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A CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA PRESENTE NOS DOCUMENTOS LEGAIS ELABORADOS PELO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO/AM

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A CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA PRESENTE NOS DOCUMENTOS LEGAIS ELABORADOS PELO CONSELHO ESTADUAL DE

EDUCAÇÃO/AM

Adria Simone Duarte de Souza Universidade do Estado do Amazonas -UEA Simone Regina Barroso Universidade do Estado do Amazonas -UEA

RESUMO

Os povos indígenas constituíram ao longo de sua história organizações sociais e políticas para garantir o respeito a diferenças e a valorização da diversidade étnica e cultural desses sujeitos. Essas lutas se materializaram em direitos garantidos nos documentos que tratam do tema. Este estudo se constitui em uma pesquisa documental que utilizou a abordagem qualitativa e objetivou compreender a concepção de Educação Escolar Indígena expressa nos documentos legais elaborados pelo Conselho de Estadual de Educação do Amazonas CEE/AM e organizou-se em dois momentos, no primeiro fizemos o levantamento de materiais e da legislação sobre Educação Escolar Indígenas, no segundo momento buscou-se analisar como estes documentos articulam-se às discussões nacionais. As questões norteadoras desta pesquisa foram: Qual a concepção de Educação Indígena expressa nos documentos legais elaborados pelo Conselho Estadual de Educação do Amazonas? Como os documentos articulam-se as discussões sobre Educação Escolar indígena presentes no Brasil? O objeto desta investigação foram a Resolução nº 99/97 do CEE/AM, de 19 de dezembro de 1997 e a Resolução nº 11/01 do CEE/AM, de 13 de fevereiro de 2001. Estes documentos versam sobre as questões da Educação Escolar Indígena no Amazonas e articulam-se de forma mais ampla às definições legais, postas pela Constituição Federal de 1988 e, posteriormente, às determinações estabelecidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/LDBEN de 1994 e demais documentos legais que orientam esta temática. O resultado nos leva a concluir que no campo educacional amazonense, não se pode pensar em formação de professores indígenas sem fazer uma análise dos documentos elaborados pelos movimentos indígenas e Conselho Estadual de Educação do Amazonas.

Palavras-chave: Educação Escolar Indígena; Conselho Estadual de Educação do Amazonas; Legislação

Educacional.

Introdução

Os povos indígenas constituíram ao longo de sua história organizações sociais e políticas para garantir o respeito a diferenças e a valorização da diversidade étnica e cultural desses sujeitos. Essas lutas se materializaram em direitos garantidos nos documentos que tratam do tema. Este trabalho apresenta os resultados da pesquisa que teve como objetivo compreender a concepção de Educação Escolar Indígena expressa nos documentos legais elaborados pelo Conselho de Estadual de Educação do Amazonas.

Assim, o objeto desta investigação foram os documentos legais elaborados pelo Conselho Estadual de Educação do Amazonas - CEE/AM, especificamente, as duas resoluções: Resolução nº 99/97 do CEE/AM, de 19 de dezembro de 1997 e Resolução nº 11/01 do CEE/AM, de 13 de fevereiro de 2001, estes dois documentos versam sobre as questões da Educação Escolar Indígena no Amazonas e articulam-se de forma mais ampla

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às definições legais, postas pela Constituição Federal de 1988 e, posteriormente, às determinações estabelecidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/LDBEN de 1994.

Iniciando a discussão: Os caminhos metodológicos

Como mencionado anteriormente, esta pesquisa buscou compreender a concepção de Educação Escolar Indígena expressa nos documentos legais elaborados pelo Conselho de Estadual de Educação do Amazonas.

Este estudo se constitui em uma pesquisa documental que utilizou a abordagem qualitativa, cujo objeto de investigação foram os documentos legais elaborados pelo Conselho Estadual de Educação do Amazonas. Alves-Mazzoti (1998) esclarece que documento é:

Qualquer registro escrito que possa ser usado como fonte de informação. Regulamentos, atas de reunião, livros de frequência, relatórios, arquivos, pareceres, etc. podem nos dizer muita coisa sobre os princípios e normas que regem o comportamento de um grupo e sobre as relações que se estabelecem entre diferentes subgrupos (ALVES-MAZZOTI, 1998. P. 169).

Sobre esta abordagem qualitativa adotada nesta pesquisa Minayo (1994), pontua que:

A pesquisa qualitativa responde a questões muito particulares. Ela se preocupa, nas ciências sociais, com um nível de realidade que não pode ser quantificado. Ou seja, trabalha com o universo de significados, motivos, aspirações, crenças, valores e atitudes, o que corresponde a um espaço mais profundo das relações, dos processos e dos fenômenos que não podem ser reduzidos à operacionalização de variáveis (MINAYO,1994, p. 21-22).

