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Estágio supervisionado em supervisão escolar.

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Academic year: 2021

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(1)

UFPB

UNI V E R S ! D A D E FEDERAL DA P A R A I D A

CENIRO DE FORMACAO DE PROFESSORES

C A M P U S V - C A J A Z E I R A S - P B .

DEPARTAMENIO DE E D U C A ( A O E LETRAS

Pedagogia

"Quern sabe, ensina quern ndo sabe," 6 preciso que quern sabe saiba iobretudo que "ninguem sabe tudo e que ninguem ignora tudo."

{Paulo Freire)

RELATORIO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

NO ENSIIVFO DE 1* E ~ GRAUS

HABILITACJO

:„^Suj^.y£^

£ i c o . W

LOCAL DO ESTAGIO:

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(2)

INDfCE 1 - I d a n t i f i c a c a o 2 - D e d i c a t S r i a 3 - Pensamento 4 - Introduce© 5 - Desenvolvimento 6 - Conclusao 7 - Anexos • Musicas . M a t e r i a l D i d a t i c o (l§ a e r i e ) • A Fazenda Cegonha • Jogos Recreativos • M a t e r i a l D i d a t i c o • Consideragoes Gerais a r e s p e i t o do M a t e r i a l D i d a t i c o 00 . Pautas de Reuniao • Taste 05 minutos • Q u a s t i o n a r i o a r e s p e i t o do "Dia D" . E s t a t u t o s do "Cantinho do L i v r o "

• Ata da inauguragao do t'Cantinho do L i v r o . Criacao do "Correio da Informacao

. Taxtos Diversos

• Mensagens do Dia a Die

. Mensagens para o Cantinho do L i v r o . Mensagem de N a t a l

• Mensagem para todos que fazem a Escola . B i b l i o g r a f i a Paginas 01 a 07 08 a 14 16 a 16 17 a 18 19 a 23 24 25 a 29 30 31 32 a 33 34 a 35 36 37 a 43 44 45 46 47 48

(3)

UN IVER9IDADE FEDERAL DA PARAIBA. CENTRO DE FORMAgAC DE P0RFES5QRES.

DEPARTAMENTQ DE EDUCA~AQ E LETRAS. CURSO - Padagogia

PERIODO - V I I

Eatagio Supervisionado am Supervisao E s c o l a r .

Professora Orientadora - Maria E l i z a b e t h Gualberto Duarte E s t a g i a r i a - Maria Lucia de Albuquerque Sazerra.

Local do E s t a g i o - Escola Estadual de I s grau C e l . Doaquim

Matos - Rotary Club.

(4)

DEDICATSRIA

Dentro de raim ha uma dedicagao e s p e c i a l aos meus pais que t a n t o me deram forgas para eu chegar a t e onde cheguei.

Ao meu marido que t a n t o ma i n c e n t i v o u *

(5)

PENSAMENTO

Quern passou pela vida em branca nuvam, a am p l a c i d o rapouso adormeceu, quern nao s e n t i u a f r i o da desgraca, quem passou' pela vida e nao s o f r e u , f a i espectro de homem, nao f o i he*1 ,

mem, so passou pela v i d a , nao v i v e u ,

(6)

INTRODUCAO

0 r e l a t o r i o qu8 i n i c i a m o s a r e f a r e n t e ao Estagio Super-v i s i o n a d o am SuperSuper-visee E s c o l a r , r e a l i z a d o no periodo de 09/09

a 10/12/85, na Escola Estadual de 16 grau C e l . Doaquim Matos 1

Rotary Club, com o o b j e t i v o da trabalharmos com todos os elemen_ tos envolvidos com a r e f e r i d a 8 s c o l a , para que j u n t o s pudesse- * mos c o n s t a t a r com maior c l a r e z a os problemas que afetam o procas so ensino-apresdizagem, bem como de t e n t a r s u p e r a - l o s .

Mediants as c i r c u n s t a n c i a s , sentimos a necessidade da 1

formar pessoas c o n s c i e n t e s , qua lutem por uma aducagao libertad£ r a , onda o educaddr questions o sebar do aducando a assim f a z e r com que o educando cresga, aprenda, pois o saber e uma e x p e r i e n -c i a e -cada urn possui uma e x p e r i e n -c i a d i f e r e n t e .

(7)

J

OESENVOLVIMENTO

0 nosso e s t a g i o teve i n i c i o com uma conversa i n f o r m a l en-t r e Adminisen-tradora e Professores para se f a z e r uma a n a l i s e do que s e r i a p r i o r a no nosso t r a b a l h o , onde f o i r e s a l t a d o que teriamos 1

como base os problemas ds maior necessidada, como: d a f i c i e n c i a era l e i t u r a o r a l e e s c r i t a , 13 s e r i e . como tambam os f a t o s fundament1

t a i s nas operagoes basicas, 3§ s e r i a .

Raalizamos v a r i a s reunioes da c a r a t e r i n f o r m a t i v e e cons-c i e n t i z a d o r , cons-com os p r o f e s s o r e s , Administradora Escons-colar, alunos,«

00

pais de alunos e pessoas da comunidada. Dentre estas reunioes o ' Dia D" (Debate Nacional da Educagao) teve um destaque de r e l e v a n -c i a , onde houve p a r t i -c i p a g a o a t i v a de todos daquela -comunidade OJS

c o l a r , nao havendo omissoes de propstas que beneficiaram uma mu-!

danca na f u t u r a educagao.

Trabalhamos tambam com os p r o f e s s o r e s , com t e x t o s informal t i v o s a r e s p e i t o dos seus d i r e i t o s e deveres como p r o f i s s i o n a l , * como tambem a sua vida S o c i o - p o l i t i c o economico.

Orientamos os p r o f e s s o r s s , r e s a l t a n d o a importancia do ere

basamento t e c n i c o , para uma p r a t i c a mais concreta a substanciosa1

onde a inovagao torna-se necessaria em v i s t a das defasagens oco-1

r r i d a s no procasso ensino-aprendizagem. Nesse s e n t i d o apresenta-1

mos diversas t e c n i c a s e m a t e r i a l s d i d a t i c o s t a i s como: Olho v i v o das p a l a v r a s , l o t o das p a l a v r a s , jogo das s i l a b a s , jogo da encai. xe, domine de p a l a v r a s , f i g u r a s de animais, f i g u r a s geometricas, bingo, jogo de tabuada, c a r t a z e s , complementando com gogos recrea_ t i v o s e musicas que desenvolva a expressao c o r p o r a l .

Vale s a l i e n t a r que nao nos r e s t r i n g i m o s em apenas t r a n s -m i t i r conteudos aprendidos, preocupa-mo-nos e-m preparar-mos u-ma aui l a e x p o s i t i v a , com f i n s de s u b s i d i a r o p r o f e s s o r para um maior 1

aprofundamento na exploragao g l o b a l de todo o m a t e r i a l d i d a t i c o . Conforme nossa proposta de t r a b a l h o , conseguirnos r e a l i -zar as a t i v i d a d e s p r e v i s t a s , bam como o surgimento de o u t r o s pr£ blemas de i g u a l necessidade que peecisavam da solugoes urgentes. Baseado n i s s o , f o i que criamos o "Cantinho do L i v r o " , complemen-tando com o "Correio de Informagoes" que muito c o n t r i b u i para um desenvolvimanto i n t e l e c t u a l , daquela comunidade e s c o l a r .

(8)

No decorrer do todo o e s t a g i o , houve uma t o t a l in/fe^gragao

comt tados as turmas, nao f i c a n d o assim nosso trabalhofjbJ.to\

e monotodo*

Procuramos tambem desenv/olver um n l v e l de tBabaln^C/Cm os

alunos possam se c o n s c i e n t i z a r a r e s p e i t o da s i g n i f i c a g a o "

tas comemorativas, t a i s como: Dia da cranga, d i a do p r o f e s s o r , 1

dia da Republics, e f a s t a s N a t a l i n a s , atraves de t e x t o s informa-t i v o 3 .

Com a certeza de que contribuimos de alguas modo para o * melboramento de nossa educagao e c i e n t e s de que aducar nao e so-mente i n s t r u i r , c o n t e s t a r , p a s i c i o n a r - s e e tudo i s s o a mais viveri c i a , p a r t i c i p a g a o d i a - a - d i a , enceramos nossas a t i v i d a d e s r e f e rentes do e s t a g i o Suparvisionado em Supervisao Escolar*

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Ao longo de e s t a g i o . tivemos oportunidade da c o n s t a t a r que hcuve urn maior aprofundamento do conhscimento de r e a l i d a d e educa c i o n a l , maior q u a l i f i c a g a o , visando a r e a l i d a d e para melhor exe-cutarmos nossos trabaifjos como p r o f i s s i o n a i s .

