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Academic year: 2021

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TÍTULO: INSETICIDAS NO TRATAMENTO DE SEMENTES DE SOJA TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA ÁREA:

SUBÁREA: CIÊNCIAS AGRÁRIAS SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA DE RONDONÓPOLIS INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): VIVIANE DE SOUZA CARVALHO AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): MARCOS PIRES DE ALMEIDA ORIENTADOR(ES):

COLABORADOR(ES): NAYARA R. GONÇALVES, RAQUEL COSTA GONÇALVES, RHEIDER APARECIDO FAUSTINO DOS SANTOS, THAINARA FERREIRA ALVES PESSOA

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1. RESUMO

O uso de inseticida no tratamento de semente, se tornou de suma importância, e constitui - se um dos métodos mais eficiente. Sendo de suma importância, conhecer os efeitos do mesmo na semente a influência do inseticida em diferentes tempos de exposição. Assim desenvolveu-se o experimento com sementes tratadas no período de junho e julho de 2017, em Rondonópolis –MT. O objetivo foi avaliar o efeito do tratamento de semente de soja com dois inseticidas sob dois diferentes tempos de exposição. O delineamento do experimento foi inteiramente casualizado com 8 repetições por tratamento/teste exceto o teste de comprimento de plântula que foi 5 repetições por tratamento/teste. Os tratamentos caracterizam- se pelo tratamento de sementes com dois inseticidas (Fipronil e Thiametoxan), dois tempos de exposição (7 e 15 dias após o tratamento), e uma testemunha uma para cada tempo de exposição. Com a cultivar ST 797 RR, sendo que os tratamentos foram: 7 dias da semente tratada: T1 sem tratamento; T2 Thiametoxam 1ml 0,5kg-1; T3 Fipronil 1ml 0,5kg -1. Após 15 dias: T4 sem tratamento; T5 Thiametoxam 1ml 0,5kg-1; T6 Fipronil 1ml

0,5kg-1. As variáveis estudadas foram o teste germinação em papel,

envelhecimento acelerado, emergência em campo e teste de comprimento de plântula. Observou-se que em determinados testes o tempo de exposição influência na qualidade da semente.

Palavras-chave: vigor; qualidade fisiológica; tempo de exposição

2. INTRODUÇÃO

A soja é uma das culturas de grande importância, tendo o Estados Unidos no momento atual como o maior produtor e o Brasil o segundo. É a cultura com maior área cultivada no Brasil, produzindo milhões de toneladas todos os anos.

Com grande aumento no número de produção de soja, se tornou necessária para atender a grande demanda de consumidores, uma vez que o potencial mundial de consumo de soja cresce em uma velocidade acelerada. Por outro lado, esse aumento acarreta alguns problemas, com a produção em grande escala favorecendo a incidência de pragas, danificando e atacando as plântulas,

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sendo mais suscetível a morte da planta, uma vez em que o ataque pode ocorrer desde da implantação da cultura.

Visualizando os enormes riscos, os grandes produtores viram a necessidade em buscar medidas preventivas, sendo de suma importância o uso de semente de elevada qualidade e sanidade. Assim uma medida de controle que vem cada vez mais se tornando indispensável é o tratamento de sementes, que tem como objetivo evitar as possíveis perdas decorrente da ação de pragas, pois confere a planta condições de defesa. O uso de produtos preventivos com inseticidas vem se tornando uma alternativa e a junção dessas ações vai definir a obtenção da alta produtividade futura.

Sendo assim, o presente trabalho tem como objetivo avaliar efeito do tempo de exposição do tratamento em sementes de soja com inseticidas.

3.OBJETIVOS Objetivo geral

Avaliar o efeito do tratamento de semente de soja com dois inseticidas sob dois diferentes tempos de exposição.

Objetivos específicos

Comparar o efeito do tempo de exposição dos inseticidas Fipronil e Thiametoxan no tratamento de semente de soja.

Avaliar a influência do tempo de exposição da semente sob os aspectos de teste de envelhecimento acelerado, do comprimento de plântulas e de germinação.

Avaliar a influência do tempo de exposição da semente aos inseticidas quanto a variável emergência.

4.METODOLOGIA

O trabalho foi realizado no Laboratório de Análise de Sementes da Aprosmat – Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso, durante o período de Junho a Julho de 2017.

A cultivar soja (Glycine max) utilizada foi a ST 797 RR que possui características fenotípicas: grupo de maturação 7.9, habito de crescimento indeterminado, cor da flor roxa, cor da pubescência cinza, cor do hilo preto imperfeito e resistente ao acamamento.

