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Gerência de Escopo do Projeto

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Academic year: 2021

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(1)

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 1

Gerência de Escopo do Projeto

Capítulo 5 - PMBOK

PMI - Project Management Institute

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 2

Iniciação

Planejamento de Escopo

Definição do Escopo

Verificação do Escopo

Controle de Alteração de Escopo

Processo usado para identificar todo o trabalho

requerido para concluirmos o projeto com sucesso

Gerência de Escopo do Projeto

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 3

O que é escopo?

É a soma dos produtos e serviços a serem fornecidos em um projeto

Qual a importância de se definir um escopo?

Definir o que está e o que não está incluído em um projeto

Gerência de Escopo do Projeto

A Gerência de Escopo do Projeto inclui os processos requeridos para assegurar que o projeto inclua todo e, tão somente, o trabalho necessário para completar de forma adequada o

projeto.

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 4

Escopo de Produto

Aspectos e funcionalidades que devam ser incluídos no produto ou serviço (Requisitos)

Escopo de Projeto

Trabalho que deve ser feito com a finalidade de entregar um produto de acordo com os aspectos e as funcionalidades previamente especificadas (Plano)

Gerência de Escopo do Projeto

Os processos, ferramentas e técnicas usadas para gerenciar o Escopo do Produto, variam conforme a área de aplicação

Um projeto consiste em um único produto, mas este pode incluir elementos subsidiários com escopos de produto próprios e distintos, porém interdependentes

X

Os processos de gerenciamento de projetos podem ser organizados em 5 grupos, cada um deles, contendo um ou mais processos

Gerência de Escopo do Projeto

Iniciando Processos Planejando Processos Controlando Processos Executando Processos Finalizando Processos Reconhecer que um projeto ou

fase deve começar e se comprometer a executá-lo(a)

Planejar e manter um esquema de trabalho viável para atingir os objetivos de negócios que determinaram a existência do

projeto

Assegurar que os objetivos do projeto estão sendo atingidos, através da monitoração e da avaliação de seu progresso, tomando-se ações corretivas,

quando necessárias

Coordenar pessoas e outros recursos para realizar o plano

Formalizar a aceitação do projeto ou da fase e, encerrá-lo(a) de forma

organizada

Os grupos de processos de Gerenciamento de

Escopo do projeto são:

Gerência de Escopo do Projeto

Processos de Definição Processos de Planejamento Processos de Controle Processos de Execução Processos de Finalização Planejamento de Escopo Detalhamento de Escopo Iniciação Controle de Mudanças de Escopo Detalhamento de Escopo

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Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 7

Processo de reconhecimento formal de que um novo projeto existe, ou que um projeto existente inicia uma nova fase

geralmente finalizado após a conclusão de um estudo de viabilidade ou de outro plano preliminar equivalente

O projeto pode ser autorizado como resultado de:

Uma demanda de mercado

Necessidade de negócio para geração de novas receitas Exigência de cliente

Necessidade de novos produtos devido ao avanço tecnológico

Exigência legal para cumprir padrões e normas Problema, oportunidades e/ou emprevistos Gerência de Escopo do Projeto

Iniciação

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 8

Processo de desenvolvimento de uma

declaração escrita do escopo, como base para

decisões futuras do projeto, incluindo, em

particular, os critérios utilizados para determinar

se o projeto, sub-projeto ou fase foi completado

com sucesso.

A declaração do escopo forma as bases para

um acordo entre a equipe do projeto e o

respectivo cliente, através da identificação de

objetivos do projeto, bem como dos seus

principais sub-produtos.

Gerência de Escopo do Projeto

Planejamento de Escopo

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 9

Processo de subdivisão dos principais sub-produtos do projeto em componentes menores e mais “flexíveis”, visando-se:

Melhorar a previsão das estimativas de: custo, tempo e recursos

Definir uma “baseline” para medir e controlar o desempenho Facilitar uma atribuição clara de responsabilidades

Uma definição “pobre” de escopo gera:

Alto custo final do projeto, devido às “infindáveis” mudanças Retrabalho

Desperdício de tempo Baixa produtividade

Desânimo da equipe... e do cliente!

Gerência de Escopo do Projeto

Definição de Escopo

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 10

Processo de formalização do aceite do escopo do projeto, pelas partes envolvidas (sponsor, cliente, usuário, ...), com revisão de produtos e de resultados de trabalho, de modo a garantir a sua conclusão correta e satisfatória, para ambas as partes envolvidas

NÃO confundir este processo com Controle de Qualidade:

Controle de qualidade está relacionado com a “exatidão” dos resultados do trabalho;

Verificação de escopo está relacionada com a aceitação do resultado do trabalho

Gerência de Escopo do Projeto

Verificação de Escopo

Consiste em:

Influenciar os fatores que criam mudanças no escopo, para garantir que as mesmas sejam benéficas

Determinar que ocorreu uma mudança no escopo do projeto

Gerenciar as mudanças reais, quando e, se elas ocorrem

Estar completamente integrado com os outros processos de controle: Prazo, Custos, Qualidade, ...

