SUMÁRIO
PREFÁCIO
AS ANSIEDADES DE FERNANDA CAVACAS 17
INTRODUÇÃO 19
Ponto prévio 19
Escolha e contexto da nossa escolha 21
Hipóteses de trabalho e objectivos 22
Organização dos caminhos a percorrer e etapas metodológicas 24
Ponto de partida/Ponto de chegada 28
CAPÍTULO UM
ENQUADRAMENTO GERAL DA OBRA DE MIA COUTO NO CONTEXTO SOCIOPOLÍTICO E LITERÁRIO-CULTURAL MOÇAMBICANO 31
1.1. - 1854
Dos primeiros tempos aos tempos da produção da palavra impressa 32
1.2. De 1854 a 1925/6
O palácio e a beira-mar: da calmaria aos temporais.
A chegada da imprensa e o deitar de raiz africana 44
1.3. De 1926 a 1961
Homens que escrevem, que pensam, que agitam, que politicam.
Uma imprensa à descoberta de um país 53
1.5. De 1975 a 1990
Entre o passado e o futuro.
Um país também se faz com jornais e livros 64
1.6. Depois de 1990
A democracia à procura da sua força.
A imprensa e a literatura à procura de si próprias 70
1.7. Panorâmica geral : Entre a informação e a literatura 71
CAPÍTULO DOIS
PERCURSOS DE UMA VIDA E UMA OBRA EM PERCURSO 101
2.1. Da Beira a Lourenço Marques 102
2.2. Da Universidade ao jornalismo 109
2.3. Da vanguarda jornalística à literatura.
Um lugar próprio na literatura moçambicana. O romancista 111
2.4. Um lugar próprio na literatura africana de língua portuguesa
e na literatura de língua portuguesa em geral 123
CAPITULO TRÊS
O DESCOBRIMENTO DA PALAVRA LITERÁRIA MOÇAMBICANA 129
3 . 1 . A (re)criação lexical 136
3.1.1. Distribuição dos vocábulos (re)criados pelas diversas formas
de criação 142 3.1.1.1. Derivação sufixai 142 3.1.1.2. Derivação prefixai 150 3.1.1.3. Derivação parassintética 153 3.1.1.4. Derivação regressiva 157 3.1.1.5. Conversão 157 3.1.1.6. Encurtamento 158 3.1.1.7. Composição 158 3.1.1.8. Formação onomatopaica 159 3.1.1.9. Criações anómalas 160 3.1.1.10. Extensão semântica 163 3.1.1.11. Amálgamas 166 10
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3.1.1.12. Empréstimos 177
3.1.2. Esquematização dos resultados obtidos 183
3.1.3. Utilização original de locuções/expressões 186
3.1.3.1. Adaptação por extensão de sentido ou alargamento
de âmbito 186
3.1.3.2. Adaptação com substituição de termos 187
3.1.3.3. Adaptação com inversão de um ou mais termos ou
de sentido 188
3.1.3.4. Adaptação com alteração de um só termo 189
3.1.3.5. Adaptação com a mesma estrutura, mas sentido
diverso 193
3.1.3.6. Renovação com alteração de estrutura 194
3.1.3.7. Adaptação com novos processos expressivos .... 195 3.1.3.8. Adaptação com alteração de conectivos,
de regências, de preposições 197
3.1.3.9. Expressão elíptica 198
3.1.3.10. Adaptação com diferenças gramaticais 199
3.1.3.11. Adaptação por semelhança de sons 201
3.1.3.12. Termo de língua nacional 202
3.1.4. Esquematização dos resultados obtidos 203 . A expressão da oralidade e a aproximação ao português oral
de Moçambique 203
3.2.1. A polifonia do discurso 205
3.2.2. A cadência assente em frases simples e em frases curtas . . 207 3.2.3. A redução à expressão mais simples. A contenção da frase
oral 208
3.2.4. O assíndeto entre orações e no interior das orações 215
3.2.5. Voz passiva 217
3.2.6. Aquisição e perda de reflexividade verbal 219
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3.2.10. Preposições, conjunções, locuções e expressões alargadas
ou condensadas 238
3.2.11. Troca do pronome complemento directo pelo pronome
complemento indirecto (lheização) 240
3.2.12. Pronomes pessoais. Colocação dos clíticos 244
3.2.13. Pronomes e determinantes vários 248
3.2.14. Substantivos e adjectivos 249
3.2.15. Artigos 253
3.3. A expressão da escrita e a afirmação de um português literário
moçambicano 258
3.3.1. A organização e a cadência das frases. Frases balanceadas 259
3.3.2. Os dois pontos (:) 265
3.3.3. O valor de alguns tempos verbais 271
3.3.4. Os adjectivos como processo expressivo literário 280
3.3.5. A anteposição do adjectivo como marca do sentimento . . . 286
3.3.6. O uso dos diminutivos 291
