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CLASSIFICAR EMPRESAS CONSTRUTORAS QUANTO AO GRAU DE APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS LEAN

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Academic year: 2021

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CLASSIFICAR EMPRESAS

CONSTRUTORAS QUANTO AO

GRAU DE APLICAÇÃO DE

FERRAMENTAS LEAN

HELOIZA PIASSA BENETTI (UTFPR)

Ildeivan da Silva Junior (UTFPR) Eduardo Bellei (UTFPR)

Resumo

Nesta pesquisa, o objetivo é utilizar a ferramenta o modelo Rapid Lean Construction - Quality Rating Model (LCR), em canteiros de obras, para avaliar quantitativamente o grau de aplicação de ferramentas lean em ambientes de construção. O moodelo LCR pode ser usado de forma simples, relacionado com a busca da filosofia lean pelas empresas construtoras, assim como permitir a visualização da diferença na qualidade da obra entre canteiros onde existe a filosofia e outros onde não existe. O modelo foi aplicado em quatro canteiros de obras em empresas construtoras de Pato Branco/PR. Baseado nos pontos de avaliação indicados pelo modelo LCR, foram construídos gráficos comparativos para que a qualificação das empresas fosse mais clara e para utilizar, como parâmetro, para que as mesmas buscassem um maior desenvolvimento da filosofia lean.

Palavras-chaves: Modelo de avaliação LCR, Lean Construction, Classificação das empresas

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1. INTRODUÇÃO

Um sistema produtivo corresponde ao arranjo de elementos que funcionam dinamicamente, interagindo entre si e em conexão com o meio externo, produzindo a partir de entradas (materiais, informações, pessoas), as saídas desejadas (produtos fabricados, serviços, pessoas satisfeitas) (PASA, 2004). Atualmente, o modelo de sistemas de produção adotado pela Toyota Motors Corporation Ltd., conhecido como Sistema Toyota de Produção (STP) (OHNO, 1997; SHINGO, 1996), vem sendo usado como referência por empresas de diversos setores.

Um dos objetivos do STP é aperfeiçoar os processos, buscando aumentar a eficiência da produção através da eliminação contínua de desperdícios. Assim, a essência do sistema está na perseguição e eliminação de toda e qualquer perda (GHINATO, 2000).

Na indústria em geral o preço dos produtos é definido pelo mercado, por isso a importância de se eliminar desperdícios, pois essa é a melhor maneira de se aumentar os lucros. Na construção civil, o Lean Construction (LC) não tem tanto reconhecimento como ferramenta de produtividade, porque o valor do produto final sempre foi definido pelo custo da obra mais o lucro desejado, mas esse quadro vem mudando recentemente. Por esse motivo, o LC vem para revolucionar uma metodologia de trabalho que gera muitos resíduos e baseia-se fundamentalmente em eliminar desperdícios, enquanto que o objetivo das empresas, geralmente, é criar valor. No entanto, se for possível, o ideal é eliminar atividades que não agreguem valor ao produto final, e assim, ganhar tempo e, consequentemente, produtividade gerando menos desperdícios, sem adquirir gastos até então desconhecidos.

Para que a construção enxuta possa se tornar uma realidade, torna-se importante classificar as empresas de construção, para avaliar o quanto o pensamento enxuto já é realidade no atual sistema produtivo. HOFACKER et al. (2008) desenvolveram um modelo de classificação de empresas quanto ao grau de aplicação de ferramentas Lean: O Rapid Lean Construction-Quality Rating Model (LCR).

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3 no qual avalia quantitativamente o grau de aplicação de ferramentas Lean em ambientes de construção. O resultado proporciona uma avaliação categorizada, com fácil visualização e interpretação dos resultados, de modo simples, apenas se relacionado à busca pelo pensamento enxuto com o que realmente é aplicado em obra, verificando-se assim a diferença na qualidade da obra entre os canteiros, com ou sem a filosofia Lean.

2. O MODELO LCR

O modelo de aplicação surgiu de uma proposta denominada de Plano de Aplicação da Lean Construction (PALC), para aplicação dos conceitos enxutos em canteiros de obra. Neste plano, um check-list foi utilizado como instrumento de avaliação para medir o desempenho das empresas. O modelo LCR foi desenvolvido, no intuito de resolver algumas falhas do PALC, com o objetivo de avaliar a qualidade e o grau de aplicação da construção enxuta em empresas construtoras.

