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Porto Alegre Maio/2011

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(1)

II Encontro Regional da ABRAFI

II Encontro Regional da ABRAFI

A Influência do

A Influência do

Censo nos

Censo nos

resultados do CPC

resultados do CPC

Porto Alegre

Porto Alegre

Porto Alegre

Maio/2011

Porto Alegre

Maio/2011

111

Maio/2011

Maio/2011

(2)

Matéria do Jornal da Globo de

Matéria do Jornal da Globo de

23/05/2011

23/05/2011

Série especial mostra desafios no crescimento do ensino superior Série especial mostra desafios no crescimento do ensino superior

‘Universidade, chave do futuro’ mostra como está a estrutura das universidades para formar um número crescente de brasileiros que ingressam no ensino superior. http://g1.globo.com/jornal-da- globo/noticia/2011/05/serie-especial-p mostra-desafios-do-crescimento-do-ensino-universitario.html 22

(3)

Visão do MEC Sobre indicadores

Visão do MEC Sobre indicadores

de qualidade

de qualidade

I f

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Informações retiradas do site

do MEC

do MEC.

(4)

SINAES

SINAES

Sistema Nacional de

Avaliação da Educação

Sistema Nacional de

Avaliação da Educação

Avaliação da Educação

Superior

Avaliação da Educação

Superior

LEI 10 861

LEI 10.861

DE 14/04/2004

4

(5)

APRESENTAÇÃO

P

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Ç

Promover a efetivação da diretriz da qualidade no ensino

superior é um dos principais desafios do Ministério da

Educação no período 2003-2010 Para tanto a ação do

Promover a efetivação da diretriz da qualidade no ensino

superior é um dos principais desafios do Ministério da

Educação no período 2003-2010 Para tanto a ação do

Educação no período 2003-2010. Para tanto, a ação do

MEC estrutura-se em três funções: avaliação,

regulação e supervisão das instituições e dos cursos

Educação no período 2003-2010. Para tanto, a ação do

MEC estrutura-se em três funções: avaliação,

regulação e supervisão das instituições e dos cursos

g

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p

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de ensino superior.

Essas três funções estão conectadas entre si, de modo

li ã

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de ensino superior.

Essas três funções estão conectadas entre si, de modo

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que a avaliação passa a ser o referencial

básico da regulação e da supervisão. Em outras

palavras o MEC passa a gerar conseqüências a partir

que a avaliação passa a ser o referencial

básico da regulação e da supervisão. Em outras

palavras o MEC passa a gerar conseqüências a partir

palavras, o MEC passa a gerar conseqüências a partir

das avaliações insatisfatórias de cursos e instituições.

palavras, o MEC passa a gerar conseqüências a partir

das avaliações insatisfatórias de cursos e instituições.

(6)

APRESENTAÇÃO

C

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Com base no Exame Nacional de Desempenho

dos Estudantes (Enade), foram criados

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Com base no Exame Nacional de Desempenho

dos Estudantes (Enade), foram criados

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indicadores de qualidade das instituições e de

seus cursos. Esses indicadores subsidiam o

MEC

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indicadores de qualidade das instituições e de

seus cursos. Esses indicadores subsidiam o

MEC

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MEC nas atividades

de regulação, por meio das quais o ministério

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MEC nas atividades

de regulação, por meio das quais o ministério

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credencia e recredencia as universidades,

centros universitários e faculdades e autoriza,

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credencia e recredencia as universidades,

centros universitários e faculdades e autoriza,

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reconhece e renova o Reconhecimento de

cursos.

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cursos.

(7)

APRESENTAÇÃO

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Ç

Os indicadores também podem motivar ações de

supervisão pelo MEC. O desempenho insatisfatório de

um curso ou instituição nas avaliações por exemplo

Os indicadores também podem motivar ações de

supervisão pelo MEC. O desempenho insatisfatório de

um curso ou instituição nas avaliações por exemplo

um curso ou instituição nas avaliações, por exemplo,

pode levar o ministério a determinar desde medidas de

enfoque corretivo dos problemas até abertura de

um curso ou instituição nas avaliações, por exemplo,

pode levar o ministério a determinar desde medidas de

enfoque corretivo dos problemas até abertura de

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processo administrativo para aplicação de penalidades.

Assim, a atuação do poder público não se dá apenas no

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processo administrativo para aplicação de penalidades.

Assim, a atuação do poder público não se dá apenas no

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controle prévio, durante o processo de credenciamento

de uma instituição ou de autorização de um curso. Dá-se

igualmente no controle e fiscalização posteriores e

controle prévio, durante o processo de credenciamento

de uma instituição ou de autorização de um curso. Dá-se

igualmente no controle e fiscalização posteriores e

igualmente no controle e fiscalização posteriores e

permanentes do ensino oferecido, como forma

de garantir a melhoria da qualidade.

igualmente no controle e fiscalização posteriores e

permanentes do ensino oferecido, como forma

de garantir a melhoria da qualidade.

(8)

APRESENTAÇÃO

A li ã iti é ité i i d ti i ã d A li ã iti é ité i i d ti i ã d

Ç

A avaliação positiva é critério ainda para a participação dos estabelecimentos de ensino nos principais programas do MEC destinados à ampliação do acesso à educação superior. Para A avaliação positiva é critério ainda para a participação dos estabelecimentos de ensino nos principais programas do MEC destinados à ampliação do acesso à educação superior. Para participar do Programa Universidade Para Todos (ProUni) e do Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior (Fies), por exemplo, as instituições e os cursos precisam apresentar

participar do Programa Universidade Para Todos (ProUni) e do Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior (Fies), por exemplo, as instituições e os cursos precisam apresentar

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indicadores satisfatórios nas avaliações.

Para garantir a transparência e o acesso da população às

informações sobre a regularidade de cursos e instituições foi criado

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indicadores satisfatórios nas avaliações.