Este estudo também foi orientado pelas seguintes questões norteadoras: Qual a concepção de Educação Indígena expressa nos documentos legais elaborados pelo Conselho de Estadual Educação do Amazonas? Como os documentos articulam-se as discussões sobre Educação Escolar indígena presentes no Brasil? Assim, esta pesquisa se organizou nas seguintes etapas:

Na primeira fase da pesquisa fizemos o levantamento de materiais e da legislação sobre Educação Escolar Indígenas em âmbito nacional; No segundo momento buscamos mapear os documentos elaborados pelo CEE/AM e analisar como estes documentos articulam-se às discussões nacionais sobre Educação Escolar Indígena.

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Situando a discussão: A Política Educacional para a Educação Escolar Indígena

Os movimentos indígenas e a pressão destes junto às autoridades competentes em todas as esferas de atuação política possibilitaram a formalização de leis federais e estaduais, além da criação de pareceres e resoluções que viabilizaram a legalização da Educação Escolar Indígena específica, diferenciada, bilíngue e intercultural.

Vejamos como estes documentos nacionais tratam a questão da educação escolar indígena e como posteriormente alguns destes documentos influenciaram a formulação de legislações específicas para o Estado do Amazonas. Dentre as legislações que norteiam a educação escolar indígena destacam-se:

Constituição Federal/CF de 1988

A Constituição Federal de 1988 em seu artigo 210 assegura às comunidades indígenas o ensino em sua língua materna, ressaltando também, a utilização de seus processos próprios de aprendizagem.

Esses dispositivos abriram a possibilidade para que a escola indígena se constituisse num instrumento de valorização das línguas, dos saberes e das tradições indígenas, deixando de se restringir a um instrumento de imposição dos valores culturais da sociedade envolvente.

Nesse processo, a cultura indígena deve ser a base para o conhecimento dos valores e das normas de outras culturas. A escola indígena poderá então, desempenhar um importante e necessário papel do processo de autodeterminação dos povos indígenas.

Decreto Presidencial, Nº 26/91

Neste Decreto a Fundação Nacional do Índio/FUNAI transfere a responsabilidade da Educação Escolar Índígena para o Ministério da Educação/ MEC. Em razão desta mudança cabe ao órgão ministerial as responsabilidades últimas sobre a Educação Indígena como um todo. Este decreto prevê ainda que as ações de desenvolvimento das escolas indígenas

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já existentes, bem como, sua regularização, seu incremento e constantes melhorias serão feitos pelos Sistemas Estaduais de Educação, e em casos específicos, pelos Municípios em colaboração com os respectivos Estados.

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/LDBEN - 9394/96

A LDBEN - 9394/96 reafirma o princípio da CF no que concerne a valorização dos processos próprios de aprendizagem definindo como um dos princípios norteadores do ensino escolar nacional o pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas.

O artigo 78 determina que a educação escolar indígena deve ser intercultural e bilíngüe para a reafirmação de suas identidades étnicas, recuperação de suas memórias históricas, valorização de suas línguas e ciências, além de possibitar o acesso às informações e aos conhecimentos da sociedade envolvente.

Quanto à questão técnica e financeira, a União apoiará os sistemas de ensino estaduais e municipais no provimento da educação intercultural às sociedades indígenas, desenvolvendo programas de ensino e pesquiasa conforme planejamento préviio das comunidades indígenas objetivando fortalecer as práticas socioculturas e a língua materna, além de desenvolver currículos e programas específicos incluindo conteúdos culturais correspondentes às respectivas comunidades procurando elaborar e publicar sistematicamente material didático específico e diferenciado (artigo 79, § 1º, 2º).

Parecer 14/99 - Conselho Nacional de Educação - 14 de setembro de 1999

O Parecer nº 14/99 da Câmara de Educação Básica, referente às Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Escolar Indígena apresenta os fundamentos da Educação Escolar Indígena, determinando sua estrutura e o funcionamento da escola indígena, bem como, propõe ações para efetivação desta modalidade. Destaca ainda, a importância da criação da categoria escola indígena nos sistemas de ensino, definindo as responsabilidades quanto a oferta de Educação Escolar Indígena.

