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Diagnóstico em endodontia

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Academic year: 2021

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Diagnóstico em endodontia – Capítulo 1 Diagnóstico em endodontia – Capítulo 1

Conhecimento de um estado (saúde ou doença) por meio de dados subjetivos, objetivos e

Conhecimento de um estado (saúde ou doença) por meio de dados subjetivos, objetivos e eames!eames! Diagnóstico correto "

Diagnóstico correto " #ratam#ratamento ade$uadoento ade$uado

%umenta a press&o sanguínea o dente dói, assim como $uando abaia ou deita! %umenta a press&o sanguínea o dente dói, assim como $uando abaia ou deita! " 'ueia principal " 'ueia principal ntrevista direcionada ntrevista direcionada  –  – *ocali+aç&o*ocali+aç&o  –  – nícionício  –  – ntensidadentensidade  –

 – stímulo e alívio da dor stímulo e alívio da dor   –

 – Duraç&oDuraç&o

-asicamente a dor odontog.nica pode ser de origem pulpar, periodontal ou perirradicular e pode -asicamente a dor odontog.nica pode ser de origem pulpar, periodontal ou perirradicular e pode apresentar pistas $ue nos leve / sua origem!

apresentar pistas $ue nos leve / sua origem! ame intra0oral ame intra0oral " %valiar linonodos " %valiar linonodos " 2ístulas e etc " 2ístulas e etc ame intra0oral ame intra0oral

0 %valiaç&o dos tecidos moles 0 %valiaç&o dos tecidos moles 0 %valiaç&o dent3ria

0 %valiaç&o dent3ria

0 %lteraç&o de cor ou tetura 0 %lteraç&o de cor ou tetura ame periodontal

ame periodontal

4ondagem periodontal mensuraç&

4ondagem periodontal mensuraç&o da o da proundidade do sulco gengivalproundidade do sulco gengival ndicativo de perda óssea vertical ou hori+ontal

ndicativo de perda óssea vertical ou hori+ontal #ransilu

#ransiluminaç&o – minaç&o – mostrar raturas mostrar raturas dent3riasdent3rias 5m dente com ístula n&o

5m dente com ístula n&o tem dor, pois a ístula ir3 tem dor, pois a ístula ir3 aliviar a press&o drenando0aaliviar a press&o drenando0a 'uando tiver ístula, deve0se penetrar o cone de

'uando tiver ístula, deve0se penetrar o cone de guta0percha m6dio na ístula, empurrando at6guta0percha m6dio na ístula, empurrando at6 chegar ao inal

chegar ao inal 7casionalmen

7casionalmente, uma inecç&o endod8ntica cr8nica drenar3 atrav6s de te, uma inecç&o endod8ntica cr8nica drenar3 atrav6s de uma comunicaç&o intraoraluma comunicaç&o intraoral com a superície da gengiva e ser3

com a superície da gengiva e ser3 conhecida como trato istuloso! ste trajeto, $ue 6 algumas ve+esconhecida como trato istuloso! ste trajeto, $ue 6 algumas ve+es revestido com epit6lio, estende0se diretamente da onte da inecç&o para uma superície aberta, ou revestido com epit6lio, estende0se diretamente da onte da inecç&o para uma superície aberta, ou estoma, na superície da gengiva inserida! Como descrito previamente, ele tamb6m pode se estender estoma, na superície da gengiva inserida! Como descrito previamente, ele tamb6m pode se estender etraoralmente! 7 termo ístula, apesar de largamente empregado, 6 com re$u.ncia

etraoralmente! 7 termo ístula, apesar de largamente empregado, 6 com re$u.ncia inade$uada

inade$uadamente usado na descriç&o desse tipo mente usado na descriç&o desse tipo de drenagem! % ístude drenagem! % ístula por la por deiniç&o 6, na verdade,deiniç&o 6, na verdade, uma comunicaç&o anorma

uma comunicaç&o anormal entre dois órg&os internos ou l entre dois órg&os internos ou um caminho entre duas superíciesum caminho entre duas superícies revestidas por epit6lio!

revestidas por epit6lio! #estes diagnósticos #estes diagnósticos 9ec:nicos 9ec:nicos 0 ;alpaç&o 0 ;alpaç&o

ame de tecidos moles e ósseos ame de tecidos moles e ósseos Comparar com as 3reas