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Os testes foram conduzidos em delineamento inteiramente casualizado (DIC), com 8 repetições por tratamento/teste exceto o teste de comprimento de plântula que foi 5 repetições por tratamento/teste. Os tratamentos caracterizam- se pelo tratamento de sementes com dois inseticidas (Fipronil e Thiametoxan), dois tempos de exposição (7 e 15 dias após o tratamento), e uma testemunha uma para cada tempo de exposição. As sementes tratadas foram submetidas a teste de germinação em papel, envelhecimento acelerado, emergência em campo e teste de comprimento de plântula.

Foram avaliados 2 diferentes tempos de exposição de sementes de soja tratadas. Com 7 dias da semente tratada: T1 sem tratamento; T2 Thiametoxam 1ml 0,5kg-1; T3 Fipronil 1ml 0,5kg-1. Após 15 dias: T4 sem tratamento; T5

Thiametoxam 1ml 0,5kg-1; T6 Fipronil 1ml 0,5kg-1.

Os resultados obtidos foram submetidos à análise de variância e as médias dos tratamentos comparadas pelo teste de Scott-Knott a 5% de probabilidade, usando o programa estatístico Sisvar 5.6.

5. DESENVOLVIMENTO

O experimento foi realizado com sementes tratadas, no qual as mesmas possuíam 95% de germinação. O recobrimento e o tratamento das sementes foram em sacos plásticos com 1ml de inseticida para 0,5kg de sementes. A dosagens recomendada era de 200 ml 100kg-1 de sementes para ambos os

produtos: Thiametoxam e Fipronil.

Para a realização do teste padrão de germinação adotou-se os procedimentos dos RAS (Regras de Análise de Sementes). Teste de germinação de sementes em teste de laboratório é essencial para mostrar o desenvolvimento do embrião, demostrando sua aptidão para produzir uma plântula normal (BRASIL, 2009).

O vigor das sementes é o reflexo de um conjunto de características que determinam seu potencial fisiológico, ou seja, a capacidade de apresentar desempenho adequado quando expostas a diferentes condições ambientais (NAKAGAWA 1999).

Os testes de Germinação e Vigor foram realizados nos dois períodos (07 e 15 dias após o tratamento). A amostragem média foi homogeneizada e dividida

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para se obter a amostra de trabalho conforme a Regra de Análise de semente (RAS). É necessário que essa homogeneização e redução seja feita com atenção e cuidado, a fim de que as amostras e trabalho sejam realmente representativas do lote de sementes em análise (BRASIL, 2009).

O teste de germinação em papel foi conduzido utilizando-se 8 repetições de 50 sementes, por tratamento, semeado em rolos de papel, previamente umedecidos com agua destilada equivalente 2,3 vezes a massa do papel e mantidos os rolos nos germinadores regulados a 25°C. A avalição ocorreu no quinto dia após a semeadura, fazendo a separação das plântulas normais e plântulas anormais e sementes mortas.

No teste de envelhecimento acelerado foi utilizado caixa gerbox contendo 40 ml de agua destilada, e colocado uma tela que isola o contato com a água e as sementes de soja de cada tratamento, a fim de cobrir a superfície da tela, distribuídas uniforme. A seguir as caixas são tampadas e acondicionadas em incubadora do tipo BOD, a 41ºC, onde permaneceram por 72 horas (MARCOS FILHO at al, 1999). Após este período de exposição a sementes foram submetidos ao teste germinação (BRASIL, 2009), com 8 repetições de 50 semente de cada tratamento. No quinto dia, se fez a contagem de plântulas normais.

O teste emergência em campo foi conduzido a partir da semeadura em canteiros, em 8 repetições de 50 sementes para cada amostra. As plântulas emergidas foram contadas diariamente entre o início (5º dia) da emergência e momento de estabilização numérica das contagens (10º dia após a instalação). Os resultados foram expressos em índice de velocidade de emergência, conforme Maguire (1962).

O comprimento de plântula foi realizado com cinco repetições de 20 sementes de cada tratamento, colocadas para germinar foram distribuídas em rolos de papel-toalha umedecidos com água destilada, traçado uma linha no terço superior, no sentido longitudinal, onde as sementes foram colocadas direcionando-se a micrópila para baixo. Os rolos foram acondicionados em sacos plásticos posicionados verticalmente e mantidos em um germinador a 25°C por cinco dias (NAKAGAWA 1999). O comprimento das plântulas e de raiz consideradas normais foi determinado ao final do quinto dia, com o auxílio de régua (BRASIL, 2009).