Sentimos de p e r t o as d i f i c u l d a d e s encontradas pelos edu-cadores e educandos, e os f a t o r e s que prejudicam o d e s e n v o l v i - 1

mento no processo ensino-aprendizagera.

Como ponto p o s i t i v o conssideramos a nossa r e s p o n s a b i l i d a d e , pontualidade e p a r t i c i p a g a o em todos as a t i v i d a d e s e s c o l a r e s .

Quando relatamos as d i f i c u l d a d e s encontradas tivemos a pre tensao unica da c o n t r i b u i r m o s de uma forma ou de outra p/ a v a l i a -gao do e s t a g i o .

Concluindo o e s t a g i o e f e i t o uma r e f i e x a o de nossa atuagao, observamos que houve mudanga, so que e i m p o s s i v e l uma mudanga edu

c a c i o n a l , apenas com os esforgos dos que fazem p a r t e da escola 9

onde deveria ser de todos que fazem a sociadade em que vivemos. 1

Gerando assim Alunos, Professores e Pais consciente de uma l u t a • conjunta pela formagao i n t e g r a l do homem em uma sociedade c a p i t a -l i s t s que pede mudanga e revindicagoes j u s t a s e necessaria para * nos, melhor s o b r e v i v e n c i a do "Homem" enquanto ser S o c i a l , P o l i t i -co e R e l i g i o s o .

(10)
(11)

01 M d S I C A S MAN£ PIPOCA Ema a ma Ene e na mane P i i p i manepi Pe o po manepipo Ce a ca manapipoca Ce a ca Pa o po capo Pa i p i capopi Ene a na capopine Eme a ma capopinema

(12)

02 PATO NA CHUVA 3a esta chovsndo Na chuva vou b r i n c a r Sou um Patinho Quero ma molhar ( Musica: F u i a Espanha ) La no chuv8iro Seu banho va tomar Chuva a pra p a t i n h o Que pode ss molhar

Voce 6 menino

Nao deva ser assim Se andar na chuva

(13)

03

MEU CQRPO

No meu brace tern Tern,tern, tern... No meu braco tem Oh/ meni.no

Pulso a cotov/elo

( Musics: Na Bahia tem )

Na minha perna tem Tarn* tem, tsm#*» Na minha perna tem Oh/ menino

Joelho e t o r n o z e l o

No meu r o s t o tem Tern, tem, tem««« No meu r o s t o tem Oh/ menino

(14)

SATE PALMINHAS

( Esquema c o r p o r a l - d i a do Solid

Bate palminhas Levanta as maos Da uma v o l t i n h a a Bate os pes no chao

De soldadinhos Vamos b r i n c a r Com a c a r n e t i n h a 0 0 0 0 0 Ta - t a - t a - t a - t a MEU LANCHINHO

Meu lanchinho, meu lanchinho you comer, v/ou comer

Pra f i c a r f o r t i n h o , pra f i c a r f o r t i n h o E c r a s c e r , e c r e s c e r .

(15)

AS t/OGAIS

Cara redondinha Trancinha para ca Quem a esaa l e t r i n h a

Oh/ meninha a... a... a..

Eu w i um p e i x i n h o Peixinho na mare Ela a b o n i t i n h o

Oh/ maninha e*#. e... a*

Sobe desce a pinga Seu rnome eu j a a e i Ele asta no mi Oh/ maninha i . . . i . Faco uma b o l i n h a E um cgapeuzinho Ele asta no do Oh/ maninha 6... o# o.

(16)

1 06 MARIANA CONTA DE 10 A 10

Mariana conta o i £ 01 a Ana

Viva Mariana, v i v a Mariana Mariana conta 02

£ dois e um a Ana

Viva Mariana, v i v a Mariana Mariana conta 03

Mariana conta 03

£ t r e s , a d o i s , a urn a Ana Viva Mariana, v i v a Mariana Mariana conta 04

Mariana conta 04

£ 04, a 03, a 02, a 0 1 , a Ana Viva Mariana, v i v a Mariana Mariana conta 05

Marian conta 05

£ 05, a 04, a 03, e 02, a 01, a Ana Viva Mariana, v i v a Mariana

Mariana conta 06 Mariana conta 06

£ 06, a 05, a 04, a 03, a 02, a 0 1 , a Viva Mariana, viva Mariana

Mariana conta 07 Mariana conta 07

£ 07, a 06, a 05, a 04, a 03, a 02, a 01, a Ana Viva Mariana, v i v a Mariana

Marian conta 08 Mariana conta 08

£ 08, a 07, a 06, e 05, a 04, e 03, a 02, e 0 1 , e Ana Viva Mariana, v i v a Mariana

Mariana conta 09...18... Viva Mariana, v i v a Mariana.

Ana

(17)

07

DANQA DA PENEIRA

Dona Chiquinha

Bote o milho pra p i s a r De um lado s a i o Xeram Do o u t r o a a i o fuba Paga na peneira Comaca s a c u l a j a r De um lado s a i o xerem Do o u t r o a a i o fuba

Saculeja, peneira xeram S a c u l e j a , peneira xeram

Eu nao vou c r i a r g a l i n h a Pra da p i n t o a ninguem.

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MATERIAL DIDA*TICG IF I Series

Olho v i v o das palavras

I - O b j a t i v o - F a c i l i c i t a r a assosiacSo do mome com a f i g u r a a memorizacao das palavras apresentadas. I d e n t i f i c a c a o de f i g u r a s .

(19)

09

2 - L0T0 DE PALAVRAS

ft . .

Objativos - Associar palavras f i x a n d o os cartoes com as i d e n t i c a s apresentadas no quadro.

(20)

DQMINfi DE PALAVRAS

1 0

O b j e t i v o - Aprasentar p a l a v r a s que comacem com a mesma s l l a b a , obrigando a rapidez de r a c i o c i n i o do aluno.

(21)

JOGO DE ENCAIXE

O b j e t i v o - F a c i l i t a r a separacao de s i l a b a , bam como a s s o c i a - l o a f i g u r a , f a c i l i t a n d o a dascoberta da formacao da p£ l a v r a p a l o encaixe correspondente.

(22)

30GG DE S fLA8AS

-

b

a.

O b j e t i v o s - Formalizacao a raeraorizagao das s i l a b a a a sua f a m i l i a a i l a b i c a .

(23)

13 FIGURAS

(24)

FUGURAS GEOMETRICAS

O b j a t i v o - D i s t i n g u i r as d i f e r e n t e s formas geornetricas, cores, manhos a c a r a c t a r a s .

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n i t a ; toda cercada de caroinhos que dava para todos GS l a d o s .

Ligada per um caminho, t i n h a uma casinha e n e s t a1

casinha t i n h a uma j a n e l a que a b r i a a fechava sempre.e esta j a n e l a era vatrada para um j a r d i m muito f l o r i d o e perfumado.

So que esta casa era t a o b o n i t a , que um d i a a l g u -mas passoas c u r i o s a s , resolveram e n t r a r na casa para saber se de£ t r o dela hauia rauitas coisas b o n i t a s .

Fizeram umas escadas com suporte para chegar a t e a fazenda. mas f i z e r a m t a n t o barulho, que o dono da casa acordou.

Ss c u r i o s o s assustados sairam correndo e fugirara por o u t r o caminho.

0 dono da fazenda saindo de casa f a i o u : - Que vergonha

So f a l t a um bico para parecer uma cegonha

DESENVOLVIMENTO - No desenrolar da e s t o r i a , i r montando a mesma 1

com as pscas adeguadas, a depois pedir a uma 1

das c r i a n c a s , qua conta e monte a e s t o r i a a sou modo. onde o p r o f e s s o r obsarvara como a c r i a n c a r e c r i a e s t o r i a © como o grand© grupo p a r t i c i p a .

(26)

16

(27)

30G0S RECREATIVOS

Cuidado com o f i o :

M a t e r i a l - Uma corda ou barbante representando o f i o a l e t r f Formagao - Em coluna por um. Ouas criangas serao destacadas p r a r a corda.

Desnvolviraento:

Mantendose a corda e s t i c a d a a uma c e r t a a l t u r a , e v i t a n do t o c a l a para nao l e v a r um choqua. F e i t a a passagera d8 todos, a a l t u -ra do f i o tornar-se-a menor. A c r i a n g a , que encoate no f i o g r i t a 11 a i "

levantando os bragos a tremendo como se e s t i v e s s e levado um choque, v a i colocarse no f i m da coluna para passar outra vez. A p r o f e s s o r s v a i f e -zendo d i m i n u i r a a l t u r a do f i o a t e quando l h e parecer conveniente. Q b j e t i v o s E s p e c i f i c o s - Coodenagao motora f l e x i b i l i d a d a .

- A sopa esta p r o n t a .

Formagao: Criangas am roda, lugares marcados. Um destaque o c o z i n h e i -ro.'