(2)

'uestionar a sensibilidade 'uestionar a sensibilidade ;ercuss&o

;ercuss&o

<esposta positiva " inlamaç&o do

<esposta positiva " inlamaç&o do ligamento periodontalligamento periodontal 1= sentido

1= sentido oclusal>incisal?oclusal>incisal? @= sentido vestibular e lingual @= sentido vestibular e lingual #este no dente contralateral #este no dente contralateral 9obilidade

9obilidade

<esposta positiva " comprometimento da inserç&o do

<esposta positiva " comprometimento da inserç&o do dentedente <eali+ado com o cabo de dois espelhos

<eali+ado com o cabo de dois espelhos #este de sensibilidade pulpar

#este de sensibilidade pulpar

Dierenciam uma polpa vital de uma n&o0vital Dierenciam uma polpa vital de uma n&o0vital %tivac&o de ibras nervosas, estimulando dosA %tivac&o de ibras nervosas, estimulando dosA AA

2ibras 2ibras

% peri6rica " r

% peri6rica " r3pido, aguda, locali+ada3pido, aguda, locali+ada C #oda a polpa

C #oda a polpa

Dor contínua, sem necessitar de estímulo – irreversível Dor contínua, sem necessitar de estímulo – irreversível Dor por estímulo –

Dor por estímulo – nlamaç&o pode ser reversívelnlamaç&o pode ser reversível  B&o responde

 B&o responde aos testes – Beaos testes – Becrose pulpar crose pulpar  #estes t6rmicos #estes t6rmicos 2<7 00000 C%*7<  2<7 00000 C%*7<  0 2rio ;<BC;%* #4# 0 2rio ;<BC;%* #4#

E3s rerigerante ncostar o algod&o resriado no dente contra0lateral E3s rerigerante ncostar o algod&o resriado no dente contra0lateral " Becrose pulpar (se n&o

" Becrose pulpar (se n&o responder a nada)responder a nada) 0 Calor

0 Calor Calor em

(3)

<eaç&o ao calor0bi3sica <eaç&o ao calor0bi3sica 2ibra % delta – dor locali+ada 2ibra % delta – dor locali+ada C – dor irradiada

C – dor irradiada #este el6trico #este el6trico

5tili+a corrente el6trica " Dente aberto 5tili+a corrente el6trica " Dente aberto

stímula ibras do tipo % delta, portanto, 6 um teste de sensibilidade e n&o de vitalidade! 4endo de stímula ibras do tipo % delta, portanto, 6 um teste de sensibilidade e n&o de vitalidade! 4endo de grande valia nos casos de necrose pulpar,

grande valia nos casos de necrose pulpar, *imitaçFes

*imitaçFes ;resença

;resença coroas>restauracoroas>restauraçFesçFes

2luometria laser Doppler " determina se tem

2luometria laser Doppler " determina se tem vasculari+açvasculari+aç&o (n&o necrosado) ou n&o (necrosado)!&o (n&o necrosado) ou n&o (necrosado)! ;ulpite reversível

;ulpite reversível

D%EBG4#C7 Dor de

D%EBG4#C7 Dor de curta duraç&o, sempre provocada, nunca esponcurta duraç&o, sempre provocada, nunca espont:nea, cessa a dor aot:nea, cessa a dor ao remover o estímulo! Bormalmente a causa 6 aparente

remover o estímulo! Bormalmente a causa 6 aparente ;ulpite irreversível

;ulpite irreversível

D%EBG4#C7 % dor n&o 6 de

D%EBG4#C7 % dor n&o 6 de curta duraç&o, pode ser curta duraç&o, pode ser espont:nea ou provocada, $uandoespont:nea ou provocada, $uando  provocada a

 provocada a dor permanece dor permanece por mais algum tepor mais algum tempo, após a rempo, após a remoç&o do esmoç&o do estímulo! 'uando a tímulo! 'uando a dor 6dor 6 muito intensa, o rio as ve+es promove alívio! Bem sempre h3 uma causa aparen

muito intensa, o rio as ve+es promove alívio! Bem sempre h3 uma causa aparente para ote para o desencadeamento da dor! 7 tratamento pede a intervenç&o endod8ntica!