Para garantir a transparência e o acesso da população às

informações sobre a regularidade de cursos e instituições foi criado informações sobre a regularidade de cursos e instituições foi criado o Cadastro e-MEC (http://emec.mec.gov.br), uma plataforma de

consulta pública que traz informações atualizadas sobre a educação superior Saiba o que o Ministério da Educação tem feito para

informações sobre a regularidade de cursos e instituições foi criado o Cadastro e-MEC (http://emec.mec.gov.br), uma plataforma de

consulta pública que traz informações atualizadas sobre a educação superior Saiba o que o Ministério da Educação tem feito para

superior. Saiba o que o Ministério da Educação tem feito para avaliar, regular e supervisionar a

educação superior no país, com vistas à melhoria da qualidade do ensino

superior. Saiba o que o Ministério da Educação tem feito para avaliar, regular e supervisionar a

educação superior no país, com vistas à melhoria da qualidade do ensino

888

ensino. ensino.

(9)

AVALIAÇÃO

CONCEITO

CONCEITO

Ç

Criado em 2004 pela Lei n° 10.861, o Sistema Nacional de Criado em 2004 pela Lei n° 10.861, o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) instituiu a avaliação sistemática das instituições de educação superior, dos cursos

superiores e do desempenho dos estudantes. Com o Sinaes, foram Avaliação da Educação Superior (Sinaes) instituiu a avaliação

sistemática das instituições de educação superior, dos cursos

superiores e do desempenho dos estudantes. Com o Sinaes, foram estabelecidos indicadores de qualidade, complementares entre si, em que todos os aspectos são considerados: ensino, pesquisa, extensão, desempenho dos alunos, gestão da instituição, corpo estabelecidos indicadores de qualidade, complementares entre si, em que todos os aspectos são considerados: ensino, pesquisa, extensão, desempenho dos alunos, gestão da instituição, corpo extensão, desempenho dos alunos, gestão da instituição, corpo docente e infraestrutura, entre outros.

O primeiro ciclo avaliativo do Sinaes teve início em 2007. Desde então a renovação de qualquer ato autorizativo seja de

extensão, desempenho dos alunos, gestão da instituição, corpo docente e infraestrutura, entre outros.

O primeiro ciclo avaliativo do Sinaes teve início em 2007. Desde então a renovação de qualquer ato autorizativo seja de

então, a renovação de qualquer ato autorizativo, seja de recredenciamento de instituição ou de renovação de

Reconhecimento de curso, passou a ser obrigatoriamente condicionada à avaliação positiva

então, a renovação de qualquer ato autorizativo, seja de recredenciamento de instituição ou de renovação de

Reconhecimento de curso, passou a ser obrigatoriamente condicionada à avaliação positiva

999

condicionada à avaliação positiva. condicionada à avaliação positiva.

(10)

AVALIAÇÃO

CONCEITO

CONCEITO

Ç

A realização dos processos avaliativos é responsabilidade do A realização dos processos avaliativos é responsabilidade do

Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), sob coordenação e supervisão da Comissão Nacional de

Avaliação da Educação Superior (Conaes).

Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), sob coordenação e supervisão da Comissão Nacional de

Avaliação da Educação Superior (Conaes).

10 1010

(11)

AVALIAÇÃO

Principais Indicadores Principais Indicadores

Ç

Enade – O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes Enade – O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes avalia o conhecimento dos alunos em relação ao conteúdo

previsto nas diretrizes curriculares do respectivo curso de

graduação, suas habilidades e competências. Participam do exame

avalia o conhecimento dos alunos em relação ao conteúdo

previsto nas diretrizes curriculares do respectivo curso de

graduação, suas habilidades e competências. Participam do exame os alunos ingressantes e concluintes dos cursos avaliados. Os

resultados do Enade são considerados na composição de índices de qualidade relativos aos cursos e às instituições (como o CPC e o os alunos ingressantes e concluintes dos cursos avaliados. Os

resultados do Enade são considerados na composição de índices de qualidade relativos aos cursos e às instituições (como o CPC e o de qualidade relativos aos cursos e às instituições (como o CPC e o IGC). O desempenho insatisfatório dos alunos também pode

desencadear processo de supervisão do MEC, em que as

instituições precisam adotar medidas para sanear as deficiências de qualidade relativos aos cursos e às instituições (como o CPC e o IGC). O desempenho insatisfatório dos alunos também pode

desencadear processo de supervisão do MEC, em que as

instituições precisam adotar medidas para sanear as deficiências instituições precisam adotar medidas para sanear as deficiências apontadas nos cursos.

instituições precisam adotar medidas para sanear as deficiências apontadas nos cursos.

11 1111

(12)

AVALIAÇÃO

Principais Indicadores Principais Indicadores

Ç

Conceito Preliminar de Curso (CPC) - O Conceito Preliminar de Curso é t l t d E d l I di d d Dif t

Conceito Preliminar de Curso (CPC) - O Conceito Preliminar de Curso é t l t d E d l I di d d Dif t

é composto pela nota do Enade, pelo Indicador de Diferença entre os

Desempenhos Observado e Esperado(IDD) e por fatores que consideram a titulação dos professores, o percentual de docentes que cumprem regime parcial ou integral (não horistas) recursos didático pedagógicos

é composto pela nota do Enade, pelo Indicador de Diferença entre os

Desempenhos Observado e Esperado(IDD) e por fatores que consideram a titulação dos professores, o percentual de docentes que cumprem regime parcial ou integral (não horistas) recursos didático pedagógicos

parcial ou integral (não horistas), recursos didático-pedagógicos, infraestrutura e instalações físicas.

O conceito, que vai de 1 a 5, é um indicador prévio da situação dos cursos de graduação no país Cursos que obtiverem CPC 1 e 2 serão

parcial ou integral (não horistas), recursos didático-pedagógicos, infraestrutura e instalações físicas.

O conceito, que vai de 1 a 5, é um indicador prévio da situação dos cursos de graduação no país Cursos que obtiverem CPC 1 e 2 serão

de graduação no país. Cursos que obtiverem CPC 1 e 2 serão automaticamente incluídos no cronograma de visitas dos

avaliadores do Inep para verificação in loco das condições de ensino. Cursos com conceito igual ou maior que 3 podem optar por não receber a de graduação no país. Cursos que obtiverem CPC 1 e 2 serão

automaticamente incluídos no cronograma de visitas dos

avaliadores do Inep para verificação in loco das condições de ensino. Cursos com conceito igual ou maior que 3 podem optar por não receber a Cursos com conceito igual ou maior que 3 podem optar por não receber a visita dos avaliadores e, assim, transformar o CPC em conceito permanente (o Conceito de Curso). O CPC é divulgado a cada três anos para cada

grupo de cursos, junto com os resultados do Enade.