Desemvolvimento:

0 c o z i n h e i r o v a i f a z e r a sopa, andando em v o l t a do grupo, v a i escolhendo os i! elementos da sopa ( c r i a n g a s ) . c a m e , legumes, mas,

S3 • • »

Essas criangas vao seguindo o c o z i n h e i r o a t e que e l e diga: "Sopa pronta.1

Entao todos, i n c l u s i v e o c o z i n h e i r o , corram para ocupar l u g a r na roda./ 0 que vao conseguir sera o proximo c o z i n h e i r o .

Q b j e t i v o s e s p e c i f i c o s : Atengao - Rapidez e conhecimento g e r a i s . - 0 Gato a a Bola.

Formagao: Criangas de cocoras em e a r c u l o , no c e n t r e do qual uma r e p r e n -t a r a o ga-to.

Desnvolvimento:

As criangas f a r a o com que a bola r o l e com rapidez cruzan-do o c i r c u l o . G gato t e n t a r a apanhar, se conseguir o proximo gato sera o u l t i m o jogador.

Q b j e t i v o s E s p e c i f i c o s : Coordenagao motora f o r g a nos bragos, diregao no r o l a r a b o l a .

(28)

Ar, Terra e Mar

Formagao: As criangas sentam-se em roda tendo ao c e n t r o a pi^fwsIora'<

Dasenvolviroento: jj'B

Para i n i c i a r o jogo a professors aponta um jdygador d i z e n

-do-lhe ao mesmo tempo !f Terra • por exemplo. A crianga indicada- tarn

c i t a r depressa o nome de um animal que v i v a na t e r r a ( b o i , leao, e t c ) .

Se demora muito ou e r r a , deve sentar-se de costas. 0 jogo prossegue / com outra s o l i c i t a g a o a uma outra c r i a n g a , a quern se d i r a : Ar ou Mar e assim por d i a n t e .

Q b j e t i v o s e s o e c i f i c o s : Rapidez de Reagao,fixagao de conhecimento g e r a i s , ampliagao de v o c a b u l a r i o - boa a t i t u d e d i a n t a da penalidade imposts. V a r i a n t e : Em l u g a r de t e r r a , Mar e Ar, o comando e mamifero, Ave ou PejL xe. Quern e r r a paga numa prenda. No f i m do jogo deve saber d i z e r o nome de t r e s mamiferos, aves ou peixes.

Ha... Ha ... Ha

Os p a r t i c i p a n t e s sentar-sa-ao formando um c i r c u l o * 0 jogo i n i c i a r - s e - a quando um dos presentes, previamente i n d i c a d o pelo p r o f e s s o r , d i r a "Ha( ao companheiro de sua esquerda. Este por sua vez d i r a Ha... Ha... e a£ aim de acordo com o numero que voce ocupa no c i r c u l o . Q importante ne£ te jogo e que ao d i z e r "Ha a pessoa deve manter-se s e r i a . Todos que r i rem deverao s a i r do jogo. Ate a d i s p u t a f i n a l dos d o i s u l t i m o s p a r t i c i pantes.

******

(29)

19

32 stnu

RETA NUHERADA NO C0N3UNT0 Q

Adicao:

3 5 3

Subtragao: J L o2* «2 ©2- o«i «^

5-

- A 0 . * 2

i

« 2

O b j e t i v o - Faz8r o aluno d e s c o b r i r atraves da r a t a numerada, o quanta sa trona f a c i l somar a s u b t r a i r os numeros 1

(30)

20 BINGO DE TABUADA

3

34

\ «

/g

56

9 x

91

6 x4

2^x6

O b j e t i v o E s t i m u l a r o r a c i o c i n i o do aluno, incentivando-o a uma resposta mais r a p i d a , apriraarando S8u daaanvolvimento l o g i c o matamatico.

(31)

/

21 30GO DA TABUADA l x l 1 x 2 1 x 3 2 x 1 = 2 2 x 2 * 4 2 x 3 * 6 31x-l 3 x 2 3 x 3 4 x 1 4 x 2 4 x 3 6 X 1 = 6 7 X 1 * 7 8 x 1 * 8 9 X 1 * 9 10 X 1 = 10 X 2 « 12 7 X 2 = 14 8 x 2 = 16 9 X 2 = 18 10 X 2 * 20

6

X 3 * 18 7 X 3 = 21 8 x 3 = 24 9 X 3 * 27 10 X 3 * 30 1 - C o n s t r o i a tabuada da 01 a 10 2- Depois v a i t i r a n d o os sao r a p e t i d o s Ex. 1 x 2 = 2 - 2 x 1 = 2 4 x 6 = 24 = 6 x 4 = 24 7 x 8 = 56 = 3 x 7 = 56

3- As criangas dascobram a invarsao dos numeros a comega a ver que a f a c i l aprender a tabuada.

4- Por f i mf os alunos descobaara, que os unicos numeros a nao se r a

00 00 0

p e t i r , sao os que sao m u l t i p l i c a d o s por e l a p r o p r i a . Ex. 2 x 2 = 4

5 x 5 = 25 6 x 6 = 36 8 x 8 = 64

5- O b j a t i v o - F a c i l i t a r o astudo da roatematica, bam como a

mamori-zagao da tabuada, eliminando o temor apresentado a T

(32)

22 AULA DE MATEM/iTICA

Quadro v a l o r de l u g a r

CLAS5E DAS UNIDADES

c D

O b j e t i v o a : O r i o n t a r os alunos, mostrando os f a t o s basicos no pro-cess© de v a l o r i z a c a o dos algarismos dantro d8 uro numero conforma a posicao que ocupa.

CONSIDERAQOES GERAIS A RESPEITO DO QUADRO VALOR DE LUGAR

I - 0 quadro v a l o r de lugar na adicao doa numeros n a t u r a i s f o i / a p l i c a d e atraves ds problemaa e s c r i t o s . mostrando todos os cases a p l i c a v e i s t a i s como:

a) Sem reserve b) Com reserva

c) Reserva das unidades para as dezenas d) Reserva das dezenas para as centenas

e) Reserva das unidades para as dezenas a da dezenas para cente-nas.

2 - Quadro v a l o r da lugar na subtracao dos numeros n a t u r a i s de~ '

monstrando todos os casos a p l i c a v e i s t a i s como: a) Sem reagrupamento

b) Com reagrupamento

c) Com reagrupamento dezenas para unidades d) Com reagrupamento centenas para dezenas

e) Com reagrupamento dezenas para as unidades e das centenas pa-ra as dezenas.

(33)

23 3 - Quadro v a l o r de lugar na m u l t i p l i c a c a o dos numeros n a t u r a i s

apresentadas da seguinte forma: a) Sem reserva

b) Com reserva das unidades para as dezenas c) Oas dezenas para as centenas

d) ^as unidades para as dezenas a das dezenas par

4 - Quadro v a l o r de lugar na d i v i s a o dos numeros n a t u r a i s , com os seguintes casos:

a) Todas as d i v i s o e s p a r c i a i s sao exatas b) Reagrupamento na p r i m e i r a d i v i s a o

c) A p r i m e i r a d i v i s a o p a r c i a l nao a exata (sobrs r e a t o ) d) Divisao com zaro i n t e r c a l a d e no quociente.

a) Divisao nao e exata, ou aeja, sobra r e s t o .

6bserva$ao: - Apos cada caso e x p l i c a d o , f o i f e i t o e x e r c i c i o de ve-r i f i c a c a o de apve-rendizagem o qual apve-resentou 70^ da / e x i t o nas t a r e f a s r e a l i z a d a a *

(34)

24 Consideragoes Gerais £ Respeito do M a t e r i a l D i d a t i c o

i

Todo o m a t e r i a l d i d a t i c o , apresentados anteriorntt explorado p a r t i n d o do mais simples ao mais complsxo, sei s i f i c a d o dentro do metodo s i n t e t i c o , onde a p o s s i v e l desdl da seguinte meneira:

Apos a s l l a b a em destaque o p r o f e s s o r pode p e d i r a f a m i l i a s i -l a b i c a . Ex- F a m i -l i a s i -l a b i c a r a , r e , r i , r o , r u .

- Ensina-se o nome das l e t r a s ( a l f a b e t o ) Ex- 3,b,c,d,...

- Ensina-se as s i l a b a s (combinagao das l e t r a s ) Ex- ba, ca, da,...

- Ensina-3e a palavra (corabinagao das s i l a b a s ) Ex- r a , a t o = 1

r a t e .

- Ensina-se a former oracoes com palavras dadas. Ex- 0 gato nao 1

gosta do r a t a .

E3tudando a palavra RATG podase e x p l o r a l o no aspecto c o g n i t i -vo do desen-volvimento logico-raatematico.

