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A INFÂNCIA FEZ MORADA. Tenho muita saudade da minha infância amada. Ouvir Toquinho, Palavra Cantada e dar muita risada.

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Academic year: 2021

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A INFÂNCIA FEZ MORADA

Tenho muita saudade da minha infância amada. Ouvir Toquinho, Palavra Cantada

e dar muita risada.

Brincar o dia todo, cair, chorar, se levantar. Mas o que dá saudade mesmo

É ler histórias e ir se deitar

Nadar na lagoa ou nadar no mar, Florianópolis é minha cidade e quero um dia para lá voltar.

Tenho muita saudade da minha infância. O que me resta está na memória, mas de uma coisa eu tenho certeza:

minha infância em mim mora!

(2)

SAUDADES

Às vezes sinto falta da minha vida. Sinto falta da ilusão que estava no meu travesseiro, ao cair um dente. Sinto falta das brincadeiras com os vizinhos e as diversões no sítio. Das férias na casa de minha vó naquelas tardes de verão

Sonhara em construir casa na árvore Fazer piqueniques na sala de casa,

brincar de acampamento e construir barracas.

Adorava escrever sobre heróis e

pensar que meu desejo ia ser cumprido Foi bom construir castelos de areia, me faz sonhar, e sentir uma princesa. Tomar banho de chuva,

Andar de bicicleta, jogar bola com os amigos.

Nada me faz deixar de sonhar acordada, sinto falta do passado de ontem, de minutos. Sei que às vezes tudo pode

parecer um sonho, e isso não é uma boa ideia. Espero que passe logo.

Às vezes penso que a vida é um risco,

vejo a vida como um desafio, temos que cumprir fases como um jogo de videogame.

Sinto falta das festas, de Aniversário com os amigos, das noites do pijama na escola e das tardes no cinema,

das viagens divertidas e muitas risadas.

Sim, tudo acontece depressa, não posso voltar.

Me agarro na ideia de sonhar como criança.

Tudo aconteceu rápido.

(3)

BELOS MOMENTOS

Oh! Que saudade da minha infância Onde podia brincar sem me preocupar,

onde tudo era brincadeira. Que pena não posso voltar,

Onde tudo que fazíamos era jogar futebol e andar de bike.

Daquelas chuvas longas, daquelas tardes lindas,

com o céu azul,

Da natureza se prevalecendo no ambiente.

Quando tinha quatorze meninos para jogar futebol, onde hoje em dia só tem dois meninos, onde não tinha hora para chegar em casa,

onde tudo era divertido, só não da hora que apanhava.

(4)

BELA INFÂNCIA

Que saudades de minha infância! Das tardes de brincadeiras dos personagens, lugares e histórias, inventadas pela minha fértil mente de criança.

Saudades das vezes que cai, me machuquei, porém voltei a brincar como se a dor

nada significasse,

saudades de quando via apenas a beleza da vida.

Saudades de deitar para dormir e ter como única preocupação acordar no outro dia com saúde

para me divertir novamente.

Saudades da bela visão do mundo, proeminente de minha inocência,

a qual perdi a alguns anos...

(5)

QUE SAUDADE DE MINHA INFÂNCIA

Que saudade de minha infância, de quando acordava as dez da manhã,

e de acordar com minha mãe gritando na cozinha - Manu acorda, já vai começar As Winx!

Que saudade de minha infância, de sair correndo atrás de meu cachorro

que de tão grande, fingia que ele era um cavalo. E que eu estava em um dos meus filmes

preferidos.

Que saudade de minha infância, de ir a minha vizinha

para simplesmente assistir a Tv Globinho e ter a companhia de minha amiga.

Que saudade, de ir no Despraiado com minha família.

E não me preocupar com nada apenas com a água

se ela estava morna ou gelada.

Que saudade de minha infância,

de acordar e saber que toda a família na mesa na hora de almoço, de brigar com meu irmão

pela coisa mais simples e boba possível.

Que saudade de minha infância, desde o dia mais ensolarado até o mais frio.

(6)

PEQUENOS CACOS DE MEMÓRIA

Ah, que recordações que trago no peito, que nostalgia me traz o deleito,

sobre a velha infância sadia, que me traz lembranças de paz,

e que naquele tempo eu vivia, sem saber que um dia ela não voltaria atrás.

Naquele tempo sereno,

em contraste com a minha loucura toda, não deixava de me sentir ameno,

por voltar pra casa, e sempre estar suja a roupa.

Ah que saudade que tenho, de andar descalço nas matas,

subir feito doida entre as árvores e apesar da bagunça, ter o carinho de meus pais, quando eu não me preocupava com as castas,

quando os corações não eram de mármore,

e dá até saudade, em saber que esse tempo, não volta jamais.

E às vezes me lembro, longe dos muros, das estradas, dos cascalhos, e do poder dos monopólios, e me lembro dos barulhos e das risadas,

dos beijos nos joelhos ralados, quando a casa só ficava em silêncio,

depois que eu fechava os olhos.

Julia Marina Rosar.

(7)

O TEMPO QUE JAMAIS VOLTARÁ

Saudades da infância que jamais voltará dos bons momentos que na memória vão ficar.

Saudades de cair e dos joelhos ralar, chegar em casa e chorar, a mãe beijar

o machucado e em um passe de mágica a dor sarar.

Saudades de quando na escola, matemática era 2 + 2, pois hoje em dia

a gente sofre com as equações.

Saudades das brincadeiras e da imaginação, eu era tudo que queria e não haviam preocupações.

Saudades de brincar de casinha com a Aninha, a minha vizinha.

Saudades a gente sente, mas o importante é tocar a vida em frente.

(8)

MINHA INFÂNCIA

A minha infância foi muito especial brincávamos de amarelinha e

caíamos das pernas de pau,

tomávamos banho de rio e jogávamos bola no quintal.

Subir nas árvores era a maior diversão ou fazer corrida de carrinho de mão. Pular na poça, não tinha melhor coisa.

Mas na hora de chegar em casa, a chinela sempre “cantava”.

A infância é tempo bom tempo que não volta atrás,

temos que aproveitar esta fase, pois nela Não retornaremos jamais.

(9)

LEMBRANÇAS DA INFÂNCIA

Saudades daquele tempo que não voltará jamais quando tudo parecia correr ao vento

das coisas estavam em paz.

Eu era pequena, mas lembro minhas irmãs brincando comigo

era mês de dezembro e arrumamos um novo amigo

Scooby chegou pequenino muito alegre e sapeca a ele dei muito carinho

quando ainda moleca

Lembro das manhãs frias em frente a TV e das tardes quentes em frente ao mar naquela época não tinha nada a perder

então brincava sem me preocupar

Quando meu irmão chegou tudo ficou diferente minha mãe o bajulou e eu virei a adolescente

Hoje só restam lembranças

do colo de minha mãe e do carinho afável de meu pai tempo bom de criança

mas quando me vem a memória renova a esperança.

(10)

ELA

No dia vinte veio ao mundo para então eu conhecer

o que por dentro me encantava sem eu nem ter ideia do que ser criei muita expectativa, isso gerou decepção.

Do que adianta dizer amar o mundo e não respeitar o próprio irmão? Sem avisar a vida tira, sem avisar a vida dá.

Mas será que é necessário a vida me tirar? Não choro pela dor, muito menos por amor. Choro para lavar a alma diante de tanto terror problemas existem para transparecer a verdade mas sempre me ajudam a vencer e encontrar a felicidade.

A minha felicidade começa com a imensidão do MAR e termina com ELA Marcela que escolhi amar.

Referências

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