Cursos com conceito igual ou maior que 3 podem optar por não receber a visita dos avaliadores e, assim, transformar o CPC em conceito permanente (o Conceito de Curso). O CPC é divulgado a cada três anos para cada

grupo de cursos, junto com os resultados do Enade.

12 1212

grupo de cursos, junto com os resultados do Enade. grupo de cursos, junto com os resultados do Enade.

(13)

AVALIAÇÃO

Principais Indicadores Principais Indicadores

Ç

Índice Geral de Cursos (IGC) – O Índice Geral de Cursos da instituição sintetiza em um único indicador a qualidade de todos os cursos de graduação e pós

Índice Geral de Cursos (IGC) – O Índice Geral de Cursos da instituição sintetiza em um único indicador a qualidade de todos os cursos de graduação e pós

em um único indicador a qualidade de todos os cursos de graduação e

pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) de cada universidade, centro

universitário ou faculdade do país. No que se refere à graduação, é utilizado o CPC dos cursos; e, no que se refere à pós-graduação, é utilizada a Nota da Capes, que

em um único indicador a qualidade de todos os cursos de graduação e

pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) de cada universidade, centro

universitário ou faculdade do país. No que se refere à graduação, é utilizado o CPC dos cursos; e, no que se refere à pós-graduação, é utilizada a Nota da Capes, que expressa em notas de 1 a 7 (sendo 7 a nota máxima). A avaliação dos programas de pós-graduação é realizada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O IGC vai de 1 a 5 e é divulgado anualmente pelo Inep/MEC, após a divulgação dos resultados do Enade O IGC é critério nos processos de

expressa em notas de 1 a 7 (sendo 7 a nota máxima). A avaliação dos programas de pós-graduação é realizada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O IGC vai de 1 a 5 e é divulgado anualmente pelo Inep/MEC, após a divulgação dos resultados do Enade O IGC é critério nos processos de

após a divulgação dos resultados do Enade. O IGC é critério nos processos de credenciamento e recredenciamento de instituições e também no processo de

autorização para novos cursos: instituições com IGC inferior a 3, por exemplo, podem ter seus pedidos de abertura de novo curso indeferidos pelo MEC. Da mesma forma, após a divulgação dos resultados do Enade. O IGC é critério nos processos de

credenciamento e recredenciamento de instituições e também no processo de

autorização para novos cursos: instituições com IGC inferior a 3, por exemplo, podem ter seus pedidos de abertura de novo curso indeferidos pelo MEC. Da mesma forma, o indicador é utilizado para orientar a expansão do ensino de qualidade: instituições com bom desempenho ficam dispensadas da autorização do MEC para abertura de cursos.

o indicador é utilizado para orientar a expansão do ensino de qualidade: instituições com bom desempenho ficam dispensadas da autorização do MEC para abertura de cursos.

13 1313

(14)

AVALIAÇÃO

Principais Indicadores Principais Indicadores

Ç

• Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD) É dif t d h édi d l i t d

• Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD) É dif t d h édi d l i t d

(IDD) – É a diferença entre o desempenho médio do concluinte de um

curso e o desempenho médio estimado para os concluintes desse mesmo curso. Representa, portanto, quanto cada curso se destaca da média,

podendo ficar acima ou abaixo do que seria esperado baseando se no

(IDD) – É a diferença entre o desempenho médio do concluinte de um

curso e o desempenho médio estimado para os concluintes desse mesmo curso. Representa, portanto, quanto cada curso se destaca da média,

podendo ficar acima ou abaixo do que seria esperado baseando se no podendo ficar acima ou abaixo do que seria esperado, baseando-se no perfil de seus estudantes. O indicador tem escala de 1 a 5, sendo 5 o melhor resultado.

• Conceito Institucional e avaliação institucional – A cada ciclo

podendo ficar acima ou abaixo do que seria esperado, baseando-se no perfil de seus estudantes. O indicador tem escala de 1 a 5, sendo 5 o melhor resultado.

• Conceito Institucional e avaliação institucional – A cada ciclo • Conceito Institucional e avaliação institucional – A cada ciclo avaliativo, a instituição de ensino é avaliada in loco. Os avaliadores,

orientados pelos IGCs das instituições a cada ano, atribuem um Conceito Institucional considerando também os elementos da visita A Avaliação

• Conceito Institucional e avaliação institucional – A cada ciclo avaliativo, a instituição de ensino é avaliada in loco. Os avaliadores,

orientados pelos IGCs das instituições a cada ano, atribuem um Conceito Institucional considerando também os elementos da visita A Avaliação Institucional, considerando também os elementos da visita. A Avaliação Institucional é composta pela autoavaliação ou avaliação interna

(coordenada por comissão própria de avaliação de cada instituição) e pela avaliação externa, realizada pelas comissões designadas pelo Inep.

Institucional, considerando também os elementos da visita. A Avaliação Institucional é composta pela autoavaliação ou avaliação interna

(coordenada por comissão própria de avaliação de cada instituição) e pela avaliação externa, realizada pelas comissões designadas pelo Inep.

14 1414

a a ação e te a, ea ada pe as co ssões des g adas pe o ep a a ação e te a, ea ada pe as co ssões des g adas pe o ep

(15)

AVALIAÇÃO

Principais Indicadores Principais Indicadores

Ç

Outro instrumento que subsidia a composição dos indicadores são as

i f õ d C d Ed ã S i t bé li d l I

Outro instrumento que subsidia a composição dos indicadores são as

i f õ d C d Ed ã S i t bé li d l I

informações do Censo da Educação Superior, também realizado pelo Inep. O resultado da avaliação das instituições de ensino superior e de seus

cursos é tornado público pelo MEC. Além de serem utilizados para embasar políticas públicas e orientar os estabelecimentos de ensino na busca por informações do Censo da Educação Superior, também realizado pelo Inep. O resultado da avaliação das instituições de ensino superior e de seus

cursos é tornado público pelo MEC. Além de serem utilizados para embasar políticas públicas e orientar os estabelecimentos de ensino na busca por políticas públicas e orientar os estabelecimentos de ensino na busca por melhorias, os indicadores de qualidade da educação superior devem ser observados pela sociedade em geral – especialmente os estudantes –, pois valem como referência quanto às condições de ensino de cursos e

políticas públicas e orientar os estabelecimentos de ensino na busca por melhorias, os indicadores de qualidade da educação superior devem ser observados pela sociedade em geral – especialmente os estudantes –, pois valem como referência quanto às condições de ensino de cursos e

valem como referência quanto às condições de ensino de cursos e instituições.

valem como referência quanto às condições de ensino de cursos e instituições.