Ex- A palavra r a t o e formado da quantas l e t r a s ? 0 r a t o a limpo?

Ela tem pelo? El8 tem casa?

Voces conhecem o r a t o ? Qual e a cor do r a t o ? G r a t o anda?

Quantas patas e l e tem?

- Pode-se f a z 8 r comparagoes t a i s como: 0 que e maior o r a t o ou o gato?

Qual a d i f e r e n c a do r a t e para o gato?

- A p r o f e s s o r s pode s u g e r i r i - l h e se eles gostariam de desenhar 1

um r a t o e logo em seguida f a z e r com que as criangas falem a r e s

-p e i t o de cada desenho.

- E para f i n a l i z a r pode-se f a z e r uma narragao de uma h i s t o r i a rai lacionada com a palavra estudada.

- E c o n c l u i n d o , pode-38 parceber que ha inumeras formas de explo r a r o m a t e r i a l d i d a t i c o anexado a n t e r i o r m e n t e , c/ diversas t e c n i e cas e metodos.

(35)

25 PAUTA OE REUNIAO

Local - Escola Estadual de 12 grau C e l . Joaquin Hatos-Data - 18/09/1,985 Hora - 13:30 hs

Responsaveis pela reuniao - Professores, Administradora Escolar, Es_ t a g i a r i a s e Monitoras.

Q b j e t i v o s - Esclarecer a comunidade a importancia da Educagao a o * porque do "Dia D" (Debate Nacional da Educagao);

Oferecer oportunidada aos p a r t i c i p a n t e s de expor suas 1

duvidas, de l e v a n t a r questionamentes e propostas, para uma melhoria de uma f u t u r a Educagao B r a s i l e i r a .

As3unto - "0 Dia D" (Debate Nacional da Educagao).

P a r t i c i p a n t e s - Professores, D i r e t o r a , ^ s t a g i a r i a s , Pais de alunos e pessoas convidadas.

Tecnica - Discussao am p l e n a r i o Conversa i n f o r m a l Debate.

Avaliagao - Todos os que p a r t i c i p a r a m da r e u n i a o , acharam-na por 1

demais v a l i o s a , pois a mesma f o i i n f o r m a t i v a e cons- • c i e n t i z a d o r a mostrando a verdadeira Educagao, sem ba-l a ba-l a d a f a ba-l s o s rodeios^ onde forara apresentadas p r o - 1

(36)

26 PAUTA DE REUNIAO

Local - Escola Estadual de i s grau Cel* Joaquim Matos - Rotary Club. Data - 21/11/1.985 Hora - 9 ha.

0 <V 0

Raaponsaveia pela reuniao - E s t a g i a r i a s .

Q b j e t i v o s - Formar um parametro do p r o f e s s o r de ontem e o professor de h o j e .

A n a l i z a r c r i t i c a m e n t e o r e a l papal do p r o f e s s o r ;

Oferecer pportunidade para uma r a f l e x a o sobre a Educa-gao a t u a l .

A v a l i a r a r e f l e t i r o novo e s t a t u t o do m a g i s t e r i o .

Assunto - Estudo do t e x t o "0 p r o f e s s o r e a bueca de sue i d e n t i d a e V P a r t i c i p a n t e s - Professores e Administradora Escolar.

Tecnica - Taste de 5 minutos; Discussao em p l e n a r i o .

O b j e t i v o da Tecnica Daspertar de maneira descontraida a i m o r t a n -c i a da l e i t u r a -como tambem de qualquer ativiL dade que e x i j e a s s i n a t u r a ou mesmo resposta.

Avaliagao - A reuniao teve como ponto de r e f e r e n d a , as f r u s t a g o e s a as angustias sentidaa pelos p r o f e s s o r e s , bem como o d e s c r e d i t o pela Educagao.

Tanto a reuniao como a t e c n i c a , foram de suma i m p o r t a n c i a , uma vez que, todos os professores p a r t i c i param ativamenta, nao se omitindo de expor seus a n s e i os e desejos, assim como a n a l i z a r sua verdadeira i d e n -dade p r o f i s s i o n a l .

(37)

27 PAUTA DE REUNIAO

Local - Escola Estadual de 12 grau Cel. Doaquim Matos - Rotary Club Data - 22/11/1.985 Hora: 19 ha.

0 00 0*

Responsav/eia pela reuniao - E s t a g i a r i a s a P a l a s t r a n t e a .

Q b j e t i v o s - Informar aos pais de alunos qual a f i n a l i d a d e de Clue de Saude;

Informes g e r a i s sobre saude, enfocando as p r i n c i p a l s ' doengas a seus c o n t a g i o s ;

Aproveitamento dos alimentoa basicos da r a g i a e , para assegurar uma boa saude.

Assunte - " P a l e s t r a sobre a Saude".

P a r t i c i p a n t e s - Professores, Administradora Escelar, Alunos, Pais de alunos e E s t a g i a r i a s .

Tecnica - Conversa I n f o r m a l ;

Debate com perguntas a respostas; Aprasentagao de s l i d e s .

Avaliagao - A p a l e s t r a f o i r e a l i z a d a por Dr. I n a c i o de Andrade ' Torres, atraves de s l i d e s e conversa i n f o r m a l , onde as duvidas dos p a r t i c i p a n t e s foram e s c l a r e c i d a s . Os

informes foram os mais d i v e r s o s como: Amamentagao, 1

alimentagao, p r o f i l s x i a e d e n t i g a o .

Houve a t i v a p a r t i c i p a g a o dos o u v i n t e s a i n t e -gragao com o explanador.

(38)

26 PAUTA DE REUNIAO

Local - Escola Estadual de IC grau C e l . j*oe;quire Matos Data - 06/12/1.985 Hora - 14 hs

Responsaveis pela reuniao - E s t a g i a r i a s

O b j e t i v o s - Oferecer oportunidada aos professores para repensar t o do o seu t r a b a l h o r e a l i z a d o no c o r r e n t e ano l e t i v o , 1

tragando as l i n h a s b'sicas de sua agao p a r t i n d o da ana l i s 8 c r l t i c a do seu p r o p r i o Eu ( p r o f e s s o r ) e da turma; D i s c u t i r 8 a n a l i s a r as e x p e r i e n c i a s v i v i d a s durante o ano l a t i v o . i n c l u i n d o as d i f i c u l d a d e s detectadas.

Assunto - Estudo do t e x t o "A v o l t a do Homem pera o Homem".

Tecnica - Apresentacao em p l e n a r i o

Dialogo

P a r t i c i p a n t e s - Professores e Administradora Escolar.

Avaliacao Apesar da i n i b i c a o que os professores sentirara no i n i -c i o . houve uma integragao e n t r e todos os p a r t i -c i p a n t e s onde os mesmos expdseram seus problemas admitindo os ' p r o p r i o s e r r o s , fazendo uma a u t o - a n a l i s e da todo o t r a balho desenvolvido durante o ana. apresentando perspe£ t i w a de mudangas, ou s e j a , renovar e i n o v a r t e c n i c a s e reetodos que f a c i l i t e m o processo ensino - aprendizegem.

(39)

29

PjAUTA DA REUNIAO

Local - Escola Estadual de 12 grau Cel. Ooaquim Matos- Rotary Club* Data - 10/12/1.985 Hora: 16:30 ha.

Responsaveis pela reuniao - E s t a g i a r i a s

O b j a t i v o s - Envidar as necessidades p r i m o r d i a i s de uma b i b l i o t e c a , para a formagao basica aducacional;

J u s t i f i c a r a c r i a g a o do "Cantinho do l i v r o " , mostran-do desda o sau ponto de p a r t i d a para t a l , bem como a denominagao e homenagem preatadas as pessoas i i g a d a s a comunidade Cajazeiranse;

Mostrar a necessidade de p r e s e r v a r e conservar a m i n i B i b l i o t e c a para um bom desenvolvimento aducacional. P a r t i c i p a n t e s - Professores, Administradora Escolar, Alunos, Pais

de Alunos, Pessoas Convidadas e E s t a g i a r i a s . Tecnica - Exposigao Oral (Discurso)

Dialogs

Avaliagao - Esta r e u n i a i f o i por demais Q r a t i f i c a n t e para nos e s t a g i a r i a s , uma vez que, pudemos expor de maneira / s u s c i n t a todo o nosso erapenho e dadicagao para a fo£ magao do "Cantinho do L i v r o " .

F o i p o s s i v e l observar que todos os par-t i c i p a n par-t e s , como par-tambem par-todos os que colaboraram sen t i r a m honrados.

(40)
(41)

-30

Taste de 5 minutos

Voca pode s a g u i r as i n s t r u c o e s i n d i c a d a s na l i s t a abaixo: 01- Leia tudo antes de fazer qualquer c o i s a .