Gerência de Escopo do Projeto

Controle de Mudanças de Escopo

Gerência de Tempo do Projeto

Capítulo 6 - PMBOK

PMI - Project Management Institute

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Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 13

Gerenciamento de Tempo

Definição das atividades

Sequenciamento das atividades

Estimativa da duração das

atividades

Desenvolvimento do Cronograma

Controle do Cronograma

Processo requerido para assegurar a

finalização do projeto no prazo

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 14

Ambiente de Projetos

Como é o Ambiente de Projetos ?

Extremamente turbulento

Repleto de reuniões

Resolução de conflitos

Planejamento contínuo

Gerenciamento de crises

Gerentes de Projeto Executores

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 15

Ambiente de Projetos

Por que os projetos atrasam ?

• Planejamento insuficiente • Plano não realista

• Escopo do projeto subestimado • Alterações de requisitos pelos clientes • Dificuldades de acompanhamento

• Incapacidade de detecção prévia de problemas • Complexidade Técnica

• Mudanças de prioridades

• Falta de comprometimento da equipe • Pouco espírito de equipe

• Ausência de qualificação de pessoal

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 16

Ambiente de Projetos

Entendendo a importância da gerência de tempo para gerentes de projeto

Se o gerente não controla seu tempo, não controla mais nada no projeto.

Tempoé umarestriçãoonde podem ser empregados princípios efetivos de gerenciamento, para transformá-lo em um recurso.

O que é Gerência de Tempo ?

Conjunto de processos requeridos que garantam a conclusão do projeto no tempo previsto.

Grupos de Processos

Tempo

Tempo

Processos Componentes

Definição de atividades (Activity Definition)

Seqüenciamento de atividades (Activity Sequencing) Estimativa de duração de atividades (Activity Duration

Estimating)

Desenvolvimento do Cronograma (Schedule Development ) Controle de mudanças do Cronograma (Schedule Control )

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Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 19

Definição de Atividades

Envolve a identificação e documentação das atividades que devem ser executadas para a entrega dos produtos e subprodutos (deliverables e

subdeliverables) mapeados na

Estrutura Analítica de Projetos (WBS ou Work Breakdown

Structure).

Descrição de Processos

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 20

Seqüenciamento de

Atividades

Identificação e documentação da interdependências necessárias e/ou desejáveis para execução de cada atividade do projeto. As atividades são seqüenciadas para auxiliar a construção de um Cronograma

.

Descrição de Processos

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 21

Método de Diagramação de Flechas (ADM)

Seqüenciamento de Atividades

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 22

Estimativa de Duração de

Atividades

Avaliação do número de períodos de trabalho provavelmente necessários para execução das atividades do projeto, a partir de uma análise feita com base na lista de atividades, no escopo do projeto e nos recursos disponíveis e necessários.

Descrição de Processos

Estimativa de Duração de Atividades

Estas estimativas são feitas ou aprovadas por pessoas do time de projeto familiarizadas com a natureza das atividades do projeto.

A precisão da estimativa é realizada de forma progressiva

Para isto as Entradas necessárias para as atividades devem ter qualidade e estarem disponíveis

Pode ser executado em paralelo com o Processo de Seqüenciamento de Atividades

Descrição de Processos

Desenvolvimento do

Cronograma

Determinação das datas de

início e fim das atividades

do projeto.

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Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 25

Entradas

Diagramas de Rede do Projeto Estimativas de Duração de Atividades Recursos Requeridos

Descrição do Quadro de recursos Calendários

Restrições Premissas

Antecipações e Folgas (Leads & Lags) Plano de Gerenciamento de Riscos Atributos de Atividades

Desenvolvimento do Cronograma

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 26

Ferramentas e Técnicas

Análise Matemática

Compressão de Duração

Simulação

Heurística do Nivelamento

de Recursos

Software de Gerenciamento

de Projetos

Estrutura de Codificação

Desenvolvimento do Cronograma

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 27

Análise Matemática

Cálculos de datas baseados em teoria matemática Não consideram limitações de recursos

As datas resultantes dos cálculos indicam períodos nos quais uma atividade pode ser programada, considerando os limites de recursos e quaisquer outras restrições conhecidas

Técnicas mais conhecidas :

CPM, PERT e GERT

Desenvolvimento do Cronograma

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 28

CPM (Critical Path Method / Método do Caminho Crítico)

Cálculos baseados numa rede lógica de atividades e estimativas de duração

Técnica de associação de duração com custo da atividade, não prevê restrição de recursos

Foco principal : determinar quais atividades possuem menor flexibilidade

Algoritmos usados em diversos tipos de análise matemática Caminho crítico é o percurso de maior tempo entre o início e o fim do projeto. Não há existência de folga entre as atividades, apesar de ser possível a existência de folga no projeto Cálculo determinístico

Muito utilizado para projetos de construção

Desenvolvimento do Cronograma

Rede CPM (Critical Path Method / Método do Caminho Crítico) A 4 B 6 C 2 D 2 E 7 F 6 A →ID da atividade 4 →Tempo requerido Caminho Crítico

Desenvolvimento do Cronograma

PERT (Program Evaluation and Review Technique)

Técnica de análise que usa redes e estimativas probabilísticas de durações

Utiliza uma média para cálculo de duração Raramente utilizada

Usa três tipos de estimativas: otimista, mais provável e pessimista

Muito usado para projetos onde os riscos de cálculo de duração para atividades é altamente variável, como por exemplo projetos de pesquisa e desenvolvimento.