desencadeamento da dor! 7 tratamento pede a intervenç&o endod8ntica!  Becrose

 Becrose

D%EBG4#C7 ;ode haver mudança de cor na

D%EBG4#C7 ;ode haver mudança de cor na coroa, teste de vitalidade negativo! ;odecoroa, teste de vitalidade negativo! ;ode

apresentar um espessamento ou les&o perirradicular! #este de percuss&o e palpaç&o normalmente apresentar um espessamento ou les&o perirradicular! #este de percuss&o e palpaç&o normalmente negativo, pode apresentar0se ligeiramente positivo, dependendo do

negativo, pode apresentar0se ligeiramente positivo, dependendo do envolvimento apical!envolvimento apical! %lteraçFes peripaicais

%lteraçFes peripaicais

%s lesFes peirradiculares podem ser

%s lesFes peirradiculares podem ser de origem endod8ntica ou n&o! % constataç&de origem endod8ntica ou n&o! % constataç&o radiogr3ica deveo radiogr3ica deve ser conirmada pelos testes

ser conirmada pelos testes de vitalidade pulpar! de vitalidade pulpar! % presença da vitalidade pulpar conirma tratar0se% presença da vitalidade pulpar conirma tratar0se de alteraçFes de

(4)

;ulpite rreversível (p! H1) ;ulpite rreversível (p! H1)

4e o estado da alteraç&o pulpar progride para

4e o estado da alteraç&o pulpar progride para a classiicaç&o da pulpite irreversível, o tratamentoa classiicaç&o da pulpite irreversível, o tratamento  para remover o

 para remover o tecido pulpar setecido pulpar ser3 necess3rio! r3 necess3rio! % % %- sugeriu divid%- sugeriu dividir esta classiicaçir esta classiicaç&o em&o em subcategorias de pulpite irreversível sintom3tica e assintom3tica!

subcategorias de pulpite irreversível sintom3tica e assintom3tica! ;5*;# <<I<4JI* 4B#79K#C%

;5*;# <<I<4JI* 4B#79K#C%

7s dentes $ue s&o classiicados como portadores de uma pulpite irreversível sintom3tica eibem dor 7s dentes $ue s&o classiicados como portadores de uma pulpite irreversível sintom3tica eibem dor intermitente ou espont:nea! %

intermitente ou espont:nea! % r3pida eposiç&o dos dentes nesta categoria a r3pida eposiç&o dos dentes nesta categoria a mudanças dr3sticas demudanças dr3sticas de temperatura (especialm

temperatura (especialmente o estímulo ao rio) ente o estímulo ao rio) promover3 episódios de dor prolongada e intensapromover3 episódios de dor prolongada e intensa mesmo depois da remoç&o do estímulo t6rmico! % d

mesmo depois da remoç&o do estímulo t6rmico! % dor nesses casos pode ser aguda ou or nesses casos pode ser aguda ou imprecisa,imprecisa, locali+ada, diusa ou reerida! Eeralmente, h3 pe$uenas ou nenhuma alteraç&o na apar.ncia

locali+ada, diusa ou reerida! Eeralmente, h3 pe$uenas ou nenhuma alteraç&o na apar.ncia radiogr3ica do osso perirradicular

radiogr3ica do osso perirradicular! Com o ! Com o avanço da pulpite irreversível, um aumento no espaço doavanço da pulpite irreversível, um aumento no espaço do ligamento periodontal pode ser evidenciado na radiograia, e pode haver indícios radiogr3icos ligamento periodontal pode ser evidenciado na radiograia, e pode haver indícios radiogr3icos sugerindo alteraç&o pulpar em virtude de calciicaç&o na c:mara pulpar e no espaço do canal sugerindo alteraç&o pulpar em virtude de calciicaç&o na c:mara pulpar e no espaço do canal radicular

radicular! <estauraçFes proundas, c3rie, eposiç&o pulpar ou ! <estauraçFes proundas, c3rie, eposiç&o pulpar ou $ual$uer outra agress&o direta ou$ual$uer outra agress&o direta ou indireta / polpa, recente ou n&o, podem estar presentes, podem ser

indireta / polpa, recente ou n&o, podem estar presentes, podem ser identiicadas radiogr3ica ouidentiicadas radiogr3ica ou clinicamente, ou podem ser sugeridas com base na história dent3ria completa! Caracteristicamente clinicamente, ou podem ser sugeridas com base na história dent3ria completa! Caracteristicamente,, $uando a pulpite irreversível sintom3tic