02- Coloqua seu nome na p a r t e s u p e r i o r d i r e i t a desta pagina. 03- Faca um c i r c u l o ao redor da palavra "nome" na f r a s a n^ 2 04- Assine seu nome depois do t i t u l o .

05- Antes do t i t u l o escreva sim.•.aim...aim*•.

06- Faca um c i r c u l o na f r a s e nf l 4, levante-se a g r i t e : F i z um c i r c u l o

na f r a s e n^ 4

07 Coloque um c i r c u l o com "X" ne p a r t e i n f e r i o r esquerda desta p a g i -na.

08- Oesenhe um t r i a n g u l o era redor do "X".

09- M u l t i p l i q u e : 2x6*550 no verso desta pagina. 10- Sablinhe a p a l a v r a t i t u l o na f r a s e n^ 4

11- Some 8960 ao n<* 246 no verso desta f o l h a .

12- Desenhe um c i r c u l o em redor da resposta e ponha um quadrado am / redor do c i r c u l o *

13- Fure 3 buraquinhos no topo desta papel com seu l a p i s . 14- Sublinhe todos os numeros dasta pagina.

15- Agora que voce acabou de l e r cuidadosamente execute somente as / i n s t r u c o e s c o n t i d a s na f r a s e n2 0 1 .

16- Obrigada pela sua cooperagao. Estamos c e r t a s de que voce e s t a r a de acordo da que este t e s t e f o i muito i n t e r e s s a n t a .

(42)

31

ESTADO DA PARAI8A

SECRETARIA DA ESDUCAQAO

Escola Est. de IS grau Cel. 3oaqumm

Com base nas p a l a s t r a s r e a l i z a d a s em nossa Esco-*

l a sobre o Dia MDW (Debate Nacional Sobre Educagao); responds as

seguintas questoas:

01) Para que serve a Escola? que?

03) Voce se sente s a t i s f e i t o com a Escola que tem? por que? 04) que escola voce g o s t a r i a de t e r ?

05) Em que t i p o de l i v r o voce g o s t a r i a de estudar?

06) 0s p a i s p a r t i c i p a m da aprendizagem dos seus f i l h o s na Escola? 07) 0s professores estao desempenhando bem sua missao de educador? 08) E x i s t e bom relacionamento e n t r e p a i s , mestres e as dema^is pes^

soas que trabalham na Escola?

09) Sera que a escola prepara o aluno para e n f r e n t a r a r e a l i d a d e que o espsra l a f o r a ?

10) Que d i z voce do ensino r e l i g i o s o na Escola?

11) A merenda e s c o l a r e s u f i c i e n t e para atender as necessidades1

do aluno durante o ano l e t i v o ?

12) 0 governo esta preocupado com a melhoria do ensino p u b l i c o ? 13) Sua escola oferece condigoes para desenvolver a t i v i d a d e s r e

-c r e a t i v a s ?

02) Voce echa necessario f r e g u e n t a r a Escola? Sim ou nao a por ?

RESPGSTAS

(43)

A r t . i c - f i c a triad© com sade na Escola Estadual da 12 grau C e l . 3oaquim Matos, um Cantinho do L i v r o *

C a p l t u t o I I

Dos Q b j e t i v o s :

Art.22 - Q Cantinho do L i v r o "Francisco Arcanjo de ' Albuquerque", t e r a como o b j e t i v o :

a) Q r i e n t a r os aducandos a r e s p e i t o da im-p o r t a n c i a de im-pesquisar;

b) Desenvolver o gosto pela l e i t u r a ;

C) F a c i l i t a r o i n t e r c a m b i o da coraunicacao; d) A p e r f e i g o a r e c o r r i g i r a a s c r i t a ;

a) Enriquecimento da v o c a b u l a r i o . C a p i t u l o I I I

Da arganizagao a funcionamento:

Art.32 - 0 Cantinho do L i v r o . c o n s t i t u i r a de 02

as-t a n as-t e s , dispondo de 460 l i v r o s . 01 mesa e 04 c a d e i r a s , onde os mesmos serao u t i l i z a -dos de acordo com a necassidade do educado e educando.

Art.42 - Para um funcionamento mais e f i c a z do C a n t i nho do L i v r o . e x i s t o r a uma p r o f e s s o r a b i - ' b l i o t a c a r i a . que i r a o r g a n i z a r as f i c h a s • do educando. bem como, a u x i l i a r nas d i f i c u l dade dos mesmos.

Art.52 "0 Cantinho do L i v r o " , podera aer u s u f r u i

-do por to-dos os que fazem a escola, como: a d r n i n i s t r a d o r , p r o f e s s o r e s , f u n c i o n a r i o s e alunos.

(44)

/

33 Art.62 - Qs i i v r o s poderao ser emprestados

e educadores, onde sera e s t i p u l a d a entrega pela b i b l i o t e c a r i a , poden a data de entrega, e caso nao se dia raarcado havera uma multa a pag

s u a r i o .

Paragrafo tinico - Todos deoerao z e l a r pelo "Cantinho de L i v r o " , pai ra que o mesroo mantenha seu funcionamento, aten-dendo assim, as necessidades do corpo docente e d i s c e n t e .

C a p l t u i o IV Disposicoes Gerais:

Art.72 - A b i b l i o t e c a r i a sera uma pessoa que tera curso,

prestsdos atraves do 92 CRED ou outras r e c i - *

clagens, a f i m de p r e s t a r maiores informacoes ao corpo docente e d i s c e n t e .

Art.82 0 cargo de b i b l i o t e c a r i a , sera por tempo i l i

-mitado, e casp gaja nacessidade de sua saida, a mesma era i n s t r u i r sua a u b s t i t u t a , para que o "Cantinho do L i v r o " c o n t i n u e a f u n c i o n a r 1

normalmente.

Art.92 0 Cantinho do L i v r o , sera suparvisionado i n i

-c i a l m e n t e pela p r o f e s s o r a b i b l i o t e -c a r i a Vera Lucia C a r o l i n e de Sousa.

A r t . I D2- " 0 Cantinho do L i v r o " , promovera a semana da

l e i t u r a que podera ser de 03 em 03 meses, s s -t i p u l a d a s nas seguin-tes seraanas como: 3^ soma na do mes de a b r i l , 43 aamana do mas da J u l h o , 23 semana do mas de Outubro, podendo haver mu dancas de acordo com a nacessidade e nova da-ta sera e s t i p u l a d a pela Administradora Escolar, A r t . I I9- Estes e s t a t u t o s poderao ser reformados em 1

qualquer epoca, mediants es necessidades de * surgirem de r e f o r m u l a r .

C a j a z e i r a a , 14 da Novembro de 1.985 E s t a g i a r i a s : Maria E l i e t e de Souza a Maria Lucia da A. Bezerra

(45)

34 Ata da Rauniao E x t r a o r d i n a r i a de

Inaugura-t e do "CanInaugura-tinho do Livro1*. na Escola Est«a

dual de IB grau Cel. Joaquim Matos - Rota-ry Club.

Aos dez d i a s do ties da Dezembro do ano de hum m i l ,

no-vecentos e o i t e n t a e c i n c o , as 16 heras e 30 minutos, na seda da 1

Escola Estadual de 12 grau Cel. Joaquim Matos, fundada pelo clube de s e r v i c e Rotary, s i t u a d a na avenida J u l i o Marques do Nascimento, S/N, na cidade de C a j a z e i r a s , Estado da Paraiba, as e s t a g i a r i a s da

Universidade Federal da Paraiba, Campus V, de C a j a z e i r a s , Maria f

E l i e t e de Souze e Maria Lucia da Albuquerque Bezerra, por ocaaiao do encerramento da atapa do e s t a g i o r e a l i z a d o na r e f e r i d a Escola de 09 de Setembro a 10 de Dezembro do c o r r e n t e ano, reuniram-se com a O i r e t e r a e professores do Educandario, os alunos da 4^ s e r i e j u n t a menta com os p a i s , bem como pessoas da comunidade a colaboradores ' para a inauguracao de uma m i n i - b i b l i o t e c a , denominada de"0antinho '

do Livro'1 Francisco Arcanje de Albuquerque. A prograraagao teve i n j .

c i o com a oracao do Pai-Nosso, f e i t a pela garota Luciana C a r o l i n e 1

Albuquerque Bezerra, acompanhada pelos presentes. Em seguida a Sra. Maria Lucia de Albuquerque Bezerra, uma das e s t a g i a r i a s , f e z um ' d i s c u r s o esclarecendo a necessidade da c r i a g a o do Cantinho do L i - ' v r o , o q u a l o b j e t i v a o desanvolvimento c u l t u r a l daqueles alunos. ' J u s t i f i c o u a denominacao Francisco Arcanjo de Albuquerque, por se '

t r a t a r de um didadao que muito colaborou para t a l empreendimento. 1

Agradeceu ainda ao Sr. Jose Bezerra Gomes, pela p a r t i c i p a g a o a t i v a com s e r v i g o s de som, f o t o g r a f i a s do o c o r r i d o , e doagoes de l i v r o s .