(6)

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 31 Cálculo de PERT para duração de uma atividade

Desenvolvimento do Cronograma

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 32

O que fazer para reduzir a duração das atividades ?

Realocação de recursos Utilização de horas extras Aumento de produtividade Fast Tracking

Desenvolvimento do Cronograma

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 33

Software de Gerenciamento de Projetos

Amplamente utilizado

Automatizam os cálculos matemáticos e nivelamento de recursos

Gera alternativas Output final

Análise/Nivelamento de recursos Análise de impactos (What/if)

Representações gráficas de custo, tempo e atividades

Desenvolvimento do Cronograma

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 34

B)

Gráficos de barra ou Gantt Chart

(não mostra as dependências entre as atividades)

Desenvolvimento do Cronograma

C) Gráficos de marcos ou

Milestones Charts

Desenvolvimento do Cronograma

Processo responsável por:

Influenciar os fatores criadores de mudanças no cronograma Determinar a ocorrência de uma mudança no cronograma Gerenciar mudanças

Totalmente integrado com outros processos de controle

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Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 37

1.

Quais dos seguintes processos de

gerenciamento de Escopo do Projeto

geramos um estudo de viabilidade?

A. Iniciação

B. Planejamento de Escopo C. Definição de Escopo D. Verificação de Escopo

E. Controle de Mudança de Escopo

Questão

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 38

2. O Plano do Projeto é desenvolvido por:

A. Gerente de projeto B. Gerente funcional C. Time de projeto D. Diretor E. Todos acima

Questão

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 39

3. O Planejamento de Escopo para o projeto é

descrito como:

A. A especificação do projeto que inclui os princípios e objetivos do projeto

B. Os níveis de WBS do projeto

C. Um documento que compreende as justificativas e objetivos do projeto, e produtos a serem entregues D. O registro da entrega de todos os produtos do projeto E. O Project Charter

Questão

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 40

4. É um exemplo de restrição:

A. Data de conclusão de uma fase B. Risco de negócio

C. Uma ameaça de falência de um sub-contratante D. Relacionamento com o fornecedor

E. O método utilizado para medir a performance do projeto

Questão

5. O atributo chave para a verficação do escopo

é:

A. Estimativas de custos otimizadas B. O aceite do cliente

C. Estimativas de tempo otimizadas

D. Um sistema otimizado de informação de gerência do projeto

E. Todos acima

Questão

6. A verificação do escopo deve ser feita:

A. No final do projeto B. No início do projeto C. Durante cada fase do projeto D. Durante o planejamento do projeto E. Nenhuma acima

(8)

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 43

7. O processo de controle de mudança inclui:

A. Nivelamento de recursos e controle de mudança de escopo

B. Project Charter e Controle de Qualidade C. Controle de Risco de Mudanças e Controle de

Qualidade

D. Project Charter e nivelamento de recursos E. Controle de Risco de Mudanças e Project Charter

Questão

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 44

8. O sistema de Controle de Mudanças de

Escopo deve incluir:

A. Paperwork, processos de avaliação e níveis de aprovação

B. Processos de avaliação, tracking system e níveis de aprovação

C. Paperwork, tracking system e processos de avaliação D. Paperwork, tracking system e níveis de aprovação E. Níveis de aprovação, paperwork e nivelamento de

recursos

Questão

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 45

9. O processo que não faz parte do

gerenciamento do tempos é:

A) Definição de atividades B) Planejamento de recursos C) Desenvolvimento de cronograma D) Sequenciamento de atividades E) Controle de cronograma

Questões

Jan / 2003 Profª.: Jocelma Rios 46

10. O método gráfico que serve para mapear

o sequenciamento das atividades de um

projeto é:

A) Gannt B) PERT C) CPM

D) Use Cases (Casos de Uso)

Questões

11. O Diagrama PERT pode ser definido como:

A) Técnica de análise que usa redes e estimativas probabilísticas de durações

B) Técnica de análise que usa redes e estimativas probabilísticas de uso de recursos

C) Técnica de associação de duração com custo da atividade, e não prevê restrição de recursos

D) Técnica de associação de duração com custo da atividade, e que prevê restrição de recursos

E) Técnica de associação de duração da atividade, e não prevê restrição de recursos

Questões

12. O processo de controle de cronograma é resposável por:

A) Influenciar os fatores criadores de mudanças no cronograma

B) Determinar a ocorrência de uma mudança no cronograma C) Gerenciar mudanças

D) Totalmente integrado com outros processos de controle E) Todas as anteriores

Referências

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