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Legislação e Segurança Rodoviária. Acidentes

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Academic year: 2021

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LEGISLAÇÃO E SEGURANÇA

RODOVIÁRIA

(3)

• Objetivos • Competências • Legislação • Documentos • Comportamento

• Classes dos acidentes

• Procedimentos

(4)

Saber quais os procedimentos a tomar em caso de Imobilização forçada por avaria ou acidente;

 Identificar quais os veículos que devem estar equipados e as situações em

que deve ser utilizado o sinal de pré-sinalização de perigo e o colete retrorrefletor;

 Caracterizar os deveres de um condutor em caso de acidente, nomeadamente o de identificação;

 Proceder à identificação dos condutores, proprietários, testemunhas, feridos, mortos, outros intervenientes, veículos e ouvir testemunhas;

(5)

 Saber efetuar as medições necessárias com vista a elaborar o esboço / croqui do acidente;

 Identificar os vestígios no local, as características da via e o estado

do tempo;

 Saber elaborar Participação de Acidente e Notificações;

(6)

Artigo 87.º - Imobilização forçada por avaria ou acidente

• Artigo 88.º - Sinal de pré-sinalização de perigo

• Artigo 89.º - Identificação em caso de acidente

• Artigo 63.º - Sinalização de perigo

Código da Estrada Código Penal Código Civil - Artigo 212.º Dano - Artigo 498.º Prescrição

(7)

 Documento legal de identificação pessoal;

 Título de condução;

 Documento de identificação fiscal (para condutores residentes em território nacional)

 Documento de identificação do veículo;

 Certificado de seguro;

 Ficha de inspeção (se necessário).

(8)

 Imobilização forçada por avaria ou acidente; Artigo 87.º CE

 Pré-sinalização de perigo; Artigo 88.º CE

(9)

 Identificação em caso de acidente - Artigo 89º. CE

(10)

1. Pela sua situação;

2.

Pelo seu resultado;

3. Pelo número de veículos implicados;

4.

Pelo modo como se produzem;

5. Acidentes com características especiais;

(11)

OUTROS CRITÉRIOS

 Segundo a hora do dia;

 Segundo o dia da semana;

 Segundo a actividade;

 Segundo o que transporta;

 Outros...

(12)

1 – Pela sua situação:

Segundo a via em que tenha lugar o acidente, pode classificar-se em:

URBANOS – Os que se desenvolvem numa rua ou via urbana compreendida

dentro de aglomerados populacionais. Um tipo específico deste tipo de acidentes é o produzido nas travessias das artérias.

INTERURBANOS – Os originados numa via interurbana. Poderão dividir-se:

Atendendo ao tipo de via – estrada nacional, auto-estrada, regional, via

equiparada, etc.

Considerando o traçado da mesma - cruzamento, curva, mudança de

(13)

2 – Pelo seu resultado:

SÓ COM DANOS MATERIAIS – Aqueles que não ocasionaram mortos nem

feridos

COM VÍTIMAS - Aqueles em que uma ou várias pessoas resultam mortas ou feridas.

MORTOS - Para efeitos estatísticos de sinistralidade rodoviária, considera-se vítima mortal a que, por causa imputável ao acidente de viação, faleça no

local onde este se verificou ou venha a falecer no prazo imediato de 30 dias.

NOTA: ver definições importantes para efeitos de preenchimento dos boletins estatísticos de acidentes de viação.

(14)

3 – Pelo número de veículos implicados:

SIMPLES – Aqueles nos quais apenas intervém uma unidade de

tráfego.

Atropelamentos – Intervém um peão ou animal que é alcançado por um

veículo;

Dois veículos;

Em cadeia ou acidentes múltiplos – Quando o número de participantes é superior a duas unidades de tráfego (costumam produzir-se em auto-estradas ou vias equiparadas).

(15)

Frontal – quando sejam afectadas as frentes dos veículos implicados:

Central – Os eixos longitudinais coincidam

Excêntrica – Os eixos longitudinais são paralelos,

mas não condizentes

Angular – Os eixos longitudinais formam um ângulo de < 90º

Colisão de veículos em marcha

(16)

 LATERAL – quando se produz uma raspagem com as laterais de

ambos os veículos:

Positiva – Quando os veículos circulam em sentido contrário;

Negativa – Quando os veículos circulam no mesmo sentido.

Colisão de veículos em marcha

 REFLEXA – aquela em que se produzem duas ou

(17)

 Perpendicular – quando os eixos formam um ângulo de 90º.

 Oblíqua – quando os eixos formam um ângulo inferior a 90º

Colisão de veículos em marcha

Frontolateral – Afeta a parte frontal de um veículo e a lateral de outro

Central Posterior

Anterior

(18)

 COLISÃO POR ALCANCE – Quando dois ou mais veículos entram em

colisão de tal modo que a parte frontal de um o faz na parte posterior do outro.

 MÚLTIPLA OU EM CARAVANA – Quando o número de participantes

(veículos em movimento) é superior a duas unidades de tráfego.

(19)

Colisão Frontal Central

(20)

Colisão Frontal Excêntrica

(21)

Colisão Frontal Angular

(22)

Colisões Frontolaterais Perpendiculares

anterior

central

posterior

(23)

Colisões Frontolaterais Oblíquas

anterior

central

posterior

(24)

Colisão Lateral Positiva

(25)

Colisão Lateral Negativa

(26)

Colisão Por Alcance

(27)

Colisão Reflexa

(28)

Produz–se entre um veículo e:

 Veículo estacionado ou avariado;  Separador central ou lateral;

 Árvore;

 Outro objecto ou material que se encontre na estrada.