0> 00 00

Tambem pela a c o l h i d a , p s r t i c i p a g a o , e e s t i m u l o s e orientagoes que ' receberam as e s t a g i a r i a s por p a r t e da d i r e t o r a e professores da Es-c o l a , da o r i e n t a d o r a do e s t a g i o E l i z a b e t h Gualberto Duarta, da Es-coo£ denadora do curao de Pedagogia Josefa M a r t i n s Biamchi. Dando c o n t i -nuidade a S r t a . Josefa Luziania S e r a f i n , d i r e t o r a da r e f e r i d a

Esco-00 Esco-00

l a agradecen pela a cooperagao e o r i e n t a g a o aducacional d e s e n v o l v i -da pelas e s t a g i a r i a s . Usou -da palavra a S r t a . E l i z a b e t h Gualberto 1

Duarta, o r i e n t a d o r a do e s t a g i o , demonstrando s a t i s f a g a o pelo desen-penho dispsndido por suas alunas, v i s t o que estas a t i n g i r a m a meta a os o b j e t i v o s , para os quais foram o r i e n t a d o s pela mesraa; a o l i c i

-00

tando que o encerramento da reuniao ocorresse com o canto de"Noite F e l i zwp o r se e s t a r proximo as f e s t i v i d a d e s N a t a l i n a s . Manifestou-se

tambem a Sra. Josefa Marins B i a n c h i , enaltecendo a organizagao a 1

c r i a t i v i d a d e das e s t a g a r i a s , v i s t o qua, o "Cantinho do L i v r o " era * c o n t r i b u i r para o desenvolvimento i n t e g r a l dos educandos daquela ' comunidade Escolar, bem como pelo i n c e n t i v o a l l plantado naquela o-casiao para i n t a g r a g a o dos pais no ambiente e s c o l a r . Fez uso da pa-l a v r a o Prasidente do Rotary, um dos convidados para o evento, o Sr.

(46)

Francisco Sarbosa, que muito e l o g i o u o t r a b a l h o r e a l i z a d o e i n i c i a t i v a das c o n c l u i n t e s , coraprometendo-se a doar os q u a d i i S^ ^ a ^ ^ z ' das salas de aula os quais se acham am estado bem

casiao comproreeteu o Sr. Francisco Arcanjo de Albui minacao do salao de Recreacao, ate entao nao e x i s t i

Naria E l i e t e de Sauza, deu prosseguimento a r 8 u n i a o \ ? a c u l t a n d o^ r pa_ l a v r a para quern dele quizease f a z e r use* Na oportunio^e^^W^r^a, 1

Francisca Fonseca e x - d i r e t o r a da Escola e n f a t i z o u o t r a b a l h o desen_ v o l v i d o para seus f i l h o s . Assim se expressou por e s t a r rapresentari do os p a i s agradecendo am nome destes e oferecendo-se pare algum 1

t r a b a l h o qua se f i z e s s e necessario a c o n t i n u i d a d a da vida e s c o l a r a bom relacionamento e n t r e p a i s - p r o f e s s e r e s - a l u n o s . Nao havendo T

mais quern da palavra quizesse f a z e r uso,a S r t a . Maria E l i e t e de ' Sauza, agradeceu em nome do grupo e s t a g i a r i a s o apoio, o c a r i n h o a o r i e n t a c a o a colaboracao a coperacao recebida por p a r t e de todos, desejando igualmante aoa que se pronunciaram, um N a t a l cheio de * paz, de amor da f r a t e r n i d a d e , onde o Menino Deus possa f a z e r - s e 1

presente. Sobre todos, desejou ainda, que Deus de bondade i n f i n i -t e , derraraasse sues bencaos pro-tecao a harmonia* Convidou enfim -t o dos, para elevarem seu canto N a t a l i n o , atendendo o pedido e s p e c i a l da S r t a . E l i z a b e t h Gualberto Duarte, com o q u a l dava por encerrada

00

a rauniao* Da q u a l f o i lavrada a presents ata que v a i assinada por todos, aos dez dias do mes de dezembro do ano de 1*985*

(47)

36 CORREIO DE INFORMACOES

J u s t i f i c a t i v e - Atraves da observagao d i r s t a , por o c a s i

00

g i o de Supervisao E s c o l a r , captamos a a

comunicabilidada e x i s t e n t e a n t r a os alunos dessa 1

escola, que com bastante d i f i c u l d a d e s expressam-se na forma e s c r i t a a o r a l . Dai porque s u r g i u e i d e i a de criarmos o " C o r r e i o I n f o r m a t i v e " o q u a l c o n t r i -b u i r a para o desenvolvimento do h a -b i t o da l e i t u r a1

uma vez que, pertencente a f a m i l i a de baixo n i v e l a q u i s i t i v o , consequentemente d i f i c u l t a - l h e s o a p r i moramento c u l t u r a l .

O b j a t i v o - Desanvolver o v a c a b u l a r i o por m8io de l e i t u r a para a co municagao e s c r i t a e f a l a d a , d e s i n i b i n d o o p o t e n c i a l da c r i a g a o do aluno, c o n t r i b u i n d o assim para que o mesmo 1

0 00

t r a n s m i t s suas i d e i a s , apresente sugestoes e c r i e senso c r i t i c o .

Metodologia - B0 C o r r e i o de Informagoes", consta de uma c a r t o l i n a

onde esta c o n t i d o um envelope, o q u a l os alunos

co-locam suas sugestoes, c r i t i c a s , informacoes e ate 1

mesmo e l o g i o s , coisas que os mesmos nao falam pea-1

soalmente por conta da t i m i d e z . E este t r a b a l h o e 1

analiaado pela p r o f e s s o r a , com f i n s de acatar suas sugestoes ou masmo aprasentarem desculpas pelo nao cumprimento de determinadas sugestoes e atraves de t r e i n o o r t o g r a f i c o juntamente com o u t r a s a t i v i d a d e s c o r r i g i s e os e r r o s encontrados no " C o r r e i o de I n -formacoes".

Avaliacao - Este t r a b a l h o f o i por demais v a l i o s o , uma vez que, as criangas i n i c i s l m e n t e omitiam seu nome com r e c e i o s de alguem c r i t i c a s s e suas sugestoes, informacoes, e l o g i o s e t c . mas depois de conversarmos bastante com os alunos os mesmos se c o n s c i e n t i z a r a m que este s e r i a um t r a b a - ' lho c o n s t r u t i v o e de suma i m p o r t a n c i a para e l e s , bem 1

como para nos e s t a g i a r i a s , a p a r t i r desta conversa nao houve mais omissao dos nomas, como tambem aumentou o ' numero de p a r t i c i p a n t e s do "Correio de informacoes", 1

f i c a n d o bem c l a r o que aconteceu uma mudanga era termos de comunicagao com todo pessoal da escola.

(48)

37 £ PROFESSOR E A BUSCA DA SUA IDENTIDADE

Nossa p r i n c i p a l obrigacao aqui sao os professores de p r i m e i r o e segundo graus, a como estabalermos p r i n c i p i o s para a nossa r e s i s t e n c i a .

Partimos de um pressuposto: o de que nos professores perdemos nossa i d e n t i d a d e . Assim entendemos, porque hoje nos raostra-mos boicotados, impedidos em nossa funcao pelas l i m i t a g o e s determina-das por uma p o l l t i c a aducacional d e f i n i d a . Nao vemos nossa situagao / hoje como o c a s i a n a l , mas r e s u l t a d o consequente e n e t u r a l dos atos que provocarara a situagao em que nos encontramos, ou melhor, em que nos / perdemos de nos mesmos*

A p o l i t i c s educacional a que nos r a f a r i m o s d 8 f i n i u /

4* % 00 como seu o b j e t i v o o aumento do numero de vagas o f e r e c i d a s a populagao

am idade e s c o l a r . F o i d e f i n i d o p r o f i s s i o n a l i z a r - s e o c o l e g i e l , i s t o e, formar t e c n i c o s . Precisamos de operadores t e c o i c o s , em todas as areas e com u r g e n c i a .