15 1515

(16)

REGULAÇÃO

CONCEITO

CONCEITO

Ç

O MEC é responsável pela regulação das instituições de ensino superior do sistema federal de ensino (que abrange as instituições O MEC é responsável pela regulação das instituições de ensino superior do sistema federal de ensino (que abrange as instituições superior do sistema federal de ensino (que abrange as instituições federais e as instituições privadas). São de competência da Secretaria de Regulação e Supervisãoos atos autorizativos de credenciamento ou recredenciamento de instituições e de superior do sistema federal de ensino (que abrange as instituições federais e as instituições privadas). São de competência da Secretaria de Regulação e Supervisãoos atos autorizativos de credenciamento ou recredenciamento de instituições e de credenciamento ou recredenciamento de instituições e de autorização, reconhecimento ou renovação de reconhecimento de cursos de graduação presencial e cursos seqüenciais.

credenciamento ou recredenciamento de instituições e de autorização, reconhecimento ou renovação de reconhecimento de cursos de graduação presencial e cursos seqüenciais.

A Secretaria de Regulação e Supervisão do MEC, através de Diretorias, respondem pelas atividades de regulação relativas, A Secretaria de Regulação e Supervisão do MEC, através de Diretorias, respondem pelas atividades de regulação relativas, respectivamente, aos cursos superiores de bacharelado/licenciatura, cursos superiores de tecnologia e os cursos na modalidade de educação a distância.

respectivamente, aos cursos superiores de bacharelado/licenciatura, cursos superiores de tecnologia e os cursos na modalidade de educação a distância.

16 1616

(17)

REGULAÇÃO

Atos Autorizativos das IES

Atos Autorizativos das IES

Ç

Credenciamento – para iniciar suas atividades, as instituições de ensino superior privadas devem solicitar credenciamento junto Credenciamento – para iniciar suas atividades, as instituições de ensino superior privadas devem solicitar credenciamento junto de ensino superior privadas devem solicitar credenciamento junto

ao MEC. O credenciamento é feito a partir da análise documental e avaliação in loco do Inep..

de ensino superior privadas devem solicitar credenciamento junto

ao MEC. O credenciamento é feito a partir da análise documental e avaliação in loco do Inep..

• Recredenciamento – ao final de cada ciclo avaliativo do Sinaes, as instituições privadas e as instituições federais de

i i d li it ã d d i t

• Recredenciamento – ao final de cada ciclo avaliativo do Sinaes, as instituições privadas e as instituições federais de

i i d li it ã d d i t

ensino superior devem solicitar a renovação de seu credenciamento junto ao MEC. Além da avaliação documental, o processo de recredenciamento leva em conta os indicadores de qualidade ensino superior devem solicitar a renovação de seu credenciamento junto ao MEC. Além da avaliação documental, o processo de recredenciamento leva em conta os indicadores de qualidade resultantes dos processos de avaliação do Sinaes. Resultados insatisfatórios podem motivar supervisão do MEC. Nesse caso, o pedido de recredenciamento fica suspenso até o encerramento do resultantes dos processos de avaliação do Sinaes. Resultados insatisfatórios podem motivar supervisão do MEC. Nesse caso, o pedido de recredenciamento fica suspenso até o encerramento do

17 1717 p p processo. p p processo.

(18)

REGULAÇÃO

Atos Autorizativos dos Cursos

Atos Autorizativos dos Cursos

Ç

Autorização – quando uma faculdade deseja abrir um

novo curso precisa requerer autorização ao MEC Na

Autorização – quando uma faculdade deseja abrir um

novo curso precisa requerer autorização ao MEC Na

novo curso, precisa requerer autorização ao MEC. Na

análise, o ministério avalia a organização

didático-pedagógica, o corpo docente e técnico-administrativo e

novo curso, precisa requerer autorização ao MEC. Na

análise, o ministério avalia a organização

didático-pedagógica, o corpo docente e técnico-administrativo e

pedagógica, o corpo docente e técnico administrativo e

as

instalações

físicas.

Universidades

e

centros

universitários, que são instituições com autonomia, não

pedagógica, o corpo docente e técnico administrativo e

as

instalações

físicas.

Universidades

e

centros

universitários, que são instituições com autonomia, não

precisam requerer autorização (exceto para os cursos de

Medicina, Odontologia, Psicologia e Direito, que

necessitam de autorização prévia

e cursos que

precisam requerer autorização (exceto para os cursos de

Medicina, Odontologia, Psicologia e Direito, que

necessitam de autorização prévia

e cursos que

necessitam de autorização prévia, e cursos que

funcionarão em campi situados fora do município-sede

da instituição).

necessitam de autorização prévia, e cursos que

funcionarão em campi situados fora do município-sede

da instituição).

18 1818

da st tu ção)

da st tu ção)

(19)

REGULAÇÃO

Atos Autorizativos dos Cursos

Atos Autorizativos dos Cursos

Ç

Reconhecimento – quando a primeira turma do novo

Reconhecimento – quando a primeira turma do novo

Reconhecimento – quando a primeira turma do novo

curso completa entre 50% e 75% de sua carga horária, a

instituição deve solicitar seu reconhecimento ao MEC. É feita

Reconhecimento – quando a primeira turma do novo

curso completa entre 50% e 75% de sua carga horária, a

instituição deve solicitar seu reconhecimento ao MEC. É feita

então uma segunda avaliação para verificar se foi cumprido o

projeto apresentado para autorização. O reconhecimento de

curso é condição necessária para a validade nacional dos

então uma segunda avaliação para verificar se foi cumprido o

projeto apresentado para autorização. O reconhecimento de

curso é condição necessária para a validade nacional dos

curso é condição necessária para a validade nacional dos

respectivos diplomas.

curso é condição necessária para a validade nacional dos

respectivos diplomas.