(29)

 Quando um veículo colide com um, vários peões ou animais;  Peão a andar de bicicleta;

 Peão a reparar o veículo;  Peão isolado ou em grupo;  Condutor de animais;

 Animal conduzido ou em rebanho;  Animal solto.

ATROPELAMENTO

(30)

4 – Pelo modo como se produzem:

 SAÍDA DE VIA – quando o veículo ou parte do mesmo sai da via por

causas alheias à vontade do condutor, podendo ser: com colisão ou

sem colisão.

Com Colisão

 Choque numa árvore ou poste  Choque com um muro ou edifício  Choque com valeta ou separador  Outro tipo de Choque

(31)

5 - Acidentes com características especiais:

• São aqueles que não se podem encaixar em nenhuma das

anteriores classificações:

 Incêndios;  Explosões;

 Queda de passageiro na via;  Desabamento.

(32)

6 – Outras classificações

SEGUNDO A HORA DO DIA - Diurnos ou noturnos.

SEGUNDO O DIA - Laboral, fim de semana ou feriado.

SEGUNDO A ATIVIDADE - Saída ou entrada ao trabalho.

SEGUNDO O QUE SE TRANSPORTAVA – Matérias perigosas,

(33)

 A ordem de intervenção prevista nos números seguintes não tem de ser rigorosa, antes, deve ser adequada a cada caso em concreto, tendo em conta os princípios da segurança, da necessidade e da urgência da atuação, pelo que, cada acidente terá necessariamente um tratamento diferente.

Os agentes devem usar sempre o colete retrorrefletor

Não sendo o agente a tomar conta da ocorrência deve:

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Procedimentos Práticos

 Sinalizar o local:

• Através da viatura policial com as luzes avisadoras de perigo e o rotativo luminoso/flash lights;

• Podendo também estrangular o trânsito/isolar a área, através da utilização de cones/fita plástica delimitadora.

 Preservar vestígios:

• Nomeadamente do local de corpos prostrados na via que já tenham sido transportados para o hospital, manchas de sangue, artigos de vestuário, peças e componentes de veículos ou outros vestígios existentes no local etc.;

(35)

• Em situações muito excecionais (acidentes só com danos), mandar retirar as viaturas do local, fazendo marcações no terreno dos rodados, rastos de travagem, local provável de embate e de outros vestígios considerados importantes para a elaboração do croqui/descrição do acidente;

• Acautelar os bens das vítimas;  Identificar testemunhas:

• Nomeadamente aquelas que possam já não estar no local aquando da chegada da brigada de acidentes;

 Proceder à regularização do trânsito;

(36)

Chegada ao local do acidente

1 - Socorro das vítimas:

(37)

Pelo condutor com o triângulo de pré-sinalização, dispositivos de sinalização e luzes avisadoras de perigo; fazendo uso do colete retrorrefletor

Pelos agentes, utilizando para o efeito a viatura policial com as luzes avisadoras de perigo e o rotativo luminoso / flash lights.

Podendo também estrangular o trânsito / isolar a área através da utilização de cones/fita plástica delimitadora.

(38)

3 - Croqui (em folha própria)

 Coordenadas cartesianas ou,  Triangulação.

Medidas

condutor:

 Está no local, descreve o acidente e elabora o croqui em folha

própria e assina.

(39)

4 - Avaliação das condições de mobilidade dos veículos:

 Desloca-se pelos próprios meios;

 Não se desloca pelos próprios meios:

O Documento de Identificação do Veículo e todos os documentos que à circulação do veículo digam respeito são apreendidos, é passada uma guia de substituição dos mesmos , válida para os percursos necessários às reparações a efectuar para regularização da situação do veículo, bem como para a sua apresentação a inspecção - Artigo 161º nº. 1 al. d) e nº. 5 do CE, Artigo. 116º nº. 1 al. e) do CE e Artigo 3º nº. 4 do DL 144/12, 11JUL.

5 - Descrição pormenorizada dos danos visíveis verificados nos veículos , na zona envolvente e vestígios:

(40)

O proprietário/condutor está presente:

 A remoção é da responsabilidade do mesmo (Artº 87º nº. 1 do CE)

Não está presente:

 A remoção é da responsabilidade da Polícia.

7 - Recolha de dados: (modelo)

 Condutores;  Veículos;

 Feridos / mortos; 6 - Remoção dos veículos:

(41)

C.E.)

 Aos condutores;

 Aos peões, sempre que sejam

intervenientes em acidentes de

trânsito.

9 - Substâncias psicotrópicas: (Artº. 157º nºs. 1 do C.E.)

 Os condutores, quando haja indícios de que se encontram sob influência destas substâncias.

 Os condutores e os peões que intervenham em acidente de trânsito de que resultem mortos ou feridos graves.

(42)

Danos materiais:

 Dano ( Artigo 212º CP )

 Notificação - Artigo 498 Código Civil.

Há Infração:

 Auto de Contraordenação;

(43)

a) Participação de Acidente de Viação

( Acesso às Participações de Acidente de Viação - taxas a cobrar)

Conforme oficio 65/DTSR/2014 de 9 de janeiro. Ter em atenção aos pontos n.º 20 e n.º 21

 Declaração manuscrita de acidente (intervenientes) b) Boletim Estatístico de Acidente de Viação

(Gerado automaticamente pelo SEI)

d) Notificações:

 SEI;

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Referências

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