Quanto à formação do professor, o Parecer 14 indica que, a educação escolar indígena realmente específica, diferenciada e adequada às peculiaridades culturais das comunidades

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indígenas, aponta que é necessário que os profissionais que atuam nas escolas pertençam às sociedades envolvidas no processo escolar. É consenso que a população educacional indígena é melhor atendida por professores índígenas, que deverão ter acesso a cursos de formação inicial e continuada, especialmente planejados para o trato com as pedagogias indígenas.

Resolução 03/99 - Conselho Nacional de Educação - 10 de novembro de 1999

A Resolução nº 03/99, fixa as Diretrizes nacionais para o funcionamento das escolas indígenas. Dentre as definições inscritas e regulamentadas por essa Resolução, três merecem destaque:

a) A criação da categoria escola indígena, reconhecendo-lhe” a condição de escolas com normas e ordenamentos jurídico próprios” (art.1°);

b) Garantia de uma forma específica para os professores indígenas, podendo esta ocorrer em serviço e, quando for o caso, concomitantemente com a sua própria escolarização (Parágrafo único, art.6°);

c) Definição precisa das esferas de competência, em regime de colaboração, entre União, Estados e Municípios (art.9°).

Decreto Presidencial 5.051, de 19 de abril de 2004, que promulga a Convenção 169 da OIT A Convenção 169 reconhece que a diversidade étnico-cultural dos povos indígenas deve ser respeitada em todas as suas dimensões, reforçando, entre outros, os direitos indígenas às terras e aos recursos naturais nelas existentes, tratando ainda de temas relacionados com o emprego, formação profissional, segurança social, saúde, educação, meios de informação e participação direta nas decisões governamentais

Ressaltamos que outras documentações foram aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (Resolução 05/2012 e Parecer 13/2012) e atualmente também se apresentam como respaldo legal para a Educação escolar Indígena, contudo por não fazerem parte do período de investigações das legislações estaduais aprovadas pelo CEE/AM (final da década de 90 e início da década 2000), as mesmas não serão analisadas neste trabalho.

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Aprofundando a discussão: O Conselho de Educação Estadual de Educação do Amazonas e a Legislação sobre Educação Escolar Indígena

O Conselho Estadual de Educação do Amazonas/CEE/AM foi criado em 1946 pela Constituição Estadual que no art. 123, o estabelece como Órgão Superior do Sistema Estadual de Educação e Ensino. Posteriormente, com a Lei 4024/61, o Governo do Estado mediante o Decreto nº 17 de 03.03.1962, da Assembléia Legislativa o denominou Conselho Estadual de Educação, responsável pela política estadual de educação, com atribuições: Normativa (quando gera Resoluções estabelecendo normas para o Sistema de Ensino). Deliberativas (orienta como fazer) e Consultivas (atendimentos realizados ao público em geral sendo verbal ou através de documentos).

Conforme as suas atribuições, o CEE/AM elabora as Resoluções Normativas do Sistema Estadual; autoriza e assessora, na forma da Lei, o funcionamento do ensino ministrado pelas escolas; analisa e aprova Estruturas Curriculares, Regimentos, Projetos Político-Pedagógicos; Calendários Escolares.

Assim, a elaboração e aprovação das duas resoluções normativas para o funcionamento das escolas indígenas representou o cumprimento das atribuições do CEE/AM, bem como garantiu que o estado do Amazonas respondesse às pressões emanadas dos movimentos indígenas que reinvindicavam a garantia de seus direitos por escolarização específica e diferenciada.

Nesta perspectiva, em 1997 para responder as orientações emanadas da CF e da LDBEN é aprovada a Resolução nº 99/97 que estabelece as orientações para a eduação escolar indígena e em 2001 é aprovada a Resolução nº 11/01 que fixa normas para a criação e funcionamento da escola indígena. Vejamos o que diz cada um destes documentos:

Resolução n° 99/97 DO CEE/AM, de 19 de dezembro de 1997

Estabelece as normas regulamentares para implantação do regime instituído pela Lei n°9394/96, para os estabelecimentos de ensino do Sistema Educacional do Estado do Amazonas.

Concernente à educação escolar indígena, é reafirmado o direito das comunidades indígenas as utilização de suas línguas e processos próprios de aprendizagem (Art.19°).

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A Resolução prevê que as Prefeituras, através de suas Secretarias de Educação, cumprirão as orientações sobre as normas específicas para as escolas indígenas, garantindo a implantação de educação diferenciada e de qualidade (Art.37°).