19 1919

(20)

REGULAÇÃO

Atos Autorizativos dos Cursos

Atos Autorizativos dos Cursos

Ç

Renovação de Reconhecimento – periodicamente dentro do ciclo Renovação de Reconhecimento – periodicamente dentro do ciclo Renovação de Reconhecimento periodicamente, dentro do ciclo avaliativo, os cursos devem renovar seus atos de reconhecimento. Atualmente temos os seguintes critérios para a renovação de reconhecimento dos cursos:

Renovação de Reconhecimento periodicamente, dentro do ciclo avaliativo, os cursos devem renovar seus atos de reconhecimento. Atualmente temos os seguintes critérios para a renovação de reconhecimento dos cursos:

reconhecimento dos cursos:

9 Cursos reconhecidos com CPC 1 ou 2, são avaliados por este instrumento, para Renovar o Reconhecimento;

9 C CPC 3 4 ã b tid t li ã

reconhecimento dos cursos:

9 Cursos reconhecidos com CPC 1 ou 2, são avaliados por este instrumento, para Renovar o Reconhecimento;

9 C CPC 3 4 ã b tid t li ã

9 Cursos com CPC 3 ou 4 serão submetidos a esta avaliação caso queiram. Poderão aumentar ou diminuir seu conceito de curso. Caso não queiram ser submetido a está avaliação o Conceito de 9 Cursos com CPC 3 ou 4 serão submetidos a esta avaliação caso queiram. Poderão aumentar ou diminuir seu conceito de curso. Caso não queiram ser submetido a está avaliação o Conceito de Curso é o Conceito Preliminar de Curso. Curso com CPC 5 tem a renovação renovada automaticamente.

Curso é o Conceito Preliminar de Curso. Curso com CPC 5 tem a renovação renovada automaticamente.

20 2020

(21)

O ENADE, O CPC e o IGC

O ENADE, O CPC e o IGC

O ENADE, O CPC e o IGC

O ENADE, O CPC e o IGC

21 21

(22)

O Exame Nacional de Desempenho

O Exame Nacional de Desempenho

O Exame Nacional de Desempenho

do Estudante - ENADE

O Exame Nacional de Desempenho

do Estudante - ENADE

22 22

(23)

O Conceito ENADE

O Conceito ENADE

O Conceito ENADE

O Conceito ENADE

23 23

(24)

O Conceito ENADE a partir de 2008

A partir de 2008 o conceito ENADE

(1 a 5) é calculado com base no

A partir de 2008 o conceito ENADE

(1 a 5) é calculado com base no

(1 a 5) é calculado com base no

desempenho

dos

estudantes

(1 a 5) é calculado com base no

desempenho

dos

estudantes

concluintes.

concluintes.

24 2424

(25)

O Conceito Preliminar de Curso - CPC

O Conceito Preliminar de Curso - CPC

25 25

(26)

Os elementos do CPC

26 2626

(27)

A Conversão da Nota em Conceito

27 2727

(28)

Cálculo da nota de cada elemento

É calculado a média geral de cada elemento e

É calculado a média geral de cada elemento e

compara-se com o valor (ou a média) do

componente de determinado curso.

compara-se com o valor (ou a média) do

componente de determinado curso.

Padroniza-se a nota de cada elemento

Padroniza-se a nota de cada elemento

Padroniza se a nota de cada elemento

comparando o afastamento do elemento

do curso com o média geral do elemento

Padroniza se a nota de cada elemento

comparando o afastamento do elemento

do curso com o média geral do elemento

g

g

Após a nota de todos os elementos, é

l l d

t

d

i d

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Após a nota de todos os elementos, é

l l d

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calculada a nota padronizada do cpc,

usando-se os pesos específicos de cada

elemento

calculada a nota padronizada do cpc,

usando-se os pesos específicos de cada

elemento

28 2828

elemento.

elemento.

(29)

A Nota ENADE

A Nota dos Concluintes no Enade ( NC )

A Nota dos Concluintes no Enade ( NC )

corresponde à nota final que dá origem ao

Conceito Enade Portanto para cada curso i é

Conceito Enade. Portanto, para cada curso i é

composta por: 75% da nota dos alunos

concluintes no componente específico do

concluintes no componente específico do

Enade e 25% da nota dos mesmos alunos no

componente de formação geral do Enade É

componente de formação geral do Enade. É

importante dizer que as notas que entram no

cômputo de NC são as notas padronizadas e

cômputo de NC são as notas padronizadas e

já transformadas na escala de 0 a 5.

29 2929

(30)

Cálculo da nota e do Conceito ENADE

1º Passo: Média de cada Aluno de

1º Passo: Média de cada Aluno de

um determinado curso (área).

um determinado curso (área).

2º Passo: Média de determinado curso de

2º Passo: Média de determinado curso de

2 Passo: Média de determinado curso de

uma determinada IES = Média das Médias

dos alunos daquele curso daquela IES.

2 Passo: Média de determinado curso de

uma determinada IES = Média das Médias

dos alunos daquele curso daquela IES.

dos alunos daquele curso daquela IES.

dos alunos daquele curso daquela IES.

3º Passo: Calcula-se a média da área

3º Passo: Calcula-se a média da área

3 Passo: Calcula se a média da área

e

o

desvio

padrão

(dispersão)

daquela área.

3 Passo: Calcula se a média da área

e

o

desvio

padrão

(dispersão)

daquela área.

30 3030

daquela área.

daquela área.

(31)

Cálculo da nota e do Conceito ENADE

Compara-se, relativamente a média do

curso de determinada IES com a média

Compara-se, relativamente a média do

curso de determinada IES com a média

da área.

da área.