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Na determinação da massa de matéria seca das plântulas foram avaliadas as plântulas normais. Com o auxílio de uma tesoura, a parte aérea e raízes de todas as plântulas foi arrancada e colocada em sacos plásticos, separada por repetição. O material de cada repetição foi acondicionado em saco de papel, previamente identificado e levado para a estufa mantida à temperatura de 80ºC, aí permanecendo por 24 horas (NAKAGAWA, 1999). Após esfriar, cada repetição teve a massa determinada. Os resultados médios obtidos foram expressos em miligrama por plântula.

6.RESULTADOS

Conforme a análise da tabela 1, pode-se observar que não houve interação entre o tempo e o tratamento para as variáveis germinação. A porcentagem de germinação das sementes tanto no tempo 1 quanto no tempo 2 se apresentaram estatisticamente igual em todos os tratamentos. Dan et al., (2010) também obtiveram níveis adequados de germinação para as sementes de soja em tempo zero de armazenagem, utilizando os inseticidas Thiametoxam e Fipronil no tratamento das sementes.

Tabela 1. Germinação (G), envelhecimento acelerado (EA) e emergência em campo em primeira e segunda contagens (EC) obtidas em sementes de soja tratadas com diferentes inseticidas e submetidas a dois períodos de tratamento: tempo 1 (07 dias após o tratamento); e tempo 2 (15 dias após o tratamento).

Tratamento G (%) EA(%) EC1a EC2a

T1 sem tratamento + tempo 1 97,0 a 89,5 a 95,0 b 97,0 b T2Tiametoxam 1ml 0,5kg-1 + tempo 1 95,7 a 91,0 a 96,2 b 98,2 b

T3Fipronil 1ml 0,5kg-1 + tempo 1 95,5 a 91,2 a 96,2 b 97,5 b

T4 sem tratamento + tempo 2 96,0 a 86,5 a 86,5 a 92,7 a T5 Tiametoxam 1ml 0,5kg-1 + tempo 2 96,2 a 91,1 a 92,7 b 93,7 a

T6 Fipronil 1ml 0,5kg-1 + tempo 2 94,7 a 92,0 a 89,7 a 93,7a

CV (%) 3,77 5,81 7,26 4,68 Médias seguidas pela mesma letra na coluna não diferem entre si pelo Teste de Scott-Knott a 5% de probabilidade.

Tavares et al. (2007) não observaram diferenças na germinação de sementes de soja tratadas com várias doses de Thiametoxam. Também Dan et

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al. (2011) de forma semelhante informam que sementes de soja tratadas com Thiametoxam e Fipronil não apresentaram diferenças na germinação quando comparadas com a testemunha.

Observou-se que o teste de envelhecimento acelerado, que mensura o vigor da semente, foi igual para todos os tratamentos. Porém, Piccinin et al. (2013) obtiveram que os tratamentos de sementes com os inseticidas Fipronil e Thiametoxam prejudicaram a qualidade fisiológica das sementes quando submetidas ao armazenamento por 180 dias em condições normais de armazenamento.

Contudo a emergência em campo apresentou-se na primeira contagem, o T4 sem tratamento e o T6 Fipronil inferior aos demais tratamentos, sendo ambos do segundo tempo de exposição. Porém o T5 Thiametoxam que também pertence ao mesmo tempo de exposição se mostrou estatisticamente semelhante aos demais tratamentos, sendo um efeito isolado, sendo o T5 Thiametoxam superior ao T4 e T6 do mesmo tempo de exposição. Grisi et al. (2009) não constataram alteração no vigor e na emergência das sementes de girassol tratadas com Thiamethoxam e Fipronil.

Na segunda contagem da emergência em campo, os tratamentos do primeiro tempo de exposição T1, T2 e T3 se mostraram estatisticamente superiores aos demais. No entanto, Pereira et al. (2010) não evidenciaram diferenças significativas no índice de velocidade de emergência e teste de germinação de sementes de soja convencional tratadas com Fipronil e Thiametoxam. Sofrendo a influência do tempo os tratamentos T4, T5 e T6, mantiveram valores semelhantes aos do tratamento controle (sem tratamento com inseticidas) não sendo observados acréscimos significativos.

Analisando a tabela 2, para o comprimento de plântula da parte aérea, se observa que houve influência significativa dos tratamentos. Os tratamentos T1, T2 e T3 não se diferiram entre si. Porém o T4 e T6 apresentaram resultados mais elevados, sendo que o tratamento T5 mostrou-se um melhor resultado. Segundo Nunes (2006) o efeito do Thiametoxam sobre a germinação da semente produz plantas com maior alongamento da raiz e maior fasciculação, ao mesmo tempo em que se constata maior crescimento da parte aérea.

No comprimento da raiz não ouve diferencia estatística entre os tratamentos.

