Gestão da Qualidade
Profa. Ms. Ana Cabanas
Aula 3
-Plano de Ensino e Aprendizagem (PEA)
Qualidade por setores
FALCONI
– Gestão da Qualidade
TAGUCHI
– Projeto Robusto – Perdas do Produto à sociedade ISHIKAWA
– CCQ – Diagrama C/E – Cultural Japonesa FEIGENBAUM
– TQC
CROSBY
– Programa Risco Zero JURAN
– Gestão Empresarial DEMING
– Melhoria Contínua – Controle Estatístico PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 31-59
Qualidade na Agricultura
Heinrich Eduard Jacob - Seis mil anos de pão - Antes da 2ª Guerra Mundial Evolução
- 1859 = 4,5 horas de trabalho = 1 alqueire de milho - 1940 = 16 minutos
- Qualitativo e produtividade
PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 31-59
Qualidade na Agricultura
Revolução Industrial - Tração animal - Maquinário - Fertilizantes - Tecnologia- Manipulação genética = grãos transgênicos
Qualidade na Agricultura
Planejamento
Seleção do solo + sementes + mudas Vale do São Francisco
– Polo vitivinícola
- 99% produção de uvas de mesa consumidas no Brasil - Sistema de irrigação + colheita + armazenamento +
distribuição - Bagas intactas
Qualidade na Agricultura
Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC) – Diminuir de 30% para 5% proporção de marcas - Reduzir impurezas ou adulterações
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Qualidade na Agricultura
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)
- Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica (SisOrg)
- Mecanismos de controle da qualidade: a) Certificação por auditoria
b) Certificação pelos Sistemas Participativos de Garantia da Qualidade Orgânica = associação ou cooperativas + armazenamento + transportes + consumidores
c) Controle Social na Venda Direta = Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos
PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 31-59
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Produto
Aroma Sabor Valores Nutricionais Textura Sustentabilidade Segurança Alimentar Relação de TrabalhoPEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 31-59
Pós Revolução Industrial
Máquinas à vapor
Advento de Máquinas à energia elétrica Desenvolvimento da Informática e da Automação Tecnologia da Informação
Aumento da capacidade produtiva
Ciranda Consumista
Análise do ciclo produtivo
Extração da matéria prima até pós vendas Relações confiáveis do trabalho
Impactos ambientais
Ciranda Consumista
Caso NIKE
Mão de obra infantil na produção Terceirização de serviços Imagem abalada
PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 31-59
Indústria Siderúrgica = desenvolvimento amplo Automobilístico = diversificação
Petrolífera = crescimento avassalador Farmacêutica = avanço científico Exploração de energia = nuclear
PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 31-59 Goiânia = 13 de setembro de 1987 Engenhoca de quintal
Prédio abandonado de antiga clínica radiológica Contaminação Césio 137
Dezenas de mortos + casas e árvores derrubadas = mais de 6 mil ton. Lixo radioativo = armazenado
Ingerência = Falta de Controle na Gestão de Processo
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1984 = Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) Publicação Norma CNEN=NE 1.16 = qualidade para
usinas nucleoelétricas ISO 9000
Stakeholders
Melhoria com aporte de conhecimento e tecnologia Ideia de prevenção
Planejamento, implementação e avaliação
PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 31-59 Indústrias Nucleares do Brasil (INB) Necessidade de segurança
Produtividade + Redução de custos + satisfação do cliente
Perigo Potencial
Obtenção e uso de combustível
Ingerência = Falta de Controle na Gestão de Processo
Oferta de Crédito = Boom da Construção Civil Proliferação de Edifícios Comerciais e Residenciais Geração de empregos = baixa escolaridade
Maior índice de reclamações
40% de inconformidades ao memorial descritivo Paredes tortas – vão de portas fora do padrão – pisos
desnivelados – atraso na entrega – gastos além do orçamento – documentação irregular
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e
Comércio Exterior
Desenvolvimento de mecanismo de financiamentos sustentáveis
Capacitação de mão de obra
Incentivo e disseminação da tecnologia industrial básica
Promoção da construção industrializada
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Entraves
Mau planejamento
Desperdício no canteiro de obras Insumos mal dimensionados
Materiais expostos a intempéries e mal
acondicionados
Não atendimento às especificações Cálculos equivocados
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1970 e 1980 – Cubatão – cidade mais poluída do mundo Emissão diária de toneladas de poluentes no ar, nos
rios e nos manguezais Comprometeu o ecossistema