Quanto mais acima a média do curso está em relação

Quanto mais acima a média do curso está em relação

Quanto mais acima a média do curso está em relação

a média nacional, maior será a nota deste curso e

como conseqüência maior será o conceito deste

Quanto mais acima a média do curso está em relação

a média nacional, maior será a nota deste curso e

como conseqüência maior será o conceito deste

curso

curso

31 3131

(32)

Obtenção do conceito a partir da nota

Conceitos Finais Notas Finas (NC)

1 0,00 a 0,94

2 0,95 a 1,94

3 1,95 a 2,94

4 2,95 a 3,94, ,

5 3,95 a 5,00

NC = Nota Concluinte = Nota ENADE em 2008 e 2009 NC = Nota Concluinte = Nota ENADE em 2008 e 2009 Nota Final = Nota Padronizada do Curso da IES

32 3232

(33)

A Nota ENADE`- Exemplo Curso de Direito

2009

Componente Valor

Média Formação Geral Concluintes Brasil 49 02006 Média Formação Geral Concluintes Brasil 49,02006 Média Formação Geral Concluintes X 40,66105 Nota Formação Geral Concluintes X 1,446531 Nota Para obtenção do Conceito 3 1,95

A

DE

Nota Para obtenção do Conceito 3 1,95

Peso 25%

Média Componenete Específico Brasil 52,74398

ceito EN

A p p ,

Média Componenete Específico X 42,97002 Nota Componenete Específico X 1,026441 Nota Mínima Conceito 3 Formação Geral 1,95

Con Peso 75%

Nota ENADE X 1,131464

Nota ENADE X Arredondada 1,13

Nota Mínima Conceito 3 1,95

Conceito ENADE 2

Peso 15%

33 3333

(34)

A Nota ENADE`- Exemplo Curso de Pedagogia

2009

Parte específica

Componentep Valor

Média parte Específica Concluinte 50,2514 Média parte Específica Instituição 48,6775 Desvio Padrão parte Específica Concluinte 6,327968 Afastamento da Instituição parte Específica Padronizado ‐0,24872 Af t t I f i P t E ífi C l i t P d i d 2 75101 Afasatmento Inferior Parte Específica Concluinte Padronizado ‐2,75101 Afastamento Superior Parte Específica Concluinte Padronizado 2,869754 Nota Padronizada parte Específica Concluinte 2,2

Formação Geralç

Componente Valor

Média parte Geral Concluinte 49,14696 Média parte Geral Instituição 46,3125 Desvio Padrão parte Geral Concluinte 5,16622 Af t t d I tit i ã t G l P d i d 0 54865 Afastamento da Instituição parte Geral Padronizado ‐0,54865 Afasatmento Inferior Parte Geral Concluinte Padronizado ‐2,57302 Afastamento Superior Parte Geral Concluinte Padronizado 2,875031 Nota Padronizada parte Geral Concluinte 1,9

Nota padronizada Instituição 2,13

Nota arredondada 2,1

C i ENADE 3

34 3434

(35)

Documento para análise do resultado do ENADE

35 3535

(36)

Documento para análise do resultado do ENADE

36 3636

(37)

A Nota Ingressante

A Nota dos Ingressantes no Enade ( NI ) é calculada

conforme a mesma metodologia que a Nota dos

Concluintes no Enade ( NC), com a única diferença

que os valores utilizados correspondem às notas no

que os valores utilizados correspondem às notas no

exame dos alunos ingressantes, e não dos

concluintes. Portanto, para cada curso i, NI é

concluintes. Portanto, para cada curso i, NI é

composta por 75% da nota dos alunos ingressantes no

componente específico do Enade e por 25% da nota

dos mesmos alunos no componente de formação geral

do Enade. Novamente, é importante dizer que as

notas que entram no cômputo de NI são as notas

notas que entram no cômputo de NI são as notas

padronizadas e já transformadas na escala de 0 a 5.

37 3737

(38)

A Nota Ingressante – ENADE 2009 Curso de

Direito

Componente Valor

Média Formação Geral Ingressantes Brasil 44,95019 Média Formação Geral Ingressantes X 40,54398 Nota Formação Geral Ingressantes X 1,748549

ssante

Nota Para obtenção do Conceito 3 1,95

Peso 25%

eito Ingre

s

Média Componenete Específico Brasil 42,9132 Média Componenete Específico X 37,189 Nota Componenete Específico X 1,721741

Conc

e

Nota Mínima Conceito 3 Formação Geral 1,95

Peso 75%

Nota Ingressante X 1,728443

Nota Mímima Conceito 3 1,95

Peso 15%

38 3838

(39)

A Nota IDD

Sabe-se que a diferença entre os

q

ç

desempenhos no Enade de alunos

egressos de dois cursos de graduação de

g

g

ç

duas instituições distintas não depende

somente das diferenças de qualidade entre

ç

q

esses cursos. As diferenças em relação ao

perfil dos alunos

p

de ambos os cursos ao ingressar no ensino

superior também influenciam as diferenças

p

ç

nos resultados.

39 3939

(40)

A Nota IDD

O Indicador de Diferença entre os Desempenhos

Observado e Esperado (IDD) tem o propósito de trazer às

instituições informações comparativas dos desempenhos

de seus estudantes concluintes em relação aos resultados

de seus estudantes concluintes em relação aos resultados

médios obtidos pelos concluintes das demais instituições

que possuem estudantes ingressantes de perfil

lh

t

P

t

t

IDD

ó i

semelhante ao seu. Para tanto, o IDD, como o próprio

nome já diz, é resultante da diferença entre o desempenho

médio obtido no Enade pelos alunos concluintes de um

éd o obt do o

ade pe os a u os co c u tes de u

curso e o desempenho médio que era esperado para esses

mesmos alunos, dadas as informações existentes sobre o

fil d

i

t

d

perfil dos ingressantes desse curso.

40 4040

(41)

A Nota IDD – ENADE 2009 Curso de Direito

Componente

Valor

IDD X

1,1954

Peso

30%

41 4141

(42)

A Nota Doutores

A medida original para a criação da Nota de

Professores Doutores de um curso i corresponde à

proporção de professores vinculados ao curso i cuja

titulação é maior ou igual ao doutorado

titulação é maior ou igual ao doutorado.