A p a r t i r da aplicagao dessa p o l i t i c a podemos observar algumas consequencias. Vejamos algumas d e l a s . l ) Aumentaraa as vagas, visando a quantidade em d e t r i m e n t o da qualidade; 2) para que i s s o ecor resse rapidamente, diminuirara-se os c u r r i c u l o s dos cursos ( em todos / os n i v e i s , a l i a s de 12, 20 e 32 g r a u : ) , 3) abreviou-se a duragao dos cursos; 4) eliminaram-se algumas d i s c i p l i n a s , em e s p e c i a l F i l o s o f i a a S o c i o l o g i a ; 5) agregaram-se d i s c i p l i n a s , ate diversas,como H i s t o r i a e Geografia; 6) foram c r i a d a s c a d e i r a s i d e o l o g i c a s , como EMC por exem-p l o ; 7) sera exem-preexem-paragao e s exem-p e c i a l , i n t i t u l o u - s e exem-p r o f i s s i o n a l i z a n t e todo o curso c o l e g i a l ; 8) um maior na de p r o f i s s i o n a i s , dentre eles profes_

sores, foram 11 formados"; 9) um maior r tQ de professores f o i contrados;

10) , a i o r o f e r t a de mao de obra ocasionou uma baixa de s a l a r i e s ; 11) com a a l e r i o manor precisamos t r a b a l h a r mais para tentarmos manter nos sa qualidade de pequeno-burgueses; 12) trabelhando um maior n& da au-l a s , vamos, o b r i g a t o t i a m e n t e preparar nossaa a u au-l a s ; 13) maau-l praparan-do nossas a u l a s , imprimimos, o b r i g a t o t i a m e n t e , monor qualidade praparan-do en-s i n o ; 14) precien-samoen-s dar maien-s aulaen-s, trabalhamoen-s em v a r i a a een-scolaen-s; / 15) com v a r i e s escolas, passamos correndo por todas e l a s ; 16) assim, nao ligamos a escola, nao nos relecionamos, as vezes, nem mesmo com colegas de nossa p r o p r i a area3 de ensino; 17) sem nos relacionarmos, ficamos d i s p e r s o s , desunidos, enfraquecidos; 18) nao preperando nose sas a u l a s , abaixamos o n i v a l de ensino e despreparamos novos p r o f i s -s i o n a i -s ; 19) re-sultamo-s de-spreparado-s pelo baixo n i v a l do en-sino que tivemos;

(49)

38 20) assim dasqualificamo-nos a abaixamos tambem o nosso nivj

s i o n a l ; 21) trabalhando mais, desgastamo#nos mais, t a n t o f j mentalmenta; 22) com s a l e r i o s b a i x o s , caimos socialraente?

nosso p r e s t i g i o s o c i a l ; 24) proletarizamo-nos efetivamenteV^E v/amos assim por d i a n t e , encontrando o u t r a s consequencias.

V i s t o i s s o , lembremos como era i d e n t i f i c a d o antigamente o p r o f e s s o r ; e l e era um modalo, um l i d e r , um exemplo da moral, do t i -po s o c i a l , era um destaque s o c i a l e p r o f i s s i o n a l . 0 p r o f e s s o r era um paradgma p r e s t i g i a d o e p r i v i l a g i a d o . Era a t i p i c a classa mldia b r a a i -l e i r a .

Hoje, no a n t a n t o , obsarvamos como que uma tentativ/a do sistema em f a z e r i d e n t i f i c a r o p r o f e s s o r como uma especie de "Anchie-t e de nossos d i a s " , o p r o f e s s o r - s s c e r d a "Anchie-t e , que a "Anchie-tudo sa p r e s "Anchie-t a esse submete em p r o l da educacao* Um modelo m i t i f i c a d o que nao deve, por / i s s o mesmo, dar exemplos n e g a t i v e s , fazendo graves, d i s c u t i d d o baixas coisas t e r r e n a s como s a l a r i o s , melhores condicoes de t r a b a l h o *

Ora, devemo buscar ate chegar a encontrar nossa verda-d e i r a i verda-d e n t i verda-d a verda-d e * Essa busca nao e um simples r e s u l t a verda-d o automatico, / mas o r e s u l t a d o de todo um processo.

E como chagamos a isso? Parece-nos que e necessario t o do um questionamento, todo um q u e s t i o n a r - s e . Colocar-se questoes como o que se faz? ( i s t o a, qual a a nossa funcao? ( por que se faz? (por que fizemos a opcao do m a g i s t e r i o ? ( para quern se faz? ( q u a l a a nos_ sa c l i e n t e l e como se faz? ( qual e e nossa posicao p r o f i s s i o n a l , nos-sa p r o p o s t a ? ) .

0 p r o f e s s o r , a nosso v e r , deve assumir uma posicao no / mundo, necessariamente* E esse posicionamento a v i r t u a l m e n t e i d e o l o -g i c o . Seja qual f o r , e fundamental. Essa busca j a c a r a c t e r i z a uma teri t a t i v a da melhoria do nosso f a z e r de p r o f e s s o r .

0 p r o f e s s o r que questiona o seu f a z e r , que busca s i t u a r se, v a i d e s c o b r i r que sozinho e impotente. Necessario e que nos unamos a o u t r o s colegas, que busquemos essa uniao. N a t u r a l e que tentemos t r o car nossesexperiencias. 0 isolamento so nos -e c o r r o s i v o . Entendemos / que o fundamental e a nossa uniao, e a nossa f o r c a , o nosso poder de transformacao. Assim, chegaremos a nossa verdadeira i d e n t i d a d e . Somos hoje, simplesmente t r a b a l h a d o r e s a s s a l a r i a d o s , sem nenhum p r i v i l e g i o . p r o f i s s i o n a l m e n t e , nao representamos nenhum exemplo compensador dese-j a v e l aos dese-jovens. Ninguem mais se entusiasma em ser p r o f e s s o r . Nossa p r o f i s s a o esta deixando de ser uma opcao para ser a demonstracao da / f a l t a d a l a . nos nao a t r a i os homens, tende a ser epenas mais ocupacao f e m i n i n a . t o que dara a ajuda que a raulher pode t r a z e r a renda f a m i -l i a r .Socia-lmente nao ha p r e s t i g i o no ensino - e a epoca dos t e c n i c o s e t e c n o c r a t a s , dos operadores e nao c r i a d o r e s . Economicamente, p r o l e

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39 Nao tamos, p o i s porque defendermos, como querem qua facamos, uma classe que nao e a nossa* Coisa que ainda, em granda p a r t e , continuamos fazendo.

£ para acabar com essas Husoes que sstamos j u n t o s a q u i . £ para i s s o que devem s e r v i r esses nossos encontros, Nao viemos aqui simplesraen

A

t e a p l a u d i r a s t r e l a s academicas. Viemos para t e n t a r mais um e x e r c i c i o de uniao* Tantamo f a z e r desse mais um encontro, o encontro de nos mesmo*

SULAMI PAIl/A DE AZEVEDO. Professor da Faculdade de Ciencias e Letras de R i b e i r a o P r e t o .

Rio de J a n e i r o , Julho de 1980. XXXII Reuniao Anual da Socie-dade B r a s i l e i r a para o Progresso da Ciencia - S8FC.

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£ VQ LTA £ 0 HOMEM PARA 0 HOMEM

A c r i s e pela qual paasaraos no B r a s i l h o j e . com todos os aeus r e f l e x o s p o l i t i c o s , economicos e s o c i a i s , a seguramenta uma c r i s a / humane. Uma c r i s e de i d e n t i d a d e . Uma busca do p r o p r i a s e n t i d o da socieda de e da v i d a . Quando a sociedade se torna mais f o r t e do que nos e conse-gue d e s e s t a b l i l i z a r nossos v a l o r e s , conseconse-gue ebalar nossa e s t r u t u r a mo-r a l , entao somos f a c i l m e n t e dominados e engolidos pomo-r esta sociedade, pemo-r dendo, como consequencia. nossa seguranga, nosso c o n t r o l s de s i t u a g a o . / perdendo o c o n t r o l a da situagao ( a bussola nortaadora ) , f a c i l m e n t e dei. xamos os meios de comunicagao s o c i a l pensar por nos a as apelos consumiai t a s d e c i d i r por nos.

Estes apelos, somados a r o t i n a de vida a aa constantes provocagoes de d e s r e s p e i t o aos nossos d i r e i t o s mais elementares, provo-cam r e p u d i o , r e v o l t a , por vezes, nos a t i r a m na f o s s a , nos levam ao esva-ziamento i n t e r i o r , a a n g u s t i a , a l o u c u r a , ao s u i c i d i o .

Mesmo qua o contexto economico e s o c i a l nao nos seja f a ~ v o r a v e l , devido a a r b i t r a r i e d a d e e aos abusos do poder, temos que descoe b r i r novas formes de v i v e r , de amar, de p a r t i c i p a r , quem sabe, comprome-tendo-nos mais com algum movimento de base, para e n f r e n t a r estes d e s a f i o a, quem sabe,,aos poucos, esvaziar este sistema t a o adverso a qualquer / p e r s p e c t i v e humana.

Podemos t e r a ceteza de que este grupo que esta no poder f a r a tudo para se manter, com todos os desmandos e toda impopularidade, pois nao tem nenhume obrigagao com o povo.

