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Respostas Quizz- Rotinas em Obstetrícia - 6.ed.

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Academic year: 2021

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Respostas Quizz- Rotinas em Obstetrícia - 6.ed.

CAPÍTULO 1 Respostas: 1. b 2. c CAPÍTULO 2 Respostas: 1. d 2. c CAPÍTULO 3 Respostas: 1. d 2. c CAPÍTULO 4 Respostas: 1. b 2. c CAPÍTULO 5 Respostas: 1. e 2. d CAPÍTULO 6 Respostas: 1. b 2.a CAPÍTULO 7 Respostas: 1. c 2. b CAPÍTULO 8 Respostas 1. b 2. e CAPÍTULO 9 Respostas: 1. c

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2. d CAPÍTULO 10 Respostas: 1. c, b, d, a 2. d CAPÍTULO 11 Respostas: 1. d 2. b CAPÍTULO 12 Respostas: 1. c 2. c CAPÍTULO 13 Respostas:

1. a II, b I, c II, d III, e II 2. c

CAPÍTULO 14

Respostas:

1. d. Nas pacientes com culturas positivas, TPP ou rupreme, deverá ser utilizada a penicilina G cristalina intravenosa (IV) para o tratamento e, depois, novamente durante o trabalho de parto (dose de ataque de 5 milhões IV, seguida de 2,5 milhões a cada 4 horas até o

nascimento). As pacientes somente com cultura positiva deverão realizar a profilaxia durante o trabalho de parto.

2. b. No caso de a paciente apresentar história de recorrências frequentes, devemos considerar a possibilidade de indução do trabalho de parto ao termo em período livre de doença, tentando, durante o trabalho de parto, evitar um número excessivo de toques vaginais. O tratamento supressivo deve ser considerado em certos casos, pois diminui a emissão viral ao nascimento (OR 0,09; IC 95% 0,02‑0,39), d iminui a recorrência das lesões no momento do parto (OR 0,25; IC 0,15‑0,40) e dim inui o núm ero de cesarianas por

recorrência clínica do herpes genital (OR 0,30; IC 95% 0,13‑0,67). A A C O G recom enda o tratamento supressivo a partir da 36a semana de gestação até o parto para mulheres com história de herpes recorrente.

CAPÍTULO 15 Respostas: 1. B 2. C CAPÍTULO 16 Respostas: 1. d 2. b CAPÍTULO 17

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Respostas: 1. C 2. A

CAPÍTULO 18

Respostas:

1. d. Já foi comprovado, na literatura, que a presença de foco ecogênico (ou Golfball) no

ventrículo esquerdo está relacionada aos músculos papilares da válvula mitral e é uma variante da normalidade, sem qualquer significado patológico.

2. a. A banda moderadora é parte anatômica do ventrículo direito.

CAPÍTULO 19 Respostas: 1. d. 2. d. CAPÍTULO 20 Respostas: 1. c 2. a CAPÍTULO 21 Respostas: 1. a 2. d CAPÍTULO 22 Respostas: 1. c 2. e CAPÍTULO 23 Respostas: 1. a 2. e CAPÍTULO 24 Respostas: 1. e 2. c CAPÍTULO 25 Respostas:

1. b. Foi descrita por Rojas, em 1995, para liberação de braços estendidos, ou, na falha da manobra de Bracht, para liberação dos ombros e da cabeça. O feto será apreendido pela cintura pélvica e rodado no sentido do seu dorso, ficando o biacromial no diâmetro anteroposterior do estreito inferior.

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2. c. A miomatose somente será contraindicação se for prévia à apresentação fetal.

CAPÍTULO 26

Respostas: 1. a

Uma redução de 30 a 40% no IC foi relatada em estudos retrospectivos com o cuidado para admissão da parturiente em fase ativa inequívoca, se comparada à admissão precoce, ainda na fase latente.

2. c

Os folhetos visceral e parietal do peritônio não devem ser suturados, o que diminui a

morbidade febril, a necessidade de analgésicos no pós‑ operatório, o tempo de internação e o número de aderências pós‑operatórias, sem acrescentar nenhum risco cirúrgico à

paciente.O critério mais importante para a definição da via de parto é a presença de lesões que obstruam o canal de parto. Em hipótese alguma, a positividade de algum teste de biologia molecular definirá a via de parto e mesmo a presença de pequenas lesões não são critérios de definição para a via de parto.

