-URB. Curitiba: UFPR, 2002. v.1. p. 82 – 94.
14.10. NARDI, I.; BELTRAME, A. V.
A prática do tema tranversal Meio Ambiente nos planos de ensino de Geografia do ensino fundamental de Florianópolis. Anais do XIII Encontro Nacional de Geógrafos, 2002, João Pessoa. CD-Rom. João Pessoa: UFPA, 2002. 8 p.
14.11. SILVA, I. S.; BELTRAME, A. V.;
Impactos da contaminação biológica do Pinus spp. na bacia hidrográfica da lagoa da Conceição/Florianópolis. Anais do XIII Encontro Nacional de Geógrafos, 2002, João Pessoa. CD-Rom. João Pessoa: UFPA, 2002. 12 p.
14.12. BELTRAME, A. V.; BELTRAME, E.
A preservação dos ecossistemas costeiros e a ampliação do cultivo de camarões marinhos. In: Anais do III Encontro Nacional de Estudos sobre o Meio Ambiente - volume 2. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 1991. p.16 - 27 14.13. BELTRAME, A. V.
Diagnóstico físico-conservacionista da bacia do rio do Cedro, Brusque/SC. In:Anais do III Encontro Nacional de Estudos sobre Meio Ambiente.. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 1991. p.122 - 139
14.14. BELTRAME, A. V.
Estudo geomorfológico da bacia do rio do Cedro (Brusque-SC). In: Anais do II Encontro Nacional de Estudos Sobre o Meio Ambiente. Florianópolis: UFSC, 1989. p.483 - 490
14.15. BELTRAME, A. V.
Evolução da cobertura vegetal da Bacia do Rio do Cedro (Brusque/SC), entre os anos de 1957 e 1979. In: IX Encontro Nacional de Geografia Agrária. 1988, Florianópolis.Anais do IX Encontro Nacional de Geografia Agrária. Florianópolis: UFSC, 1988. p.394 - 413
15. RESUMOS EXPANDIDOS PUBLICADOS EM ANAIS DE CONGRESSO 15.1. BELTRAME, A. V.
Roteiro para orientação de trabalho de campo na disciplina de Biogeografia. In: Anais da 1a. Jornada Brasileira de Biogeografia. Presidente Prudente: UNESP, 1998. v.1. p.27 – 32
15.2. BELTRAME, A. V.; PELLERIN, Joel; OLIVEIRA, M. A. T.; LUIZ, E. L.
Organização e comportamento hídrico das coberturas de alteração das colinas policonvexas na Bacia do Rio Inferninho – Biguaçu/SC. In: Anais do XIII Congresso Latino Americano de Ciências do Solo - em CD room. Água de Lindóia: Sociedade Latino Americana de Ciência do Solo, 1996. 4 p.
16. RESUMOS SIMPLES PUBLICADOS EM ANAIS DE CONGRESSOS
16.1. COVELLO, C.; BELTRAME, A. V. Avaliação Fitofisionômica da vegetação de restinga do distrito do Campeche - Ilha de Santa Catarina. Caderno de Resumos do XII Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada. Natal: UFRN, 2007, p. 118.
16.2. SILVA, I. S.; BELTRAME, A. V.
Análise das possíveis consequências da dispersão aleatória do pinus na Bacia Hidrográfica da Lagoa da Conceição. Livro de Resumos do XII Seminário de Iniciação Científica da UFSC e X Jornada de jovens Pesquisadores da AUGM Florianópolis, 2002. p.391
16.3. BELTRAME, A. V.; VIGGIANO, F. D.
Mapeamento da dispersão do pinus spp. na bacia da Lagoa da Conceição - Florianópolis. In: Anais de Resumos do XIII ENG - Encontro Nacional de Geógrafos João Pessoa: UFPA, 2002. v.1. p.67
16.4. SILVA, I. S.; BELTRAME, A. V.
Impactos da contamiação biológica do pinus spp. na bacia da Lagoa da Conceição/Florianópolis. In: Anais de Resumos do XIII ENG - Encontro Nacional de Geógrafos. João Pessoa: UFPA, 2002. v.1. p.112
16.5. NARDI, I.; BELTRAME, A. V.;
A prática do tema transversal meio ambiente nos Planos de Ensino de Geografia do ensino fundamental. In: Anais de Resumos do XIII ENG. João Pessoa: UFPA, 2002. v.1. p.326
16.6. SILVA, R.; SOUZA, E.; BELTRAME, A. V.;
Proposta de educação ambiental para a escola de ensino básico Jurema Cavalazzi – bairro José Mendes/Fpolis. In: Anais da II SEPEX. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2002. 1p.