Para calcular essa proporção, divide-se o número de

professores vinculados ao curso i cuja titulação seja

professores vinculados ao curso i cuja titulação seja

maior ou igual ao doutorado, pelo número total de

professores vinculados a esse curso. Essa medida

original é padronizada e transformada, conforme

procedimento

descrito anteriormente para dar origem à Nota

descrito anteriormente, para dar origem à Nota

Padronizada referente aos Professores Doutores, um

valor entre 0 e 5.

42 4242

(43)

A Nota Doutores

A informação referente à titulação dos

ç

ç

professores de cada curso de cada IES é

extraída do Cadastro Docente, onde as

,

instituições cadastram cada um de seus

professores, vinculando-os a cada curso em

p

,

que eles lecionam. O curso que não tiver

nenhum professor cadastrado, terá a Nota de

p

,

Professores Doutores computada como 0

(zero) para o cálculo do CPC.

(

) p

43 4343

(44)

A Nota Doutores ENADE 2009 Curso de

Direito

Total de Docentes

459

Componente

Valor

Componente

Valor

o

r

% Médio Doutores Brasil

11,62%

D

out

o

% Doutores X

32,90%

Nota Do tores X

3 34198

N

ota

D

Nota Doutores X

3,34198

Nota Mínima Conceito 3

1,95

N

Peso

20%

44 4444

(45)

A Nota Mestres

A medida original para a criação da Nota de

g

p

ç

Professores

Mestres

de

um

curso

i

corresponde à proporção de professores

p

p p ç

p

vinculados ao curso i cuja titulação é maior

ou igual ao mestrado.

g

Para calcular essa proporção, divide-se o

número de professores vinculados ao curso i

p

cuja titulação seja maior ou igual ao

mestrado, pelo número total de professores

, p

p

vinculados a esse curso.

45 4545

(46)

A Nota Mestres

Essa medida original PM é padronizada e transformada,

conforme procedimento descrito anteriormente, para dar

origem à Nota Padronizada referente aos Professores

Mestres ( NPM ) um valor entre 0 e 5

Mestres ( NPM ), um valor entre 0 e 5.

Essa informação também é extraída do Cadastro

Docente, onde as instituições cadastram cada um de

Docente, onde as instituições cadastram cada um de

seus professores, vinculando-os a cada curso em que

eles lecionam. O curso que não tiver nenhum professor

cadastrado, também terá a nota de Professores Mestres

computada como 0 (zero) para o cálculo do CPC.

46 4646

(47)

A Nota Mestres ENADE 2009 Curso de

Direito

Total de Docentes 459

Componente Valor

% Médio Mestres Brasil 53 13%

estre

% Médio Mestres Brasil 53,13%

% Mestres X 66,67%

N

ota M

e

Nota Mestres X 3,33333

N Nota Mínima Conceito 3 1,95

Peso 5%

47 4747

(48)

A Nota Regime de Trabalho em Tempo

Parcial ou Integral

g

A medida original para a criação da Nota de Professores

com Regime de Dedicação Integral ou Parcial de um curso

i corresponde à proporção de professores vinculados ao

curso i cujo regime de dedicação seja integral ou parcial

curso i cujo regime de dedicação seja integral ou parcial.

Para calcular essa proporção, divide-se o número de

professores vinculados ao curso i cujo regime de dedicação

professores vinculados ao curso i cujo regime de dedicação

seja integral ou parcial, pelo número total de professores

vinculados a esse curso. Essa medida original é

padronizada e transformada, conforme procedimento

descrito anteriormente, para dar origem à Nota

Padronizada referente aos Professores com Regime de

Padronizada referente aos Professores com Regime de

Dedicação Integral ou Parcial ( NPR), um valor entre 0 e 5.

48 4848

(49)

A Nota Regime de Trabalho em Tempo

Parcial ou Integral

g

Essa informação também é extraída do Cadastro

Docente, onde as instituições cadastram cada um de

seus professores vinculando os a cada curso em que

seus professores, vinculando-os a cada curso em que

eles lecionam. O curso que não tiver nenhum professor

cadastrado, também terá a nota de Professores com

cadastrado, também terá a nota de Professores com

Regime de Dedicação Integral ou Parcial computada

como 0 (zero) para o cálculo do CPC.

49 4949

(50)

A Nota Regime de Trabalho em Tempo Parcial ou

Integral ENADE 2009 Curso de Direito

Total de Docentes

459

Componente

Valor

Componente

Valor

% Médio Regime em TI ou TP

Brasil

51,57%

egime

% em TI ou TP X

63,62%

N

ota R

e

Nota Doutores X

3,18083

Nota Mínima Conceito 3

1,95

N

,

Peso

5%

50 5050

(51)

A Nota Infra-Estrutura

A did i i l i ã d N t d I f E t t (d

A medida original para a criação da Nota de Infra-Estrutura (de um

curso i corresponde à proporção de alunos do curso i que

avaliaram positivamente um aspecto da infra-estrutura do curso

no questionário do Enade.

A pergunta do questionário do Enade sobre infra-estrutura utilizada é a seguinte: “Aulas práticas: os equipamentos g p q p disponíveis são suficientes para todos os alunos?”. As

alternativas de resposta são: (A) = Sim, em todas elas. / (B) = Sim,

na maior parte delas / (C) = Sim mas apenas na metade delas / na maior parte delas. / (C) Sim, mas apenas na metade delas. / (D) = Sim, mas em menos da metade delas. / (E) = Não, em

nenhuma. A partir desta pergunta, considerou-se como tendo avaliado positivamente a infra estrutura os alunos que

avaliado positivamente a infra-estrutura os alunos que

responderam (A) ou (B).