CAPÍTULO 27 Respostas: 1. d CAPÍTULO 28 Respostas: 1. d 2. c CAPÍTULO 29 Respostas: 1. c 2. e CAPÍTULO 30 Respostas: 1. c 2. b CAPÍTULO 31 Respostas: 1. c 2. c CAPÍTULO 32 1. a 2. e CAPÍTULO 33 Respostas: 1. b 2. a

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CAPÍTULO 34 Respostas: 1. d 2. c CAPÍTULO 35 Respostas: 1. c 2. b CAPÍTULO 36 Respostas: 1. c 2. d CAPÍTULO 37 Respostas: 1. c

A alternativa 1 descreve uma reação de Jarisch‑H erxheim er e não im pede o tratam ento (correta).

A alternativa B está incorreta. Mesmo em pacientes alérgicas, devemos dessensibilizar as pacientes e tratá‑las com penicilina.

A eritromicina não atravessa a barreira placentária, e o feto não é tratado quando utilizamos essa droga, no caso o estearato de eritromicina.

A alternativa C está incorreta. Antifúngicos orais estão contraindicados durante a gestação e não devem ser utilizados.

2. b

A afirmação 1 está incorreta, já que o risco de transmissão vertical é diferente em relação aos dois grupos. A viremia é geralmente mais importante durante a primoinfecção e, para essas gestantes, a ocorrência de uma infecção depois de 34 semanas de gestação é indicativa de interrupção por via alta, e nas recorrências, a indicação somente existe na presença de lesões ativas.

O critério mais importante para a definição da via de parto é a presença de lesões que obstruam o canal de parto. Em hipótese alguma, a positividade de algum teste de biologia molecular definirá a via de parto e mesmo a presença de pequenas lesões não são critérios de definição para a via de parto.

O rastreamento da infecção pela hepatite B deve ser feito durante o pré‑ natal. Esse é um exame de 3o trimestre, já que a realização de um teste negativo no 1o trimestre não confere proteção ao feto/RN. Essa gestante necessita ser novamente testada no último trimestre.

CAPÍTULO 38 Respostas: 1. a e c 2. c e d CAPÍTULO 39 Respostas: 1. c 2. d CAPÍTULO 40

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Respostas: 1. d 2. e CAPÍTULO 41 Respostas: 1. d 2. c CAPÍTULO 42 Respostas: 1. e 2. b Capítulo 43 Respostas: 1. c

a. Não há hipertireoidismo, pois o TSH está normal.

b. Não se trata de tireotoxicose gestacional transitória, pois o TSH está normal.

c. Resposta correta. O aumento da TBG pelo estrogênio eleva o T4 total, mas não o T4 livre.

O TSH é normal, portanto não há hipertireoidismo.

d. Doença de Graves é improvável, já que não há bócio, nem hipertireoidismo. A captação de iodo é proibida na gestação.

e. Tireoidite autoimune geralmente causa hipotireoidismo, e o exame da tireoide é sugestivo. 2. d

Diversos estudos mostram que gestantes com anticorpos anti‑ TPO‑positivo têm m aior risco de abortamento. Um estudo mostrou associação entre hipotireoidismo subclínico e

comprometimento cognitivo na infância. Bócio e taquicardia fetal estão associados a hipertireoidismo na gestação. Não há evidências de aumento de malformações congênitas ou macrossomia associadas ao hipotireoidismo subclínico.

CAPÍTULO 44 Respostas: 1. b 2. e CAPÍTULO 45 Resposta: 1. c CAPÍTULO 46 Respostas: 1. e 2. e CAPÍTULO 47 Respostas: 1. a 2. d

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CAPÍTULO 48 Respostas: 1. d 2. a CAPÍTULO 49 Respostas: 1. b 2. d CAPÍTULO 50 Respostas: 1. a 2. d

Não é possível afirmar que o 1o caso trata-se de um aborto completo. Para tanto, além de um útero vázio à ecografia transvaginal, são necessárias medidas seriadas decrescentes de HCG. O quadro descrito pode tratar‑se ta n to d e u m a b o rto co m p le to , d e u m a g e sta çã o in icia l, quanto de uma gestação ectópica. O que define o caso é o nível sérico de HCG. Sempre que ele estiver maior que 1.500 a 2.000 mUI/mL, o saco gestacional deve ser visualizado na cavidade uterina em uma gestação normal.

CAPÍTULO 51 Respostas: 1. d 2. d CAPÍTULO 52 Respostas: 1. e 2. a CAPÍTULO 53 Respostas: 1. d. 2. c. CAPÍTULO 54 Respostas: 1. c 2. d CAPÍTULO 55 Respostas: 1. c 2. d CAPÍTULO 56 Respostas:

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1. c 2. d CAPÍTULO 57 Respostas: 1. d 2. e CAPÍTULO 58 Respostas: 1. c 2. b CAPÍTULO 59 Respostas: 1. b 2. c

Referências

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