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Tabela 2. Comprimento de plântula da parte aérea (CPR), comprimento da raiz (CP), Massa seca da raiz (MSR) e Massa seca da parte aérea (MSA) obtidas em sementes de soja tratadas com diferentes inseticidas e submetidas a dois períodos de tratamento: tempo 1 (07 dias após o tratamento); e tempo 2 (15 dias após o tratamento).

Tratamento CPR (cm) CP (cm) MSR (g) MAS (g) T1 sem tratamento + tempo 1 6,1a 10,2 a 0,10 a 0,016 b T2Tiametoxam 1ml 0,5kg-1 + tempo 1 5,7 a 10,1 a 0,15 b 0,013 a

T3Fipronil 1ml 0,5kg-1 + tempo 1 5,8 a 10,6 a 0,11 a 0,016 b

T4 sem tratamento + tempo 2 6,6 b 10,9 a 0,10 a 0,017 b T5 Tiametoxam 1ml 0,5kg-1 + tempo 2 7,3 c 11,9 a 0,11 a 0,017 b

T6 Fipronil 1ml 0,5kg-1 + tempo 2 6,5 b 11,9 a 0,10 a 0,019 b

CV (%) 7,07 8,17 2,37 10,88 Médias seguidas pela mesma letra na coluna não diferem entre si pelo Teste de Scott-Knott a 5% de probabilidade.

Os resultados da massa seca da raiz do T2 mostrou superior aos demais tratamentos, tendo uma maior massa seca. Contudo a massa seca da parte aérea, desse presente trabalho é possível observar que se diferiu dos demais tratamento somente o T2 que se mostrou resultado inferior aos demais tratamentos, contendo uma massa seca aérea mais elevada, contudo uma massa seca da raiz prejudicada pelo tratamento. Krzyanowski et al. (1991), que afirmam que a determinação da massa seca auxilia avaliar o crescimento da planta.

7.CONSIDERAÇÕES FINAIS

Conclui-se que o tempo associado a produto de tratamento, pode interferir no desenvolvimento e qualidade da semente de soja.

Não houve a influência do tempo de exposição sob os aspectos de teste de envelhecimento acelerado e de germinação, exceto ao teste de comprimento de plântula em que se observou influência do tempo de exposição do produto.

Houve variação significativa referente ao tempo de exposição influenciando na emergência da semente.

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8.FONTES CONSULTADAS

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Regras para análise de sementes. Brasília, 2009. p.2.1-2.24.

DAN et al. Qualidade fisiológica de sementes de soja tratadas com inseticidas sob efeito do armazenamento. Revista Brasileira de Sementes, 2011.

DAN, L.G. M.; DAN, H. A.; BARROSO, A.L.L.; BRACCINI, A. L. Qualidade fisiológica de sementes de soja tratadas com inseticidas sob efeito do armazenamento. Revista Brasileira de Sementes, vol. 32, nº 2 p. 131-139, 2010.

GRISI, P.U.; SANTOS, C.M.; FERNANDES, J.J.; SÁ JÚNIOR, A. Qualidade das sementes de girassol tratadas com inseticidas e fungicidas. Bioscience Journal, 2009.

KRZYZANOWSKI, F.C.; FRANÇA-NETO, J.B.; HENNING, A.A. Relato dos testes de vigor disponíveis para as grandes culturas. Informativo ABRATES, Londrina, v.1, 1991.

MARCOS FILHO, J. Testes de vigor: importância e utilização. In: KRZYZANOWSKI, F. C; VIEIRA, R. D; FRANÇA NETO, J. B. Vigor de Sementes: Conceitos e Teses. Londrina, 1999.

MAGUIRE, J.D. Speed of germination-aid selection and evaluation for seedling emergence and vigor. Crop Science, 1962.

NAKAGAWA, J. Testes de vigor baseados no desempenho das plântulas. In: KRZYZANOSKI, F.C.; VIEIRA, R.D.; FRANÇA NETO, J.B. (Ed.). Vigor de sementes: conceitos e testes. Londrina: ABRATES, 1999.

NUNES. J.C., Bioativador de plantas, Seeds News, v.3, n.5, p.30-31, 2006. PEREIRA, C. E., OLIVEIRA, J. A.; COSTA NETO, J. MOREIRA, F. M de S., VIEIRA, A. R. Tratamentos inseticidas, peliculização e inoculação de sementes. Revista Ceres, Viçosa, 2010.

PICCININ, G.G.; BRACCINI, A.L.; DAN, L.G.M.; BAZO, G.L.; LIMA, L.H.S. Influência do armazenamento na qualidade fisiológica de sementes de soja tratadas com inseticidas. Ambiência- Revista do Setor de Ciências Agrárias e Ambientais, 2013.

Referências

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