A Figura 1 apresenta o modelo LCR desenvolvido por HOFACKER et al. (2008), com as características para facilitar a aplicação, dentro do canteiro de obras, como: o tempo de aplicação não maior do que 1h; interface de preenchimento simples e resumida, com itens agrupados em categorias e com pontuação na escala Likert. Pode-se destacar ainda que a aplicação pode ser realizada na presença apenas do engenheiro da obra ou do mestre de obras, dentro do canteiro, para entrevista acompanhada de observação dos pesquisadores.

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FIGURA 1 – Modelo LCR. Fonte: Adaptado de HOFACKER et al., 2008.

A composição do modelo está distribuída em trinta itens distribuídos pelas seis categorias: Foco no Cliente; Desperdícios; Qualidade; Fluxo de Materiais; Organização, planejamento e fluxo de informações; Melhorias contínuas. Estas categorias foram definidas a partir dos 5 princípios do Lean Thinking (WOMACK; JONES; ROOS, 1992) e dos 11 princípios de Koskela (1992) da Lean Construction. Para cada categoria foram escolhidos pontos de avaliação, com pontuação de 0 a 6, sendo que o modelo totalizou 30 questões a serem avaliadas.

Para fazer o perfil de aplicação da construção enxuta, os autores do modelo recomendam aplicá-lo em: pelo menos cinco obras de uma mesma empresa; por dois pesquisadores com domínio da teoria da Lean Construction.

A apresentação simplificada do modelo, com os trinta itens distribuídos pelas seis categorias estão apresentadas na Tabela 1:

TABELA 1 - Apresentação simplificada do modelo, com a divisão entre categorias.

1. Foco no cliente

1. Foco no cliente, em termos de vendas, marketing e foco estratégico, detectando o que é valor para o cliente;

2. Comunicação regular com o cliente e flexibilidade para adaptar as mudanças requeridas

3. Flexibilidade do projeto e comunicação entre projetistas e gerente da construção (durante a execução);

4. Limpeza do canteiro de obras (5S). 2. Desperdícios

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6. Ações, conhecimento e incentivos para eliminar os desperdícios (produção em excesso, tempos de espera, transportes desnecessários, retrabalhos…);

7. Gerenciamento dos resíduos (reciclagem, separação do entulho da construção);

8. Utilização dos espaços: quanto o espaço é eficientemente utilizado (áreas dedicadas aos materiais, pequenas peças organizadas, menor espaço possível utilizado);

9. Tempo desperdiçado (redução do tempo de transporte, tempo de espera, padronização do uso de equipamentos e transportes).

3. Qualidade

10. Controle de qualidade constante dos materiais de construção (e.g. certificação de controle da resistência do concreto);

11. A empresa possui algum tipo de certificação da qualidade (ISSO, PBQP-H); 12. Percepção visual da qualidade de execução dos serviços (variabilidade do padrão); 13. Segurança no canteiro de obras;

14. Busca e análise das causas dos retrabalhos (5W); 15. Padronização de processos;

16. Sistema de gerenciamento visual (sinalização clara, sinalização autoexplicativa e sistemas de controle de qualidade);

17. Grau de mecanização (maquinário técnico) para obter uma qualidade de padronização e desempenho.

4. Fluxo de materiais e produção puxada

18. Sistema de cartões Kanban (existência e bom funcionamento);

19. Aplicação de conceitos Just-In-Time (medição e.g. da quantidade de armazenamento, e.g. estoque > 1 semana, não é JIT);

20. Uso de concreto usinado (uso = (6), feito no canteiro = (0));

21. Sistema de pedido e tempo de reposição de materiais (concreto, aço, tijolos) pelos fornecedores (1 dia = (6), 1 semana = (3), > 2 semanas = (0));

22. Uso de sistemas de suporte ao transporte (grua) e padronização dos transportes (pallets). 5. Organização, Planejamento e Fluxo de materiais

23. Como é a consciência, convencimento e suporte da alta gerência na aplicação dos conceitos da

Lean Construction;

24. Motivação e responsabilidade dos empregados (existem ações, métodos que promovam isso?); 25. Polivalência dos times (o quão flexíveis são os empregados para trabalhar em diferentes

serviços)

26. São feitas reuniões diárias com aplicação do sistema Last-Planner (6)? Ou a estrutura de planejamento da produção é tradicional (0)?;

27. Ferramentas de comunicação (e.g. aplicação do Andon); 28. Aplicação de sistemas de informação vertical e horizontal.

6. Melhorias Contínuas

29. Busca da empresa pela perfeição, processo de aplicação do aprendizado de projeto para projeto; 30. Educação continuada dos empregados (qualidade, cursos de especialização, Lean…).

Fonte: Adaptado de Hofacker et al., 2008.