3.3.7. A imagética na ficção de Mia Couto 298
3.3.8. A ironia 319
3.4. A selecção e a organização dos temas 338
3.5. A intertextualidade e o nível pragmático 343
3.6. O uso do provérbio 351
3.6.1. O modelo e a técnica do provérbio 351
3.6.2. Correlação entre dados parémicos da prosa coutista
e da tradição moçambicana 353
3.6.3. A (re)criação do provérbio em Mia Couto 372
CAPÍTULO QUATRO
O REAL E O IMAGINÁRIO NO UNIVERSO DIEGÉTICO COUTISTA 381 4.0. Razões de leituras várias e leituras diferentes: justificação
metodológica 383
4.1. Os Contos de Vozes Anoitecidas 397
4.1.1. Aproximação interpretativa 400
A fogueira 400
O último aviso do corvo falador 405
O dia em que explodiu Mabata-bata 409
Os pássaros de Deus 411
De como se vazou a vida de Ascolino do Perpétuo Socorro 415
Afinal, Carlota Gentina não chegou de voar? 417
Saide, o Lata de Água 424
As baleias de Quissico 428
De como o velho Jossias foi salvo das águas 431
A história dos aparecidos 434
A menina de futuro torcido 436
Patanhoca, o cobreiro apaixonado 437
4.1.2. Contextualização interpretativa 444
A fogueira 444
O último aviso do corvo falador 445
O dia em que explodiu Mabata-bata 446
Os pássaros de Deus 447
De como se vazou a vida de Ascolino do Perpétuo Socorro 448
Afinal, Carlota Gentina não chegou de voar? 449
Saide, o Lata de Água 450
As baleias de Quissico 451
De como o velho Jossias foi salvo das águas 452
A história dos aparecidos 453
/\ menina de futuro torcido 454
Patanhoca, o cobreiro apaixonado 455
4.1.3. Em torno dos macro-signos semânticos 456
A fogueira 456
O último aviso do corvo falador 456
O dia em que explodiu Mabata-bata 457
Os pássaros de Deus 457
De como se vazou a vida de Ascolino do Perpétuo Socorro 458
Afinal, Carlota Gentina não chegou de voar? 458
Saide, o Lata de Água 459
De como o velho Jossias foi salvo das águas 460
A história dos aparecidos 460
A menina de futuro torcido 461
Patanhoca, o cobreiro apaixonado 461
Síntese 462
4.2. Outros contos 464
4.2.1. Aproximação interpretativa 465
A Rosa Ca ramela 465
O embondeiro que sonhava pássaros 470
Sidney Poitier na barbearia de Firipe Beruberu 474
Chuva: a abensonhada 478
Lenda de Namarói 481
Falas do velho tuga 485
Raízes 489
4.2.2. Contextualização interpretativa 490
A Rosa Caramela 490
O embondeiro que sonhava pássaros 491
Sidney Poitier na barbearia de Firipe Beruberu 492
Chuva: a abensonhada 493
Lenda de Namarói 494
Falas do velho tuga 495
Raizes 496
4.2.3. Em torno dos macro-signos semânticos 496
A Rosa Caramela 497
O embondeiro que sonhava pássaros 497
Sidney Poitier na barbearia de Firipe Beruberu 498
Chuva: a abensonhada 498
Lenda de Namarói 499
Falas do velho tuga 499
Raízes 500
Síntese 500
4.3. A novela Mar Me Quer 501
4.3.2. Contextualização interpretativa 510
4.3.3. Em torno dos macro-signos semânticos 532
4.4. O romance Terra Sonâmbula 534
4.4.1. No limiar do romance: o contrato de leitura 535
4.4.2. O corpo do romance: as estruturas da narrativa 537
4.4.3. O coração do romance: as estruturas da história 549
4.4.3.1. A estrutura dos cadernos 549
4.4.3.2. A estrutura dos capítulos 577
4.4.3.3. A relação do(s) leitor(es) com as personagens.... 585
4.5. O romance A Varanda do Frangipani 586
4.5.1. No limiar do romance: o contrato de leitura 587
4.5.2. O corpo do romance: as estruturas da narrativa 589
4.5.3. O coração do romance: as estruturas da história 603
4.5.3.1. A estrutura dos capítulos 1, 2, 4, 6, 8, 10, 12, 14
e 15 603
4.5.3.2. A estrutura dos capítulos 3, 5, 7, 9, 11 e 13 625
4.6. O real do universo diegético 639
CONCLUSÃO 653
Mia Couto vai à boleia da História 654
Mia Couto tece um tecido africano com panos e linhas europeias 655 Mia Couto enterra os seus antepassados no chão sagrado moçambicano 658
BIBLIOGRAFIA 661
LEGENDAS 721
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^iwyêi "1ANEXOS 739
ANEXO A
Listagem de Vocábulos
Mia Couto: Brincriação Vocabular 739
ANEXO B
Listagem de Locuções/Expressões