$uando a pulpite irreversível sintom3tica permanece sem tratamentoa permanece sem tratamento, a polpa por im se tornar3, a polpa por im se tornar3 necrótica!

necrótica! ;5*;#

;5*;# <<I<4JI* %44B#79K#C%<<I<4JI* %44B#79K#C% 7casionalmen

7casionalmente, uma c3rie prounda n&o produ+ir3 nenhum sintoma, mesmo $ue clínica oute, uma c3rie prounda n&o produ+ir3 nenhum sintoma, mesmo $ue clínica ou radiograicamen

radiograicamente tenha atingido a polpa! 4e n&o or tratada, o dente pode se tornar sintom3tico ou ate tenha atingido a polpa! 4e n&o or tratada, o dente pode se tornar sintom3tico ou a  polpa pode s

 polpa pode se tornar necróticae tornar necrótica! m casos d! m casos de pulpite irreversívee pulpite irreversível assintom3tical assintom3tica, o tratamento, o tratamento endod8ntico deve ser reali+ado o mais brevemente possível, de maneira $ue a pulpite irreversível endod8ntico deve ser reali+ado o mais brevemente possível, de maneira $ue a pulpite irreversível sintom3tica n&o ocorra nem resulte em dor intensa ou

sintom3tica n&o ocorra nem resulte em dor intensa ou cause desconorto ao paciente!cause desconorto ao paciente!  Becrose ;ulpar

 Becrose ;ulpar

'uando ocorre a necrose da polpa, n&o eiste suprimento sanguíneo e os

'uando ocorre a necrose da polpa, n&o eiste suprimento sanguíneo e os nervos pulpares n&o est&onervos pulpares n&o est&o uncionais! #ra

uncionais! #rata0se da única ta0se da única classiicaç&o clínica $ue diretamente tenta descrever o estadoclassiicaç&o clínica $ue diretamente tenta descrever o estado histológico da polpa (ou sua aus.ncia)! sta condiç&o 6 subse$uente / pulpite irreversível histológico da polpa (ou sua aus.ncia)! sta condiç&o 6 subse$uente / pulpite irreversível sintom3tica ou assintom3tica! Depois $ue a polpa se

sintom3tica ou assintom3tica! Depois $ue a polpa se torna completamente necrótictorna completamente necrótica, o dente ser3a, o dente ser3 assintom3tico at6 $ue os sintomas se desenvolvam como resultado da etens&o do processo pato0 assintom3tico at6 $ue os sintomas se desenvolvam como resultado da etens&o do processo pato0 lógico para os tecidos perirradiculares! C

lógico para os tecidos perirradiculares! Com a necrose pulpar, o dente no responder ao testeom a necrose pulpar, o dente no responder ao teste eltrico pulpar ou ao teste ao frio. No entanto, se for aplicado calor por tempo prolongado, o eltrico pulpar ou ao teste ao frio. No entanto, se for aplicado calor por tempo prolongado, o dente pode responder a esse estmulo.

dente pode responder a esse estmulo. ssa resposta pode estar ssa resposta pode estar relacionada a remanescentes dorelacionada a remanescentes do luido ou a gases no

luido ou a gases no espaço do canal radicular se estendendo ou se epandindo para tecidosespaço do canal radicular se estendendo ou se epandindo para tecidos  periapicais! Co

 periapicais! Como discutido prevmo discutido previamente, uma iamente, uma agress&o traum3agress&o traum3tica pode atica pode acarretar na aus.carretar na aus.ncia dencia de resposta aos testes pulpares e simular uma necrose pulpar? portanto, uma boa

resposta aos testes pulpares e simular uma necrose pulpar? portanto, uma boa anamnese 6anamnese 6 imperativa!

imperativa! % necros% necrose pulpar pode ser parcial ou e pulpar pode ser parcial ou completa e pode n&o envolver todos os canais numcompleta e pode n&o envolver todos os canais num dente multirradiculado! ;or esta ra+&o, o dente pode se apresentar com sintomas antag8nicos, nos dente multirradiculado! ;or esta ra+&o, o dente pode se apresentar com sintomas antag8nicos, nos $uais pode n&o haver resposta ao teste pulpar em uma rai+ e resposta vital em outra! 7 dente pode $uais pode n&o haver resposta ao teste pulpar em uma rai+ e resposta vital em outra! 7 dente pode tamb6m eibir sintomas de

tamb6m eibir sintomas de uma pulpite irreversível sintom3tica!uma pulpite irreversível sintom3tica!