Resolução n° 11/01 DO CEE/AM, de 13 de fevereiro de 2001

Fixa normas para a criação e funcionamento da escola indígena. Organizada em 18 artigos, dentre as normas, esta resoluçãodestaca-se: O reconhecimento da escola indígena localizada em terras indígenas (Art.1º); Graantia de que a escola indígena possui normas e ordenamentos jurídicos próprios (Art. 2º); O professor da escola indígena seja prioritariamente indígena proveniente da respectiva etnia (Art. 3°); Garantia de funcionamento das escolas indígenas apartir de projetos pedagógicos próprios (Art. 6º) e Garantia de acompanhamento e assessoramento por parte da SEDUC e das SEMED (art 13º).

Observou-se, que após a garantia de legislações específicas em âmbito nacional com vistas à garantia dos direitos relacionados à Educação Escolar Indígena, o Conselho de Educação Escolar do Amazonas formula duas resoluções que articuladas a estas demandas nacionais representam uma conquista para os povos indígenas, principalmente, porque no ano de 2008 o Governo do Amazonas inclui em seu Plano Estadual de Educação, um programa de Educação Escolar Indígena articulado as novas conquistas como: Conselho de Educação Escolar Indígena/ CEEI/AM.

Conclusões

Compreender e respeitar a diferença como direito de cada povo, nos possibilita uma relação dialógica no percurso deste trabalho, entendendo que este fator é essencial para os sujeitos envolvidos no processo de formação do professor.

Para tanto, destacamos a importância de compreender como esses direitos são concebidos e que documentos são esses. Esta pesquisa nos possibilitou o entendimento de como os documentos legais articulam-se e são concebidos no que se refere a direitos a uma Educação Escolar Indígena, que seja diferenciada, específica, intercultural, bilíngue/multilíngue, comunitária e de qualidade.

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Mostrando-nos que os documentos legais do CEEI/AM que tratam do assunto se articulam às determinações legais em nível nacional, buscando atender a necessidade específica dos sujeitos envolvidos.

Outra observação é que, como já mencionado anteriormente, a partir do final da década de 90, o governo do Amazonas inclui em seu Plano Estadual de Educação diferentes ações advindas destas orientações, tais como, um programa de Educação Escolar Indígena, o Conselho de Educação Escolar Indígena/ CEEI/AM, a Gerencia de Educação Escolar Indígena, na estrutura da Secretaria de Educação, com a função de executar a Política de Educação Escolar Indígena, demonstrando que as reivindicações dos movimentos indígenas são fundamentais para que as leis sejam efetivadas.

Referências

ALVES-MAZZOTI, Alda. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa qualitativa. Pioneira. São Paulo, 1998.

CONSELHO DE EDUCAÇÃO ESCOLAR DO AMAZONAS. Estabelece normas regulamentares para implantação do regime instituído pela Lei nº 9394/96, neste Estado. Resolução nº 99/97 do CEE/AM, de 19 de dezembro de 1997.

CONSELHO DE EDUCAÇÃO ESCOLAR DO AMAZONAS. Normas para criação e funcionamento da escola indígena, autorização e reconhecimento de cursos, no âmbito da educação Básica no estado do Amazonas e dá outras providências. Resolução nº 11/2001 do CEE/AM, de 13 de fevereiro de 2001.

MAGALHÃES, Edvard Dias (Org.) Legislação Indigenista Brasileira e normas Correlatadas. 3. Ed. Brasília: FUNAI/CGDOC, 2005.

MINAYO, Maria Cecília de Souza. (org.) Pesquisa Social. 20 ed. Petrópolis. Vozes, 1994, NOBRE, Domingos. História da Educação Escolar Indígena no Brasil. In: Escola Indígena Guarani do Rio de Janeiro na Perspectiva da Autonomia: Sistematização de uma experiência de formação continuada, tese de Doutorado em Educação. UFF. Niterói, 2005. SANTOS, Sílvio Coelho dos. A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1º e 2ºgraus. SILVA, Aracy Lopes da; GRUPIONI, Luis Donisete Benzi (orgs.). São Paulo: Global, 1998.

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SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO: Plano Estadual de Educação do

Amazonas/PEE/AM. Manaus, abril de 2008.

http://consed.org.br/rh/resultados/2012/planos-estaduais-de-educacao/pee-am.pdf acesso

em: 13/09/2013.

SILVA, Rosa Helena Dias . A autonomia como valor e a articulação de possibilidades: o movimento dos professores indígenas do Amazonas, Roraima e Acre e a construção de uma política de educação escolar indígena. In: 22ª Reunião Anual da ANPEd, 1999, Caxambú. Trabalhos da 22ª Reunião da ANPEd, 1999.

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