Doenças decorrentes da poluição + fauna devastada + flora difícil de recuperar
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Após 1980 – mudança do contexto
Prefeitura + órgãos ambientais + Parque industrial 10 anos de poluição reduzidos em cerca de 90% +
recuperação do meio ambiente
1992 = Cubatão = Selo Verde da ONU = Símbolo de Recuperação Ambiental
PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 31-59 Brasil = garantia de competividade Padrões internacionais
Questões de segurança, saúde e meio ambiente Tratamento preventivo
Surge a família ISO 14000 = Gestão Ambiental ISO 14001 – Atuação Responsável – Associação
Brasileira de Indústria Química (ABIQuim)
Após 1990 = expansão nos produtos do setor Primórdios = Ford = Produção em larga escala Indústria Japonesa = símbolo da qualidade Montadora + terceirizadas de autopeças e insumos Cadeia produtiva = variedade de peças e materiais
Bancos, tapetes, carpetes, vidros, peças do motor, pneus e componentes variados do veículo
TAPETE DE BORRACHA Cadeia Produtiva Borracha (matéria prima) Tapete (comprou a borracha) Montadora (comprou o tapete) Empresa 1 Fabricação da Borracha Venda da Borracha Empresa 2 Compra da Borracha Fabricação dos Tapetes
Venda dos Tapetes
Empresa 3
Compra dos Tapetes Colocação dos Tapetes
Venda do automóvel, com tapetes, para o consumidor final
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Brasil = maior exportador latino-americano de aço Abundância do minério de ferro
PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 31-59 REDUÇÃO (ALTO FORNO)
Tratamentos Térmicos e químicos = alteração das propriedades do
aço = mais duro, mais dúctil, mais resistente à corrosão
REFINO (ACIARIA)
LAMINAÇÃO Minério
de Ferro TemperaturasAltas Ferro-gusa
Ferro-gusa Aço Altas Temperaturas + carbono Aço Lâminas, Chapas, barras Equipamentos para Laminação
PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 31-59 Resíduos de poluentes
Responsabilidade socioambiental Árvores freatófitas
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SERVIÇOS
Energia = nunca falte
Telefonia = nunca fique mudo ou sem sinal Preço justo
Cobrança coerentes Reajustes aceitáveis
PÓS-VENDAS
Atendimento telefônico efetivo e eficiente
CARACTERÍSTICAS INERENTES AOS SERVIÇOS (LAS CASAS)
Intangibilidade
Inseparabilidade – contato direito Heterogeneidade
Simultaneidade
PREMISSAS DOS SERVIÇOS (LAS CASAS)
Foco no cliente Qualidade Onipresente Participação total
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HOSPITAL
Especialidades Procedimentos Turnos de trabalho Perfil dos profissionais
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SATISFAÇÃO DO CLIENTE
Corpo clínico e de Enfermagem Equipamentos modernos
Infraestrutura adequada e confortável Preços justos
Convênios médicos variados
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SATISFAÇÃO DO CLIENTE = Sensibilidade – Sentimentos – Angústias - Tristes
Situações incômodas Processos dolorosos Desconforto
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SATISFAÇÃO DO CLIENTE = Sensibilidade – Sentimentos – Angústias - Tristes
Humanização Respeito Dedicação Solicitude
Informações corretas e claras = diagnóstico + tratamento + prognóstico
Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares (PNASH)
Programa Nacional de Avaliação dos Serviços de Saúde (PNASS)
Organização Nacional de Acreditação (ONA)
FATO HUMANO + Investimento intensivo em formação de pessoas + sistematização dos processos
Cultura de desperdício
Falta de hábito de otimização de recursos e insumos
Falta de planejamento dos uso de recursos = situações de urgências e emergências
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Evolução interdependente da tecnologia Certidão de quitação eleitoral Imposto de renda
Entraves
Processos excessivamente lentos e burocráticos Desperdício de recursos humanos e materiais
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Estratégias governamentais para Estimular a Gestão Pública de Qualidade
1990 = Modelo de Excelência em Gestão Pública (MEGP) 1998 = Prêmio Nacional de Gestão Pública (PQGF)
2005 = Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização (GesPública)
PEARSON. Gestão da qualidade. São Paulo: Pearson, 2011. p. 31-59
Legalidade Moralidade Impessoalidade Publicidade Eficiência
MEGP
Fundamentos ConstitucionaisExcelência para o cidadão Gestão em Processos e Informações Visão do futuro Agilidade Inovação Gestão Participativa Valorização de Pessoas Aprendizagem Organizacional Foco em Resultados Controle Social Fundamentos Conceituais
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Produtos comprados Atendimento Preço Responsabilidade Social Confiança e Credibilidade PDV versus E-commerce