O grau de aplicação dos conceitos da construção enxuta nas obras é classificado de AAA até D. Onde AAA, de 95% a 100% da pontuação atingida, significa a busca pela perfeição tanto em desenvolver a qualidade como na aplicação dos conceitos Lean. Já a classificação D, varia de 0% a 9% da pontuação, significa baixa qualidade dos processos e do produto, baixo foco em melhorias, desperdícios e nenhum conhecimento da filosofia enxuta. Assim, somente as empresas que aplicam a filosofia Lean em suas obras podem atingir os níveis B e A.

3. APLICAÇÃO DO MODELO LCR

O modelo LCR foi aplicado em quatro empresas construtoras, num total de onze canteiros de obras, todos localizados em Pato Branco, O desenvolvimento da pesquisa está apoiada no pensamento enxuto, e selecionada as seis categorias, que servirão de base para a qualificação dos canteiros de obra quanto à aplicação e funcionamento do mesmo.

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6 A avaliação foi realizada pelos dois pesquisadores, desta pesquisa, que aplicaram a pontuação de 0 a 6 por item. Os pesquisadores não preencheram o modelo em obra, mas sim posteriormente, afim de não interferir nas atividades que estão sendo executadas pelos colaboradores das empresas. E, ainda, como normativa para a avaliação, os pesquisadores não deverão ficar mais de uma hora no canteiro de obras.

A seguir são apresentados os resultados da aplicação do LCR, através de visitas aos canteiros de obras. A partir das visitas, foi realizada a classificação das quatro empresas quanto ao grau de aplicação dos conceitos da construção enxuta, respeitando as metodologias do modelo.

3.1 Empresa 1

A empresa 1 tem como missão “Aprimorar a qualidade de nossos processos respeitando nossos clientes, visando estreitar nossos laços de confiança antes, durante e depois da compra de nossos imóveis”. Como política de qualidade visa “Construir e incorporar obras civis de edificação, visando à satisfação dos clientes, valorizando a equipe de funcionários, criando um ambiente de trabalho produtivo, obtendo a melhoria continua de nossos processos”.

Nesta empresa foram visitados quatro canteiros de obras de prédios residenciais de médio e alto padrão. Para melhor visualização dos dados obtidos nas visitas construiu-se a Figura 2, com a aplicação do modelo na presença do Engenheiro responsável pela obra.

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7 A Figura 2 apresenta os resultados da aplicação do modelo pelos dois avaliadores, mostrando a importância da presença de mais de um avaliador, para que o resultado não seja fruto de uma única visão da obra. A avaliação final da obra da empresa 1 está representado na Figura 3.

FIGURA 3 – Gráfico radar com a classificação final da empresa 1.

A empresa 1 apresentou um melhor desempenho nos pontos de foco no cliente, qualidade, e um pior desempenho nos pontos de organização, planejamento e fluxo de informações e desperdícios. Levando em consideração a missão e política de qualidade, a empresa esta agindo conforme seus objetivos.

A classificação final, quanto ao LCR da empresa 1, nos quatro canteiros, foi de 54,0% que compreende ao nível CCC, onde a há consciência da qualidade mas baixa, ou nenhum conhecimento da construção enxuta.

3.2 Empresa 2

A empresa 2 não torna pública a sua missão e política de qualidade, no entanto os responsáveis pela empresa apresentaram consciência da importância do pensamento enxuto, e eliminação de desperdícios e atividades que não agreguem valor.

Nesta empresa foram visitados três canteiros, onde estavam sendo construídos edifícios de alto padrão. Os pontos de avaliação apresentaram certo equilíbrio sem que nenhum ponto apresentasse destaque.

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8 A Figura 4 mostra os resultados da aplicação do modelo na empresa 2.

FIGURA 4 – Gráfico radar com a classificação final da empresa 2.

A empresa acima apresentou avaliação de 67,4%, que corresponde ao nível BB, pois a empresa já possui um foco de alta qualidade e evidenciam esforços para aprender e melhorar a aplicação da construção enxuta.

3.3 Empresa 3

A empresa 3 tem como missão, “Incorporação e prestação de serviços na construção civil, entregando ao cliente produtos diferenciados, relacionando-se diretamente com o cliente”. E, como política de qualidade, “Obter a satisfação dos clientes, atendendo por completo as suas necessidades e expectativas através do fornecimento de produtos e serviços, melhorando continuamente os processos e comprometendo toda a empresa na realização e busca pela melhoria continua na qualidade”.

Na empresa 3 foram visitados dois canteiros de obra, sendo um prédio residencial e a ampliação de uma escola. Os melhores resultados, apresentados foram no fluxo de materiais e produção puxada e desperdícios, em função do uso de um método construtivo diferenciado. A Figura 5 mostra a classificação final da empresa 3.