16.7. SOUZA, E.; BELTRAME, A. V.
Análise do Bairro José Mendes com vistas à Educação Ambiental In:Anais da II SEPEX. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2002. 1p.
16.8. SILVA, Ivete S. da BELTRAME, A. V.;
Impactos da contaminação biológica do Pinus spp. na Bacia Hidrográfica da lagoa da Conceição/Fpolis. In: II Semana de Pesquisa e Extensão, 2002, Florianópolis. Anais da II SEPEX. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2002. 1p.
16.9. BELTRAME, A. V.; SOUZA, E.; SILVA, R.; ZUCCO, C. A.; SEMEGHINI, M.; GOMES, M.
Mapeamento da cobertura vegetal do Maciço Central de Florianópolis, com vistas a conservação e educação ambiental. In: Anais da II SEPEX. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina,Florianópolis. 2002. 1p.
A análise mineralógica como subsídio ao estudo da dinâmica hídrica da cobertura pedológica. In: VIII Congresso da Associação Brasileira de Estudos do Quaternário - ABEQUA, 2001, Imbé. Boletim de resumos do VIII Congresso da Associação Brasileira de Estudos do Quaternário/ABEQUA, Imbé/RS, 2001. p. 263 - 264 16.11. SILVA, R.; SOUZA, E.;BELTRAME, A. V.;
Proposta de educação ambiental para a Escola de Ensino Básico Jurema Cavalazzi - Floiranópolis/SC. In: XIX Seminário de Extensão Universitária da Rregião Sul (SEURS), 2001, Curitiba. Caderno de Resumo do XIX SEURS. Curitiba: Universidade federal do Paraná, 2001. p. 57
16.12. MOURA, M. T. M.; PACHECO, B. L.; SOBELMAN, A.;BELTRAME, A. V.; LIMA, R. A.
Roteiros do Ambiente In: XIX Seminário de Extensão Universitária da Região Sul (SEURS), 2001, Curitiba. Caderno de Resumos do XIX SEURS. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2001. p.160
16.13. BELTRAME, A. V.; SOUZA, E. de
Renovando a Biogeografia – etapa II. I Semana de Pesquisa e Extensão da UFSC - I SEPEX, 2000, Florianópolis.
Anais da I SEPEX. Florianópolis. UFSC, 2000. v.1. 1p. 16.14. BELTRAME, A. V.; SANTOS, A. C. P.; NARDI, I.
Proposta de educação ambiental para a Escola Básica Hilda Teodoro Vieira - Trindade/Florianópolis/SC. I Semana de Pesquisa e Extensão da UFSC - I SEPEX, 2000, Florianópolis.
Anais da I SEPEX. Florianópolis. UFSC, 2000. v.1. p.274 - 274 16.15. BELTRAME, A. V.; SANTOS, A. C. P.; NARDI, I.
Proposta de Educação Ambiental para escola públicas do municipio de Florianópolis. In: Caderno de Resumos da XIII Semana do Geógrafo. Curitiba: AGB/Regional Sul/UFPR, 2000. p.31 - 32
16.16. VIGGIANO, F. D.; BELTRAME, A. V. Diagnóstico da dispersão do Pinus spp. Na bacia da Lagoa da Conceição. Caderno de resumos do IX Seminário de Iniciação Científica da UFSC. 1999. p. 491
16.17. PELLERIN, J. R. G. M.; BELTRAME, A. ; LUIZ, E. . Análise estrutural e comportamento hídrico dos solos e alteritas em Sorocaba do Sul/Biguaçu -SC. In: Anais da I Reunião Sul-Brasileira de Ciência do Solo/ SBCS/NUCLEO SUL, LAGES/SC.1996. v. 1. p. 119-120
16.18. GIACOMOZZI JÚNIOR, G.; DUARTE, Gerusa Maria; BELTRAME, A. V.; MENDONÇA, Magaly
Estudo do Parque Ecológico Emilio F. Batistella (Corupá/SC) - 1a. parte: Aspectos geológicos e meteorológicos. In: Anais do V Seminário Catarinense de Iniciação Científica. Florianópolis: UFSC, 1995. p.339
16.19. CARDOSO, Arnoldo Senen; BELTRAME, A. V.;