Depois que a polpa se torna necrtica, pode ocorrer crescimento bacteriano. Quando essa Depois que a polpa se torna necrtica, pode ocorrer crescimento bacteriano. Quando essa infeco (ou as toinas bacterianas dessa infeco! se estende para o espao do ligamento infeco (ou as toinas bacterianas dessa infeco! se estende para o espao do ligamento periodontal, o dente pode se tornar sintomtico " percusso ou eibir dor espont#nea. $odem periodontal, o dente pode se tornar sintomtico " percusso ou eibir dor espont#nea. $odem ocorrer altera%es radiogrficas, &ariando de um aumento do espao do ligamento

ocorrer altera%es radiogrficas, &ariando de um aumento do espao do ligamento periodontal ou a apar'ncia de uma leso radiolcida periapical. ) dente pode se tornar periodontal ou a apar'ncia de uma leso radiolcida periapical. ) dente pode se tornar

*ipersens&el ao calor, at mesmo ao calor da ca&idade bucal, e  frequentemente ali&iado pela *ipersens&el ao calor, at mesmo ao calor da ca&idade bucal, e  frequentemente ali&iado pela aplicao do frio. +omo discutido pre&iamente, isto pode ser til na tentati&a de localiar um aplicao do frio. +omo discutido pre&iamente, isto pode ser til na tentati&a de localiar um dente com polpa necrosada quando a dor  referida ou no localiada.

(5)

<eceptores sensoriais da polpa dent3ria <eceptores sensoriais da polpa dent3ria Dois tipos de ibras

Dois tipos de ibras nervosas sensoriais eistem na polpa, origin3rias do nervo trig.meo! las est&onervosas sensoriais eistem na polpa, origin3rias do nervo trig.meo! las est&o agrupadas em eies na regi&o central da polpa, sendo $ue as

agrupadas em eies na regi&o central da polpa, sendo $ue as ibras delta % dibras delta % dirigem0se para airigem0se para a  perieria, onde p

 perieria, onde perdem a camaerdem a camada de mielinada de mielina, promovendo ra, promovendo ramiicaçFes / mmiicaçFes / medida $ue se edida $ue se aproimamaproimam da dentina, penetram em alguma

da dentina, penetram em alguma proundidade nos túbulos dentin3rios, apresentando proimidadeproundidade nos túbulos dentin3rios, apresentando proimidade com os prolongamentos dos odontoblastos! ssas ibras s&o condutores r3pidos (associado ao com os prolongamentos dos odontoblastos! ssas ibras s&o condutores r3pidos (associado ao di:metro das ibras)! ssas ibras respondem ao rio

di:metro das ibras)! ssas ibras respondem ao rio e ao $uente, respons3veis pela dor dentin3ria! %e ao $uente, respons3veis pela dor dentin3ria! % $ualidade da dor de resposta 6 aguda, lembrando uma picada de agulha! %presenta resposta ao teste $ualidade da dor de resposta 6 aguda, lembrando uma picada de agulha! %presenta resposta ao teste el6trico pulpar

el6trico pulpar! ;rodu+ dor locali+ada e apresentam uma resposta r3pida de dor ! ;rodu+ dor locali+ada e apresentam uma resposta r3pida de dor $uando estimuladas$uando estimuladas  pelo rio!

 pelo rio!