Poderaoster a c e r t e z a tambem de que nossa i n d i f e r e n g a e / omisseo em nada ajudadrao, a nao s e r em manter o mesmo grupo no poder e, com i s s o , agravar mais ainda a situagao economica e s o c i a l .

Por i s s o , mesmo que a vontade popular tenha s i d o d e r r o t j j da mais uma vez, no d i a 25 de A b r i l , e x i s t e pelo menos um grande s s l d o p o s i t i v o : a aspiragao do povo escolher seu p r o p r i o d e s t i n o . I s t o f o i d£ monstrado em todo p a i s , com muita maturidade e ordem pela populagao bra s i l e i r a , por i s s o , enquanto denunciamos este sistema seloagem, este mo-delo concentrador e este regime de f o r g a , nao podemos esquecer que as / saidas serao p o l i t i c a s na medida em que nossos l i d e r e s p o l i t i c o s forem em p r i m e i r o l u g a r homem honestos, coerentes e s e n s i v e i s aos reclamos da nagao.

Nuraa p e r s p e c t i v a humana, temos que c o n s i d e r a r que toda / agao, consciente ou i n c o n s c i e n t e , d i r e t a ou i n d i r e t a m e n t e r e v e l a as i n tengoes, os p r i n c i p i o s , os v a l o r e s , os sentimentos, enfim, a m e n t a l i d a -de -de cada um. Assim, "o mundo t o r n a o c o l o r i d o dos olhos -de cada um / de nos". Pois, a t r a s da d i t a d u r a sempre se esconde um d i t a d o r . Atras da exploragao sempre se esconde um e x p l o r a d o r . Atras da agao humana ou

(52)

de-sumana sempre sa esconde um homem humano ou sesumano.

Por i s s o , enquanto o povo leva seu p r o t e s t o asl©Sas ..©^Sfeus i anseios, a praga p u b l i c a , nao podemos esquecer que as macrJSita^r'as^/ p o l i t i c a s , economicas e s o c i a i s comegam com as m i c r o d i t a d u r V s d e n t r o

da f a m i l i a , da escola, dos meios de comunicageossocial a dent^p/ de,m

mesmos. £ a l i que ensaimos o f u t u r o d a sociadade. As grandes v i o l a g o a s / dos d i r e i t o s huraanos, atraves de sistemas e regimes de f o r g a , comegaro nas pequenas e d i a r i a s lesoes de egoismo e mentira c o n t r a os nossos / proximos mais proximos. Enquanto sxigimos das nossas a u t o r i d a d e s , dos patroes e chefes maior p a r t i c i p a g a o , honestidada e coerencia o mesmo / devemos e x i g i r de nos. Do c o n t r a r i o , reproduziremos as roesmas relagoes de dominagao e exploragao que condenamos nos o u t r o s . Como d i z Dom Hel der Camara "nao adianta pensar em reformas socio-economicas, de e s t r u t u r a s e x t e r n a s , enquanto nao houver mudangas p r i f u n d a s am nossas e s t r u t u r a s i n t e r i o r e s " .

Texto e x t r a i d o do mundo 3ovem

E s t a g i a r i a s : Maria E l i e t e de Souza

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NOVA REPUBLICA ^>y

Neste raes comemoramos a proclamagao da RepubM^ca era nos si p a i s . 0 d i a 15 de Novembro, elem de marcar esse acontecimei^^^Te^djpTi do em 1889. de vez em quando c o i u c i d e com a r e a l i z a g a o de e l e i g o e s pai re preenchiraento de cargos p o l i t i c o s e a d m i n i s t r a t i v o s do governo.

A p a r t i r daste ano, o B r a s i l entrou numa era conhecida c© mo e Nova R e p u b l i c s , expressao c r i a d a pelo e x - p r e s i d s n t e Tancredo Ne-ves. Ela f o i saudada peios B r a s i l e i r o s como o i n i c i o de um novo p e r i o do p o l i t i c o e s o c i a l , marcando o f i m dos u l t i m o s 20 anos de governo / a u t o r i t a r i o e r e p r e s s i v e .

Nao pretendemos fazer qualquer especie de a n a l i s e p o l i t i -ca do a t u a l governo, tampouco e n t r a r nos meritos dos e c s r t o s e f r u s t a goes dos governantas. £s3es assuntos voce pode l e r nos j o n a i s e revi£ taa da chamada Grande Impreaa, ou informar-se pelos n o t i c i a r i o s de r£ d i o e TV.

E n t r e t a n t o , quereraos l s v a r nossos amiguinhos a pensar no papel que cabe a cade um de nos, como membros desta grande nagao Bra-s i l e i r a . Nao podemoBra-s concordar com c e r t o Bra-s p o l i t i c o Bra-s que pregam a no coBra-s sidade de d e s t r u i r os governantes e as i n s t i t u i c o e s por meio da l u t a s e revelucoes para que seja modificada a situagao de m i s e r i a am que / grende maioria dos h a b i t a n t e s do mundo v i v e . Qra de g u e r r a s , l u t a s , / atentados a v i o l e n c i a , a humanidade j a esta cansada. £ p r e c i s o encon-t r a r solugoes p a c i f i c a s .

A Maior de todas as solugoes pode ser encontrada nos pa La vras de Jesus, quando esteve na Terra: " Ame eo Senhor de tode o seu/ coragao... e a seu semelhante t a n t o como ama a voce mesmo." Sao Ma-teus 22: 37 a 39 ( A B i b l i a Viva ) .

Pode haver o u t r a solugao tao s i m p l e s , ao mesmo tempo ta© completa? So e p o s s i v e l melhorar o mundo como um todo, quando cada / pessoa f a z sua p a r t e . Voces amiguinhos, embora c r i a n g a s , podem f a z e r muito pela Nova Republica: Basta s e g u i r e conselho do grande Mestre Jesus, e d i v u l g a - l o e n t r e seus amiguinhos.

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I n t e r p r e t a g a o do Texto

0 1 - Em qua d i a . mas a ano comamora a Proclamagao da Republica? 02- Como chama a a t u a l era no B r a s i l ?

00 0

03- Por quem f o i eriada a expressao Nova Republica? 04- Os u l t i m o s 20 anos de governo e r a :

( ) democratico a r e p r e s s i v e . ( ) a u t o r i t a r i o a democratico. ( ) a u t o r i t a r i o e r e p r e s s i v e .

05- Quais os maios de comunicagao encontradas no t e x t o ? 06- Guerras. l u t a s , revolugoes e atentados sao:

( ) solugoes democraticas. ( ) solugoes p a e f f i c a s . ( ) solugoes v i o l e n t a s .

00)

07 Qual a maior de todas as solugoes, deixadas por Jesus, quando e s t e -ve na t e r r a ?

08- Qual o apostolo de Jesus c i t a d o no t e x t o ?

09- R e t i r e do t e x t o 5 s u b s t a n t i v o p r o p r i o ?

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C U T A Z E S

MENSAGENS 0 0 DIA A DIA

0 00

0 caminho c e r t o para o bam a nao c r i a r o mal.

Conhacereis a verdade a a verdade vos l i b e r t a r a .

0 0 00

0 amor a a unica solucao para os problemas da v i d a ,

A f a a como o amor: nao ha nada qua a f o r c e .

F e l i z do homem que s a i da vida t a o puro como e n t r o u .

Aconteca o que acontecer, seja sempre voce mesmo.

Amar nao e olhar um para o o u t r o , mas sim olharem j u n t o s numa roes-ma d i r e c a o .

(56)
(57)
(58)
(59)

I B L I O G R A F I A

LEAL* Dulce Maria de Castro e FUSST, Maria 0'Anunciacao. "G Mundo dos Numeros1 1. Expansao E d i t o r i a i s . A.

LAMPARELLY, Lydia Conde e MANSUTTI, Maria Amabile.

"Matematica - Ensino de IS grau1 1, Sao Paulo, 1974.

SILVA, Conceigao Rodrigues da e o u t r o s .

, fGuia C u r r i c u l a r de Matematica 12 Grau'1, T i p o g r a f i a e E d i t o r a

Bandeirante, Goias, 1977. DGTTRENS, Robert.

A Crise da Educagao e seus remedies. 3§ Edigao, ZAHAR E d i t a 1

res Rio de J a n e i r o , 1981*

8RANDA0, Carlos Rodrigues.

0 que e Educagao, 7§ Edigao, 1933, E d i t o r a B r a s i l a e n s e , Sao

Paulo, SP.

GADOTTI, Moacir.

Educagao a Compromisso, L i v r a r i a E d i t o r a Papirus, Campinas Sao Paulo, 1985.

MANTOt/ANI DE ASSIS, Orly Zucato. UW1CAMP - Faculdade de Eduaagao

Departamento de P s i c o i o g i a Educacional*

Referências

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