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FIGURA 5 – Gráfico radar com a classificação final da empresa 3.

A empresa 3 foi classificada no nível B com 60,7%, apresentando as mesma características da Empresa 2.

3.4 Empresa 4

Na empresa 4 não havia, por parte da alta gerencia, conhecimento do pensamento enxuto. No entanto, havia ações empíricas que vem trazendo bons resultados, em obra.

Na empresa 4 foram visitados dois canteiros de obra, ou seja, duas obras comerciais. Esta empresa apresentou resultados mais positivos nos pontos de melhorias contínuas e fluxo de materiais, e produção puxada. São nestes pontos que empresa evidencia a intenção de melhorar os processos, mesmo sem o conhecimento do pensamento enxuto. No entanto, apresentou ponto fraco na organização, planejamento e fluxo de materiais (Figura 6).

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FIGURA 6 – Gráfico radar com a classificação final da empresa 4.

A empresa 4, com 59,2% foi classificada no nível B. Apresentando as mesmas características das empresa 1 e 2.

A classificação foi determinada de modo que as empresas que não conhecessem e/ou não aplicassem os conceitos da construção enxuta não pudessem atingir o nível B na classificação. Na classificação quanto ao LCR, nenhuma empresa alcançou o nível A, revelando que nenhuma das empresas aplica a filosofia Lean em suas obras.

4. CONCLUSÕES

Na construção civil, a transformação enxuta envolve os diversos agentes da cadeia de valor da construção, e exige ações nos níveis de empreendimento, empresas e setor. Para isso, é preciso constante pesquisa em busca de tecnologias e inovações que sejam mais adaptadas as suas necessidades.

Modelos que mensurem o grau de aplicação de ferramentas Lean se tornam importantes, para que a empresa esteja sempre em busca das melhorias. A utilização dos sistemas de gestão de qualidade combinados com os conceitos do pensamento enxuto, torna-se possível e também recomendável, permitindo resultados muito além dos obtidos até o momento.

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11 semelhantes, onde ainda estão aprendendo e implantando a filosofia da construção enxuta, e isso reflete a

realidade atual da construção civil regional. Assim sendo, dos pontos avaliados os melhores foram às melhorias contínuas e fluxo de materiais e produção puxada e o pior foi o de organização, planejamento e fluxo de informações.

Os resultados da aplicação do LCR nas obras das quatro empresas, mostrados na

Figura 7, permitiram a constatação de que a classificação proposta (de D a AAA) está apropriada, uma vez que nenhuma empresa que não conhece ou aplica os conceitos da

Lean Construction atingiu o nível B.

FIGURA 7 – Comparação entre a classificação das obras das empresas.

As maiorias dos empreendimentos brasileiros atuais encontram-se na classe C, devido aos aspectos da produção enxuta ainda serem desconhecidos por essa maioria. Embora as empresas pesquisadas, não aplicarem os conceitos da Lean Construction, as mesmas estão trabalhando com um nível de pensamento enxuto acima da média.

Num contexto nacional, deve ser destacado que há duas décadas vários esforços estão sendo empreendidos na área implantação do pensamento enxuto. Mas, de qualquer forma a filosofia da construção enxuta é mais uma ferramenta para se eliminar desperdícios. E, dentro desta realidade, eliminar desperdícios está se tornando cada vez mais relevante para a qualidade, lucro e competitividade.

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5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

GHINATO, P. Elementos fundamentais do Sistema Toyota de Produção. In: Produção e Competitividade: aplicações e inovações. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2000. HOFACKER, A.; OLIVEIRA, B. F.; GEHBAUER, F.; FREITAS, M. C. D.;MENDES JÚNIOR, R.; SANTOS, A.; Kirsch, J. Rapid lean construction-quality rating model (LCR). In: 16th International Group for Lean Construction Conference, Manchester, IGLC, 2008.

KOSKELA, L. Application of the New Production Philosophy to Construction. Stanford, CA: Center for Integrated Facility Engineering, Stanford University, 1992. (Technical Report, 72).

OHNO, T. Sistema Toyota de produção: além da produção em larga escala. Porto Alegre: Bookman, 1997.

PASA, G. S. Uma abordagem para avaliar a consistência teórica de sistemas produtivos. 188 f. Tese (Doutorado) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, Porto Alegre, 2004.

SHINGO, S. O Sistema Toyota de produção do ponto de vista da engenharia da engenharia de produção. Porto Alegre: Bookman, 1996.

WOMACK, J.; JONES D.; ROOS, D. A máquina que mudou o mundo. Rio de Janeiro: Campus, 1992.

Referências

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