%s ibras tipo C, em sua maioria, locali+am0se na parte central da polpa, junto aos grandes vasos, %s ibras tipo C, em sua maioria, locali+am0se na parte central da polpa, junto aos grandes vasos, tem menor velocidade de conduç&o do $ue as ibras delta! ssas 

tem menor velocidade de conduç&o do $ue as ibras delta! ssas ibras respondem somente aoibras respondem somente ao estímulo $uente, a $ualidade ou característica da dor da resposta 6 do

estímulo $uente, a $ualidade ou característica da dor da resposta 6 do tipo latejante, com sensaç&otipo latejante, com sensaç&o de $ueimaç&o, de press&o e ormigamento! B&o respondem ao teste pulpar el6trico e produ+ dor de $ueimaç&o, de press&o e ormigamento! B&o respondem ao teste pulpar el6trico e produ+ dor diusa ou reerida! 4ua repos

diusa ou reerida! 4ua reposta est3 associada ata est3 associada ao estado patológico estado patológico! o! n$uanto as ibras delta n$uanto as ibras delta %% apresentam um baio limiar, as ibras tipo C apresentam um alto

apresentam um baio limiar, as ibras tipo C apresentam um alto limiarlimiar! Devido a isso, ! Devido a isso, a resposta sea resposta se a+ mediante orte estímulo (calor mais elevado)! %s ibras do tipo

a+ mediante orte estímulo (calor mais elevado)! %s ibras do tipo C, podem uncionar sobC, podem uncionar sob condiçFes de hipóia, isto 6, n&o necessitam de muito oig.nio, contrariamente /s ibras % de condiçFes de hipóia, isto 6, n&o necessitam de muito oig.nio, contrariamente /s ibras % deltalta ;ortanto, em alguns casos um dente com a

;ortanto, em alguns casos um dente com a polpa necrosada e les&o apical aparente acusam dorpolpa necrosada e les&o apical aparente acusam dor $uando introdu+idos instrumentos endod8nticos no interior do

$uando introdu+idos instrumentos endod8nticos no interior do canal!canal! % dor diusa ou a reerida s&o

% dor diusa ou a reerida s&o atribuídas /s ibras tipo C! atribuídas /s ibras tipo C! Bessa situaç&o, o processo inlamatórioBessa situaç&o, o processo inlamatório est3 restrito / polpa, ou seja, a inlamaç&o n&o se estende ainda / 3rea periapic

est3 restrito / polpa, ou seja, a inlamaç&o n&o se estende ainda / 3rea periapical, sendo o eLteste deal, sendo o eLteste de  percuss&o, ne

 percuss&o, neste caso, neste caso, negativo! 7 paciegativo! 7 paciente tem diiculdante tem diiculdade de apontade de apontar o dente respor o dente respons3vel!ns3vel! <esposta #6rmica ante aos agentes t6rmicos

<esposta #6rmica ante aos agentes t6rmicos 0 %plicaç&

0 %plicaç&o do rio o do rio em polpa intacta Dor aparece como resposta imediata, eplicada pela #em polpa intacta Dor aparece como resposta imediata, eplicada pela #eoriaeoria hidrodin:mica, n&o devido a diminuiç&o da press&o intrapulpar!

hidrodin:mica, n&o devido a diminuiç&o da press&o intrapulpar! 0 %plicaç&

0 %plicaç&o de calor em o de calor em polpa intacta Dor aparece imediatamente e, depois, tardia, devido / umapolpa intacta Dor aparece imediatamente e, depois, tardia, devido / uma vasodilataç&o, $ue causa aumento da press&o intrapulpar 

vasodilataç&o, $ue causa aumento da press&o intrapulpar  0

0 %plicaç&o do rio em polpa inlamada %plicaç&o do rio em polpa inlamada %lívio da dor, devido a vasocon%lívio da dor, devido a vasoconstriç&o, $ue causastriç&o, $ue causa diminuiç&o da press&o intrapulpar

diminuiç&o da press&o intrapulpar! 7-4! Bo ! 7-4! Bo entanto, em alguns casos, o rio pode entanto, em alguns casos, o rio pode eacerbar a dor,eacerbar a dor, caso as paredes dos

caso as paredes dos vasos estejam inlamadas!vasos estejam inlamadas! 0

0 %plicaç&o do ca%plicaç&o do calor em polpa inlamada Dor imedlor em polpa inlamada Dor imediata, pois h3 uma vasodiata, pois h3 uma vasodilataç&o, $ue acilataç&o, $ue acarreta noarreta no aumento da press&o intrapulpar!

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