51 5151

(52)

A Nota Infraestrutura ENADE 2009 Curso

de Direito

Número de alunos que

q

responderam ao questionário s/ a

infraestrutura

1576

% Médi R

A

B l b

ó i

a

% Médio Resposta A ou B laboratórios

Brasil

76,66%

% Médio Resposta A ou B laboratórios

rutur

a

% Médio Resposta A ou B laboratórios

X

61,42%

N t I f

t t

X

2 26734

n

fraest

Nota Infraestrutura X

2,26734

Nota Mínima Conceito 3

1,95

N

ota

In

Peso

5%

52 5252

N

Peso

5%

(53)

A Nota Organização Didático-Pedagógica

A medida original para a criação da Nota de Organização Didático-g p ç g ç Pedagógica de um curso i corresponde à proporção de alunos do

curso i que avaliaram positivamente um aspecto da organização

didático-pedagógica do curso no questionário do Enade. didático pedagógica do curso no questionário do Enade. A pergunta do questionário do Enade sobre a organização

didático-pedagógica utilizada é a seguinte: “Os planos de ensino contêm todos os seguintes aspectos: objetivos; procedimentos de contêm todos os seguintes aspectos: objetivos; procedimentos de ensino e avaliação; conteúdos e bibliografia da disciplina?”. As alternativas de resposta são: (A) = Sim, todos contêm. / (B) = Sim,

a maior parte contém / (C) = Sim mas apenas cerca da metade a maior parte contém. / (C) = Sim, mas apenas cerca da metade contém. / (D) = Sim, mas apenas menos da metade contém. / (E) = Não, nenhum contém. A partir desta pergunta, considerou-se

á

como tendo avaliado positivamente a organização didático-pedagógica os alunos que responderam (A).

53 5353

(54)

A Nota Organização Didático-Pedagógica

Para calcular a proporção de alunos , divide-se o número de alunos do

curso i que avaliaram positivamente o aspecto da organização

didático-pedagógica extraído do questionário do Enade pelo número total de pedagógica extraído do questionário do Enade, pelo número total de alunos do curso que responderam ao questionário. Essa medida

original O é padronizada e transformada, conforme procedimento

d it t i t d i à N t P d i d f t à

descrito anteriormente, para dar origem à Nota Padronizada referente à Organização Didático-Pedagógica, um valor entre 0 e 5.

Caso nenhum aluno tenha respondido ao questionário socioeconômico, o curso terá a nota referente à organização didático-pedagógica (NO)

computada como 0 (zero) para o cálculo do CPC.

54 5454

(55)

A Nota Organização Didático-Pedagógica

ENADE 2009 Curso de Direito

Número de alunos que

responderam ao questionário s/ a

infraestrutura

1553

infraestrutura

1553

sino

% Médio Resposta A Plano de

Ensino Brasil

56,82%

d

eE

n

s

Ensino Brasil

56,82%

% Médio Resposta A Plano de

Ensino X

39,02%

aqno

d

Nota Organização Pedagógica UNIG 1,81555

N t Mí i

C

it 3

1 95

ota

P

la

Nota Mínima Conceito 3

1,95

Peso

5%

55 5555

(56)

Resumo – ENADE 2009 Curso de Direito

Resumo Nota Peso Contribuição Conceito

Nota ENADE (Nota Concluinte 1,131464 0,15 0,16971955 2

Nota Ingressante 1,728443 15% 0,25926638 2 Nota IDD 1,1954 30% 0,358605552 2 Nota Doutor 3,34198 20% 0,668395754 4 Nota Mestre 3,33333 5% 0,166666672 4 Nota Regime 3,18083 5% 0,15904139 4 Nota infraestrutura 2,26734 5% 0,113367162 3

Nota Organização Didaítico-Pedagógica 1,81555 5% 0,09077771 2

Conceito CPC 1,98584017 3

Formalmente não existe nota para as variáveis em amarelo, na tabela

56 5656

(57)

CONCLUSÃO

O cadastro docente

do CENSO Irá

influenciar

significativamente nos

g

resultados do CPC

57 5757

(58)

CENSO 2010 – ENADE 2010

Titulação (Doutores) ‐ Nota Regime (Tempo Integral ou Tempo Mínima Conceito 3 = 1,95 Parcial ‐ Nota Mínima Conceito 3 = 1,95

C % Doutores it 3 % Médio de D t B il % TI ou TP it 3 % Médio de TI ou TP B il

Curso conceito 3 Doutores Brasil conceito 3 Brasil

Medicina 35% 27,34% 40% 73,39% Medicina Veterinária 39,29% 37,58% 40% 69,29% Odontologia 38,98% 30,14% 40% 60,67% Enfermagem 25,93% 15,08% 39,07% 56,46% Enfermagem 25,93% 15,08% 39,07% 56,46% Fisioterapia 25,71% 13,73% 38,98% 55,87% Educaçao Física (Bacharelado) 23 53% 10 81% 32 35% 53 18% (Bacharelado) 23,53% 10,81% 32,35% 53,18% Radiologia 13.04% 11,22% 40% 48,93% Farmacia 37,29% 28,16% 39,13% 59,81% 58 5858

(59)

Ações possíveis

¾ ENADE 2010: muito pouco a fazer ¾ ENADE 2010: muito pouco a fazer

9 Verificar, durante o período de revisão o cadastro docente e simular os possíveis resultados para possíveis ações

¾ ENADE 2011 e 2012: Tudo a fazer

9 Simular desempenho dos possíveis alunos no desempenho da prova

9 Trabalhar os horários para adequar os indicadores docentes para estarem adequados aos resultados de 2008 (2011) e 2009 (2012)

9 Verificar a questão da opinião dos alunos no que se refere a infraestrutura e plano de ensino. Simular resultados e em a infraestrutura e plano de ensino. Simular resultados e em função dos resultados implantas ações corretivas, caso sejam necessárias.

59 5959

(60)

Trabalhos em conjunto com a ABRAFI

¾

A áli

d

lt d

l b i

d

¾

Análise dos resultados globais de

cada ENADE com resultado já divulgado

¾

Análise do desempenho da prova

(Exceto 2009)

(

)

¾Simulados para o ENADE 2011 e 2012

¾

Verificação dos indicadores docentes

¾

Verificação dos indicadores docentes

¾

Pesquisa com os alunos participantes

do ENADE

do ENADE

60 6060

(61)

Muito obrigado

Marcelo Gomes da Rosa Marcelo Gomes da Rosa

Reitor reitoria@unig br [email protected] [email protected] 21-7732-4104 21 7732 4104 61 6161

(62)

Apesar de tudo posso ainda contar com o apoio dos

senhores?

M l G d R

Marcelo Gomes da Rosa Reitor reitoria@unig br [email protected] [email protected] 7732-4104 62 62 7732-4104

Referências

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